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Mais 20 leitos de UTI com hemodiálise na UPA de Sobradinho
Nesta sexta-feira (14), 20 novos leitos de UTI completos com respiradores e suporte de hemodiálise para pacientes com Covid-19 entraram em funcionamento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sobradinho, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). O investimento é de R$ 17.928 milhões. O diretor-presidente do Instituto, Sergio Costa, foi pessoalmente vistoriar a nova estrutura e reforçou que os leitos já estão prontos e em plenas condições para entrar em uso. Agora, as vagas serão reguladas pela Secretaria de Saúde do DF, que vai encaminhar os pacientes de acordo com o perfil clínico. De acordo com a superintendente Pré-Hospitalar do Iges-DF, Nadja Carvalho, as UPAs já disponibilizaram 82 leitos. “São 42 na UPA do Núcleo Bandeirante, 10 na Ceilândia, 10 em São Sebastião e hoje mais 20”, contabilizou. “Os leitos estão sendo ativados de acordo com a projeção do número de casos. Esses 20 leitos potencializam nossas ações em reposta às necessidades da sociedade. É importante ressaltar que eles têm suporte dialítico para pacientes com evolução para o quadro de insuficiência renal, dando todo o suporte necessário e garantindo o restabelecimento da saúde”, disse. “Esses leitos chegam para dar apoio aos pacientes vítimas da Covid-19. É uma estrutura excelente, que dá uma maior segurança para a Secretaria de Saúde do DF dar o apoio à população no combate à pandemia da Covid-19”, reforçou o secretário adjunto de Saúde do DF, Olavo Muller, durante a vistoria. Suporte Os leitos de UTI ativados contam com ventiladores pulmonares, equipamentos de hemodiálise, pontos de gases medicinais, monitores multipârametros, bombas de infusão, cardioversores, entre outros aparelhos. A UPA continuará atendendo pacientes que busquem outros tipos de atendimento. Por isso, as alas que receberão esses pacientes foram isoladas e contam com sala de paramentação e desparamentação, evitando a contaminação em outros setores. Antes, já tinham sido erguidas tendas na área externa para atender pacientes com suspeita e casos confirmados da Covid-19 nas UPAs. Diferencial Os pacientes dos leitos de UTI da UPA de Sobradinho ganham um lugar especial para colocar fotos de parentes e familiares. O projeto Memória da Vitória tem como objetivo humanizar o atendimento. Basta que os familiares levem a foto, que será digitalizada, impressa e colocada num suporte de acrílico colado acima de cada leito. Quando receber alta, o paciente receberá um porta-retrato com a frase “Venci a Covid-19”, onde poderá colocar a foto e levar para casa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hran organiza fluxo de atendimento para tomografia
| Foto: Divulgação Para organizar o fluxo de atendimentos dos exames de tomografia, o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) elaborou uma nota técnica para informar às unidades de saúde que devem enviar pacientes, de preferência, das 7h às 17h para serem atendidos. Depois desse horário, apenas os pacientes de extrema gravidade poderão ser recebidos pelo Hran, devido a grande demanda do pronto-socorro e dos internados do próprio hospital durante o período noturno. Por ser um hospital referência no tratamento contra a Covid-19, possuir dois tomógrafos e a expertise de profissionais, o Hran tem recebido demandas de diversos locais ao mesmo tempo. Como das unidades de pronto atendimento (UPAs), do hospital de campanha do Mané Garrincha e hospitais como do Guará (HRGu), Samambaia (HRSam) e Planaltina (HRPL), entre outros que atendem os acometidos pelo coronavírus. Com os atendimentos, aumentam os pedidos por tomografias específicas para pacientes com a Covid-19. No Hran, a média mensal subiu de 1 mil, no início da pandemia, para 3.296, em julho. “Com esse grande número de atendimentos, temos que ordenar o fluxo. O período das 7h às 17h é o melhor para receber pacientes de outras unidades porque é quando temos mais funcionários para dar vazão. No fim da tarde e início da noite, além de termos menos profissionais, é quando recebemos mais pessoas com a doença, que vem por demanda espontânea”, explica o chefe do Núcleo de Radiologia e Imagiologia do Hran, Gleim Souza. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com o gestor, devido a uma peculiaridade da Covid-19, a demanda vinda do pronto socorro do hospital é 500% maior no período entre o fim da tarde e início da noite, na sua maioria de pessoas com classificação amarela. Por isso, acredita que restringir a vinda de pacientes de outras unidades de saúde é uma necessidade, para garantir o melhor atendimento possível à população. “Se não liberamos esse horário de pico, prejudicamos quem faz a busca espontânea, além dos pacientes no pronto-socorro e internados que fazem os exames no Hran. O objetivo é reduzir a fila de espera por eles. Ressaltando que os casos excepcionais, ou seja, os mais graves, serão tratados como tal”, destaca o chefe do Núcleo de Radiologia. A medida já está em vigor no Hospital Regional da Asa Norte. A estimativa inicial é que serão ofertadas 25 vagas para exames de tomografia das 7h ao meio-dia, e 10 vagas das 13h às 17h. O atendimento é realizado durante todos os dias da semana. Imagens de tomografia dos pulmões são essenciais para o acompanhamento da evolução do quadro respiratório em pacientes com covid-19, pois mostram lesões pulmonares características da doença e não visíveis em imagens de Raio X. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Estatísticas e Relatórios Temáticos
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Vigilância Sanitária detecta fraudes e apreende testes
Seis caixas do produto clandestino foram apreendidas | Foto: Agência Saúde A Vigilância Sanitária flagrou nesta quinta-feira (13), em Águas Claras e Arniqueira, uma empresa clandestina fazendo exames para detecção do novo coronavírus. A empresa oferecia serviço de teste rápido de Covid-19 não possui licenciamento sanitário no Distrito Federal e nem autorização para exercer a atividade no âmbito do Distrito Federal. Foram apreendidos 140 testes na ação. [Numeralha titulo_grande=”361 testes ” texto=”irregulares apreendidos desde junho” esquerda_direita_centro=”centro”] Além disso, os veículos utilizados para o teste de Covid-19 não foram inspecionados pela Vigilância Sanitária do DF e não possuem o Certificado de Vistoria de Veículo (CVV). As vans estavam estacionadas em área pública e não estavam fazendo o teste no momento da abordagem, mas dentro dos veículos foram encontrados kits de teste rápido, máquina de cartão de crédito e recibos de operação financeira. Também foi encontrado lixo hospitalar com resíduos, tais como luvas descartáveis, algodão e embalagens de teste de Covid-19, todos usados e inadequadamente armazenados no veículo. “Ao todo já foram apreendidos 361 testes de Covid-19 irregulares de junho até hoje. Só quem pode oferecer essas testagens são laboratórios licenciados e autorizados pela Vigilância Sanitária”, informa a gerente de Fiscalização da instituição, Márcia Olivé. “Essas vans são totalmente irregulares, o lixo é armazenado de maneira incorreta. A empresa não possui contrato com a empresa de resíduo hospitalar”, acrescenta Márcia. As seis caixas de testes de Covid-19, um total de 140 unidades, além de máquina de cartão de crédito e recibos foram apreendidos pela Polícia Civil do DF. Um dos donos da empresa foi autuado por desacato à autoridade. A empresa também foi autuada e vai responder penalmente por crime de infração de medida sanitária preventiva. Fiscalização itinerária já recolheu centenas de testes pelo DF | Foto: Agência Saúde Ações No último final de semana foi feita fiscalização no estacionamento de um hipermercado da Asa Norte. A testagem para Covid-19 era totalmente clandestina, sem CNPJ e nem nota fiscal dos exames. A Vigilância Sanitária autuou a pessoa física responsável e apreendeu todos os 117 testes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em julho foram apreendidos 104 testes aplicados em um drive-thru irregular no estacionamento de uma igreja, em Taguatinga. Ao todo já foram recolhidos 361 testes irregulares de detecção do novo coronavírus. Ainda segundo a gerente de Fiscalização, os locais que funcionam ilegalmente com sistema de drive-thru não seguem os protocolos de segurança de combate ao coronavírus. Por isso é necessário realizar os exames, em sistema de drive-thru, de laboratórios autorizados pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Em caso de denúncia, basta ligar para o 162 e fornecer as informações necessárias, com anonimato assegurado. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Carteira de Identidade
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HB vai operar até 70 mulheres com câncer
Cirurgias foram planejadas em conjunto com a equipe de profissionais que atuam na mastologia e na ginecologia oncológica | Foto: Secretaria de Saúde Aproximadamente 70 mulheres com câncer serão operadas no Hospital de Base até o final da próxima semana, em uma nova força-tarefa de cirurgias. A ação beneficiará 100% das pacientes em tratamento neoadjuvante, ou seja, em quimioterapia e radioterapia para redução do câncer, o que aumenta as chances de cura. [Numeralha titulo_grande=”Cerca de 200 pacientes” texto=”já foram beneficiados nas ações de desospitalização do Iges-DF” esquerda_direita_centro=”centro”] “Foram chamadas todas as pacientes que estão dentro desse perfil para operar. Elas fazem parte de uma janela em que é passível o tratamento cirúrgico, antes que a doença evolua, dificultando o tratamento”, ressaltou o gerente-geral de Assistência do HB, Lucas Seixas. As cirurgias foram planejadas em conjunto com a equipe de profissionais que atuam na mastologia e na ginecologia oncológica. Os procedimentos ocorrem de segunda a domingo e atendem cerca de 35 pacientes por semana. “Na primeira semana vamos fazer mastectomia em mulheres com câncer de mama. Na segunda semana serão as pacientes da especialidade de ginecologia oncológica”, destacou Lucas. Estratégia de desospitalização já foi levada aos setores de hemodinâmica, urologia e ortopedia | Foto: Secretaria de Saúde Após as cirurgias, o Hospital de Base atuará para fazer a desospitalização desses pacientes, dando continuidade às ações para atingir também pacientes com outras patologias. “Queremos atender, principalmente, as patologias oncológicas, porque saíram de foco em virtude da pandemia, mas que continuam existindo e acometendo muitos pacientes que necessitam da nossa ajuda”, acrescentou o gerente-geral. Serão mais de 30 médicos envolvidos, além da equipe de enfermagem, da farmácia, do centro de material esterelizável e da mobilidade. “É preciso desenvolver um esquema de logística dentro do hospital, bem como pelo Complexo Regulador da Secretaria de Saúde do DF, que regula as filas de pacientes”, concluiu. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Força-tarefa contínua As ações de força-tarefa adotadas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) serão realizadas até dezembro. A ação, que já beneficiou aproximadamente 200 pacientes, já foi aplicada com sucesso nos setores de hemodinâmica, urologia e ortopedia e faz parte da estratégia de desospitalização de pacientes que aguardam procedimentos cirúrgicos no Hospital de Base, no Hospital Regional de Taguatinga e em outras unidades da rede pública de saúde. A ideia é promover a alta de pacientes de forma ágil, diminuindo-se o risco de contaminação por Covid-19. * Com informações da Secretaria de Saúde
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CD-P2R2
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CD-P2R2
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Adiamento curso Gestão Escolar Democrática
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Solicitar PID
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Solicitar CNH Definitiva (Formulário)
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Solicitar 2ª Via da Carteira Nacional de Habilitação (Formulário)
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Pessoas acima de 60 podem participar de missas e cultos
Continua vetado o acesso em cultos, missas e rituais presenciais de crianças com menos de 12 anos Igrejas com capacidade inferior a 200 pessoas também não podem fazer celebrações presenciais. Foto: Joel Rodrigues | Agência Brasília O decreto nº 41.099, publicado na edição desta quarta (12) do Diário Oficial do Distrito Federal, traz alterações nos textos dos decretos nº 40.846, de 30 de maio, e nº 40.982, de 13 de junho, que dispõe sobre a realização de cultos, missas e rituais de qualquer credo ou religião e reconhece as atividades religiosas como serviços essenciais, respectivamente. O texto do novo decreto permite que as pessoas maiores de 60 anos de idade sem comorbidades para a Covid-19 possam participar presencialmente das atividades religiosas. De acordo com o coordenador de assuntos religiosos do GDF, Kildare Araújo, a liberação dos maiores de 60 anos não altera os procedimentos que as igrejas e estabelecimentos religiosos já tinham que cumprir, como medição de temperatura; exigência da utilização de máscara; distanciamento de, no mínimo, dois metros entre os presentes; e higienização constante das mãos e dos sapatos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] “Era um pleito das lideranças religiosas essa liberação em função de ser um público que frequenta muito as igrejas, e estava fazendo falta na rotina das pessoas as idas presenciais a missas e cultos”, explica Kildare. Vetos Continuam vetados o acesso em cultos, missas e rituais presenciais de crianças com menos de 12 anos e de pessoas com comorbidades para a Covid-19. Igrejas com capacidade inferior a 200 pessoas estão proibidas de realizarem celebrações presenciais, estando liberados, para estes locais, somente cultos online e em formato drive-in, além de atendimento e aconselhamento individuais.
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Maternidades públicas e Casa de Parto terão vacina contra tuberculose
Cabe ao profissional de saúde repassar aos responsáveis pelo recém-nascido orientações sobre a evolução da cicatriz vacinal e os demais cuidados necessários | Foto: Agência Saúde A Secretaria de Saúde implantará a vacina BCG nas maternidades dos hospitais regionais e na Casa de Parto para ampliar a cobertura vacinal e prevenir as formas graves de tuberculose (miliar e meníngea). A ação segue recomendação do Ministério da Saúde, que orienta que a administração da vacina BCG seja em dose única, o mais precocemente possível – de preferência na maternidade, logo após o nascimento. Nesse sentido, a Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde elaborou o Plano Integrado de Melhoria dos Indicadores de Imunização para o DF. O documento foi publicado em 2019 e, desde a sua publicação no Diário Oficial do DF, a área técnica vem desenvolvendo estratégias para melhorar os níveis da cobertura vacinal. [Olho texto=”“a vacina sendo realizada nas maternidades, os pais receberão informação sobre a BCG e as demais vacinas do calendário, o que pode melhorar a adesão à vacinação”” assinatura=”Renata Brandão, gerente de Imunização da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] A BCG é uma vacina que protege contra as formas graves de tuberculose e faz parte do primeiro pilar da Estratégia pelo Fim da Tuberculose, concertação aprovada em 2015 pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No DF, no primeiro quadrimestre deste ano, a adesão à BCG estava abaixo da expectativa em comparação ao mesmo período do ano passado. Apenas 72% do público está com a cobertura da vacina em dia. As demais vacinas do calendário infantil também apresentam coberturas abaixo da meta no primeiro quadrimestre de 2020. Gerente de Imunização da Secretaria de Saúde, Renata Brandão afirma que as vacinas são uma estratégia de bloqueio de doenças e a maneira mais eficaz de evitar as formas graves de algumas delas, como é o caso da tuberculose. “O objetivo é facilitar o acesso e melhorar as coberturas vacinais no DF. Atualmente, para otimização do imunobiológico, a vacina da BCG é realizada nas UBSs em dias específicos e, com a realização nas maternidades, as puérperas não precisarão se deslocar com o recém-nascido logo após a alta”, destacou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No momento da vacina cabe ao profissional de saúde repassar aos responsáveis pelo recém-nascido orientações sobre a evolução da cicatriz vacinal e os cuidados necessários, bem como sobre as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. Renata ressalta ainda que “a vacina sendo realizada nas maternidades, os pais receberão informação sobre a BCG e as demais vacinas do calendário, o que pode melhorar a adesão à vacinação”. O Sistema Único Saúde (SUS) oferece vacinas para a população que são iniciadas na infância até a fase adulta. Saiba mais sobre o calendário vacinal do DF para todas as idades no site da Secretaria de Saúde. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Operação 5º Mandamento faz mais de 300 abordagens no fim de semana
A operação integrada 5º Mandamento, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), fez mais de 300 abordagens pessoais entre sexta-feira (7) e domingo (9), no Gama, Plano Piloto, Santa Maria, Sobradinho II e Itapoã. O foco foi a redução de crimes violentos contra a vida. A operação é de caráter contínuo e reúne as forças de segurança – Polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) -, além de outros órgãos, como DF Legal e Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF). [Numeralha titulo_grande=”180″ texto=”servidores participaram da operação, que resultou na prisão em flagrante por porte de munição e posse de pequena quantidade de drogas.” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cerca de 180 servidores participaram da operação, que resultou na prisão em flagrante por porte de munição e posse de pequena quantidade de drogas. Durante as abordagens realizadas conjuntamente pela PMDF e PCDF, foram consultados antecedentes criminais das 311 pessoas abordadas. A Divisão de Operações Especiais (DOE), da PCDF, apoiou a ação. “A 5º Mandamento faz parte de uma série de ações estratégicas da SSP-DF para manter o índice de redução de crimes contra vida. O último mês foi considerado o mês de julho em que o maior número de vidas foram poupadas em 21 anos. Queremos manter esses índices em queda e levar ainda mais segurança para a população do Distrito Federal”, argumenta o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres. O Detran-DF fez 179 autuações de infração diversas, carteiras vencidas ou não habilitados. Dois veículos foram recolhidos ao depósito. O DER-DF realizou 12 notificações de trânsito. Vinte e nove estabelecimentos foram fiscalizados pelo DF Legal. Desses, oito apresentaram inconsistências no funcionamento e foram autuados. Dois outros comércios foram fechados, pois havia aglomeração de pessoas sem máscaras de proteção individual, em descumprimento a medidas de enfrentamento à Covid-19 estabelecidas pelo governo local. Estabelecimentos comerciais também receberam orientações da equipe do Corpo de Bombeiros. Planejamento A coordenação operacional da 5º Mandamento é feita pela Subsecretaria de Operações Integradas (Sopi), vinculada à SSP-DF. Os locais percorridos são definidos a partir de levantamento das Subsecretarias de Inteligência (SI) e de Gestão da Informação (SGI) da pasta, que mapearam locais, dias e horários e locais de maior incidência de cada crime. “O objetivo é, além do policiamento ostensivo a pé e motorizado, ações de vigilância sanitária e fiscalização de trânsito, com ações nos locais apontados pela análise criminal e apoio de tropas e forças especializadas da PMDF e PCDF”, contou o subsecretário de Operações Integradas, o coronel Márcio Vasconcelos. A operação integrada faz referência ao mandamento bíblico: Não Matarás. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Resultados zerados e testes liberados
Com foco e em tempo recorde, 35 profissionais zeraram a fila de pendências | Foto: Agência Saúde Graças à força-tarefa promovida por servidores durante este fim de semana, o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) conseguiu zerar a fila de 3,8 mil exames RT-PCR pendentes de resultado para detectar casos suspeitos da Covid-19. Mais do que isso, os esforços levaram o laboratório a atingir a marca de 80 mil testes liberados desde o início da pandemia, em março, até esta segunda-feira (10). [Olho texto=”“Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”” assinatura=”Fabiano Costa, gerente de Biologia Médica do Lacen” esquerda_direita_centro=”centro”] A equipe é formada por aproximadamente 50 servidores, que possibilitam ao Lacen funcionar 24 horas por dia, durante toda a semana. Mas, desde sexta-feira (7), em torno de 35 profissionais se comprometeram exclusivamente a zerar a fila. “Somente ontem [9] foram quase 2 mil exames liberados. Vários servidores se disponibilizaram a vir no fim de semana, fora de suas escalas e independentemente de carga horária contratual, com esse objetivo de zerar essas amostras represadas”, afirmou o gerente de Biologia Médica do Lacen-DF, Fabiano Costa. Equipe de Biologia Molecular realizou diagnósticos e desenvolveu técnica que possibilita aumentar média diária de exames RT-PCR | Foto: Agência Saúde Com os profissionais a postos, todos os equipamentos do Lacen-DF para testes ficaram direcionados no fim de semana para entregar os resultados dos exames de coronavírus pendentes. Assim, ao longo de três dias, quase 5 mil amostras foram liberadas. “Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”, agradeceu o gerente. Novo protocolo Além disso, o Lacen-DF também desenvolveu e aprimorou um novo protocolo de extração interno, para dar respostas mais céleres aos casos suspeitos de Covid-19. Tudo isso graças à equipe de Biologia Molecular, que, além de realizar o diagnóstico, desenvolveu a técnica que possibilitou aumentar a média diária de exames RT-PCR. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Neste protocolo, determinado volume do reagente de extração é pipetado (levado de um recipiente a outro) em placa de PCR, seguido da adição da amostra. Essa placa passa por uma etapa de variação de temperatura em termobloco e gelo, depois submetida à RT-PCR. Essa técnica permite um resultado mais rápido e com menor custo. Surgiu devido à alta demanda por testes para diagnosticar a Covid-19 e a dificuldade mundial em adquirir os kits para extração automatizada de ácidos nucleicos, que é etapa inicial do processo de detecção molecular do vírus Sars-CoV-2, essencial em exames do tipo RT-PCR. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Boletim de Pessoal – Agosto de 2020
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No Dia dos Pais, paciente na UTI ganha videochamada da família
Depois de nove dias internado com Covid-19, o paciente Jorge Eugênio de Carvalho, de 77 anos, recebeu neste domingo (9) um presente especial de Dia dos Pais. Poder ver toda sua família por uma videochamada feita por celular, graças à equipe de enfermagem que estava de plantão na UTI do Hospital Regional de Samambaia (HRSam), onde faz tratamento. Confira a telechamada do paciente Jorge Eugênio com a família: /documents/d/guest/videochamada-paciente-covid-1-mp4 Ao aproveitar que o paciente tinha saído da sedação e estava mais disposto naquele momento, os profissionais de saúde decidiram fazer uma surpresa para Jorge e seus familiares. Ligaram no celular de sua filha para que todos pudessem se ver e interagir por um breve momento. “Ao me ligarem, falaram que iam dar um presente de Dia dos Pais. Quando vimos meu pai pelo celular foi uma emoção muito forte aqui em casa. Minha mãe, minha irmã e eu choramos e ficamos muito felizes”, contou, emocionada, a filha de Jorge, Tatiane Soares. “Como já tínhamos perdido um parente antes por causa dessa doença, estávamos todos sem chão. Vê-lo interagindo com a gente nos incentiva e dá esperança por uma situação melhor”, comenta. [Olho texto=”Tentamos ao máximo aproximar os pacientes das suas famílias, dentro dos limites impostos pela Covid-19.” assinatura=”Luciano Gomes, diretor do HRSam” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A técnica de enfermagem Iranilda dos Reis foi uma das responsáveis por conseguir reduzir a distância e a saudade entre os familiares. Mas essa não foi a primeira vez que ela ajudou em uma ação semelhante. Na semana passada, fez uma videochamada entre um paciente com Covid-19 e seus seis filhos que estavam na Paraíba. Poucos dias depois, ele recebeu alta. “Creio que esse tipo de ação ajuda no tratamento dos pacientes. Eles ficam sedados, em coma induzido e sem ver a família por muito tempo. Quando acordam, não entendem direito o que está acontecendo, e por ser uma área restrita, acabam ficando distantes daqueles que mais amam. Ao verem a família, isso acaba ajudando muito pelo lado psicológico”, acredita Iranilda. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Para a supervisora de Enfermagem da UTI do HRSam, Raquel Fonseca, a equipe do hospital compreendeu a apreensão dos familiares e sua necessidade de contato com os internados. Por isso, decidiu estabelecer essa ligação entre os parentes e pacientes. “Vemos o quanto isso é importante e quanto colabora na recuperação deles. Além de ser gratificante para a equipe”, ressalta. De acordo com o diretor do HRSam, Luciano Gomes, mais do que simplesmente atender os pacientes, é necessário um trabalho de humanização dos serviços de saúde, que passa por ações como manter esse vínculo familiar presente. “Tentamos ao máximo aproximar os pacientes das suas famílias, dentro dos limites impostos pela Covid-19. Sempre buscamos algum jeito deles conversarem e fazer essa ponte entre eles, porque esse contato ajuda na recuperação de todos, tanto dos pacientes como dos familiares que se sentem apreensivos”, pondera Luciano Gomes. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Dia dos Pais: amor e saudade marcam profissionais na linha de frente
O Dia dos Pais, celebrado neste domingo (9), será diferente do ideal para alguns profissionais de saúde. Mesmo sendo um momento especial de comemoração e de passar o tempo com a família, muitos estão atuando agora na linha de frente contra a Covid-19, reforçando os atendimentos e fortalecendo os serviços de saúde em meio a uma pandemia global. É o caso do auxiliar de enfermagem Luzivan Gonçalves. Neste momento, ele está trabalhando no centro cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia (HRSam), uma das unidades que tem atendido pacientes com coronavírus no Distrito Federal. De bem com a vida e alto-astral, o profissional de saúde enxerga isso como uma oportunidade de fazer o melhor pelo próximo. “Meus filhos até se surpreenderam quando eu disse que trabalharia no Dia dos Pais. Falei pra eles: graças a Deus o papai tem saúde e vai poder trabalhar, para poder fazer o melhor que eu puder. Como esse é meu trabalho, e eu quis isso, só tenho motivos para agradecer”, comenta. Descontraído e bem-humorado, Luzivan tenta mostrar aos seus filhos, Gabriel e Ana Júlia, a como encarar cada dia como uma verdadeira dádiva. “A vida é um presente, e vou receber esse presente trabalhando no Dia dos Pais, sem titubear. E quando acabar a tarefa, eu sei que vou voltar para me divertir com meus filhos, confraternizar e mostrar o quanto amo eles”, reforça. Saudade Já o enfermeiro Étrio Pereira, além de estar como supervisor da UTI do Hospital Regional de Ceilândia (HRC), também tem dado suporte nos trabalhos do hospital modular anexo ao HRC. Para ele, neste Dia dos Pais, um sentimento resume esse momento: a saudade. “Desde que começou essa pandemia, meus filhos estão na casa dos avós maternos, em Minas Gerais. Como minha esposa trabalha no centro cirúrgico, decidimos que seria o melhor para eles. Não é fácil ficar longe da família, mas entendo que nesse momento crítico a sociedade precisa da gente. Temos que tentar ajudar”, explica o enfermeiro. Pai de Samuel, com oito anos, e do pequeno Josué, de dois anos, Étrio decidiu manter o distanciamento social como uma forma de garantir a segurança dos seus filhos. Enquanto isso se candidatou para ajudar nos trabalhos do hospital anexo depois que a unidade foi inaugurada. “É um serviço novo que abriu, e como tenho sete anos de Secretaria de Saúde, tento ajudar como eu posso. Temos que ver o lado da sociedade, que agora tem muitos pais que estão precisando do nosso suporte. Há um lado humano de cuidar do próximo e quero fazer a minha parte, apesar de eu estar longe da minha família por um breve período”, lembra. Futuro papai Enquanto uns profissionais de saúde já são pais, outros estão prestes a se tornar um, como o enfermeiro do HRC Júlio Arantes. Sua esposa, grávida de nove meses, deve dar a luz ainda em agosto. A mistura de ansiedade em se tornar papai com o ambiente imprevisível na linha de frente contra a Covid-19 tem sido um dos principais desafios da vida de Júlio. “É complicado. Lutamos contra um inimigo invisível, e fico preocupado com o que pode vir. Como tenho uma esposa grávida em casa, então o cuidado tem que ser redobrado, para não transmitir nada para ela”, disse Júlio. Contudo, como também integra o Corpo de Bombeiros, o enfermeiro reforça que o treinamento militar tem sido um aliado valioso para manter a estabilidade emocional. A preparação para situações extremas o tem ajudado a manter a serenidade nos momentos mais adversos. “Apesar da situação, posso dizer que estou tranquilo. Sinto que sou afortunado, porque já presenciei colegas em momento de dificuldade. Mas como estou na iminência de mudar minha vida, e dizem que ter um filho é sentir um amor inexplicável, estou mais ansioso para quando isso acontecer”, afirma o futuro papai de Cecília. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Não vacile, combata a dengue mesmo no período de seca
A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) conta com 600 agentes que estão divididos em todas as Regiões Administrativas do DF. Foto: Divulgação | Secretaria de Saúde A receita é simples e muita gente já tem decorado: é necessário evitar depósitos com água parada para que não haja proliferação do mosquito Aedes aegypti. Mesmo assim, os principais criadouros do mosquito ainda são encontrados nas residências, principalmente nos quintais, como baldes sem tampa, vasilhas, pratos de plantas e caixas d’água destampadas. A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) conta com 600 agentes que estão divididos em todas as Regiões Administrativas do DF. Para reforçar esse efetivo, a atual gestão da Secretaria de Saúde contratou mais 268 profissionais temporariamente. “Esse reforço nas equipes nos possibilitou ter mais agentes nas ruas e ampliar as visitas aos imóveis, podendo assim ter a dimensão exata de onde estão os principais focos do mosquito e eliminá-los prontamente”, reforçou o secretário de Saúde, Francisco Araújo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Mesmo no período de estiagem, as ações não param. Todos os dias as equipes partem para as visitas aos imóveis de todo o Distrito Federal em ações educativas e de inspeção para combater o Aedes. Além da dengue, o mosquito também é transmissor da Chikungunya, Zika e Febre Amarela. “Não podemos diminuir a atenção no período de seca e é por isso que precisamos do apoio da população. É importante que cada um reserve alguns minutos durante a semana para fazer uma inspeção no seu imóvel, principalmente no quintal. Durante as visitas as equipes sempre orientam os moradores a como evitar a proliferação do mosquito. Qualquer recipiente esquecido pode acumular água e se tornar um criadouro. Será unindo forças que conseguiremos vencer o mosquito”, destacou a diretora da Vigilância Ambiental, Jahila Anselmo. Dados epidemiológicos O informativo epidemiológico mais recente mostra que, até o dia 25 de julho, foram notificados 43.578 casos prováveis de dengue, um aumento de 21,4% quando comparado ao mesmo período de 2019. O número de óbitos se manteve o mesmo da semana passada e continua sendo menor que em 2019. Até o momento, 40 pessoas morreream em decorrência de complicações da enfermidade. Sanear Dengue Como medida de reforço nas atividades, o Governo do Distrito Federal criou o Sanear Dengue, que conta com diversos órgãos do GDF para o enfrentamento do Aedes, como SLU, Novacap, Secretaria das Cidades e Corpo de Bombeiros. Além das inspeções nas residências e em imóveis abandonados, as equipes fazem a retirada de lixo e entulho das ruas, inclusive carcaças de carros abandonados, com o auxílio do DER. Quem quiser denunciar um local com provável foco do Aedes, pode ligar diretamente na Ouvidoria da Saúde, pelo telefone 160. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Dia dos Pais: uma celebração à vida
O abraço apertado vai ficar para depois, mas o coração cheio de amor está garantido para este Dia dos Pais. Aos 73 anos, Francisco Osmédio da Silva está há mais de 20 dias longe do aconchego do lar por causa da Covid-19, mas o tratamento conta com doses homeopáticas de carinho com a presença virtual diária da família. Neste domingo (9), a homenagem por telechamada é, também, celebração à vida. Cearense de Solonópole, o servidor aposentado do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) chegou à capital federal em 1970 e nunca havia sido internado em hospitais. Descrito como forte, prestativo e generoso, ele acabou infectado pelo novo coronavírus e passou as últimas semanas em isolamento hospitalar – desde Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até enfermaria. Confira o vídeo da telechamada envolvendo Francisco e a família: A recuperação é acompanhada de perto pela família. De contêineres instalados na área externa do Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha, onde ele passou os últimos dias, a família fez telechamadas diárias com o paciente. As conversas, feitas por meio de tablets, os aproximam dia após dia, e amenizam a distância. “Neste Dia dos Pais, é um presente saber que ele está bem, se recuperando. Temos que agradecer a Deus e à equipe, que trabalha com tanto amor”, valoriza a filha, Lidiane Pinheiro, secretária de 42 anos. “É uma situação bem difícil. Durante o processo, várias pessoas próximas pegaram a doença. Sabemos que muitos não conseguem atravessar. Eu posso resumir meu sentimento em gratidão.” A família é pequena – pai, mãe, dois filhos e três netos – e todos vivem próximos. “Fomos criados em ambiente de paz e união, com contato diário. Por mais que a doença impeça contato físico, fizemos o esforço de acompanhar a evolução de perto, com televisitas”, afirma a filha. “Por mais que as telechamadas sejam rápidas, é especial para o paciente saber que alguém que o ama está acompanhando”, valoriza. [Olho texto=”Neste Dia dos Pais, é um presente saber que ele está bem, recuperado. Sabemos que muitos não conseguiram atravessar a doença. Meu sentimento é de gratidão. ” assinatura=”Lidiane Pinheiro, filha de paciente recuperado ” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Está marcada para a tarde deste domingo mais uma chamada especial por vídeo, mas a espera é que o paciente tenha alta. “A expectativa é passar a mensagem de que ele é um pai maravilhoso, que nunca deixou nos faltar nada, que é um exemplo de pessoa honesta. Seja indo pra casa ou por telechamada, quero dizer que o amo muito, que é muito importante para nós e que estamos muito felizes de poder dizer tudo isso nesse dia dos pais”, planeja a filha. Não se sabe exatamente como o idoso pegou a doença. Lidiane Pinheiro relata que ele começou a perder o apetite, ficar mais deitado. Foi uma semana passando mal em casa, até que piorou e passou a não comer ou beber. Da unidade básica de saúde, ele já saiu internado no Hospital Regional de Samambaia (Hrsam) até ser transferido para o Hospital de Campanha, dois dias depois. A esperança é que nos próximos dias Francisco Omédio da Silva se junte aos mais de 103 mil pacientes recuperados registrados no Distrito Federal. Dos 121 mil casos confirmados na capital até a noite de sábado (8), 85% já tinham conseguido passar pelo ciclo da doença no organismo. Televisitas No estacionamento do Hospital de Campanha do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha foram instalados dois contêineres, de onde funciona o sistema de televisitas. O agendamento ocorre pela internet. É necessário fazer um cadastro e, após esse procedimento, selecionar datas e horários disponíveis. O hospital foi inaugurado em maio de 2020 e dedica-se exclusivamente ao atendimento de pacientes com Covid-19 que estão com necessidade de internação. Na última semana, a unidade atingiu a marca de mil altas médicas de recuperados da doença.
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Grupo de motociclistas doa sabonetes para campanha da Caesb
O grupo Loucos do Cerrado doou mil sabonetes para reforçar a campanha. Desde maio, a empresa arrecada itens de higiene pessoal para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social. Foto: Divulgação | Caesb A união de motociclistas do Distrito Federal vai ajudar no combate à pandemia do novo coronavírus. O grupo Loucos do Cerrado doou mil sabonetes para reforçar campanha solidária da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb). Desde maio, a empresa arrecada itens de higiene pessoal para ajudar famílias e instituições em situação de vulnerabilidade social. A doação dos motociclistas ocorreu na tarde deste sábado (8), na sede da Caesb, em Águas Claras. “Vimos a campanha da Caesb na televisão e nos mobilizamos. Sempre estamos fazendo trabalho social e decidimos dar essa força para quem mais precisa. Se cada um fizer a sua parte, vamos poder mudar essa realidade de alguma forma. É o mínimo que podemos fazer para ajudar o próximo”, contou Wagner Lino, presidente do grupo Loucos do Cerrado, que existe desde 2014. A secretária-geral da Companhia, Claudia Marques, agradeceu.“São ações como essa que fazem a empresa pública abraçar com muito mais força os projetos de responsabilidade social. Além de trabalhar com muita responsabilidade para garantir água de qualidade e esgoto 100% tratado para a população do DF, a atual gestão da Caesb tem o cuidado com o próximo como uma de suas maiores marcas”, enfatizou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] A ação solidária da Caesb foi lançada em 5 de maio com a meta inicial de arrecadar 20 mil unidades de sabonetes e barras de sabão. A empresa já atingiu o objetivo inicial e decidiu continuar arrecadando e distribuindo os itens às famílias carentes até o fim da pandemia de Covid-19. Os produtos de higiene arrecadados já foram doados para famílias de Ceilândia, Itapoã e Paranoá atendidas no Golfinho, um projeto social da Caesb, além do Instituto Solidário de Ceilândia, Lar dos Velhinhos e instituto El Shadai. Responsável pelo Projeto Golfinho, que tem recebido as doações da campanha, Nivia Pedrosa agradeceu ao grupo de motociclistas e reforçou a importância da doação. “Demonstra que a população está junta e engajada na luta contra o coronavírus. Com o apoio que temos recebido, já fizemos doações para seis instituições. E não vamos parar até o fim desta pandemia”, destacou Nivia. Doadores Entre os doadores, desde o início da campanha, estão: – próprios empregados e aposentados da Caesb; – associados da Caesb Esportiva e Social (Caeso); – equipes do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) e da Secretaria de Comunicação do Governo do Distrito Federal (Secom) – que se uniram à campanha e viraram pontos de coleta dos itens; – empresárias Heloísa Helena e Pollyana Prudente – Drogaria Brasil; – servidor do TJDFT, Michael Xavier; – Mirante Incorporações – que iniciou a campanha doando 2 mil sabonetes; – Shopping DF Plaza; – Rede D’Or, que doou 3,6 mil sabonetes; – psicólogos e neurocientistas da HeartBrain; – Instituto Plástica Oclusal- IPO Palmieri; – ótica Audrey Brants; – advogados de Brasília; – pessoas anônimas da comunidade que estão deixando suas doações nos pontos de coleta. Serviço: Os itens de higiene pessoal continuam sendo recebidos nas portarias das unidades Sede e SIA da Caesb, na sede do Biotic e na ótica Audrey Brants, na Asa Sul. Saiba mais sobre a campanha
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Hran vai ganhar mais 60 vagas de estacionamento
Já foram realizadas a terraplanagem e implantação de capa asfáltica. Com a previsão de conclusão da obra em até dez dias, agora serão feitas a demarcação das vagas e a inserção de meios-fios. Foto: Divulgação | DER-DF O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) está realizando mais uma obra que vai proporcionar mais conforto à população. Dessa vez a melhoria é para os pacientes do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). O órgão deu início, na última segunda-feira (3), à construção de um estacionamento na parte externa do hospital, em uma área de 1.150 metros quadrados. Ali, vão ser construídas e demarcadas 60 vagas mistas que serão disponibilizadas para funcionários e pacientes. O serviço está em execução por obra direta do DER e conta com a força de trabalho de dez servidores. Já foram realizadas as fases de terraplanagem e implantação de capa asfáltica. Com a previsão de conclusão da obra em até dez dias, agora serão feitas a demarcação das vagas e a inserção de meios-fios. O superintendente de Obras, Cristiano Cavalcante, ressalta que o DER-DF não mede esforços para garantir a melhoria nos serviços prestados para a população, por mais simples que o serviço pareça. “É uma obra rápida e que vai proporcionar mais conforto para quem precisa estacionar no hospital para cuidar da saúde. E, em se tratando de saúde, nenhum esforço é em vão”, explicou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] O pedreiro Gilson Ramalho, 39 anos, acompanha a irmã ao Hran ao menos uma vez na semana para um tratamento. Ele destacou a importância da melhoria neste momento em que o sistema de saúde do Distrito Federal passou a ser mais utilizado por conta da pandemia do novo coronavírus. “Qualquer obra que venha a facilitar a vida da população, ainda mais nesse momento de pandemia, deve ser aplaudid. Aumenta o conforto de quem precisa utilizar o sistema público de saúde. E aqui era realmente necessário esse estacionamento”, disse. *Com informações do DER-DF
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Pregão Eletrônico nº 18/2018 – HOMOLOGADO
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Saúde alerta: mantenha suas vacinas em dia
A última análise dos índices de cobertura vacinal no Distrito Federal revelou que houve uma queda nas imunizações no primeiro quadrimestre de 2020, quando analisados os indicadores do mesmo período do ano passado. As informações estão no informativo publicado pela Secretaria de Saúde especificamente da cobertura do calendário infantil, já que este contempla a maioria das vacinas e é porta de entrada para o Programa de Imunização. A avaliação da Subsecretaria de Vigilância à Saúde engloba todas as Regiões de Saúde do DF. “A partir desses dados, os gestores vão conseguir observar melhor sua cobertura vacinal – se está baixa, adequada ou acima da meta estabelecida”, explica a enfermeira e colaboradora do Informe, Milena Fontes. O trabalho também servirá, ressalta a profissional, para informar à população em geral e gestores sobre como está a imunização da população para que se desenvolvam melhorias e se resgatem as pessoas que não estão indo vacinar. Atualmente, são 128 salas de vacina em todo o Distrito Federal abertas ao público. A enfermeira da área técnica de imunização, Fernanda Ledes, reforça a importância de manter a caderneta de vacinação sempre atualizada. “As salas de vacinas estão funcionando normalmente para vacinação de rotina e, portanto, reiteramos a importância de as pessoas procurarem as salas para atualizar a situação vacinal. Com a retomada gradual das atividades, muitas doenças podem voltar a circular, caso as pessoas não estejam adequadamente vacinadas”, afirma. Reflexo da pandemia? A meta de cobertura vacinal utilizada no Distrito Federal segue os parâmetros do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, de 80% para as vacinas contra o HPV e meningocócica C em adolescentes; 90% para as vacinas BCG e Rotavírus; e 95% para as demais vacinas indicadas na rotina do Calendário Nacional de Vacinação. Porém, as coberturas estão baixas nesse primeiro quadrimestre de 2020, menores que as coberturas vacinais para o mesmo período de 2019, o que pode ser reflexo da pandemia do novo coronavírus. De acordo com Milena, as coberturas vacinais medem a proporção de pessoas vacinadas diante da população que deveria estar vacinada. “É possível ver como está a proteção da população e acompanhar a efetividade das ações planejadas de vacinação”. * Com informações da Secretaria de Saúde/DF
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Hospital da Papuda abre na primeira quinzena do mês
Dos 1.708 detentos da Papuda diagnosticados com Covid-19, três morreram | Foto: Renato Alves / Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um passo para a inauguração do hospital que funcionará dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. Foi aberto nesta segunda-feira (3) o processo para contratação emergencial de empresa que prestará serviço de gestão integrada de 20 leitos de enfermaria. Previsão é que o local entre em operação ainda na primeira quinzena do mês. [Olho texto=”“A situação dentro do complexo está controlada. Até o momento, nenhum cidadão privado de liberdade precisou de tratamentos mais intensivos”” assinatura=”Sócrates Alves, subsecretário de Infraestrutura e Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] O Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) registra a dispensa de licitação para a contratação da empresa que prestará serviço no local. Os grupos interessados na gestão da unidade têm até 15h de 7 de agosto para enviar as propostas ao e-mail dispensadelicitacao.sesdf@gmail.com. A vencedora deverá fornecer aparelhos, gerenciamento técnico, assistência multiprofissional de forma ininterrupta, manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos. A empresa selecionada também será responsável pelo atendimento dos pacientes, com medicamentos, materiais médico-hospitalares e esterilização de equipamentos e materiais, além de alimentação (nutrição enteral e parenteral). Toda a infraestrutura da unidade está pronta, o que significa que há capacidade para ampliação com aditivos contratuais, com abertura de novos leitos, caso isso seja necessário. Cenário A população do complexo é de 15 mil apenados. Segundo a Secretaria de Saúde (SES), 1.708 detentos foram diagnosticados com Covid-19. Desse total de presidiários infectados pelo novo coronavírus, três morreram e apenas 75 têm a doença ativa. A pasta aponta que o sistema penitenciário tem uma taxa de letalidade de 0,29% na população privada de liberdade e de 0,23% em policiais penais – percentuais menores do que o esperado. Construída em caráter emergencial, estrutura do hospital foi inicialmente destinada apenas a pacientes de Covid-19 e será ampliada após a pandemia | Foto: Renato Alves / Agência Brasília Todo esse cenário motivou a mudança no planejamento de contratação. Inicialmente, estavam previstos 40 leitos – 20 de enfermaria, 10 semi-intensivos e 10 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No entanto, o subsecretário de Infraestrutura da SES, Sócrates Alves, explica que isso não se mostra mais necessário. “A situação dentro do complexo está controlada. Até o momento, nenhum cidadão privado de liberdade precisou de tratamentos mais intensivos, então é questão de gestão. Diante do cenário atual, não há necessidade de contratar além dos 20 leitos de enfermaria”, diz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O hospital Idealizado como espaço para atendimento a casos de Covid-19, o hospital que seria apenas de campanha ficará para a população carcerária, dos servidores e dos trabalhadores do meio prisional. Com investimentos em torno de R$ 5,9 milhões, a obra tem mil metros quadrados de área construída. A gestão é da Secretaria de Saúde, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). A permanência do hospital no complexo vai evitar o deslocamento de presos para atendimentos médicos em unidades da rede externa. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Papo Ambiente Especial: Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais
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Leishmaniose: saiba os riscos e onde buscar tratamento na rede pública
Pessoas contaminadas e que não fazem diagnóstico da doença ou não se tratam podem ter sequelas graves e até morrer. Foto: Arquivo / Agência Brasília Muita gente acredita que a leishmaniose é uma doença que afeta somente animais. No entanto, pessoas contaminadas e que não fazem diagnóstico da doença ou não se tratam podem ter sequelas graves e até morrer em decorrência da enfermidade. O protozoário que causa a leishmaniose visceral é o Leishmania chagasi. Contudo, o microrganismo necessita de um vetor, ou seja, um animal capaz de transportá-lo para um ser vivo, em que a doença irá se desenvolver. No caso da leishmaniose visceral, este vetor é o mosquito palha (Lutzomyia longipalpis). O que facilita o contágio pela doença é o fato de que mamíferos, principalmente os cães, podem atuar como reservatórios do protozoário, uma vez que o mosquito palha pode picar tanto os humanos quantos esses animais. Na epidemiologia, todo animal que alberga um microrganismo entre o vetor e o paciente é chamado de “reservatório”. “O protozoário fica no sangue do cachorro e quando o mosquito vai picá-lo, acaba pegando o protozoário e transferindo ele para o sangue humano”, explica o gerente da Vigilância Ambiental de Zoonoses, Rodrigo Menna. Sintomas Os principais sintomas da leishmaniose são a febre duradoura (de 10 a 15 dias), anemia, perda de peso e fraqueza. Em um estágio mais avançado da infecção, a doença pode causar hepatoesplenomegalia, que é a expansão do fígado e do baço, causada geralmente quando o sistema imunológico está comprometido, o que deixa o paciente vulnerável às demais enfermidades. Tratamento Pacientes com suspeita ou que apresentem alguns dos sintomas descritos, ou ainda, que tenham visitado matas e cachoeiras e morem em locais conhecidos pela transmissão podem procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima e declarar a exposição ao mosquito na consulta. Prevenção Usando roupas compridas, largas e de cor clara; aplicando repelentes em áreas de pele exposta; dormindo em casas protegidas com tela, mosquiteiro e outras medidas repelentes (espiral, elétrico, etc); não indo desprotegido a atividades em matas e beira de rios, especialmente à noite. Quem tem cães também deve seguir algumas orientações para mantê-los seguros e protegidos da doença. Veja medidas importantes que devem ser tomadas: Dados De acordo com o último informativo epidemiológico publicado pela Secretaria de Saúde, o Distrito Federal registrou cinco casos de leishmaniose visceral em 2020, dos quais dois são casos de residentes da Região do Entorno que buscaram tratamento na rede de saúde do DF. Ceilândia, Planaltina e Santa Maria foram as regiões administrativas que registraram os casos da doença no Distrito Federal . Leishmaniose Tegumentar Americana Diferentemente da leishmaniose visceral, a Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), conhecida como LTA, não chega a acometer órgãos internos. O principal sintoma da doença é a úlcera cutânea, uma ferida na pele, como o próprio nome sugere. O principal sintoma da LTA é uma lesão cutânea localizada ou disseminada na pele e no cutâneo que não está cicatrizando. Em geral, a ferida não causa muitos incômodos como dor ou coceira, mas pode trazer graves complicações se não for devidamente tratada pelo médico. Em casos mais raros, as lesões cutâneas podem aparecer nas mucosas nasais e orais, especialmente na bochecha e na garganta. Nesses casos, rouquidão, tosse e dores podem estar entre os sintomas da LTA. A rede de saúde do Distrito Federal disponibiliza tratamento para pacientes de leishmaniose tegumentar americana, contudo, esses tratamentos requerem acompanhamento médico. Situação epidemiológica Os últimos dados consolidados pela Secretaria de Saúde informam sete infecções de leishmaniose tegumentar americana (LTA), sendo cinco de residentes do Distrito Federal e dois de municípios da Bahia e de Minas Gerais, que buscaram atendimento em unidades da rede. Planaltina, Vicente Pires e Samambaia são as regiões dos moradores infectados pela LTA em 2020. *Com informações da Secretaria de Saúde
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DF Legal, com apoio da PM, fiscaliza feiras em Samambaia
Equipes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), com apoio da Polícia Militar, realizaram neste domingo (3) ações de fiscalização e orientação aos consumidores e trabalhadores de feiras em Samambaia. A operação segue a rotina da força-tarefa, que conta com a participação de órgãos da área da segurança e verificação do GDF, para vistoriar o uso de máscaras e o cumprimento das medidas sanitárias de combate ao novo coronavírus (Covid-19), concentrado-se, também, na proibição do comércio irregular nos arredores das feiras. O grupo de trabalho percorreu as quadras 313 e 419 e 421 de Samambaia. Ambulantes que não tinham autorização foram orientados a saírem das proximidades e os consumidores que não estavam respeitando o decreto em vigor, que obriga o uso de máscaras em espaços públicos, foram instruídos a usarem o item de proteção individual. Quem não usar, pode ser multado em 2 mil reais. Houve supervisionamento também na Estrutural, no Eixão, na Feira dos Goianos, na W3 Sul e no Paranoá. Além das ações de orientação, também foi realizado o combate à venda de produtos de procedência irregular. * Com informações do DF Legal
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Pronação ajuda no tratamento precoce da Covid-19
Técnica é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) | Foto: Secretaria de Saúde Para tratar as possíveis complicações que a Covid-19 traz aos pulmões, a técnica chamada de pronação – o paciente fica em “posição de bruços” para ajudar na respiração – foi implantada no Hospital Regional do Gama (HRG). A pronação é mais comum nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e utilizada em pacientes que possuem doenças respiratórias graves, como pacientes com desconforto respiratório grave causado pelo coronavírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No HRG, o coordenador de fisioterapia da emergência, Estevão Diniz, tem utilizado de forma precoce a posição prona para tratar as possíveis complicações que a Covid-19 traz aos pulmões. A técnica tem apresentado resultados positivos nos pacientes que chegam à emergência e estão na enfermaria do bloco respiratório. A pronação é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para pacientes graves da Covid-19. Dados De acordo com pesquisas, enquanto a maioria dos pacientes infectados não desenvolve complicações ou apresenta apenas sintomas leves, aproximadamente 14% evolui para um estágio mais grave que requer hospitalização, suporte de oxigênio e, por vezes, ventilação mecânica (VM). Em relação à evolução dos quadros, a síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) é responsável por acometer entre 31% e 67% dos pacientes. A técnica prona pode evitar esse estágio. Técnica já é utilizada no Hospital Regional do Gama em pacientes com síndromes respiratórias graves | Foto: Secretaria de Saúde Essa estratégia da fisioterapia consiste em posicionar o paciente em decúbito ventral (barriga para baixo), o que deve resultar em distribuição mais uniforme do estresse e da tensão pulmonar, melhora da relação ventilação/perfusão, da mecânica pulmonar e da parede torácica. A ação, de acordo com nota técnica da Associação Brasileira de Fisioterapia, tem contribuído para redução da duração da VM e da taxa de mortalidade avaliada em um seguimento de 28 a 90 dias. Recuperação Segundo Estevão, a equipe observou que os pacientes que recebem a técnica apresentam melhora considerável. Em alguns casos, quem possivelmente teria indicação de ventilação mecânica não precisou do suporte. “Conseguimos perceber uma melhora significativa nesses pacientes que chegam aqui com dificuldade respiratória e baixa oxigenação. Inclusive, no momento da alta, estamos recomendando a técnica para ser continuada em casa”, explica. Estevão: “Conseguimos perceber uma melhora significativa nesses pacientes. Inclusive, no momento da alta, estamos recomendando a técnica para ser continuada em casa” | Foto: Secretaria de Saúde O profissional destaca que o processo melhora a relação difusão-perfusão mesmo com o paciente acordado e lúcido. No protocolo adotado, o ideal é que a pronação seja utilizada nas primeiras 48 horas em pacientes que apresentem falta de ar. Ela é mantida por pelo menos 16 horas. No entanto, a primeira observação da técnica já é feita após uma hora em posição prona, em que é executada uma gasometria para avaliar se o paciente responde ou não a essa estratégia. Junto com esse manejo são utilizadas outras técnicas de fisioterapia motora e respiratória. São movimentações precoces e exercícios respiratórios que ajudam a melhorar a dinâmica respiratória do paciente. Isso contribui para uma melhor interação e resposta do corpo no combate à doença. Assim, o organismo consegue manter-se estável e atuante no processo de ataque viral da patologia. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Curso de Ensino à Distância – EAD
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TCDF libera repasses para Hospital de Campanha da PM
O combate à Covid-19 no Distrito Federal deve ganhar um grande reforço a partir deste sábado (01/08). O hospital de Campanha da Polícia Militar começa a receber pacientes acometidos da doença em 84 leitos de UTI, garantindo tratamento para os infectados com o coronavírus. Em despacho singular publicado na noite desta última quinta (30), o conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios (TCDF) Inácio Magalhães Filho revogou a medida cautelar que proibia a Secretaria de Saúde (SES) de fazer pagamentos à Associação Saúde em Movimento (ASM), empresa que irá gerir o Hospital de Campanha da Polícia Militar do DF (PMDF). Com a decisão, a SES poderá repassar valores à ASM, que iniciará a gestão da unidade de saúde. Montado no Centro Médico da Polícia Militar, no Setor Policial Sul, o hospital de campanha conta com 104 leitos – 84 de unidade de terapia intensiva (UTI) e 20 de enfermaria – , que serão adicionados ao sistema de saúde público do DF e poderão ser utilizados para o tratamento de pacientes com a Covid-19. “Temos trabalhado muito desde o início da pandemia para reforçar a rede pública de saúde do Distrito Federal. Contratamos médicos e outros profissionais de saúde e investimos na criação de leitos de UTI para atender aos pacientes mais graves. A abertura do hospital da PM é muito importante para manter equilibrada a oferta de leitos de UTI”, disse o governador Ibaneis Rocha. Da mesma forma como acontece no Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha, todos os equipamentos instalados nesta unidade serão posteriormente incorporados ao patrimônio da Secretaria e servirão para reequipar e renovar o parque tecnológico dos hospitais da rede. “É um legado importante para a saúde pública do DF. Todo esse equipamento vai continuar nos hospitais quando tudo isso passar. Essa é a maior operação que estamos fazendo nesta crise porque o Hospital da PM será a unidade com maior número de leitos para o combate à Covid-19”, explica o secretário de saúde, Francisco Araújo. A empresa contratada vai empregar 600 profissionais, necessários para atender todos os 104 leitos disponibilizados no hospital. A quantidade inclui desde equipes operacionais a médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Todos os funcionários vão trabalhar em regime de escalas. Além dos 104 leitos, a estrutura do hospital conta com 80 monitores, 50 ventiladores mecânicos e 160 bombas de infusão, além de equipamentos de proteção individual (EPIs), insumos e um aparelho de raio-x totalmente digital, mais ágil na entrega de resultados do que o aparelho convencional. Também estão incluídos no contrato gerenciamento técnico, assistência médica multiprofissional – de forma ininterrupta –, com manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos e atendimento de pacientes, com medicamentos, materiais, alimentação, nutrição enteral e parenteral. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Pregão Eletrônico SRP nº 15/2020 – HOMOLOGADO
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Pregão Eletrônico SRP nº 10/2020 – HOMOLOGADO
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Centro de Formação de Condutores – CFC´s
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Clínicas de Exame Psicotécnico
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Credenciados
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Estampadoras de Placa de Identificação Veicular – PIV
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Instituições Credoras
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Instituição ou Entidade Pública ou Privada Especializada – IEPPE
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Coleta Seletiva
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Parte dos servidores do GDF vai trabalhar remotamente
O Governo do Distrito Federal (GDF) adotará definitivamente o teletrabalho. As áreas que serão incluídas nesse regime, assim como a quantidade de servidores de cada unidade que exercerão as respectivas atividades de casa, ainda estão sendo definidas. Mesmo não tendo se preparado para isso, 92% dos servidores do GDF sem cargo de chefia aprovam a experiência do teletrabalho, segundo a pesquisa Trabalho Remoto no GDF — Enfrentamento à Pandemia Covid-19. O estudo foi feito pelo Grupo de Pesquisa E-Trabalho, da Universidade de Brasília (UnB). Participaram 7.421 servidores de 93 órgãos e entidades da administração pública local. Com o Decreto nº 40.546, de 20 de março, passaram a trabalhar de casa servidores de secretarias de Estado, administrações regionais, empresas públicas, fundações e autarquias que não exercem atividades essenciais e com infraestrutura tecnológica e de comunicação adequada. Eles tiveram oportunidade de responder à pesquisa, por e-mail, de 25 de abril a 31 de maio. Foram aplicados dois questionários: um para ocupantes de cargos de chefia, ao qual responderam integralmente 1.455 pessoas, e outro para os que não lideram equipes, com 5.966 respostas. Para o GDF, foi uma oportunidade de aprofundar estudos sobre a adoção dessa modalidade de trabalho. E principalmente de estar preparado para o período pós-pandemia. “Nós estamos preocupados com o retorno, olhando para o futuro, e com a pesquisa pudemos ouvir os servidores e envolvê-los nessa discussão”, afirma o secretário de Economia, André Clemente. No ano passado, o órgão promoveu um seminário sobre o tema, com o compartilhamento de experiências pontuais no governo e a participação da professora de Psicologia Organizacional e do Trabalho Gardênia da Silva Abbad, doutora na área e líder do grupo E-Trabalho. O grupo estuda, há três anos, as percepções e as práticas de servidores públicos em teletrabalho em órgãos federais do Judiciário e no Ministério Público do Trabalho. Para os acadêmicos, a pesquisa no governo local foi uma oportunidade de avaliar como o contexto da pandemia — sem planejamento e de forma compulsória — afetaria essas percepções. “Sem generalizar, podemos afirmar que a experiência no GDF foi bem-sucedida, especialmente considerando que, nos dois grupos, 60% nunca tinha trabalhado nessa modalidade. Não houve perda de produtividade — pelo contrário, em alguns casos”, resume Gardênia. Gestão da entrega São vários os arranjos possíveis de trabalho remoto. No caso do GDF, a pesquisa mostrou que a maioria interessada em seguir nesse regime após o fim das restrições da pandemia prefere um esquema parcial, e não todos os dias. Na avaliação de 78,5% dos que não lideram equipes, mais da metade de suas atividades pode ser executada remotamente, mesmo com o fim da necessidade de isolamento. Para se comunicar, as mensagens por WhatsApp são a forma mais utilizada, seguida do telefone e de plataformas de videoconferência. O Sistema Eletrônico de Informações, o SEI, também foi fundamental para a viabilização do trabalho a distância no governo, uma vez que permite o acesso a processos e sua tramitação pela internet. Nenhum desses recursos, porém, atende ao maior desafio dos líderes de equipe quando se adota o trabalho remoto: a gestão da entrega. “Em uma realidade orientada para os resultados, é bastante comum identificarmos desafios relacionados à definição de metas e ao monitoramento sem ferramentas adequadas. Entre os participantes, essas preocupações também são reportadas, mas prevalecem relatos que indicam percepções positivas, como o comprometimento das equipes e a oportunidade de reorganização das atividades”, explica a líder da pesquisa, a doutoranda em Administração Juliana Legentil. A resistência à modalidade remota é maior entre os que ocupam cargo de liderança, mas, ainda assim, no caso do GDF, 73% das chefias pretendem permitir que parte da equipe siga trabalhando dessa forma. Dos que não têm subordinados, 89% se manifestam favoráveis à manutenção do teletrabalho após a pandemia: 56% preferem trabalhar de casa de duas a três vezes por semana e 33% gostariam de cumprir as atividades exclusivamente a distância. “Para muitos, o período mais delicado foi superado e a experiência de gestão de equipes remotas, mesmo em um cenário completamente atípico, pode ser ainda mais positiva se houver investimento em ferramentas e treinamentos”, diz Juliana. “Já estamos testando no governo uma ferramenta que possibilita a gestão da entrega, mas sua eficiência dependerá da revisão de planos de trabalho e da modulação de metas possíveis dentro das equipes”, adianta Juliano Pasqual, secretário-executivo de Gestão Administrativa, da Secretaria de Economia. Ele diz que o processo de transformação digital do GDF, iniciado no ano passado, já evidencia que o atendimento à população pode ser feito de forma mais inteligente, com menos custos para o Estado e mais qualidade de vida para o servidor. O sistema, além de permitir a melhor gestão administrativa do trabalho remoto, contribuirá para que o cidadão monitore resultados de forma mais precisa, afirma Pasqual. “Podemos prestar os mesmos serviços com maior eficiência. Acredito que o teletrabalho será a reforma administrativa mais profunda na administração pública local, mas será um processo gradual, em que diversos pactos terão de ser estabelecidos, conforme a particularidade de cada unidade e do trabalho por ela realizado.” * Com informações da Secretaria de Economia
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Impacto da alimentação infantil no meio ambiente é debatido no YouTube
Com o tema “Apoie o aleitamento materno por um planeta saudável”, a campanha Agosto Dourado deste ano vai focar no impacto da alimentação infantil no meio ambiente, nas mudanças climáticas e na necessidade urgente de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno para a saúde do planeta e de seu povo. Além disso, haverá vários eventos e ações como o 5º Seminário de Aleitamento Materno de Brasília e a apresentação do filme Tigers, que vai gerar um debate com profissionais, estudantes e todos os que lutam pela causa do Aleitamento Materno. “Estudos indicam que o aleitamento materno como ação isolada é capaz de reduzir a mortalidade infantil em até 13%. No Distrito Federal valorizamos a amamentação desde a sua fundação. Pela primeira vez o DF conseguiu atingir, em 2019, a taxa de mortalidade infantil de um único dígito, de 8,5 para cada 1.000, um grande ganho para todos”, comemora Miriam Santos, coordenadora das Políticas de Aleitamento Materno e Banco de Leite Humano do DF. A amamentação previne a fome e todas as formas de desnutrição, além de garantir a segurança alimentar dos bebês, mesmo em tempos de crise, sem ônus adicional no orçamento da família. A amamentação é uma maneira de baixo custo para alimentar bebês, além de contribuir para a redução da pobreza. Além disso, a nutrição, a segurança alimentar e a redução da pobreza são fundamentais para alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. “No âmbito nacional e internacional, Brasília é reconhecida pelo apoio, proteção e apoio ao aleitamento materno que é historicamente realizado com o envolvimento da sociedade e dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”, explica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Por conta da pandemia do novo coronavírus, todos os eventos do Agosto Dourado e todas as ações nas Regiões de Saúde deste ano serão de forma virtual. A transmissão ocorrerá pelo canal Amamenta Brasília, no YouTube. O primeiro ocorrerá no próximo sábado (1°/8), às 15h. “O leite materno deve ser um alimento exclusivo até os seis meses e até os dois primeiros anos de vida, porque tem tudo o que é necessário para a saúde da criança, conforme orientam a Secretaria de Saúde, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde”, afirma Miriam. Segundo a coordenadora, as ações do Agosto Dourado ajudam a fortalecer a conscientização das mães. “Amamentar é um direito da criança, mas não é um dever da mãe, por isso precisamos conscientizá-la, apoiá-la e protegê-la para que ela queira amamentar”, explica. Todos os eventos relacionados à amamentação têm o amparo legal, com a Política Distrital de Aleitamento Materno – Lei Distrital nº 5.374/2014, Agosto Dourado – Lei Federal nº 13.227/2015, Agosto Dourado – Lei Distrital nº 6.097/2018. Confira a programação: *Com informações da Secretaria de Saúde
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Sistema Ajudah: tecnologia em prol da solidariedade
O trabalho do Comitê de Emergência Covid-19, uma ação coordenada do Governo do Distrito Federal, vai contar com mais um aliado: o Ajudah — Sistema de Ajuda Humanitária Covid-19. O objetivo é informatizar e automatizar processos de planejamento, registro, controle e distribuição de cestas básicas e de kits de higiene recebidos pelo governo para doação a cidadãos não atendidos por programas sociais. Com o crescimento das doações, veio a necessidade de aprimorar a logística da ação humanitária do comitê, atividade coordenada pela Subchefia de Políticas Sociais e Primeira Infância, da Chefia de Gabinete do Governador. A pedido da subchefia, a Secretaria de Economia desenvolveu a plataforma, apresentada nesta terça-feira (28) aos órgãos envolvidos nas ações. “A equipe técnica entregou o Ajudah em tempo recorde para dar suporte a quem está na ponta desse trabalho de solidariedade, e acredito que nos ajudará a avançar nessa responsabilidade social, que mobiliza tantos servidores. Temos de ser exemplo para o País”, disse a secretária de Desenvolvimento Social e primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, aos participantes do evento virtual, por meio de videoconferência transmitida no YouTube da Secretaria de Economia. Os servidores envolvidos na ajuda humanitária agora serão treinados para utilizar corretamente a nova ferramenta, explicou o secretário de Economia, André Clemente. “Como órgão central de planejamento e gestão do GDF, temos de criar ambiente favorável à atuação de todos nessa ação coordenada”, afirmou, ao destacar o valor do Ajudah em permitir que a administração pública identifique com precisão os cidadãos mais necessitados e planeje melhor as entregas. [Olho texto=”O sistema tem um painel que permitirá às equipes que atuam na ação humanitária visualizar várias informações, como cestas em estoque, pessoas à espera de doações e famílias cadastradas.” assinatura=”” esquerda_direita_centro=””] Sem o sistema, quando um cidadão manifestava a uma administração regional a necessidade de receber doações por causa da crise da pandemia de Covid-19, a equipe de servidores envolvida na ajuda humanitária verificava na Secretaria de Desenvolvimento Social se ele já era beneficiário de algum programa. É que têm prioridade nas doações pessoas que não recebem benefício. O Ajudah mostrará isso assim que o CPF for cadastrado, tornando o processo mais rápido e justo. O sistema tem um painel que permitirá às equipes que atuam na ação humanitária visualizar várias informações, como cestas em estoque, pessoas à espera de doações e famílias cadastradas. Isso facilitará o mapeamento das regiões com maior necessidade e contribuirá para a captação das doações. Cadastro São três módulos. No primeiro, servidores das administrações poderão fazer o cadastro do cidadão que deseja receber doações, apenas com o CPF. Em outro módulo, serão montadas as ações humanitárias: definem-se os beneficiários e o roteiro a ser seguido pela Defesa Civil. Assim, a tecnologia contribuirá na organização da logística e na economia de combustível. Muitos itens são doados avulsos, mas a entrega é feita em cestas e kits, que são cadastrados no estoque dessa forma. Quando uma ação humanitária for montada, o sistema já tornará indisponíveis no estoque as cestas e kits que serão doados. No terceiro módulo, a Defesa Civil vai cadastrar e registrar as doações realizadas. Assim, o novo sistema facilitará o controle da destinação dos itens, atualmente feito por meio de planilhas, o que aumentará o controle e a transparência. Os dados das doações feitas em abril, maio e junho foram migrados para a base de dados da plataforma. Comitê de Emergência Covid-19 O Comitê de Emergência Covid-19, instituído por meio do Decreto nº 40.559/2020, foi criado com o propósito de organizar as iniciativas governamentais em apoio aos afetados pela pandemia. Coordenado pela Secretaria de Economia, é formado por titulares de órgãos do GDF e por dirigentes de entidades que representam empresas privadas. Tem por competência receber, planejar e coordenar campanhas de arrecadação de doações, bem como elaborar ações para o enfrentamento da pandemia. *Com informações da Secretaria de Economia
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Pregão Eletrônico nº 16/2020 – HOMOLOGADO
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