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UPA de Planaltina amplia acesso à prevenção com vacinação e avaliações de saúde
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Uma vacina atrasada, uma pressão acima do normal ou uma alteração na glicemia podem passar despercebidas em meio à correria do dia a dia. Na UPA de Planaltina, uma ação conjunta entre o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) transformou a passagem pela unidade em uma oportunidade para colocar a vacinação em dia e identificar sinais que merecem atenção. Pacientes, acompanhantes e colaboradores puderam atualizar a caderneta de vacinação, aferir a pressão arterial, verificar a glicemia e receber orientações de saúde. Os serviços foram oferecidos em um espaço organizado especialmente para a atividade, sem interferir no fluxo habitual de atendimento da UPA. Pacientes, acompanhantes e colaboradores puderam atualizar a caderneta de vacinação, aferir a pressão arterial, verificar a glicemia e receber orientações de saúde | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF A enfermeira Natália Pereira explica que uma equipe foi direcionada exclusivamente para a ação, enquanto os demais profissionais mantiveram a assistência na unidade. “A gente faz essas ações para conscientizar a população sobre a importância de manter as vacinas em dia e também para verificar e alertar caso a pressão ou a glicemia estejam alteradas”, explica. Um alerta antes da urgência A aferição da pressão e o teste de glicemia podem revelar alterações em pessoas que até então desconheciam uma possível condição de saúde. Quando necessário, é realizada uma avaliação inicial e a orientação é procurar equipes de atenção primária para dar continuidade ao acompanhamento. “Quanto mais cedo conseguirmos descobrir e cuidar dessas condições, menor a chance de essa pessoa chegar depois a um pronto-socorro em uma situação mais grave” Rogério Tavares, gestor da UPA de Planaltina “Às vezes, tem paciente que nem sabe que está com uma alteração. Ele chega à unidade, encontra um serviço como esse e a gente consegue identificar. Depois, encaminhamos para a Unidade Básica de Saúde mais próxima da casa dele, onde poderá ter o acompanhamento adequado”, relata o gestor da UPA de Planaltina, Rogério Tavares. “Quanto mais cedo conseguirmos descobrir e cuidar dessas condições, menor a chance de essa pessoa chegar depois a um pronto-socorro em uma situação mais grave”, destaca. A analista de recursos humanos Juliana Fonseca aproveitou a oportunidade para conferir sua situação vacinal. “Eu acho muito importante a iniciativa porque, muitas vezes, a gente não tem tempo para sair e atualizar o cartão de vacina. Ter essa possibilidade aqui facilita para nós, como colaboradores, e também ajuda a população”, comenta. A própria Natália esteve entre os profissionais que atualizaram as doses. “Pela profissão, a gente já precisa estar com o cartão atualizado. Aproveitei para tomar as vacinas contra covid-19 e gripe e deixar tudo certinho”, conta. *Com informações do IgesDF
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Central monitora hospitais e UPAs 24 horas por dia e ajuda a identificar situações de risco
De uma única sala, profissionais acompanham, em tempo real, o movimento de hospitais e UPAs espalhados pelo Distrito Federal. Quando algo foge da rotina, as imagens ajudam a identificar o que está acontecendo e a orientar a equipe que precisa agir no local. Essa operação funciona dia e noite. A central de monitoramento funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, e acompanha o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital do Sol Nascente e as 13 unidades de pronto atendimento (UPAs). Enquanto pacientes, acompanhantes, visitantes e profissionais circulam pelas unidades, os operadores observam nas telas entradas e saídas, áreas internas e externas e movimentações que fogem da rotina. Conflitos, aglomerações, acessos indevidos, furtos, quedas e outras situações de risco estão entre as ocorrências que podem ser identificadas durante o acompanhamento. Monitoramento que não para Na central de monitoramento, equipe acompanha a movimentação em hospitais e UPAs em tempo real | Foto: Divulgação Quando alguma movimentação chama a atenção, o operador verifica as imagens para entender o que está acontecendo. Confirmada a necessidade de intervenção, a informação é repassada à segurança ou à equipe da própria unidade. A central consegue indicar o local da ocorrência, o que foi identificado e, quando as imagens permitem, até a direção em que uma pessoa está se deslocando. O acompanhamento não termina com o acionamento. O objetivo é permitir que os profissionais cheguem ao local e verifiquem a situação antes que ela evolua para algo mais grave. Para preservar as pessoas envolvidas e a segurança da operação, outros detalhes da ocorrência não são divulgados. É justamente a atenção ao que foge da rotina que faz parte do dia a dia de quem trabalha diante das telas. A central não substitui os profissionais que estão nas unidades. Ela amplia o campo de visão das equipes e ajuda a fazer com que a informação chegue mais rapidamente a quem precisa agir. O sistema integra o trabalho de segurança das unidades e funciona de forma ininterrupta. Integração com a segurança pública A tecnologia também auxilia nesse trabalho. O sistema dispõe de recursos de inteligência artificial capazes de identificar determinadas situações e emitir alertas. Mas a decisão não fica a cargo da máquina. Antes de qualquer encaminhamento, o que aparece nas telas é analisado por um profissional. A estrutura acompanha ainda recursos utilizados para controlar a entrada e a circulação de pessoas em áreas específicas das unidades, como catracas eletrônicas e identificação facial. O trabalho também conta com integração com a segurança pública do Distrito Federal. A conexão facilita a comunicação quando uma ocorrência exige esse tipo de atuação. Na prática, as informações identificadas pela central podem contribuir para uma resposta mais ágil em situações de maior gravidade. O acesso às imagens é restrito a profissionais autorizados e segue regras de segurança, confidencialidade e proteção de dados. Quando uma gravação é solicitada pela polícia, pelo Ministério Público ou pela Justiça, o fornecimento obedece aos procedimentos formais previstos para cada situação.
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