Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.
Fazer um passeio exploratório pelo SIDS (Sistema de Desenvolvimento Social) para mostrar como a coleta de dados inadequada pode prejudicar as famílias em vulnerabilidade social atendidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Esse é o objetivo do 1º encontro da Escola de Dados, realizado nessa quarta-feira (7/10), no auditório do espaço Sedes Colab, na 515 Norte.
Cerca de 60 servidores participaram do evento, planejado com foco nos funcionários e trabalhadores que atuam na ponta: nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), nos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centros Pop), restaurantes comunitários, unidades de acolhimento institucional e postos de atendimento executados por organizações da sociedade civil parceiras da Sedes.
Durante todo o dia, das 8h às 17h, os servidores e colaboradores participaram de uma espécie de seminário, em que puderam trocar experiências e receber orientações sobre como fazer corretamente a coleta de dados das pessoas atendidas. Para Débora Franco, gerente de Dados da Subsecretaria de Governança, Inovação e Educação Permanente da Sedes, o objetivo deste encontro é orientar e explicar às equipes das unidades socioassistenciais a importância de fazer de forma adequada a coleta dos dados pessoais das famílias vulneráveis.
“A ideia é que os dados inseridos no SIDS (Sistema de Desenvolvimento Social) sejam padronizados e registrados da forma correta, evitando possíveis inconsistências que prejudiquem os usuários na hora de receber benefícios e serviços da Assistência Social. No Cadastro Único, por exemplo, os dados são padronizados, por isso, dificilmente temos problemas em relação à localização dos usuários."