Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Sentinela transporta 86º coração para transplante

Ler mais...

Thumbnail

Projeto reforça proteção às mulheres e registra prisões nos primeiros dias de atuação

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Apoio para sair de casa, buscar pertences e chegar a um local seguro. Essas necessidades imediatas estão entre as frentes de atuação do projeto Pronto Atendimento à Mulher, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O balanço inicial reúne centenas de atendimentos e denúncias averiguadas, além de prisões e encaminhamentos à rede de proteção. O projeto mobiliza as delegacias circunscricionais, que atendem o Plano Piloto e as demais regiões administrativas, e integra o Departamento de Polícia Circunscricional (DPC) e as delegacias do Departamento de Polícia Especializada (DPE), como as delegacias especiais de atendimento à mulher — Deam I e Deam II. Entre 1º e 13 de setembro, as delegacias do DPC registraram 219 atendimentos a vítimas de violência doméstica, averiguaram 328 denúncias dessa natureza e efetuaram 16 prisões em flagrante nesses casos. A assistência às vítimas incluiu 20 diligências para busca de pertences, 18 de acompanhamento ou escolta, 34 de encaminhamento ao Instituto de Medicina Legal (IML) e dois encaminhamentos à Casa Abrigo. No DPE, o balanço de 1 a 13 de setembro registrou seis presos nas atividades próprias das equipes do projeto. Na atuação em apoio ao plantão, foram contabilizadas outras dez prisões em flagrante e nove por mandado judicial. Entre 1º e 13 de setembro, as delegacias do DPC registraram 219 atendimentos a vítimas de violência doméstica, averiguaram 328 denúncias dessa natureza e efetuaram 16 prisões em flagrante nesses casos | Foto: Divulgação/PCDF Somadas as atividades próprias e o apoio ao plantão, o DPE também registrou nove encaminhamentos à Casa Abrigo, 17 buscas de pertences e 34 encaminhamentos ao Instituto Médico Legal (IML), além de oito acompanhamentos ou comparecimentos em unidades hospitalares. Os resultados mostram a presença policial em etapas decisivas para a segurança das vítimas. A retirada, acompanhada de objetos pessoais, busca evitar que a mulher retorne sozinha ao ambiente de risco. O encaminhamento à Casa Abrigo permite acesso a acolhimento protegido. Já o acompanhamento aos serviços de saúde e ao IML auxilia no atendimento e na produção de provas para a investigação. “A proteção precisa chegar no momento em que a mulher mais necessita: quando precisa sair de casa, buscar seus pertences ou encontrar um lugar seguro. Os primeiros resultados do projeto mostram esse apoio na prática, com equipes que acolhem a vítima e a acompanham nas providências necessárias para sua segurança”, destaca a delegada Ana Carolina Litran, diretora do Departamento de Polícia Especializada. Instituído pela Portaria nº 358, de 24 de agosto de 2026, o Pronto Atendimento à Mulher busca ampliar a resposta policial em situações de risco, intensificar a apuração de denúncias recebidas pelos canais 197 e 180 e fortalecer a prevenção e a investigação da violência contra a mulher.   *Com informações da PCDF

Ler mais...

Thumbnail

Livro reúne propostas da sociedade para pensar sobre o Distrito Federal em 2040

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. No dia 29 de setembro, às 19h, será lançada, no Auditório Lindberg Aziz Cury da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), a terceira edição do livro O DF que a gente quer em 2040, publicação que reúne propostas e diretrizes para o desenvolvimento de longo prazo do Distrito Federal. O evento é gratuito e aberto ao público. O projeto envolveu especialistas, empresários, acadêmicos, lideranças comunitárias, entidades e cidadãos em um processo que combinou conhecimento técnico e participação popular. Uma das novidades desta edição foi o 1º Hackatown das Regiões Administrativas, realizado em maio. Cerca de 400 participantes, representando as 35 RAs, trabalharam na identificação de desafios e na construção de soluções para seus territórios. Entre os temas discutidos estavam mobilidade, saúde, educação, segurança, inovação, sustentabilidade, infraestrutura, cultura, esporte e qualidade de vida. Com horizonte em 2040, a publicação pretende oferecer uma referência para decisões de curto, médio e longo prazo | Foto: Divulgação/Secti-DF  As contribuições foram posteriormente analisadas e debatidas em encontros técnicos e em uma etapa de participação digital, que permitiu ampliar a consulta à população. A metodologia buscou unir três perspectivas: o conhecimento de especialistas, a experiência de quem vive nas diferentes regiões e a participação da sociedade. Com horizonte em 2040, a publicação pretende oferecer uma referência para decisões de curto, médio e longo prazo. A proposta é que a agenda ultrapasse ciclos administrativos e continue sendo acompanhada ao longo dos próximos anos. Lançamento do livro O DF que a gente quer em 2040 29 de setembro, às 19h Auditório Lindberg Aziz Cury — Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) Entrada gratuita *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)

Ler mais...

O que o Procon não faz

Ler mais...

O que o Procon faz

Ler mais...

Thumbnail

Hotel Social oferece acolhimento noturno e proteção para pessoas em situação de vulnerabilidade no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Desde o ano passado, as pessoas que vivem na rua ou estão em situação de desabrigo temporário no Distrito Federal podem ser acolhidas durante a noite e ter um local seguro e limpo para dormir, fazer as refeições e higiene pessoal. Mais conhecido como Hotel Social, o serviço de acolhimento institucional na modalidade pernoite tem, hoje, duas unidades: no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan) e em Taguatinga. É um serviço permanente, com 200 vagas diárias, cada um, que oferece atendimentos socioassistenciais e viabiliza acesso a programas, benefícios e políticas públicas de várias áreas. Somente neste ano, mais de 72 mil atendimentos foram realizados nas duas unidades, a maioria deles de pessoas em situação de rua. Para esse público, no caso daqueles com dificuldade de locomoção, os centros de referência especializados para população em situação de rua (Centros Pop) da Asa Sul e de Taguatinga disponibilizam ônibus para levar e buscar usuários que desejam ser acolhidos durante a noite.  Mais de 72 mil pessoas já foram acolhidas neste ano nas duas unidades do Hotel Social: além de pernoite e refeições, o serviço garante atendimentos socioassistenciais e viabiliza acesso a programas e benefícios, entre outras políticas públicas | Foto: Divulgação/Sedes-DF Famílias dasabrigadas Mas o Hotel Social não é uma unidade voltada exclusivamente para receber pessoas em situação de rua. Todos que estiverem passando por uma situação emergencial e não tiveram para onde ir podem ser acolhidos, incluindo aquelas famílias que ficaram desabrigadas em uma calamidade, por exemplo, ou pessoas que vêm de fora do Distrito Federal e não têm onde ficar. Por isso, as unidades também oferecem quartos separados para acolher com segurança mulheres, famílias e pessoas com deficiência. Gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o Hotel Social funciona das 19h às 7h, com a oferta de duas refeições diárias (jantar e café da manhã), local para fazer higiene pessoal, guardar os pertences e dormir em camas com lençóis e cobertores limpos. O serviço adota o modelo de livre acesso, sem necessidade de regulação prévia de vagas, reduz barreiras de acesso aos serviços de acolhimento e amplia a capacidade de resposta do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Outro diferencial do Hotel Social é o espaço para receber durante à noite os animais de estimação que chegam com os acolhidos. A medida reconhece o vínculo afetivo entre as pessoas e seus animais e supera uma das principais barreiras de acesso ao acolhimento, já que os usuários criavam resistência com o acolhimento para não abandonar os animais. As duas unidades já realizaram 1.533 acolhimentos de animais de estimação desde o ano passado, quando iniciou o serviço. Proteção social O Hotel Social faz parte do Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias, na modalidade pernoite, que atende pessoas que necessitam de proteção imediata, mas que não demandam ou não desejam acolhimento de longa permanência. No Saan, o serviço é executado pelo Instituto Mãos Solidárias. No Hotel Social de Taguatinga, inaugurado no início do ano, o acolhimento é realizado pela OSC Coletivo da Cidade.              O acolhimento de pernoite foi criado em resposta a uma demanda histórica do Movimento Nacional da População em Situação de Rua e de entidades da rede de proteção social. *Com informações da Sedes-DF

Ler mais...

O que é uma relação de consumo

Ler mais...

Posse Eletrônica

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador