Migrantes no DF podem buscar apoio, capacitação e orientação para acessar serviços públicos
Para quem chega a um novo país, conhecer os serviços disponíveis e encontrar caminhos para se integrar à comunidade pode ser um desafio. No Distrito Federal, migrantes podem buscar atendimento para receber orientação, apoio e encaminhamentos de acordo com suas necessidades. Diferentes serviços do GDF podem ser acessados por migrantes que procuram atendimento | Foto: Divulgação Entre os serviços disponíveis estão apoio para integração social, orientações sobre acesso a direitos, capacitações e atividades voltadas à autonomia e inclusão. O atendimento também pode ajudar o migrante a identificar outros serviços públicos adequados à sua situação. A capacitação é uma das frentes de atendimento e pode contribuir para ampliar oportunidades de inserção social e profissional. As atividades podem abordar temas relacionados a qualificação, cidadania, direitos e acesso a serviços. Também é possível buscar orientação sobre documentação e regularização migratória. Nesses casos, o atendimento auxilia na identificação do serviço responsável e no encaminhamento adequado. Para facilitar o atendimento, é recomendado reunir os documentos disponíveis, mesmo que estejam vencidos, além de protocolos e comprovantes relacionados à situação migratória. Serviço ► Apoio e orientação a migrantes Telefone: (61) 2244-1232 e-mail: getpam@sejus.df.gov.br ► Regularização e documentação migratória Telefone: (61) 2024-7402 e-mail: delemig.drex.srdf@pf.gov.br ► Atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Para registro migratório, é preciso agendamento.
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Setembro Amarelo reforça importância da escuta e do acolhimento
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Às vezes, o cuidado começa com uma pergunta simples: “Você está bem?”. Quando feita com atenção e acompanhada de uma escuta verdadeira, ela pode abrir espaço para que alguém fale sobre uma dor enfrentada em silêncio e encontre apoio para buscar ajuda. Foi com esse olhar que o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) iniciou, nesta quinta-feira (10), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a programação do Setembro Amarelo, campanha de conscientização e prevenção ao suicídio. Promovido pelo Projeto Acolher, o bate-papo “Atos de Acolhimento – Falar, acolher e agir pode transformar histórias” reuniu psicólogos, profissionais de saúde e representantes das forças de segurança para conversar sobre sofrimento emocional, sinais de alerta e formas de abordagem. O encontro também destacou a importância de estar disponível para ouvir e ajudar quem precisa de apoio. A abertura ocorreu em uma data simbólica, 10 de setembro, Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Ao longo do mês, a campanha percorrerá diferentes unidades administradas pelo Instituto, aproximando o tema da rotina dos colaboradores. Acolher começa pela escuta Nem sempre quem enfrenta um sofrimento intenso consegue pedir ajuda de forma direta. Por isso, mudanças de comportamento podem servir de alerta para familiares, amigos e colegas de trabalho. Isolamento, alterações importantes no sono, aumento do consumo de álcool e atitudes muito diferentes do habitual estão entre os sinais que merecem atenção. O chefe da Psiquiatria do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Sérgio Cabral Filho, explicou que o sofrimento psíquico pode se tornar intenso e persistente e que, nesses momentos, contar com uma rede de apoio faz diferença. “O adoecimento mental é multifatorial e causa um sofrimento persistente. Muitas vezes, a pessoa não quer acabar com a própria vida, mas com uma dor que se tornou insuportável”, explica. Acolher sem julgamentos e ajudar na busca por assistência profissional estão entre as formas de apoio. O psiquiatra também chama atenção para a automedicação, especialmente para o uso de psicotrópicos sem acompanhamento médico. “Nem todo medicamento utilizado por um conhecido é adequado para outra pessoa. O tratamento precisa considerar as necessidades de cada paciente”, alerta. Os psicólogos do Projeto Acolher, Igor Almeida, Anamaria Pugsley e Rafaela Redusino, também participaram da conversa e reforçaram a importância de abordar a saúde mental de maneira responsável. “Falar da prevenção ao suicídio e do tratamento em saúde mental é de extrema relevância, principalmente diante do aumento do adoecimento mental da população nos últimos anos”, afirma Igor. Manifestações de desejo de desaparecer ou morrer, planejamento de suicídio e tentativa de tirar a própria vida exigem atenção imediata. Nesses casos, a orientação apresentada durante o encontro é procurar os serviços da rede de saúde, como Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e prontos-socorros. Para Igor, quem está por perto não precisa ter todas as respostas. Ouvir com respeito, não minimizar o sofrimento e ajudar a pessoa a chegar ao atendimento adequado já são formas importantes de cuidado. Representantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal também compartilharam experiências de atendimento a pessoas em situações de crise. A aproximação cuidadosa, o diálogo e a escuta ativa estão entre as estratégias utilizadas para estabelecer vínculo e ajudar a pessoa a se reconectar com referências afetivas e com sua sensação de pertencimento. Com o mote “A vida é feita de atos”, a programação do Projeto Acolher seguirá ao longo de setembro nos hospitais, UPAs e áreas administrativas do IgesDF | Foto: Divulgação/IgesDF A psicóloga Rafaela Redusino ressaltou que situações de sofrimento psíquico exigem um olhar multidisciplinar, capaz de considerar a história e as necessidades de cada pessoa antes da definição da melhor conduta. Anamaria Pugsley chamou atenção para uma atitude que está ao alcance de todos: perceber quem está ao lado. “Às vezes, perguntar se está tudo bem já faz diferença. Há momentos na vida que nos desestruturam, e os vínculos com família, amigos e pessoas especiais ajudam a ressignificar essas experiências. O colega de trabalho, com quem passamos grande parte do dia, também pode fazer parte dessa rede de apoio”, afirma. Para a técnica de enfermagem do trabalho do HRSM, Hedriane Moreira, levar essa discussão para o ambiente profissional também ajuda a construir relações mais solidárias. “É importante enxergar a dor do outro, oferecer ajuda, escuta e acolhimento. Às vezes, uma conversa pode fazer toda a diferença”, destaca. Cuidado que percorre as unidades Com o mote “A vida é feita de atos”, a programação do Projeto Acolher seguirá ao longo de setembro nos hospitais, UPAs e áreas administrativas do IgesDF. As atividades serão adaptadas à realidade de cada unidade e à rotina dos profissionais. Para a chefe do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NUQVT), Paula Paiva, ampliar o acesso à informação é uma das principais propostas da campanha. “Nosso objetivo é levar informação de forma clara e uniforme aos colaboradores de todas as unidades do IgesDF. O bate-papo marca o início da campanha e amplia esse alcance, inclusive com a transmissão on-line, que fica disponível para acesso posterior”, explica. Segundo Paula, a proposta vai além das atividades realizadas durante o mês e busca contribuir para que os profissionais reconheçam quando precisam de ajuda e saibam como apoiar quem enfrenta um momento de sofrimento. “Queremos falar sobre saúde mental de forma aberta e responsável, com profissionais capacitados, para que os colaboradores saibam reconhecer quando precisam de ajuda e também como acolher e apoiar um colega que esteja passando por um momento de sofrimento”, reforça. O Setembro Amarelo ajuda a colocar o tema em evidência, mas o acolhimento não precisa de data para acontecer. Pode começar no corredor do trabalho, em casa ou entre amigos. Perceber uma mudança, perguntar, ouvir sem julgar e ajudar alguém a procurar assistência são pequenos atos que, no momento certo, podem transformar uma história. *Com informações do IgesDF
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Semana termina com 1,3 mil oportunidades nas agências do trabalhador
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.396 vagas abertas nesta sexta-feira (11). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, incluindo opções para quem já tem experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho. Entre as vagas disponíveis, a de supervisor de lavanderia se destaca pela remuneração. O cargo oferece salário de R$ 3,5 mil, além dos benefícios, e conta com duas vagas exclusivas para pessoas com deficiência na Ceilândia. Com 155 vagas, o cargo de operador de caixa lidera entre as oportunidades disponíveis. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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Trânsito no Plano Piloto terá alterações neste fim de semana
Em razão do evento "Manifesto — Henrique & Juliano", que será realizado no sábado (12), serão feitas intervenções nas imediações da Arena Mané Garrincha. A sinalização nas vias adjacentes será implantada nesta sexta-feira (11), a partir das 23h59. Artes: Divulgação Na via N1, na altura do Planetário, e na via de contorno do Estádio Nacional de Brasília (ENB), serão instaladas sinalizações temporárias para coibir o estacionamento irregular e facilitar a travessia de pedestres. Na rotatória próxima ao Colégio Militar de Brasília (CMB) será implantada sinalização para desviar o fluxo de veículos. Na entrada principal de automação da Arena Mané Garrincha, será reservada uma área destinada aos táxis. No dia do evento, as equipes de fiscalização darão início às ações de trânsito às 16h30. Os agentes atuarão em pontos fixos e em patrulhamento com o foco em garantir a fluidez do tráfego, auxiliar a travessia de pedestres e coibir infrações. Esplanada dos Ministérios — Corrida no Corre com a Liga No sábado (12), será realizada a Corrida no Corre com a Liga, que contará com percursos de 5 km e 10 km pelas vias S1 e N1. A largada e a chegada dos participantes ocorrerão na Esplanada dos Ministérios, na altura da Catedral de Brasília. A partir das 16h, a via S1 será bloqueada na altura do Museu da República, e o fluxo de veículos será desviado para a via L2 Sul. Os motoristas que seguirem pela L2 Sul, no sentido Esplanada, serão direcionados para o Buraco do Tatuí. Na Esplanada, a faixa mais à direita da via S1 será destinada à saída de veículos dos ministérios. O fluxo seguirá até a altura do Itamaraty, onde será desviado para a via S2. As equipes também interditarão o acesso à via Palácio Presidencial, no sentido Palácio do Jaburu, com o desvio do fluxo de veículos para a Estrada Parque das Nações (via L4). Durante o evento, agentes vão atuar no controle do tráfego para garantir a segurança viária. A previsão é que as vias sejam liberadas a partir das 20h. Circuito da Saúde 2026 — Etapa Run SUS Neste domingo (13), haverá alterações no trânsito do Eixo Monumental devido à corrida Run SUS. As interdições ocorrerão a partir das 6h para garantir a segurança dos participantes e a fluidez no tráfego. O evento contará com percursos de 2 km e 5 km, realizados pelas vias S1 e N1. A largada e a chegada serão na Praça do Palácio do Buriti. Durante o evento, três faixas das vias S1 e N1, próximas ao canteiro central, serão interditadas entre o Centro de Convenções Ulysses Guimarães e a via de ligação S1/N1, localizada entre a Catedral Rainha da Paz e a Praça do Cruzeiro. As demais faixas permanecerão liberadas para o tráfego de veículos. Durante o evento, agentes atuarão na região para garantir a segurança viária. A previsão é que as interdições ocorram até as 11h. Apoio operacional à filmagem do longa-metragem O menino que não existiu Neste domingo (13), das 11h30 às 17h, haverá interdições temporárias em trechos da via S2 e em retornos na região do Setor Hoteleiro Sul, em frente ao Hotel Nacional, para apoio operacional à filmagem do longa-metragem O menino que não existiu. Durante a operação, o trânsito de veículos será desviado para o estacionamento do Conic. Outro ponto de intervenção será na via S2, na altura do Edifício Embratel. No local, também serão interditadas as vias e os retornos dos quadrantes 1, 2 e 3, com bloqueio da via S2. O fluxo de veículos será desviado para a ligação entre as vias S2 e S3. A orientação é que os condutores que circularem pela região redobrem a atenção, respeitem a sinalização implantada e sigam as orientações dos agentes de trânsito durante o período das intervenções.
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Trânsito no Plano Piloto terá alterações neste fim de semana
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