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Coleta Seletiva
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Parte dos servidores do GDF vai trabalhar remotamente
O Governo do Distrito Federal (GDF) adotará definitivamente o teletrabalho. As áreas que serão incluídas nesse regime, assim como a quantidade de servidores de cada unidade que exercerão as respectivas atividades de casa, ainda estão sendo definidas. Mesmo não tendo se preparado para isso, 92% dos servidores do GDF sem cargo de chefia aprovam a experiência do teletrabalho, segundo a pesquisa Trabalho Remoto no GDF — Enfrentamento à Pandemia Covid-19. O estudo foi feito pelo Grupo de Pesquisa E-Trabalho, da Universidade de Brasília (UnB). Participaram 7.421 servidores de 93 órgãos e entidades da administração pública local. Com o Decreto nº 40.546, de 20 de março, passaram a trabalhar de casa servidores de secretarias de Estado, administrações regionais, empresas públicas, fundações e autarquias que não exercem atividades essenciais e com infraestrutura tecnológica e de comunicação adequada. Eles tiveram oportunidade de responder à pesquisa, por e-mail, de 25 de abril a 31 de maio. Foram aplicados dois questionários: um para ocupantes de cargos de chefia, ao qual responderam integralmente 1.455 pessoas, e outro para os que não lideram equipes, com 5.966 respostas. Para o GDF, foi uma oportunidade de aprofundar estudos sobre a adoção dessa modalidade de trabalho. E principalmente de estar preparado para o período pós-pandemia. “Nós estamos preocupados com o retorno, olhando para o futuro, e com a pesquisa pudemos ouvir os servidores e envolvê-los nessa discussão”, afirma o secretário de Economia, André Clemente. No ano passado, o órgão promoveu um seminário sobre o tema, com o compartilhamento de experiências pontuais no governo e a participação da professora de Psicologia Organizacional e do Trabalho Gardênia da Silva Abbad, doutora na área e líder do grupo E-Trabalho. O grupo estuda, há três anos, as percepções e as práticas de servidores públicos em teletrabalho em órgãos federais do Judiciário e no Ministério Público do Trabalho. Para os acadêmicos, a pesquisa no governo local foi uma oportunidade de avaliar como o contexto da pandemia — sem planejamento e de forma compulsória — afetaria essas percepções. “Sem generalizar, podemos afirmar que a experiência no GDF foi bem-sucedida, especialmente considerando que, nos dois grupos, 60% nunca tinha trabalhado nessa modalidade. Não houve perda de produtividade — pelo contrário, em alguns casos”, resume Gardênia. Gestão da entrega São vários os arranjos possíveis de trabalho remoto. No caso do GDF, a pesquisa mostrou que a maioria interessada em seguir nesse regime após o fim das restrições da pandemia prefere um esquema parcial, e não todos os dias. Na avaliação de 78,5% dos que não lideram equipes, mais da metade de suas atividades pode ser executada remotamente, mesmo com o fim da necessidade de isolamento. Para se comunicar, as mensagens por WhatsApp são a forma mais utilizada, seguida do telefone e de plataformas de videoconferência. O Sistema Eletrônico de Informações, o SEI, também foi fundamental para a viabilização do trabalho a distância no governo, uma vez que permite o acesso a processos e sua tramitação pela internet. Nenhum desses recursos, porém, atende ao maior desafio dos líderes de equipe quando se adota o trabalho remoto: a gestão da entrega. “Em uma realidade orientada para os resultados, é bastante comum identificarmos desafios relacionados à definição de metas e ao monitoramento sem ferramentas adequadas. Entre os participantes, essas preocupações também são reportadas, mas prevalecem relatos que indicam percepções positivas, como o comprometimento das equipes e a oportunidade de reorganização das atividades”, explica a líder da pesquisa, a doutoranda em Administração Juliana Legentil. A resistência à modalidade remota é maior entre os que ocupam cargo de liderança, mas, ainda assim, no caso do GDF, 73% das chefias pretendem permitir que parte da equipe siga trabalhando dessa forma. Dos que não têm subordinados, 89% se manifestam favoráveis à manutenção do teletrabalho após a pandemia: 56% preferem trabalhar de casa de duas a três vezes por semana e 33% gostariam de cumprir as atividades exclusivamente a distância. “Para muitos, o período mais delicado foi superado e a experiência de gestão de equipes remotas, mesmo em um cenário completamente atípico, pode ser ainda mais positiva se houver investimento em ferramentas e treinamentos”, diz Juliana. “Já estamos testando no governo uma ferramenta que possibilita a gestão da entrega, mas sua eficiência dependerá da revisão de planos de trabalho e da modulação de metas possíveis dentro das equipes”, adianta Juliano Pasqual, secretário-executivo de Gestão Administrativa, da Secretaria de Economia. Ele diz que o processo de transformação digital do GDF, iniciado no ano passado, já evidencia que o atendimento à população pode ser feito de forma mais inteligente, com menos custos para o Estado e mais qualidade de vida para o servidor. O sistema, além de permitir a melhor gestão administrativa do trabalho remoto, contribuirá para que o cidadão monitore resultados de forma mais precisa, afirma Pasqual. “Podemos prestar os mesmos serviços com maior eficiência. Acredito que o teletrabalho será a reforma administrativa mais profunda na administração pública local, mas será um processo gradual, em que diversos pactos terão de ser estabelecidos, conforme a particularidade de cada unidade e do trabalho por ela realizado.” * Com informações da Secretaria de Economia
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Impacto da alimentação infantil no meio ambiente é debatido no YouTube
Com o tema “Apoie o aleitamento materno por um planeta saudável”, a campanha Agosto Dourado deste ano vai focar no impacto da alimentação infantil no meio ambiente, nas mudanças climáticas e na necessidade urgente de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno para a saúde do planeta e de seu povo. Além disso, haverá vários eventos e ações como o 5º Seminário de Aleitamento Materno de Brasília e a apresentação do filme Tigers, que vai gerar um debate com profissionais, estudantes e todos os que lutam pela causa do Aleitamento Materno. “Estudos indicam que o aleitamento materno como ação isolada é capaz de reduzir a mortalidade infantil em até 13%. No Distrito Federal valorizamos a amamentação desde a sua fundação. Pela primeira vez o DF conseguiu atingir, em 2019, a taxa de mortalidade infantil de um único dígito, de 8,5 para cada 1.000, um grande ganho para todos”, comemora Miriam Santos, coordenadora das Políticas de Aleitamento Materno e Banco de Leite Humano do DF. A amamentação previne a fome e todas as formas de desnutrição, além de garantir a segurança alimentar dos bebês, mesmo em tempos de crise, sem ônus adicional no orçamento da família. A amamentação é uma maneira de baixo custo para alimentar bebês, além de contribuir para a redução da pobreza. Além disso, a nutrição, a segurança alimentar e a redução da pobreza são fundamentais para alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. “No âmbito nacional e internacional, Brasília é reconhecida pelo apoio, proteção e apoio ao aleitamento materno que é historicamente realizado com o envolvimento da sociedade e dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”, explica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Por conta da pandemia do novo coronavírus, todos os eventos do Agosto Dourado e todas as ações nas Regiões de Saúde deste ano serão de forma virtual. A transmissão ocorrerá pelo canal Amamenta Brasília, no YouTube. O primeiro ocorrerá no próximo sábado (1°/8), às 15h. “O leite materno deve ser um alimento exclusivo até os seis meses e até os dois primeiros anos de vida, porque tem tudo o que é necessário para a saúde da criança, conforme orientam a Secretaria de Saúde, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde”, afirma Miriam. Segundo a coordenadora, as ações do Agosto Dourado ajudam a fortalecer a conscientização das mães. “Amamentar é um direito da criança, mas não é um dever da mãe, por isso precisamos conscientizá-la, apoiá-la e protegê-la para que ela queira amamentar”, explica. Todos os eventos relacionados à amamentação têm o amparo legal, com a Política Distrital de Aleitamento Materno – Lei Distrital nº 5.374/2014, Agosto Dourado – Lei Federal nº 13.227/2015, Agosto Dourado – Lei Distrital nº 6.097/2018. Confira a programação: *Com informações da Secretaria de Saúde
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Maria da Penha Vai à Escola para Gestores, Orientadores Educacionais e Partícipes
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Maria da Penha Vai à Escola: Abordagem Técnica da Situações de Violência Sexual para Gestores, Orientadores Educacionais e Partícipes
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Sistema Ajudah: tecnologia em prol da solidariedade
O trabalho do Comitê de Emergência Covid-19, uma ação coordenada do Governo do Distrito Federal, vai contar com mais um aliado: o Ajudah — Sistema de Ajuda Humanitária Covid-19. O objetivo é informatizar e automatizar processos de planejamento, registro, controle e distribuição de cestas básicas e de kits de higiene recebidos pelo governo para doação a cidadãos não atendidos por programas sociais. Com o crescimento das doações, veio a necessidade de aprimorar a logística da ação humanitária do comitê, atividade coordenada pela Subchefia de Políticas Sociais e Primeira Infância, da Chefia de Gabinete do Governador. A pedido da subchefia, a Secretaria de Economia desenvolveu a plataforma, apresentada nesta terça-feira (28) aos órgãos envolvidos nas ações. “A equipe técnica entregou o Ajudah em tempo recorde para dar suporte a quem está na ponta desse trabalho de solidariedade, e acredito que nos ajudará a avançar nessa responsabilidade social, que mobiliza tantos servidores. Temos de ser exemplo para o País”, disse a secretária de Desenvolvimento Social e primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, aos participantes do evento virtual, por meio de videoconferência transmitida no YouTube da Secretaria de Economia. Os servidores envolvidos na ajuda humanitária agora serão treinados para utilizar corretamente a nova ferramenta, explicou o secretário de Economia, André Clemente. “Como órgão central de planejamento e gestão do GDF, temos de criar ambiente favorável à atuação de todos nessa ação coordenada”, afirmou, ao destacar o valor do Ajudah em permitir que a administração pública identifique com precisão os cidadãos mais necessitados e planeje melhor as entregas. [Olho texto=”O sistema tem um painel que permitirá às equipes que atuam na ação humanitária visualizar várias informações, como cestas em estoque, pessoas à espera de doações e famílias cadastradas.” assinatura=”” esquerda_direita_centro=””] Sem o sistema, quando um cidadão manifestava a uma administração regional a necessidade de receber doações por causa da crise da pandemia de Covid-19, a equipe de servidores envolvida na ajuda humanitária verificava na Secretaria de Desenvolvimento Social se ele já era beneficiário de algum programa. É que têm prioridade nas doações pessoas que não recebem benefício. O Ajudah mostrará isso assim que o CPF for cadastrado, tornando o processo mais rápido e justo. O sistema tem um painel que permitirá às equipes que atuam na ação humanitária visualizar várias informações, como cestas em estoque, pessoas à espera de doações e famílias cadastradas. Isso facilitará o mapeamento das regiões com maior necessidade e contribuirá para a captação das doações. Cadastro São três módulos. No primeiro, servidores das administrações poderão fazer o cadastro do cidadão que deseja receber doações, apenas com o CPF. Em outro módulo, serão montadas as ações humanitárias: definem-se os beneficiários e o roteiro a ser seguido pela Defesa Civil. Assim, a tecnologia contribuirá na organização da logística e na economia de combustível. Muitos itens são doados avulsos, mas a entrega é feita em cestas e kits, que são cadastrados no estoque dessa forma. Quando uma ação humanitária for montada, o sistema já tornará indisponíveis no estoque as cestas e kits que serão doados. No terceiro módulo, a Defesa Civil vai cadastrar e registrar as doações realizadas. Assim, o novo sistema facilitará o controle da destinação dos itens, atualmente feito por meio de planilhas, o que aumentará o controle e a transparência. Os dados das doações feitas em abril, maio e junho foram migrados para a base de dados da plataforma. Comitê de Emergência Covid-19 O Comitê de Emergência Covid-19, instituído por meio do Decreto nº 40.559/2020, foi criado com o propósito de organizar as iniciativas governamentais em apoio aos afetados pela pandemia. Coordenado pela Secretaria de Economia, é formado por titulares de órgãos do GDF e por dirigentes de entidades que representam empresas privadas. Tem por competência receber, planejar e coordenar campanhas de arrecadação de doações, bem como elaborar ações para o enfrentamento da pandemia. *Com informações da Secretaria de Economia
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Pregão Eletrônico nº 16/2020 – HOMOLOGADO
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Pregão Eletrônico nº 13/2020
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Pregão Eletrônico nº 12/2020 – HOMOLOGADO
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Pregão Eletrônico nº 08/2020
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Pregão Eletrônico nº 07/2020 – REVOGADO
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Pregão Eletrônico nº 05/2020 – HOMOLOGADO
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Pregão Eletrônico nº 04/2020 – REVOGADO
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Pregão Eletrônico nº 03/2020 – REVOGADO
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Pregão Eletrônico nº 02/2020 – REVOGADO
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Pregão Eletrônico nº 01/2020 – DESERTO
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Pregão Eletrônico nº 07/2019 – HOMOLOGADO
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Pregão Eletrônico nº 06/2019 – SUSPENSO
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Pregão Eletrônico nº 05/2019 – Homologado
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Pregão Eletrônico nº 04/2019 – Homologado
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Pregão Eletrônico nº 03/2019 – Homologado
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Pregão Eletrônico nº 02/2019 – Revogado
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Pregão Eletrônico nº 01/2019 – Homologado
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Bloquete volta a ser alternativa na pavimentação de cidades
Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília A comunidade da Rua do Mato, na Fercal, sofreu por mais de 30 anos com ruas de terra. O calendário anual dos moradores, cerca de 1,2 mil pessoas, era dividido em duas partes: seis meses na poeira, outros seis meses na lama. Mas essa realidade já está mudando. É que foi oficialmente inaugurado um trecho de 200 metros de pavimento em bloquetes (placas de concreto) na subida que dá acesso às quadras mais altas da região. “A vida melhorou 100%. Quando chovia, carro não subia. Deixávamos tudo lá em baixo e vínhamos a pé com as crianças no colo”, lembra o morador José Valderi de Lima. “Pra quem conheceu isso aqui antes, sabe o quanto era cruel e desumano”, completa. A iniciativa da pavimentação foi da Administração da Regional da Fercal. “A gente comprou os insumos e utilizamos nossa própria mão-de-obra e também recebemos ajuda dos colaboradores da Funap [Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso]”, explica o administrador Fernando Gustavo. Segundo ele, também foram feitos serviços semelhantes em frente às escolas rurais Sonhei, Catingueiro e Córrego do Ouro e ainda em uma via da quadra da Rua do Engelho Velho. “Todos estão felizes. Agora, a vida melhorou demais. É uma alegria muito grande”, afirma a moradora Ana Maria Nunes que mora em frente à parada de ônibus da Rua do Engelho Velho. “Tudo melhorou muito, as pessoas estão com mais saúde e a casa está segurando mais tempo limpa”, comemora. Além de visualmente mais bonito, as placas de cimento são mais baratas e ecologicamente corretas. Por estar entre duas Áreas de Preservação Ambiental (APA) – Planalto Central e da Cafuringa -, a região administrativa tem dificuldade em aprovar licença ambiental para usar asfalto. “Como piso é permeável e a água infiltra para os lençóis freáticos, os bloquetes são os mais recomendados para essas localidades”, explica Fernando Gustavo. Atraído pelo sucesso da iniciativa, o presidente da Novacap, Fernando Leite, planeja alavancar o projeto. “É uma iniciativa que pretendemos levar para todas as outras regiões administrativas”, disse. Segundo ele, a empresa deve licitar, nos próximos meses, equipamentos para a fabricação dos bloquetes. “Estamos com um projeto na Novacap bem avançado para criar fábricas em vários pontos do DF”, explica. “A ideia é deixar uma máquina para cada um dos sete pólos do GDF Presente e um para área rural”, detalha Leite. “É uma ação inteligente que utiliza a mão de obra da própria administração pública e custa pouco. É tudo que o governador Ibaneis quer: um governo com soluções inovadoras, eficientes e baratas”, completa. Obras rápidas e baratas De acordo com o administrador da Fercal, Fernando Gustavo, o tempo de execução das obras de pavimentação com esse tipo de matéria-prima é rápida. Para fazer cerca de 200 metros de uma rua de mão-dupla foi preciso 1 mês de trabalho. “O mais complicado é a licitação dos insumos”, afirma. O valor da obra também é outro diferencial. Cerca de um metro quadrado em bloquetes custa pouco mais de R$ 64, já o mesmo trecho em asfalto sai por cerca de R$ 180, segundo cálculos do Departamento de Urbanização da Novacap. “É um material barato com boa vida útil e tem uma manutenção mais rápida e fácil de fazer”, explica Fernando Leite. Ele conta que o piso pode ser usado em áreas mais carentes para melhorar a qualidade de vida das pessoas. “É uma solução para vias menores onde não há trânsito pesado. Isso facilita inclusive atender a comunidade em áreas não regularizadas e área rurais”, lembra ao citar regiões de Arniqueira, São Sebastião e Planaltina.
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Gestantes devem manter o pré-natal mesmo na pandemia
Na UBS da 612 Sul, estratégia foi separar salas e pacientes suspeitos de Covid-19 das rotinas normais, como o atendimento a crianças | Foto: Secretaria de Saúde Devido à pandemia do coronavírus, alguns serviços prestados nas unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal foram pontualmente suspensos para evitar aglomeração. No entanto, os atendimentos às gestantes para o pré-natal e demais necessidades estão em curso, normalmente, em toda a Atenção Primária. A recomendação do Ministério da Saúde é de que seja avaliada a situação de cada paciente de forma pontual e, a depender do caso, espaçar as consultas para evitar a exposição da gestante ao novo vírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em março de 2020, o órgão federal lançou nota técnica sobre a importância da continuidade do acompanhamento gestacional, por parte das futuras mães, mesmo durante a pandemia de Covid-19. O atendimento para esse público segue todos os protocolos sanitários vigentes. Ao chegar às UBSs, por exemplo, as gestantes devem aguardar o mínimo possível, de modo a evitar aglomerações em salas de espera. Na Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul (612), a estratégia utilizada foi separar as salas e pacientes suspeitos de Covid-19 das rotinas que a unidade precisa realizar normalmente, como o atendimento a crianças, o pré-natal e a troca de receita – este, um procedimento muito comum. Além dessas atividades existe o compromisso com a parcela de pacientes crônicos, hipertensos e diabéticos, que não podem ficar sem acompanhamento. São consideradas consultas essenciais para a qualidade de vida do paciente. Saúde da Mulher Médico e gerente da UBS 1, Marcus Limeira reforça que a unidade tem feito um trabalho importante em saúde da mulher, em que atividades relacionadas ao pré-natal e à saúde sexual foram preservadas e estão em pleno funcionamento. A colocação de dispositivo intrauterino (DIU), por exemplo. “Nossa unidade atende a uma demanda importante – cerca de 180 gestantes mensais – porque o nosso hospital de referência é o Hospital Regional da Asa Norte [Hran]. Apesar de ele estar suspenso por ser, agora, o hospital de referência para a Covid-19, elas estão sendo direcionadas para o Hospital Materno Infantil”, explica. Exame é oferecido na Atenção Primária do Distrito Federal, sem custo para o paciente | Foto: Secretaria de Saúde A unidade tem o perfil de atendimento para trabalhadoras que atuam na Asa Sul. Com a pandemia, a equipe observou que algumas pacientes deixaram de ir à unidade. Em contato remoto com elas, devido ao isolamento, os servidores da UBS 1 informam que o atendimento pode ser prestado nas UBSs próximas às residências de cada solicitante. O profissional alerta para a importância do acompanhamento pré-natal e informa que, nos termos do protocolo do Ministério da Saúde, a gestante deve ter, no mínimo, sete consultas, além de receber vacinas preconizadas. Como a da influenza, que está disponível na rede pública. Vanessa Ribeiro, de 28 anos, está grávida de quase 38 semanas. Ela espera um menino e, mesmo em se tratando de seu segundo filho, sabe da importância do acompanhamento. “Mesmo com a pandemia continuo vindo e tomo todos os cuidados recomendados para nós, que é o isolamento e a higiene correta. Para mim não modificou em nada em relação às consultas e exames. Tenho medo de recebê-lo nesse momento quanto ao hospital”, declara. Organização A Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps) destaca que, desde o início da pandemia, todas as UBSs tiveram o seu fluxo reorganizado para que todos os atendimentos fossem feitos de forma harmônica e sem riscos. A área adotou a estratégia fast-track, com dois fluxos definidos. Médico de família e coordenador da área, Fernando Érick Damasceno informa que nenhum tratamento deve ser abandonado em decorrência da Covid-19. “Organizamos os fluxos para manter a biossegurança e os pacientes em agenda separados dos pacientes com sintomas respiratórios e síndrome gripal com possível suspeita de Covid-19. Com isso, mesmo com as recomendações sanitárias que precisamos respeitar, nós preservamos a carteira de serviços da Atenção Primária”, garante. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Setores de Ceilândia e de Planaltina terão reparos na rede elétrica
A Companhia Energética de Brasília (CEB) fará, nesta quinta-feira (23), melhorias na rede elétrica de Planaltina e de Ceilândia. Será preciso interromper o fornecimento de energia, temporariamente, em alguns pontos, para realizar os serviços. Das 8h às 13h30, a CEB fará a substituição de poste em Planaltina. Por isso, a Quadra 1, Conjunto M, lotes 1 a 20; e Quadra 2, Conjunto J, lotes 43 a 60, do Arapoanga, ficarão sem energia. Já em Ceilândia a manutenção preventiva com poda de árvores ocorrerá das 9h às 16h30, afetando, assim, o fornecimento de energia no Núcleo Rural Alexandre Gusmão: Gleba 3, Chácara 367-H, lotes 1 a 6. *Com informações da CEB
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Coronavírus: 664 pacientes recebem alta de hospital de campanha
José Jesus, depois de sete dias de internação: “Aqui é um lugar de esperança” | Foto: Secretaria de Saúde Já são 664 os pacientes que saíram vitoriosos do Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha e voltaram para seus lares. Nesta sexta-feira (17), mais nove pessoas receberam alta curados da doença causada pelo novo coronavírus. Recuperados, eles agradeceram às equipes que prestaram assistência nos dias difíceis e, ansiosamente, aguardavam o reencontro com seus entes queridos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Aqui é um lugar de esperança. Você tem que ter fé e esperança para vencer essa doença. E muita confiança nos médicos, que são uns anjos para cuidar de nós”, afirma José Jesus da Paixão, de 43 anos, morador de Planaltina, que voltou para casa nesta sexta após sete dias internado no hospital de campanha. Quem também estava feliz e comemorando a vitória foi Pedro Antônio da Silva, de 58 anos. Chorando, Pedro descreveu a doença como a “pior de sua vida”, revelando um alívio em se ver livre dela. “Estou me sentindo bem. Vocês são pessoas maravilhosas, tratam a gente como gente”, agradeceu o morador de Águas Lindas, diante de profissionais que o acompanharam por 15 dias. Antônio Pereira da Silva, de 70 anos, também fez questão de agradecer. “As enfermeiras e os médicos são pessoas amigas. Fui muito bem tratado. Que Deus abençoe vocês”, disse o morador do Recanto das Emas, após 15 dias de internação. Com a ajuda dos profissionais de saúde, Pedro também derrotou a doença: “Pior de minha vida” | Foto: Secretaria de Saúde O diretor do hospital, Marcelo de Mello, comemora o fato de a unidade já ter contribuído com a cura de quase 670 pessoas. Para ele isso já é motivo de alegria, mas o trabalho em preservar vidas continua. “Em menos de 60 dias o HCMG já passa de 600 altas realizadas, 600 pacientes que têm sua vida de volta ‘ao normal’, 600 famílias que têm suas angústias dirimidas nesta terrível pandemia. Infelizmente temos perdas e, por isso mesmo, precisamos comemorar e agradecer pelas vitórias. Até agora, 600, e por elas continuamos a trabalhar, para que sejam cada vez menos perdas, cada vez mais vitórias. Juntos venceremos a Covid-19”, declarou Marcelo. Atualmente, 152 pacientes permanecem internados no local. A unidade conta com uma equipe de 125 profissionais da saúde em atuação. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Mais 360 profissionais para reforçar combate ao coronavírus
A Secretaria de Saúde convocou nesta sexta-feira (17) mais 360 servidores temporários para reforçar a linha de frente do combate à Covid-19 nos hospitais públicos. Os candidatos foram aprovados no Processo Seletivo Simplificado Emergencial para formação do cadastro de profissionais de saúde que vão complementar a força de trabalho. Eles têm entre os dias 20 a 24 de julho para entregar toda a documentação necessária. Confira o DODF com a lista dos convocados Nesta etapa foram convocados 50 enfermeiros, 80 psicólogos e 230 técnicos de enfermagem. Eles serão direcionados às unidades hospitalares que ampliaram recentemente a quantidade de leitos voltados a pacientes com coronavírus. “Basicamente, a lotação deles atenderá dois hospitais: o modular em Ceilândia, com 73 leitos, e o de Samambaia, que vai abrir mais sete leitos de UTI e 25 de retaguarda intermediário. Com isso, a força de trabalho necessária estará suprida para dar as condições de funcionamento pleno nas unidades”, informou a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Almeida. Além disso, psicólogos chamados irão trabalhar no projeto de apoio à população, devido aos transtornos mentais que muitos desenvolveram durante a pandemia. “Ansiedade e depressão, por exemplo, são alguns exemplos claros disso. Com a vinda desses 80 psicólogos será possível reforçar o atendimento na rede pública”, acrescentou a gestora. “A Secretaria de Saúde não tem medido esforços para garantir um atendimento de qualidade e digno à população. Com a convocação desses 360 profissionais, chegamos a 860 servidores temporários chamados, até o momento, para reforçar o atendimento às vítimas da Covid-19 no Distrito Federal”, arrematou o secretário de Saúde, Francisco Araújo. Processo Nas duas convocações anteriores, 500 profissionais foram chamados para atuar na rede pública de saúde. Os candidatos devem apresentar documentação exigida pelo Edital nº 23, de 17 de junho de 2020, publicado no Diário Oficial (DODF) de 19 de junho de 2020, em até cinco dias úteis a contar da data da publicação, impreterivelmente. Para entrega de documentação e posse, os candidatos convocados deverão se apresentar no Núcleo de Admissão e Movimentação (Nuam), da Secretária de Saúde, situado no Sain s/nº Parque Rural Estação Biológica (Asa Norte), conforme horário de atendimento, das 9h às 12h e das 14h às 17h. O não comparecimento do (a) candidato (a) no prazo estipulado para contratação significará a eliminação do (a) candidato (a) no certame. No ato da sua apresentação, o candidato convocado deverá atender a todos os requisitos dispostos no edital, bem como apresentar toda documentação (original e cópia) exigida para contratação, além de apresentar declaração de que não acumula cargo, emprego ou função pública, sob pena de eliminação do processo seletivo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A secretaria não se responsabiliza por eventuais prejuízos ao candidato decorrentes de informações cadastrais não atualizadas. Os candidatos convocados no presente processo seletivo deverão apresentar avaliação médica pré-admissional, com aprovação de aptidão física e mental, bem como levar toda documentação exigida (original e cópia) no edital de abertura. A ausência de algum documento implicará em impedimento para contratação, nos termos da legislação vigente. Os candidatos que fizeram a opção pelas cotas para negros ou pardos deverão comparecer para verificação de autodeclaração, no dia 22 de julho, no período de 13h às 18h, na Secretaria de Saúde – Bloco B (térreo), sala 50. O processo de heteroidentificação é exclusivamente presencial e candidatos que fizeram a opção pelas vagas reservadas a negros ou pardos que não comparecerem, independente da aprovação no processo seletivo, serão eliminados do processo, também conforme previsto no edital. * Com informações da Secretaria de Saúde
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⚖️ Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal – SINJ-DF
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Acesso SIGEAPE para Certificados e Inscrições
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📊 Painel Covid-19
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Na Hora: Página de agendamento ficará fora do ar por 4 horas, no dia 16/07.
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Informativos TCB
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