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Pontos de encontro interditados são utilizados indevidamente

Plano Piloto tem 69 pontos de encontro comunitários | Foto: Emanuelle Sena / AR Plano Piloto A Administração Regional do Plano Piloto tem mantido a força-tarefa iniciada no último dia 9 e retomada na segunda-feira (15) para interditar pontos de encontro comunitários (PECs). Mas, infelizmente, a equipe já presenciou locais com os lacres retirados. O serviço é executado para proteger a população da transmissão da Covid-19, em resposta ao Decreto nº 40.853, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Tiraram os lacres que a gente colocou. Isso não é bom, porque atrapalha o andamento dos trabalhos”, relata o gerente de Obras da administração regional, Sebastião Pinheiro. Ele conta que foram lacrados PECs na segunda e na terça-feira, mas a equipe precisou refazer o trabalho. “Estamos trabalhando pelo bem da população e pela saúde de todos”, ressalta. Para a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, “é lamentável que existam pessoas ignorando medidas importantes para saúde coletiva”. “Em tempos de pandemia, precisamos do cuidado com o próximo, com a coletividade e com a coisa pública”, destaca. Vice-prefeita da 113 Sul, Rosemary Lacerda informa que no bloco onde ela mora duas pessoas já faleceram vítimas da Covid-19. Ela acrescenta que, no mesmo dia em que a administração fez o serviço de interdição, um rapaz retirou todos os lacres dos PECs para utilizar os equipamentos. “É triste de ver porque, na nossa quadra, a gente tem moradores que são centenários. Acho que é uma falta de consciência cidadã das pessoas de fazer esse tipo de coisa”, lamenta. Servidores têm que refazer todo o trabalho de vedação depois da ação de violadores da lei | Foto: Emanuelle Sena / AR Plano Piloto “Desrespeito grave” A Região Administrativa I possui 69 pontos de encontro comunitários, 39 kits de academia, 113 quadras de esporte e mais de 250 parquinhos. “É com tristeza e preocupação que escuto o relato de nossa equipe externa de que muitos desses espaços – que já tinham sido alvo de interdição, com lacre e emissão de documento oficial dando publicidade ao mérito da medida e suas implicações penais – estão sendo indevidamente utilizados pela população”, diz a assessora de Planejamento da Administração do Plano Piloto, Jeanine Woycicki, que coordena as equipes de interdição. Para o presidente do Conselho Comunitário da Asa Sul (CCAS), José Daldegan, a retirada dos lacres “é um desrespeito muito grave, não só com as normas de saúde, mas principalmente com as pessoas em geral, pois pode contribuir para o aumento do contágio”. O Decreto nº 40.853 diz que quem desobedecer o previsto na norma “por deixar de executar, dificultar ou opor-se à execução de medidas que visem à prevenção das doenças transmissíveis e sua disseminação, à preservação e à manutenção da saúde” poderá pagar multa e ser responsabilizado pelo crime de infração de medida sanitária preventiva, de que trata o artigo 268 do Código Penal. A pena prevista é de detenção de até um ano.   * Com informações da Administração Regional do Plano Piloto

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Ouvidoria-Geral do DF abre inscrições para o concurso “Melhores Práticas em Ouvidoria”

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Identificação dos interessados em contribuir no planejamento da Oficina Participativa para elaboração do plano de manejo do Parque Ecológico do Areal

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Hran começa a aplicar plasma de curados da Covid-19 em pacientes internados

Hran é referência no tratamento da Covid-19 | Foto: Breno Esaki / SES Referência no tratamento de pacientes com Covid-19, o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) inicia, a partir da próxima segunda-feira (15), um estudo científico inédito no Distrito Federal: a aplicação de plasma de pacientes curados do novo coronavírus (Sars-CoV-2) em pacientes que estão tratando a doença. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Este é um estudo científico realizado em conjunto pela Universidade de Brasília (UnB), o Hemocentro e o Hran. A expectativa é de que a aplicação desse plasma funcione bem no organismo dos pacientes infectados pela Covid-19, trazendo a cura mais rapidamente”, explica o chefe da Unidade de Pneumologia do Hran e colaborador da pesquisa na unidade, Paulo Feitosa. O procedimento se inicia no Hemocentro, onde é coletada uma bolsa de sangue dos pacientes curados da Covid-19 (Igg positivo) que se enquadram no perfil. Na preparação, é informado o tipo sanguíneo de cada doador, pois a doação do plasma é semelhante à de sangue, em que os tipos sanguíneos precisam ser compatíveis. Após a coleta, é retirado do sangue apenas o soro, em que ficam armazenados o plasma e os anticorpos, que serão aplicados nos pacientes doentes. De acordo com Paulo, a aplicação do plasma com anticorpos é semelhante a uma transfusão de sangue. Tanto que o material é armazenado em uma bolsa coletora. Por isso, o procedimento será realizado pelas equipes do banco de sangue do Hran. “Cada bolsa de sangue coletado consegue atender mais de um paciente. É um procedimento simples, de baixo risco e com vários estudos embasados neste campo. Uma perspectiva real do tratamento. Mesmo assim, cada paciente que se propuser a receber a transfusão de plasma assinará um termo de consentimento que será entregue na hora do procedimento”, informa o chefe da Unidade de Pneumologia do Hran. A ideia é conseguir realizar a aplicação do plasma em pelo menos 200 pacientes, exceto nos que estão internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os profissionais do Hran envolvidos no estudo científico realizaram capacitações específicas sobre o tema. Estudo No Brasil já estão em curso estudos científicos com o plasma em alguns estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. No entanto, o que difere do estudo realizado no Distrito Federal é o fato de o plasma ser aplicado em pacientes moderados, diferentemente do que acontece nos outros estados, que têm realizado a aplicação em pacientes graves, internados na UTI. “Estamos focando em pacientes com a Covid-19 moderada. A hipótese do nosso estudo é que dando certo, haverá diminuição do número de casos que se agravam, diminuindo uma evolução para estado grave e reduzindo a necessidade de internação na UTI”, explica André Moraes Nicola, médico e professor da Faculdade de Medicina da UnB. Ele é o responsável pelo estudo científico no Distrito Federal. De acordo com André, se o plasma se mostrar eficaz para o tratamento de pacientes com a Covid-19 haverá menor demanda por UTIs, pois haverá menos casos de pacientes graves. “Será importante tanto para os pacientes que estão em tratamento da doença como para as pessoas sem Covid-19, pois terá mais leitos disponíveis para outras patologias, evitando que a rede fique sobrecarregada”, conclui.   * Com informações da Secretaria de Saude

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Doenças respiratórias são frequentes com as mudanças bruscas de temperatura

A poucos dias da chegada do inverno, o Distrito Federal já vem registrando temperaturas baixas. Mesmo sem entrar oficialmente na temporada, o DF já registrou, no último dia 27 de maio, na região de Águas Emendadas, no Paranoá, a noite mais fria do ano com a mínima de 6,3ºC. O tempo seco e frio é propício para a transmissão de doenças propagadas pelo ar por meio de partículas de secreção. Há ainda as que são transmitidas por bactérias, fungos e vírus, que também ficam em objetos e superfícies. Devido às baixas temperaturas, naturalmente, o corpo perde imunidade e assim, pode estar mais suscetível a desenvolver doenças respiratórias como gripe, resfriado, pneumonias, bronquites, asmas, dentre outras. Em um ano atípico, os cuidados precisam ser redobrados também por conta da Covid-19. Os sintomas da doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) são similares aos da gripe comum e asma. Já nos primeiros casos da doença, o DF estabeleceu seu plano de enfrentamento à pandemia e as principais ações foram tomadas. Foi feito o isolamento da população com a proibição de aglomerações, o fechamento de comércios e escolas, antecipação da campanha de vacinação contra a gripe e adequação dos serviços públicos com adoção de teletrabalho, por exemplo. Outro exemplo, foi a prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra o influenza, que foi ampliada para até o dia 30 de junho. Segundo doutora Marta Guidacci, especialista em alergia e imunologia e coordenadora substituta da Alergia na Secretaria de Saúde, a proibição de aglomeração, uso obrigatório de máscaras e a conscientização da importância de higienização das mãos foram medidas essenciais para ajudar no controle da Covid-19 e das demais doenças que também são transmissíveis nessa época do ano. Elas possuem semelhanças na forma de contágio, e igualmente, podem ter sintomas muito parecidos. É a partir da transmissão de gotículas contaminadas ao falar, tossir, espirrar além de existir a possibilidade de transmissão através de superfícies contaminadas e levar as mãos à face que a pessoa pode se contaminar. “As medidas de precaução contra a Covid-19 são iguais as que já preconizamos para a prevenção de outras doenças respiratórias. A diferença é que estamos lidando com um vírus novo. Quanto mais estudamos, vemos que ainda temos muito a descobrir. Existem várias manifestações clínicas desde febre, tosse seca, falta de ar, dores no corpo, diarreia, lesões em corpo, falta de sentir cheiro e de gosto dos alimentos até a Síndrome Respiratória Aguda Grave que pode evoluir para óbito. No caso das doenças respiratórias transmissíveis, que inclui a Covid-19, nós profissionais sempre recomendamos a prevenção e com isso, uso de máscaras, higienizar as mãos, evitar as aglomerações e ambientes fechados, são dicas permanentes para evitar essas doenças típicas da estação. Já para quem sofre das alergias respiratórias como rinite e asma, manter o tratamento preventivo e redobrar o controle ambiental são essenciais para evitar crises e piora das suas doenças crônicas, acrescentou Guidacci. Isolamento social  A profissional destaca que durante o isolamento social as pessoas permanecem mais tempo em casa. Por isso é preciso redobrar a atenção ao Controle Ambiental, evitando a exposição aos agentes desencadeadores das alergias respiratórias como fungos e ácaros da poeira doméstica. Manter uma alimentação saudável e pensamentos positivos. A especialista destaca que é preciso ficar atento aos sintomas que persistem e podem indicar que o indivíduo esteja com a Covid-19. A tosse constante, febre e a falta de ar repentina são sinais de alerta e deve-se procurar a unidade básica de saúde mais próxima. Caso seja à noite, deve procurar as emergências. “A Covid-19 é uma doença que pode ter evolução rápida e que ataca principalmente sistema respiratório. Por isso, é importante procurar a unidade básica de saúde com sintomas persistentes. Os pacientes que têm doenças respiratórias crônicas precisam manter tratamento preventivo conforme orientação do seu Especialista. Isso ajuda a manter as doenças em controle. É possível ainda evitar, principalmente, agentes desencadeadores ou agravantes de crises. Isso engloba desde produtos de limpeza que tem cheiro forte como também a falta de cuidado com o colchão e travesseiro. Cheiros ativos como água sanitária podem ser o gatilho para uma crise, pois o alérgico tem uma hipersensibilidade. Então, limpar a casa com aspirador de pó, e pano úmido, não usar vassoura ou espanador são medidas simples que podem evitar uma crise”, afirmou Marta. Tratamento  Como os sintomas das infecções respiratórias são bem similares, o paciente deve ficar atento. Caso eles persistam por mais de cinco dias, principalmente, a febre e tosse, é recomendada a procura pelo serviço de saúde mais próximo. Não é recomendado o uso de medicamentos por conta própria, como os antigripais. A automedicação pode mascarar sintomas, contribuir para o agravamento da doença e dificultar o diagnóstico, que deve ser feito por um médico. No DF, existem os Centros de Referência do Programa de Atendimento ao Paciente Asmáticos com profissionais de saúde capacitados ao atendimento.       *Com informações da Secretaria de Saúde

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Vigilância Sanitária faz inspeções em motéis do Distrito Federal

Com a aproximação do Dia dos Namorados – no Brasil, a data é comemorada em 12 de junho –, a Vigilância Sanitária tem intensificado as vistorias em motéis do Distrito Federal. Desde o último domingo (7), já foram realizadas inspeções em 30 estabelecimentos, seis dos quais precisaram ser intimados a sanarem algumas irregularidades. Foram vistoriados os principais motéis do DF nas cidades com maior fluxo – Taguatinga, Sobradinho, Núcleo Bandeirante e Lago Norte. Todo ano, esses estabelecimentos são fiscalizados com o objetivo de minimizar riscos à saúde dos frequentadores. “É importante saber que, assim como os hotéis, os motéis ficam proibidos de disponibilizar aos hóspedes o uso e acesso a piscinas, saunas e banheiras”, adverte a gerente de fiscalização da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé. “A maioria das intimações foi sobre essas providências, e todos os motéis que foram intimados com prazo de 24 horas cumpriram a exigência.” [Olho texto=”“Assim como os hotéis, os motéis ficam proibidos de disponibilizar aos hóspedes o uso e acesso a piscinas, saunas e banheiras”” assinatura=”Márcia Olivé, gerente de fiscalização da Vigilância Sanitária” esquerda_direita_centro=”centro”] Itens inspecionados Nessas ações fiscais são verificados, entre outros itens, a estrutura física; medidas de segurança e prevenção da saúde dos funcionários; protocolos de intensificação de realização da limpeza e desinfecção de ambientes, objetos e superfícies; protocolos com todas as etapas do processamento das roupas, de forma a garantir que todas as peças processadas estejam seguras para uso dos hóspedes. Além disso, são fiscalizados procedimentos de higiene e boas práticas de manipulação de alimentos, bem como se foram implantados protocolos específicos de limpeza e desinfecção dos quartos, a cada utilização, a fim de evitar transmissão da Covid-19. Nota técnica Este ano, por conta da pandemia do novo coronavírus, a Vigilância Sanitária elaborou nota técnica com 48 medidas de prevenção de na rede hoteleira e motéis do DF, que devem ser seguidas pelo setor. Entre as orientações, informa Márcia Olivé, está um protocolo específico para evitar o contágio pelo Sasr-CoV-2, com intensificação de limpeza e desinfecção de superfícies – ações que levam em consideração os locais com maior circulação de pessoas, depósitos e sanitários. A higienização deve ser feita no mínimo quatro vezes ao dia. A nota técnica também prevê fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs) aos profissionais desse segmento, conforme o risco a que se expõem. Está ainda prevista a capacitação para os profissionais da limpeza sobre as técnicas de paramentação e desparamentação. Principais procedimentos Além disso, há orientações sobre a forma correta de servir refeições demandadas de forma individualizada, somente nos quartos, observando cuidados como material higienizado com álcool 70% ou outro sanitizante adequado. Outros procedimentos indicados são higienizar os talheres e entregá-los embalados, descartar todas as sobras, não utilizar guardanapos de tecido e capacitar funcionários para o adequado recolhimento de bandejas e descarte de lixo. [Numeralha titulo_grande=”R$ 70 mil” texto=”Valor a que pode chegar a multa por descumprimento das normas sanitárias” esquerda_direita_centro=”centro”] O descumprimento das normas sanitárias, atenta a chefe de fiscalização da Vigilância Sanitária, poderá acarretar interdição parcial ou total do estabelecimento e/ou multa que varia de R$ 2 mil a R$ 70 mil. Caso os frequentadores verifiquem alguma irregularidade no local, poderão denunciar pelo telefone 162 ou no site da Ouvidoria. * Com informações da Secretaria de Saúde (SES)

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Sete instituições de idosos receberão apoio de secretarias do GDF

A Secretaria de Atendimento à Comunidade articula parceria com o programa Todos pela Saúde, do Itaú Unibanco. O comitê responsável pelo programa explicou como atua e quais são áreas de abrangência do projeto. A reunião foi on-line nesta quarta-feira (10) com o Secretário Severino Cajazeiras. A proposta apresentada para o Distrito Federal compreende em apoiar o combate à Covid-19 em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). A iniciativa já mapeou sete ILPIs no DF para atuar em quatro frentes: informar, cuidar, proteger e retomada. Entre as ações desenvolvidas estão a distribuição de material educativo para os colaboradores e idosos, fornecimento de equipamento de proteção individual e outros materiais necessários, além do fomento a pesquisa.  A implantação do projeto será em conjunto com as secretarias de Atendimento à Comunidade, Saúde,  Desenvolvimento Social e Justiça e Cidadania. De acordo com projeto, a intenção é somar força sem sobrepor os trabalhos em andamento pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Ao total, 324 idosos das setes instituições serão atendimentos seguindo notas técnicas do Ministério da Saúde e os protocolos definidos pelo Todos Pela Saúde O projeto atende a população vulnerável, pela idade, histórico de comorbidades e por morar em habitação coletiva. Esses itens são motivos para atenção dos idosos e têm a alta taxa de mortalidade registrada em países da Europa. A estratégia do projeto é atuar na prevenção, orientação, avaliação e monitoramento juntos as ILPIS. E quando há o diagnóstico precoce tomar as precauções corretas e cabíveis ao momento. Realocando os idosos que testaram positivo, por exemplo. O secretário Severino Cajazeiras avalia que a parceria é interessante para o GDF, porque já existe um aparato estruturado e essa ajuda chega como forma de ampliar a atuação do estado. “Vou articular para firmar a parceria o mais breve possível. O papel da nossa secretaria é ser um elo entre as entidades e as diversas áreas do executivo”, afirmou o secretário Cajazeiras. A previsão para o desenvolvimento nas instituições são de duas semanas, após finalizarem os trâmites burocráticos. Todos pela Saúde  O programa Todos pela Saúde do Itaú Unibanco é um projeto criado para contribuir no combate ao novo coronavírus apoiando as iniciativas da saúde pública em todo o Brasil. O projeto é integrado por um grupo de especialistas sob a liderança do médico Paulo Chapchap, doutor em clínica cirúrgica pela Universidade de São Paulo e diretor-geral do Hospital Sírio Libanês.  Em parceria como Sistema Único de Saúde o Todos pela Saúde colabora na organização das demandas estaduais para definir e realizar as ações prioritárias.

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Administração interdita PECs no Plano Piloto

Os equipamentos  não devem ser utilizados durante a pandemia, pelo risco de contaminação | Foto: Emanuelle Sena / Administração do Plano Piloto Com o foco em evitar aglomerações num período em que é vital o isolamento social como forma de prevenção contra o coronavírus, a Administração Regional do Plano Piloto fez uma grande operação para interditar os pontos de encontro comunitários (PECs). Esses espaços públicos reúnem equipamentos destinados à prática de musculação, alongamento e ginástica. O trabalho contemplou as asas Sul e Norte e o Noroeste. A medida cumpre determinação do Decreto nº 40.853, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). “Enquanto não tivermos total segurança de como lidar com o vírus, é melhor evitar o uso de locais de potencial contaminação”, ressalta a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro. “Os equipamentos públicos de ginástica/musculação não devem ser utilizados.” A ação, deflagrada na terça-feira (9), foi bem-recebida pelos moradores das imediações dos PECs. “Desde março, com o início da pandemia, temos essa parceria com as lideranças comunitárias recomendando e apoiando a interdição desses equipamentos”, conta a assessora de planejamento da Administração do Plano Piloto, Jeanine Woycicki. Segundo ela, várias pessoas foram às janelas aplaudir o trabalho das equipes. População aprova A prefeita da 210 Norte, Maria Goreti, acompanhou de perto os trabalhos. “Eu agradeço a presença de vocês aqui no parquinho”, disse. “No início da pandemia, a comunidade da quadra tinha essa preocupação. Após a circular da administração recomendando o bloqueio dos equipamentos públicos, fechamos o parque e fizemos uma faixa educativa”. Na 202 Sul, a medida também é aprovada pelos moradores desde o início. “Colocamos uma placa fazendo referência ao decreto e à circular da administração”, reata a prefeita da quadra, Maria de Lourdes Baldez Américo. A prefeitura também fez a divulgação da medida no Instagram. “Acho muito importante essa atitude do governador e da Administração do Plano Piloto de conscientizar a população, porque ainda não passamos pelo pico da pandemia, então é fundamental todo cuidado”, destaca o presidente do Conselho Comunitário da Asa Sul, José Daldegan. Trabalho conjunto Igualmente no Noroeste, a ação foi bem-recebida pela comunidade. “A medida é de extrema relevância, porque agora dá embasamento concreto para cobrarmos a não utilização desses espaços durante a pandemia”, avalia o presidente da Associação de Moradores do Noroeste, Antônio Netto. “Infelizmente, algumas pessoas ainda não entenderam a importância do distanciamento social nesse momento tão crítico”. Na Asa Norte e no Noroeste, os trabalhos tiveram apoio do 3º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, enquanto o 1º Batalhão acompanhou as ações na Asa Sul. Para esta quarta-feira (10), estão previstas ações de bloqueio de PECs na Vila Telebrasília e na Vila Planalto, bem como a finalização dos trabalhos nas asas Sul e Norte. * Com informações da Administração Regional do Plano Piloto

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Apresentação Colegiados e Comissões

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Comitê Interno de Governança

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Comissão de Ética

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Conselho de Saneamento (Consab)

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EDITAIS 2019

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Tirando suas Dúvidas Sobre os Cursos Gsuite, Moodle e Produção de Material Didático

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Hvep não realiza castrações

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Nota de pesar pelo falecimento do servidor José Miguel Domingues Pinto

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Atenção – Curso GSuite

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DF possui ampla rede de atendimento a pacientes estomizados

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal possui uma rede preparada para tratar de assuntos relacionados à assistência aos pacientes estomizados. As estomias intestinais, em geral, são indicadas no intuito de se desviar o trânsito fecal do local patologicamente comprometido. São 12 polos de estomias e quatro de atendimento dentro do complexo prisional (veja a lista ao final do texto), com mais de 1,5 mil pessoas portadoras de eliminação cadastradas no Programa de Assistência ao Estomizado no DF. “As principais indicações operatórias são má formação congênita do intestino, tumores intestinais, doença inflamatória intestinal e traumas abdominais, entre outras”, explica a Referência Técnica Distrital (RTD) de Estomaterapia, Edlaine Lopes Meneses Cardoso. A Secretaria de Saúde possui uma rede de enfermeiros especialistas em estomaterapia e na Referência Técnica Distrital RTD para tratar de assuntos relacionados à assistência aos portadores, avaliação e padronização de produtos, capacitação e atualização dos enfermeiros dos polos de atendimento. Além da assistência ambulatorial de enfermagem aos usuários, a Diretoria de Enfermagem, juntamente com a RTD de Estomaterapia realiza anualmente eventos científicos e reuniões como os profissionais de saúde. “O objetivo é difundir o conhecimento, atualização e propor melhorias relacionadas às pessoas, proporcionando assim, melhor qualidade de vida para esses usuários”, afirma. Funcionamento Em todos esses serviços, o usuário passa por um cadastro e avaliação do estoma, onde são fornecidos insumos de acordo com a avaliação feita pelo enfermeiro e necessidade do paciente. A Secretaria de Saúde possui mais de 15 tipos de bolsas coletoras e diversos tipos de adjuvantes padronizados e utilizados por este público no DF. Além disso, a pasta está baseada na Portaria nº 400, de 16 de novembro de 2009, para o atendimento a pessoas com estomas. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Agenda de Encontros Virtuais ao Vivo

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COMUNICADO SOBRE AS INSCRIÇÕES

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COMUNICADO – Instabilidade

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Comunicado instabilidade

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Técnica de enfermagem do Hran se dedica a trabalho no pronto-socorro

Em um momento de pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), o trabalho dos profissionais da saúde nunca foi tão essencial e necessário. Doar-se em tempo quase integral, afastar-se da família e arriscar a própria vida em prol de um desconhecido é o sacrifício feito por quem tem trabalhado na linha de frente no combate a Covid-19. Bruna Almeida, 28 anos, é uma das heroínas que atuam na rede pública de saúde do Distrito Federal. Ela é servidora da Secretaria de Saúde há quatro anos e sempre trabalhou como técnica de enfermagem no pronto-socorro e no box de emergência do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Desde quando a unidade hospitalar se tornou referência no atendimento a pacientes com Covid-19, Bruna está longe do marido e dos dois filhos, de 7 e 5 anos. “Por medo de pegar o coronavírus, preferi não colocar a vida da minha família em risco. Um dos meus filhos tem bronquite. Além disso, eles sempre têm contato com as avós, que são do grupo de risco por serem idosas, diabéticas. Foi uma decisão muito difícil, sempre me pego pensando se fiz certo em me afastar, em estar longe deles”, relata. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Bruna está hospedada no hotel Gran Bittar. Ela, juntamente com outros 249 servidores do Hran foram beneficiados pelo Programa Acolher, parceria entre as Secretarias de Saúde e de Turismo. Para matar a saudade dos filhos, que é imensa, sempre que pode faz chamadas de vídeos para conversar com os pequenos. “Mesmo antes da pandemia, quando eu chegava em casa, antes de abraçar meus filhos eu ia direto para o banheiro tomar banho. Da última vez que estive lá em casa meu filho menor questionou se eu não iria entrar e tomar meu banho. Isso cortou meu coração, porque eles sentem muito a minha falta e apesar de estar aqui no hotel, nada substitui o aconchego do meu lar”, diz. Trabalho A rotina de trabalho de Bruna tem sido cada vez mais cansativa, tanto fisicamente como psicologicamente. Segundo ela, o trabalho tem sido dobrado, tendo em vista que foi ampliada a carga horária de boa parte dos servidores que trabalham no Hran, inclusive, a dela. “Além do trabalho, tem o psicológico da gente, que fica muito afetado. Somos seres humanos, também temos medo de pagar a Covid-19. Ficamos vulneráveis tanto fisicamente, como psicologicamente”, destaca Bruna. De acordo com a técnica de enfermagem, todos os profissionais que estão na linha de frente dos atendimentos aos pacientes com coronavírus estão trabalhando com dedicação exclusiva, pois é uma rotina dura e desafiadora. “Hoje, minha família se tornou os colegas de trabalho e também os pacientes. É com eles que eu converso diariamente. É uma situação muito difícil para todos, principalmente para os pacientes, que estão doentes e não podem ter ninguém da família para dar apoio”, analisa. Segundo Bruna, os profissionais da saúde vivem um momento ímpar, de entrega e em prol de salvar diversas vidas. *Com informações da Secretaria de Saúde

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