Programa Absorva o Bem completa 1 ano e consolida rede de cuidado e dignidade no DF
Há projetos que nascem como política pública. Outros, como gesto. O Absorva o Bem, da Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF), nasceu dos dois e, ao completar um ano, se firma como uma das iniciativas mais sensíveis e transformadoras da pasta. Criado em maio de 2025, o projeto disponibiliza pontos solidários (caixas de acrílico) instalados em banheiros públicos de órgãos parceiros e oferece absorventes gratuitos. A rede do Absorva o Bem conta, atualmente, com 200 pontos solidários; órgãos que quiserem participar podem procurar a Seac | Foto: Foto: Divulgação/Seac-DF Um ano depois, o que começou como um gesto se tornou rede. Já são mais de 200 pontos solidários espalhados por todas as regiões administrativas do Distrito Federal, em órgãos públicos, administrações regionais e espaços de grande circulação. Cada ponto é abastecido tanto pela atuação da secretaria quanto pelas doações da própria comunidade, uma engrenagem coletiva que transforma usuários em participantes ativos da política pública. “O Absorva o Bem nasce da certeza de que é nos imprevistos que a empatia se revela" Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade “O Absorva o Bem nasce da certeza de que é nos imprevistos que a empatia se revela. Quando a menstruação chega de surpresa, ter um ponto de apoio vai além do cuidado, é um gesto de respeito e acolhimento”, afirma a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. Ao longo desse primeiro ano, o projeto, que tem como lema “Se precisar, pegue! Se puder, doe!”, também ampliou o alcance para além dos pontos físicos. A iniciativa promove ações educativas sobre saúde menstrual, reforçando a importância do autocuidado, da informação e da quebra de tabus que ainda cercam o tema. Qualquer pessoa pode contribuir com o projeto doando diretamente nos pontos solidários instalados nos órgãos participantes. As doações são simples, espontâneas e não exigem cadastro. Cada contribuição ajuda a manter a rede ativa e a ampliar o alcance da iniciativa. Órgãos interessados em aderir ao projeto podem entrar em contato com a Seac para orientações sobre a instalação de novos pontos. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)
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Apoio profissional auxilia mães a superar desafios da amamentação
Os primeiros dias de amamentação costumam trazer dúvidas, inseguranças e adaptações, especialmente para mães de primeira viagem, que ainda estão conhecendo a rotina e os sinais do bebê. Nesse período, contar com orientação profissional pode fazer toda a diferença para tornar o processo mais seguro e tranquilo. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), esse suporte é oferecido por meio do Banco de Leite Humano (BLH), que acompanha as mães e presta assistência especializada em amamentação. Foi em busca desse apoio que Nairana Almeida retornou ao HRSM com o filho, Isaac, de apenas 10 dias. Mãe de primeira viagem, ela conta que enfrentou dificuldades logo após o nascimento do bebê por não produzir leite imediatamente. “Ele estava tomando fórmula no copinho e eu fiquei triste porque queria muito amamentá-lo. Recebi alta, fui para casa e ainda não tinha leite. Mas depois, com as orientações que recebi aqui, tudo melhorou. Hoje já tenho leite e estou amamentando direitinho”, relata. Pega correta e fatores individuais podem influenciar Durante o retorno ao BLH, Nairana aproveitou para esclarecer dúvidas e acompanhar a evolução da maneira como o filho se posiciona e suga o peito durante a amamentação, método conhecido como "pega do bebê". Ela também observou algumas dificuldades na sucção, que seguem em avaliação pela equipe multiprofissional. No Hospital Regional de Santa Maria, profissionais auxiliam mães no período de amamentação | Foto: Divulgação/IgesDF A pediatra Lorena Oliveira, que atendeu Isaac, explica que não existe uma única postura correta para amamentar. Segundo ela, a melhor forma será sempre aquela em que a mãe estiver confortável, desde que o bebê esteja bem alinhado, com a barriga voltada para a mãe, boca bem aberta, bochechas cheias durante a sucção e sem causar dor à lactante. “Se a mãe sente dor durante a amamentação, é sinal de que algo não está certo”, orienta. A especialista ressalta que, além da técnica, outros fatores podem interferir no processo, como alterações anatômicas no mamilo, prematuridade, boca pequena do bebê ou freio lingual alterado, situações que podem dificultar a pega mesmo quando a posição está correta. Manejo adequado e atenção aos engasgos Embora a produção abundante de leite seja positiva, o fluxo muito intenso também pode trazer desafios. Nesses casos, segundo a pediatra, o bebê pode ter dificuldade para acompanhar a saída do leite e acabar se engasgando. “Orientamos que a mãe esvazie um pouco a mama antes da mamada e utilize posições em que o bebê fique mais elevado, o que ajuda no controle do fluxo”, recomenda. Caso o bebê se engasgue, mas continue tossindo e reagindo normalmente, a recomendação é apenas retirá-lo do peito e colocá-lo em posição ereta até que se reorganize. Logo após a amamentação, recomenda-se manter o bebê com a cabeça mais elevada do que o tronco por alguns minutos. Embora popularmente conhecida como “posição de arroto”, a prática é indicada principalmente para favorecer o esvaziamento gástrico e reduzir episódios de refluxo. “Não é necessariamente para o bebê arrotar. O objetivo é facilitar a digestão e evitar que o leite retorne”, afirma Lorena. "Esse cuidado pode ser mantido conforme a necessidade de cada criança, especialmente durante o primeiro ano de vida", completa. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Aprovado projeto de requalificação para trecho do Setor de Clubes Sul
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh) aprovou o projeto de paisagismo e sistema viário para o Trecho 2 do Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), no Plano Piloto. A medida foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), por meio da Portaria nº 63. A proposta contempla a qualificação de uma área pública da região, com 84.371,73 metros quadrados, por meio de intervenções voltadas à reorganização do sistema viário, à melhoria da acessibilidade e à valorização dos espaços livres. Paisagismo, sustentabilidade e fluxo ordenado O projeto prevê a requalificação do sistema viário local, com reorganização do tráfego, adequação de estacionamentos e implantação de percursos acessíveis para pedestres. Por se tratar de uma região que movimenta a cultura na cidade, com shows e outras apresentações, estão incluídas novas calçadas, travessias seguras e a integração entre diferentes áreas do setor, favorecendo a circulação e o uso mais qualificado do espaço urbano por pedestres. O projeto prevê a requalificação do sistema viário local, com reorganização do tráfego, adequação de estacionamentos e implantação de percursos acessíveis para pedestres | Foto: Divulgação/Seduh-DF A reorganização dos estacionamentos inclui a adequação de áreas já existentes e a criação de novos espaços públicos, ampliando e ordenando a oferta de vagas. Ao todo, estão previstas 694 vagas permanentes, sendo 36 destinadas a idosos e 16 a pessoas com deficiência, além de 912 vagas eventuais, ampliando a capacidade para até 1.606 vagas em períodos de maior demanda devido aos eventos realizados na região. O projeto também contempla 74 vagas para motos e 80 para bicicletas, incentivando diferentes modais de transporte. No campo do paisagismo, a proposta contempla a criação de áreas ajardinadas, além de espaços sombreados. Também estão previstas soluções de drenagem sustentável, como áreas permeáveis e jardins de chuva, que auxiliam na absorção das águas pluviais. O plano também inclui a instalação de mobiliário urbano, com bancos e lixeiras, além de estruturas de proteção para a vegetação existente. Próximos aos estacionamentos permanentes, estão previstos bicicletários equipados com paraciclos. Próximos passos Os documentos técnicos do projeto, incluindo o memorial descritivo, serão disponibilizados no Sistema de Documentação Urbanística e Cartográfica (Sisduc), conforme os prazos previstos na legislação. Após a publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, a Seduh comunicará a Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) sobre a aprovação, para dar continuidade às ações no âmbito do Programa Adote uma Praça. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh)
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GDF abre inscrições para 28 cursos online de capacitação para servidores
A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), unidade vinculada à Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), está com inscrições abertas para 28 cursos de Educação a Distância (EaD) voltados para a capacitação e o desenvolvimento contínuo dos servidores públicos do Governo do Distrito Federal. As inscrições seguem abertas até 18 de maio. Nesta edição, a programação contempla sete eixos temáticos — Gestão, Comunicação, Técnico, Produtividade, Controladoria, Ética e Educação —, reunindo conteúdos estratégicos para o fortalecimento das competências individuais e institucionais no serviço público. Egov abre vagas para 28 cursos de Educação a Distância; interessados têm até 18 de maio para se inscrever | Foto: Divulgação/Egov Entre os destaques da nova oferta estão cursos alinhados às demandas contemporâneas da administração pública, como FluêncIA – Noções Básicas de Inteligência Artificial, desenvolvido em parceria com a Microsoft; Lei de Acesso à Informação na Prática; Governança de Serviços – Construindo Resultados a partir da Ouvidoria; além do novo curso Assédio Moral, Sexual e Discriminação no Trabalho, desenvolvido em parceria com a Controladoria-Geral do DF. Para a superintendente de Desenvolvimento e Formação da Egov, Fabíola Salomon, investir em capacitação é fortalecer a qualidade do serviço prestado à população. “A formação continuada dos servidores é fundamental para impulsionar uma administração pública mais eficiente, inovadora e preparada para atender às demandas da sociedade com excelência”, destaca. [LEIA_TAMBEM]Os cursos serão realizados integralmente na modalidade EaD, por meio da plataforma Moodle da Escola de Governo, permitindo que os servidores organizem a rotina de estudos de forma mais flexível. Cursos EaD – Junho de 2026 • Inscrições: até 18/5/2026 • Período das atividades: 25/5/2026 a 25/6/2026 • Modalidade: ensino a distância (online) • Informações: site da Egov ou ead.egov@economia.df.gov.br *Com informações da Escola de Governo do Distrito Federal (Egov)
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Doulas fortalecem cuidado e acolhimento a gestantes
As doulas têm papel essencial ao oferecer suporte físico, emocional e informativo, contribuindo para um parto mais seguro e humanizado desde a gravidez até o pós-parto. “A doula é de extrema importância para que a mulher tenha apoio em todas as frentes. Tem-se muito a cultura de que o parto é só sofrimento e chegamos para desmistificar isso”, afirma a doula Lais Pelegrini, 40 anos. Sancionada em abril deste ano, a Lei Federal 15.381 regulamenta a profissão no Brasil, garantindo a presença das doulas em hospitais públicos e privados durante todo o período de gestação e pós-parto. No Distrito Federal, desde 2020, a Secretaria de Saúde (SES-DF) já se destacava como pioneira ao regulamentar a atuação das doulas na rede pública. “Nosso acompanhamento inicia na gestação. Fornecemos, por exemplo, aulas de educação pré-natal, falamos sobre as fases do trabalho de parto, amamentação, cuidados com o recém-nascido, violência obstétrica, entre outros temas”, explica a doula Rebeca Marques, 27 anos. Doulas auxiliam desde o início da gravidez com informações e acompanham a gestante durante e após o parto | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Chegado o momento mais esperado, é ela que acalma e facilita o processo. “Traduzimos os termos médicos, que às vezes são incompreensíveis para os leigos, como dilatação e descida do bebê. Utilizamos exercícios próprios de alívio da dor e de auxílio na hora do nascimento”, elenca Rebeca. Pioneirismo do DF A Portaria da SES-DF nº 868, de 11 de novembro de 2020, estabelece que as doulas podem oferecer apoio físico e emocional às mulheres em trabalho de parto, além de utilizar métodos não farmacológicos para o alívio da dor, entre outras atribuições. No momento do parto, essas profissionais oferecem conforto e são como um elo entre gestante e equipe médica [LEIA_TAMBEM]O documento reforça que essas profissionais contratadas pelas famílias não realizam procedimentos médicos ou de enfermagem, nem executam exames ou atividades que interfiram na atuação das equipes de saúde. Outro ponto previsto é a garantia da presença da doula durante todo o trabalho de parto, independentemente da presença de um acompanhante. A coordenadora do Comitê de Qualidade e Segurança do Paciente da Casa de Parto de São Sebastião, Vanessa Benjamin Barbosa, destaca que a integração entre as doulas e os profissionais de saúde contribui para um ambiente mais acolhedor e seguro. “A equipe médica, claro, vai estar preocupada com o emocional da gestante, mas a visão é mais relacionada ao parto em si, à técnica. Além disso, não é possível estar o tempo inteiro com uma única gestante. Nesse sentido, a doula conhece previamente aquela mulher, já tem um vínculo de confiança. Elas acabam se tornando uma ponte entre gestante e equipe médica”, destaca Vanessa. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua instaladas em 25 endereços distintos do Plano Piloto. A ação está prevista para começar às 9h, no sábado (9) e no domingo (10). Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Novacap, da Codhab, do Detran-DF, da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. A DF Legal fará o desmonte das estruturas montadas pelas pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences para o local regular indicado pelos ocupantes. Em último caso, os objetos pessoais serão levados para o depósito da pasta, localizado no SIA Trecho 4, lotes 1380/1420, onde poderão ser retirados em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes. Durante a ação, será feito o desmonte das estruturas usadas pelas pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences para o local regular indicado pelos ocupantes | Foto: Agência Brasília Ao longo da semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, com mapeamento do público que será atendido e de suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (9) e domingo (10): · Via N2, próximo à 5ª DP; · Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB; · SHCGN 710, atrás do prédio do Sicredi/Sabin; · Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5; · SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; · SGAN 913, entre o Colégio Anjo da Guarda e a mesquita; · SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus; · SHCGN 716, entre os blocos G e H; [LEIA_TAMBEM]· Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte; · SHCNW 302, interior da torre abandonada; · SQNW 702/703, entre a Cia da Beleza e a Padoca Brasília; · SHIGS 706, entre os blocos I e J; · SGAS 908, em frente à escola do Parque da Cidade; · Torre de TV, subsolo; · Proximidades da Torre de TV; · SGAS 603, fundos da Escola Superior do Ministério Público da União; · SES 803, em frente à Embaixada da Venezuela; · SGAS 609, área verde em frente à Embaixada da Bélgica; · SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos; · Centro POP; · Vias W5 e W4 Sul, na extensão das quadras 903 a 905 e 702 a 705; · Setor Comercial Sul; · SGAS 914, próximo à Casa do Maranhão; . Setor de Embaixadas Sul, Praça Portugal; . CLS 409, próximo ao McDonald's. *Com informações da Casa Civil
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Rede ColaboraAPS visita horto agroecológico da UBS de Águas Claras
A Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 de Águas Claras, localizada no Areal, abriu as portas, nessa quinta-feira (7), para uma visita técnica da Rede ColaboraAPS ao Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico (Hamb). A atividade integra a programação do 3º Encontro Nacional da Rede Colaborativa de Inovações em Atenção Primária à Saúde (APS). O roteiro em Brasília inclui visitas à Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Rhamb) — uma iniciativa da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) em parceria com a Fiocruz Brasília, instituída pela Portaria nº 137, de abril de 2025. “Conhecer a Rhamb do DF mostra que a saúde também nasce da terra e do cuidado com o ambiente”, avalia a agente da Rede ColaboraAPS, Maísa Melara. “Queremos que essas ideias circulem e ganhem novos territórios. Quem vem aqui sai inspirado a adaptar e implementar algo parecido em suas próprias unidades”, acrescenta. Até sexta-feira (8), cerca de 150 representantes de todas as regiões do país participam de atividades no DF, consolidando o intercâmbio de práticas que buscam transformar a APS no Brasil. Os dois primeiros encontros nacionais ocorreram no início deste ano, no Rio de Janeiro. A visita ao horto agroflorestal da (UBS) 2 de Águas Claras integra a programação do 3º Encontro Nacional da Rede ColaboraAPS | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Foco nas crianças Durante a visita, representantes de diversos estados conheceram de perto o Horto Kids Agrovida, projeto desenvolvido pela servidora da UBS 2 de Águas Claras, Miriam Matos. Criada em agosto de 2025, a iniciativa propõe uma reconexão das crianças com a natureza como estratégia de promoção da saúde e do bem-estar. O programa une atividades educativas e práticas. No espaço, os jovens aprendem sobre plantas medicinais, cuidado ambiental e convivência comunitária, fortalecendo o vínculo com o território onde vivem. “Receber pessoas de todo o Brasil aqui na UBS 2 de Águas Claras mostra que o projeto tem força e pode inspirar outras realidades. É uma oportunidade de levar a ideia adiante e fortalecer um cuidado mais humano e próximo da população”, afirma Matos. Inovação A Rede ColaboraAPS é uma iniciativa da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde. A proposta é incentivar a troca de experiências inovadoras desenvolvidas na APS brasileira, fortalecendo práticas que já demonstram resultados positivos no Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto de hortos é o único da região Centro-Oeste indicado para compor o primeiro ciclo colaborativo de experiências inéditas da Rede ColaboraAPS. As ações escolhidas abrangem seis eixos temáticos centrais: acesso, equidade, formação, planejamento, resolutividade e sustentabilidade. Neste primeiro ciclo, das 472 experiências inscritas, 29 foram selecionadas. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Oferta de mestrado interinstitucional entre ESP/DF e a Universidade de Pernambuco é aprovada pela Capes
Uma parceria entre a Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (Fepecs), e a Universidade de Pernambuco (UPE) para a oferta de uma turma especial de mestrado profissional em Ciências para a Saúde foi aprovada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A autorização foi publicada no mês de maio e representa a etapa final do processo institucional necessário para a implementação do projeto. A iniciativa será desenvolvida por meio de um mestrado interinstitucional, modalidade que permite a cooperação entre programas de pós-graduação consolidados e instituições parceiras em diferentes regiões do país | Foto: Divulgação/Fepecs A iniciativa será desenvolvida por meio de um mestrado interinstitucional, modalidade que permite a cooperação entre programas de pós-graduação consolidados e instituições parceiras em diferentes regiões do país. A proposta é ampliar o intercâmbio acadêmico, fortalecer a formação de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e reduzir o isolamento acadêmico entre pesquisadores e docentes. De acordo com a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da ESP/DF, Leila Gottens, o modelo funciona como uma ação de solidariedade acadêmica entre as instituições. “O mestrado interinstitucional consiste em uma ação de solidariedade na qual um programa de pós-graduação já consolidado oferta uma turma especial em parceria com outra instituição receptora”, explica. Além de contribuir para a formação profissional, “ele reduz o isolamento acadêmico e promove intercâmbio de experiências entre pesquisadores e cenários do SUS”. “O mestrado interinstitucional reduz o isolamento acadêmico e promove intercâmbio de experiências entre pesquisadores e cenários do SUS” Leila Gottens, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da ESP/DF A construção da parceria ocorreu em três etapas. A primeira foi a elaboração de um projeto conjunto entre a ESPDF/Fepecs e a UPE, submetido ao Edital Capes/Cofen nº 28/2024. Nessa fase, foi garantido o apoio financeiro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) para a oferta de uma turma voltada exclusivamente para enfermeiros. A aprovação foi publicada em janeiro de 2025. Na sequência, foi elaborado um plano de trabalho acompanhado de um acordo de cooperação institucional, aprovado tanto pela diretoria-executiva da Fepecs quanto pela reitoria da UPE. Já a terceira etapa envolveu a elaboração do projeto pedagógico para o funcionamento da turma fora de sede, encaminhado à Capes em dezembro de 2025. A aprovação definitiva foi publicada em abril deste ano. Edital Com a conclusão do processo de autorização, a próxima fase será a publicação do edital de seleção dos estudantes, prevista ainda para este semestre. Depois disso, terão início as atividades acadêmicas. Na prática, as aulas presenciais serão realizadas na sede da UPE, em Recife (PE). Docentes do Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da ESP/DF viajarão mensalmente à capital pernambucana para ministrar aulas concentradas ao longo de três dias e meio. As orientações acadêmicas serão conduzidas de forma remota síncrona por meio de plataforma e os estudantes deverão vir a Brasília para a realização do estágio em docência. As bancas de qualificação e defesa também ocorrerão em formato remoto. *Com informações da Fepecs
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