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Inteligência artificial vai auxiliar a gerenciar pedidos de manutenção de iluminação pública

A inteligência artificial começa a redefinir a gestão da iluminação pública no Distrito Federal. A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPEs) iniciou a modernização do sistema de gerenciamento de pedidos de manutenção, com aplicação de inteligência artificial capaz de monitorar equipes em tempo real e transformar a forma como a manutenção da iluminação pública é executada em Brasília. A medida, anunciada pelo presidente da CEB, Elie Chidiac, marca uma mudança estrutural no modelo de operação da empresa. Brasília será a primeira grande cidade do Brasil a utilizar esse sistema de monitoramento de demandas de iluminação pública com inteligência artificial na gestão dos serviços. Elie Chidiac: "Essa atualização do sistema vai trazer mais agilidade, produtividade e eficiência para as equipes, permitindo que a população tenha suas demandas atendidas com muito mais rapidez" | Foto: Divulgação/CEB IPes “Estamos implementando mais uma etapa da modernização da nossa gestão. Essa atualização do sistema vai trazer mais agilidade, produtividade e eficiência para as equipes, permitindo que a população tenha suas demandas atendidas com muito mais rapidez”, afirmou Chidiac. A nova plataforma utiliza algoritmos inteligentes que podem distribuir automaticamente as ordens de serviço, cruzar dados como localização da ocorrência, grau de criticidade, disponibilidade operacional e tipo de veículo necessário para cada atendimento.  A modernização do sistema acompanhará desde a abertura do chamado até a conclusão efetiva do serviço, permitindo rastrear deslocamentos, fiscalizar execuções e medir o desempenho operacional da rede de manutenção. O sistema também pode sugerir reorganizar rotas e priorizar demandas de maior impacto, reduzindo deslocamentos desnecessários e aumentando a velocidade das respostas à população. Além da automação dos despachos, a companhia passará a monitorar em tempo real todas as equipes próprias e terceirizadas Além da automação dos despachos, a companhia passará a monitorar em tempo real todas as equipes próprias e terceirizadas responsáveis pelos atendimentos, assim como os caminhões. “Vamos conseguir acompanhar em tempo real se as equipes realmente atenderam os chamados abertos, se o serviço foi executado corretamente e se a população teve sua solicitação resolvida. Isso traz mais transparência, eficiência e controle para toda a operação”, disse o presidente. A perspectiva da Chidiac é de que a integração entre inteligência artificial, monitoramento contínuo e reforço operacional reduza significativamente o tempo de resposta aos protocolos registrados pela população, além de elevar o nível de controle sobre contratos, produtividade e execução dos serviços. Mais de 700 Número de municípios brasileiros que usam o sistema que a CEB IPes está implementando no DF O sistema adotado pela CEB IPes já é utilizado em seis países, lidera o mercado latino-americano e está em expansão para regiões da Ásia. No Brasil, a tecnologia opera em mais de 700 municípios. No entanto, o Distrito Federal será o maior parque de iluminação pública do país a utilizar a modernização com inteligência artificial. Mais atendimentos Paralelamente ao investimento tecnológico, a CEB iniciou um reforço da estrutura de atendimento nas ruas. A companhia ampliará o número de equipes, caminhões e profissionais especializados para acelerar os atendimentos e reduzir falhas prolongadas na iluminação pública. “A nossa missão é manter a cidade iluminada e melhorar a qualidade de vida da população. Naturalmente sempre existirão luminárias que precisarão de reparos, mas não teremos mais grandes trechos apagados sem resposta rápida”, afirmou Chidiac. A CEB estuda ampliar o uso de tecnologias de vigilância para combater furtos e vandalismo na rede de iluminação pública Segundo o presidente, as empresas terceirizadas também estão ampliando a capacidade operacional, principalmente em horários críticos e situações emergenciais. “Estamos colocando mais equipes nas ruas, mais caminhões especializados e fortalecendo a gestão operacional. A inteligência artificial vai trazer mais precisão, agilidade e eficiência para o nosso centro de operações”, declarou. A Central de Comando e Operação da CEB Ipes também passa por reformulação e ganhará papel estratégico dentro do novo modelo de gestão. O espaço será utilizado para monitoramento integral das operações, análise de picos de demanda, gerenciamento de emergências e redistribuição dinâmica das equipes em tempo real. A companhia também estuda ampliar o uso de tecnologias de vigilância para combater furtos e vandalismo na rede de iluminação pública. Entre as medidas avaliadas estão drones, câmeras inteligentes e integração operacional com forças de segurança do Governo do Distrito Federal. *Com informações da CEB IPes

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Programa Olhar Cidadão leva consultas e óculos gratuitos para crianças e adolescentes no Guará

Quem passa diariamente pela Estação Guará do metrô vai encontrar, nos próximos dias, mais do que a correria do transporte público. Entre os dias 11 e 22 de maio, o estacionamento da estação, na QE 22, será transformado em um ponto de atendimento gratuito de odontologia e oftalmologia do programa Olhar Cidadão, realizado pelo grupo Líderes do Brasil com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). “Na área odontológica, serão oferecidos serviços básicos, como limpeza e restauração. Já na oftalmologia, serão realizados exames de visão, com fornecimento gratuito de óculos para quem precisar”, explica a técnica socioeducativa da Secretaria de Justiça, Fernanda Elisa Calvet. O atendimento de crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos será por ordem de chegada ou medianta inscrição prévia | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília As consultas ocorrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, com atendimento por ordem de chegada. O público-alvo são crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. “A expectativa é que a iniciativa tenha impacto direto na vida dos jovens, especialmente no desempenho escolar, já que problemas de visão podem afetar a concentração e o aprendizado. E os atendimentos odontológicos também contribuem para a saúde e a autoestima”, destaca Calvet. Atendimento gratuito  A expectativa é realizar cerca de 320 atendimentos odontológicos e 320 oftalmológicos A ação contará com dois dentistas e dois oftalmologistas. A expectativa é realizar cerca de 320 atendimentos odontológicos e 320 oftalmológicos. “A Estação Guará do metrô recebe grande circulação de pessoas todos os dias, o que facilita o acesso das famílias aos atendimentos. Uma equipe está percorrendo escolas e ruas da região para divulgar a ação. Além disso, carros de som circulam pelas redondezas para informar a população sobre os serviços disponíveis”, diz a produtora do Grupo Líderes do Brasil, Thayzza D'Avila. A orientação é que os interessados compareçam ao local acompanhados do responsável legal, levando os documentos da criança ou adolescente e também do responsável. No local, será feita a entrega de senha e o encaminhamento para a triagem. Saúde Itinerante Expectativa do projeto é, até junho, atender 5,1 mil crianças a adolescentes de oito regiões administrativas do DF [LEIA_TAMBEM]Esta é a quinta região administrativa a receber o programa. No total, serão oito regiões administrativas contempladas até junho deste ano. A expectativa é alcançar mais de 5,1 mil cidadãos, com prioridade a estudantes da rede pública, famílias em situação de vulnerabilidade social e crianças com dificuldades de aprendizagem, baixa visão ou deficiência. É possível fazer a inscrição prévia pelo site, informando os dados do responsável e da criança ou adolescente, além de escolher o dia e o turno da consulta. Também há opção de agendamento presencial no local da ação, mediante apresentação de documento com foto. Mais informações estão disponíveis no site do projeto () ou no perfil Olhar Cidadão no Instagram @olharcidadao.df.  

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Hospital de Santa Maria realiza Teste do Olhinho em recém-nascidos

Antes mesmo de deixar a maternidade, todos os recém-nascidos do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) passam por um exame simples, rápido e essencial para a identificação precoce de doenças que podem comprometer a visão. Conhecido como Teste do Olhinho, o procedimento integra a rotina assistencial da unidade e reforça o cuidado com a saúde ocular dos bebês desde os primeiros dias de vida. Na unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), nenhum bebê recebe alta hospitalar sem passar pela avaliação. O exame é indolor, dura poucos minutos e permite detectar alterações oculares ainda no início da vida, aumentando as chances de tratamento adequado e do desenvolvimento saudável da visão. A pediatra Beatriz Nascimento explica que o procedimento consiste na observação do chamado reflexo vermelho, reação considerada normal quando uma luz é direcionada aos olhos do bebê.     O exame é indolor:  "O objetivo é detectar o mais cedo possível qualquer alteração que possa comprometer a visão da criança”, diz a pediatra Beatriz Nascimento | Foto: Divulgação/IgesDF  “Quando a luz reflete de volta para a gente, significa que não existe nada bloqueando a passagem dentro do olho. O objetivo é detectar o mais cedo possível qualquer alteração que possa comprometer a visão da criança”, afirma.  [LEIA_TAMBEM] O Teste do Olhinho pode identificar doenças como catarata congênita, glaucoma e até tumores oculares raros. Segundo a especialista, o diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações futuras e garantir mais qualidade de vida para a criança. Lorrane da Silva Souza deu à luz ao pequeno Ravy há poucos dias e conta que não conhecia o exame antes da internação. “Eu não sabia que existia esse teste e achei muito importante quando me explicaram. A gente fica mais tranquila sabendo que o bebê já sai daqui com esse cuidado e que, se tiver qualquer alteração, pode descobrir logo no começo”, relata. Além da avaliação realizada ainda na maternidade, a médica reforça a importância do acompanhamento oftalmológico ao longo da infância. “Mesmo quando o teste está normal, a recomendação é que o bebê seja avaliado por um oftalmologista pelo menos a cada seis meses, principalmente no primeiro ano de vida”, orienta. Atendimento especializado Quando o Teste do Olhinho apresenta alguma alteração ou quando o recém-nascido apresenta fatores de risco específicos, o HRSM oferece acompanhamento oftalmológico especializado. A oftalmopediatra Anna Kelly Fernandes é responsável pelos exames complementares realizados nos bebês encaminhados pela equipe pediátrica. “Eu realizo o mapeamento de retina, um exame mais aprofundado, feito com dilatação das pupilas, que permite avaliar estruturas importantes do olho, como retina, nervo óptico e vasos sanguíneos”, explica. O procedimento é indicado principalmente para recém-nascidos com suspeita de alterações no exame inicial ou filhos de mães diagnosticadas com infecções congênitas, como toxoplasmose, citomegalovírus, herpes, HIV e sífilis. Cuidado ampliado para prematuros O serviço oferecido pelo HRSM também contempla exames específicos para bebês prematuros internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Entre eles, está a avaliação para retinopatia da prematuridade, condição que pode comprometer o desenvolvimento da retina e levar à perda da visão quando não identificada precocemente. O exame é realizado em recém-nascidos com menos de 32 semanas de gestação, peso igual ou inferior a 1,5 kg ou que necessitaram de oxigenoterapia prolongada. Além disso, crianças diagnosticadas com síndromes genéticas também recebem acompanhamento oftalmológico especializado ainda durante a internação. O acompanhamento precoce da saúde ocular infantil é considerado essencial para garantir o desenvolvimento visual da criança e ampliar as chances de tratamento em casos de alterações identificadas ainda nos primeiros dias de vida. *Com informações do IgesDF  

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Amor de mãe ajudou filha a se recuperar e ter alta da UTI do HRSM

Por trás de cada mãe, há uma história de amor construída em gestos silenciosos, renúncias e presença constante, especialmente nos momentos mais difíceis. Todos os dias, Valquíria Ávila dos Santos saía do Recanto das Emas em direção ao Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) para visitar a filha, Camila Rodrigues, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Sem familiaridade com aplicativos de transporte, muitas vezes precisou pedir ajuda a desconhecidos para conseguir voltar para casa após as visitas. Ainda assim, não faltou um dia sequer. Camila Rodrigues foi internada no hospital no dia 4 de fevereiro deste ano para realizar uma cirurgia de redução de mama. O que deveria ser um procedimento programado acabou se tornando um período delicado. Após intercorrências, ela precisou permanecer por vários dias na UTI. A história de Camila Rodrigues e Valquíria Ávila dos Santos é marcada por emoção, superação e muita fé | Foto: Divulgação/IgesDF Durante toda a internação, Valquíria esteve presente. Há 28 anos, ela adotou Camila ainda criança, aos 6 anos de idade, e desde então construiu uma relação marcada por afeto, acolhimento e parceria. “Eu abracei esta missão e pensei: 'Deus está colocando a Camila no meu caminho, ou me colocando no caminho dela, porque Ele sabe o bem que posso fazer e como posso prepará-la para o mundo'”, relembra. Hoje, aos 34 anos, Camila diz que a experiência tornou ainda mais forte o reconhecimento pela mãe. Após receber alta hospitalar no dia 28 de março, ela conta que voltou para casa carregando também um novo olhar sobre a força materna. “Ela representa tudo de bom na minha vida. Quando voltei do coma, soube de todo o esforço dela para estar ao meu lado em todos aqueles dias e fiquei muito feliz. Tenho uma mãe incrível, corajosa, que está sempre comigo”, afirma. "Hoje a Camila está em casa e foi muito bem cuidada. Esse carinho não foi só com ela, mas com todos os pacientes que vi. O HRSM representa muita coisa na minha vida" Valquíria Ávila dos Santos Grata pela recuperação da filha, ela também faz questão de destacar o acolhimento recebido durante o período em que acompanhou a rotina hospitalar da paciente. “Hoje a Camila está em casa e foi muito bem cuidada. Esse carinho não foi só com ela, mas com todos os pacientes que vi. O HRSM representa muita coisa na minha vida, e eu só tenho a agradecer”, relata. A analista administrativa Ieda Soares, do Núcleo de Regulação Cirúrgica, acompanhou de perto a rotina das duas durante a internação e afirma que a presença constante da mãe chamou a atenção de toda a equipe. “Ela é um ser de luz, serena e com um amor incondicional pela filha. Sempre acreditou que tudo daria certo e, muitas vezes, era ela quem nos transmitia força e esperança”, conta. Depois de semanas entre visitas, orações e espera, Valquíria voltou para casa com a filha recuperada. Neste Dia das Mães, a história das duas reforça que, muitas vezes, o gesto mais poderoso dentro de um hospital continua vindo de quem nunca solta a mão. *Com informações do IgesDF  

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Servidores do GDF participam de capacitação em gestão de lixo

Servidores do Instituto Brasília Ambiental participaram, nesta sexta-feira (8), de uma visita técnica à Usina de Tratamento de Resíduos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), localizada no Setor P Sul, da Região Administrativa de Ceilândia. A atividade integra o cronograma de capacitação continuada promovido pela Comissão Gestora da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto. Durante a ação, que teve o objetivo de trabalhar a temática de boas práticas na gestão do lixo, servidores do SLU apresentaram as instalações do complexo, inaugurado em 1986, que faz o tratamento mecânico-biológico dos detritos. “Esse tipo de ação é incentivado no Instituto. Incentivamos e apoiamos porque proporciona a troca de conhecimentos e de vivências e estreita ainda mais a parceria entre os órgãos que compõem o governo do Distrito Federal”, disse o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Visitantes conheceram todas as instalações da usina, que produz anualmente 20 mil toneladas de composto orgânico, destinado a produtores do DF | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental Os visitantes puderam conferir toda a infraestrutura que compõe a usina, que conta com esteiras, peneiras, os serviços de separação manual por cooperados e de compostagem orgânica. E os números gerados por essa unidade impressionam: são produzidas 20 mil toneladas de composto orgânico, anualmente, destinadas a produtores do DF. Outro dado a se destacar é que a unidade da Ceilândia efetua, em média, a coleta domiciliar de 16 mil toneladas mensais, entre rejeitos orgânicos e secos.  [LEIA_TAMBEM]“O que eu vou levar dessa experiência, tanto para o Brasília Ambiental quanto para a minha vida, é a necessidade de separação correta de resíduos. E de que, quanto maior o consumismo, maior a produção de resíduos. Então, é necessário reduzir o consumo para diminuir a produção de lixo e pensar na reutilização de produtos e na reciclagem desses resíduos”, refletiu a auditora fiscal do Instituto, Vanessa Barboza, participante da visita. Já a estagiária da Assessoria de Projetos de Engenharia (Aspeng) do Instituto, Maria Isabel, que também participou da iniciativa, considera que a visita forneceu instrumentos para uma reflexão muito importante: repensar a forma como descartamos lixo hoje. “Vimos que tinham muitos resíduos orgânicos misturados aos recicláveis. O que, às vezes, inviabiliza a reciclagem. Temos que rever nossa forma de descarte”, avaliou. O DF conta, também, com uma segunda usina de tratamento do SLU, localizada na Asa Sul, que desempenha os trabalhos de coletas seletivas e domiciliares. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Segunda chamada para matrícula na Fábrica Social é divulgada

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF) divulgou a segunda chamada dos candidatos selecionados para preenchimento das vagas remanescentes da Fábrica Social. A convocação contempla participantes do cadastro reserva, chamados após a conclusão da primeira etapa de matrículas. Os candidatos convocados deverão realizar a matrícula entre os dias 11 e 15 de maio, das 8h às 17h, em uma das unidades da Fábrica Social: Cidade do Automóvel (SCIA Quadra 14, Conjunto 2, Lote 16) e Unidade Sol Nascente (Setor Habitacional Sol Nascente, Chácara 125-A, Quadra A, lotes 1/7 Ceilândia). Caso ocorram desistências ou permaneçam vagas em aberto após esta etapa, novos candidatos da lista de espera poderão ser convocados | Foto: Divulgação/Sedet-DF Para garantir a vaga, é obrigatória a apresentação dos documentos originais: Número de Identificação Social (NIS) e Cadastro Único, para candidatos inscritos no CadÚnico; CPF; documento de identidade com foto (RG ou equivalente); comprovante de residência atualizado ou declaração de residência escrita de próprio punho. Pessoas em situação de rua ou acolhidas em casas de passagem estão dispensadas da apresentação do comprovante de residência. Somente terão a matrícula efetivada os candidatos que atenderem aos critérios previstos no Edital de Chamamento Público nº 17/2026, respeitando o limite de vagas disponíveis. Caso ocorram desistências ou permaneçam vagas em aberto após esta etapa, novos candidatos da lista de espera poderão ser convocados conforme a ordem de classificação do processo seletivo. *Com informações da Sedet-DF  

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Com apoio do GDF, game sobre universo pós-apocalíptico será lançado no Brasília Game Festival

Um futuro submerso, submarinos e sobreviventes tentando reconstruir a humanidade em um oceano hostil e imprevisível: este é o cenário de A Tale of Silent Depths. Desenvolvido pelo estúdio independente Crit42 Studio, o game foi criado com apoio do programa Start BSB, da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF), e nasce como mais um exemplo da expansão da indústria criativa brasiliense. O jogo, junto com um livro inspirado no mesmo universo, será lançado durante o Brasília Game Festival, nos dias 15, 16 e 17 de maio, na Arena BSB Mané Garrincha. Os ingressos gratuitos devem ser retirados no site.  “A Tale of Silent Depths surgiu muito como um jogo que eu sempre quis jogar. Sou muito fã de RPGs e de gêneros como rogue-like. A ideia era criar uma experiência contemplativa, de exploração e solidão em um mundo pós-apocalíptico submerso”, relata o criador do jogo e autor do livro derivado, Eduardo dos Santos Azevedo. A ideia era criar uma experiência contemplativa, de exploração e solidão em um mundo pós-apocalíptico submerso”, conta Eduardo dos Santos Azevedo, idealizador do jogo | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O game foi selecionado para o eixo II do Start BSB, voltado à incubação de startups. Iniciado em 2025, o programa do GDF visa fomentar negócios de tecnologia e inovação ao longo de três anos, com investimento de R$ 43 milhões. No total, são três eixos, sendo o primeiro eixo voltado para a ideação, o segundo para incubação e o terceiro para aceleração dos negócios.   A presidente do Instituto Multiplicidades, Cristiane Pereira, explica que o Start BSB foi estruturado para criar uma trilha contínua para startups do DF. “No caso da incubação, que é a etapa executada pelo instituto, as startups recebem R$ 110 mil e passam por um acompanhamento completo. Não é só entregar o recurso. Eles recebem suporte administrativo, jurídico, contábil, de marketing, design e mentorias para estruturar o negócio”, detalha a presidente. “O Start BSB ajuda não apenas financeiramente, mas também a pensar estratégias de mercado e internacionalização. São novos CNPJs nascendo no Distrito Federal, gerando emprego, renda e ampliando a arrecadação local”, destaca Cristiane. Mundo gamer Entre as principais iniciativas da Secti-DF para impulsionar o setor está o Brasília Game Hub, projeto localizado na Asa Norte, fruto de parceria entre a pasta e o Instituto Conecta Brasil Em A Tale of Silent Depths, o planeta foi inundado após o derretimento das calotas polares, e a humanidade sobrevive séculos depois em submarinos. “É quase uma proposta ambiental de design fiction, de imaginar futuros possíveis por meio da narrativa”, afirma Eduardo, que acrescenta que o lançamento no festival celebra anos de dedicação ao setor. “De todos os jogos que eu fiz, esse é o que mais me divertiu desenvolver e também o que está tendo os melhores resultados. Ver as pessoas entendendo a proposta do jogo, se conectando com esse universo, aquece muito o coração”, diz. O desenvolvedor destaca que o apoio do GDF foi decisivo para transformar o projeto em realidade. “Foi essencial. Sem esse funding (financiamento), o jogo não sairia tão cedo. Muitas vezes o mercado privado exige métricas e resultados imediatos que nem sempre permitem inovação ou criatividade. O Start BSB foi esse ponto de virada”, afirma. “Hoje consigo olhar para o jogo e ver o quanto cresceu. Além do recurso financeiro, o programa oferece capacitação e um olhar de negócios que tem sido muito valioso”, acrescenta. "Esse mercado reúne atividades como programação, design gráfico, roteirização, sonorização e gestão de projetos — e o Distrito Federal já é a sexta cidade brasileira em número de desenvolvedoras de jogos, com mais de 50 empresas em atividade” Samara Araújo, subsecretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF A subsecretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Samara Araújo, ressalta que o setor de games vem ganhando protagonismo na economia criativa brasiliense. “Esse mercado reúne atividades como programação, design gráfico, roteirização, sonorização e gestão de projetos — e o Distrito Federal já é a sexta cidade brasileira em número de desenvolvedoras de jogos, com mais de 50 empresas em atividade”, afirma. Entre as principais iniciativas da pasta para impulsionar o setor está o Brasília Game Hub, projeto localizado na Asa Norte, fruto de parceria entre a Secti-DF e o Instituto Conecta Brasil. “O Brasília Game Hub, principal vetor desse crescimento, mobilizou R$ 35 milhões em potencial de investimentos em apenas um ano e prepara os estúdios para um mercado em plena expansão”, complementa. Um dos responsáveis pelo Brasília Game Hub, Carlos Victor Mendes, reforça a expansão do setor. “Nos últimos três anos, passamos de 20 para 60 estúdios em Brasília e crescemos na parte de empregabilidade, com contratação direta de mais de 180 pessoas e faturamento de mais de R$ 8 milhões. É um mercado global que tem muita possibilidade de mudar a matriz econômica de Brasília, fomentando e criando empregos, gerando imposto para o governo”, afirma. “Hoje um jogo que é produzido em Brasília pode ser lançado nos Estados Unidos, fazer sucesso na Rússia e receber investimento de japoneses.”

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Novas tecnologias reforçam potencial da cafeicultura no Distrito Federal

Produtores rurais, pesquisadores, extensionistas e estudantes participaram, nesta sexta-feira (8), do Dia de Campo Cafeicultura do DF, realizado na área experimental da Embrapa Cerrados, em Planaltina. O evento apresentou tecnologias, pesquisas e estratégias voltadas para o fortalecimento da cadeia produtiva do café no Distrito Federal, atividade que vem ganhando espaço e se consolidando como alternativa de geração de renda também para pequenos produtores rurais. Promovido pela Emater-DF, Embrapa Cerrados, Embrapa Café e Consórcio Pesquisa Café, o encontro aproximou pesquisa científica e extensão rural da realidade vivida no campo. Ao longo do dia, os participantes percorreram estações técnicas com orientações sobre nutrição e irrigação do cafeeiro, manejo de pragas e doenças, cultivo de cafés Conilon e Robusta e sistemas integrados de produção, incluindo o consórcio entre café e baru. De acordo com dados da Emater-DF, o Distrito Federal reúne atualmente 172 produtores de café, distribuídos em aproximadamente 419 hectares cultivados, com produção anual estimada em 830 toneladas. O cenário demonstra o crescimento da atividade na capital e o potencial da cafeicultura local para produção de cafés especiais.  Para o produtor rural Rubens Alves, da região do Lago Oeste, o acesso à tecnologia é decisivo para o sucesso da cafeicultura no DF | Fotos: Divulgação/Emater-DF Segundo o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, a cafeicultura do Distrito Federal vem se fortalecendo com apoio da assistência técnica, da pesquisa e da adoção de tecnologias adaptadas à realidade dos pequenos produtores. Ele destaca que a maioria das propriedades possui áreas reduzidas de cultivo, o que torna essencial investir em qualidade, manejo adequado e agregação de valor para garantir rentabilidade.  “A cafeicultura está ganhando uma dimensão muito importante no Distrito Federal. Os produtores dispõem de grande potencial para cafés especiais devido às condições climáticas do Cerrado, altitude e manejo tecnológico. Como boa parte desses produtores trabalha em pequenas áreas, o acesso à inovação e à assistência técnica é fundamental para produzir um café diferenciado, competitivo e com maior valor agregado”, afirmou. O presidente também ressaltou a importância da integração entre pesquisa e extensão rural para o desenvolvimento sustentável da atividade. Segundo ele, a parceria entre Emater-DF e Embrapa Café permite levar conhecimento atualizado ao campo, aproximando os produtores das tecnologias desenvolvidas pela pesquisa agropecuária. “Esse trabalho conjunto é essencial para que as tecnologias cheguem efetivamente às propriedades rurais. A Emater está na ponta, acompanhando os produtores no dia a dia, orientando sobre manejo, irrigação, controle de pragas, escolha de cultivares e estratégias de comercialização. Ao mesmo tempo, a Embrapa contribui com inovação e pesquisa aplicada. Essa integração fortalece a cafeicultura e cria oportunidades para que os produtores aumentem produtividade, qualidade e renda”, completou Cleison Duval. Durante a abertura do evento, o secretário de Agricultura do Distrito Federal destacou a relevância econômica da cafeicultura e o papel das políticas públicas voltadas ao fortalecimento da produção e da comercialização rural. O evento contou ainda com a participação da representante da Câmara Setorial do Café, Lívia Teobaldo,  pesquisadores, técnicos e produtores rurais de diferentes regiões do Distrito Federal. Soluções tecnológicas  As estações técnicas apresentaram soluções voltadas à eficiência produtiva e à sustentabilidade das lavouras. Na Estação 1, técnicos da Emater-DF abordaram o sistema de produção no Cerrado Central, com foco em nutrição e irrigação do cafeeiro. O espaço reuniu orientações sobre manejo da adubação e uso eficiente da água, fatores considerados estratégicos para elevar a produtividade.  No encontro, agricultores e técnicos da Emater discutiram sobre práticas relacionadas ao plantio, adubação e uso eficiente da água, entre outros fatores Já a Estação 2 destacou práticas relacionadas ao plantio, escolha de cultivares, controle de pragas e doenças, buscando reduzir perdas e fortalecer a sustentabilidade da atividade. Outras estações apresentaram alternativas para diversificação da renda familiar, incluindo o cultivo de cafés Conilon e Robusta e sistemas integrados que unem café e baru. Para o chefe-geral da Embrapa Cerrados, Jorge Werneck, o evento demonstra os avanços da cafeicultura na região e a importância da pesquisa para o desenvolvimento de sistemas produtivos adaptados ao Cerrado. “Temos uma ampla área experimental dedicada à cafeicultura, com pesquisas voltadas ao desenvolvimento de sistemas de produção, avaliação de variedades e integração com outras culturas. Também estudamos estratégias de manejo e controle de pragas para tornar a atividade cada vez mais eficiente e sustentável para os produtores do Distrito Federal e Entorno”, destacou.  [LEIA_TAMBEM] O produtor rural Rubens Alves, da região do Lago Oeste, afirmou que o acesso à tecnologia é decisivo para o sucesso da atividade no DF. “Para quem trabalha com pequenas áreas, a tecnologia é fundamental. O que é desenvolvido aqui na pesquisa chega até nós por meio da Emater, que faz esse elo entre conhecimento e produtor rural. Isso nos dá mais segurança para investir e melhorar a produção”, relatou. O chefe-geral da Embrapa Café, Rodolfo Oliveira, reforçou que a atuação integrada entre pesquisa e extensão rural é estratégica para o crescimento da cafeicultura no Distrito Federal. “Não basta desenvolver pesquisas e novas tecnologias se esse conhecimento não chegar ao produtor. A extensão rural tem papel fundamental nesse processo. O Distrito Federal possui uma cafeicultura em expansão, formada principalmente por pequenos produtores, mas já com cafés de altíssima qualidade e reconhecimento. É uma atividade que tem potencial para gerar renda e valor agregado mesmo em pequenas propriedades”, ressaltou. Integração entre pesquisa e extensão rural A Emater-DF mantém acordo de cooperação técnica com a Embrapa Café para desenvolvimento de ações voltadas à capacitação de produtores e técnicos, realização de treinamentos, encontros técnicos e intercâmbio de conhecimentos entre pesquisa, extensão rural e setor produtivo. “Este evento demonstra o avanço da cafeicultura no Distrito Federal e a importância da difusão tecnológica para o fortalecimento da atividade. O trabalho desenvolvido pela Emater-DF, em parceria com a Embrapa, leva ao produtor informações fundamentais sobre irrigação, manejo, cultivares adaptadas, ponto ideal de colheita e estratégias para aumentar produtividade e qualidade", destacou o secretário de Agricultura do DF, Rafael Bueno. Hoje, avalia Bueno, o café produzido no DF possui um novo perfil: "Deixou de ser uma cultura voltada apenas para volume e passou a se destacar pela qualidade, com cafés especiais e premium que já alcançam mercados altamente exigentes, inclusive internacionais. Esse trabalho conjunto de pesquisa, assistência técnica e inovação fortalece uma cadeia produtiva com grande potencial de geração de renda e valorização para os produtores rurais do Distrito Federal”.  *Com informações da Emater-DF

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