
A tecnologia se torna mais uma vez aliada da segurança pública do Distrito Federal. Desde 26 de novembro, os policiais militares das Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (Rotam) utilizam microcâmeras de vigilância instaladas nos uniformes, para gravar o que ocorre nas apreensões de alto risco. A polícia de Brasília é a primeira do país a adotar a tecnologia.
As câmeras podem ser instaladas de 12 formas distintas no uniforme dos oficiais, ajustadas em capacetes, bonés, ombreiras ou óculos, com capacidade de registrar tudo o que o policial vê e faz. “A Segurança Pública é uma área fundamental no Distrito Federal, e a Polícia Militar precisa estar bem equipada no combate à criminalidade. Uma das tarefas do governo é proporcionar os equipamentos para auxiliar os oficiais”, destacou o governador Agnelo Queiroz.
A nova forma de vigilância oferece mais segurança ao trabalho dos militares. “A partir de agora teremos provas detalhadas de tudo o que ocorrerá nas apreensões”, afirmou o coronel Leonardo Sant’anna, comandante da Rotam em Brasília. As câmeras já são utilizadas pelas polícias de 200 cidades norte-americanas. O uso do equipamento se espalhou pelos Estados Unidos após a experiência iniciada em Salt Lake City (EUA).
Gerenciamento – Atualmente, os 200 policiais da Rotam têm à disposição 18 equipamentos, cada um incluindo microcâmeras, assessórios e um smartphone. A tecnologia é revezada pelos policiais durante as apreensões de alto risco, e conta também com um sistema de gerenciamento de imagens, que conecta pela internet tudo o que foi registrado.