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Brasilienses terão mais de 40 locais para se vacinarem neste sábado (29)

A Secretaria de Saúde (SES-DF) irá disponibilizar neste sábado (29) 44 pontos de vacinação por todo o Distrito Federal. Serão doses contra a gripe (influenza) para bebês, jovens, adultos e idosos; a covid-19 em grupos prioritários; e outras doenças listadas no calendário de rotina, como febre amarela, tétano, sarampo, papilomavírus humano (HPV) etc. Não haverá apenas a BCG. Unidades ofertam doses contra gripe, covid-19, entre outras doenças, do calendário de rotina. Em alguns desses locais, jovens e crianças poderão receber a vacina da dengue | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Algumas unidades irão oferecer também a primeira ou a segunda dose contra a dengue, disponibilizadas a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde. A lista completa com endereços e horários dos pontos de vacinação está disponível no site da pasta. Para aumentar ainda mais a cobertura, uma equipe de saúde leva também imunizantes à Igreja Evangélica Assembleia de Deus, no Núcleo Rural, em Monjolinho, até às 17h. Em todos os locais, a orientação é levar o documento de identidade com o CPF e, se possível, a caderneta de vacinação. Os profissionais da SES-DF irão analisar o histórico e fazer a atualização dos esquemas. Portanto, mais de uma dose poderá ser aplicada na mesma ocasião, se necessário. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Pessoas em situação de rua são acolhidas em nova ação realizada pelo GDF

A semana começou com mais uma operação do Governo do Distrito Federal (GDF) para acolher pessoas em situação de rua. Nesta segunda-feira (24), em uma ação-rescaldo, equipes do governo percorreram pontos já visitados dias atrás, nas regiões do Plano Piloto e Rodoviária Interestadual, para oferecer novamente assistência e abrigo aos indivíduos. Essa é mais uma atividade que integra o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Durante as abordagens, o GDF oferece aos moradores em situação de rua serviços de saúde, educação e assistência social e possibilidade de qualificação profissional por meio do RenovaDF | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O primeiro ponto foi a Rodoviária Interestadual, em seguida as equipes passaram pela via L3 Norte e, por último, pela L2 Norte, na altura da SGAN 601. Durante a operação, foram oferecidos serviços nas áreas de saúde, qualificação e emprego, moradia e acolhimento. Nesta segunda-feira (24), 15 pessoas foram atendidas pelas equipes. A ação resultou na retirada de um caminhão de entulho e oito estruturas foram removidas. A ação coordenada envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além de Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Novacap, Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Detran, polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar. Acolhimento O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua é referência para o país, já que o GDF foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública depois da suspensão pelo Supremo Tribunal Federal no ano passado das ações de abordagens da população de rua. A ação resultou na retirada de um caminhão de entulho e a remoção de oito estruturas Durante as abordagens, o GDF oferece aos moradores em situação de rua serviços de saúde, educação, assistência social – vagas em abrigos –, orientação sobre tratamento a animais domésticos, benefícios – a exemplo do deslocamento interestadual e benefício excepcional no valor de R$ 600 para quem não consegue arcar com aluguel – e políticas públicas, como vagas no programa de qualificação profissional RenovaDF e o cadastramento para unidades habitacionais. O plano começou a entrar em ação após uma fase de teste, em maio, quando o GDF fez ações na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Ao longo das próximas semanas, as operações devem ser realizadas em outras regiões administrativas. O objetivo é atender até duas mil pessoas em situação de rua, a mesma quantidade de novas vagas que passarão a ser ofertadas nos abrigos da cidade, segundo previsto em edital. Política pública Em 27 de maio, o GDF deu mais um passo para a implementação de políticas públicas de atendimento e inclusão social dos cidadãos em vulnerabilidade, com a oficialização do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. A concretização do protocolo se deu com a assinatura do governador Ibaneis Rocha do acordo de cooperação técnica que monitora as ações para as pessoas em situação de rua e do decreto que regulamenta a reserva mínima, para este público, de 2% das vagas de trabalho em serviços e obras públicas. O acordo de cooperação técnica envolve o GDF, representado pela Casa Civil, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por meio das Comissões de Defesa dos Direitos Fundamentais (CDDF) e de Planejamento Estratégico (CPE), e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A resolução estabelece o plano de ações para executar políticas em assistência social, educação, saúde, cidadania, cultura, habitação, trabalho e renda voltadas para a população mais vulnerável do DF. O pacto tem o intuito de promover a defesa dos direitos das pessoas em situação de rua, bem como facilitar a troca de informações e o acompanhamento das políticas públicas pelo Ministério Público. O decreto regulamenta a Lei nº 6.128, de 1º de março de 2018, para promover a inclusão socioeconômica das pessoas em situação de rua, que terão uma reserva de 2% nas vagas das empresas contratadas para realizar serviços e obras na administração pública do Distrito Federal. Além disso, o governo anunciou um novo ciclo do RenovaDF, programa de capacitação profissional na área de construção civil, com o intuito de preparar as pessoas em situação de rua para a futura contratação.

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Artesãos do DF contam com o apoio do governo para expor criações fora do país

Aos 3 anos, Verônica Brilhante montou o primeiro arranjo de flores secas do Cerrado. Desde então, a artesã, que cresceu na Feira da Torre de TV, viu seu talento romper fronteiras com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF). Hoje, aos 49 anos, a artista não só vive 100% do artesanato, como também leva suas criações para feiras renomadas, no Brasil e fora do país. A artesã conta que a ajuda para expandir os horizontes do seu negócio veio da Secretaria de Turismo do DF (Setur). A pasta seleciona, em média, 10 artesãos da capital federal para exporem as artes nos principais eventos nacionais e internacionais. “Esse apoio foi fundamental para meu crescimento, tanto financeiro quanto profissional. Por meio da Setur, eu acesso cursos em que consigo estar evoluindo e me desenvolvendo”, relata. Uma iniciativa da Setur com resultados imediatos para os artesãos foi a abertura de lojas de comercialização colaborativa entre os artistas | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Um dos cursos para o qual se inscreveu foi o de fotografia. O objetivo, segundo ela, era aprimorar a qualidade das fotos usadas nas publicações da loja nas redes sociais e nos sites de comércio eletrônico. “Eu tento absorver todo esse conteúdo disponibilizado e tem dado certo. Hoje, eu tenho vendas até para fora do Brasil, em países como Canadá, Portugal e Estados Unidos”, prossegue. O secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, afirma que o segmento está diretamente ligado ao desenvolvimento da capital e compete à pasta estimular a atividade. “Sempre temos apoiado os artesãos no sentido de inseri-los nessas feiras, levando o nome de Brasília para fora e os ajudando a expor e comercializar suas criações. Com a Setur, os artesãos selecionados pagam apenas o custo da viagem deles, nós oferecemos o frete dos produtos por meio de caminhões. Em algumas feiras internacionais, expomos os produtos em estandes nossos, do GDF”, detalha. José Patrocínio atua no segmento desde a década de 1980, tendo sido um dos pioneiros da Feira da Torre de TV com a venda de bijuterias Lojas compartilhadas Outra iniciativa da Setur com resultados imediatos para os artesãos foi a abertura de lojas de comercialização colaborativa entre os artistas. Atualmente, os espaços funcionam nos shoppings Pátio Brasil, no Plano Piloto, e Alameda, em Taguatinga. Recentemente, o GDF inaugurou mais um local de venda compartilhada, na Feira do Guará. Um quarto estabelecimento está em negociação para ser montado no shopping Conjunto Nacional. A seleção dos trabalhos é feita por meio de um edital de chamamento público. O certame leva em consideração produtos que fazem referência à identidade de Brasília. Cada local atende, em média, 15 profissionais pelo período de três meses, quando um novo edital é lançado para beneficiar outros artistas da área. Um dos artesãos contemplados foi José Patrocínio, 55. Ele atua no segmento desde a década de 1980, tendo sido um dos pioneiros da Feira da Torre de TV com a venda de bijuterias. Atualmente, ele comercializa produtos de marcenaria criativa. “Hoje, o artesanato se encontra na melhor pasta que poderia estar, a Setur. Isso porque o turismo agrega um olhar positivo para o artesão, com incentivos: promove cursos, editais para as exposições de feiras dentro de Brasília como fora também”, defende. Recorde de arrecadação Os elogios de Verônica e José encontram respaldo nos números que destacam o crescimento do segmento no DF. Com mais de 14 mil artesãos registrados, a atividade bateu recorde de arrecadação com a comercialização de produtos em 2023, alcançando um total de R$ 1.561.322,333. No mesmo ano, a capital ultrapassou a marca de 14 mil artesãos regulamentados no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab). Entre as influências para o crescimento estão as ações do GDF em favor da categoria, como capacitação profissional, disponibilização de espaços para comercialização, acesso a linha de microcréditos de até R$ 2,5 mil e apoio para garantir a participação dos profissionais locais em eventos fora de Brasília.

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