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Pilates no Hospital de Santa Maria oferece autocuidado a mães de crianças internadas

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Para as mães que acompanham os filhos com condições crônicas complexas, a internação pode durar semanas ou até meses. Nesse período, a rotina se concentra nos cuidados com a criança, deixando pouco espaço para descanso, movimento e atenção à própria saúde. Foi a partir dessa realidade que a Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos (UCPPed) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), realizou, nesta segunda-feira (5/10), a primeira aula de Pilates voltada às mães de pacientes internados. A atividade foi conduzida pelos fisioterapeutas Matheus Adrian e Aline Leite, ambos com formação em Pilates, e reuniu exercícios de mobilidade, alongamento, respiração e relaxamento adaptados ao ambiente hospitalar. A proposta é começar com uma atividade mensal e, gradativamente, ampliar a frequência para uma vez por semana, conforme a demanda das famílias e a rotina assistencial da unidade. “Percebemos que essa era uma necessidade das próprias mães. Elas acompanham os filhos por longos períodos e, muitas vezes, não conseguem fazer nem uma caminhada. Para que possam continuar cuidando das crianças, também precisamos olhar para a saúde e a qualidade de vida delas”, explica o fisioterapeuta Matheus Adrian, da UCPPed. A proposta é começar com uma atividade mensal e, gradativamente, ampliar a frequência para uma vez por semana | Foto: Divulgação/IgesDF Movimento também é cuidado Além das aulas, os fisioterapeutas desenvolveram a cartilha “Movimento também é cuidado!”, com 12 exercícios simples que podem ser incorporados à rotina das mães durante a permanência no hospital. O material reúne alongamentos para pescoço, ombros, costas e membros inferiores, além de exercícios de mobilidade da coluna e do quadril, respiração e relaxamento. As atividades podem ser feitas sentadas ou em pé, sempre respeitando os limites de cada pessoa. “São mulheres que permanecem muito tempo dentro do hospital e nem sempre conseguem sair do setor para cuidar de si. Por isso, pensamos em movimentos simples, que possam ser incorporados à própria rotina e realizados próximos ao leito. Pequenas pausas para alongar, respirar e movimentar o corpo também são uma forma de autocuidado”, destaca a fisioterapeuta Aline Leite, da UCPPed. A intenção é que os exercícios sejam utilizados nos intervalos entre as aulas, especialmente pelas mães que permanecem por meses acompanhando os filhos. Uma pausa em meio à internação Para Dayse Carvalho, mãe de um menino de sete anos que está hospitalizado há cerca de dois meses e há aproximadamente 15 dias na UCPPed, participar da primeira aula trouxe alívio em meio a uma rotina cansativa e marcada por momentos difíceis. “Eu estava tensa e um pouco estressada. Foi incrível conseguir relaxar e aliviar a tensão. Percebi que estava precisando muito desse momento. Até pensei em recusar o convite, mas ainda bem que não fiz isso. Teria me arrependido. Valeu cada minuto”, conta Dayse. Jéssica Vieira encontrou na atividade uma oportunidade para fazer uma pausa. O filho está internado desde o nascimento, há seis meses, e há mais de um mês na UCPPed. Depois de meses acompanhando a rotina de cuidados do bebê, Jéssica conta que a atividade ajudou a aliviar, ainda que por alguns instantes, a tensão do dia a dia.  Legal, divertido e relaxante “Foi um momento muito legal, divertido e relaxante. Quando a gente passa tanto tempo dentro do hospital, a cabeça fica muito voltada para as preocupações com o filho. A atividade ajuda a distrair a mente, relaxar um pouco e sair, mesmo que por alguns instantes, dessa rotina”, relata. Na UCPPed, crianças e adolescentes com condições crônicas complexas podem precisar de internações prolongadas e da participação constante dos familiares. Além de acompanhar os filhos, mães e outros cuidadores aprendem como manter a assistência após a alta. Para a chefe do Serviço de Enfermagem da UCPPed, Raquel Caetano, reconhecer as necessidades de quem permanece ao lado da criança faz parte da humanização da assistência. “Essas mães participam intensamente do cuidado e, muitas vezes, permanecem conosco por meses. Quando criamos um espaço para que possam olhar para o próprio corpo e bem-estar, estamos cuidando também de quem sustenta essa rede ao lado da criança. Esse acolhimento faz parte da assistência que queremos oferecer”, destaca. “Quando a internação se prolonga, cuidar de quem permanece todos os dias ao lado do paciente também é parte do cuidado”, avalia Raquel. *Com informações do IgesDF

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Gênero e diversidade

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Detran-DF prepara contratação de serviços para ampliar ações de educação e conscientização no trânsito

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Estudos populacionais

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Educação

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Desigualdade social

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Cultura e economia criativa

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Crianças, adolescentes e jovens

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Assistência social

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Acordos de Cooperação Técnica e Parceria – Publicações

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Regionalização e Arranjos Metropolitanos

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Seminários abrangendo a área de influência do DF

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Transporte e Mobilidade Urbana

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Saneamento Ambiental

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Meio Ambiente e Sustentabilidade

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DF registra alta de 31% nas cirurgias e amplia ações na saúde

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Distrito Federal é a unidade da Federação com maior crescimento no número de cirurgias eletivas de 2025 para este ano. Segundo o Ministério da Saúde, foram 100.478 procedimentos neste ano, contra 76.615 registrados em 2025, alta de 31,2%. O resultado coloca o DF à frente de estados como Sergipe, Paraíba e Bahia, que registraram crescimento de 25%, 23% e 20%, respectivamente. O dado foi apresentado pela governadora Celina Leão, nesta terça-feira (6/10), em reunião com representantes de hospitais privados credenciados à rede pública, no Palácio do Buriti. “Nós somos o estado que mais opera no Brasil, proporcionalmente", destacou a governadora Celina Leão | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília De acordo com a chefe do Executivo, o aumento está relacionado à ampliação da oferta de procedimentos na rede pública e à contratação dos serviços na rede privada. “Nós somos o estado que mais opera no Brasil, proporcionalmente. Isso é fruto de um trabalho grande nosso, das cirurgias que nós estamos fazendo no privado, da complementaridade, daquilo que estava na fila havia muitos anos, que nossa rede pública não tem condição de suportar”, salientou. Celina Leão reforçou que o principal objetivo do governo é reduzir o tempo de espera pelos procedimentos. “A gente sabe que essas pessoas iriam esperar muito tempo na fila, porque você não consegue crescer a rede pública do dia para a noite. Mas, ao mesmo tempo que nós fazemos a complementaridade, nós temos investimento em mais cinco novos hospitais, sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs), das quais cinco entregues neste ano ainda”, disse. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, afirmou que o acompanhamento das filas precisa ser permanente, já que a demanda é renovada diariamente. Segundo ele, o uso de dados permite identificar os principais gargalos e direcionar a oferta de procedimentos conforme a necessidade. “Quando acompanhamos os tempos de espera, saímos de períodos que chegavam a mil dias para seis dias em algumas filas. Isso mostra que esses projetos estão dando resultado e que, com a ajuda da rede privada, podemos continuar mudando essa realidade no Distrito Federal”, declarou. “Quando acompanhamos os tempos de espera, saímos de períodos que chegavam a mil dias para seis dias em algumas filas", afirmou Juracy Lacerda, secretário de Saúde do DF Durante a reunião, a governadora também anunciou a destinação de R$ 50 milhões para cirurgias ortopédicas eletivas e o repasse de R$ 46 milhões aos hospitais privados credenciados à rede pública do DF. Além disso, a chefe do Executivo comunicou a integração dos sistemas de regulação de saúde do Distrito Federal e de Goiás. O projeto está em processo de licitação e prevê a comunicação entre os sistemas dos dois estados, para que pacientes regulados simultaneamente pelas duas redes possam ser identificados nos sistemas.

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GDF destina R$ 50 milhões para cirurgias ortopédicas

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) vai destinar R$ 50 milhões para cirurgias ortopédicas eletivas. O recurso será incluído no orçamento e deve viabilizar mais de três mil procedimentos para pacientes que aguardam na fila. A medida foi anunciada pela governadora Celina Leão nesta terça-feira (6/10), durante reunião com representantes de hospitais privados credenciados à rede pública, no Palácio do Buriti. Na ocasião, a chefe do Executivo também comunicou o repasse de R$ 46 milhões aos hospitais privados credenciados à rede pública do DF. Segundo a governadora, a ampliação da oferta de cirurgias eletivas por meio da complementaridade entre as redes pública e privada é uma estratégia para reduzir o tempo de espera dos pacientes, especialmente em procedimentos que podem comprometer a mobilidade e a rotina das pessoas enquanto aguardam atendimento. Celina Leão: "Somos a unidade da Federação que mais opera no Brasil proporcionalmente. Isso é fruto de um trabalho grande nosso, das cirurgias que nós estamos fazendo no privado, da complementaridade daquilo que estava na fila há muitos anos, que nossa rede pública não tem condição de suportar" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília "É um trabalho árduo que a gente tem feito para melhorar esse tempo de espera. A gente não pode falar em zerar a fila. Eu zero hoje e amanhã tem consulta, então outra pessoa volta para a fila. Mas o tempo de espera tem que ser razoável, não pode ser mais do que um mês, dependendo da complexidade. É o tempo de espera que você teria no privado se você tivesse um plano de saúde”, explicou Celina Leão.  A chefe do Executivo pontuou a importância da parceria com a rede privada e a participação dos estabelecimentos nos editais. “Segundo o dado que saiu agora do Ministério da Saúde, nós somos a unidade da Federação que mais opera no Brasil proporcionalmente. Isso é fruto de um trabalho grande nosso, das cirurgias que nós estamos fazendo no privado, da complementaridade daquilo que estava na fila há muitos anos que nossa rede pública não tem condição de suportar”, salientou.  O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, explicou que a ampliação da rede complementar é necessária para acompanhar a demanda gerada pela melhora do atendimento ambulatorial. “Quando a oferta da rede pública não suporta o que está entrando na fila, acionamos a rede privada para nos ajudar. É importante que os editais permaneçam abertos para que possamos ampliar a oferta conforme a necessidade”, pontuou.  90 dias Tempo de espera por uma cirurgia na vesícula na rede pública de saúde Segundo Juracy, a ampliação da oferta já reduziu a espera em diferentes especialidades. “Saímos de um tempo de espera para cirurgias de varizes que era de mil dias para seis dias. Na cirurgia de vesícula, tínhamos um tempo de espera de cerca de 350 dias. Chegamos a 70 dias e hoje estamos em torno de 90. A partir do momento em que disponibilizamos mais vagas, conseguimos colocar esses pacientes na rede de cuidado e resolver o problema”, continuou o secretário.  Pagamento a hospitais Durante a reunião, Celina Leão também autorizou o pagamento de R$ 46 milhões aos hospitais privados credenciados na rede pública do DF. O recurso integra o processo de reorganização dos pagamentos do Fundo de Saúde do Distrito Federal. Os repasses vão iniciar nesta semana e seguem conforme a programação ao longo do mês.  O secretário de Economia, Valdivino Oliveira, afirmou que o governo trabalha na organização do orçamento e na regularização das chamadas Despesas de Exercícios Anteriores (DEAs), referentes a serviços prestados em períodos anteriores. “A governadora pediu nesta semana que reservássemos R$ 50 milhões para as cirurgias ortopédicas e que pagássemos os hospitais. Estamos trabalhando para encontrar as soluções e avançar com esses pagamentos”, comentou. O diretor-executivo do Fundo de Saúde do Distrito Federal, Cleyton Menezes, informou que ocorreu a reestruturação do fluxo de pagamentos, buscando reduzir o tempo entre o processamento da produção dos hospitais e o pagamento. “A gente identificou que o processo, até chegar ao Fundo de Saúde pronto para pagar, tem um lapso de dois ou três meses por problemas na preparação. Na terceira etapa dessa reestruturação, vamos rever esse fluxo e eliminar etapas desnecessárias para que a produção dos hospitais possa ser processada em até 30 dias.”  Orientação é estabelecer um cronograma de pagamentos que permita dar previsibilidade aos hospitais, respeitando as regras de controle e a ordem cronológica A orientação, segundo a governadora, é estabelecer um cronograma de pagamentos que permita dar previsibilidade aos hospitais, respeitando as regras de controle e a ordem cronológica. Regulação integrada Outro anúncio feito durante a reunião foi a integração dos sistemas de regulação de saúde do Distrito Federal e de Goiás. O projeto está em processo de licitação e prevê a comunicação entre os dois sistemas. Com a interoperabilidade, pacientes regulados simultaneamente pelas duas redes poderão ser identificados nos sistemas.  “Nós estamos em processo licitatório para um sistema de regulação em que eu vou conseguir linkar a regulação daqui com a de Goiás. Não é um projeto fácil, mas é importante porque os sistemas vão se conectar. Não é o mesmo sistema: nós vamos ter a nossa própria regulação, e Goiás a dele. Mas o sistema vai se comunicar e, se o paciente regulado para os dois estados for atendido lá, ele será tirado da minha fila”, explicou Celina.  Juracy Lacerda: "A partir do momento em que disponibilizamos mais vagas, conseguimos colocar esses pacientes na rede de cuidado e resolver o problema" A integração também deverá contribuir para o acompanhamento da chamada jornada do paciente, com informações sobre etapas como tempo de espera, internação e realização de exames e procedimentos.

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Show do cantor Luan Santana em Brasília abre 50 vagas para ambulantes

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria Executiva das Cidades vai cadastrar vendedores ambulantes para o show Luan Santana – Registro Histórico, neste sábado (10/10), na Arena Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), no Eixo Monumental. Serão disponibilizadas 30 vagas para barracas e 20 para circulantes/caixeiros. Para trabalhar no evento, o interessado deverá fazer o requerimento da licença nesta quarta-feira (7/10), das 9h às 17h, no Edifício Anexo do Buriti, 9º andar, sala 923. Para o cadastro, é necessário apresentar original e cópia de documento pessoal com foto e comprovante de endereço em nome do ambulante ou declaração de residência. Em caso de dúvida, poderá ser solicitado o certificado de vendedor ambulante. Caso o número de inscrições seja maior que a quantidade de vagas, será realizado sorteio pelo aplicativo Sorteio Fácil, imediatamente após o encerramento das inscrições. Também estão reservadas uma vaga para barraca e uma para circulante/caixeiro para pessoas com deficiência (PcD). A divulgação dos contemplados será divulgada na quinta (8/10), no site da Secretaria de Governo (Segov-DF). As licenças serão entregues na sexta (9/10), das 9h às 17h, na sala 917 do Anexo do Buriti, onde também serão repassadas orientações sobre o trabalho no evento. O edital completo está disponível no site da Segov-DF. Mais informações pelo telefone (61) 3313-5933 ou WhatsApp (61) 99149-1325. *Com informações da Segov-DF

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Novas regras alteram encaminhamento de denúncias de assédio moral e sexual no sistema prisional do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), avançou na implantação de sua política institucional de prevenção e enfrentamento ao assédio moral e sexual. A Fundação estabeleceu um fluxo específico para o recebimento, acolhimento, análise preliminar, encaminhamento, acompanhamento e monitoramento de denúncias, incluindo ocorrências envolvendo reeducandos que desempenham atividades laborais vinculadas à instituição. A nova etapa dá continuidade ao trabalho iniciado com a criação, em julho deste ano, da Comissão Permanente de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual (CPPeas). Instituída pela Instrução nº 40, a comissão foi criada para fortalecer as ações preventivas, educativas e de orientação, contribuindo para ambientes de trabalho baseados no respeito, na ética e na dignidade das pessoas. Sua atuação alcança servidores, empregados públicos, prestadores de serviços, estagiários, colaboradores e reeducandos vinculados à Funap-DF. A partir desse trabalho, a Fundação avançou para a estruturação dos procedimentos de atendimento e tratamento das ocorrências. Com a Instrução nº 51, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal de 6 de outubro de 2026, foi formalizado o novo fluxo institucional e delimitada a atuação da Comissão de Recebimento e Análise das Denúncias de Assédio (Crada), responsável pelo recebimento e registro das denúncias, acolhimento e escuta qualificada, análise preliminar administrativa e acompanhamento dos encaminhamentos. O novo protocolo estabelece procedimentos padronizados e princípios como sigilo, confidencialidade, imparcialidade, celeridade, proteção contra retaliações, respeito à intimidade e à privacidade e prevenção à revitimização.   *Com informações da Funap-DF

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CONCORRÊNCIA ELETRÔNICA  nº. 23/2026

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PREGÃO ELETRÔNICO SRP nº. 22/2026

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Treinamento no Hospital de Santa Maria aprimora comunicação com pacientes e familiares

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em um hospital, nem toda situação de tensão começa com um conflito. Dor, medo, ansiedade, espera e falta de informação podem deixar pacientes e familiares mais sensíveis e transformar uma conversa cotidiana em um momento difícil. Para os profissionais que estão na linha de frente do cuidado, saber ouvir, compreender a situação e se expressar com clareza também faz parte da assistência. Foi com esse olhar que o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), promoveu, na terça-feira (6/10), o treinamento "Comunicação Efetiva e Não Violenta" para colaboradores do Núcleo de Mobilidade (Numob). Realizada pelo Núcleo de Educação Permanente (Nudep), da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), a capacitação foi conduzida pela psicóloga Leidiane Brandão e abordou situações vivenciadas pelos profissionais no contato diário com pacientes, acompanhantes e equipes.  A psicóloga Leidiane Brandão e participantes da capacitação: treinamento baseado em percepções de pacientes e familiares sobre os serviços prestados no HRSM | Fotos: Divulgação/IgesDF “Pacientes e familiares muitas vezes chegam fragilizados, com dor, estresse e diferentes questões emocionais. Se respondemos de forma igualmente reativa, podemos aumentar essa tensão" Leidiane Brandão, psicóloga  Clareza, objetividade, transparência, empatia, sensibilidade, respeito à diversidade e escuta ativa estiveram entre os elementos apresentados para tornar o diálogo mais efetivo e humanizado. “Pacientes e familiares muitas vezes chegam fragilizados, com dor, estresse e diferentes questões emocionais. Se respondemos de forma igualmente reativa, podemos aumentar essa tensão. A proposta é oferecer estratégias para compreender melhor essas situações e melhorar a comunicação”, explica Leidiane. O treinamento surgiu a partir de uma demanda inicialmente identificada pelo Núcleo de Experiência do Paciente do IgesDF, com base em percepções de pacientes e familiares sobre a relação com os serviços. A partir disso, a capacitação passou a ser realizada em diferentes unidades do Instituto e pode ser solicitada por qualquer setor interessado no tema. O que existe por trás de uma reação? Um dos principais conceitos apresentados foi a Comunicação Não Violenta (CNV), baseada em escuta, respeito e conexão. A metodologia propõe quatro etapas: observação, sentimentos, necessidades e pedido. A orientação é observar o que aconteceu sem partir imediatamente para julgamentos. Depois, reconhecer os sentimentos envolvidos, identificar a necessidade por trás da reação e construir um pedido ou uma resposta clara e possível. “Nem sempre a reação do paciente ou do acompanhante tem relação direta com aquele profissional ou com o atendimento daquele momento. Muitas vezes, a pessoa já chega carregando experiências, expectativas e preocupações. Entender isso nos ajuda a não responder automaticamente ao conflito, mas a buscar uma comunicação mais assertiva”, destaca Leidiane. Um dos exemplos discutidos durante o treinamento foi o de um acompanhante irritado pela falta de informações. Em vez de responder apenas à irritação, o profissional pode reconhecer a preocupação, compreender a necessidade de saber o que acontecerá e explicar aquilo que estiver ao seu alcance ou buscar a equipe responsável.  A proposta é olhar para além da reação imediata. Uma reclamação ou um comportamento difícil pode estar relacionado a uma necessidade ainda não atendida, como segurança, informação, atenção, alívio ou acolhimento.  Outro ponto abordado por Leidiane no treinamento foi a capacidade de o profissional lidar com situações difíceis, como reconhecer sentimentos, necessidades e limites antes de reagir automaticamente Precisamos reconhecer até onde conseguimos ir e entender que não podemos resolver tudo. Muitas vezes, o próprio profissional assume mais responsabilidades do que consegue suportar. Saber dizer ‘não’ de forma respeitosa também faz parte de uma comunicação saudável”, ressalta Leidiane. A capacitação abordou ainda a forma como o próprio colaborador lida com situações difíceis. A autoempatia foi apresentada como a capacidade de reconhecer sentimentos, necessidades e limites antes de reagir automaticamente. Outro ponto trabalhado foi a comunicação passiva, que pode aparecer na dificuldade de dizer “não”, na tentativa constante de evitar conflitos ou na aceitação de mais responsabilidades do que se consegue cumprir. Essas situações podem gerar frustração e sobrecarga. “Estabelecer limites também é importante. Precisamos reconhecer até onde conseguimos ir e entender que não podemos resolver tudo. Muitas vezes, o próprio profissional assume mais responsabilidades do que consegue suportar. Saber dizer ‘não’ de forma respeitosa também faz parte de uma comunicação saudável”, ressalta Leidiane.  “É muito importante para o nosso aprendizado e para o dia a dia. É um conhecimento que levamos não apenas para o trabalho, mas também para a vida pessoal” Danilo Rocha, maqueiro do Hospital Regional de Santa Maria Segundo a psicóloga, as estratégias apresentadas não se restringem ao ambiente profissional. A maneira como cada pessoa observa uma situação, interpreta a reação do outro e expressa suas próprias necessidades interfere nas relações familiares e sociais. Aprendizado aplicado à rotina Os profissionais do Numob são responsáveis pelo transporte interno de pacientes e mantêm contato com diferentes pessoas e setores ao longo do dia. Nesse cenário, adequar a linguagem, exercitar a escuta e saber conduzir uma conversa em momentos de tensão são habilidades importantes na relação com pacientes, familiares e demais equipes. Segundo a chefe do Numob, Márcia Lemos, a capacitação cria um espaço para que os colaboradores compartilhem experiências, sejam ouvidos e desenvolvam habilidades que nem sempre conseguem trabalhar durante a rotina intensa do setor. “Além de se capacitar e aprimorar suas habilidades, o colaborador se torna multiplicador desse conhecimento e compartilha o que aprendeu com quem não pôde participar. O treinamento também é um espaço de escuta e compreensão, que nos ajuda a acolher situações que, diante das circunstâncias do dia a dia, nem sempre conseguimos perceber ou compreender sozinhos”, destaca. As equipes foram divididas em quatro turmas, distribuídas entre a terça-feira (6) e esta quarta-feira (7), para contemplar profissionais de diferentes turnos. A expectativa é que os aprendizados sejam incorporados gradualmente à rotina e compartilhados entre os próprios colegas. Para o maqueiro Danilo Rocha, o conteúdo pode ser aplicado tanto no trabalho quanto fora dele. “É muito importante para o nosso aprendizado e para o dia a dia. Ajuda a adaptar a nossa fala e a forma de nos comunicarmos em diferentes situações. É um conhecimento que levamos não apenas para o trabalho, mas também para a vida pessoal”, afirma. Mais do que apresentar frases prontas para situações de conflito, o treinamento propôs uma mudança na maneira de enxergar as relações: observar antes de julgar, compreender o que pode existir por trás de uma reação e responder com clareza, respeito e empatia. “No ambiente hospitalar, onde profissionais encontram diariamente pessoas em diferentes momentos de vulnerabilidade, essa mudança pode começar em algo aparentemente simples: ouvir antes de responder”, conclui Márcia. *Com informações do IgesDF

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Programa GDF na Sua Porta reforça limpeza urbana com novos papa-lixos na zona rural de Planaltina

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As áreas rurais de Planaltina, agora, contam com uma transformação na coleta e no descarte de resíduos sólidos. Por meio do programa GDF na Sua Porta, que passou pela cidade em meados de junho, o Governo do Distrito Federal (GDF) instalou três novos papa-lixos nas comunidades Rosely Nunes, Quintas do Maranhão e Quintas do Pipiripau. A medida integra um conjunto de ações de limpeza urbana e infraestrutura voltado para a região. A instalação dos papa-lixos soma-se a outras melhorias viabilizadas em Planaltina durante a 7ª edição do GDF na Sua Porta, quando a governadora Celina Leão assinou 24 ordens de serviço. Ao todo, as ações representam investimentos de cerca de R$ 21 milhões na região. Fernando Pignata: "Antes, os produtores rurais faziam a queima e depositavam os resíduos em pontos inadequados. Com a implementação dos papa-lixos, a gente dá um destino correto aos resíduos materiais" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Os papa-lixos têm uma grande importância na questão do excesso de produção de resíduos que as áreas rurais produzem, e os produtores não tinham a destinação correta. Antes, eles faziam a queima e depositavam os resíduos em pontos inadequados. Com a implementação dos papa-lixos, a gente dá um destino correto aos resíduos materiais. Nós escolhemos os pontos a partir das comunidades que não tinham esse equipamento. Elas até tinham coleta semanal, porém a quantidade produzida era muito alta. Então nós escolhemos esses pontos conjuntamente com os presidentes de associação e a comunidade. Sem o GDF na Sua Porta, os processos demoravam devido às burocracias, mas o programa viabilizou o andamento das solicitações e trouxe melhorias para a área rural. Nós já tínhamos feito a solicitação dos papa-lixos para os órgãos competentes, mas foi o programa que trouxe, pontua o gerente de Apoio à Área Rural da Administração Regional de Planaltina, Fernando Pignata.   Fim do lixo acumulado e das queimadas Antes da chegada das estruturas, o descarte ocorria em lixeiras improvisadas que acumulavam resíduos. A moradora Tereza Cristina Souza Pires, presidente da Associação de Produtores Rurais do Quintas do Maranhão, de 62 anos, relata a mudança após a entrega do novo equipamento. Tereza Cristina Souza Pires: "Com o GDF na Sua Porta, a gente teve mais facilidade de chegar ao órgão competente e agilidade no processo, além de abertura para levar nossas necessidades" “Eram lixeiras improvisadas que não suportavam a quantidade de lixo, então a maioria dos resíduos acabava ficando no chão, isso em toda a área aqui da reserva ambiental. Era bem complicado, a gente às vezes tinha que fazer mutirão, chamar o SLU para nos ajudar a limpar a reserva. Com o GDF na Sua Porta, a gente teve mais facilidade de chegar ao órgão competente e agilidade no processo, além de abertura para levar nossas necessidades. A gente acaba sendo atendido mais rápido. Melhorou demais, a gente não vê mais lixo e ao redor está tudo limpo. Sem contar que a gente conscientiza a comunidade", celebra. "O SLU recolhe nos dias certos, e isso evita doenças para a comunidade. É unanimidade, todo mundo recebeu muito bem" Nicácio Apolinário, aposentado A presença dos papa-lixos também acabou com a bagunça provocada por animais, que espalhavam sacolas pelas vias e geravam mau cheiro nas proximidades das casas. O comerciante José Alves, 53, comemora a nova rotina no local. "Antes era bagunçado, o pessoal jogava de tudo, ninguém respeitava, tinha até carcaça de animal. E os cachorros bagunçavam. Agora está bacana: eu ‘tirei o chapéu’ para esse equipamento. É muito organizado, não tem mais como ninguém bagunçar, e a rua toda está satisfeita. A comunidade fica mais organizada", ressalta o morador. Além da organização estética da comunidade, a melhoria refletiu na preservação dos caminhos rurais e no bem-estar de quem circula pela região. O aposentado Nicácio Apolinário, 69, observa a diminuição dos riscos à saúde. "Como eu pedalo na reserva, sempre via a sujeira na pista. Os ônibus da escola passam lá em frente, e as crianças ficavam na parada ao lado do lixo jogado. Depois que colocaram o papa-lixo, a limpeza ficou maravilhosa, está bem organizado e diminuiu o mau cheiro. O SLU recolhe nos dias certos. Isso evita doenças para a comunidade. É unanimidade, todo mundo recebeu muito bem", assinala.

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GDF na Sua Porta: calçadas de Sobradinho são reformadas

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) está reformando as calçadas de Sobradinho. As obras foram anunciadas pela governadora Celina Leão durante a passagem do programa GDF na Sua Porta pela cidade, em agosto. De acordo com dados da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), o investimento é de cerca de R$ 1,1 milhão, contemplando aproximadamente 3.600 metros de área.   A intervenção foi dividida em sete trechos, sendo a área especial das quadras 14 e 13, e da parte residencial das quadras 13, 14, 15, 16 e 17. Os serviços incluem a retirada do passeio antigo, nivelamento da área, instalação do novo material, entre outros, compreendendo rotas de ônibus, escolas, igrejas, comércio e residências para oferecer segurança e conforto para os mais de 70,6 mil moradores da região. A execução é da empresa Construteq.  Os serviços incluem a retirada do passeio antigo, nivelamento da área, instalação do novo material, entre outros | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O assessor de obras da Administração Regional de Sobradinho, Ícaro Matheus Martins de Miranda, afirma que os pontos foram mapeados conforme a necessidade. Ele reforça a importância da ação. “Como Sobradinho é uma região cheia de árvores, as raízes passam por debaixo da calçada e acabam quebrando, levantando o concreto. Diante disso, reformamos e estamos deixando tudo certo para a população.”   O aposentado Manoel Pereira da Silva, 80 anos, caminha pela Quadra 17 de Sobradinho diariamente. Para ele, as obras levaram mais qualidade de vida para a comunidade. “As calçadas estavam muito estragadas, muitas pessoas tropeçavam e caíam. Agora ficou tudo 100%. Mais segurança e conforto para a gente”, diz.  Manoel Pereira da Silva: “As calçadas estavam muito estragadas, muitas pessoas tropeçavam e caíam. Agora ficou tudo 100%" A diretora da Escola Classe 04 de Sobradinho, Ana Claudia Silva, afirma que a reforma beneficia, principalmente, pessoas com dificuldade de locomoção. “Era difícil para nossos alunos cadeirantes, e perigoso para as crianças. Às vezes, elas saíam correndo e havia o risco de caírem, tropeçarem. Foi um ganho para toda a comunidade, para nossa escola e para o Centro de Ensino Fundamental 4, que fica do lado”, comenta.    O programa Criado em março deste ano, como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. O programa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. A iniciativa esteve no Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II, Samambaia, Colônia Agrícola 26 de Setembro, Ceilândia, Planaltina, Plano Piloto, São Sebastião, Recanto das Emas, Estrutural, Sobradinho e Sobradinho II, Sol Nascente/ Pôr do Sol, Taguatinga, Guará, Santa Maria, Brazlândia, Gama, Ponte Alta e Arniqueira. Ao todo, a governadora assinou 412 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais.

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Metrô suspende operação neste domingo (11/10) para manutenção preventiva

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) vai interromper seus serviços neste domingo (11/10) para a manutenção preventiva e operacional de grande porte nas vias permanentes, no trecho próximo à Estação Shopping, o que exige o fechamento das estações. A intervenção visa garantir o pleno funcionamento da operação metroviária, mantendo a segurança do sistema.  Por se tratar de uma manutenção complexa, em um ponto estratégico do sistema, a execução do serviço exige o bloqueio total das vias 1 e 2, simultaneamente, o que inviabiliza a circulação dos trens ao longo de toda a linha durante o período de trabalho.  O Metrô-DF reabre na segunda-feira (12) e funciona com horário estendido, das 7h à meia-noite, em função do feriado pelo dia de Nossa Senhora Aparecida | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Para otimizar a suspensão temporária do serviço e minimizar impactos futuros na rotina da população, o Metrô-DF mobilizará equipes técnicas para realizar também manutenções em outros sistemas, inclusive, na infraestrutura  das estações.   O Metrô-DF reabre na segunda-feira (12) e funciona com horário estendido, das 7h à meia-noite, em função do feriado pelo dia de Nossa Senhora Aparecida. O funcionamento será da seguinte forma: das 7h às 21h30 para embarque e desembarque em todas as estações; e das 21h30 à meia-noite para embarque e desembarque somente na Estação Central e apenas desembarque nas demais estações. *Com informações do Metrô-DF  

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Programa Aliança Protetiva

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Detran-DF divulga relação de mais de 5 mil motoristas sujeitos a suspensão

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) divulgou, nesta terça-feira (6/10), a relação de condutores que poderão ter o direito de dirigir suspenso em razão de infrações de trânsito. De acordo com a Instrução do Detran-DF nº 324, de 5 de outubro de 2026, 5.094 motoristas estão sujeitos à penalidade, que pode variar de dois a 12 meses, conforme a gravidade da infração cometida. Segundo a publicação, 4.161 motoristas, o equivalente a 81,6% do total, respondem a processo administrativo de suspensão por infrações envolvendo álcool e direção, seja por dirigir após o consumo de bebida alcoólica ou por se recusar a realizar o teste de etilômetro.  A lista inclui também condutores autuados por outras infrações gravíssimas, como disputar corrida, promover competição, exibir manobra perigosa, trafegar em velocidade superior à máxima permitida em mais de 50%, transpor bloqueio viário policial e usar o veículo para interromper, restringir ou perturbar a circulação na via sem autorização. Há ainda processos por dirigir ameaçando os pedestres ou os demais veículos, por deixar o condutor envolvido em sinistro com vítima de preservar o local ou de prestar ou providenciar socorro à vítima. A relação inclui ainda motociclistas autuados por dirigir sem capacete, fazer malabarismo ou transportar criança menor de dez anos de idade. A publicação da aplicação da penalidade ocorre após o esgotamento das possibilidades de defesa no âmbito do Detran-DF. Ainda assim, os motoristas serão notificados e terão o prazo de 30 dias, contados a partir da notificação, para interpor recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). Após o julgamento definitivo, ou caso não seja apresentado recurso no prazo, a penalidade será aplicada. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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Estudos Urbanos

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A criançada tem um motivo a mais para estudar sobre o DF

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Atlas do DF 2020

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Informações Socioeconômicas do DF

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Terracap oferece 36 imóveis em licitação exclusiva para entidades religiosas e de assistência social

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) lançou novo edital do Programa Igreja Legal, com 36 imóveis destinados exclusivamente a entidades religiosas de qualquer culto e entidades de assistência social. Os terrenos estão distribuídos por Brazlândia, Ceilândia, Jardim Botânico, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria e Sobradinho. As áreas ofertadas variam de 150 m² a 9.319,95 m², e os preços públicos mensais mínimos partem de R$ 208,50 e chegam a R$ 8.655. A maior área está localizada no Jardim Botânico, com 9.319,95 m², enquanto o menor imóvel, de 150 m², fica no Recanto das Emas. A maior parte dos terrenos tem dimensões entre aproximadamente 400 m² e 800 m². Samambaia concentra o maior número de oportunidades, com 15 imóveis. As áreas variam de 200 m² a 1.440 m², com preços públicos mensais mínimos entre R$ 342 e R$ 1.299. No Recanto das Emas, são seis terrenos, com áreas de 150 m² a 775,34 m² e preços públicos a partir de R$ 208,50. Já no Riacho Fundo II, há quatro imóveis, com áreas de 225 m² a 877,50 m². Entre os demais lotes, destacam-se o imóvel de 7.803 m² em Brazlândia, com preço público mensal mínimo de R$ 4.995, e o terreno de 5.659,14 m² no Paranoá, cujo valor mínimo mensal é de R$ 2.685. Em Santa Maria, são dois imóveis, de 700 m² e 1.400 m², enquanto Ceilândia conta com quatro oportunidades. Planaltina, Jardim Botânico e Sobradinho têm um imóvel cada. Como participar A caução deverá ser depositada até 28 de outubro, em qualquer agência do BRB, por depósito identificado, transferência eletrônica (TED) ou pagamento de boleto expedido no site da Terracap. As propostas deverão ser apresentadas no dia 29 de outubro, das 9h às 10h, no auditório da sede da Terracap ou por meio de formulário eletrônico, no mesmo período. Podem participar exclusivamente pessoas jurídicas constituídas como entidades religiosas ou de assistência social, sendo necessário que a entidade participante ou sua matriz tenha sido regularmente constituída há pelo menos um ano. A concessão é feita por meio de Concessão de Direito Real de Uso sem opção de compra (CDRU-S), com vigência de 15 anos, prorrogável uma vez por igual período. O imóvel deverá ser utilizado para a atividade religiosa ou de assistência social correspondente à natureza da entidade vencedora durante toda a vigência da concessão. O preço público mensal mínimo corresponde a 0,15% do valor de avaliação do imóvel, considerando o valor da terra nua. O pagamento começa após a assinatura da escritura pública de CDRU-S. Após dois anos, a entidade poderá solicitar a aplicação da moeda social, tornando a concessão gratuita mediante execução de plano de trabalho voltado a grupos vulneráveis. O certame é regulamentado pela Lei Distrital nº 6.888/2021 e pelo Decreto Distrital nº 43.209/2022, conforme estabelecido no próprio edital. O edital completo, com a relação dos imóveis, endereços, metragens, valores, cauções e demais condições de participação, está disponível no site da Terracap: www.terracap.df.gov.br. As entidades interessadas também podem obter mais informações na Divisão de Atendimento da Terracap, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, ou pelo telefone (61) 3350-2222. *Com informações da Terracap

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PIB

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Detran-DF divulga relação de mais de 5 mil motoristas sujeitos à suspensão

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Dia Mundial da Paralisia Cerebral reforça importância do cuidado precoce e da inclusão

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Quando um bebê demora mais para sustentar a cabeça, apresentar rigidez ou flacidez muscular, movimentar um lado do corpo de forma diferente ou demorar a alcançar etapas esperadas do desenvolvimento são sinais que merecem atenção. Nem sempre essas alterações significam paralisia cerebral, mas elas podem indicar a necessidade de uma avaliação especializada. Celebrado em 6 de outubro, o Dia Mundial da Paralisia Cerebral reforça a importância do diagnóstico, da assistência multiprofissional e de um olhar que veja a criança para além da deficiência. Identificar alterações precocemente pode favorecer o desenvolvimento de habilidades, prevenir complicações e contribuir para mais funcionalidade e autonomia. A paralisia cerebral reúne alterações permanentes do movimento e da postura decorrentes de uma lesão ou alteração no cérebro em desenvolvimento. A lesão que dá origem à condição não é progressiva, mas as manifestações e as necessidades da criança podem mudar ao longo do crescimento. Identificar os sinais da paralisia cerebral precocemente pode favorecer o desenvolvimento de habilidades, prevenir complicações e contribuir para mais funcionalidade e autonomia | Fotos: Divulgação/IgesDF No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), esse cuidado pode começar ainda na assistência neonatal e continuar ao longo da infância, conforme as necessidades de cada paciente. Relação com o parto Um dos principais mitos sobre a paralisia cerebral é associar automaticamente a condição à falta de oxigênio durante o nascimento. Segundo a chefe do serviço de neonatologia do HRSM, Phabyana Araújo, as causas são diversas e podem ocorrer antes, durante ou depois do parto. Prematuridade, baixo peso ao nascer, alterações no desenvolvimento cerebral, infecções e acidente vascular cerebral fetal ou neonatal estão entre os fatores associados à condição. "A paralisia cerebral pode ter diferentes causas. A alteração cerebral pode ocorrer ainda na gestação, durante o nascimento ou no período neonatal. Por isso, não podemos atribuir automaticamente o diagnóstico a um episódio ocorrido no parto" Phabyana Araújo, chefe do serviço de neonatologia do HRSM “A paralisia cerebral pode ter diferentes causas. A alteração cerebral pode ocorrer ainda na gestação, durante o nascimento ou no período neonatal. Por isso, não podemos atribuir automaticamente o diagnóstico a um episódio ocorrido no parto. Cada caso precisa ser analisado individualmente”, explica Phabyana. Uma das condições que podem provocar comprometimento neurológico é a encefalopatia hipóxico-isquêmica, quando há redução importante da oferta de oxigênio ou do fluxo sanguíneo para o cérebro. Ela pode ocorrer antes, durante ou depois do nascimento. “A encefalopatia hipóxico-isquêmica é uma lesão cerebral aguda e pode deixar sequelas neurológicas. Entre elas, a paralisia cerebral. Mas não é a única causa. Da mesma forma, um Apgar baixo, isoladamente, não permite concluir que houve asfixia ou lesão cerebral”, esclarece Phabyana. O Apgar é uma avaliação rápida feita logo após o nascimento para verificar as condições do bebê. A nota, que varia de zero a 10, leva em conta sinais como frequência cardíaca, respiração, tônus muscular, resposta aos estímulos e cor da pele. Um resultado baixo indica que o recém-nascido precisa de atenção, mas não permite, sozinho, diagnosticar falta de oxigênio, lesão cerebral ou prever paralisia cerebral. “Na neonatologia, reconhecer rapidamente um bebê que pode estar evoluindo com EHI é fundamental. É uma situação tempo-dependente e, quando a criança atende aos critérios, a hipotermia terapêutica iniciada precocemente pode melhorar os desfechos”, destaca Phabyana. O cuidado em crianças com paralisia é individualizado e pode envolver fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, pediatria, neurologia, ortopedia, enfermagem, nutrição e psicologia A atenção precoce é importante porque os primeiros anos de vida são marcados por intensa neuroplasticidade, capacidade do cérebro de se reorganizar e aprender. Quando existe diagnóstico ou risco elevado para paralisia cerebral, começar as intervenções o quanto antes pode favorecer habilidades, funcionalidade e participação, além de ajudar a prevenir complicações. O cuidado é individualizado e pode envolver fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, pediatria, neurologia, ortopedia, enfermagem, nutrição e psicologia. Dependendo da necessidade, podem ser utilizados órteses, tecnologias assistivas e recursos de comunicação alternativa. Além do diagnóstico Na Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos (UCPPed) do HRSM, esse olhar faz parte da rotina de assistência a crianças e adolescentes com condições crônicas complexas de saúde. A maioria dos pacientes atendidos no setor tem paralisia cerebral, incluindo crianças dependentes de tecnologias de suporte à vida. A unidade oferece assistência integral, humanizada e multiprofissional, com foco na funcionalidade, qualidade de vida, capacitação dos familiares e preparação para uma desospitalização segura, além de cuidados paliativos quando necessários. “Na UCPPed, não cuidamos apenas da paralisia cerebral, mas da criança em sua integralidade. Cada paciente tem capacidades, necessidades e uma história própria. Nosso trabalho é identificar potencialidades, favorecer funcionalidade e qualidade de vida e preparar a família para que esse cuidado tenha continuidade também fora do hospital”, destaca a chefe do Serviço da UCPPed, Lara Vieira. Dimensões diferentes  Paralisia cerebral não significa, necessariamente, deficiência intelectual. O comprometimento motor e o intelectual são dimensões diferentes. Uma criança pode ter grande dificuldade para andar ou falar e, ainda assim, compreender o que acontece ao seu redor. Da mesma forma, não falar não significa não compreender. Com os recursos adequados, muitas crianças podem se comunicar, participar das atividades da família, frequentar a escola e fazer escolhas. “Não podemos limitar uma criança ao que ela não consegue fazer. Algumas vão precisar de mais apoio, outras conquistarão maior independência, mas todas precisam ter oportunidades para se comunicar, participar, aprender e exercer escolhas dentro de suas possibilidades” Lara Vieira, chefe do Serviço da UCPPed “Não podemos limitar uma criança ao que ela não consegue fazer. Algumas vão precisar de mais apoio, outras conquistarão maior independência, mas todas precisam ter oportunidades para se comunicar, participar, aprender e exercer escolhas dentro de suas possibilidades”, reforça Lara. Nesse contexto, autonomia não significa necessariamente fazer tudo sozinho. Significa ter oportunidades de participar, expressar preferências e exercer escolhas com os apoios necessários. Onde buscar atendimento no DF Crianças com atraso no desenvolvimento ou alterações nos movimentos devem ser avaliadas por um profissional de saúde. Na rede pública, a Unidade Básica de Saúde (UBS) é a porta de entrada para avaliação e, quando necessário, encaminhamento para atendimento especializado. O Distrito Federal conta com centros especializados em reabilitação (CER) que oferecem atendimento multiprofissional para pessoas que necessitam de reabilitação, incluindo pacientes com paralisia cerebral. Os serviços podem envolver fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e outras especialidades, conforme a necessidade de cada paciente. *Com informações do IgesDF  

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SLU mobiliza 1,8 mil garis para limpeza das ruas após eleições

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) mobilizou cerca de 1,8 mil garis para reforçar a limpeza das ruas do Distrito Federal após o primeiro turno das eleições. As equipes começaram a atuar ainda na tarde de domingo (4/10) e continuaram nas ruas no dia seguinte, removendo os resíduos deixados durante o processo eleitoral. O trabalho de limpeza foi intensificado nas proximidades dos locais de votação e continuará ao longo da semana, até que todas as áreas sejam limpas.  Santinhos, panfletos e outras publicações tomaram as ruas: até a segunda-feira, cerca de 33 toneladas de resíduos tinham sido recolhidas pelo SLU | Foto: Divulgação/SLU Até o momento, aproximadamente 33 toneladas de resíduos já foram recolhidas. Entre os materiais encontrados pelas equipes estão santinhos, panfletos e outros impressos de campanha descartados em vias e espaços públicos. Com a realização do segundo turno, o SLU reforça o pedido de colaboração da população. A orientação é para que santinhos, panfletos e qualquer outro tipo de resíduo não sejam jogados no chão. Além de facilitar o trabalho dos garis, o descarte correto contribui para manter a cidade limpa, evitar o entupimento de bocas de lobo e reduzir os impactos causados pelo descarte irregular. A participação de cada cidadão é fundamental para manter o Distrito Federal mais limpo. No segundo turno, faça a sua parte: não jogue resíduos no chão e colabore com a limpeza urbana. *Com informações da SLU

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Informe Econômico

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Dia Mundial de Combate à Meningite destaca importância da prevenção

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Celebrado anualmente em 5 de outubro, o Dia Mundial de Combate à Meningite destaca a importância de prevenir a doença, cujas formas podem ser prevenidas por um conjunto de vacinas aplicadas desde os primeiros dias de vida até a adolescência. No Distrito Federal, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) tem mais de cem salas de vacina preparadas para atender as famílias e ampliar a proteção contra a doença. Os locais e horários de atendimento estão disponíveis neste site. A orientação aos pais ou responsáveis é ir até uma sala de vacina com um documento de identificação da criança e a caderneta de vacinação. As equipes de atendimento analisam a situação e indicam quais doses podem ser aplicadas, mesmo se houver atraso. A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Os pacientes podem apresentar febre alta, dor de cabeça, dificuldade para mexer o pescoço, vômitos e náuseas. A doença exige avaliação médica imediata, e a necessidade de internação e o tratamento dependem da causa e da gravidade do quadro. Os profissionais de saúde alertam para a importância da prevenção. "A meningite é uma doença endêmica no Brasil, o que significa que casos são esperados ao longo de todo o ano", afirma o gerente de Epidemiologia de Campo da SES-DF, Victor Bertollo Pôrto. Em 2025, foram registrados 106 casos e 11 óbitos no DF. Arte: Agência Saúde DF Vacinação Para prevenir diversas formas de meningite, há uma série de vacinas a serem aplicadas, começando pela BCG, aplicada preferencialmente ainda nas maternidades. Para manter a imunidade da criança, são aplicadas no início da vida: DTP-HB-Hib, pneumocócica conjugada VPC20/VPC10, meningocócica C e meningocócica ACWY. Juntos, esses imunizantes protegem contra diversos sorotipos de bactérias que podem causar a meningite, além de infecções virais gerais que podem evoluir para meningite. Considerando os esquemas dessas vacinas, há doses aplicadas aos 2, 3, 4, 5, 6, 12 e 15 meses, aos 4 anos e dos 11 aos 14 anos. "É de extrema importância seguir o calendário básico de vacinação porque foi pensado exatamente no momento ideal em que a criança vai gerar a melhor resposta e também o momento ideal de proteção para a criança, para que, quando ela for exposta àquele agente etiológico, ela já esteja protegida", afirma a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Idosos e grupos especiais A vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20) também é indicada para idosos a partir de 85 anos e indivíduos com comorbidades ou condições que aumentam o risco de doença pneumocócica grave, como imunossupressão, cardiopatias, doenças pulmonares crônicas, asma moderada ou grave, diabetes e certas condições neurológicas. Nesses casos, a aplicação depende de avaliação clínica e, quando necessário, de autorização prévia do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). A página do serviço reúne informações sobre o atendimento. Populações indígenas a partir de 5 anos de idade que não tenham histórico de vacinação prévia com vacina pneumocócica conjugada também devem tomar a vacina VPC20. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Lei viabiliza regularização e adequação de áreas destinadas a equipamentos públicos em sete regiões do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal sancionou a Lei nº 7.944, de 2 de outubro de 2026, de autoria do Poder Executivo, que autoriza a regularização e a adequação de áreas destinadas a equipamentos públicos em sete regiões administrativas: Plano Piloto, Gama, Taguatinga, Sobradinho, Ceilândia, São Sebastião e Recanto das Emas. A publicação está no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (5/10).  Elaborada no âmbito do planejamento e do ordenamento territorial desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a medida busca adequar a configuração urbanística das áreas à realidade existente. Em diferentes situações, equipamentos públicos já funcionam em terrenos que precisam de ajustes para regularização, ampliação ou adequação. Para isso, a lei autoriza operações urbanísticas como a desafetação e a afetação de áreas públicas, além da desconstituição de unidades imobiliárias. As medidas permitem criar, ampliar ou ajustar lotes destinados a equipamentos públicos. Ao todo, são 189.003,04 m² de áreas desafetadas, 37.271,77 m² de áreas afetadas, 1.690,45 m² provenientes de unidades imobiliárias desconstituídas e 440.867 m² de áreas anteriormente desafetadas que serão doadas à União. Somadas, as operações envolvem mais de 668 mil m².  Taguatinga: na região administrativa, medida promove ajustes em unidades imobiliárias para viabilizar a regularização da Feira Central e da Praça do Relógio | Fotos: Divulgação/Seduh-DF   Escolas e outros equipamentos públicos  Entre os locais contemplados estão unidades de ensino, equipamentos de assistência social, serviços públicos e espaços de atendimento à população: ⇒ No Gama, a lei permite a regularização de áreas do Centro Educacional nº 8 (CED 08) e do Centro de Ensino Médio nº 1 (CEM 01), além da ampliação de áreas destinadas ao Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) e ao Centro Interescolar de Línguas (CIL). ⇒ Em Ceilândia, as alterações abrangem o Centro de Ensino Médio nº 10, o Centro de Ensino Médio nº 12, uma área destinada ao Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), a Escola Classe nº 50, o Restaurante Comunitário, a Feira do Produtor, a Junta Militar e o Centro Comunitário. ⇒ Em Taguatinga, serão criadas unidades imobiliárias destinadas ao Conselho Comunitário de Segurança Pública e ao Conselho Tutelar. ⇒ Em São Sebastião, será regularizada uma área destinada ao Centro de Convivência do Idoso. No Recanto das Emas, a medida contempla, entre outros equipamentos, o Terminal Rodoviário e o Jardim de Infância da Quadra 603. ⇒ Em Sobradinho, estão previstas adequações relacionadas à Escola Classe nº 12 e a criação de unidade imobiliária destinada à Farmácia de Alto Custo. ⇒ No Plano Piloto, a lei contempla a realocação de unidades de Administração de Quadra nas regiões da SQS 202 e da SQN 313.  Em Ceilândia, as alterações abrangem a Feira do Produtor, o Centro de Ensino Médio nº 10 (CEM 10), o CEM 12, uma área destinada ao Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), a Escola Classe nº 50, o Restaurante Comunitário, a Junta Militar e o Centro Comunitário Adequação de áreas públicas  A legislação também estabelece mudanças na destinação e na configuração de áreas públicas para adequá-las ao uso existente: ⇒ Em Ceilândia, estão incluídos espaços relacionados à regularização da terceira etapa do Setor Habitacional Sol Nascente e do Parque Linear do Meio. ⇒ No Recanto das Emas, a medida permite adequar a área do Parque Urbano. Em Sobradinho, está previsto o ajuste do sistema viário contíguo à Escola Classe nº 12. ⇒ No Plano Piloto, estão previstas adequações relacionadas à Administração de Quadra da SQDN 407/408, além da regularização de uma quadra de esportes na SQN 313 e da realocação da unidade da SQS 202. ⇒ Em Taguatinga, a medida promove ajustes em unidades imobiliárias para viabilizar a regularização da Feira Central e da Praça do Relógio. Nesse último caso, a área onde está situada uma banca de jornal será incorporada integralmente ao espaço público da praça. Áreas destinadas à União A lei também autoriza a doação à União de áreas no Plano Piloto que já haviam sido desafetadas pela Lei Complementar nº 1.041, de 2024, que aprovou o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub). Entre as áreas estão aquelas destinadas à Administração Pública Federal, ao Anexo do Palácio do Planalto, ao Pavilhão de Metas, ao Ministério das Relações Exteriores e à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A doação será realizada mediante prévia avaliação, conforme estabelecido na legislação. Análise técnica Antes da publicação da lei no DODF, o texto já havia sido aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). As propostas passaram por análises técnicas da Seduh, que avaliaram aspectos urbanísticos, ambientais e fundiários, além das condições de infraestrutura e de possíveis interferências com redes de serviços públicos. Nos casos previstos na legislação, as propostas também foram submetidas ao Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), que emitiu pareceres favoráveis. O processo contou ainda com participação popular em audiências públicas realizadas nas regiões administrativas envolvidas. Com a sanção, as medidas passam a integrar o ordenamento jurídico do Distrito Federal e permitem o prosseguimento dos procedimentos necessários à regularização e à adequação das áreas contempladas. *Com informações da Seduh-DF

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Informe Econômico – edições anteriores

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Audiência pública vai discutir requalificação urbanística da QNN 11 em Ceilândia

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Moradores de Ceilândia e demais interessados poderão participar, no dia 18 de novembro, da audiência pública que vai apresentar e discutir a proposta de requalificação urbanística da Quadra QNN 11. O encontro será realizado às 19h, no auditório da Administração Regional de Ceilândia. Entre os pontos em discussão está a revisão dos usos do solo da área, com a possibilidade de ampliar a diversidade de atividades comerciais, de serviços, institucionais e industriais, especialmente nos trechos de maior circulação. A proposta também considera a implantação e a adequação do sistema viário e da infraestrutura urbana da região. A área da requalificação está localizada na QNN 11, entre as estações Ceilândia Centro e Ceilândia Norte, e integra áreas estratégicas de centralidade e dinamização urbana previstas no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). A análise da Seduh recomenda a concentração de atividades de maior diversidade nos eixos com maior acessibilidade e circulação, enquanto os lotes internos devem manter a possibilidade de usos diversificados já previstos na legislação. A proposta está relacionada ao projeto de urbanismo da QNN 11, que também prevê adequações na configuração dos lotes e no sistema viário. A audiência pública será um espaço para apresentação da proposta e participação da comunidade no debate sobre as mudanças previstas para a região. Mais informações estão disponíveis no site da Seduh: https://www.seduh.df.gov.br/category/audiencias-publicas. A convocação para a audiência foi publicada na edição do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) da última sexta-feira (2).  Serviço: → Audiência pública – Requalificação urbanística da QNN 11 → Data: 18 de novembro de 2026 (quarta-feira) → Horário: 19h → Local: auditório da Administração Regional de Ceilândia → Endereço: QNM 13, Módulo B, Área Especial, Ceilândia Sul, Brasília-DF, CEP 72.215-130   *Com informações da Seduh-DF

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GDF na Sua Porta leva iluminação pública e segurança a Santa Maria

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Mais de R$ 20 milhões foram investidos em um pacote de 18 ordens de serviço para Santa Maria, todas assinadas pela governadora Celina Leão em setembro, quando o programa GDF na Sua Porta passou por lá. Desse montante, cerca de R$ 380 mil foram aplicados em postes e luminárias espalhados pela cidade. Engenheiro eletricista da CEB IPes, Frederico Dourado afirma que a companhia, em conjunto com a Administração Regional de Santa Maria, mapeia as necessidades da população. A partir de então, são elaborados projetos técnicos de melhorias de iluminação pública. Cerca de R$ 380 mil foram aplicados em postes e luminárias espalhados em Santa Maria pelo programa GDF na Sua Porta | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília “Nós trabalhamos, principalmente, com a implantação de novos pontos de iluminação pública para permitir que a população local possa usufruir dos espaços públicos com mais qualidade no período noturno, aumentando a sensação de segurança e trazendo mais conforto para a população”, disse. Ao redor da Unidade Básica de Saúde nº 9, foram instalados oito postes de iluminação pública, com cinco luminárias de LED de 70 w e três luminárias de LED de 120 w, além da instalação de quadro de comando e condutores necessários. Neste local, foram investidos R$ 107.978,97.   Na CL 109 e na CL 101, houve implantação de iluminação pública no interior de toda a quadra, com um total de 37 braços de IP, 2 postes duplos e 41 luminárias de LED, sendo 37 de 70 w e quatro de 120 w, com total de R$ 65.455,35 em recursos; na Quadra 100, R$ 57.471,92 foram investidos na instalação de 4 postes para iluminar estacionamentos, com três luminárias de LED de 120 w e uma de 70 w. Geodeci Carvalho se sente mais segura para fazer as caminhadas dela na CL 101 A costureira Geodeci Carvalho, de 70 anos, transita a pé na região da CL 101 e comemorou o novo sistema de iluminação nessa área. De acordo com ela, o setor era escuro e despertava insegurança para a população que caminha por ali diariamente. “Antes, aqui era bem perigoso. Hoje em dia, está ótimo. A falta de luz era péssima. Hoje em dia, está bem melhor”, comentou a piauiense. Também na CL 101, em um campo de futebol de terra, foram instalados quatro postes de iluminação pública, com um total de 24 luminárias de LED de 240 w, além da instalação de quadro de comando, condutores e ferragens necessárias. Ao todo, foram investidos R$ 148.788,08 no local. Gráfico e dono de negócio nas proximidades do campo, Celso Soares Batista, de 68 anos, disse que a população aguardou 25 anos por um sistema de energia no local. Natural de Unaí, Minas Gerais, e morador do Distrito Federal há 66 anos, desde a fundação, ele conta que a circulação de pessoas e o comércio local foram transformados desde que os postes foram ligados. “Agora, as mulheres passam por aí, todo mundo passa, as crianças brincam. Melhorou o aluguel, minha empresa melhorou. Tudo melhora com mais iluminação”, afirmou. O empresário Celso Batista diz que a população esperava havia 25 anos por essas melhorias De acordo com o engenheiro eletricista da CEB IPes, a companhia leva em consideração indicadores utilizados pela Secretaria de Segurança Pública no processo decisório de instalação de equipamentos de iluminação pública. “As luminárias de LED trazem uma qualidade de iluminação técnica muito maior para as localidades, gerando também uma redução no consumo de energia. Nós conseguimos aliar tanto a questão de melhoria da segurança pública quanto também a redução das contas de energia elétrica do parque de iluminação pública”, explicou.

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IgesDF abre seleção para seis áreas com salários de até R$ 16 mil

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para seis novos processos seletivos simplificados. As oportunidades são para médico cirurgião vascular, médico ecografista vascular com doppler, enfermeiro estomaterapeuta, técnico de necropsia, analista de carreira e desempenho e analista de contratos, com remunerações que chegam a R$ 16.030,94. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As cargas horárias mínimas variam entre 12 horas e 40 horas semanais. Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação para jornadas superiores a seis horas, conforme previsão em acordo coletivo de trabalho, na forma de alimentação in natura ou auxílio-refeição, quando não houver fornecimento de alimentação no local de trabalho, além de auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho em reunião escolar, auxílio maternidade e paternidade estendidos e auxílio funeral, conforme os normativos internos e os acordos coletivos de trabalho. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo IgesDF | Foto: Divulgação/IgesDF Especialidades médicas Com remuneração bruta de R$ 16.030,94 e carga horária mínima de 24 horas semanais, a seleção para médico cirurgião vascular está prevista no Edital nº 101/2026. Para concorrer, é necessário possuir graduação em Medicina reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência ou título de especialista em Cirurgia Vascular e experiência mínima de seis meses na especialidade. Entre os diferenciais estão experiência no manejo de doenças arteriais obstrutivas periféricas, incluindo tratamentos clínico, cirúrgico e intervencionista, além de formação em angiorradiologia e cirurgia endovascular ou em radiologia intervencionista e angiorradiologia. Na área de ecografia vascular, o Edital nº 102/2026 oferece oportunidade para médico ecografista vascular com doppler, com remuneração bruta de R$ 9.057,84 e jornada mínima de 12 horas semanais. Os candidatos devem possuir graduação em Medicina, registro no CRM, residência ou título de especialista em radiologia, cirurgia vascular ou angiologia e certificado de área de atuação em ecografia vascular com doppler. Também é exigida experiência mínima de seis meses na realização desses exames. Enfermagem Para enfermeiro estomaterapeuta, a remuneração bruta é de R$ 4.894,57, com carga horária mínima de 36 horas semanais. A oportunidade integra o Edital nº 103/2026. Podem participar profissionais com graduação em Enfermagem reconhecida pelo MEC, registro no Conselho Regional de Enfermagem (Coren), pós-graduação em andamento em estomaterapia ou dermatologia e experiência mínima de seis meses em uma dessas áreas. Área técnica O processo destinado a técnico de necropsia oferece remuneração bruta de R$ 2.524,83 e jornada mínima de 36 horas semanais. A seleção está prevista no Edital nº 104/2026. Os candidatos devem possuir curso técnico completo em Necropsia e experiência mínima de seis meses na função. Entre os requisitos desejáveis estão cursos de anatomia humana, anatomia patológica ou medicina legal, com carga horária mínima de 40 horas. Carreira e desempenho Na área de gestão de pessoas, o cargo de Analista III – Carreira e Desempenho tem remuneração bruta de R$ 5.886,92 e carga horária mínima de 40 horas semanais, conforme o Edital nº 105/2026. A oportunidade é destinada a profissionais graduados em administração, gestão de recursos humanos, processos gerenciais, gestão pública ou psicologia, com pós-graduação na área de gestão de pessoas ou gestão de remuneração. Também são exigidas experiências mínimas de seis meses em cargos e salários, gestão e análise de indicadores de recursos humanos e acompanhamento de custos de pessoal, além de cursos de Cargos e Salários e Excel. Entre os diferenciais estão experiência com implantação de plano de cargos e salários e avaliação de desempenho, além de cursos de Treinamento e Desenvolvimento ou Avaliação de Desempenho e do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Contratos Já para Analista II — Contratos, o salário bruto é de R$ 5.119,06, com jornada mínima de 40 horas semanais. A vaga integra o Edital nº 106/2026. Podem participar profissionais graduados em Administração, Direito, Gestão Pública ou Gestão Hospitalar, com pós-graduação completa ou em andamento em áreas relacionadas à gestão e fiscalização de contratos, Direito Administrativo, Gestão Pública ou Gestão Hospitalar. Também são exigidos curso de gestão ou fiscalização de contratos, com carga horária mínima de 40 horas, e experiência mínima de seis meses como analista na área de contratos administrativos. Curso do SEI, capacitação em Excel e experiência com contratos em instituições de saúde, ambiente hospitalar ou administração pública são considerados diferenciais. Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site processoseletivo.igesdf.org.br, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os processos permitirão que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial, técnica e administrativa das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF amplia seu banco de profissionais para fortalecer as equipes e contribuir para a qualidade e a capacidade de atendimento à população do Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Evento reúne trabalhos científicos de alunos de escolas públicas do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Estudantes da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal terão um dia dedicado à ciência, à pesquisa e à tecnologia durante a Etapa Regional de Taguatinga do 15º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal. O evento será realizado nesta quinta-feira (8/10), das 8h às 16h30, no Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (Cemeit), com expectativa de reunir entre 1.500 e 2 mil participantes. A programação contará com cerca de 40 trabalhos científicos desenvolvidos por estudantes de diferentes etapas e modalidades da Educação Básica. Os projetos serão apresentados, avaliados e compartilhados ao longo do dia, em uma programação que também inclui atividades de instituições parceiras. Com o tema “Elas na Ciência: conectando saberes, tecnologia e meio ambiente”, a edição de 2026 destaca a participação feminina na ciência e reúne propostas relacionadas à ciência, tecnologia, inovação, sustentabilidade e meio ambiente. O Circuito também busca estimular a investigação, a criatividade, a produção e a divulgação do conhecimento desenvolvido nas escolas. Atividades de robótica estão entre as atividades | Foto: Divulgação Entre as atividades previstas estão experiências de realidade virtual, jogos e ações de educação empreendedora, além de atividades de robótica, impressão 3D e oficina de foguetes de papel. A etapa regional integra uma iniciativa que chega à sua 15ª edição em 2026. Como referência do alcance do Circuito, em 2024 cerca de 80 mil estudantes das 14 coordenações regionais de ensino (Cres) participaram das atividades, com 512 trabalhos científicos apresentados nas etapas local, regional e distrital. Além de valorizar a produção científica realizada nas escolas públicas, o Circuito cria oportunidades para que crianças e jovens desenvolvam habilidades de investigação, criatividade, pensamento crítico e comunicação científica. Os trabalhos selecionados nas etapas regionais poderão avançar para a Etapa Distrital, conforme os critérios estabelecidos pelo regulamento. SERVIÇO → Etapa Regional de Taguatinga do 15º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal → Data: quinta-feira (8/10) → Horário: das 8h às 16h30 → Local: Cemeit – Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga → Endereço: QNB 01, Área Especial 01, Taguatinga Norte, Brasília-DF → Público estimado: 1.500 a 2.000 participantes → Participação: visitantes não precisam realizar inscrição prévia.   *Com informações da Secti-DF

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Índice de Desempenho Econômico do Distrito Federal – Idecon

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Pesquisas em andamento

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Pesquisas Telefonicas

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GDF na Sua Porta melhora iluminação e amplia infraestrutura no Guará

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A nova iluminação mudou a rotina na quadra poliesportiva da QE 34, no Guará. Segundo a garçonete Patrícia Brito, 26 anos, o espaço era escuro e pouco frequentado à noite. “A iluminação trouxe uma mudança muito grande. Antes, a quadra vivia vazia e, agora, está sempre cheia de crianças. Os pais também se sentem mais seguros com a iluminação”, diz a moradora da QE 40. Quem trabalha no quiosque em frente à quadra também percebeu a mudança. Para o churrasqueiro Gilmar Vaz, 43 anos, a iluminação pública levou mais movimento para o comércio. “Já percebemos a comunidade voltando a ocupar o espaço. A praça voltou a ser um ponto de encontro para a prática de esportes. As pessoas vêm mais tarde para jogar e até ensaiar dança”, conta. O churrasqueiro Gilmar Vaz comemora o aumento no movimento: "A praça voltou a ser um ponto de encontro para a prática de esportes. As pessoas vêm mais tarde para jogar e até ensaiar dança" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A quadra da QE 34, Conjunto K, é um dos três espaços do Guará que receberam nova iluminação por meio do programa LED Dá Jogo, da CEB IPes. Também foram beneficiados o estacionamento da QI 20, Área Especial, em frente ao Colégio Piaget; e o campo de futebol entre a QE 19 e a QE 21.   Segundo o engenheiro eletricista da CEB IPes, Frederico Dourado, a escolha dos locais considera as demandas apresentadas pela população e pelas administrações regionais. “A partir dessas demandas, avaliamos a viabilidade técnica para implantar novos pontos de iluminação. O objetivo é permitir que a população utilize esses espaços com mais qualidade, inclusive no período noturno”, explica. Fernando Sousa, 44 anos, joga futebol no campo há mais de 20 anos e diz que a nova iluminação já levou mais movimento ao local à noite. “Depois que chegou essa iluminação, a criançada fica aqui a partir das 18h até umas 21h. Os moradores também passam sem preocupação, porque ficou muito bem iluminado”, afirma. Para Fernando Sousa, a nova iluminação passa maior sensação de segurança à população Na QE 34, foram instalados quatro postes de aço e quatro luminárias LED de 120 watts, com investimento de R$ 59,1 mil. No campo entre as QEs 19 e 21, foram instaladas 18 luminárias de 240 watts, com investimento de R$ 113,5 mil. Já na QI 20, quatro luminárias de 240 watts foram instaladas em dois postes, ao custo de R$ 26,9 mil. Para a arquiteta da Administração Regional do Guará, Raquel Orbe de Assis, as melhorias atendem a demandas antigas da comunidade. “Muitos locais ainda utilizavam lâmpadas de vapor de sódio e precisavam de melhorias. Com o LED, esses espaços ficam mais seguros e podem ser melhor aproveitados pela população”, explica. Mais infraestrutura O novo estacionamento ao lado do Parque Urbano Bosque dos Eucaliptos tem a capacidade para 23 vagas Além da nova iluminação, o GDF na Sua Porta atendeu a uma antiga demanda dos moradores da QE 44. Ao lado do Parque Urbano Bosque dos Eucaliptos, foi construído um estacionamento com 45 metros de comprimento por 15 metros de largura e cerca de 23 vagas. A obra foi feita pela Novacap e recebeu investimento de R$ 350 mil.  Segundo a arquiteta da administração, o estacionamento atende a uma área com igreja, comércio e equipamentos esportivos. “Essa é uma área do Bosque dos Eucaliptos que está incluída no plano de ocupação, que já foi aprovado pela Seduh. É uma grande melhoria. O estacionamento foi feito com piso intertravado e uma quantidade de vagas que atende a população, principalmente a igreja”, ressalta. Antônio dos Santos, 64 anos, frequenta a igreja da região há 20 anos e conta que o novo estacionamento facilitou o acesso. “Isso aqui é uma mão na roda para todo mundo. Aos domingos, aqui fica cheio. Além de não ter mais lama, não tem aquele problema de animais, pedras, cacos de vidro e outras coisas que ficavam espalhadas por aqui. Está beneficiando todo mundo“, diz o mestre de obras.

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