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Especial Drenar

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Escavação de último trecho do Drenar DF avança para os 67 metros finais

Os túneis subterrâneos que compõem o sistema do Drenar DF somam 7,7 quilômetros de extensão. Nesta semana, os serviços de escavação avançaram e, até o momento, foram escavados 7,59 quilômetros. Os túneis do programa serão responsáveis por direcionar as águas da chuva para a bacia de detenção, localizada na ponta do projeto, às margens do Lago Paranoá. Segundo técnicos da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), os operários se dedicam à escavação dos 67 metros finais do último trecho do projeto. Desse total, 45 metros são de solo rígido e outros 22 de solo pouco rígido. Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes que percorrem as imediações da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), passando pelas quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando as W3 e W5 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chegando à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte. Foi no segundo lote que descobriram, durante a etapa de escavação de um túnel de mais três quilômetros, um solo mais rígido do que o previsto nos estudos iniciais feitos pelas equipes técnicas. Para lidar com o desafio, foi preciso trocar o processo de escavação, que era manual. Os operários usam escavadeiras e furadeiras hidráulicas – equipamentos especializados, munidos de brocas, capazes de perfurar e romper solos resistentes. “Foram feitos vários estudos técnicos para saber como vencer esse tipo de solo mais rígido. Estamos avançando e em breve todas as frentes estarão concluídas”, diz o diretor-técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho. Além do solo considerado muito rígido, foram identificados outros dois tipos de solo. O mais comum dele, o solo mole, esteve presente em quase todo o trecho de 7,7 quilômetros que receberá o sistema de drenagem do projeto. Outra categoria também prevista nos estudos era a de um solo pouco rígido. Nos dois casos, os técnicos chegaram à conclusão que a escavação poderia ser manual, com uso de pá, picareta e martelete elétrico. Fim de alagamentos e enchentes Executado pela Terracap, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes. Com um investimento de R$ 180 milhões, o programa duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte. Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende das quadras 4 e 5 às quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Novacap e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.  

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Sem registros de acidentes, Drenar DF seguiu orientações técnicas de segurança

Sem registro de acidentes até o momento, o avanço das obras do Drenar DF demonstram que a construção do maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF) tem a segurança como prioridade em cada etapa de trabalho. Os operários seguem orientações técnicas de segurança que tornam o ambiente de trabalho protegido para executar o projeto desde o início das escavações até o processo de concretagem dos túneis e galerias que vão receber a água da chuva. “O próprio processo de escavação segue normas técnicas para evitar acidentes. A cada 46 cm de solo escavado são instaladas chapas de aço curvadas para sustentar o túnel aberto e não haver soterramento”, diz o diretor-técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Uma das principais normas técnicas da construção civil é a NR-18, responsável pela regulação das condições e o meio de trabalho. Ela define a organização do canteiro de obras e o uso adequado de equipamentos, além de exigir treinamentos específicos para os operários. Outra norma essencial é a NR-6, voltada ao fornecimento e uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). No Drenar DF, os trabalhadores recebem óculos, capacetes, botas de segurança, máscaras, luvas e cintos de proteção devidamente certificados e que contam com manutenção e substituição periódicas. “Todo o sistema de execução da obra foi pensado para que tivesse o máximo de segurança para o trabalhador” Hamilton Lourenço Filho, diretor-técnico da Terracap “Todo o sistema de execução da obra foi pensado para que tivesse o máximo de segurança para o trabalhador. O próprio processo de escavação segue normas técnicas para evitar acidentes. A cada 46 cm de solo escavado são instaladas chapas de aço curvadas para sustentar o túnel aberto e não haver soterramento”, detalha o diretor-técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. As várias frentes de serviço do projeto são constantemente monitoradas de perto por técnicos de segurança. Também há o Diálogo Diário de Segurança, chamado de DDS, que consiste em uma reunião diária entre funcionários e gerentes para discutir questões de segurança e saúde no trabalho. “Durante o DDS nós temos conhecimento do trabalho que vamos executar no dia e recebemos orientações para que não ocorram acidentes”, explica Ulisses de Jesus Silva, mestre de obras do Lote 5 do Drenar DF. Fim de alagamentos Executado pela Terracap, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes. Com um investimento de R$ 180 milhões, o programa duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte. Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende das quadras 4 e 5 às quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Novacap e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.

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Com alta complexidade das obras, Drenar DF chegou a ter 35 frentes de trabalho

No pico das obras do novo sistema de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF), o Drenar DF contou com 35 frentes de trabalho atuando nos cinco lotes do programa. As equipes trabalhavam na escavação dos 7,7 quilômetros de túneis que irão direcionar a água da chuva para a bacia de detenção do Drenar DF, localizada na ponta do projeto, próxima ao Lago Paranoá. Já em fase final, o programa conta, atualmente, com três frentes de trabalho, que se dedicam à escavação dos metros finais do lote 2. Concluída essa etapa, será feita a concretagem dos túneis e o sistema estará pronto para uso. Faltam 80 metros para serem escavados em dois trechos de túneis | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Nós estamos na contagem regressiva para o término das obras. A escavação está acabando. Faltam 80 metros distribuídos em dois trechos de túneis. Ao todo, três frentes de serviço trabalham nessa fase”, diz o diretor-técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. Desde o início das obras do Drenar DF, o projeto gerou 450 empregos diretos e indiretos. Empregos diretos são aqueles de profissionais contratados diretamente para trabalhar na obra, enquanto indiretos são aqueles de prestadoras de serviço que vão atuar numa obra, por exemplo, com o fornecimento de concreto. “Como as obras do Drenar DF são feitas em etapas, nunca houve um número fixo de empregados”, esclareceu Hamilton Lourenço. “No momento mais intenso das obras, nós tínhamos 300 funcionários com emprego direto e outros 150 indiretos.” Fim de enchentes e alagamentos Com um investimento de R$ 180 milhões, o programa vai trazer mais infraestrutura, segurança e qualidade de vida aos brasilienses, que deixarão de sofrer com alagamentos e enchentes no início da Asa Norte. Divididas em cinco lotes, as obras têm fases distintas, o que faz com que haja várias frentes de serviço. O primeiro lote abrange as imediações da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), passando pelas quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando as W3 e W5 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da Via L2 Norte, chegando à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte. Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende as quadras 4 e 5 até as quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.

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Sondagem, escavação e concretagem: conheça as etapas do Drenar DF

Para que a construção do maior programa de captação de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF), o Drenar DF, avançasse de acordo com o cronograma estabelecido, foi preciso seguir uma série de etapas estratégicas para acabar com os alagamentos e ampliar a capacidade de escoamento em Brasília. Entre as fases fundamentais do processo está a sondagem do solo, que antecede o início das obras. Nessa etapa, é possível conhecer as características do terreno, como o tipo de solo, a profundidade, a resistência e as condições geológicas. Concluída a fase de estudos, um relatório técnico especifica as descrições das camadas de solo que auxiliam no planejamento da obra. É nessa hora que são definidos quais materiais serão usados para avançar com os serviços. A etapa de escavação é a mais complexa, uma vez que é preciso criar espaço para a instalação de tubulações e galerias pluviais | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília No Drenar DF, são usadas pás, picaretas e escavadeiras para escavar os 108 túneis que irão direcionar a água da chuva para a bacia de detenção do projeto. O reservatório tem capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas. O tanque fica dentro do Parque Urbano Internacional da Paz, no Setor de Embaixadas Norte, próximo ao Lago Paranoá. A etapa de escavação é a mais complexa, uma vez que é preciso criar espaço para a instalação de tubulações e galerias pluviais. A fase é organizada a partir da demarcação precisa da área de trabalho, que se baseia nos estudos prévios de sondagem. Em seguida, a terra é removida para abrir o caminho necessário. O material removido é transportado para locais adequados ou reaproveitado em outras obras. Durante todo o processo, são tomados cuidados para evitar desmoronamentos e proteger as equipes envolvidas. A cada 46 cm de solo escavado são instaladas chapas de aço curvadas para sustentar o túnel aberto, que tem diâmetro de 3,6 metros. Depois, é feita a concretagem, que garante a construção de canais resistentes ao volume de água A escavação dos túneis foi possível graças à construção de 108 poços de visita (PVs). As estruturas verticais permitiram o avanço das obras de forma subterrânea, reduzindo o incômodo para a população. Por serem pontos de partida para a escavação das galerias, as entradas também são chamadas de poços de ataque, e serão pontos de manutenção, inspeção e limpeza do sistema quando as obras forem finalizadas. A cada 46 cm de solo escavado são instaladas chapas de aço curvadas para sustentar o túnel aberto, que tem diâmetro de 3,6 metros. Depois, é feita a concretagem, que garante a construção de canais resistentes ao volume de água. “Uma grande chapa de aço forma o arco do túnel”, detalha o diretor-técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. “Concluído o trecho de escavação, é colocada uma tela de aço que recebe o concreto projetado. Depois é aplicada uma argamassa de solo-cimento para finalizar as estruturas.” Fim de alagamentos e enchentes Executado pela Terracap, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes. Com um investimento de R$ 180 milhões, o programa duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte. Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende das quadras 4 e 5 às quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Novacap e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.

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Capacete, luva e óculos fazem parte do dia a dia dos operários do Drenar DF

Capacetes, luvas, óculos, cinto de proteção, botas e máscaras. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) fazem parte da rotina dos operários que trabalham no Drenar DF e são essenciais para garantir a segurança de quem atua no dia a dia na execução do maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). Foi seguindo todas as normas técnicas de segurança que o projeto, dividido em cinco lotes, não registrou, até o momento, acidentes envolvendo os 300 funcionários que atuaram e ainda atuam nas várias frentes do Drenar DF. O uso dos EPIs é indispensável e protege, por exemplo, contra quedas e exposição à poeira. Os equipamentos de proteção individual são essenciais para a segurança de quem trabalha nas obras do Drenar DF | Foto: Divulgação/Terracap “Não tivemos nenhum acidente relatado, graças ao planejamento de segurança. Existem equipamentos de proteção individual que são de uso obrigatório. E claro, tanto a equipe da Terracap quanto a equipe que supervisiona a obra atuam para que as empresas obedeçam esse planejamento. Tudo isso contribui para que seja um projeto sem acidentes”, ressalta o diretor-técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. O mestre de obras do Lote 5 do Drenar DF, Ulisses de Jesus Silva, não começa o dia de trabalho sem antes checar se está bem equipado e protegido. “Temos todos os equipamentos exigidos. A empresa é obrigada a fornecer para que não nos acidentemos. A questão de segurança segue todas as normas técnicas”, diz o engenheiro. “Todos os dias nós somos informados do trabalho que vamos executar e recebemos orientações para que não ocorram acidentes.” Fim de alagamentos e enchentes Executado pela Terracap, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes. Com um investimento de R$ 180 milhões, o programa duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte. Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende das quadras 4 e 5 às quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Novacap e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.  

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Túneis do Drenar DF chegam a 22 metros de profundidade e permitem obras sem transtornos

Imagine um prédio de nove andares enterrado no subsolo. Essa é a profundidade máxima dos túneis do Drenar DF, que chegam a impressionantes 22 metros abaixo da terra, com variações a partir de 6 metros. Com um investimento de R$ 180 milhões, o sistema de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF) consiste no direcionamento da água da chuva para uma bacia de detenção. O caminho para chegar até o reservatório é composto por 108 túneis subterrâneos. A profundidade máxima dos túneis do Drenar DF é de 22 metros abaixo da terra | Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília A escavação dos túneis foi possível graças à construção de 108 poços de visita (PVs). As estruturas verticais permitiram o avanço das obras de forma subterrânea, reduzindo o incômodo para a população. Por serem pontos de partida para a escavação das galerias, as entradas também são chamadas de poços de ataque, e serão pontos de manutenção, inspeção e limpeza do sistema quando as obras forem finalizadas. “Os operários usam esses pontos para descer e subir com os equipamentos e o material escavado. Quando a obra for concluída, esses PVs serão equipados com escadas para que o sistema seja acessado com uma maior facilidade e uma eventual manutenção seja feita”, explica o diretor técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. A metodologia empregada no Drenar é conhecida como tunnel liner e garante maior agilidade aos serviços, sem abertura de grandes valas no meio da cidade. Após a abertura dos poços de visita, é feita a escavação das galerias. A depender do tipo de solo encontrado, são usadas pás, picaretas e miniescavadeiras para avançar com os serviços. A cada 46 cm de solo escavado são instaladas chapas de aço curvadas para sustentar o túnel aberto, que tem diâmetro de 3,60 metros. Fim de alagamentos e enchentes Executado pela Terracap, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes. O programa duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte. Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende das quadras 4 e 5 às quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Novacap e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.

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Operários do Drenar DF trabalham na escavação e concretagem dos 80 metros finais de solo rígido

Para que o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF), o Drenar DF, funcione, é preciso concluir os túneis por onde a água da chuva passará. Nesta semana, os operários se dedicam à escavação dos últimos 80 metros. Concluída essa etapa, será feita a concretagem dos túneis. “Nós estamos na contagem regressiva para o término das obras. A escavação está acabando. Faltam 80 metros distribuídos em dois trechos de túneis. Ao todo, três frentes de serviço trabalham nessa fase”, diz o diretor-técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. Durante a etapa de escavação de um túnel de mais três quilômetros, foi descoberto um solo mais rígido do que o previsto nos estudos iniciais feitos pelas equipes técnicas. Para lidar com o desafio, foi preciso trocar o processo de escavação, que era manual | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os túneis do programa serão responsáveis por direcionar as águas da chuva para a bacia de detenção, localizada na ponta do projeto, às margens do Lago Paranoá. Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes que percorrem as imediações da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), passando pelas quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando as W3 e W5 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chegando à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte. Tipos de solo Diante do desafio de realizar uma obra subterrânea como a do Drenar DF, era de se esperar a identificação de diferentes tipos de solo durante a fase de escavação dos túneis. Desde o início do projeto, a Terracap realizou estudos para se preparar para o tipo de material que seria encontrado. Foi no segundo lote que descobriram, durante a etapa de escavação de um túnel de mais três quilômetros, um solo mais rígido do que o previsto nos estudos iniciais feitos pelas equipes técnicas. Para lidar com o desafio, foi preciso trocar o processo de escavação, que era manual. Os operários usam escavadeiras e furadeiras hidráulicas – equipamentos especializados, munidos de brocas, capazes de perfurar e romper solos resistentes. Além do solo considerado muito rígido, foram identificados outros dois tipos de solo. O mais comum dele, o solo mole, esteve presente em quase todo o trecho de 7,7 quilômetros que receberá o sistema de drenagem do projeto. Outra categoria também prevista nos estudos era a de um solo pouco rígido. Nos dois casos, os técnicos chegaram à conclusão que a escavação poderia ser manual, com uso de pá, picareta e martelete elétrico. Segundo técnicos da Terracap, dos 80 metros de escavação restantes, 50 metros são de solo rígido e outros 30 de solo pouco rígido.

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Trabalho de escavação do Drenar DF identificou três tipos de solo

Diante do desafio de realizar uma obra subterrânea como a do Drenar DF, era de se esperar a identificação de diferentes tipos de solo durante a fase de escavação dos túneis do maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). Desde o início do projeto, que conta com um investimento de R$ 180 milhões, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) realizou estudos para se preparar para o tipo de material que seria encontrado. Nos levantamentos que antecederam as obras, foram identificados dois tipos de solo. O mais comum dele, o solo mole, esteve presente em quase todo o trecho de 7,7 quilômetros que receberá o sistema de drenagem do projeto. Outra categoria também prevista nos estudos era a de um solo pouco rígido. Nos dois casos, os técnicos chegaram à conclusão que a escavação poderia ser manual, com uso de pá, picareta e martelete elétrico. Foi no segundo lote que foi descoberto, durante a etapa de escavação de um túnel de mais três quilômetros, um solo mais rígido do que o previsto nos estudos iniciais feitos pelas equipes técnicas. Para lidar com o problema, foi preciso trocar o processo de escavação. Nesse trecho, cinco frentes de trabalho usam escavadeiras e furadeiras hidráulicas – equipamentos especializados, munidos de brocas, capazes de perfurar e romper solos resistentes. Segundo o último boletim do Drenar, dos 7,7 km de túneis, foram escavados 7,6 | Fotos: Tony Oliveira/ Agência Brasília “Foram feitos vários estudos técnicos para saber como vencer esse tipo de solo mais rígido. Optamos por uma mini escavadeira e adaptamos um rompedor hidráulico. Agora, as frentes se dedicam à escavação desse trecho de cerca de 110 metros de solo muito rígido”, explica o diretor-técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho. Segundo o último boletim do Drenar, dos 7,7 km de túneis, foram escavados 7,6 km. Ao todo, serão instaladas 291 bocas de lobo, das quais 235 já foram finalizadas. Os dispositivos são responsáveis pela coleta e direcionamento da água da chuva para a rede de escoamento, evitando alagamentos e enchentes. Etapas Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende as quadras 4 e 5 até as quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16. Além do projeto de captação de águas pluviais, o Drenar prevê a criação do Parque Urbano Internacional da Paz, que abrigará a bacia de detenção do Drenar e uma praça. Com 5 mil m² de área livre, o espaço contará com esculturas e 249 árvores e arbustos, entre espécies para sombreamento, como magnólias-do-brejo, aroeiras-vermelhas e copaíbas, e frutíferas, a exemplo da aceroleira, pitangueira, amoreira, jabuticabeira e goiabeira. O projeto, desenvolvido pela Terracap em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) e seguindo exigências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ainda inclui uma ciclovia de 1,1 km de extensão contornando o parque.

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