Resultados da pesquisa

Agosto Lilás

Thumbnail

Encerramento do Agosto Lilás traz conscientização no combate à violência contra a mulher

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. “Foi uma manhã incrível com mulheres maravilhosas. Esse tema é muito importante, porque ações como essa ajudam no combate à violência contra a mulher. Muitas não sabem como sair da situação de violência e nem onde pedir ajuda, por isso, essa conscientização é essencial”, disse a dona de casa Maria Luiza da Silva, 52 anos. No último sábado (29/8), a Secretaria da Mulher (SMDF) realizou o evento de encerramento do Agosto Lilás: 20 anos da Lei Maria da Penha — Mulheres em Movimento. Foi uma manhã de mobilização no estacionamento 12 do Parque da Cidade, das 9h às 12h, que reuniu música, cuidados, lazer, informação, convivência e acesso à rede de proteção, em ambiente acolhedor e acessível. Entre as atividades, gratuitas, teve aplicação de flúor, limpeza de pele, exames de vista e das mãos, massoterapia, tranças, maquiagem e aula de ioga. Os serviços do estande da SMDF também incluíram acolhimento, escuta qualificada, divulgação da rede de proteção, participação da banda Elas que Toquem e um espaço colaborativo com artesãs do DF. Atividades no Parque da Cidade incluíram aplicação de flúor, limpeza de pele, exames de vista e das mãos, massoterapia, tranças, maquiagem e aula de ioga | Foto: Divulgação/SMDF   20 anos da Lei Maria da Penha A Lei Maria da Penha criou mecanismos para prevenir e enfrentar a violência doméstica e familiar contra a mulher e estabeleceu medidas de assistência e proteção. Ao completar duas décadas, a legislação também reforça a importância de reconhecer situações de violência e conhecer os caminhos para buscar ajuda. A lei reconhece cinco formas de violência doméstica e familiar: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A violência física envolve agressões que causem dano à integridade ou à saúde corporal. A psicológica pode ocorrer por meio de ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento ou controle das ações e decisões da mulher. Também são consideradas formas de violência a prática de atos sexuais sem consentimento, a retenção ou destruição de documentos e bens, o controle de recursos financeiros e condutas como calúnia, difamação e injúria.  Conhecer essas formas de violência ajuda a identificar situações que podem passar despercebidas e a procurar orientação. Canais de atendimento e denúncia ⇒ Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, para orientação e registro de denúncias. ⇒ 190 – Polícia Militar, em situações de emergência ou risco imediato. ⇒ 197 – Polícia Civil do Distrito Federal, para informações e denúncias.   *Com informações da SMDF

Ler mais...

Thumbnail

Encerramento do Agosto Lilás terá atendimento e orientação às mulheres no Parque da Cidade neste sábado (29)

O encerramento do Agosto Lilás será realizado neste sábado (29), das 9h às 12h, no estacionamento 12 do Parque da Cidade. A ação reunirá equipes para atendimento e orientação sobre direitos das mulheres, prevenção à violência e os serviços disponíveis para quem precisa de informação ou apoio. A manhã foi planejada para aproximar esse conteúdo do público de forma acessível, com espaço para esclarecimento de dúvidas e atendimento. Também haverá atividades de cuidado, bem-estar e convivência, compondo um espaço de escuta, descontração e interação ao longo da manhã. Campanha mobiliza a sociedade em torno da conscientização da importância do enfrentamento à violência contra a mulher | Foto: Divulgação A iniciativa encerra as ações do Agosto Lilás, período dedicado à ampliação da informação e à conscientização sobre a violência contra as mulheres. Em 2026, a programação também se relaciona aos 20 anos da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), sancionada em 7 de agosto de 2006. Vinte anos da Lei Maria da Penha A Lei Maria da Penha criou mecanismos para prevenir e enfrentar a violência doméstica e familiar contra a mulher e estabeleceu medidas de assistência e proteção. Ao completar duas décadas, a legislação também reforça a importância de reconhecer situações de violência e conhecer os caminhos para buscar ajuda. A lei reconhece cinco formas de violência doméstica e familiar: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A violência física envolve agressões que causem dano à integridade ou à saúde corporal. A psicológica pode ocorrer por meio de ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento ou controle das ações e decisões da mulher. Também são consideradas formas de violência a prática de atos sexuais sem consentimento, a retenção ou destruição de documentos e bens, o controle de recursos financeiros e condutas como calúnia, difamação e injúria.  Conhecer essas formas de violência ajuda a identificar situações que podem passar despercebidas e a procurar orientação. Canais de atendimento e denúncia ⇒ Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, para orientação e registro de denúncias ⇒ 190 – Polícia Militar, em situações de emergência ou risco imediato ⇒ 197 – Polícia Civil do Distrito Federal, para informações e denúncias.    

Ler mais...

Thumbnail

Palestra em alusão ao Agosto Lilás informa mecanismos de proteção às mulheres

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), promoveu para os servidores, nesta quarta-feira (26/8), a palestra "Agosto Lilás — 20 anos da Lei Maria da Penha". O encontro, ocorrido no Sedes Lab, teve como objetivo apresentar, de forma simples e acessível, como a legislação brasileira pode proteger as mulheres vítimas de violência, e os canais de atendimento e denúncia disponíveis para toda a sociedade. Conduzida pela assessora da Subsecretaria de Ações Temáticas e Participação Política da SMDF, Joyce da Hora, a palestra abordou, também, as orientações sobre como agir diante de uma situação de violência. “Trazer a discussão sobre a violência contra a mulher para dentro do espaço público é fundamental para ampliar a conscientização e mostrar que esse não é um assunto que deve ficar restrito ao ambiente doméstico. Mas a verdadeira mudança também precisa começar dentro das nossas próprias casas, na forma como educamos nossos filhos, como nos relacionamos e como enxergamos o papel da mulher na sociedade”, explica a palestrante Joyce da Hora. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha e, principalmente, sobre os desafios que ainda precisam ser enfrentados no combate à violência contra a mulher. Cerca de 100 pessoas, entre servidores, colaboradores e estagiários, participaram da palestra. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha | Foto: Divulgação/Sedes-DF Uma delas foi o servidor Marcos Rangel, que trabalha Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes-DF. “A palestra sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha foi muito importante porque nos ajuda a enxergar uma realidade que ainda precisa ser transformada. Existe uma disparidade muito grande entre homens e mulheres quando falamos de violência. Por isso, ter uma legislação como a Maria da Penha é primordial nos dias de hoje”, comenta. De acordo com a secretária-executiva de Gestão Estratégica da Sedes-DF, Nídia Limeira de Sá, este evento foi um sucesso: “Fiquei encantada com a participação de todas e todos. Ver o auditório cheio, com mais de 100 pessoas reunidas para discutir um tema tão importante, mostra o quanto essa pauta é necessária e mobiliza os nossos servidores”. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Agosto Lilás encerra programação de 20 anos da Lei Maria da Penha com atividades no Parque da Cidade

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em 2026, a Lei Maria da Penha completa 20 anos. Para marcar a data e ampliar o acesso a informações sobre direitos, prevenção e serviços de proteção às mulheres, o Agosto Lilás contou, ao longo de todo o mês, com uma programação de ações itinerantes e atividades em diferentes espaços do Distrito Federal. Durante todo o mês, foram realizadas ações de informação, orientação e acolhimento, com atividades destinadas à divulgação dos serviços disponíveis e ao acesso à rede de proteção. A programação também promoveu espaços de convivência, cuidado e participação, reforçando a importância de conhecer os direitos e saber onde buscar atendimento e orientação. Para marcar o encerramento da programação, a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) estará neste sábado (29/8), das 9h às 12h, no estacionamento 12 do Parque da Cidade, com atendimento, escuta, orientação e informações sobre os serviços da rede de proteção às mulheres. Além do atendimento e da orientação, o espaço terá serviços gratuitos e atividades de cuidado e lazer. Entre elas, a aplicação de flúor nos dentes, limpeza de pele, exames de vista e das mãos, massoterapia, tranças, maquiagem e aula de ioga. A programação também contará com a apresentação da banda Elas que Toquem e um espaço colaborativo com artesãs do Distrito Federal. Para marcar o encerramento da programação, a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) estará neste sábado (29/8), das 9h às 12h, no estacionamento 12 do Parque da Cidade | Foto: Divulgação/SMDF Passeio Ciclístico da Mulher Antes das atividades no estacionamento 12, será realizado o Passeio Ciclístico da Mulher. A concentração será às 8h, no mesmo local, com percurso de uma volta pela pista interna do Parque da Cidade. A atividade integra a programação do Agosto Lilás e tem como tema “Juntos por uma vida sem violência”. Loja Colaborativa Cerrado Feminino A programação do fim de semana também inclui atividades da Loja Colaborativa Cerrado Feminino. No sábado (29) e no domingo (30), das 9h às 17h, a loja estará na Feira da Torre de TV, nos boxes 95 e 96. No Shopping JK, o funcionamento será das 10h às 22h. No domingo (30), das 14h às 18h, haverá ainda uma exposição com artesãs do Pôr do Sol no estacionamento 12 do Parque da Cidade. A iniciativa reúne produtos confeccionados por artesãs e empreendedoras do Distrito Federal. O Agosto Lilás reforça a importância da informação para que mulheres conheçam seus direitos e saibam onde buscar ajuda. Em situações de violência, a mulher não está sozinha e pode procurar os serviços da rede de proteção. Canais de atendimento e denúncia Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, para orientação e registro de denúncias. 190 – Polícia Militar, em situações de emergência. 197 – Polícia Civil do Distrito Federal, para informações e denúncias. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

Ler mais...

Thumbnail

Painel reúne dados sobre atendimentos a pessoas em situação de violência no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   No mês de conscientização pelo fim da violência doméstica e familiar contra a mulher, o Agosto Lilás, a rede pública de saúde amplia seu rastreio de atendimentos às vítimas. A Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a consolidar os dados da assistência em um único painel, que mostra detalhes, como região administrativa, gênero e faixa etária dos pacientes. "Agora, vemos, em forma de gráficos e números, o tamanho da demanda que chega para a saúde. É possível também quantificar e qualificar melhor os perfis de pessoas em situação de violência. É uma forma de desenhar a política pública", explica a assistente social da Subsecretaria de Saúde Mental da SES-DF, Elizabeth Maulaz.  Perfil da violência No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs). É possível localizar a unidade mais próxima por meio do CEP residencial. No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs) | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O Painel de Monitoramento dos Atendimentos às Pessoas em Situação de Violência permite organizar esses atendimentos. Nos gráficos, é possível verificar, por exemplo, que as mulheres são as maiores vítimas. As adultas representam 40,73% do total dos pacientes. O segundo grupo mais afetado é o de meninas (13,41%) e o de adolescentes do sexo feminino (13,15%). Só depois vêm os meninos (10,74%), adolescentes (8,90%) e adultos (8,75%) do sexo masculino. Essa predominância das mulheres entre as vítimas se mantém entre os idosos: do total de atendimentos, 3,08% foram de mulheres idosas, contra 1,24% que representam os homens. Ao todo, em seis meses deste ano, foram 16.357 (70,36%) atendimentos ao sexo feminino e 6.890 (29,64%) ao público masculino. Destaca-se que o número de atendimentos supera a quantidade de pessoas acompanhadas porque uma mesma pessoa pode receber mais de um tipo de assistência. Os dados são referentes a diferentes serviços, como terapias em grupo, atendimento multiprofissional, consultas e atividades educativas. Na visão de Maulaz, são informações que ajudam a compreender os desafios enfrentados. "A cultura é a rocha mais difícil de ser abalada em uma sociedade. Precisamos de um trabalho contínuo de sensibilização pelo fim da violência e do feminicídio." Serviços na rede pública Além dos centros especializados, a população do Distrito Federal tem à disposição outros serviços de cuidado a pessoas em situação de violência. Das unidades básicas de saúde (UBSs) às ambulâncias, passando pelas emergências dos hospitais e pelas policlínicas, os profissionais estão preparados para identificar situações de violência, seja física, psicológica ou até patrimonial. Outros atos, como abandono, negligência, trabalho infantil e tráfico de seres humanos, estão no foco da Linha de Cuidado para Atenção às Pessoas em Situação de Violência da SES-DF, lançada em 2025. O documento também prevê ações educativas tanto para servidores quanto para a sociedade.    *Com informações da SES-DF

Ler mais...

Thumbnail

Agosto Lilás reforça orientação sobre direitos e canais de proteção às mulheres

O Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo enfrentamento à violência contra a mulher, ganha um significado especial em 2026 ao marcar os 20 anos da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). Instituída nacionalmente pela Lei Federal nº 14.448/2022, a iniciativa é dedicada à disseminação de informações sobre prevenção da violência, divulgação dos direitos das mulheres e fortalecimento do acesso aos serviços especializados de atendimento. Reconhecida internacionalmente como um dos principais instrumentos legais de proteção às mulheres, a Lei Maria da Penha estabeleceu mecanismos para prevenir, coibir e enfrentar a violência doméstica e familiar, além de ampliar a rede de atendimento e garantir maior proteção às mulheres em situação de violência. Mais do que lembrar uma data, o Agosto Lilás convida toda a sociedade a reconhecer que a violência contra a mulher pode se manifestar de diferentes formas e que identificar os sinais é um passo importante para interromper o ciclo da violência. A própria campanha alerta que comportamentos como controle excessivo das amizades, das roupas, do dinheiro, dos documentos, das mensagens, isolamento da família, ameaças, humilhações e ciúmes constantes não representam demonstrações de cuidado ou afeto, mas podem indicar situações de violência psicológica e controle. Cinco formas de violência A Lei Maria da Penha estabeleceu mecanismos para prevenir, coibir e enfrentar a violência doméstica e familiar | Foto: Divulgação A Lei Maria da Penha reconhece cinco formas de violência doméstica e familiar contra a mulher: Violência física: qualquer conduta que cause dano ou sofrimento físico; Violência psicológica: ações que provoquem medo, isolamento, constrangimento, manipulação, ameaça ou diminuição da autoestima; Violência sexual: situações em que a mulher é obrigada ou constrangida a manter práticas sexuais sem consentimento; Violência patrimonial: retenção, destruição ou controle de bens, documentos, recursos financeiros e objetos pessoais; Violência moral: condutas que configurem calúnia, difamação ou injúria. Conhecer essas formas de violência ajuda mulheres, familiares, amigos e vizinhos a identificarem situações de risco e buscarem apoio especializado. Acolhimento faz diferença O enfrentamento à violência também depende da atuação das pessoas que convivem com a mulher. A orientação é acolher sem julgamentos, acreditar no relato, oferecer apoio, incentivar a busca pelos serviços especializados e, diante de situações de risco iminente, acionar imediatamente as forças de segurança. A denúncia representa uma medida de proteção da vida, da integridade física e dos direitos da mulher. Onde buscar ajuda No Distrito Federal, mulheres em situação de violência contam com uma rede especializada de atendimento composta por serviços de acolhimento, orientação psicossocial, assistência jurídica e proteção. Entre os equipamentos disponíveis estão a Casa da Mulher Brasileira, os centros especializados de atendimento à mulher (Ceams), os espaços Acolher, os comitês de proteção à mulher, a Casa Abrigo e o Centro de Referência da Mulher Brasileira. Os endereços, telefones e informações atualizadas sobre cada unidade podem ser consultados neste link.  Canais de atendimento Em situações de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo 190. Também estão disponíveis: Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 (atendimento gratuito, 24 horas); Disque-Denúncia da Polícia Civil – 197.  

Ler mais...

Thumbnail

Edição deste ano do Agosto Lilás tem como foco os 20 anos da Lei Maria da Penha 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em agosto, a Secretaria da Mulher (SMDF) dá início às ações de conscientização e enfrentamento à violência contra as mulheres, por meio da distribuição de materiais informativos nos comércios locais e em pontos de grande circulação.  A mobilização tem como foco a divulgação dos canais de denúncia, da rede de proteção e dos serviços destinados às mulheres em situação de violência, reforçando a mensagem dos 20 anos da Lei Maria da Penha e aproximando as políticas públicas da população. Lei Maria da Penha investe na conscientização da campanha de combate à violência contra a mulher | Foto: Divulgação A iniciativa contempla diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, ampliando o alcance da campanha Agosto Lilás e levando informação diretamente à população.  Vila Lilás  O projeto Mulheres em Movimento – Edição Buriti integra a programação oficial do Agosto Lilás. A ação é destinada às colaboradoras terceirizadas que atuam nas secretarias e órgãos instalados no Complexo do Buriti, como profissionais da limpeza, recepção, vigilância, copa, apoio administrativo, cuidadoras do berçário e demais colaboradoras terceirizadas.  Durante três dias, o Espaço dos Servidores será transformado em um ambiente de acolhimento, informação, valorização e cuidado, reunindo palestras, estande institucional da SMDF, feira de serviços, bazar solidário e parceiros, aproximando as pessoas das políticas públicas de proteção, autonomia e enfrentamento à violência contra a mulher. O objetivo é promover ações de conscientização, acolhimento, valorização e acesso às políticas públicas para aproximadamente 200 pessoas do Anexo do Buriti, em comemoração aos 20 anos da Lei Maria da Penha. O evento Agosto Lilás – 20 anos da Lei Maria da Penha | Mulheres em Movimento também propõe uma manhã de mobilização no Parque da Cidade, reunindo música, cuidado, lazer, informação, convivência e acesso à rede de proteção, em ambiente acolhedor e acessível. Confira, abaixo, a programação. 6/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas em Ceilândia / Comércio local 10/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta / Comércio de Sobradinho 11/8 → Das 9h às 16h, projeto Mulheres em Movimento. Local: Espaço dos Servidores, 16º andar, Palácio do Buriti 12/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas - Comércio local/  Recanto das Emas → Das 9h às 16h, projeto Mulheres em Movimento, no Espaço dos Servidores, 16º andar, Palácio do Buriti 13/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta / Comércio de Sobradinho 18/8 → Divulgação dos canais de denúncia e rede de proteção — Fórum Distrital Permanente de Mulheres Rurais  20/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas, Setor Central / Rodoviária do Gama 24/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta/ Taguatinga 26/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — Sempre por Elas/ Feira do Produtor, Taguatinga  27/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta/ Taguatinga/ Sempre por Elas — Feira do Produtor, Taguatinga  29/8 → Agosto Lilás — 20 anos da Lei Maria da Penha | Mulheres em Movimento:  Estacionamento 10, Parque da Cidade, das 9h às 12h.  Evento aberto ao público, com programação cultural, serviços, ações de cuidado, lazer e orientação. Música com a banda Elas que Toquem Projeto Mulheres em Movimento → Horário: Das 9h às 15h (todos os dias) → Local: Espaço dos Servidores, 16º andar, Palácio do Buriti • Estande institucional da Secretaria da Mulher • Bazar solidário • Feira de serviços e parceiros • Distribuição de materiais informativos sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha • Atendimento psicossocial • Limpeza de pele • Make express • Massagem rápida Evento aberto ao público, com programação cultural, serviços, ações de cuidado, lazer e orientação.   *Com informações da Secretaria da Mulher      

Ler mais...

Thumbnail

No Agosto Lilás, Dia da Mulher retorna com nova identidade visual e ações de acessibilidade

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) promove a 36ª edição do Dia da Mulher. A ação está de volta, após pausa, em julho, para aprimoramento. Com a temática Agosto Lilás, campanha nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, a atividade busca ampliar o acesso à informação, aos direitos e à rede de proteção. Nesta edição, o projeto ganha nova identidade visual e terá, pela primera vez, intérprete de Libras para assegurar a inclusão e acessibilidade de deficientes auditivas. A ação ocorre na terça-feira (4/8), das 8h às 14h, no Nuclão — espaço de atendimento integrado localizado no Setor Comercial Norte (SCN) —, que fica na Quadra 01, Bloco G, Loja 01, no Edifício Rossi Esplanada Business. O evento conta com atendimento jurídico, orientações e acolhimento às participantes. Serão ofertados diversos serviços gratuitos prestados por instituições parceiras, ampliando o acesso às áreas social, de saúde, cidadania e bem-estar. A iniciativa busca proporcionar um atendimento integrado e humanizado, reunindo, em um só espaço, diferentes frentes de apoio às mulheres. Bazar da Mulher A instituição promove, ainda, a arrecadação de roupas, calçados e acessórios femininos, que serão destinados ao Bazar da Mulher. A iniciativa mensal disponibiliza gratuitamente os itens a mulheres em situação de vulnerabilidade social. A campanha também reforça a divulgação dos canais de denúncia. Mulheres em situação de violência, ou qualquer pessoa que deseje ajudar, podem acionar o Ligue 180, serviço gratuito e disponível 24 horas por dia. O atendimento também pode ser realizado via WhatsApp pelo número (61) 9610-0180. A subdefensora pública-geral e coordenadora da ação, Nathália Sant’Ana de Rosa, ressalta o papel estratégico da iniciativa. “O Agosto Lilás é uma oportunidade essencial para dar visibilidade à violência contra a mulher e fortalecer a atuação integrada da rede de proteção. Na DPDF, trabalhamos para garantir não apenas o acesso à informação, mas também acolhimento qualificado e ações concretas que contribuam para a autonomia e a segurança dessas mulheres”, afirma. Ao longo do Agosto Lilás, a DPDF intensificará ações de conscientização e fortalecimento da rede de proteção, destacando que o enfrentamento à violência contra a mulher depende do engajamento de toda a sociedade. Confira aqui os serviços prestados.  *Com informações da DPDF

Ler mais...

Thumbnail

Ciclo de palestras dos Consegs mobiliza quase 1,5 mil pessoas no DF

A última edição do segundo ciclo de palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública (Consegs), promovida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), reuniu moradores, lideranças comunitárias e representantes de instituições, nesta quinta-feira (30), em São Sebastião. A ação, que integra o eixo Mulher Mais Segura, do programa Segurança Integral, consolida o papel dos Consegs como espaços estratégicos para o fortalecimento da rede de proteção às mulheres. Ao todo, 1,5 mil pessoas passaram pela capacitação. O enfrentamento à violência contra a mulher foi o principal tema das palestras do ciclo dos Consegs | Foto: Divulgação/SSP-DF  Iniciado em agosto – durante o Agosto Lilás, que é o mês de enfrentamento à violência contra a mulher –, o ciclo contemplou, ainda, Estrutural, Vicente Pires, Ceilândia e Gama. As palestras abordaram temas como os tipos de violência doméstica, empoderamento feminino, autonomia econômica, apoio psicossocial e jurídico às vítimas, além do papel fundamental da sociedade civil na prevenção. “Os Consegs têm se consolidado cada vez mais como a ligação entre o poder público e as comunidades, relação que é fundamental”, avaliou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Encontros como o desta quinta-feira convocam a população a contribuir para uma política de segurança mais humana, integrada e próxima da realidade de quem mais precisa. Proteger as mulheres é pauta prioritária para o Governo do Distrito Federal, e isso se torna possível  com o engajamento de todos os setores.” Políticas públicas “A responsabilidade é de todos nós. É saber reconhecer e saber o que fazer diante de uma situação de violência”  Alexandre Patury, secretário-executivo de Segurança Pública A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, falou sobre a importância das políticas públicas voltadas à proteção e à segurança das mulheres: “A nossa missão é enfrentar a violência doméstica e de gênero, levando informação e prevenção por meio de diversas ações. Contamos com 31 equipamentos públicos voltados ao atendimento da mulher, distribuídos por todo o DF. É fundamental falar sobre os tipos de violência, que muitas ainda desconhecem”. As palestras foram proferidas por representantes das forças de segurança, do Ministério Público do DF, da Secretaria da Mulher (SMDF), do Sebrae, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e de outras instituições. O ciclo também contou com apoio das administrações regionais e do setor empresarial local. “A responsabilidade é de todos nós”, resumiu o secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury. "É saber reconhecer e saber o que fazer diante de uma situação de violência. A informação pode e salva vidas.” Por sua vez, o secretário-executivo institucional de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira Monteiro, reforçou: “Essa iniciativa expressa o verdadeiro espírito dos Consegs: atuar em rede, junto à comunidade, em pautas que transformam realidades e promovem mudanças concretas. Encerramos a última edição do ano com a certeza de que o conhecimento compartilhado fez a diferença na vida de muitas mulheres. A violência doméstica é um problema cultural — e só será superada com engajamento e ação em todos os níveis.” Impacto Para Kiara Carvalho, moradora de São Sebastião, essa iniciativa é fundamental. “Um evento como esse é muito importante para educar e conscientizar a mulher”, disse. “Muitas vezes ficamos presas em relações de subserviência, sem saber que podemos ser o que quisermos. Esse ciclo de palestras mostra que somos capazes e que temos apoio para romper com a violência”. [LEIA_TAMBEM]Aline Rayane, também moradora de São Sebastião, também gostou de participar. “Foram abordados vários temas sobre violência contra a mulher, sobre o direito que elas têm em relação a isso”, lembrou. “Foram palestras muito importantes, e eu estou aqui para falar para todas vocês que sofrem de violência, ou já sofreram, ou conhecem até alguém que sofre, para darmos apoio e sempre aconselhar essas mulheres a procurar os órgãos competentes”.   Participação popular O subsecretário dos Consegs, Gustavo Danzmann, lembrou que a mobilização comunitária é fundamental para a política pública de segurança. “Os encontros fortalecem a corrente do bem promovida pelos Consegs, que ampliam o diálogo com a sociedade e qualificam o debate sobre temas fundamentais”, enfatizou. “O ciclo de palestras foi criado como ferramenta prática de mobilização, incentivo à participação e promoção de mudanças reais”. Marcelo Zago, coordenador da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios e palestrante, ressaltou que o evento permite levar dados, evidências e conhecimento técnico para dentro das comunidades: “Quando falamos de violência doméstica, a informação salva vidas. Nosso papel, enquanto gestores da política pública, é garantir que essas informações cheguem de forma clara, acessível e transformadora. E isso só é possível quando a comunidade participa ativamente, como vimos ao longo deste ciclo”.   *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do DF

Ler mais...

Thumbnail

Agosto Lilás: GDF fecha o mês com mais de cem ações em todas as regiões administrativas

Agência Brasília · AGOSTO LILÁS - GDF FECHA O MÊS COM MAIS DE CEM AÇÕES EM TODAS AS REGIÕES ADMINISTRATIVAS Durante todo o mês de agosto, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), promoveu mais de cem eventos em todas as regiões administrativas. As atividades integraram a programação do Agosto Lilás, campanha nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, com foco em informar, acolher, proteger e empoderar mulheres em situação de vulnerabilidade. A agenda incluiu desde iniciativas itinerantes até palestras educativas, sempre voltadas à promoção dos direitos femininos e ao fortalecimento da rede de proteção. A programação do Agosto Lilás da Secretaria da Mulher incluiu encontros comunitários e palestras educativas, entre outras atividades | Fotos: Henrique Araújo/SMDF Para ampliar a integração entre os equipamentos da SMDF e a comunidade, foram realizadas 36 ações institucionais: 14 palestras e capacitações, dez encontros comunitários e 12 grandes eventos. As iniciativas sensibilizaram a sociedade sobre a importância do enfrentamento à violência contra a mulher, fortaleceram a rede de proteção e ampliaram o alcance das políticas públicas voltadas ao público feminino, impactando diretamente mais de 7 mil pessoas no Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]As ações ocorreram em diversas regiões administrativas e contaram com a participação de órgãos públicos, escolas e instituições privadas. Também houve distribuição de absorventes, com o objetivo de combater a pobreza menstrual, reduzir a vulnerabilidade de mulheres e meninas e garantir acesso a itens de higiene essenciais, reforçando o compromisso da pasta com saúde, bem-estar e inclusão social. “As ações realizadas pela Secretaria da Mulher durante o Agosto Lilás mostram o quanto este GDF tem trabalhado com seriedade, presença e resultados na vida das mulheres do Distrito Federal. Foi um mês inteiro de atividades que levaram informação, acolhimento e serviços essenciais para todas as regiões. O sucesso da campanha reforça nosso compromisso com políticas públicas que garantam mais dignidade, segurança e oportunidades para as mulheres”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. Um dos destaques da mobilização foi a atuação da Casa da Mulher Itinerante, que esteve no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da Estrutural, oferecendo atendimento jurídico especializado, palestras sobre direitos das mulheres, saúde, autoestima e cidadania, além de serviços gratuitos de emissão de documentos. A iniciativa foi essencial para levar informação e acolhimento às mulheres da região, reforçando o compromisso do GDF com a descentralização e o acesso equitativo às políticas públicas de proteção. Durante a ação, foram atendidas 444 mulheres e 480 crianças, evidenciando o impacto concreto da presença do equipamento móvel em comunidades de maior vulnerabilidade social. A 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres reuniu mais de 700 participantes e aprovou 12 propostas distritais, que serão apresentadas na etapa nacional “Todas essas ações são fruto de um trabalho incansável da nossa equipe e da dedicação diária da Secretaria da Mulher. O Agosto Lilás é uma vitrine do que realizamos ao longo de todo o ano. O cuidado com as mulheres não é pontual, é constante. Trabalhamos todos os dias para oferecer dignidade, acolhimento e oportunidade às mulheres do Distrito Federal”, declarou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Outro marco do mês foi a 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres, realizada na Biblioteca Nacional de Brasília, com o tema “Mais democracia. Mais igualdade. Mais conquistas para todas”. O evento reuniu mais de 700 participantes e aprovou 12 propostas distritais, que serão apresentadas na etapa nacional. Uma delegação de 47 mulheres representará o DF na conferência federal, demonstrando o engajamento político e social das brasilienses. As atividades do Agosto Lilás evidenciam o compromisso permanente do GDF, por meio da Secretaria da Mulher, com a construção de políticas públicas que não apenas combatem a violência de gênero, mas também promovem autonomia, proteção e fortalecimento das mulheres em toda a sua diversidade. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

Ler mais...

Thumbnail

Passeio no Zoológico de Brasília oferece manhã especial para mulheres vítimas de violência doméstica

Um passeio para observar o olhar da onça-pintada, o saltitar do mico-leão-dourado, a melodia das aves e o comportamento de répteis, entre tantos outros animais fascinantes do Zoológico de Brasília. Assim foi a manhã de mulheres vítimas de violência doméstica atendidas pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Brazlândia, em um encontro promovido pela unidade nesta sexta-feira (29). O evento integrou as ações do Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Cerca de 17 mulheres vítimas de violência doméstica, acompanhadas de seus filhos, participaram de um passeio no Zoo, organizado pelo Creas de Brazlândia | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF “O objetivo foi envolver essas famílias na conscientização sobre a importância de prevenir a violência contra as mulheres e fortalecer os laços familiares e comunitários”, explicou Lara Rodrigues, assistente social do Creas Brazlândia. “Em nosso dia a dia, buscamos proporcionar diversas garantias às famílias, incluindo o convívio familiar, comunitário e momentos de lazer. Este evento é uma oportunidade valiosa para garantir exatamente isso.” Instituído pela Lei nº 14.448/2022, o Agosto Lilás é dedicado à proteção da mulher, com foco na conscientização sobre o combate à violência de gênero. A norma também prevê campanhas informativas sobre os tipos de violência, formas de prevenção e divulgação de canais de denúncia e órgãos de proteção às vítimas. “O Creas desempenha um papel fundamental na proteção de famílias que enfrentam situações de violação de direitos” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Cerca de 17 mulheres, acompanhadas de seus filhos — entre crianças e adolescentes —, participaram do passeio. O grupo chegou ao zoológico pela manhã em um ônibus fornecido pela secretaria. Durante a visita, as famílias exploraram as principais áreas de observação de animais, participaram de um momento de reflexão e desfrutaram de um lanche especial. O grupo foi acompanhado por assistentes sociais, psicólogos e outros profissionais do Creas de Brazlândia, unidade vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) que oferece suporte socioassistencial a famílias em situação de violação de direitos, como violência, abandono e negligência. O papel do Creas “O Creas desempenha um papel fundamental na proteção de famílias que enfrentam situações de violação de direitos”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “A proposta é que as famílias também se sintam protegidas e acessem informações, lugares e experiências que possam transformar suas vidas de maneira positiva.” [LEIA_TAMBEM]Diferentemente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que atua na prevenção, o Creas atende quando pessoas ou famílias já tiveram seus direitos violados. A unidade oferece acompanhamento especializado com escuta qualificada, atendimento emergencial e continuado. Dependendo do caso, as famílias podem ser incluídas em programas sociais e auxílios financeiros. Além disso, são realizados encaminhamentos para serviços de saúde, educação, segurança, moradia, entre outros. O atendimento ocorre diretamente na unidade, onde é feita a avaliação da situação de risco social do usuário, ou por encaminhamento de outros órgãos. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Profissionais da Saúde do DF passam por capacitação sobre cuidado com mulheres em situação de violência

A Secretaria de Saúde (SES-DF) promoveu, na quinta-feira (28), capacitação aos profissionais de saúde, gestores e estudantes sobre o cuidado integral à mulher em situação de violência sexual e doméstica. Na ocasião, também foi formalmente lançada a Linha de Cuidado da SES-DF para pessoas em situação de violência, cuja finalidade é ampliar o acesso e qualificar a atenção às pessoas em situações de vulnerabilidade. Linha de Cuidado da SES-DF define diretrizes técnicas e fluxos de assistência nos serviços da rede pública | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Com data escolhida em alusão ao Agosto Lilás — mês dedicado ao cuidado com a mulher em situação de violência —, o evento teve como finalidade sensibilizar os profissionais para identificar episódios de violência nos pacientes. “Todos os profissionais de todos os níveis de atenção precisam estar sensíveis para atender e acolher as pessoas em situação de violência e dar os encaminhamentos corretos”, afirma a coordenadora da Rede de Atenção às Pessoas em Situação de Vítimas de Violência, Elisabeth Maulaz. A profissional reforça que a saúde ocupa papel primordial na atenção às vítimas, por ser uma das principais portas de entrada aos serviços necessários. “Fazemos os atendimentos das demandas das violências físicas e as profilaxias da violência sexual nas urgências e emergências, nas UPAs e em algumas unidades básicas credenciadas e habilitadas”, exemplifica.  "Pesquisas mostram o quanto as vítimas procuram os serviços de saúde mais que os órgãos de justiça ou delegacias, trazendo mais responsabilidade para área da saúde" Fernanda Falcomer, subsecretária de Saúde Mental A subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer, destacou a importância da integração com outras áreas para a proteção das mulheres. “Toda a nossa rede precisa estar engajada na prevenção e na proteção das mulheres. Pesquisas mostram o quanto as vítimas procuram os serviços de saúde mais que os órgãos de justiça ou delegacias, trazendo mais responsabilidade para área da saúde”. A diretora da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher (Diam) da Polícia Civil do DF (PCDF), Karen Langkammer, destacou que a conscientização vai orientar os profissionais sobre os caminhos possíveis e suas responsabilidades. “Nós temos uma subnotificação muito grande na violência em relação às mulheres, e essa subnotificação também é muito grande no sistema de saúde. Precisamos saber como acolher essas mulheres, como identificar essa situação e o que fazer”, explicou. Linha de Cuidado [LEIA_TAMBEM]A Linha de Cuidado da SES-DF define diretrizes técnicas e fluxos de assistência às mulheres nos serviços da rede pública. O foco é um acolhimento humanizado às vítimas e uma atuação integrada dos profissionais de saúde com a rede de proteção e garantia de direitos. O documento está disponível no site da SES-DF. Promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), Laiana Vasconcelos enfatizou a importância da criação de uma linha de cuidado: “Precisamos que todos os trabalhadores, mesmo conhecendo essa linha de cuidado, continuem se aprimorando e pensando nesse atendimento à mulher para entregar o melhor possível para esta vítima”. *Com informações da Secretaria de Saúde  

Ler mais...

Thumbnail

Estrutural recebe ação do Agosto Lilás com serviços gratuitos para mulheres e crianças

Agência Brasília · ESTRUTURAL RECEBE AÇÃO DO AGOSTO LILÁS COM SERVIÇOS GRATUITOS PARA MULHERES E CRIANÇAS A Casa da Mulher Itinerante, projeto que percorre as regiões administrativas para ampliar o acesso das mulheres aos serviços públicos e à rede de proteção do Distrito Federal, está no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da Estrutural até esta quinta-feira (28), das 8h às 17h. Com entrada gratuita, a programação inclui palestras da Secretaria da Mulher (SMDF) sobre direito, saúde, autoestima e cidadania, além da emissão de carteira de identidade, disponibilizada pela Polícia Civil. O evento também oferece atividades de bem-estar em parceria com o Instituto Me Ajude a Ajudar e ações esportivas com a Academia da Melhor Idade de Samambaia.   As mulheres que participaram da Casa da Mulher Itinerante aproveitaram serviços de manicure, corte de cabelo, escova, maquiagem e design de sobrancelhas | Foto: Henrique Araújo/SMDF “É gratificante ver a Casa Itinerante em ação, acolhendo tantas mulheres e levando o cuidado para perto de quem mais precisa. Esse trabalho reforça o compromisso do GDF em garantir proteção, dignidade e autonomia às mulheres do Distrito Federal”, destaca a vice-governadora Celina Leão. Serviços de beleza, como corte de cabelo, escova, maquiagem e design de sobrancelhas, além de biodança, coffee break, brindes e degustação de sucos, estão sendo oferecidos. Para as crianças, a diversão é garantida com brinquedos infláveis, pipoca e algodão-doce. Também há distribuição de absorventes para as mulheres da região. [LEIA_TAMBEM]“Ver esse movimento de acolhimento e empoderamento acontecendo na Estrutural é motivo de orgulho. A Casa da Mulher Brasileira Itinerante é mais que um serviço. É uma demonstração do comprometimento da Secretaria da Mulher em combater a violência e construir uma sociedade mais justa para todas”, ressalta a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. A moradora da Estrutural Dayane Barbosa, de 28 anos, cortou os cabelos e participou das atividades oferecidas. “Eu gostei muito, adorei o corte de cabelo. Queria ter feito mais coisas… Eu gostei bastante e estou indicando para outras mulheres. Acho muito importante termos essa valorização. Quando você faz uma coisa que quer muito, você fica muito feliz”, afirmou Dayane. No local, as participantes também podem acessar atendimento jurídico especializado, oferecido pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF). Para Rafaela Mitre, defensora pública, o evento é uma oportunidade de levar a informação para mais perto das mulheres. “Oferecemos orientação jurídica, ajuizamento de ações de direito de família, pedido de certidões atualizadas de nascimento e de divórcio”, destaca. A Secretaria da Mulher estima impactar a vida de centenas de mulheres com a Casa da Mulher Itinerante durante os dois dias de evento, levando serviços essenciais diretamente a quem mais precisa. A iniciativa integra a programação do Agosto Lilás, período em que a SMDF intensifica e amplia suas ações de enfrentamento à violência e de promoção dos direitos das mulheres. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

Ler mais...

Thumbnail

Ciclo de palestras sobre proteção à mulher reúne 160 pessoas em três regiões

A segunda edição do Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública, promovido pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), reuniu 160 pessoas nesta terça-feira (26), em Vicente Pires. O evento faz parte das ações do eixo Mulher Mais Segura, do Programa Segurança Integral, principal política de segurança pública do Governo do Distrito Federal. O encontro foi realizado em parceria com os Conselhos de Segurança Comunitários (Consegs) de Vicente Pires, Águas Claras e Arniqueira e contou com a presença de lideranças comunitárias, moradores, forças de segurança, representantes do Ministério Público do DF, da Secretaria da Mulher, do Sebrae e de outras instituições. As palestras abordaram prevenção à violência doméstica, autonomia econômica e emocional, além do papel da comunidade na proteção e acolhimento das mulheres. O ciclo de palestras reforça o diálogo entre o poder público e a comunidade | Fotos: Divulgação/SSP-DF  “Levar essas discussões diretamente às regiões administrativas é essencial. E dar início a essa medida no mês de agosto, tão simbólico para o enfrentamento à violência contra a mulher, nos aproxima das comunidades e fortalece a rede de proteção. É um esforço conjunto que só é possível com a participação ativa da população”, destacou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Eu defendo todos os dias que segurança pública se faz com integralidade, com a participação dos órgãos de governo, com a imprensa e, principalmente, junto da população. Esse diálogo com a comunidade é o grande diferencial da iniciativa. Os Consegs, por estarem inseridos no dia a dia da comunidade, são agentes fundamentais neste processo”, completa Avelar. "Nenhuma mulher precisa enfrentar a violência sozinha. Hoje, o Distrito Federal tem uma rede pronta para acolher, apoiar e mostrar que recomeçar é possível" Giselle Ferreira, secretária da Mulher A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressaltou a importância de espaços como o ciclo de palestras para acolhimento e proteção de vítimas de violência doméstica no DF. “Nenhuma mulher precisa enfrentar a violência sozinha. Hoje, o Distrito Federal tem uma rede pronta para acolher, apoiar e mostrar que recomeçar é possível. Cada espaço criado, cada política implementada, é uma porta aberta para que as mulheres reencontrem sua força, sua liberdade e seu futuro.” Mulher Mais Segura A ação integra o eixo Mulher Mais Segura, do Programa Segurança Integral, e concentra ações estratégicas voltadas à prevenção da violência de gênero, à ampliação das redes de apoio às vítimas e à promoção da autonomia das mulheres. Entre as iniciativas estão a realização de campanhas educativas, capacitações, cursos, atendimento humanizado e integração entre órgãos públicos, forças de segurança e sociedade civil para garantir respostas mais rápidas e eficazes nos casos de violência. “Por meio de palestras, orientações jurídicas e psicológicas e incentivo ao protagonismo feminino, as palestras buscam empoderar mulheres, fortalecer famílias e envolver as comunidades como parceiras fundamentais na proteção e prevenção. Essa é uma ferramenta estratégica para chegarmos a todas as regiões do DF”, defende o subsecretário dos Consegs, coronel Paulo André Vieira. As palestras buscam empoderar mulheres, fortalecer famílias e envolver as comunidades como parceiras fundamentais na proteção e prevenção [LEIA_TAMBEM]Para Andréia Batista, do serviço de acolhimento da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o evento foi fundamental para atuação dos técnicos da pasta que lidam diretamente com questões de vulnerabilidade e violência doméstica. “Essas ações têm um papel essencial, pois são educativas e preventivas. Trabalhamos diariamente com orientação e acompanhamento, mas a palestra de hoje reforçou a importância de ampliar esse diálogo. É fundamental que todos saibam como identificar sinais de violência e, principalmente, como denunciar”. O evento foi fundamental para atuação preventiva, como ressalta o presidente do Conseg de Águas Claras, Otto Barros. “Em uma região como Águas Claras, que é verticalizada, é de vital importância os síndicos estarem presentes nesse processo. Nós estamos aqui, o evento está muito bom, e são muitas informações que estão sendo passadas e que a gente pretende repassar a outros síndicos posteriormente”. O ciclo será realizado em outras cidades:  Ceilândia / Sol Nascente (9/9), Guará (30/9), Gama (9/10) e São Sebastião (23/10) *Com informações da SSP-DF  

Ler mais...

Thumbnail

Segurança lança campanha de conscientização contra a violência doméstica no Agosto Lilás

Com o objetivo de chamar a atenção para a importância do enfrentamento à violência doméstica e familiar, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) lança, neste mês de agosto, uma campanha de conscientização que reforça o papel de toda a sociedade na proteção das mulheres. A iniciativa integra as ações do Agosto Lilás, período dedicado à prevenção da violência de gênero, e será veiculada principalmente pelas redes sociais da pasta. O primeiro vídeo da campanha já está disponível e convida cada cidadão a refletir sobre seu papel na construção de um Distrito Federal mais seguro para as mulheres. “A violência doméstica atinge todas as camadas da sociedade, e o enfrentamento precisa ser coletivo. Essa campanha reforça nosso compromisso de unir forças, mobilizar a população e fortalecer as políticas públicas que protegem as mulheres”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Campanha da Secretaria de Segurança Pública busca conscientizar a sociedade sobre seu papel no combate à violência contra as mulheres | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Compromisso o ano todo Esta não é a primeira campanha com foco na prevenção da violência doméstica e proteção das mulheres. A SSP-DF desenvolve ações integradas, como campanhas permanentes de conscientização, capacitações de servidores e programas estratégicos, a exemplo do Ressignificar, que já qualificou mais de 26 mil profissionais da segurança pública para um atendimento mais humanizado às vítimas. “Mais do que uma mobilização pontual no Agosto Lilás, reforçamos que prevenir e combater a violência contra a mulher é um compromisso diário, que orienta nossas políticas públicas e o trabalho de todo o sistema de segurança do Distrito Federal”, completa Avelar. "Campanhas publicitárias preventivas desempenham um papel fundamental, pois sensibilizam a população sobre o comportamento responsável" Paulo Henrique Albuquerque, chefe da Assessoria de Comunicação da SSP-DF Para a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira, a nova campanha é um convite à reflexão, à denúncia e à ação. “Ao colocar todos como corresponsáveis, a SSP-DF reforça que proteger as mulheres é um dever coletivo, e que Brasília pode ser um exemplo nacional na luta pelo fim da violência doméstica”. Integração entre forças e órgãos A campanha mobiliza órgãos do Governo do Distrito Federal e forças de segurança. Desta forma, o trabalho conjunto permite que a mensagem alcance o maior número possível de pessoas e fortaleça os canais de denúncia e acolhimento. O material também será distribuído aos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), com objetivo de que seja criada uma rede de conscientização ainda mais ampla. [LEIA_TAMBEM]As equipes de comunicação de cada uma das forças de segurança — polícias Civil e Militar (PCDF e PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) — também estão divulgando a campanha em suas redes e produzindo materiais específicos. “A campanha conjunta, com a divulgação dos canais de denúncia, complementa o trabalho que a Segurança Pública realiza. Campanhas publicitárias preventivas desempenham um papel fundamental, pois sensibilizam a população sobre o comportamento responsável”, finaliza o chefe da Assessoria de Comunicação da SSP-DF, Paulo Henrique Albuquerque. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)  

Ler mais...

Thumbnail

RenovaDF inicia terceiro ciclo de 2025 com mais de 2 mil alunos matriculados

Agência Brasília · RENOVADF INICIA TERCEIRO CICLO DE 2025 COM MAIS DE 2 MIL ALUNOS MATRICULADOS O terceiro ciclo de 2025 do RenovaDF, maior programa de qualificação profissional do país, teve início nesta terça-feira (19). Nesta etapa, são 2.033 pessoas matriculadas na iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Por meio do programa, os alunos participam de um curso de auxiliar de manutenção na área da construção civil, com noções de diferentes profissões — carpinteiro, jardineiro, eletricista, encanador, serralheiro e pedreiro. A duração mínima do curso é de 240 horas, divididas em três etapas de 80 horas, com até 20 horas semanais. Vice-governadora Celina Leão participou da cerimônia que marcou a abertura do novo ciclo: "É um programa que nos enche de alegria e orgulho, pois vemos a transformação que provoca na vida das pessoas" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao mesmo tempo em que recebem as aulas teóricas, os inscritos aplicam os conhecimentos na reforma de equipamentos públicos. Neste ciclo, serão contemplados espaços em Ceilândia, Taguatinga e Plano Piloto. Cada participante também recebe uma bolsa para auxílio financeiro ao longo dos três meses de curso, além de uniforme e lanche. Nova chance Em meio ao Agosto Lilás, mês dedicado ao combate à violência contra a mulher, elas são destaque no novo ciclo do programa. Por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), 24 vítimas de violência receberam uma nova chance de recomeçar, contando com todo o apoio do Estado. "É um programa que nos enche de alegria e orgulho, pois vemos a transformação que provoca na vida das pessoas. Desde mulheres que conseguem romper com ciclos de violência a pessoas em situação de rua que conseguem se reerguer. O RenovaDF não melhora apenas os espaços públicos da nossa cidade, mas abre as portas de um futuro melhor para todos", enfatizou a vice-governadora do DF, Celina Leão. Itamar Nunes participou da primeira turma do RenovaDF a acolher pessoas em situação de rua; após se destacar no curso, ele virou coordenador do projeto [LEIA_TAMBEM]Um dos exemplos dessa transformação é Itamar Nunes. Por motivos de saúde, ele acabou morando nas ruas, mas, a partir do RenovaDF, ganhou uma nova vida. Há quatro anos, Itamar ingressou no programa como um dos estudantes. Seu empenho foi tão bom que ele se tornou coordenador do projeto. “Eu pude conhecer a realidade das pessoas que vivem nas ruas. Mas, graças a Deus e às pessoas que me oportunizaram, consegui mudar de vida”, contou o homem, que fez parte da primeira turma do programa a acolher pessoas em situação de rua. “Quando falamos sobre a inclusão social do RenovaDF, nos referimos às pessoas em situação de rua, mulheres que sofreram violência e imigrantes que buscaram o nosso país e a nossa cidade em busca de melhorias. Por isso, o que nós queremos é que as pessoas tenham oportunidades para mudar de vida”, arrematou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes.

Ler mais...

Thumbnail

Ciclo de palestras sobre proteção à mulher, em Vicente Pires, tem inscrições abertas

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSPDF), por meio dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), promoverá, no dia 26 de agosto, a próxima edição do Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública. O foco é a proteção à mulher e a prevenção à violência doméstica. Desta vez, o encontro será realizado em Vicente Pires, em uma ação conjunta dos Consegs locais de Vicente Pires, Águas Claras e Arniqueira. Foram disponibilizadas 100 vagas e as inscrições podem ser feitas por meio deste link. A formação faz parte das ações do Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, e integra o eixo Mulher Mais Segura do programa Segurança Integral, política de segurança pública do Governo do Distrito Federal. "O combate à violência doméstica começa com a informação" Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública “O combate à violência doméstica começa com a informação. Levar esse conteúdo para dentro das comunidades é fundamental para fortalecer a rede de proteção e romper o ciclo de violência. Cada palestra é uma oportunidade de transformar realidades e empoderar as mulheres com orientação, apoio e acesso a serviços”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. O evento contará com a presença de especialistas da SSP, forças de segurança, Ministério Público do DF, Secretaria da Mulher, Sebrae e outras instituições parceiras. Os temas incluem os tipos de violência doméstica, apoio psicossocial e jurídico, empoderamento feminino, autonomia econômica e emocional, além do papel da sociedade civil na proteção das vítimas. Entre os temas discutidos no ciclo da palestra é empoderamento feminino e autonomia emocional | Foto: Divulgação/SSPDF Para o subsecretário dos Consegs, coronel Paulo André Vieira, o diálogo com a comunidade é o grande diferencial da iniciativa. “As palestras que estamos promovendo são ferramentas práticas de conscientização e mobilização social. Os Consegs, por estarem inseridos no dia a dia da comunidade, são agentes fundamentais neste processo.” Inscrições gratuitas e abertas [LEIA_TAMBEM]O encontro será realizado das 8h às 12h, no Espaço Lumiere (Rua 7A - Vicente Pires). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3441-8703 ou pelo e-mail conseg@ssp.df.gov.br. O ciclo de palestras seguirá até outubro, passando por diversas regiões administrativas do DF. As próximas edições ainda terão inscrições abertas ao público interessado em multiplicar conhecimento e engajamento contra a violência doméstica, sempre 15 dias antes de cada evento. Próximos encontros confirmados 9 de setembro – Ceilândia/Sol Nascente 30 de setembro – Guará 9 de outubro – Gama 23 de outubro – São Sebastião *Com informações da SSP-DF

Ler mais...

Thumbnail

Agosto Lilás: Rede integrada de proteção à mulher une segurança pública, acolhimento e assistência social

O Distrito Federal é considerado referência na proteção e na promoção dos direitos das mulheres. Com uma rede composta por diversas secretarias, o Governo do Distrito Federal (GDF) conta com uma série de medidas que vão desde programas de segurança pública até ações de acolhimento, atendimento jurídico, suporte psicológico e assistência social. “Nós trabalhamos incansavelmente para que a rede de proteção e acolhimento às mulheres — que envolve ações de conscientização e segurança pública — funcione de forma integrada e eficiente. Toda a nossa gestão está empenhada em garantir a proteção das vítimas. É o nosso compromisso com a vida e a dignidade de todas as mulheres do DF”, afirma a vice-governadora Celina Leão. Neste Agosto Lilás, mês de conscientização e combate à violência contra a mulher, a Agência Brasília reúne as iniciativas deste GDF para garantir proteção, dignidade e novas oportunidades às mulheres em vulnerabilidade social e vítimas de violência doméstica. Secretaria da Mulher (SMDF) conta com 31 equipamentos públicos voltados ao atendimento das mulheres; entre eles, os Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMB) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Espaços de acolhimento Principal pasta no empoderamento feminino, a Secretaria da Mulher (SMDF) conta com 31 equipamentos públicos voltados ao atendimento das mulheres. São elas, a Casa da Mulher Brasileira (CMB) e os Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMB), os Espaços Acolher, os Centros Especializados de Atendimento à Mulher (Ceam) e os Comitês de Proteção à Mulher. Cada espaço oferece serviços diferentes. Localizada em Ceilândia, a Casa da Mulher Brasileira funciona 24 horas por dia, acolhendo mulheres em situação de violência. O local conta com alojamento — oferecido por até 48h às vítimas e suas filhas, de qualquer idade, e filhos de até 12 anos —, salas para oficinas e cursos profissionalizantes, laboratório de informática com computadores e acesso à internet e auditório para palestras. Já os Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMBs) funcionam das 9h às 18h de portas abertas para acolhimento, atendimento psicossocial e formação profissional de mulheres. Atualmente, o DF conta com unidades no Recanto das Emas, Sol Nascente/Pôr do Sol, São Sebastião e Sobradinho II. Nos Centros Especializados de Atendimento à Mulher, as mulheres recebem acolhimento e atendimento social, psicológico, pedagógico e jurídico. O objetivo é fortalecer a autoestima e a autonomia das vítimas, para que as situações de violação de direitos possam ser superadas. Os centros estão localizados na Asa Sul, em Planaltina e no Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB). Os Comitês de Proteção à Mulher foram criados como um mecanismo voltado à denúncia, identificação e notificação de casos de violência contra a mulher. Já estão em funcionamento as unidades de Itapoã, Ceilândia, Lago Norte, Estrutural, Sobradinho e Santa Maria localizados nas sedes das Administrações Regionais. A unidade de Águas Claras funciona na Biblioteca Pública da cidade.   "Proteger a mulher é garantir sua dignidade, preservar sua vida e reafirmar que, no Distrito Federal, nenhuma mulher está sozinha" Giselle Ferreira, secretária da Mulher Antigos Núcleos de Atendimento à Familia e ao Autor de Violência Doméstica (NAFAVDs), os Espaços Acolher, por sua vez, são locais de atendimento e acompanhamento multidisciplinar para homens e mulheres envolvidas em situação de violência doméstica tipificadas pela Lei Maria da Penha, com espaços de escuta e de reflexão sobre as questões de gênero, buscando quebrar o ciclo de violência. Há nove unidades em funcionamento no DF no Plano Piloto, Brazlândia, Gama, Paranoá, Planaltina, Santa Maria, Sobradinho, Samambaia e Ceilândia. Os ingressos ocorrem por encaminhamento do Poder Judiciário ou de maneira espontânea. Além disso, ao longo do mês de agosto, a secretaria preparou uma série de ações, que envolvem palestras, eventos culturais e esportivos e bate-papos voltados a aproximar as mulheres da rede de apoio — a programação pode ser conferida neste link. “É dessa presença constante que nasce a confiança para que mais mulheres procurem ajuda e rompam o ciclo da violência. Proteger a mulher é garantir sua dignidade, preservar sua vida e reafirmar que, no Distrito Federal, nenhuma mulher está sozinha”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. No Viva Flor, vítima recebe um dispositivo ou instala um aplicativo em seu telefone celular | Foto: Divulgação/SSP Proteção e enfrentamento à violência No âmbito da política de segurança, as ações do GDF são voltadas para prevenção, enfrentamento e combate à violência contra a mulher. A primeira medida é o incentivo às denúncias dos casos para a interrupção do ciclo e garantia da atuação das forças de segurança. Os relatos podem ser feitos de forma presencial ou digital pelos seguintes canais: 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar), 156 opção 6 (Central 156 do GDF), 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online. O DF também conta com um eixo específico do programa Segurança Integral, batizado de Eixo Mulher Mais Segura, com medidas preventivas, tecnológicas e de apoio direto às vítimas. Entre elas, estão os dispositivos de acompanhamento e proteção: Viva Flor, em que a vítima recebe um dispositivo ou instala um aplicativo em seu telefone celular; e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), em que a vítima é acompanhada e o agressor, monitorado. Desde o início do projeto, nenhuma das mais de 2 mil mulheres monitoradas foi vítima de feminicídio.   "Para nós, o Agosto Lilás não se limita a este mês: durante todo o ano essas ações são fundamentais para o fortalecimento da rede de proteção e para consolidar políticas públicas efetivas" Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A rede de enfrentamento à violência conta ainda com a Assistência da Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid) e com o Copom Mulher, ambos da Polícia Militar do DF. O primeiro garante assistência e intervenções a famílias em situação de violência com suporte de nove batalhões, enquanto o segundo trata-se de uma linha de frente dentro do canal telefônico 190 para acolher e dar uma resposta qualificada às mulheres vítimas de violência no ato da denúncia. O Distrito Federal dispõe, além disso, de espaços específicos para lidar com os casos de violência contra a mulher. São duas delegacias especializadas de Atendimento à Mulher I e II, com sede na Asa Sul e Ceilândia, respectivamente, e seis postos de atendimento do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (Nuiam), que ampliam o apoio às vítimas em parceria com outras instituições, com atendimento psicossocial e jurídico. “Todas as nossas iniciativas e programas, construídos de forma integralizada e participativa, têm como objetivo central proteger vidas e combater a violência contra a mulher. E é importante reforçar que, para nós, o Agosto Lilás não se limita a este mês: durante todo o ano essas ações são fundamentais para o fortalecimento da rede de proteção e para consolidar políticas públicas efetivas”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Programa Direito Delas, que oferece atendimentos social, psicológico e jurídico às vítimas de violência e a seus familiares | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Garantia de direitos [LEIA_TAMBEM]A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) também tem iniciativas específicas para proteger o direito das mulheres. A mais importante é o programa Direito Delas, que oferece atendimentos social, psicológico e jurídico às vítimas de violência e a seus familiares em 11 núcleos regionais localizados no Plano Piloto, Ceilândia, Guará, Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Estrutural e Gama. Os serviços são oferecidos por uma equipe técnica multiprofissional, composta por assistentes sociais, psicólogos, especialistas em direito e legislação e profissionais da área administrativa. O atendimento abrange tanto as vítimas diretas quanto seus familiares, incluindo acompanhamento psicossocial para famílias de órfãos como requisito para o recebimento de auxílio financeiro. Todos os serviços do Direito Delas são gratuitos. Podem ser beneficiadas mulheres, pessoas idosas, crianças e adolescentes de 7 a 14 anos, vítimas de violência doméstica, familiar e crimes violentos. Também podem receber o atendimento familiares das vítimas diretas — cônjuges ou companheiros, ascendentes e descendentes de primeiro grau e parentes colaterais de segundo grau, desde que não sejam os autores da violência.   "As mulheres precisam se sentir seguras e amparadas em qualquer ambiente. O Agosto Lilás é um mês de luta, mas esse trabalho é diário e permanente" Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania Ainda integram o programa ações como o Protocolo Por Todas Elas, instituído em novembro de 2023, que define diretrizes para prevenir e coibir a violência de gênero em bares, casas noturnas, eventos culturais e esportivos; e o projeto Conversa com Eles: Valorização da mulher e combate à violência doméstica, voltado ao público masculino, com bate-papos em canteiros de obras, empresas e instituições públicas, para despertar reflexão sobre atitudes, masculinidades e responsabilidade coletiva. “As mulheres precisam se sentir seguras e amparadas em qualquer ambiente. O Agosto Lilás é um mês de luta, mas esse trabalho é diário e permanente. A Sejus está comprometida em promover políticas públicas que salvam vidas, transformam realidades e garantem direitos”, ressalta a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

Ler mais...

Thumbnail

Abordagem inédita da Pesquisa Distrital de Segurança pode ampliar diagnóstico da violência doméstica no DF

Neste mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, o Agosto Lilás, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) destaca o papel estratégico da Pesquisa Distrital de Segurança Pública 2025 no enfrentamento à violência doméstica. Pela primeira vez, o levantamento inclui uma abordagem exclusiva voltada às mulheres, com perguntas sobre o conhecimento da população sobre os tipos de violência — física, sexual, patrimonial, moral e psicológica. Pesquisa apura informações que ajudem a ampliar as ações do GDF de combate à violência contra a mulher | Foto: Divulgação/SSP-DF   “Essa escuta qualificada e ativa é essencial para ampliar o alcance das nossas ações e políticas já implementadas” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública Durante a entrevista, a pessoa poderá compartilhar se vivenciou ou conhece alguma mulher que tenha sofrido algum tipo de violência. O objetivo é produzir informações para compreender a realidade da violência doméstica a partir da perspectiva de quem vivencia, ampliando as estratégias de prevenção, acolhimento e proteção. “Essa escuta qualificada e ativa é essencial para ampliar o alcance das nossas ações e políticas já implementadas”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Orienta ainda, de forma mais precisa, as estratégias de enfrentamento à violência contra a mulher. Todas as nossas iniciativas e programas são construídos de forma integrada e participativa, portanto esses dados poderão auxiliar toda a rede de atendimento e proteção à mulher. Nosso objetivo é o mesmo: proteger vidas e combater a violência contra a mulher.” Escuta ampliada Responsável pela coordenação da pesquisa, o subsecretário de Gestão da Informação, George Couto, ressalta o caráter inovador da iniciativa: “Ao incluir uma sessão de perguntas exclusivas para mulheres, o Estado avança nos diagnósticos para compreender as diferentes formas de violência de gênero, muitas vezes invisíveis nas estatísticas tradicionais. Essa escuta ampliada vai orientar a formulação de políticas públicas ainda mais efetivas”. [LEIA_TAMBEM]As informações coletadas poderão subsidiar a atuação das forças de segurança de diferentes áreas do Governo do Distrito Federal (GDF) e do sistema de justiça. Os dados poderão ser utilizados, ainda, pela Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), responsável pela análise desses crimes no DF. Estudos da Câmara apontam que cerca de 70% das mulheres vítimas de feminicídio nunca haviam registrado ocorrência contra o agressor. “Os dados poderão complementar nossas análises, com toda certeza”, completa o coordenador da CTMHF, Marcelo Zago. Viva Flor e DMPP Desde 2018, a SSP-DF faz levantamentos específicos com mulheres atendidas pelo programa Viva Flor. Também são produzidos relatórios sobre o monitoramento simultâneo de vítimas e agressores, por meio do Dispositivo de Proteção de Pessoas (DPP). “Os resultados da pesquisa vão permitir compreender melhor os contextos de risco e, principalmente, enfrentar a subnotificação, que ainda é um dos grandes desafios na área”, detalha a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. “A construção de políticas públicas efetivas depende de dados reais, e essa iniciativa é um passo importante nesse sentido”. “Ao incluir um bloco exclusivo sobre violência doméstica, teremos dados valiosos para fortalecer a rede de proteção, orientar estratégias de prevenção e garantir que cada mulher tenha acesso à segurança, à dignidade e ao acolhimento que merece”  Giselle Ferreira, secretária da Mulher   O levantamento poderá ampliar esse diagnóstico, ao alcançar o público feminino em geral, e oferecer um retrato mais representativo da situação da violência de gênero no Distrito Federal. “Fazemos o monitoramento diário de vítimas e agressores, sete dias por semana e 24 horas por dia, mas a Pesquisa Distrital poderá nos dar ainda mais elementos para o planejamento das ações preventivas e de proteção uma vez que teremos uma dimensão maior sobre as circunstâncias da violência, o grau de agressividade e de perigo vivenciados por aquela vítima”, afirma a diretora da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), Andrea Boanova. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, avalia o material que está sendo produzido como essencial para o fortalecimento de políticas públicas: “Levantamentos como este são fundamentais para que possamos compreender a realidade das mulheres do Distrito Federal e, a partir disso, desenvolver ações e políticas públicas mais assertivas. Ao incluir um bloco exclusivo sobre violência doméstica, teremos dados valiosos para fortalecer a rede de proteção, orientar estratégias de prevenção e garantir que cada mulher tenha acesso à segurança, à dignidade e ao acolhimento que merece”.

Ler mais...

Thumbnail

Agosto Lilás: transporte gratuito para mulheres vítimas de violência será estendido para núcleos de atendimento no DF

A partir deste mês, a parceria entre a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e a empresa de transporte por aplicativo Uber Brasil será ampliada e alcançará também as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar atendidas nas unidades do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (Nuiam), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O serviço consiste em um desconto de R$ 40 por corrida. O valor é deduzido da tarifa final entre o núcleo e o destino indicado pela vítima — podendo cobrir integralmente o trajeto ou reduzir significativamente o custo, dependendo de fatores como a distância. Antes, o benefício estava disponível nas unidades da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deams) I e II (Asa Sul e Ceilândia). Com a ampliação, ele passará a ser disponibilizado também nos Nuiams localizados no Paranoá (6ª DP), Núcleo Bandeirante (11ª DP), Riacho Fundo (29ª DP) e Vicente Pires (38ª DP). Nessas unidades, as vítimas têm acesso a atendimento psicológico, orientação jurídica e assistência social em um modelo integrado e humanizado.  Nos núcleos, vítimas têm acesso a atendimento psicológico, orientação jurídica e assistência social em um modelo integrado e humanizado | Foto: Divulgação/SSP-DF “Essa iniciativa reforça o conceito de integralidade adotado pela Secretaria de Segurança Pública, reunindo governo, iniciativa privada e sociedade no enfrentamento à violência de gênero. É uma ação concreta para que nenhuma mulher volte para casa desprotegida após fazer a denúncia, que é fundamental para atuação das autoridades policiais e do Estado, de forma geral”, afirma o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. "É uma ação concreta para que nenhuma mulher volte para casa desprotegida após fazer a denúncia, que é fundamental para atuação das autoridades policiais e do Estado, de forma geral” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública Para a titular da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher (Diam/PCDF), delegada Karen Langkammer, a medida é fundamental. "Com essa ampliação, conseguimos garantir que mais mulheres, em diferentes regiões do DF, tenham não apenas acolhimento especializado, mas também a segurança de chegar a um destino protegido após a denúncia. O transporte gratuito é mais do que um deslocamento: é a última etapa de um atendimento humanizado, que começa na escuta qualificada e termina com a vítima fora do alcance do agressor. A Diam, que vai gerenciar a distribuição desses vouchers entre os Nuiams, fará essa entrega de acordo com a demanda, a necessidade e a especificidade de cada região administrativa.” O fluxo de atendimento nos Nuiams seguirá o mesmo modelo já adotado nas Deams: ao término do atendimento policial, a equipe gera o código promocional e entrega à vítima, que pode optar por seguir para sua residência, casa de familiares, hospital ou abrigo especializado, conforme a necessidade. A medida integra o eixo Mulher Mais Segura, do programa Segurança Integral. [LEIA_TAMBEM]Resultados e impacto Desde o início da parceria, em novembro de 2023, 107 mulheres já utilizaram o transporte gratuito nas Deams. O serviço não apenas oferece segurança no deslocamento após o registro da ocorrência, como também incentiva a denúncia e o rompimento do ciclo de violência, especialmente para aquelas que não dispõem de rede de apoio ou recursos próprios para sair de casa. “A parceria com a Uber incentiva e garante o acesso efetivo das vítimas ao sistema de justiça e fortalece a rede de proteção. A possibilidade de deslocamento para diferentes destinos amplia a efetividade do acolhimento e reduz riscos após a denúncia”, destaca a subsecretária de Prevenção à Criminalidade da SSP-DF, Regilene Siqueira. Como funciona Quem pode utilizar: mulheres vítimas de violência doméstica e familiar atendidas nas Deams I e II ou nos Nuiams selecionados Valor do benefício: desconto de R$ 40 na corrida, por meio de código promocional entregue pela equipe de atendimento Destino: a vítima escolhe — pode ser residência, casa de familiares, hospital ou abrigo especializado Onde acessar o benefício: Deam I – Asa Sul e Deam II – Ceilândia | Nuiams: Paranoá (6ª DP), Núcleo Bandeirante (11ª DP), Riacho Fundo (29ª DP) e Vicente Pires (38ª DP). *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador