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Governadora inaugura obras de infraestrutura no Sol Nascente

O Governo do Distrito Federal (GDF) entregou, nesta quarta-feira (24), obras de infraestrutura no Sol Nascente/Pôr do Sol, em áreas do Trecho 1 e dos lotes 1 e 2 do Trecho 3. Com investimento de R$ 215 milhões, as intervenções incluem redes de drenagem, pavimentação asfáltica, blocos intertravados e calçadas. Obras fazem parte do pacote de urbanização da região administrativa, que foca o bem-estar dos moradores | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A entrega teve a participação da governadora Celina Leão e ocorreu no Trecho 3, em frente à Igreja Redenção. Os serviços integram as frentes de urbanização da região administrativa e buscam reduzir transtornos com lama, poeira e alagamentos, além de melhorar a circulação de moradores, pedestres e motoristas. “Com essa finalização, faltam apenas duas ruas para que possamos entregar 100% do Sol Nascente com toda a infraestrutura urbanizada e organizada”, ressaltou a governadora Celina Leão “São três trechos que estão sendo finalizados hoje”, enumerou a chefe do Executivo. “Com essa finalização, faltam apenas duas ruas para que possamos entregar 100% do Sol Nascente com toda a infraestrutura urbanizada e organizada. Hoje a cidade está totalmente transformada. Temos restaurante comunitário, faculdade, Agência do Trabalhador e a Casa da Mulher Brasileira.” No momento em que assinou a entrega das obras, Celina Leão também autorizou a construção de uma ciclovia na região. O anúncio foi feito após um pedido de um morador durante o evento. “Está autorizado”, afirmou. “Você vai organizar, e nós vamos fazer. Vai sair. Começa semana que vem”.   Obras concluídas No Trecho 1 e em parte do Trecho 3, as intervenções receberam investimento de R$ 80 milhões. O pacote resultou na instalação de 7.185 metros de redes de drenagem, 44.777 metros quadrados de asfalto, 88.517 metros quadrados  de blocos intertravados e 77.148 metros quadrados de calçadas. No Trecho 3, o Lote 1 recebeu aporte de R$ 75 milhões. Nessa frente, foram instalados 7.264 metros de redes de drenagem, 57.003 metros quadrados de asfalto, 124.600 metros quadrados de blocos intertravados e 110.000 metros quadrados de calçadas. O Lote 2, também voltado para obras de infraestrutura na região, teve investimento de R$ 60 milhões. O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, comemora: “O Sol Nascente já foi considerado a maior favela do Brasil. Hoje é uma cidade urbanizada, com drenagem e sem problemas de enchentes” [LEIA_TAMBEM]Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, as entregas fazem parte do processo de urbanização da região. “Já foram investidos quase R$ 600 milhões no Sol Nascente para levar infraestrutura à cidade”, contabiliza. “Hoje estamos entregando obras no Trecho 3, mas também já concluímos intervenções no Trecho 1 e em outras áreas que haviam ficado de fora”. O secretário também falou sobre os impactos das obras para a população: “O Sol Nascente já foi considerado a maior favela do Brasil. Hoje é uma cidade urbanizada, com drenagem e sem problemas de enchentes. Temos rodoviária, Casa da Mulher Brasileira, Centro Olímpico, escolas e diversos outros equipamentos públicos”. Infraestrutura urbana O comerciante Robério Júnior tem boas expectativas: “Eu vejo a possibilidade de crescer junto com a cidade, aumentar o tamanho da loja e a quantidade de funcionários” Criado como região administrativa em 2019, o Sol Nascente/Pôr do Sol concentra mais de 95 mil moradores. Entre eles está a diarista Marlete Geralda de Brito, de 60 anos. Hoje, com a rua pavimentada, ela comemora a mudança: “Antes era só lama e poeira. Na minha casa entrou água duas vezes. Agora ficou tudo arrumadinho”. As melhorias também beneficiaram o comércio local. Dono de uma papelaria, o empresário Robério Júnior, 62, diz que o novo asfalto e os estacionamentos facilitaram o acesso dos clientes. “É uma cidade nova que está crescendo”, observa. “Eu vejo a possibilidade de crescer junto com a cidade, aumentar o tamanho da loja e a quantidade de funcionários. Você faz um investimento, e o governo vem junto com as obras. Esta semana, terminaram a drenagem aqui na frente da loja. Achei sensacional, principalmente porque o período de chuvas está chegando”.    

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Dada a largada: Brasília inicia contagem regressiva de um ano para a Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027™️

Está dada a largada para a Copa do Mundo Feminina da Fifa Brasil 2027™️. A exatamente um ano do início da competição, Brasília recebeu nesta quarta-feira (24) uma série de ações apoiadas pela entidade máxima do futebol para celebrar a importante marca. A iniciativa, liderada pela Fifa e pelos organizadores do torneio, reforçou o papel da capital como uma das cidades-sede do mundial, o primeiro a ser realizado na América do Sul. A programação especial uniu esporte, inclusão e participação social. As atividades foram articuladas em alinhamento com o Comitê Executivo responsável pela organização do evento e se dividiram em três cartões-postais da cidade: o Estádio Nacional Mané Garrincha, o Parque da Cidade e a Rodoviária do Plano Piloto. Cerca de 700 crianças fizeram a festa na Arena Mané Garrincha | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As celebrações começaram no gramado da Arena Mané Garrincha, onde cerca de 700 crianças dos centros olímpicos e paralímpicos (COPs) do DF se reuniram para formar um grande mosaico comemorativo nas arquibancadas. O momento foi idealizado para simbolizar a união, a diversidade e o forte legado que o esporte deixa para as futuras gerações. Empolgado com a Seleção Feminina de futebol do Brasil, Eduardo Xavier, de apenas 7 anos, faz natação e futebol no Centro Olímpico do Setor O. Demonstrando animação no evento desta quarta-feira, o pequeno contou que vai assistir a todos os jogos da seleção feminina e que adorou ter conhecido o Estádio Mané Garrincha: “Estou achando muito divertido, porque é a primeira vez que eu venho ao Estádio”.   Também foi a primeira visita de Camilly Victoria de Oliveira, de 10 anos. Ela pratica atletismo e natação no Centro Olímpico de São Sebastião desde os 4 anos: “Estou achando muito legal. É muita emoção estar aqui, dá até vontade de chorar. Eu nunca estive aqui e estou amando”, contou, emocionada. Já Eloah Nery, também com 10 anos e na turma de natação no Centro Olímpico de São Sebastião, foi ao Estádio Mané Garrincha pela segunda vez. Agora, a animação veio em contar os dias até o torneio feminino. “Eu estou muito feliz, a gente está se divertindo muito e agradeço todos os professores que conseguiram trazer a gente aqui”, relatou. “Estou achando muito legal. É muita emoção estar aqui, dá até vontade de chorar. Eu nunca estive aqui e estou amando”, contou Camilly Victoria de Oliveira, de 10 anos Programação Na sequência, os jovens atletas seguiram para o Parque da Cidade Sarah Kubitschek. Lá, participaram de atividades coletivas que incluíram a pintura do chão em áreas conhecidas do público, como a entrada do Estacionamento 10, o Parque Ana Lídia e o Castelinho. O foco dessa etapa foi celebrar o mundial e espalhar mensagens de cidadania, inclusão e incentivo à prática esportiva. A população do Distrito Federal também foi convidada a entrar no clima da contagem regressiva. Simultaneamente aos eventos com as crianças, a plataforma inferior da Rodoviária do Plano Piloto sediou uma grande ação de engajamento. Quem passou pelo terminal pôde interagir com um cenário temático (backdrop) montado com artes enviadas pela própria Fifa e participar de um desafio de golzinho. Legado "Falta um ano para a Copa do Mundo Feminina da Fifa Brasil 2027™️e esse trabalho que o DF está fazendo, por ser uma das sedes, é muito importante", destacou a ex-jogadora Mariléia Santos Quem também marcou presença no evento desta quarta-feira foi a ex-futebolista Mariléia Santos, que ficou conhecida no meio esportivo pelo apelido de Michael Jackson. Considerada uma lenda do futebol feminino e uma das pioneiras na modalidade, ela fez história nos gramados como atacante da Seleção Brasileira Feminina nas décadas de 1980 e 1990, com mais de 1,5 mil gols na carreira. A ex-atleta defendeu a Seleção Brasileira de Futebol Feminino por 12 anos e disputou as Copas do Mundo de 1991 e 1995, além das Olimpíadas de Atlanta em 1996. A ex-atacante da seleção destacou a importância da preparação para o evento da FIFA e da construção de um legado para as próximas gerações. “Falta um ano para a Copa do Mundo Feminina da Fifa Brasil 2027™️e esse trabalho que o DF está fazendo, por ser uma das sedes, é muito importante. Não é só a competição, temos que pensar no legado, para que essas crianças tenham um futuro no futebol feminino com respeito, porque é isso que o esporte precisa. Estou muito feliz por fazer parte desse momento, que é uma virada de chave do futebol feminino. Enquanto atleta, eu sonhei em jogar uma Copa do Mundo em casa. Hoje, eu me sinto orgulhosa, porque o Brasil é o país do futebol — masculino e o feminino também. Tenho certeza que vamos trabalhar para deixar o melhor legado social e esportivo”, ressaltou.

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Cine Brasília celebra o Dia do Orgulho LGBTQIA+ com exibição de 'Labirinto dos Garotos Perdidos'

No dia 28 de junho, data em que é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, o Cine Brasília realiza uma sessão especial inédita no Distrito Federal de Labirinto dos Garotos Perdidos, novo filme do cineasta brasileiro Matheus Marchetti. A exibição será às 20h45, com ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Exibido na Mostra de São Paulo e no Fantaspoa — Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre, Labirinto dos Garotos Perdidos reforça o talento de Matheus Marchetti dentro do cinema de gênero brasileiro. Com uma fotografia vibrante e atmosfera que transita entre o lúdico e o sombrio, o trabalho aproxima o horror de uma experiência visual intensa e sedutora. 'Labirinto dos Garotos Perdidos' vem reforçar o talento de Matheus Marchetti dentro do cinema de gênero brasileiro | Reprodução   Estreias Entre as estreias da semana, um dos destaques é Criadas, primeiro longa de ficção dirigido por Carol Rodrigues. Partindo do reencontro entre duas primas para investigar memórias familiares e feridas abertas pela herança colonial brasileira, o filme mescla drama psicológico, realismo fantástico e horror subjetivo. O longa Criadas integra a Sessão Vitrine Petrobras com ingressos nos valores especiais de R$15 (inteira) e R$ 7,50 (meia). A programação de estreias também reúne outras duas produções brasileiras, ambas com temática LGBTQIA+. Em Quinze Dias, de Daniel Lieff, um adolescente tímido e inseguro vê suas férias mudarem de rumo quando precisa conviver com o vizinho por quem foi apaixonado na infância, dando início a uma jornada de autodescoberta. Já Apenas Coisas Boas, de Daniel Nolasco, ambientada no interior de Goiás dos anos 1980, retrata o encontro e início de uma paixão entre um homem solitário e um motoqueiro acidentado, em uma história de amor que mexe com os desejos e provoca rupturas em cada um deles. Sessão Circuitão A Sessão Circuitão desta semana leva para a tela do Cine Brasília o retorno de uma das franquias de comédia mais populares dos anos 2000. Mais de uma década depois do quinto filme, a sequência de Todo Mundo em Pânico recupera o espírito debochado da série, conhecida por transformar sucessos do terror, do suspense e da cultura pop em uma produção de paródias recheadas de exageros e situações absurdas. Todo Mundo em Pânico será exibido no sábado (27), às 16h10, na versão legendada, e na quarta (1º/7), às 14h30, na versão dublada. Crianças e adolescentes Para o público infantojuvenil, a semana tem como opção a animação russa Os Peludos 2, de Denis Chernov, sequência que traz de volta Finnick que, após perder sua invisibilidade ao despertar a magia de um antigo cajado, coloca toda a sua espécie em perigo. Seleção de curtas Nesta semana, o curta selecionado é a produção carioca Memórias com Vista Pro Mar, dirigida por Marton Olympio. O filme acompanha Félix, um pintor negro de 80 anos que foge de uma casa de idosos e encontra refúgio em um banco de praia. Diante do mar, lembranças adormecidas começam a emergir, trazendo à tona fragmentos de uma vida marcada por perdas e distanciamentos. Em cartaz Segue em cartaz o terror de ficção científica Backrooms: Um Não-Lugar. Com direção de Kane Parsons e ambientado em 1990, o longa acompanha Clark, um vendedor de móveis que descobre um portal para os “Backrooms”, um labirinto infinito de espaços surreais escondido atrás da realidade. Sessão única Depois de passar pela tela do Cine Brasília no final de maio, Obsessão retorna para uma sessão única no dia 27, às 18h15. Dirigido por Curry Barker, o terror acompanha Bear, um jovem solitário que trabalha em uma loja de discos e alimenta sentimentos por Nikki, sua amiga de infância. Mostra Truffaut Com uma seleção que reuniu diferentes momentos da filmografia de François Truffaut, a mostra Truffaut por Completo chega às últimas sessões no Cine Brasília. Nesta reta final serão exibidos na quinta (25) Um Só Pecado, em cópia restaurada em 4K, às 14h, Na Idade da Inocência, às 16h20, e O Amor em Fuga, às 18h25. E, para fechar a mostra, no dia 26, às 16h, As Duas Inglesas e o Amor, também em cópia restaurada em 4K. Pré-estreia Antes de chegar à tela da Globo DF, Coração em Dois Tempos ganha uma sessão de pré-estreia gratuita nesta quinta (25), a partir das 20h30. Produzida em Brasília e dirigida por João Renato e Victor Pereira da Silva, a comédia romântica acompanha a história de Marina e Pedro, um casal que se vê dividido entre a paixão pela Copa do Mundo e as tradições da quadrilha junina.  Sessão especial A programação conta, ainda, com sessão especial de Anatomia do Caos, documentário dirigido por Dandara Ferreira, no dia 30, às 19h. Cinema fechado Na segunda (29), o Cine Brasília estará fechado para dedetização de rotina. Ingressos e acessibilidade Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 9h às 21h, ou no site. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Sessão Monumental e Sessão Circuitão custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Às segundas e terças-feiras os valores são R$ 10 e R $ 5, bem como a Sessão Atípica. A programação da mostra Truffaut por Completo segue com ingressos a R$ 20 e R$ 10. As exibições de Criadas estão com ingressos especiais nos valores de R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia). A pré-estreia de Coração em Dois Tempos é gratuita. Os filmes Apenas Coisas Boas e Os Peludos 2 contam com recursos de acessibilidade em segunda tela de Libras, audiodescrição e legendas por meio do aplicativo PingPlay; os filmes Criadas e Obsessão no MLoad; Quinze Dias no MovieReading e Todo Mundo em Pânico no Greta;    SERVIÇO — CINE BRASÍLIA Endereço: Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (segunda a sexta, das 14h às 18h) - wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com  Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia  Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial Programação Quinta (25) 10h — Os Peludos 2 14h — Mostra Truffaut por Completo - Um Só Pecado (cópia restaurada em 4K) 16h20 — Mostra Truffaut por Completo - Na Idade da Inocência 18h25 — Mostra Truffaut por Completo - O Amor em Fuga 20h30 — Sessão Globo - Coração em Dois Tempos Sexta (26) 10h — Backrooms: Um Não-Lugar 14h — Os Peludos 2 16h — Mostra Truffaut por Completo - As Duas Inglesas e O Amor (cópia restaurada em 4K) 18h30 — Criadas 20h35 — Memórias com Vista pro Mar (curta-metragem) + Quinze Dias Sábado (27) 11h — Os Peludos 2 14h — Criadas 16h10 — Sessão Circuitão - Todo Mundo em Pânico 6 18h15 — Sessão única - Obsessão 20h30 — Memórias com Vista pro Mar (curta-metragem) + Backrooms: Um Não-Lugar Domingo (28) 11h — Os Peludos 2 15h — Os Peludos 2 16h45 — Quinze Dias 18h45 — Apenas Coisas Boas 20h45 — Sessão Especial Dia do Orgulho LGBT - Labirinto dos Garotos Perdidos Terça (30) 16h20 — Memórias com Vista pro Mar (curta-metragem) + Quinze Dias 19h — Sessão Especial - Anatomia do Caos  Quarta (1º/7) 14h30 — Sessão Circuitão - Todo Mundo em Pânico (sessão dublada) 16h25 — Criadas 18h30 — Quinze Dias 20h30 — Memórias com Vista pro Mar (curta-metragem) + Apenas Coisas Boas *Com informações da Secec-DF

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Projeto do FAC leva concertos e oficinas de percussão afro-brasileira para três regiões administrativas

Fortalecer a cena musical local e aproximar o público das sonoridades afro-brasileiras são os principais objetivos do projeto Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante no DF, promovido pela Orquestra Percussiva Batukenjé com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A primeira apresentação da iniciativa será neste sábado (27), em frente à Administração Regional do Varjão, com concerto musical, às 10h30, e oficina sobre percussão, às 11h. A participação é livre e gratuita. “Projetos como o Batukenjé Orquestrado mostram a importância de levar a política cultural para diferentes regiões do DF, criando oportunidades de formação artística e de encontro entre as comunidades e os nossos patrimônios culturais”, salienta o secretário de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto. “Com isso, o Governo do Distrito Federal contribui para ampliar o acesso à cultura e valorizar expressões que fazem parte da identidade afro-brasiliense e da diversidade cultural da nossa cidade”, completa. Depois do Varjão, o grupo passará em Ceilândia e Paranoá, nos dias 18 de julho e 15 de agosto, respectivamente. Os locais e horários de cada etapa vão ser divulgados no Instagram do projeto. As ações contam com intérpretes de Libras e atuação de pessoas com deficiência na equipe, demonstração de que a cultura é espaço de convivência, diversidade e inclusão social. A primeira apresentação da iniciativa será neste sábado (27), em frente à Administração Regional do Varjão, com concerto musical, às 10h30, e oficina sobre percussão, às 11h | Foto: Cristiano Costa/Divulgação As atividades são conduzidas pelo Mestre Celin du Batuk, com apoio de monitores. Cada oficina tem 20 vagas, com foco em jovens e adultos interessados em aprender sobre ritmo, prática coletiva e instrumentos percussivos, como timbais, surdos, caixas e repiques. Os participantes terão contato com o samba-reggae, samba afro, capoeira e outras manifestações artísticas que compõem a diversidade sonora do DF. “A nossa orquestra percussiva tem a missão de valorizar esses ritmos de matriz africana, além de promover o acesso e o desenvolvimento da sensibilidade das comunidades com esses sons, que dizem tanto de onde viemos e quem somos”, afirma o mestre, que fundou o grupo percussivo em 2006. Depois das três regiões administrativas, o Batukenjé Orquestrado levará os ritmos afro-brasileiros para uma turnê na Europa, com o mesmo formato de apresentações e oficinas, na França e na Alemanha.

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Novos ônibus elétricos começam a circular no DF

Os usuários do transporte público coletivo do Distrito Federal já podem viajar nos novos ônibus elétricos da capital. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) liberou, nesta quarta-feira (24), os primeiros 12 veículos da frota de 90 ônibus elétricos entregues em maio. Esses veículos passaram por cadastro, licenciamento, vistoria, emplacamento e instalação de validadores no Sistema de Transporte Público Coletivo para o funcionamento da operação. Eles começam a circular em quatro linhas com viagens que saem da Rodoviária do Plano do Piloto. As linhas atendidas são a 109.3, que passa pela Esplanada dos Ministérios e vai para o Setor de Autarquias Sul/Pátio Brasil; a 109.4, que faz o percurso para a Esplanada dos Ministérios; a 108.5, que vai até a Rodoferroviária passando pelo Setor Militar Urbano; e a linha 0.110, que atende os universitários e demais passageiros que se deslocam para a região da UnB. A titular da Semob-DF, Sandra Holanda, explicou que os veículos serão liberados progressivamente até atingir a totalidade da frota. A operação vai começar em quatro linhas que atendem, juntas, cerca de 25 mil passageiros por dia. “A eletrificação da frota permite que o Distrito Federal avance na agenda ASG (Ambiental, Social e Governança) e fortaleça seu o compromisso com a descarbonização, a moblidade inclusiva e as práticas inovadoras e transparentes, reduzindo os impactos ambientais”, explicou a secretária. Os veículos são 100% elétricos, equipados com ar-condicionado, piso baixo, acessibilidade total e sistema de câmeras | Foto: Divulgação/Semob-DF Mobilidade sustentável Com a aquisição dos novos ônibus elétricos, o GDF avança na transição energética da frota. Os veículos foram importados da China pela empresa Piracicabana e representam ganhos para a população, a mobilidade sustentável e o meio ambiente. Ao todo, são 90 veículos que beneficiarão cerca de 70 mil passageiros por dia, em área que realiza cerca de 281 viagens diariamente. Os veículos são 100% elétricos, equipados com ar-condicionado, piso baixo, acessibilidade total e sistema de câmeras. A operação é silenciosa, contribuindo para a redução de ruído urbano, e com zero emissão de poluentes. Juntos, os veículos vão reduzir 615 toneladas de CO2 por mês, com impacto ambiental equivalente ao plantio de mais de 120 mil árvores por ano.   *Com informações da Semob-DF

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Fisioterapia especializada ajuda pacientes a recuperar autonomia após AVC 

Perder a força de um lado do corpo, deixar de caminhar sozinho e depender da ajuda de familiares para tarefas simples do dia a dia são algumas das mudanças enfrentadas por quem sobrevive a um acidente vascular cerebral (AVC). No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), pacientes que passaram pela doença encontram na fisioterapia especializada um caminho para recuperar movimentos, readquirir autonomia e reconstruir a rotina.  Vítima de um AVC, Joana Darc Vigilato faz fisioterapia no HRSM e já apresenta avanços que surpreendem a família | Fotos: Divulgação/IgesDF “Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses” Francimar Santos O AVC é uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil. Ao lado do infarto, integra o grupo das doenças cardiovasculares, responsáveis por cerca de 30% dos óbitos registrados anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde. Dados da Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC), com base no Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC) do Brasil, mostram a dimensão do problema: somente entre 1º de janeiro e 31 de março deste ano foram registradas 20.461 mortes por AVC no país, o equivalente a uma média de 235 por dia, praticamente uma vítima a cada seis minutos. Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em neurofuncional adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC.  Definição do plano terapêutico Para definição do plano terapêutico, cada paciente passa por uma avaliação individualizada antes do início das sessões “Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador” Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área no HRSM “Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área.  O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico. “O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina da pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle. O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional. Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família. “Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos. Desafios além da recuperação física  [LEIA_TAMBEM]A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação.  “Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle. Como acessar o serviço O usuário ou seu responsável deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da Secretaria de Saúde. Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento. *Com informações do IgesDF

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Rede pública do DF se destaca em concurso de redação da CLDF

A Secretaria de Educação (SEEDF) comemora o destaque dos estudantes da rede pública no Concurso de Redação 2025, promovido pela Comissão de Assuntos Sociais da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CAS/CLDF). Com o tema “O lugar onde vivo e o futuro que quero", a competição estimulou a produção textual, a reflexão sobre a realidade dos jovens e o olhar crítico sobre a sociedade. Entre os destaques está o Centro de Ensino Médio (CEM) 10 de Ceilândia, que conquistou as primeiras colocações na Categoria II (ensino médio e educação de jovens e adultos) e garantiu recursos para fortalecer as ações desenvolvidas pela unidade. O resultado revela a força do trabalho pedagógico realizado nas escolas da rede pública e o potencial dos estudantes quando encontram espaços de incentivo à escrita e ao protagonismo. O concurso reconheceu, ainda, o desempenho de diversas unidades da SEEDF. A Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Planaltina teve o maior número de redações inscritas, enquanto o Centro Educacional (CED) Várzeas se destacou pelo engajamento dos participantes. O tema do concurso de redação era "O lugar onde vivo e o futuro que quero" | Fotos: Divulgação/SEEDF Na Categoria I (ensino fundamental), o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 07 de Brasília e o CEF 16 de Ceilândia também figuraram entre os primeiros colocados. Excelência na escrita e histórico de conquistas O resultado do CEM 10 de Ceilândia é fruto de um trabalho construído ao longo dos anos com foco no desenvolvimento da escrita, da argumentação e do pensamento crítico dos estudantes. O projeto de redação, idealizado pela professora Celeste Maria Santos da Silva Napoleão e atualmente coordenado pelos professores Thiago Gabriel da Mota Queirós e Geovanna Helen Ribeiro de Melo, vem acumulando conquistas em diferentes competições. Nesta edição, o CEM 10 garantiu o primeiro lugar com Letícia Gabrielly Leite da Silva, o segundo com Agatha Joana Pereira da Silva, o terceiro com Nathan Isaque Silva de Carvalho e a sexta colocação com Ana Clara Araújo Pereira. Pelo desempenho coletivo, a unidade recebeu premiação de R$ 25 mil, além de R$ 20 mil por meio do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf), via emenda parlamentar, e um tablet sorteado. Os professores Geovanna Helen Ribeiro de Melo, Celeste Maria Santos da Silva Napoleão e Thiago Gabriel da Mota Queirós dão aula de redação no CEM 10 de Ceilândia Antes do reconhecimento no concurso de redação da CLDF, a iniciativa já havia levado estudantes ao primeiro lugar no concurso Jovem Senador 2025 e à vitória no projeto Nosso Parlamento, parceria entre a CLDF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que destinou R$ 150 mil à escola. Escola como espaço de transformação Além de preparar estudantes para provas e vestibulares, o trabalho desenvolvido pelo CEM 10 busca aproximar a escola da realidade dos jovens e fortalecer o sentimento de pertencimento da comunidade. O professor Thiago Mota explica que a mudança para a sede definitiva da escola contribuiu para estreitar essa relação com os estudantes e com o território.  “O Centro de Ensino Médio da Ceilândia ficou dez anos numa escola provisória. No ano passado, a escola veio para a escola fixa, que foi reformada, a escola que fica de fato na comunidade. Então, a gente está tendo esse resultado bem positivo da interseção da escola estar no local do qual a comunidade faz parte”, explica. “Mais do que escrever uma redação, senti que estava representando a voz de muitas pessoas da minha comunidade” Leticia Gabrielly Leite da Silva, estudante do CEM 10 de Ceilândia Para Letícia Gabrielly, primeira colocada no concurso, a conquista representa mais do que uma premiação. Na redação O Pôr do Sol existe, e a comunidade não aceita ser esquecida!, a estudante transformou em texto as experiências e desafios do local onde vive. “Foi um tema que me tocou profundamente, porque fala sobre a realidade da comunidade onde vivo. Poder abordar a falta de recursos, de valorização e de visibilidade que muitas vezes afeta o nosso bairro foi algo muito significativo para mim. Mais do que escrever uma redação, senti que estava representando a voz de muitas pessoas da minha comunidade”, afirma. A estudante também destaca a importância do apoio recebido durante a trajetória escolar: “Essa conquista reforçou a certeza de que, quando acreditamos em nossos sonhos e nos dedicamos de verdade, somos capazes de alcançar objetivos que pareciam distantes. Sou muito grata aos meus professores por todo o incentivo. Essa vitória não é apenas minha, mas também de todos que fizeram parte da minha trajetória”. Confira o resultado final do concurso de redação 2025 Categoria I (ensino fundamental) 1º lugar: Sthephany Nicholy Isabelle Brito Silva (CEF 07 de Brasília) 2º: Antonio Matheus Alves Leite (CEF 16 de Ceilândia) 3º: Ana Luiza Peixoto da Silva (CEF 16 de Ceilândia) 4º: Maria Eduarda Dias de Brito (CEF 03 de Planaltina) 5º: Amanda Liride Garajau Grossi (CEF 07 de Brasília) 6º: Pedro Henrique Silva dos Santos (CEF 07 de Brasília) 7º: Maria Clara Nunes Coelho (CEF 16 de Ceilândia) 8º: Arthur Henrique Silva Ribeiro (CEF 03 de Planaltina) 9º: Eduardo Lima Kesseler (CEF 07 de Brasília) 10º: Jheniffer Cristhina Almeida Azevedo (CED Várzeas) Categoria II (ensino médio e EJA) 1º lugar: Leticia Gabrielly Leite da Silva (CEM 10 de Ceilândia) 2º: Agatha Joana Pereira da Silva (CEM 10 de Ceilândia) 3º: Nathan Isaque Silva de Carvalho (CEM 10 de Ceilândia) 4º: Mirella Regina Araujo da Silva (CED 08 do Gama) 5º: Beatriz dos Santos Barros (CEM Asa Branca) 6º: Ana Clara Araújo Pereira (CEM 10 de Ceilândia) 7º: Laura Monhol Muller (CED Várzeas) 8º: Pedro Henrique Ferreira Sales (CEM 111) 9º: Larryssa Silva de Menezes (CED 06 de Ceilândia) 10º: Lirrane Eduarda Soares Ribeiro (CED 06 de Ceilândia). *Com informações da Secretaria de Educação  

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Bebês internados no Hospital de Base participam de ensaio junino

A gravata quadriculada, o sorriso e a desenvoltura do pequeno Benício, de apenas seis meses, conquistaram os corações de pacientes, familiares e profissionais da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTI Ped) do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), nesta terça-feira (23). Em um momento de leveza em meio à rotina hospitalar, bebês e crianças internados participaram de um ensaio fotográfico com temática junina durante uma atividade voltada à promoção do bem-estar e da humanização do cuidado. Bebês internados interagiram com tranquilidade na hora de fazer as imagens | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF “Essas intervenções terapêutico-ocupacionais, de caráter lúdico, expressivo e significativo, contribuem para minimizar os impactos emocionais da internação, promovendo acolhimento, estratégias de enfrentamento e o fortalecimento dos vínculos afetivos” Anna Carolina Rodrigues, terapeuta ocupacional A ação foi organizada pelas equipes de terapia ocupacional e psicologia do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) para estimular o desenvolvimento infantil, fortalecer os vínculos entre os bebês, suas famílias e a equipe assistencial, além de proporcionar experiências afetivas durante o período de internação. A terapeuta ocupacional Anna Carolina Rodrigues, da UTI Pediátrica, lembra que a proposta busca recriar vivências que fariam parte do cotidiano das crianças caso estivessem em casa. “O objetivo foi proporcionar experiências que elas vivenciariam em casa, junto da família”, explica. Essas intervenções terapêutico-ocupacionais, de caráter lúdico, expressivo e significativo, contribuem para minimizar os impactos emocionais da internação, promovendo acolhimento, estratégias de enfrentamento e o fortalecimento dos vínculos afetivos”, ressalta. Mãe de Benício, Jéssica Ferreira conta que a atividade levou um pouco de alegria para uma realidade marcada por desafios: “Parte o meu coração ver meu filho internado. Não teve um dia em que eu não chorei. Mas me sinto aliviada por saber que ele está recebendo um tratamento maravilhoso. Todos nos tratam como se fôssemos da família, ele recebe atenção o tempo todo, e essa atividade foi ótima para mudar um pouco a nossa rotina”. Família e pacientes [LEIA_TAMBEM]A programação foi dividida em dois momentos. O primeiro foi o ensaio fotográfico, que transformou a unidade em um pequeno arraiá. Vestidas com acessórios juninos e respeitando as condições clínicas e os critérios de estabilidade, as crianças posaram para as fotos em um ambiente de descontração e acolhimento. A psicóloga Ana Beatriz Padilha Fernandes pontua que o cuidado integral envolve olhar para além do tratamento físico, considerando também as necessidades emocionais das famílias. “Essa ação proporcionou um momento de leveza e diversão para famílias que enfrentam uma situação tão delicada”, enfatiza. “Foi uma oportunidade de deixar a preocupação de lado e descontrair um pouco, fazendo com que todos participassem dessa experiência”. Em seguida, as mães participaram de uma oficina de confecção de molduras personalizadas, que serão incorporadas às placas de identificação dos leitos. Segundo a terapeuta ocupacional Anna Carolina, a atividade funciona como um recurso terapêutico capaz de estimular a criatividade,  a expressão de sentimentos e o protagonismo das famílias no processo de cuidado e recuperação das crianças. “Com essa atividade, trazemos ainda mais humanização ao tratamento, dando rostos aos nomes que vemos nos leitos”, especifica.   *Com informações do IgesDF

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