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Dispensa de Licitação 05/2023

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Eleição CA 2023

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Chamada para Submissão de Trabalhos – Dossiê Temático da RCC#33 – maio 2023

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Detran-DF promove curso de mecânica para mulheres

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Dispensa de Licitação 04/2023

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Casos de dengue têm redução de quase 50% em comparação a 2022

A incidência da dengue no Brasil tem aumentado. Só neste ano, já foram registrados mais de 300 mil casos da doença em todo o país, 43,8% a mais que em 2022, e 87 óbitos confirmados, segundo dados do Ministério da Saúde. O Distrito Federal (DF), no entanto, se destaca por indicar um cenário contrário a este aumento que tem ocorrido na maioria dos estados. Em 2023, até o início de março, a capital apresentou uma redução significativa de 48,8% no número de casos prováveis de dengue se comparado ao mesmo período do último ano. Além disso, não houve apontamentos de mortes pela doença na região. Mais de mil profissionais das equipes de vigilância ambiental verificaram 500 mil imóveis e quase 100 mil possíveis depósitos do Aedes aegypti este ano | Fotos: Tony Winston/Agência Saúde DF Os resultados positivos são consequência da intensificação das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti realizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e do trabalho ampliado e cuidadoso da Secretaria de Saúde (SES). O objetivo é monitorar os focos da dengue, impedir a proliferação do mosquito transmissor e controlar o avanço da doença. Ainda em outubro de 2022, a pasta investiu R$ 3 milhões na compra de 4,5 toneladas de inseticida para fortalecer as ações contra o inseto, transmissor também dos vírus da zika, da chikungunya e da febre amarela. A aquisição foi feita para abastecer o DF até junho de 2023 ou até que o Ministério da Saúde regularize o envio nacional do produto. [Olho texto=”“Todos podem e devem contribuir. Se cada um atuar como agente de saúde em sua própria residência ou local de trabalho, teremos um grande avanço no combate à dengue e, quem sabe, alcançaremos índices ainda melhores”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, explica que a chave é o planejamento e a prevenção. “O diferencial foi que nós não esperamos os dados epidemiológicos e trabalhamos em cima do marco principal desse cuidado, que é o controle do transmissor. Adiantamos nossas ações e fomos proativos para que agora, no período de chuvas, não tivéssemos números altos em casos”, relata. Já neste ano, os mais de mil profissionais das equipes de vigilância ambiental verificaram 500 mil imóveis e quase 100 mil possíveis depósitos do Aedes aegypti foram eliminados ou tratados. As visitas são feitas diariamente com abordagens educativas e de correção, quando encontradas irregularidades. Além dessas ações, o uso de armadilhas de capturas de ovos do mosquito ajudam a evitar a proliferação de possíveis transmissores. Para conter os Aedes aegypti adultos, a estratégia é o fumacê, que borrifa o inseticida e passa em quadras, bairros e locais onde são identificados o alto índice de casos comprovados de dengue e de elevada infestação dos mosquitos. Proteção coletiva O trabalho para evitar a propagação do mosquito e contribuir para a diminuição dos casos de dengue, chikungunya e zika vai além das equipes da SES. O representante de Vigilância à Saúde lembra que a população tem um papel importante nessa tarefa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Todos podem e devem contribuir. Se cada um atuar como agente de saúde em sua própria residência ou local de trabalho, teremos um grande avanço no combate à dengue e, quem sabe, alcançaremos índices ainda melhores”, reforça Valero. Para que a sociedade faça a sua parte, é necessário impedir o acúmulo de água nos quintais, em bacias, baldes, caixas d’água, pneus e garrafas – locais que propiciam a evolução da larva e a reprodução do Aedes aegypti. A população também deve comunicar à Vigilância Ambiental sobre focos no entorno de suas casas por meio do telefone 160. *Com informações da SES

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Brasília Ambiental realizará audiência pública sobre licenciamento no Jardim Botânico

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Conferências regionais de saúde seguem até o fim do mês

Nesta quarta-feira(15), a Região de Saúde Centro-Sul reuniu representantes dos usuários, trabalhadores e gestores na etapa regional da 11ª Conferência Distrital de Saúde. Cerca de 250 pessoas participaram para debater as demandas da área nas regiões administrativas da Candangolândia, Cidade Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, SIA e SCIA. Cerca de 250 pessoas debateram as demandas da área nas regiões administrativas da Candangolândia, Cidade Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, SIA e SCIA para elaborar propostas para a 11ª Conferência Distrital de Saúde | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “O objetivo é trazer o usuário para dentro da formulação das políticas públicas. E, junto com o trabalhador e os gestores, construir um modelo de referência para todos”, explica a superintendente da Centro-Sul, Michelle Lopes. As propostas elaboradas nas etapas regionais seguem para a 11ª Conferência Distrital de Saúde, quando serão debatidas diretrizes do Plano Plurianual de Saúde do Distrito Federal para o período de 2024 a 2027. Depois, os debates chegam a nível nacional, na 17ª Conferência Nacional de Saúde, que será realizada em julho. [Olho texto=”“Os usuários, gestores e trabalhadores são as pessoas mais apropriadas para avaliarem o quanto a saúde naquela localidade avançou ou não e elaborar propostas”” assinatura=”Jeovânia Silva, presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal” esquerda_direita_centro=”edireita”] A presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal, Jeovânia Silva, ressalta a participação social como o grande diferencial das políticas públicas do segmento. “Os usuários, gestores e trabalhadores são as pessoas mais apropriadas para avaliarem o quanto a saúde naquela localidade avançou ou não e elaborar propostas”, afirma. Ângela Cristina Paulo, por exemplo, é moradora do Núcleo Bandeirante e usuária do SUS. Dentre as reivindicações dela, estão mais médicos geriatras. “Eu vejo que há essa necessidade, pois há muitos idosos na região”, comenta. Além disso, Ângela reivindica equipes completas de Estratégia Saúde da Família. Esta foi a terceira conferência regional. As regiões Leste e Sul se reuniram nos dias 7 e 10, respectivamente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Calendário – 16 de março: Conferência da Região Oeste – 28 de março: Conferência da Região Sudoeste – 29 de março: Conferência da Região Norte – 31 de março: Conferência da Região Central – 23 a 25 de maio: 11ª Conferência Distrital de Saúde – 2 a 5 de julho: 17ª Conferência Nacional de Saúde *Com informações da SES-DF

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Pregão Eletrônico n.º 8/2023

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Boletim Umidade Relativa do Ar – Edições de 2022

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PROCESSO SELETIVO PARA AFASTAMENTO REMUNERADO PARA ESTUDOS – 1º SEM. 2023 – RESULTADO PRELIMINAR – 2ª ETAPA

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Não haverá atendimento da CAESB no dia 15 de março

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Resultado Final do Processo Seletivo de Bolsas de Estudo para Graduação e Pós- Graduação (Lato Sensu) 1º/2023

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Vacina bivalente estará disponível em 19 locais no sábado (11)

Mais de 56 mil doses de imunizantes bivalentes já foram aplicadas no Distrito Federal nesta nova fase da campanha de vacinação contra a covid-19. O número deve aumentar neste sábado (11). Haverá vacinação em 19 locais, sendo 18 pontos fixos e um Carro da Vacina. Todas as pessoas com mais de 60 anos podem receber a bivalente, também disponível para os imunocomprometidos a partir dos 12 anos. Mais de sete milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas pela Secretaria de Saúde do DF desde o início da campanha, em 19 de janeiro de 2021 | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF No sábado, as equipes da Secretaria de Saúde também vão aplicar vacinas monovalentes para bebês a partir dos seis meses, crianças, adolescentes e adultos. Além dos imunizantes contra a covid-19, haverá aplicação de doses previstas no calendário de vacinação, como febre amarela, tríplice viral, HPV, entre outras, conforme a idade. O atendimento começa às 8 horas e vai até as 17h. Confira as informações completas em https://www.saude.df.gov.br/locaisdevacinacao Sete milhões de doses A Secretaria de Saúde já aplicou mais de sete milhões de doses de vacinas contra a covid-19 desde o início da campanha, em 19 de janeiro de 2021. De acordo com dados do Ministério da Saúde, foram 7.175.920 doses monovalentes aplicadas e 56.505 bivalentes até o dia 8 de março. Confira os números em https://infoms.saude.gov.br/extensions/DEMAS_C19_Vacina_v2/DEMAS_C19_Vacina_v2.html A cobertura vacinal de primeira dose está em 80,9% para toda a população acima dos seis meses. Entre as crianças, porém, o índice é mais baixo: 6,5% para os bebês de seis meses a dois anos, 20,1% para as crianças de 5 a 11 anos e 69,9% para as de 5 a 11 anos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A segunda dose tem cobertura geral de 77,5%, com índices também mais baixos para as crianças: 2,4% para os bebês de seis meses a dois anos, 9,8% para as crianças de 5 a 11 anos e 52% para as de 5 a 11 anos. Já o reforço tem cobertura de 49,6% da população a partir dos cinco anos, com índices abaixo de 50% para todas as faixas etárias abaixo dos 29 anos, chegando a 2,8% entre as crianças de 5 a 11 anos. O boletim semanal de cobertura vacinal contra a covid-19 em https://www.saude.df.gov.br/coronavirus *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Transporte público coletivo do DF emprega mais de 1.900 mulheres

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Pregão Eletrônico n.º 7/2023

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Resultado Preliminar do Processo Seletivo de Bolsas de Estudo para Graduação e Pós- Graduação (Lato Sensu) 1º/2023

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Detran alerta usuários para golpes por e-mail

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GDF pede suspensão de processo de intervenção no DF

A governadora em exercício Celina Leão encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (1º), o pedido de suspensão do processo de intervenção no DF. O documento solicita a extinção da petição inicial de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental ajuizada pelo Partido Verde (PV), em 8 de janeiro deste ano, após os atos antidemocráticos e invasões às sedes dos três poderes. Conforme revela a declaração do GDF, a petição inicial não apresenta evidências de que houve, de fato, omissão por parte do governador afastado. “Simplesmente mencionar, de forma absolutamente genérica, a suposta existência de omissão por parte do Governo do Distrito Federal, não é fundamento suficiente, em si, para nenhum dos pedidos deduzidos”, diz trecho. O documento também discorre sobre as providências adotadas pelo Distrito Federal em relação aos acampamentos de extremistas políticos localizados em frente ao Quartel General do Exército Brasileiro. “Como visto, a manutenção do comércio e demais estruturas irregulares que permitiam que o acampamento funcionasse quase como se uma cidade autônoma fosse deu-se por força de circunstâncias alheias à atuação das forças de segurança do Distrito Federal, sendo, por isso, infundados os pedidos iniciais”, revela parte da solicitação. [Olho texto=”“Simplesmente mencionar, de forma absolutamente genérica, a suposta existência de omissão por parte do Governo do Distrito Federal, não é fundamento suficiente, em si, para nenhum dos pedidos deduzidos”” assinatura=”Trecho do documento encaminhado ao STF” esquerda_direita_centro=”direita”] Há, ainda, informações sobre as medidas implementadas pelo Executivo local na data da depredação das sedes dos três poderes, como a determinação de Ibaneis Rocha para que a Secretaria de Segurança Pública retirasse os criminosos do local e a prisão dos envolvidos, conforme áudios revelados pela imprensa. Por fim, o pedido de suspensão do processo de intervenção pontua que a petição ajuizada pelo PV tem como intenção alterar a Constituição por via interpretativa ao sugerir a intervenção federal no DF, por Ação de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental. “Fosse acolhido o pedido, a representação interventiva, reestrutura à titularidade do procurador-geral da República, poderia ser objeto de ações de controle abstratos de constitucionalidade, que podem ser aforadas por qualquer um dos legitimados arrolados no art. 103 da Constituição”, crava o documento. “O pedido inicial, portanto, envolve mutação constitucional contra a letra expressa do texto constitucional, com potencial de desequilibrar o sistema federativo brasileiro”, destaca outro trecho.

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Chamamento Público nº 01/2023 para Locação de Imóvel

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Comunicado_protocolo de segurança_mar_23

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Lista de cursos EAPE 2023

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Inscrições 2023

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ANTT

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Curso: Introdução ao gerenciamento de áreas contaminadas

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Brasília Ambiental realizará audiência pública sobre licenciamento em São Sebastião

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Relatórios mensais de monitoramento da qualidade do ar: 2023

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Consulta Pública para criação da RPPN Urbitá, localizada na Região de Sobradinho 2

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Não usou preservativo? Saúde conta com profilaxia pós-exposição

O preservativo e o gel lubrificante são considerados os principais métodos de proteção contra as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) durante a prática sexual. Ambos são disponibilizados gratuitamente nas unidades básicas de saúde (UBSs), administradas pela Secretaria de Saúde (SES). Também indicada nos casos em que o preservativo estourou, a PEP deve ser feita no máximo até 72 horas após a exposição e seguir com orientação médica por 28 dias | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde Apesar disso, a estratégia de prevenção na rede pública conta com outros métodos. É o caso da profilaxia pós-exposição (PEP), recomendada para pessoas que tiveram relação consentida desprotegida, sofreram violência sexual ou tiveram contato com o material biológico em acidente de trabalho. Medida de urgência, a PEP consiste no uso de medicamentos ou imunobiológicos para reduzir o risco de adquirir ISTs, principalmente o HIV. O tratamento pode ser iniciado de duas horas até 72 horas depois da exposição e deve seguir com orientação médica por 28 dias para impedir a infecção. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Se o preservativo estourou, foi mal colocado ou a pessoa não o usou, ela pode procurar uma unidade de saúde, onde vai passar por uma consulta na urgência”, explica a enfermeira responsável técnica por questões relacionadas à sífilis da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, Daniela Magalhães. A prevenção está disponível nos setores de urgência e de emergência das unidades de pronto atendimento (UPAs), nos hospitais e no Núcleo de Testagem e Aconselhamento, que fica na Rodoviária do Plano Piloto. Pré-exposição Disponível também na rede pública de saúde, a profilaxia pré-exposição (PrEP) consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV. A PrEP faz parte das estratégias de prevenção combinada do vírus. Arte: Agência Brasília “Esse é um medicamento que a pessoa toma antes de se expor”, pontua Daniela Magalhães. “Significa que ela vai estar mais protegida caso venha a se expor ao vírus do HIV. Ela veio primeiro para grupos mais específicos e vulneráveis, mas qualquer pessoa que queira pode fazer o uso.” A enfermeira reforça o compromisso da saúde pública em orientar a população: “Temos que ofertar escolhas para as pessoas. Cada um deve escolher a forma de prevenção que mais combina consigo. Não estamos trocando um pelo outro, mas colocando mais uma camada de proteção”. A PrEP está disponível no Centro Especializado em Doenças Infectocontagiosas (Cedin) e na Policlínica de Taguatinga. A dispensação para quem for atendido na rede privada ou em outro serviço é na Policlínica do Lago Sul, Policlínica de Taguatinga, Policlínica de Ceilândia e Farmácia Escola do Hospital Universitário de Brasília (HUB).

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Resultado final do processo seletivo para concessão de bolsa de estudos de curso de idiomas

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18, 20 e 21 de fevereiro

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Papiloma Vírus Humano (HPV)

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Pregão Eletrônico n.º 6/2023

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Editais 2022

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Resultado preliminar do processo seletivo para concessão de bolsa de estudos de curso de idiomas

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Pregão Eletrônico n.º 5/2023

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Bolsas de Estudos no Japão para Professores

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109 novos ônibus escolares vão atender mais de 7,5 mil alunos

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Contratos 2023

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100 novos ônibus de transporte escolar serão apresentados nesta sexta (10)

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Boletim Precipitação – Edições de 2022

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NOTA DE ESCLARECIMENTO – 08/02/2023

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Pregão Eletrônico n.º 4/2023

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123

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Unidade Móvel do Na Hora chega a Santa Maria nesta sexta (10)

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ATENÇÃO: NÃO HAVERÁ ATENDIMENTO NA PCDF HOJE 08/02/2023

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Afastamento Remunerado para Estudos – 1º/2023 – RESULTADO FINAL – 1ª etapa

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Pregão Eletrônico n.º 3/2023

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Oficinas (Minicursos) da Semana Pedagógica 2023

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Processo Seletivo para a concessão de Bolsas de Estudos para cursos de Graduação ou de Pós-Graduação – 1º/2023

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Processo Seletivo para a concessão de Bolsas de Estudos em Curso de Idiomas – 1º/2023

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Termos de deliberação CIG 2022

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Você está em dia com as vacinas para a sua faixa etária?

Se você tem mais de 18 anos e não tomou nenhuma vacina de 2013 para cá, sem contar as de covid-19, isso significa que você está desprotegido. Isso porque a cada dez anos é necessário receber pelo menos uma dose de reforço do imunizante dT, que protege contra difteria e tétano. E se estiver com a dT atrasada, é melhor dar uma conferida como estão as outras vacinas… Afinal, você sabe quais os imunizantes indicados para a sua faixa etária? [Olho texto=”“Todas as vacinas são seguras e passam por um controle de qualidade”” assinatura=”Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] O Calendário de Vacinação de rotina de 2023 prevê 18 imunizantes a serem aplicados em bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. A lista não inclui nem a vacina contra a covid-19 nem influenza, que seguem a campanha do Ministério da Saúde. O lado bom dessa história é a facilidade para ficar em dia: basta comparecer a uma das mais de 100 unidades de saúde no Distrito Federal com sala de vacinação. É só levar um documento e, se tiver, o Cartão de Vacina. Caso a pessoa não tenha mais nenhum registro, ela receberá todos os imunizantes previstos para a idade. O Calendário de Vacinação de rotina de 2023 prevê 18 imunizantes a serem aplicados em bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde Por exemplo: vamos supor que você tenha 30 anos, tomou as vacinas contra a covid, mas não tem a menor ideia de onde está o cartão de vacina lá da infância, quando provavelmente sua mãe te levava no posto de vacinação. Neste caso, vai receber todas as vacinas previstas para o público adulto: tríplice viral (SCR), hepatite B, dupla adulto (dT) e febre amarela. Uma praticidade é que pelo menos dá para receber todas essas vacinas de uma só vez. Se tiver com a de covid atrasada também, aproveita a oportunidade para ficar em dia com esse cuidado. [Olho texto=”As regiões administrativas de Águas Claras, Lago Norte, Cruzeiro/Sudoeste, Riacho Fundo, Sobradinho e São Sebastião não ultrapassaram os 65% de cobertura vacinal para nenhuma vacina nos primeiros quatro meses de 2022. É possível se vacinar em qualquer uma das salas de vacinação de rotina, independentemente do endereço domiciliar” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Saúde, Renata Brandão, lembra que só não se deve tomar vacinas já fora da faixa etária. “Se você perdeu a oportunidade quando criança, infelizmente não vai retroagir”, explica. Isto é: um adolescente sem registros de imunização vai receber as vacinas previstas para a sua faixa etária, mas não tomará as da infância, por exemplo. Ainda assim, ela ressalta a importância de seguir o calendário para todas as idades. “Vacina não é feita só para crianças”, afirma. A especialista lembra ainda que muitas pessoas têm medo de reações e efeitos adversos dos imunizantes. “Todas as vacinas são seguras e passam por um controle de qualidade”, lembra. Vermelhidão, dor no braço, fadiga e até febre leve são reações esperadas, mas nada que assuste. A Secretaria de Saúde ressalta que uma ampla cobertura vacinal é uma política de saúde pública relevante, pois evita o adoecimento de várias faixas etárias | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde Renata Brandão garante também que é seguro receber mais de um imunizante no mesmo dia. “Você aproveita a oportunidade de atualizar todo o cartão de vacina. Não tem problema nenhum para o sistema imunológico”, finaliza. “A vacinação é uma ação preventiva de grande impacto para a população”, afirma o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Luciano Agrizzi. O gestor lembra que uma ampla cobertura vacinal é uma política de saúde pública relevante porque evita o adoecimento de pessoas de várias faixas etárias, desde os bebês até os idosos. “É tão importante para os adultos quanto para as crianças”, argumenta. Cobertura abaixo do esperado [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Aplicada na maternidade, logo após o nascimento dos bebês, a vacina BCG está com a cobertura esperada para o Distrito Federal. Na realidade, como há o atendimento a recém-nascidos vindos de estados vizinhos, o índice chegou a 105,7% nos primeiros quatro meses do ano passado. No período, foram 13.975 doses de BCG aplicadas. Somados, foram mais de 367 mil imunizantes da chamada vacinação de rotina. O lado ruim da notícia? A BCG é uma exceção. A cobertura vacinal está abaixo do esperado para todos os demais imunizantes. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) estabelece como meta uma cobertura de 80% para as vacinas contra o HPV e meningocócica C e meningocócica ACWY em adolescentes, 90% para as vacinas BCG e Rotavírus e 95% para as demais vacinas indicadas na rotina do Calendário Nacional de Vacinação. Os dados da Secretaria de Saúde até abril de 2022 mostram que quase a metade (48,2%) dos brasilienses estão com a tríplice viral atrasada. Poliomielite, difteria e sarampo são algumas das doenças que podem voltar se a população não fizer a sua parte e se vacinar. As regiões administrativas de Águas Claras, Lago Norte, Cruzeiro/Sudoeste, Riacho Fundo, Sobradinho e São Sebastião não ultrapassaram os 65% de cobertura vacinal para nenhuma vacina nos primeiros quatro meses de 2022. Vale lembrar, contudo, que é possível se vacinar em qualquer uma das salas de vacinação de rotina, independentemente do endereço domiciliar. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Portaria nº 80, de 27 de janeiro de 2023

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Subsecretaria de Modernização do Atendimento Imediato ao Cidadão

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Na hora Mais Perto Cidadão

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Estrutural receberá neste sábado (28) serviços da Carreta do Na Hora

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Licenciamento em São Sebastião é tema de audiência pública

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Relatórios de Atendimento 2023

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Relatórios de Atendimento – NA HORA

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