Unidades de saúde do DF comemoram Dia das Mães com manhã de acolhimento e carinho
Em meio à rotina intensa dos atendimentos, internações e plantões, unidades geridas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) reservaram a manhã desta sexta-feira (8) para homenagear mulheres que vivenciam diariamente o cuidado dentro da saúde pública. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a equipe multidisciplinar da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica preparou um café da manhã especial para mães de crianças internadas e profissionais do setor. A proposta foi oferecer acolhimento e conforto em um ambiente marcado por desafios emocionais e longos períodos de internação. Momentos de descontração como o promovido nas unidades de saúde nesta sexta-feira ajudam no enfrentamento de momentos em que se tem medo de perder alguém | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo o chefe da UTI Pediátrica do HBDF, Abdias Aires, a iniciativa surgiu da necessidade de olhar também para quem acompanha os pacientes durante todo o tratamento. “A mãe que acompanha um filho em situação crítica vivencia dias de profunda angústia, medo e exaustão emocional, muitas vezes diante da possibilidade real de perda. Proporcionar um momento simples de acolhimento e escuta representa uma forma de amenizar, ainda que por instantes, o peso dessa rotina tão dolorosa”, destaca. A ação criou uma pausa na rotina da terapia intensiva, aproximando equipes e famílias em um ambiente de escuta, apoio e solidariedade. “O cuidado em terapia intensiva vai além da tecnologia e dos protocolos. Ele também passa pelo acolhimento humano e pela construção de vínculos de solidariedade e esperança”, completa Abdias. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Riacho Fundo, a celebração reuniu profissionais, pacientes e acompanhantes em uma manhã marcada por homenagens e reconhecimento. A iniciativa foi organizada pela equipe gestora da unidade, em parceria com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e colaboradores. "Ser mãe vai muito além da maternidade biológica. É acolher, proteger, ensinar, amar e transformar vidas diariamente” Carolina Corrêa, gerente da UPA do Riacho Fundo Além do café da manhã, foram distribuídos brindes e lembranças às mulheres presentes na unidade. A proposta foi valorizar diferentes formas de cuidado e afeto representadas pelas figuras maternas. Para a gerente da UPA do Riacho Fundo, Carolina Corrêa, a homenagem representa gratidão e valorização. “Mais do que uma simples homenagem, esse momento representa reconhecimento e afeto por todas as mulheres que carregam consigo a essência do cuidado, da força e da dedicação. Ser mãe vai muito além da maternidade biológica. É acolher, proteger, ensinar, amar e transformar vidas diariamente”, afirma. *Com informações do IgesDF
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Hospital Cidade do Sol apresenta experiência do DF em cuidados paliativos em encontro nacional
O Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), foi escolhido pelo Ministério da Saúde para apresentar a experiência do Distrito Federal em cuidados paliativos durante o II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos, realizado nesta sexta-feira (8), em Brasília. O evento, sediado na Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), celebrou os dois anos da Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP) e reuniu especialistas, gestores e representantes de todas as regiões do país para discutir estratégias de ampliação do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). A experiência apresentada durante o encontro foi conduzida pelo chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF, o médico paliativista Arthur Amaral. Ele compartilhou os avanços do projeto Conti Comigo, iniciativa desenvolvida no HSol desde junho de 2025 e que já atendeu 170 pessoas, entre pacientes de 23 a 103 anos. Criado para oferecer assistência a pacientes com dores crônicas ou doenças que causam sofrimento intenso, o projeto foi inspirado no legado do médico Rodrigo Conti, ex-diretor do IgesDF e defensor de uma assistência centrada no acolhimento. A iniciativa busca fortalecer um modelo de cuidado baseado em respeito, dignidade e atenção integral ao paciente. O HSol apresentou a experiência do Distrito Federal em cuidados paliativos durante o II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos, nesta sexta (8), em Brasília | Foto: Divulgação/IgesDF Representação nacional Segundo Arthur Amaral, a escolha do Hospital Cidade do Sol pelo Ministério da Saúde demonstra que o trabalho desenvolvido no Distrito Federal vem se consolidando como referência nacional. “É uma honra para nós sermos escolhidos para representar nossas vivências em um evento deste porte, que reúne experiências de todo o país. É um sinal de que, apesar de ser uma política nova, caminhamos lado a lado com aquilo que há de mais importante nos cuidados paliativos: o cuidado centrado na pessoa”, pontua. Os cuidados paliativos são indicados para pacientes com doenças graves que causam sofrimento físico, emocional ou psicológico O médico também reforçou a importância de ampliar o debate sobre o tema e combater percepções equivocadas ainda existentes sobre esse tipo de assistência: “É importante entender que cuidados paliativos não são apenas para pacientes em fim de vida. Eles devem ser oferecidos a qualquer pessoa com doença grave que traga sofrimento. Nosso objetivo é garantir mais conforto, dignidade e qualidade de vida”. Segundo ele, fortalecer essa política dentro do Sistema Único de Saúde é um compromisso ético. “É um dever nosso, enquanto profissionais de saúde e cidadãos, não apenas debater, mas lutar pelo aumento de ações como essa no SUS. Somente assim construiremos uma saúde que pensa em todas as etapas da vida de uma pessoa, inclusive em seus dias finais”, completa. A coordenadora do Núcleo Nacional de Cuidados Paliativos do Ministério da Saúde, Gabriela Hidalgo, destacou que o trabalho desenvolvido pelo IgesDF se tornou uma referência importante para o fortalecimento da política no país. “A experiência do IgesDF representa um marco importante para o desenvolvimento da política, porque integra o atendimento hospitalar às unidades de pronto atendimento (UPAs) e outras unidades da rede. Isso facilita a identificação e o encaminhamento dos pacientes que precisam desse cuidado em um momento delicado”, ressalta. O encontro reuniu especialistas, gestores e representantes de todas as regiões do país para discutir estratégias de ampliação do atendimento no SUS Para o gerente-geral substituto do HSol, Leandro Queza, participar do encontro nacional reforça a importância de ampliar e consolidar esse tipo de assistência na rede pública: “Momentos como esse mostram que as ações desenvolvidas no Hospital Cidade do Sol estão trazendo resultados importantes e precisam ser continuamente fortalecidas. É um reconhecimento que nos motiva a seguir ampliando esse cuidado cada vez mais humano”. Além da apresentação de experiências de diferentes estados brasileiros, a programação do II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos incluiu debates sobre o plano operativo da Política Nacional de Cuidados Paliativos e estratégias para ampliar o acesso ao atendimento em todo o país. [LEIA_TAMBEM]Como funciona o atendimento Os cuidados paliativos são indicados para pacientes com doenças graves que causam sofrimento físico, emocional ou psicológico. O acompanhamento busca melhorar a qualidade de vida, aliviar sintomas e oferecer suporte também às famílias. No IgesDF, o atendimento é realizado por equipes multiprofissionais e envolve integração entre hospitais, UPAs e outras unidades da rede pública de saúde, facilitando o encaminhamento e a identificação precoce dos pacientes que podem se beneficiar desse cuidado. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Mutirão de espirometria realiza quase 400 exames no Hran
Nesta semana, entre os dias 4 e 8 de maio, 365 pacientes passaram pelo Ambulatório de Pneumologia do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) em meio à força-tarefa para realização de exames de espirometria. Também conhecido como prova de função pulmonar, o teste é essencial para avaliar a capacidade respiratória dos pacientes, permitindo o diagnóstico da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e de outras enfermidades. O mutirão, também organizado no ano passado, visa diminuir a fila de espera para realizar o exame pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). O diagnóstico é necessário para que alguns pacientes com a condição participem de programas de reabilitação pulmonar ou sejam encaminhados para outros procedimentos de saúde. O médico pneumologista do Hran, Paulo Feitosa, lembra que a rede de atenção da SES-DF é um modelo na oferta desse serviço. “A unidade de pneumologia do Hran é referência em várias patologias pulmonares específicas. Trata-se da maior unidade do tipo dentre as regiões Nordeste e Centro-Oeste e funciona em cooperação com outros serviços oferecidos no Hran, como o Ambulatório do Sono”, ressalta. Força-tarefa atendeu quase 500 pacientes entre os dias 4 e 8 de maio | Fotos: Yuri Freitas/Agência Saúde DF Como funciona Durante a espirometria, o paciente é orientado a encher o peito de ar e soprar forte e rápido, por seis segundos, esvaziando todo o pulmão em um tubo ligado a um sistema computadorizado. Após cerca de 20 minutos do primeiro sopro e do uso de um broncodilatador, o paciente repete o sopro para ver se houve mudança depois do uso da medicação. Todo o exame é orientado por um técnico de espirometria habilitado, com equipamentos ligados a sistemas computadorizados que geram dados gráficos e numéricos para análise de um especialista — no mutirão, os pneumologistas do Hran. Um dos pacientes atendidos no decorrer da semana foi a chefe de cozinha Rayane Campeche. Ela conta que já havia se consultado com um fonoaudiólogo da rede e elogiou a equipe da SES-DF. “A profissional que marcou os exames foi super solícita comigo. Estou na fila para fazer a cirurgia bariátrica também, então me colocaram para fazer esse exame de investigação pneumonológica. Eu tenho asma desde criança, mas agora eu quero cuidar melhor da minha saúde”. Acompanhada da filha e do neto, a aposentada Doralice Samara também participou do mutirão Outra a participar do mutirão foi a aposentada Doralice Samara, acompanhada da filha e do neto. Doralice é fumante — apesar da forte reprovação da família — e afirma que a força-tarefa acontece em um momento oportuno. “Como foi constatada a DPOC, um enfisema, o médico pediu esse exame para avaliar a minha situação, para ele poder trocar o medicamento”. Já sobre a dificuldade em realizar o teste, a aposentada fala com orgulho: “Segurar o fôlego foi difícil, mas eu consegui, mesmo com 80 anos! Teve gente mais nova que eu que não deu conta”, afirma sorridente. *Com informações da SES-DF
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Vistoria técnica avalia melhorias em feiras de Ceilândia
A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com a Novacap, realizou nesta semana uma vistoria técnica nas Feiras Central e do P Sul e no Shopping Popular de Ceilândia com o objetivo de identificar demandas estruturais, necessidades de manutenção e possíveis melhorias nos espaços públicos destinados ao comércio popular da cidade. As equipes percorreram os ambientes internos e externos das feiras para levantamento técnico de serviços que poderão contemplar revitalizações, readequações, manutenção preventiva e melhorias | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Durante a ação, as equipes percorreram os ambientes internos e externos das feiras para levantamento técnico de serviços que poderão contemplar revitalizações, readequações, manutenção preventiva e melhorias voltadas para conforto, segurança, acessibilidade e melhores condições de trabalho para feirantes e comerciantes. As feiras públicas desempenham papel fundamental na economia local, sendo responsáveis pela geração de emprego e renda para centenas de famílias, além de fortalecerem o comércio regional e preservarem a tradição cultural e social de Ceilândia. “As feiras públicas têm papel fundamental na economia e na vida da população de Ceilândia" Fernando Leite, presidente da Novacap “As feiras públicas têm papel fundamental na economia e na vida da população de Ceilândia. A Novacap está trabalhando em conjunto com a administração regional para identificar as principais demandas e contribuir com melhorias que garantam mais segurança, conforto e melhores condições para feirantes, comerciantes e frequentadores desses espaços”, afirma o presidente da Novacap, Fernando Leite. Parceria O trabalho conjunto entre a administração regional e a Novacap busca planejar ações estruturantes que contribuam para a valorização desses importantes espaços de convivência e desenvolvimento econômico da cidade. Segundo o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza, as vistorias fazem parte do compromisso da gestão em ouvir as demandas dos trabalhadores e promover melhorias contínuas nos equipamentos públicos. “Realizamos esse levantamento técnico para identificar as principais necessidades das nossas feiras e buscar soluções que garantam mais conforto, segurança e dignidade para feirantes, comerciantes e toda a população que frequenta esses espaços diariamente. As feiras têm um papel essencial na movimentação da economia de Ceilândia, na geração de emprego e renda e no fortalecimento do comércio local”, destacou o administrador. *Com informações da Administração de Ceilândia
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Brasília Ambiental realiza visita técnica à Usina de Tratamento de Resíduos
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Oficinas com inscrições abertas ainda nesse semestre!
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Acolhimento e geração de renda fortalecem mães em situação de vulnerabilidade no DF
A maternidade costuma ser marcada por descobertas, desafios e transformações. Para muitas mulheres em situação de vulnerabilidade social, no entanto, esse período também pode significar insegurança, medo e falta de apoio. É nesse cenário que as políticas públicas da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) têm feito a diferença ao acolher, orientar e abrir caminhos para que mães reconstruam a vida com mais dignidade, autonomia e esperança. Entre as iniciativas desenvolvidas pela pasta, o programa Nasce uma Estrela simboliza esse cuidado desde o início da vida. Voltada a gestantes e mães de recém-nascidos em situação de vulnerabilidade, a iniciativa oferece acolhimento humanizado, informação e suporte prático em um dos momentos mais sensíveis da vida de uma mulher. O programa Nasce uma Estrela oferece acolhimento humanizado, informação e suporte prático em um dos momentos mais sensíveis da vida de uma mulher | Fotos: Jhonatan Viera/Sejus-DF Executado pela Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes, o curso reúne uma equipe multidisciplinar formada por bombeiros, doulas, enfermeiras, obstetras, pediatras, dentistas e assistentes jurídicos. As participantes recebem orientações sobre amamentação, primeiros socorros, saúde emocional no pós-parto, cuidados com o bebê e direitos das mães, além de uma bolsa com itens essenciais para os primeiros meses da criança. Desde a criação, em 2024, mais de 3 mil mulheres já foram beneficiadas. Apenas entre janeiro e abril deste ano, foram registrados 388 atendimentos. Moradora de Planaltina, a diarista Vitória Moura, de 24 anos, participou do projeto durante a gravidez do segundo filho. “Mesmo já sendo mãe, eu ainda tinha muitas inseguranças, porque cada gravidez é diferente. Na minha primeira gestação eu passei por muitas dificuldades e queria aprender mais para não viver os mesmos problemas novamente. No Nasce uma Estrela, encontrei acolhimento, orientação e apoio para passar por esse momento com mais tranquilidade”, relata. Vitória Moura, diarista atendida pelo Nasce uma Estrela: "Na minha primeira gestação eu passei por muitas dificuldades e queria aprender mais para não viver os mesmos problemas novamente" | Foto: Jhonatan Viera/Sejus-DF O curso é realizado semanalmente, sempre às sextas-feiras, das 10h às 12h, durante as edições do programa GDF na Sua Porta. As inscrições podem ser feitas previamente por formulário eletrônico ou diretamente no local antes do início das atividades. Mais informações estão disponíveis pelo telefone (61) 98382-0271. Neste ano, o programa ganhou uma nova etapa: o acompanhamento domiciliar de gestantes e puérperas, com visitas realizadas durante a gravidez e no pós-parto. A medida amplia o cuidado individualizado e fortalece o vínculo com as famílias atendidas. [LEIA_TAMBEM]Para a subsecretária de Políticas para Crianças e Adolescentes da Sejus, Maria do Socorro Lucena, o projeto representa um acolhimento essencial para mães que muitas vezes enfrentam a maternidade sem rede de apoio. “O Nasce uma Estrela vai além da orientação técnica. É um espaço de escuta, acolhimento e fortalecimento emocional dessas mulheres. Quando uma mãe se sente segura e amparada, toda a família é beneficiada”, destaca. Autonomia que transforma lares A possibilidade de gerar renda sem abrir mão do cuidado com os filhos é uma realidade que também vem mudando a vida de muitas mães atendidas pelas políticas da Sejus. É nesse contexto que o Banco de Talentos se consolida como uma ferramenta de transformação social e autonomia financeira. O projeto atende mulheres em situação de vulnerabilidade social, incluindo participantes acompanhadas pelo programa Direito Delas, da Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav), iniciativa voltada ao acolhimento e suporte de mulheres vítimas de violência. A proposta é conectar essas mulheres a oportunidades de empreendedorismo, capacitação e geração de renda, oferecendo oficinas, mentorias, feiras e espaços para comercialização de produtos artesanais. O Banco de Talentos oferece oficinas, mentorias, feiras e espaços para comercialização de produtos artesanais a mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Divulgação/Sejus-DF Desde a criação, em 2019, o Banco de Talentos já realizou 172 feiras e beneficiou 1.658 mulheres. Apenas neste ano, até abril, foram promovidas 16 feiras, com a participação de 211 expositoras. A artesã Adriana Batista, 42 anos, mãe de dois filhos autistas, encontrou no projeto a oportunidade de unir renda, acolhimento e maternidade. Participante do Banco de Talentos, ela expõe e comercializa os produtos artesanais em espaços organizados pela iniciativa, principalmente na loja Cidadania Criativa, espaço permanente da Sejus na Galeria dos Estados destinado à valorização do empreendedorismo feminino e da economia criativa. “Esse projeto mudou minha vida porque me permitiu trabalhar sem deixar meus filhos sem os cuidados que eles precisam. Muitas mães não conseguem sair de casa por causa da rotina com os filhos, então essa oportunidade acaba sendo também uma forma de garantir renda e dignidade para várias famílias”, afirma. Adriana Batista, artesã participante do Banco de Talentos: "Esse projeto mudou minha vida porque me permitiu trabalhar sem deixar meus filhos sem os cuidados que eles precisam" | Foto: Jhonatan Viera/Sejus-DF A subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Sejus, Uiara Mendonça, destaca que o Banco de Talentos tem um olhar especial para mulheres que precisam reconstruir a própria trajetória enquanto cuidam dos filhos. “O programa transforma vidas porque entende a realidade dessas mães. Muitas chegam fragilizadas emocionalmente e sem perspectiva financeira. Quando oferecemos capacitação, oportunidade e acolhimento, estamos fortalecendo não apenas essas mulheres, mas toda a estrutura familiar”, ressalta. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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Ceilândia recebe força-tarefa com obras, tapa-buracos e recolhimento de lixo
Ao longo da última semana, Ceilândia recebeu uma ampla força-tarefa de obras, manutenção e zeladoria realizada pela administração regional, em parceria com a Novacap, o GDF Presente e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). As ações foram executadas em diversas regiões da maior cidade do Distrito Federal e incluíram recuperação asfáltica, limpeza urbana, implantação de estacionamentos e revitalização de áreas de lazer, com o objetivo de proporcionar mais segurança, mobilidade, organização e qualidade de vida para a população. Mais de 25 toneladas de massa asfáltica foram utilizadas em operações de tapa-buracos e recuperação de vias, beneficiando locais como a Rua 1 do Condomínio Privê, Via O-5, QI 20 do Setor de Indústrias, QNM 03 Conjunto J, QNP 09 Conjunto U, QNO 11 Conjunto I, Via M3 Sul, Via P5 Sul, EQNN 6/8, QNP 12 Conjunto M e Via P3 Sul. Além da recuperação viária, as equipes executaram melhorias em calçadas e praças | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Além da recuperação viária, as equipes executaram melhorias em calçadas e praças, com destaque para a Feira Permanente da CNM 02, em Ceilândia Norte, onde foram finalizados reparos em áreas de circulação e convivência. Também houve implantação de meio-fio na Avenida O4 e no estacionamento público da Praça da EQNO 3/5, no Setor O. “Ceilândia recebe uma atenção permanente da Novacap, principalmente em serviços essenciais como recuperação de vias, drenagem, manutenção de áreas públicas e apoio às ações de zeladoria. Esse trabalho conjunto permite atender demandas importantes da população e garantir mais segurança e melhores condições de circulação em toda a cidade”, afirma a chefe do Departamento de Regionais da Novacap, Walquiria Marra. O trabalho em Ceilândia é permanente e realizado em várias frentes, de acordo com a demanda da população Na área de infraestrutura, foram construídos novos estacionamentos na lateral da QNO 02, no Setor O, e na CNM 02, em Ceilândia Centro, ampliando a oferta de vagas e contribuindo para a organização do trânsito. As equipes também realizaram desobstrução da rede de drenagem pluvial com hidrojato na Via O-5, além de reposição de tampas de concreto, manutenção em bocas de lobo e reparos em placas educativas. Os serviços de zeladoria incluíram capina, roçagem mecanizada, limpeza urbana e recolhimento de entulho em diversos pontos, como EQNO 4/6, QNN 14, Via NM-3, P Sul, QNP 15, QNP 19 e nas vias Leste, Norte e Sul. As equipes ainda revitalizaram o parquinho da QNN 39, com manutenção em brinquedos, alambrados, pintura e capina. Na EQNO 4/6, foi implantada estrutura para postes móveis na quadra de vôlei, e em frente à Administração Regional foi realizada a pintura dos chamados “pirulitos”, reforçando a sinalização do local. “O trabalho em Ceilândia é permanente e atende demandas importantes da população. Estamos atuando em várias frentes, com tapa-buracos, limpeza, manutenção de praças e implantação de estacionamentos, sempre com o objetivo de oferecer mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para os moradores”, afirma o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza. *Com informações da Administração de Ceilândia
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