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Grupo de trabalho é instituído para elaborar o Plano Distrital do Envelhecimento
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (15/9) a Resolução nº 275, de 14 de agosto de 2026, que institui o grupo de trabalho responsável pela elaboração do Plano Distrital do Envelhecimento. A iniciativa tem como objetivo reunir diferentes áreas para construir um planejamento voltado às políticas públicas destinadas à população idosa do Distrito Federal. Entre os órgãos envolvidos está a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), que atua na promoção e garantia de direitos e no desenvolvimento de políticas públicas voltadas à população idosa. Foco do grupo de trabalho será discutir e sistematizar propostas para o fortalecimento da rede de atendimento à pessoa idosa no Distrito Federal | Foto: Divulgação/Sejus-DF O grupo deverá contribuir para a definição de diretrizes, ações e estratégias que promovam um envelhecimento com mais dignidade, autonomia, inclusão e qualidade de vida. A proposta busca ainda fortalecer a articulação entre as diferentes áreas do poder público, de forma a ampliar a efetividade das políticas destinadas às pessoas idosas. A elaboração do Plano Distrital do Envelhecimento representa um passo importante diante do crescimento da população idosa e da necessidade de políticas permanentes que assegurem direitos, participação social, proteção e melhores condições de vida. O grupo de trabalho terá a missão de discutir e sistematizar propostas que possam orientar a atuação do poder público, promovendo a integração das ações e o fortalecimento da rede de atendimento à pessoa idosa no Distrito Federal. A resolução estabelece as competências e a composição do grupo, além dos procedimentos necessários para o desenvolvimento dos trabalhos e a elaboração do Plano Distrital do Envelhecimento, que deverá servir como instrumento de planejamento das políticas públicas voltadas a essa parcela da população. Serviço: Resolução nº 275, de 14 de agosto de 2026 Dispõe sobre a instituição de Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Distrital do Envelhecimento. *Com informações da Sejus-DF
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É preciso atenção para riscos de procedimentos estéticos invasivos em salões de beleza
As intervenções estéticas invasivas exigem atenção redobrada na escolha do estabelecimento e dos profissionais responsáveis pelo atendimento. Antes de realizar qualquer procedimento, é importante verificar se o local está devidamente licenciado e se o profissional tem habilitação para a atividade. A morte recente de uma mulher após receber um procedimento injetável em um salão de beleza do Distrito Federal reforça esse cuidado. Durante vistoria realizada no endereço, auditores constataram que o local funcionava sem licença sanitária, não tinha responsável técnico habilitado e não atendia aos critérios exigidos para o manuseio de agulhas e substâncias biológicas. Márcia Olivé: "Salões de beleza não têm infraestrutura sanitária nem autorização legal para manusear agulhas, aplicar injetáveis ou ministrar substâncias" | Foto: Divulgação Diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé ressalta que existe uma confusão recorrente entre serviços de embelezamento e intervenções de saúde. Pela legislação federal, salões de beleza são enquadrados como atividade de médio risco (Cnae 9602-5/01). Isso significa que esses estabelecimentos podem funcionar sem vistoria sanitária prévia para atividades tradicionais, como cortes, penteados, escovas, tinturas e manicure, mas não estão autorizados a realizar procedimentos invasivos. “A dispensa para serviços básicos não autoriza, sob nenhuma hipótese, práticas invasivas. Salões de beleza não têm infraestrutura sanitária nem autorização legal para manusear agulhas, aplicar injetáveis ou ministrar substâncias”, pontua a diretora. Segundo Olivé, para oferecer qualquer procedimento com rompimento da barreira cutânea, o estabelecimento deve estar formalmente licenciado como serviço de saúde de alto risco. Arte: Divulgação Como checar regularidade e denunciar Antes de realizar procedimentos estéticos invasivos, o consumidor deve verificar se a clínica de estética possui licenciamento sanitário de alto risco e se o documento está exposto em local visível. Também é importante confirmar a habilitação e o registro do profissional no respectivo conselho de classe. Fiscalização As ações fiscalizatórias no setor de estética têm sido ampliadas no Distrito Federal para coibir práticas clandestinas e procedimentos realizados em desacordo com as normas sanitárias. Em 2025, foram realizadas 1.311 vistorias, que resultaram em 155 interdições, entre totais e parciais, e 957 ampolas de produtos injetáveis irregulares apreendidas. No período, foram registradas 129 manifestações na ouvidoria. Em 2026, até o momento, foram realizadas 2.655 vistorias, com 125 interdições e a apreensão de 1.524 ampolas irregulares. A ouvidoria recebeu 149 manifestações relacionadas ao tema. Denuncie Irregularidades e estabelecimentos suspeitos podem ser denunciados anonimamente à Ouvidoria-Geral do Distrito Federal pelo telefone 162 ou pela plataforma Participa DF. As denúncias podem resultar em inspeções e outras medidas para proteção da saúde da população.
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GDF na Sua Porta leva prestação de serviço e obras a Brazlândia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Desta segunda-feira (14/9) até sexta-feira (18/9), das 9h às 16h, Brazlândia recebe a 17ª edição do Programa GDF na Sua Porta. Com o objetivo de aproximar a prestação de serviços públicos da população por meio de gabinetes móveis dos órgãos e seus equipamentos, a estrutura da iniciativa está montada ao lado do restaurante comunitário, na quadra 37. Para o secretário de Governo, Takane do Nascimento, iniciativas como o GDF na Sua Porta são benéficas à população à medida que deslocam o poder público para perto das comunidades — sobretudo no caso de regiões administrativas como Brazlândia, que são afastadas do centro de Brasília. O secretário Takane do Nascimento (centro) destaca o deslocamento do poder público para perto da comunidade por meio do GDF na Sua Porta | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Estão previstos aqui todos os serviços, assim como estamos fazendo em todas as outras RAs. São mais de 42 unidades do Governo do Distrito Federal, entre secretarias e empresas, trazendo os seus serviços para as comunidades. Exemplo: na área de saúde, o Implanon; na área de segurança pública, a Polícia Civil está fazendo as carteiras de identidade; a Secretaria de Desenvolvimento Social está aqui e muito mais”, comentou. Posteriormente, a governadora Celina Leão assinará 16 ordens de serviço para obras na região administrativa, com previsão de R$ 18 milhões em investimentos em Brazlândia. Entre as benfeitorias, estão serviços como implantação e manutenção de pontos de encontro comunitário (PECs), revitalização de praças e campos de futebol, reparos asfálticos e recuperação de meio fio, entre outros. A dona de casa Gabriela dos Santos Pereira, de 25 anos, saiu de casa em busca do agendamento da castração de sua cadela e também para aplicar o Implanon, método contraceptivo inserido no braço que promove a liberação de hormônios. Gabriela dos Santos Pereira aproveitou o evento para cuidar da própria saúde e para castrar a cadelinha da família Gabriela é mãe de uma criança de 5 anos e estava em busca de outro método contraceptivo após a retirada do DIU. “Para mim, é importante colocar o Implanon porque a gente se previne e tem consciência de não ter muitos filhos. Já a castração, tenho uma cadelinha de porte muito pequeno. Então, é importante para a saúde dela, para que ela não tenha vários filhotes”, disse. Moradora das proximidades do restaurante comunitário de Brazlândia, a maquiadora Renata Silva dos Santos, de 45 anos, viu a estrutura do GDF na Sua Porta ser montada e decidiu ir em busca de uma regularização no programa Prato Cheio, auxílio voltado a famílias que sofrem de insegurança alimentar. Já o servidor público Edmilson Silva, de 73 anos, foi ao evento para vacinar o cachorro dele contra a raiva. Morador do Distrito Federal desde 1973, ele diz ter sido o primeiro a ser atendido e, logo cedo, conseguiu vacinar o “Negão”. Ele conta também que já divulgou a iniciativa nas redes sociais para que amigos aproveitem esse e os demais serviços. “A importância da saúde animal é igual à da gente também. Nós precisamos ir ao médico, precisamos de vacina, precisamos de um remédio… Para os animais é a mesma coisa. Você também precisa ter cuidado. Eu penso assim”, concluiu. Edmilson Silva divulgou o GDF na Sua Porta nas redes sociais para que amigos possam aproveitar os serviços oferecidos O programa Criado em março deste ano, como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. A iniciativa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. Com Brazlândia, o programa chega à 17ª edição. Ao todo, a governadora assinou 370 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais. Ordens de serviço assinadas até o momento no GDF na Sua Porta Itapoã: 17 Paranoá: 30 Riacho Fundo II: 31 Samambaia: 27 Colônia Agrícola 26 de Setembro: 9 Ceilândia: 35 Planaltina: 24 Plano Piloto: 21 São Sebastião: 17 Recanto das Emas: 15 Estrutural: 19 Sobradinho e Sobradinho II: 35 Sol Nascente/Pôr do Sol: 19 Taguatinga: 17 Guará: 20 Santa Maria: 18 Brazlândia: 16
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Vacinas especiais passam a ser oferecidas nas UBSs do DF
Foi criada, nesta segunda-feira (14), a Rede de Imunobiológicos para Pessoas com Situações Especiais (RIE-DF). Publicada no Diário Oficial do DF (DODF), a medida formaliza e amplia a oferta de vacinas e imunoglobulinas destinadas a pessoas com condições clínicas específicas ou maior risco à saúde, priorizando o atendimento próximo ao local de residência. Entre os públicos atendidos estão pessoas com doenças crônicas, câncer, imunodeficiências, condições neurológicas, transplantadas, vivendo com HIV, em uso de medicamentos imunossupressores, prematuros e outros grupos com indicação clínica específica. As solicitações são avaliadas presencialmente ou de forma remota, conforme a condição apresentada e o imunobiológico indicado. Na prática, esse atendimento já ocorre de maneira descentralizada por meio do Crie Virtual, que permite a avaliação à distância e, quando autorizada, a aplicação do imunobiológico em unidades de saúde mais próximas do usuário. Com a publicação da portaria, esse modelo passa a integrar oficialmente a RIE-DF, com definição de fluxos, serviços e responsabilidades. A rede reúne a Gerência de Rede de Frio, os Núcleos de Vigilância Epidemiológica e Imunização (NVEPI), os centros de referência para imunobiológicos especiais (Crie), as salas de vacinação das unidades básicas de saúde (UBSs) e outros serviços de vacinação do SUS. A estrutura também prevê a implantação dos centros intermediários de imunobiológicos especiais (CIIE), que poderão analisar solicitações e administrar os imunobiológicos indicados. Como funciona o atendimento na prática Solicitação na UBS: o usuário com indicação clínica deve procurar a sala de vacinas da sua Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência, portando relatório clínico (redigido por médico ou enfermeiro) justificando a necessidade do imunobiológico especial, além da caderneta de vacinação. A lista das UBSs com sala de vacina vinculadas ao Crie Virtual está disponível no site. Avaliação remota: a equipe da UBS faz a triagem e insere o pedido no sistema. A equipe técnica do CRIE avalia o pedido remotamente, considerando a condição de saúde, a faixa etária e o histórico vacinal prévio do paciente, já que cada imunobiológico é destinado a públicos e condições específicas. Aplicação local: uma vez aprovada, a vacina é disponibilizada para a UBS, permitindo que o cidadão seja vacinado perto de casa e evitando o deslocamento desnecessário até o hospital. Atendimento presencial no Hmib O Crie-DF, localizado no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), permanece como serviço especializado para avaliação clínica, indicação e administração de imunobiológicos destinados a pessoas com condições especiais de saúde. Casos de maior complexidade, como pacientes submetidos a transplantes de órgãos sólidos ou de células-tronco e pessoas com imunossupressão grave e alergia a vacinas ou seus componentes, continuam sendo atendidos presencialmente no Hmib.
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Agências do trabalhador oferecem salários de até R$ 5 mil nesta terça-feira (15)
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.379 vagas abertas nesta terça-feira (15). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, incluindo opções para quem já tem experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho. Entre as vagas disponíveis, a de marceneiro se destaca pela remuneração. O cargo oferece salário de R$ 5 mil, além dos benefícios, e conta com oito vagas no Recanto das Emas. Com 189 vagas, o cargo de operador de caixa lidera entre as oportunidades disponíveis. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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Prestes a completar 30 anos, Rede Feminina transforma solidariedade em acolhimento
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Uma pequena sala no quinto andar do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) foi o ponto de partida para uma história que, três décadas depois, se espalhou pelos corredores e ultrapassou os muros da unidade. Criada a partir da crença de que nenhuma paciente deveria enfrentar o câncer sozinha, a Rede Feminina de Apoio ao Câncer cresceu e transformou solidariedade em uma rede permanente de acolhimento. Ao longo de 30 anos, foram cerca de 400 mil doações, entre cestas básicas, cadeiras de rodas, roupas e perucas. Atualmente, cerca de 250 voluntários participam de mais de 40 projetos, dentro e fora do HBDF. A trajetória da entidade acompanha parte importante dos 66 anos do próprio hospital. Mas o trabalho vai além da ajuda material. Um lanche durante a espera, uma conversa à beira do leito, cuidados pessoais, uma oficina de artesanato ou uma música tocada no corredor são algumas das formas encontradas pelos voluntários para oferecer companhia e tornar mais leve a rotina de pacientes e acompanhantes. Para a gestora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, a experiência também aproxima quem escolhe dedicar parte do próprio tempo ao cuidado com o outro. “Sentimos o porquê de estarmos aqui na vida. Quando o voluntário está atuando, é quando ele se sente mais próximo de sermos todos irmãos”, resume. Ao longo de 30 anos, foram cerca de 400 mil doações, entre cestas básicas, cadeiras de rodas, roupas e perucas | Foto: Divulgação/IgesDF Uma rede que também transforma quem ajuda Foi enquanto acompanhava um familiar internado no Hospital de Base que Genivan Rosa conheceu de perto a atuação da Rede Feminina. Hoje, 13 anos depois, ela integra o grupo que despertou seu interesse pelo voluntariado. “Sempre observava o trabalho deles quando vinha ao Hospital de Base, e aquilo me emocionava. Entrei no grupo sem nem ser convidada, e isso preencheu um espaço dentro de mim que eu nem sabia que estava vazio”, relembra. A possibilidade de alcançar mais pessoas também faz parte dos planos da entidade. Segundo Larissa, o grupo trabalha para ampliar e estruturar cada vez mais a atuação. “Estamos trabalhando para conseguir oferecer um voluntariado profissional e, assim, poder ajudar o SUS”, destaca. Lígia Maria de Sena está há apenas um mês na Rede Feminina. Depois da morte do marido, buscou no voluntariado uma forma de se sentir útil. “Queria algo que me fizesse sentir útil. Eu já vi de perto o tanto que o câncer é difícil, então, se eu puder levar uma palavra de conforto a alguém, eu acho que consigo fazer uma diferença”, relata. No ambulatório, Lígia participa da entrega de lanches para quem aguarda consultas ou exames. “É muito gratificante. Voluntariado me traz paz, conforto. Me sinto preenchida”, confessa. Há 18 anos, Teresa Maria da Silva encontrou outra maneira de contribuir. Nas oficinas de artesanato, ensina pacientes a trabalhar com linhas, flores e outros materiais. “Através das oficinas, os pacientes interagem entre si e até com eles mesmo, com seus lados artísticos. Eles viajam através das linhas, das flores, dos trabalhos que estão fazendo e podem se distrair um pouco da doença que estão vivendo. Tirar um sorriso de uma pessoa que antes estava chorando é uma bênção”, afirma. Eterna Verinha A história da Rede Feminina também carrega o legado de Vera Lúcia Bezerra da Silva, a Verinha, que morreu em 2024. Voluntária durante quase toda a trajetória da entidade, ela ficou conhecida pela alegria e pela energia que levava ao ambiente hospitalar. Sua atuação voluntária começou antes de chegar ao Hospital de Base, mas foi na unidade que encontrou espaço para transformar solidariedade em ação. “Esse hospital era a vida da minha mãe”, relembra Larissa. Filha de Verinha, ela cresceu acompanhando a mãe pelos corredores e vendo de perto o vínculo construído com pacientes, familiares, profissionais e outros voluntários. Hoje, é Larissa quem ajuda a conduzir a Rede Feminina e a dar continuidade a um legado que começou a acompanhar ainda na infância. *Com informações do IgesDF
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