DISPENSA ELETRÔNICA Nº 06/2026
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2026
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Programa Parque Educador abre 72 vagas para escolas públicas
Por meio de parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e o Instituto Brasília Ambiental, a Secretaria de Educação (SEEDF) abriu o período de inscrições para o primeiro semestre de 2026 do programa Parque Educador. As inscrições podem ser feitas neste link. Programa terá atividades organizadas por etapas de quatro e dez encontros semanais | Foto: Evelyn Galvão/SEEDF “O Parque Educador transforma parques e unidades de conservação em ambientes educativos, articulando teoria e prática” Cibele Lima, chefe do Núcleo de Educação Ambiental da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral A ação tem 72 vagas, organizadas em modalidades de quatro e dez encontros semestrais, com prazo até 6 de março, e incentiva escolas da rede pública a utilizarem parques e unidades de conservação como ambientes educativos, fortalecendo o eixo de sustentabilidade do Currículo em Movimento. O programa oferece transporte e estrutura para as visitas. À escola cabe a organização do lanche e o acompanhamento dos estudantes por, no mínimo, dois responsáveis. “O Parque Educador transforma parques e unidades de conservação em ambientes educativos, articulando teoria e prática”, resume a chefe do Núcleo de Educação Ambiental da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin), Cibele Lima. “Os estudantes vivenciam temas como sustentabilidade, cidadania e preservação ambiental a partir do contato direto com o território e com o Cerrado.” De acordo com a gestora, a ação contribui também para democratizar o acesso ao meio ambiente, fortalecer o currículo escolar e estimular o sentimento de pertencimento e responsabilidade socioambiental entre os alunos da rede pública. Aprender com a natureza [LEIA_TAMBEM]Criado em 2018, o programa já atendeu milhares de alunos em unidades de conservação do DF, como os parques ecológicos de Águas Claras, Sucupira, Saburo Onoyama, Três Meninas e Riacho Fundo. Segundo a professora Ana Carolina Gonçalves, executora do programa pela SEEDF, mais de 23 mil jovens já participaram das atividades, que tornam o aprendizado mais próximo da realidade. “A experiência fora da sala de aula desperta maior interesse dos estudantes e fortalece o protagonismo juvenil”, afirma a docente. Como resultado, escolas participantes já levaram projetos desenvolvidos no programa para o Circuito de Ciências e para a Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente. Para Ana Carolina, o impacto do Parque Educador vai além das visitas aos parques. “O programa fortalece os projetos político-pedagógicos das escolas e contribui para a formação de jovens mais conscientes e atuantes em suas comunidades”, enfatiza. *Com informações da Secretaria de Educação
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Nova Escola Classe 425 amplia oferta de vagas e melhora rotina escolar em Samambaia
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Nova Escola Classe 425 amplia oferta de vagas e transforma rotina escolar em Samambaia
Há três meses, a comunidade escolar de Samambaia comemorou a entrega da nova estrutura da Escola Classe (EC) 425. Com investimento de R$ 14 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a antiga “escola de lata” deu lugar a um prédio moderno, acessível e adequado às necessidades pedagógicas dos estudantes. A unidade, que funcionava em instalações provisórias desde 1991, agora atende 700 alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, um aumento em relação aos 600 que havia antes. Capacidade atual da escola é de aproximadamente 700 estudantes; direção manteve turmas reduzidas para garantir o atendimento a alunos atípicos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias” Liliene de Souza, diretora da EC 425 Segundo a diretora da unidade, Liliene de Souza, a nova estrutura representa uma conquista esperada há mais de três décadas. Ela conta que a antiga escola havia sido construída de forma provisória, com blocos de madeira e apenas um pavimento térreo. “Se considerarmos turmas com 30 estudantes, poderíamos atender aproximadamente 1.100 crianças; entretanto, mantemos diversas turmas reduzidas para garantir o atendimento adequado aos nossos estudantes atípicos”, explica a gestora. “Por isso, neste momento, nossa capacidade é de cerca de 700 estudantes.” Estrutura reforçada A escola recebe estudantes da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, da faixa etária dos 4 aos 11 anos. O número de salas aumentou de 15 para 18, o que permitiu abrir cerca de 100 novas vagas. “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias”, ressalta Liliene. Uma quadra de esportes coberta faz parte das novas aquisições da escola Além do aumento de salas de aula, a escola também recebeu quadra de esportes coberta, laboratórios, biblioteca, auditório e estacionamento. Uma das professoras do espaço, Lannuccia Borges, conta que a mudança estrutural da unidade representa uma verdadeira virada de página. Ela relata que trabalha na escola há quatro anos, mas apenas neste ano pôde lecionar em um prédio novo e adequado. Antes da reforma, a realidade era muito diferente. “Tínhamos uma estrutura bastante precária, que dificultava o nosso trabalho pedagógico e também a aprendizagem das crianças”, afirma. “Não basta o professor planejar e querer fazer um bom trabalho se não houver condições adequadas para isso.” A docente lembra que o termo “escola de lata” surgiu pela precariedade da antiga construção: “Eram janelas quebradas, portas que não fechavam, tetos que caíam quando chovia. As crianças tinham medo, e nós, professores, também, mas precisávamos demonstrar coragem para acolhê-las da melhor forma possível”. Nova realidade Elisete Pereira, professora e mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia: “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares” Mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia, a professora Elisete Pereira descreve o sentimento de impotência diante do cenário antigo. “Era muito triste ver meu filho estudando em um lugar sem segurança, sem conforto, sem uma quadra de esportes, sem espaços adequados”, lembra. “As salas eram quentes, pequenas e mal ventiladas. Como mãe, a gente quer o melhor para os filhos, e era doloroso saber que eles não tinham acesso a uma escola com estrutura digna. Muitas mães compartilhavam esse mesmo sentimento de tristeza e preocupação.” A professora Lannuccia Borges elogia a estrutura do novo prédio: “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender” Hoje, ela vive a realidade completamente diferente da nova EC 425, e com um vínculo ainda mais forte, agora como professora. “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares”, comemora. “Temos acessibilidade para cadeirantes, refeitório, biblioteca, salas amplas e arejadas. É um ambiente acolhedor, bonito, pensado para o aprendizado e o bem-estar das crianças”. Impacto Segundo Lannuccia Borges, a nova estrutura interfere diretamente no aprendizado. “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender”, pontua. “Cada aluno tem seu tempo, mas se o ambiente oferece conforto e recursos, o desenvolvimento é muito mais significativo.” [LEIA_TAMBEM]Com a nova estrutura, os benefícios não se limitam aos alunos. “Estamos todos mais motivados, gestão, coordenação e docentes”, afirma a professora. “Hoje temos salas amplas, arejadas, com armários, televisões e espaços adequados para projetos. Antes, chegávamos e não conseguíamos abrir o armário porque estava estragado. Agora, tudo funciona. Isso nos dá vontade de planejar mais, de inovar nas aulas”. Com obras coordenadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), agora o novo espaço conta com uma área total construída de 4.464,82 metros quadrados, para oferecer mais conforto e qualidade no ensino das crianças. São 18 salas de aula, laboratórios de informática e artes, biblioteca, auditório, refeitório, cozinha, depósito, área de recreação, parquinho e sanitários. A escola tem ainda 30 vagas de estacionamento e uma quadra coberta de 768 metros quadrados. A aluna Beatriz Fonseca, de 10 anos, também comemora o novo espaço de aprendizagem. Entre os novos espaços, ela conta o que mais chama atenção: “A biblioteca, o refeitório e os banheiros. Dá mais gosto vir para uma escola assim, maravilhosa”.
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Resultados 2026 – Clique aqui para consultar! Mérito Cultural – Resultado Definitivo
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Taguatinga recebe, nesta quinta (5), ação de acolhimento à população em situação de rua
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 11 endereços distintos em Taguatinga, nesta quinta-feira (5), a partir das 9h. A ação é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Também participam o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. Abordagens incluem oferta de transporte de pertences pessoais aos lugares indicados | Foto: Agência Brasília As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Será ainda oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias fizeram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos de ação em Taguatinga para esta quinta. ⇒ Imediações do Centro Pop de Taguatinga ⇒ Área verde em frente ao Pronto-Socorro do Hospital Regional de Taguatinga ⇒ QND 59, ao lado do Lote 38 ⇒ Central Quadra C5, marquise do Lote 6 ⇒ Central Quadra C7, marquise da loja Casas Bahia ⇒ Central Biblioteca Pública, Av. Comercial ⇒ C 12, atrás do Lote 13 ⇒ QNL 4, Bloco D, próximo ao Edifício Braz Viana ⇒ Lateral da UBS 2 ⇒ QS 3, lotes 3, 5, 7, 9 — Pátio Capital ⇒ Próximo à Neoenergia (ao lado da Estação Furnas). *Com informações da DF Legal
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Pediatria do Hospital Regional de Ceilândia é reformada
O setor pediátrico do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) foi completamente reformado. O objetivo é oferecer mais conforto aos pacientes e suas famílias, assim como melhores condições de trabalho para os servidores da unidade. Com um investimento de mais de R$ 434 mil, as adequações foram concluídas em cerca de seis meses. Com desenhos nas paredes, novas enfermarias oferecem mais conforto e ambiente convidativo | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Quando um ambiente é organizado e tem um fluxo que funciona, as equipes conseguem desempenhar um trabalho mais eficiente” Adeane Azevedo Costa, supervisora do Pronto-Socorro de Enfermagem e da Internação Pediátrica do HRC As mudanças podem ser percebidas na troca das luminárias, na instalação de aparelhos de ar-condicionado, no espaço para novos leitos e no piso. Também passaram por adequações a brinquedoteca, as salas de nebulização, de vacina e de medicação, os banheiros e os espaços voltados à equipe, como a Sala de Enfermagem. Enfermaria mais alegre Já nas enfermarias, as crianças agora são atendidas em um ambiente mais convidativo, rodeado por figuras lúdicas. Também foram adquiridos equipamentos importantes, como eletrocardiogramas e aparelhos de ultrassom novos, além de mesas, camas e cadeiras. "A revitalização no setor é um investimento direto na saúde e no bem-estar das nossas crianças”, avalia o diretor do HRC, Fabrício Paz. “Um espaço acolhedor, seguro e adequado contribui não apenas para a recuperação clínica, mas também para o conforto emocional dos pacientes e de suas famílias.” De acordo com a supervisora do Pronto-Socorro de Enfermagem e da Internação Pediátrica do HRC, Adeane Azevedo Costa, as melhorias impactaram diretamente a assistência. “Quando um ambiente é organizado e tem um fluxo que funciona, as equipes conseguem desempenhar um trabalho mais eficiente”, enfatiza. Atendimento no DF e Entorno [LEIA_TAMBEM]O HRC é referência para a população de Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente e Pôr do Sol. Além disso, atende moradores do Entorno do Distrito Federal, como Águas Lindas (GO) e Santo Antônio do Descoberto (GO). A unidade hospitalar conta com serviços de referência, como o de pediatria, que possui capacidade para internar até 23 crianças, sempre com acompanhante. Em 2024, o setor registrou 5,7 mil internações de pacientes de até 14 anos. Já o pronto-socorro pediátrico tem 15 leitos, sendo quatro para pacientes graves e um de isolamento. *Com informações da Secretaria de Saúde
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No Riacho Fundo II, 320 pessoas conquistam o sonho da casa própria
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Campanha Cartão Vermelho para o Racismo entra em campo na decisão entre Flamengo e Corinthians no Mané Garrincha
A decisão da Supercopa Rei entre Flamengo e Corinthians, neste domingo (1º/2), às 16h, na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília, terá mais do que a disputa por um título em campo. Diante de um público estimado em 70 mil pessoas, o estádio será palco de uma grande manifestação coletiva contra o racismo com a realização da campanha Cartão Vermelho para o Racismo. Antes do apito inicial, servidores da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) distribuirão cartões vermelhos na entrada do estádio. Em seguida, torcedores, jogadores, comissões técnicas e equipe de arbitragem levantarão os cartões simultaneamente, formando um minuto de protesto e conscientização contra qualquer forma de discriminação racial. Antes do apito inicial, servidores da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) distribuirão cartões vermelhos na entrada do estádio | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF A ação também será reforçada nos telões e nas peças de comunicação visual da arena, levando ao público a mensagem de tolerância zero ao racismo e de valorização da diversidade. A iniciativa transforma um dos símbolos mais conhecidos do futebol em ferramenta de mobilização social. Criada pela Sejus-DF em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a campanha estreou em maio de 2025, na partida entre Vasco e Palmeiras, também no Mané Garrincha, e desde então percorre estádios de diferentes regiões do país. O gesto já foi repetido em jogos do Campeonato Candango, da Copa do Brasil, de várias séries do Campeonato Brasileiro e do Campeonato Brasileiro Feminino Sub-17, sempre com adesão de atletas, árbitros e torcedores. Em Belém (PA), mais de 45 mil pessoas levantaram o cartão vermelho no clássico entre Remo e Paysandu, demonstrando a força da mobilização coletiva e ampliando o alcance nacional da mensagem antirracista. A campanha de combate ao racismo já foi realizada em vários campeonatos nacionais Idealizadora da iniciativa, a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destaca que a proposta é transformar o futebol em vitrine permanente de conscientização. “Esse acordo com a CBF firma o compromisso do futebol em abrir espaço para falarmos de igualdade racial. Em todas as comunicações nos estádios, a mensagem será a mesma: cartão vermelho para o racismo”, afirma. Para o presidente da CBF, Samir Xaud, a campanha reforça o papel social do esporte. “O futebol é de todo mundo e não aceita mais esse tipo de atitude. Temos que ser duros contra o racismo e fazer essa mensagem chegar a todo o país”, declarou. Acordo oficializa campanha nas competições nacionais Nesta quinta-feira (29), o Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) publicou o extrato do Acordo de Cooperação Técnica entre o Governo do Distrito Federal, por meio da Sejus-DF, e a CBF. O documento oficializa a realização da campanha nas principais competições organizadas pela entidade, como Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Brasileirão Feminino A-1 e Copa do Brasil Feminina. [LEIA_TAMBEM]Assinado em agosto de 2025 pelo governador Ibaneis Rocha, o acordo tem vigência até 2027 e consolida a iniciativa como política permanente de enfrentamento ao racismo nos estádios. A parceria integra a Política Distrital de Prevenção e Combate ao Racismo nos Estádios, instituída pela Lei Vinícius Júnior, e estabelece cooperação para ações de comunicação, mobilização de público e promoção de práticas antidiscriminatórias no futebol brasileiro. Com isso, o gesto de erguer o cartão vermelho deixa de ser uma ação pontual e passa a integrar o calendário oficial do esporte, levando a mensagem de respeito, diversidade e tolerância zero ao racismo a milhões de torcedores em todo o país. *Com informações da Sejus-DF
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