Como doar e receber nos bancos de leite humano do DF
A Rede de Bancos de Leite Humano do DF presta atendimento às famílias e viabiliza a doação de leite para recém-nascidos internados que necessitam do alimento. Além de realizarem a coleta, o processamento e a distribuição do leite doado, os bancos de leite humano atuam no fornecimento de orientações sobre amamentação. As equipes auxiliam mulheres em situações como ingurgitamento mamário, fissuras nos seios e dificuldades na pega do bebê, colaborando para a manutenção do aleitamento. O DF conta com 14 bancos de leite humano e seis postos de coleta nas unidades públicas e suplementares. O leite pasteurizado é destinado prioritariamente a recém-nascidos internados, especialmente prematuros, de baixo peso ou com condições clínicas graves, segundo critérios técnicos das equipes neonatais. Quem pode doar A doação pode ser feita por mulheres que estejam amamentando, produzam leite além da necessidade do filho e apresentem boas condições de saúde. É necessário não utilizar medicamentos ou substâncias incompatíveis com a doação e preencher os critérios do cadastro da equipe técnica. A doação pode ser feita por mulheres que estejam amamentando, produzam leite além da necessidade do filho e apresentem boas condições de saúde | Foto: Divulgação O cadastramento pode ser realizado no banco de leite humano mais próximo, pelo telefone 160 (opção 4), pelo site ou pelo portal. Nesses canais estão disponíveis informações sobre documentos necessários, endereços e horários de funcionamento. Coleta domiciliar Após o cadastro, é possível solicitar a coleta domiciliar. O serviço é organizado por região e disponibilidade de atendimento. Os bancos de leite disponibilizam gratuitamente os frascos de vidro esterilizados e as instruções para retirada, armazenamento e conservação. A orientação inclui higienização das mãos, proteção de cabelos, nariz e boca, uso de recipientes esterilizados e identificação de cada frasco com o nome da doadora, data e horário da extração. O leite precisa ser congelado imediatamente após a coleta. Após o recolhimento, o material é transportado sob controle de temperatura e passa por etapas de seleção, classificação, análises físico-químicas e microbiológicas, pasteurização e reavaliação antes da liberação, conforme os protocolos exigidos.
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Vacinação antirrábica para cães e gatos começa neste sábado (15/8)
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Campanha de Vacinação Antirrábica Animal começa no próximo sábado (15/8). A vacinação protege cães e gatos contra a raiva e contribui para prevenir a transmissão da doença aos seres humanos. A dose é gratuita e deve ser aplicada anualmente. A campanha será realizada em três sábados consecutivos, contemplando as áreas rural e urbana do Distrito Federal. No dia 15/8, a vacinação ocorre prioritariamente na zona rural. Nos dias 22 e 29 de agosto, todos os locais de atendimento serão em zonas urbanas. A lista completa com os locais de vacinação, com endereços e horários, está disponível neste site. A campanha será realizada em três sábados consecutivos, contemplando as áreas rural e urbana do Distrito Federal | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde Meu bichinho pode ser vacinado? A imunização é indicada para cães e gatos saudáveis a partir dos três meses de idade. Animais vacinados em anos anteriores também precisam receber a dose anual para manter a proteção contra o vírus. Fêmeas prenhes ou em período de lactação podem ser vacinadas. Nesses casos, recomenda-se um manejo cuidadoso para evitar estresse durante o atendimento. Cães e gatos que estiverem doentes, sob tratamento veterinário ou em recuperação de cirurgias devem aguardar a plena recuperação antes de receber a vacina. Animais com alterações de comportamento ou outros sinais suspeitos de raiva não devem ser levados aos pontos de vacinação. Nesses casos, o tutor deve buscar orientação veterinária e comunicar a Vigilância Ambiental. Após a aplicação da dose, o animal pode se alimentar, beber água e tomar banho normalmente. Em dias quentes, a orientação é mantê-lo hidratado durante o período de espera e evitar a exposição excessiva ao sol. Transporte e segurança Para garantir a segurança durante a vacinação, os tutores devem seguir as orientações para o deslocamento até os pontos de atendimento: — Cães devem ser conduzidos com coleira e guia curta. Animais de grande porte, agressivos ou sujeitos a regras específicas devem usar focinheira e equipamentos de segurança adequados; — Gatos devem ser transportados em caixas apropriadas e seguras. Sempre que possível, também é recomendado o uso de coleira e guia. *Com informações da Secretaria de Saúde
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6º Curso de Intervenção em Produtos Perigosos
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Auxílio-natalidade: informação ajuda famílias a acessar direitos e benefícios da assistência social no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O nascimento de uma criança é um momento de alegria, mas também pode trazer novos gastos e desafios para as famílias — principalmente para aquelas que enfrentam dificuldades financeiras e situações de vulnerabilidade social. Para apoiar essas famílias, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) disponibiliza o benefício eventual na modalidade auxílio-natalidade. Mais do que um auxílio financeiro ou a entrega de um enxoval, o benefício faz parte da política de assistência social e representa uma forma de proteção às famílias em um momento importante de suas vidas. Concessão de benefício representa uma forma de proteção às famílias em um momento importante de suas vidas | Fotos: Divulgação/Sedes-DF Uma política garantida por lei Os benefícios eventuais não são uma ajuda concedida de maneira informal. Eles estão previstos na legislação brasileira e fazem parte do Sistema Único de Assistência Social (Suas). No âmbito nacional, são regulamentados pela Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993 (Lei Orgânica da Assistência Social, pelo Decreto nº 6.307, de 14 de dezembro de 2007, e pelas normativas do Conselho Nacional de Assistência Social, incluindo a Resolução CNAS nº 33, de 12 de dezembro de 2012 (NOB/Suas). No Distrito Federal, os benefícios eventuais são regulamentados por normas próprias, entre elas: • Lei nº 5.165, de 4 de setembro de 2013; • Decreto nº 35.191, de 21 de fevereiro de 2014; • Portaria nº 39, de 7 de julho de 2014. Essas normas estabelecem como os benefícios devem ser organizados e concedidos no Distrito Federal. Quais são as modalidades No DF, os benefícios eventuais são organizados de acordo com as diferentes situações de necessidade vivenciadas pelas famílias. Entre elas está o auxílio-natalidade (ou bolsa maternidade) destinado a apoiar a família diante do nascimento de uma criança ou de uma situação de natimorto. Auxílio-natalidade: apoio no nascimento O auxílio-natalidade é concedido à mãe da criança ou a alguém que a represente legalmente. O benefício pode ser disponibilizado de duas formas: - Em pecúnia: pagamento de R$ 200,00, em parcela única, por criança nascida ou em situação de natimorto; - Em bens de consumo: entrega de um enxoval por criança nascida, composto por bolsa e itens de vestuário e higiene. O objetivo é contribuir para que a família tenha melhores condições para enfrentar as necessidades decorrentes da chegada de um novo integrante. Quem precisa de ajuda pode procurar o Cras Para solicitar o auxílio-natalidade, a mãe ou seu representante legal deve procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) próximo de sua residência. Se a família já é atendida ou acompanhada por outra unidade socioassistencial, também pode procurar essa instituição para receber orientação e atendimento. É importante levar: • Declaração de Nascido Vivo ou certidão de óbito de natimorto; • Documento de identificação civil com foto; • CPF; • Documentos que comprovem a renda; • Comprovante de residência no Distrito Federal há pelo menos seis meses. A equipe da assistência social poderá orientar a família sobre os procedimentos necessários e sobre os demais serviços e benefícios aos quais ela pode ter acesso. Atenção aos prazos Um dos pontos mais importantes é ficar atento ao prazo para fazer a solicitação. Para o auxílio-natalidade em pecúnia, o requerimento deve ser realizado durante o atendimento da família e em até 90 dias após o nascimento. Para o auxílio-natalidade em bens de consumo, a solicitação deve ser feita em até 30 dias após o nascimento. Por isso, a recomendação é não deixar para procurar a assistência social nos últimos dias. Assistência social: uma porta de acesso a direitos Para muitas famílias, situações como o nascimento de uma criança, a perda de um familiar, uma situação temporária de vulnerabilidade ou uma calamidade podem representar mudanças importantes na rotina e no orçamento. É justamente nesses momentos que a assistência social tem papel fundamental, oferecendo acolhimento, orientação e acesso à rede de proteção social. Os benefícios eventuais são parte dessa rede. Eles foram criados para oferecer apoio provisório diante de situações específicas de necessidade, contribuindo para a proteção das famílias e para a garantia de direitos. Por isso, a população que estiver passando por alguma dessas situações deve procurar o Cras ou outra unidade da rede socioassistencial para receber informações e verificar os benefícios e serviços disponíveis. Informação é um direito Conhecer os benefícios disponíveis é importante para que nenhuma família deixe de procurar ajuda por falta de informação. Se você ou alguém da sua família está passando por uma situação de nascimento, morte, vulnerabilidade temporária ou calamidade pública, procure a assistência social do Distrito Federal. A equipe socioassistencial está preparada para orientar a população sobre os direitos, os critérios, os documentos e os procedimentos necessários para acessar os benefícios. *Com informações da Sedes-DF
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Sistema de Prevenção
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Projeto Conexões e Experiências mapeia atrativos de produtos e turismo rurais em todo DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta terça-feira (4/8), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) promoveu uma visita guiada a dois espaços e uma rodada de apresentação e bate-papo com oito produtores selecionados no projeto Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam. A iniciativa, parceria da Emater-DF com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), reúne 40 produtores rurais em sua primeira edição e foi transformada em um catálogo disponível em formato físico e digital. Entre trilhas e retiros ecológicos, iniciativas de educação ambiental, plantações de mirtilo e morango e produção de queijos, vinhos e cachaça, a publicação reúne empreendimentos que oferecem produtos de qualidade e produção sustentável e que, ao mesmo tempo, estão de portas abertas para receber visitantes. De acordo com a Emater-DF, a proposta central do projeto é conceito de “conexão rural”, promovendo a integração entre a agroindústria familiar e o turismo rural, de modo que o visitante não apenas leve um produto para casa, mas conheça a história, o rosto e o processo de trabalho por trás de cada rótulo. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirma que o turismo rural ajuda no desenvolvimento econômico do DF | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Na Villa Giardini, um dos locais contemplados pela primeira edição do catálogo e visitados ao longo do dia e onde foi promovido um chá da tarde elaborado com produtos locais, o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirmou que pensar o turismo é trabalhar o desenvolvimento econômico de toda região por meio da conexão entre empreendimentos produtores e de hospitalidade. “Hoje, por exemplo, vamos tomar um café da tarde onde eu tenho uma geleia de produtores de qualidade registrada. Aqui [na Vila Giardini], temos um ambiente que pode receber turistas. Desta forma, eu não vou estar valorizando apenas aquela propriedade ou aquele produto. Eu vou estar promovendo o desenvolvimento de toda a região em volta”, comentou. A programação do dia contou também com uma visita à cachaçaria Cavaco, outro dos empreendimentos contemplados pela primeira edição da publicação, e com a divulgação do segundo edital do projeto, disponível para participação de produtores entre 1º de junho e 31 de agosto deste ano. Cachaça 100% do DF A produção de cachaça no DF é feita em várias técnicas, como envelhecida em carvalho ou em jequitibá-rosa Como parte da programação de turismo rural, o dia começou com uma visita à cachaçaria Cavaco, localizada no Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, no Paranoá. No local, são feitos o plantio e a colheita da cana-de-açúcar, então moída para extração do caldo, que por sua vez é fermentado, destilado e, posteriormente, armazenado em tonéis de inox ou madeira para envelhecimento e ganho de complexidade. No tour pela cachaçaria, além de acompanhar as diferentes etapas do processo produtivo, é possível degustar os rótulos disponíveis — como a cachaça prata (sem envelhecimento em barril), outras envelhecidas em madeiras como carvalho-americano, carvalho-europeu e também em madeiras brasileiras, como jequitibá-rosa e amburana. Na ocasião, houve também demonstrações da aplicação da bebida em coquetelaria, com releitura de clássicos como o Aperol Spritz e o Rabo de Galo. Produtor rural e um dos proprietários da Cavaco, Igor Cavalcante conta que a Emater-DF foi um importante suporte técnico durante todo o processo, mesmo quando os planos da família ainda não eram o de produção de cachaça. Desde 2003, quando a família adquiriu a propriedade, foram feitas diferentes tentativas de empreender, com plantação de abacateiros, pinheiros e até mesmo criação de gado. “A Emater tem nos ajudado desde sempre. Quando começamos e decidimos trabalhar com cana-de-açúcar, os técnicos vieram aqui e estão sempre disponíveis para nos auxiliar. Levam o produto daqui, fornecem subsídios, fazem verificação de solo, do manejo. Além disso, tÊm nos ajudado com outras questões junto a outros parceiros que produzem cachaça para que a gente possa se juntar em movimentos de valorização da cachaça enquanto produto”, afirmou. O empreendimento funciona em um terreno de 12 hectares e tem capacidade de produção de 20 mil litros de cachaça por ano. Igor conta que o produto tem se consolidado no mercado brasiliense, e demonstra empolgação com o crescimento do interesse do público. “Temos tido um retorno muito bom. As pessoas que compram, gostam muito do produto. Obviamente, existe um terroir específico daqui, que é diferente da Região Sul e do Nordeste. Cada cachaça vai ter uma especificidade e o público tem gostado desse terroir de Brasília, do Cerrado como um todo, então acabam levando para outros estados e até alguns outros países já estão se interessante”, comentou. Catálogo Conexões e Experiências O primeiro catálogo elenca 40 empreendimentos com mapa ilustrado, contato e horários de visitação, entre outras informações Na edição do catálogo Conexões e Experiências, foram selecionados 40 empreendimentos distribuídos em regiões rurais em Brazlândia, Ceilândia, Gama, Jardim, PAD-DF, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho e Vargem Bonita. São 98 páginas com mapa ilustrado, fichas dos empreendimentos, informações de contato, horários de visitação, além de QR Codes que dão acesso a vídeos curtos com depoimentos dos produtores. Na publicação é possível encontrar vinícolas e enoturismo, queijarias artesanais, cafés especiais, cachaçarias, cervejaria artesanal, apicultura, fruticultura, agroindústrias de laticínios e embutidos, hotéis-fazenda, ecoparques, espaços de bem-estar, turismo religioso e turismo cultural. O catálogo está disponível em formato físico e digital. Rancho Canabrava Com 29 anos de história no Núcleo Rural Sobradinho I, a cerca de 25 km da Rodoviária do Plano Piloto, o Rancho Canabrava é referência em turismo rural no Distrito Federal. A propriedade é pioneira na criação de cavalos da raça mangalarga marchador no DF, atividade iniciada em 1971, e hoje reúne turismo equestre, gastronomia e lazer para toda a família. "Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer e temos tentado crescer para outras funções também" Anna Maria de Lucena Rodrigues, proprietária do Rancho Canabrava Entre os destaques do empreendimento, estão passeios a cavalo e de charrete, cavalgadas longas e escola de equitação, restaurante de comida mineira servida no fogão a lenha, trilhas ecológicas, arvorismo, tirolesa e fazendinha e projeto pedagógico para escolas. “O rancho tem uma história longa. Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer, e temos tentado crescer para outras funções também. Temos um espaço de evento, bem pequenininho e restrito, mas estamos tentando crescer. Temos também um projeto pedagógico, no qual atendemos escolas com uma pegada mais ecológica, a fim de tirar os meninos das telas [de dispositivos eletrônicos]”, relatou a proprietária do espaço, Anna Maria de Lucena Rodrigues. Queijaria Potiguar Agroindústria familiar dedicada a laticínios artesanais, a queijaria Potiguar une tradição de família e conhecimento técnico na produção de queijos. A operação é registrada e segue as boas práticas de fabricação, o que assegura procedência e segurança alimentar ao consumidor. A produção integra o movimento de valorização do queijo artesanal produzido no Distrito Federal. Entre os destaques, estão uma linha de queijos artesanais (frescal, coalho, manteiga e minas padrão), loja própria em São Sebastião e visitação à propriedade com contato direto com o processo produtivo. “A queijaria nasceu por meio da Emater. Os técnicos me incentivaram a legalizar [o processo de produção]. Eles me acompanham desde o início. Se eu preciso de um veterinário, eles estão lá para me ajudar, na agroindústria, na produção, nos cursos de queijos, inclusive para eu conhecer as bactérias, o leite e tal, foi tudo através da Emater”, destacou o produtor rural Antônio Fernandes Barros, de 62 anos, proprietário da queijaria. Cerrado Blue A partir de pesquisa e aperfeiçoamento genético, a produção de mirtilo foi adaptada à realidade do DF Localizada na Rota do Cavalo, a Cerrado Blue é uma das pioneiras no cultivo de mirtilo (blueberry) no Distrito Federal. O mirtilo foi adaptado ao clima do Planalto Central por meio de pesquisa e aperfeiçoamento genético. O cultivo é feito em substrato e vasos, sistema que garante frutos de calibre superior, alto teor de açúcar e acidez equilibrada, com janela de produção estendida de cerca de sete meses. Entre os destaques, estão mirtilo in natura, colha e pague, agroturismo e vivências no campo, além de derivados artesanais como geleias, molhos, sucos e chá de folhas de mirtilo. “As pessoas têm gostado bastante porque é algo que não conhecem [o mirtilo]. As que conhecem ainda não foram a um pomar. Hoje, além dessa experiência no pomar, temos a experiência gastronômica. A gente oferece um café da manhã, que é um brunch com receitas doces e salgadas com mirtilo”, contou a empreendedora rural, Leandra Alvarenga. Coopa-DF A farinha de trigo Buriti é fruto do trabalho da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) Fundada em 1978, a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) reúne centenas de produtores e é uma das principais referências do agronegócio do Planalto Central. Seu produto símbolo é a farinha de trigo Buriti, resultado da busca dos cooperados, desde os anos 1990, pelo trigo como alternativa de rotação de culturas nas áreas irrigadas. O moinho próprio, inaugurado em 1995, transforma o grão em farinha para panificação, uso doméstico e farelo animal. Entre os destaques, estão a farinha de trigo Buriti e a realização da AgroBrasília, maior feira do agronegócio do Planalto Central e uma das principais do país, sediada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci. Villa Giardini Ecoparque Referência em sustentabilidade e turismo rural no DF, o Villa Giardini Ecoparque ocupa 36 mil metros quadrados no Setor de Mansões do Lago Norte, com até 65% de vegetação nativa preservada e arquitetura bioclimática. O complexo integra produção agrícola, educação ambiental e eventos, com vista para o Lago Paranoá e o skyline da cidade. Entre os destaques da propriedade, estão a meliponicultura (abelhas sem ferrão), o viveiro de mudas ornamentais e medicinais, o primeiro lavandário em larga escala do Centro-Oeste, com mais de 1,5 mil pés de lavanda e um rótulo próprio de vinho em parceria com a Vinícola Brasília, além das experiências Chá da Villa, Projeto Sementes da Villa e oficinas Brushes & Bloom. Cauê Giardini explica que o Villa Giardini Ecoparque une arte, cultura e preservação ambiental “[O local] nasceu há dez anos com o intuito de ser um parque botânico em Brasília, de ser um espaço que unisse arte, cultura e preservação ambiental. Então, temos várias atividades que são abertas à comunidade e não só privadas. Hoje, somos muito conhecidos em Brasília no setor de eventos e eventos privados, casamentos, festas sociais, mas poucas pessoas sabem que a Villa Giardini está com as portas abertas para comunidade do Distrito Federal como um todo”, contou o diretor de criação do espaço, Cauê Giardini. Oma Sena Vinícola boutique familiar, a Oma Sena — "Vovó Sena", em alemão — é uma homenagem dos netos à matriarca da família e integra o grupo Vinícola Brasília e o Eixo dos Vinhedos. A produção utiliza a técnica da dupla poda, que desloca a colheita do verão chuvoso para o inverno seco, período de maturação plena dos cachos. Entre os destaques, estão os rótulos Primeira Chuva (rosé de syrah), Descalço (sauvignon blanc), Vernáculo Syrah e Dialeto Syrah, premiações nacionais e internacionais, com destaque para o Merano Wine Festival 2025, na Itália, visitas guiadas ao vinhedo com degustação e a experiência imersiva Tinto, Taças e Tintas. Rafael Bonato: "A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos" “A nossa fase atual é de conquistar o mercado e estar realmente mais próximos dos clientes, do consumidor final. A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos. [O catálogo] ajuda muito a termos um caminho realmente aberto com os consumidores e com os clientes”, comentou o sócio-proprietário da Oma Sena, Rafael Bonato. Vinícola Brasília Nascida da união colaborativa de dez famílias e dez vinhedos do Distrito Federal e da Ride, a Vinícola Brasília é um dos projetos mais recentes da vitivinicultura no Planalto Central. Os vinhos finos são produzidos pela técnica da colheita de inverno (dupla poda), com uvas colhidas a uma altitude média de mil metros, em clima seco e de grande amplitude térmica. Pesquisa financiada pela FAPDF comprovou que os syrahs do Cerrado de Altitude apresentam altos níveis de compostos fenólicos, antioxidantes e resveratrol. Rótulos da Vinícola Brasília prestam homenagem à capital federal: Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó Entre os destaques, estão rótulos que homenageiam a arquitetura de Brasília — Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó, mais de 70 premiações nacionais e internacionais —, além de tours guiados, winebar, jantares harmonizados e cursos de vinhos. “A Vinícola Brasília, hoje, é mais conhecida fora do Brasil do que aqui dentro de Brasília. Com apenas dois anos de vida, conquistamos 120 prêmios nacionais e internacionais. Fazemos sempre um apelo às pessoas que vão até a Vinícola Brasília que, quando se sentarem em restaurantes, peçam vinhos de Brasília. A qualidade nós já provamos que temos”, comentou o gerente comercial da vinícola, Darlan Lucca Pissolatti, 57, ao citar que o empreendimento recebe propostas de exportação dos produtos para países como Alemanha, Espanha, Itália, França e Portugal. Espaço Amplitude Refúgio de hospedagem e bem-estar na DF-205 Oeste, o Espaço Amplitude foi inspirado nos princípios da geometria sagrada, com o octógono presente em todos os ambientes, em projeto que mescla o contemporâneo e o rústico. Os chalés têm vista para a montanha e para o horizonte rural. A propriedade mantém atividades agropecuárias genuínas — plantio de milho e criação de bovinos, aves e equinos —, o que reforça a autenticidade da vivência rural. Entre os destaques, o espaço dispõe de hospedagem em chalés; do projeto Entardecer no Amplitude, com contemplação do pôr do sol, petiscos e música; de trilhas, bike e ecoturismo, yoga, meditação e retiros, além de camping e observação do céu. "A vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial" Yara Lucia de Oliveira, do Espaço Atitude “Nós surgimos na época da pandemia, quando todo mundo estava sem saber para onde ir. Construímos uns chalezinhos hoje se transformaram em um refúgio, onde as pessoas procuram um lugar de conexão, de pausa, de acolhimento. Nós oferecemos aquele clima de montanha, ficamos numa área montanhosa do DF, o que é raro nas propriedades. Então, a vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial”, comentou a proprietária, Yara Lucia de Oliveira. Como participar do edital A Emater-DF também fez o lançamento do segundo edital do projeto para a seleção de produtores rurais do Distrito Federal para integrar a segunda edição do catálogo — desta vez, bilíngue — nos formatos digital e físico. As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela internet, duraram de 1º de junho a 31 de agosto, sendo abertas a produtores rurais atendidos pela Emater-DF que tÊm produtos agroindustriais com registro nos órgãos competentes, propriedades com atrativo turístico ou parcerias entre as duas modalidades. As inscrições para o segundo catálogo podem ser feitas até 31 de agosto Como contrapartida aos projetos selecionados, a Emater disponibilizou espaço na publicação bilíngue, inclusão na plataforma digital Põe na Cesta e participação em ações de marketing regional e eventos promocionais coordenados pela Emater-DF. Produtores que precisaram de apoio para se inscrever puderam procurar os escritórios locais da Emater-DF da sua região. *Com informações da Emater
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Terceira edição da Jornada de Foguetes do Cerrado movimenta estudantes
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Até 14/8, segue em cartaz a 3ª Jornada de Foguetes do Cerrado, que foi aberta no Autódromo de Brasília e divide sua programação no Planetário de Brasília e na Escola de Formação Continuada de Profissionais da Educação (Eape). No primeiro dia, foram colocados em prática conhecimentos de ciência, tecnologia e engenharia, em uma competição que alia aprendizado, criatividade e trabalho em equipe. Equipamentos expostos foram detalhados e serviram para fundamentar os debates entre os participantes | Foto: Divulgação/Secti-DF No segundo dia, a programação teve como destaque a visita ao Planetário de Brasília, onde os participantes apresentaram os equipamentos utilizados nos lançamentos de foguetes e puderam compartilhar experiências sobre os projetos desenvolvidos pelas equipes. “Nessas apresentações, os alunos interagem e aprendem mais”, avalia o professor Alessandro Soares, que ministra aulas de ciências em Ourilândia do Norte, no Pará. “Trocam experiências sobre as bases de lançamento, como podem ser aprimoradas, os materiais mais modernos, e tudo o que se pode fazer para tornar o campeonato mais interessante.” O encerramento da jornada será na Eape, a partir das 10h, com a entrega das premiações e dos certificados de participação. Ao todo, são mais de 556 participantes de nove estados, que encerram a programação com novas experiências e expectativas para a próxima edição. A Jornada de Foguetes do Cerrado reforça a importância de espaços como o Planetário de Brasília na aproximação entre ciência, tecnologia e educação, ampliando o acesso dos estudantes a experiências que estimulam a curiosidade, a criatividade e o interesse pela inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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IPVA
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