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Casa da Mulher Brasileira

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Saiba onde buscar ajuda em casos de violência contra a mulher no DF

Mulheres em situação de violência doméstica e familiar no Distrito Federal contam com canais e unidades de atendimento para denúncias, emergência, acolhimento e assistência psicológica, social e jurídica. Os serviços podem ser acionados por telefone, aplicativos de mensagens, internet ou presencialmente. Em situações de emergência ou agressão em andamento, a orientação é acionar a Polícia Militar, pelo telefone 190. Para denúncias que não exigem intervenção imediata, é possível recorrer ao Disque-Denúncia (telefone 197), da Polícia Civil, inclusive em casos relatados por terceiros. Há diversos pontos de atendimento e acolhimento para mulheres que passam por alguma situação de violência | Foto: Divulgação A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 também recebe denúncias e presta orientações gratuitamente, 24 horas por dia e de forma confidencial. Os relatos são encaminhados aos órgãos responsáveis. Registro de ocorrência O registro de ocorrência pode ser feito presencialmente em uma unidade da Polícia Civil ou pela internet, por meio do serviço Maria da Penha Online, na Delegacia Eletrônica. O DF conta com duas unidades da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), com funcionamento 24 horas: → Deam I – Plano Piloto EQS 204/205, telefone (61) 3103-1926 → Deam II – Ceilândia QNM 2, conjuntos G/H, Área Especial Telefone: (61) 3207-7391. Denúncias também podem ser encaminhadas ao telefone 197, ao aplicativo de mensagens (61) 98626-1197 e ao endereço eletrônico denuncia197@pcdf.df.gov.br. Estão em funcionamento seis unidades do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (Nuiam): Deam I (Asa Sul), Deam II (Ceilândia), 6ª DP (Paranoá), 11ª DP (Núcleo Bandeirante), 29ª DP (Riacho Fundo II) e 38ª DP (Vicente Pires). Acolhimento e proteção A Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, funciona 24 horas com serviços de acolhimento, atendimento psicossocial e encaminhamento para outros serviços. Para casos de risco, o espaço disponibiliza alojamento de passagem por até 48 horas. Os centros especializados de atendimento à mulher prestam atendimento psicológico, social e jurídico, além de orientação e encaminhamentos. Há unidades na 102 Sul, em Planaltina e no Plano Piloto (Ciob). O atendimento regular é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A Casa Abrigo oferece acolhimento sigiloso a mulheres em risco de morte e seus dependentes. O local disponibiliza assistência psicológica, jurídica, pedagógica e social, com permanência de até 90 dias, prorrogável conforme avaliação técnica. O encaminhamento para a estrutura é feito por delegacias de polícia, pela Casa da Mulher Brasileira ou por ordem judicial. A localização do espaço permanece sob sigilo por razões de segurança. Canais rápidos → 190: emergência e agressão em andamento → 180: Central de Atendimento à Mulher, 24 horas → 197: denúncias à Polícia Civil → (61) 98626-1197: WhatsApp da PCDF → Delegacia Eletrônica: registro de ocorrência de violência doméstica → (61) 98382-0130: Programa Direito Delas. Em caso de risco imediato, a recomendação é procurar um local seguro e acionar os serviços de emergência. Para situações que não exigem resposta policial imediata, a vítima ou familiares podem buscar os canais de denúncia e os serviços de acolhimento da rede pública.  

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Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período. Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas. Critérios para solicitar o benefício ⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha ⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social ⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência ⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar ⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia ⇒ Residir no Distrito Federal ⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos ⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher. Como solicitar O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026. Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia. O que é necessário durante o recebimento Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário. Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares. Como funciona a prorrogação O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo. Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência. 

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Sobradinho II ganhou a primeira UBS e Casa da Mulher Brasileira; Fercal recebeu obras de drenagem e pavimentação

Criada na década de 1990 para organizar a expansão urbana ao norte do Distrito Federal, Sobradinho II passa por uma etapa de estruturação urbana com obras que transformam a mobilidade e os serviços públicos locais. A pavimentação da DF-440, a modernização das redes de água e esgoto e a implantação de equipamentos públicos são intervenções aguardadas pela população. Na área da saúde, a construção da UBS 7 ampliou o atendimento básico e aproximou os serviços das comunidades, enquanto a Casa da Mulher Brasileira e a nova sede da 35ª Delegacia reforçaram a rede de proteção social e segurança. As ações também chegaram aos espaços de convivência e lazer, com implantação de quadras, campos sintéticos e pontos de encontro comunitário (PECs)  que fortalecem a convivência nos bairros. Na vizinha Fercal, obras em saúde, urbanização e infraestrutura ampliaram o acesso a serviços essenciais e qualificaram as condições de vida na região. Com intervenções que vão das ruas à rede de atendimento público, Sobradinho II se firma como importante eixo de crescimento urbano do Distrito Federal.

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Governador Ibaneis Rocha reforça apoio ao empreendedorismo feminino durante abertura do Movimente 2026

O governador Ibaneis Rocha participou, nesta terça-feira (3), da abertura do programa Movimente 2026, promovido pelo Sebrae no Royal Tulip Brasília. O encontro reuniu empresárias, especialistas e representantes do poder público para debater empreendedorismo feminino, inovação e acesso a políticas públicas voltadas a negócios liderados por mulheres. O governador Ibaneis e a primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, entre representantes do Sebrae durante o evento | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Descentralizamos os serviços prestados pela Casa da Mulher Brasileira. Hoje são mais cinco unidades da Casa da Mulher Brasileira espalhadas pelas regiões do DF, dando esse acolhimento e oportunidade às vítimas” Governador Ibaneis Rocha O Movimente é fruto de mais um trabalho em conjunto entre GDF e Sebrae em busca de implementar políticas públicas de incentivo ao empreendedorismo feminino. A programação segue até quarta-feira (4) e contará com a participação da vice-governadora Celina Leão e da secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Quando criamos a Secretaria da Mulher, o orçamento era de R$ 10 milhões”, lembrou o chefe do Executivo. “Neste ano, são quase R$ 100 milhões investidos em programas. Implantamos o primeiro programa nacional de acolhimento às vítimas do feminicídio, que se tornou referência para outros estados e tem garantido o mínimo de amparo às crianças que sofreram essa violência gravíssima, a perda da mãe por alguém do próprio convívio familiar. Mas essa luta não pode parar de maneira nenhuma”. Segundo o governador, Brasília, além do ponto de vista da arquitetura, reúne qualidades que se refletem nas ações desenvolvidas pelas mulheres do Distrito Federal. “Descentralizamos os serviços prestados pela Casa da Mulher Brasileira”, apontou. “Era uma unidade no Plano Piloto, e nós levamos para Ceilândia, porque, ao contrário de outros estados da Federação, o que temos feito é levar esse equipamento público para perto das mulheres. E hoje são mais cinco unidades da Casa da Mulher Brasileira espalhadas pelas regiões do DF, dando esse acolhimento e oportunidade às vítimas.” Autonomia econômica  A vice-governadora Celina Leão também enfatizou que o GDF tem investido em políticas públicas concretas voltadas ao público feminino. “Temos programas como aluguel social, órfãos do feminicídio; capacitamos mais de 300 mil mulheres no QualificaDF e RenovaDF e em tantos outros programas, e isso que faz o nosso governo ter ações efetivas de acolhimento a cada uma dessas pessoas”, relatou.  Giselle Ferreira, secretária da Mulher: “Nós fizemos um decreto para criar o empreendedorismo feminino como uma porta de saída, levando capacitações para as mulheres. O movimento tem percorrido várias cidades para alcançar o maior número de empreendedoras” Durante a solenidade, a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, falou sobre a importância da autonomia econômica como oportunidade de as mulheres encerrarem ciclos de violência: “Nós fizemos um decreto para criar o empreendedorismo feminino como uma porta de saída, levando capacitações para as mulheres. O movimento tem percorrido várias cidades para alcançar o maior número de empreendedoras”.  Um dos destaques da programação é a palestra que a vice-governadora Celina Leão fará sobre investimentos e ações do GDF voltados à independência financeira das mulheres Para quem está em busca de oportunidades, o evento é uma chance de potencializar a força das mulheres no mercado de trabalho. É o caso da empresária Luana Portela, de 40 anos, que elogiou a iniciativa: “Para nós, é muito relevante essa valorização feminina, mostrar o quanto temos capacidade para atuar em todos os tipos de mercado”. Josi Signori, 60, veio de Mato Grosso do Sul em busca de ferramentas para empreender. “É um mercado exponencial onde nós, mulheres 60+, podemos buscar oportunidades, possibilidades e, mais do que isso, realizar negócios duradouros”, definiu.  Participação No segundo dia do Movimente, a vice-governadora Celina Leão ministrará a palestra com o tema “Políticas públicas que geram autonomia e oportunidades para mulheres empreendedoras”, na qual destaca investimentos e ações do GDF voltados à promoção da independência financeira das mulheres. Em seguida, será lançado o calendário Março Mais Mulher, iniciativa que reúne as ações integradas do GDF ao longo do mês, com foco em empreendedorismo, capacitação, enfrentamento à violência e promoção de direitos. [LEIA_TAMBEM]Na sequência, a SMDF coordena os painéis “Do talento ao lucro: transformando habilidades em negócios sustentáveis” e “Empreendedorismo rural e artesanato feminino: desafios, oportunidades e geração de renda”. Os debates abordam temas centrais para as empreendedoras, como sustentabilidade dos negócios e geração de renda em setores específicos. Histórico O Movimente nasceu em 2023, a partir de uma pesquisa ampla aplicada pelo Sebrae no DF, que mapeou os desafios do empreendedorismo feminino local. O diagnóstico fundamentou um encontro histórico em 2024, que reuniu diversos setores e resultou na elaboração de 51 medidas estruturais. O documento foi entregue ao GDF, que institucionalizou o Movimente DF e seu Comitê de Empreendedorismo Feminino, sob um modelo de governança participativa. Com a base jurídica consolidada, a iniciativa evoluiu, em 2025, para uma estratégia territorial: o Movimente nas Cidades. O projeto percorreu regiões administrativas do DF e levou oportunidades de formação, sensibilização e conexões diretamente às empreendedoras locais. O sucesso da estratégia possibilita que, neste ano, o Sebrae no Distrito Federal, em parceria com o Sebrae nacional e as unidades da instituição no Centro-Oeste, amplie a escala do projeto e o transforme em um evento de dimensões ainda maiores.  

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Carreta de Mamografia chega à Casa da Mulher Brasileira com exames gratuitos

Em sequência à ação iniciada no sábado (31/1), a Secretaria da Mulher (SMDF) empreendeu mais uma ação de saúde, nesta segunda-feira (2), com a Carreta de Mamografia, que ofereceu exames gratuitos na Casa da Mulher Brasileira (CMB), em Ceilândia. O serviço, que também esteve no local no sábado (31), integra uma iniciativa da Fundação Laço Rosa, instituição sem fins lucrativos que atua na defesa dos direitos de pacientes com câncer de mama, com patrocínio da Betano e apoio do GDF. A expectativa é que 700 mulheres sejam atendidas em seis regiões. Os atendimentos são prestados em uma unidade móvel que percorre pontos estratégicos do Distrito Federal. A aposentada Sílvia Alves conseguiu fazer exame em Ceilândia: “Esse tipo de ação facilita muito a nossa vida. Ter esse atendimento gratuito e perto de casa faz toda a diferença” | Foto: Samuel Marques/SMDF “Ao facilitar o acesso aos exames e fortalecer o cuidado, levamos saúde para todas, com a Carreta da Mamografia” Giselle Ferreira, secretária da Mulher A chegada da Carreta de Mamografia à CMB foi a oportunidade de muitas mulheres retomarem o cuidado com a própria saúde. Aos 67 anos, a aposentada Sílvia Alves participou e conseguiu fazer uma mamografia. “Esse tipo de ação facilita muito a nossa vida”, disse. “Nem sempre conseguimos ter tempo ou pagar pelos exames. Ter esse atendimento gratuito e perto de casa faz toda a diferença”. “A prevenção é um dos pilares da Secretaria da Mulher”, enfatiza a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Ao facilitar o acesso aos exames e fortalecer o cuidado, levamos saúde para todas, com a Carreta da Mamografia. Muitas vezes deixamos de nos cuidar por causa da correria do dia a dia. A Casa da Mulher Brasileira funciona 24h para atendê-las.” Atendimento ampliado Dados da Secretaria de Saúde (SES-DF) mostram avanço na oferta de mamografias diagnósticas e de rastreamento no Distrito Federal entre mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos. Em 2024, foram realizados 15.881 exames, número que subiu para 17.307 em 2025. “A mamografia é a principal aliada no diagnóstico precoce do câncer de mama”, lembra a subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar. “Nós, mulheres, precisamos nos cuidar e essa atitude salva vidas. Não podemos deixar a saúde para depois. Cuidar de si é a maior prova de amor.” [LEIA_TAMBEM]Podem ter acesso à ação itinerante mulheres a partir de 40 anos, beneficiárias do Sistema Único de Saúde (SUS) e que não tenham realizado mamografia nos últimos 12 meses. Já as mulheres com menos de 40 anos também poderão fazer o exame, desde que apresentem pedido médico ou indicação clínica. Para a vice-presidente da Fundação Laço Rosa, Lucimar Carvalho, o diagnóstico precoce do câncer de mama aumenta as chances de cura: “Com essa ação, oferecemos 700 exames, em todo o DF, para que as mulheres possam ter a oportunidade de rastrear qualquer possível problema, logo no início. A mamografia salva vidas”. Ação itinerante O agendamento deve ser feito pela internet, mediante cadastro prévio, por meio deste link. O preenchimento do cadastro não garante a vaga. Caso a mulher seja contemplada com o exame, a equipe entrará em contato por WhatsApp ou ligação telefônica para a definição do melhor horário, de acordo com a disponibilidade diária. Além dos exames, a ação inclui atividades de acolhimento, orientação e conscientização sobre a saúde da mulher, tendo como foco a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Também apoiam essa programação a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a Polícia Militar, o Detran-DF, a Caesb e a Justiça Federal. Nesta terça (3), a unidade móvel estará na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, das 9h às 18h. A ação será encerrada na quarta-feira (4), no Congresso Nacional, na Alameda dos Estados, com atendimento das 9h às 16h.   *Com informações da Secretaria da Mulher  

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Secretaria da Mulher impacta mais de 172 mil pessoas em 2025 no DF

Cuidar de mulheres é cuidar de vidas, de famílias e de toda a sociedade. Com essa premissa, a secretaria da Mulher (SMDF) encerra 2025 com um balanço que evidencia o alcance das políticas públicas executadas ao longo do ano. Ao todo, mais de 172 mil pessoas foram impactadas, resultado de mais de 70 mil atendimentos diretos realizados pela rede própria da SMDF e de mais de 102 mil mulheres alcançadas por projetos executados por meio de termos de fomento. O desempenho foi alcançado com execução orçamentária superior a 90% e investimentos acima de R$ 86 milhões. As ações de enfrentamento à violência promovidas pela Secretaria da Mulher envolvem prevenção, acolhimento, proteção, empregabilidade e promoção da autonomia | Foto: Divulgação/SMDF Os atendimentos contemplaram mulheres em situação de violência, homens autores de violência em processo de responsabilização, dependentes acolhidos e famílias em situação de vulnerabilidade. A política da pasta parte do entendimento de que o enfrentamento à violência exige ações articuladas de prevenção, acolhimento, proteção, empregabilidade e promoção da autonomia. Para a vice-governadora Celina Leão, os resultados demonstram a efetividade das ações. “Quando fortalecemos a rede de proteção, cuidamos das mulheres e também de suas famílias. É assim que avançamos no enfrentamento à violência e na construção de um DF mais justo”, afirmou. A secretaria atua por meio de cinco subsecretarias. A Subsecretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres (Subev) assistiu 2.207 mulheres, gerando 16.609 atendimentos, e registrou outros 10.309 atendimentos a 1.649 homens autores de violência nos Espaços Acolher. A Casa Abrigo acolheu 116 mulheres e 105 dependentes, e a Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia recebeu 6.265 mulheres, com mais de 13 mil atendimentos. A Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia recebeu 6.265 mulheres ao longo de 2025, realizando mais de 13 mil atendimentos A Subsecretaria de Proteção à Mulher (SUBPROTM) realizou 1.719 atendimentos; a Subsecretaria de Ações Temáticas e Participação Política (SUBATPP), 9.700 atendimentos em ações itinerantes; a Subsecretaria de Transformação Tecnológica e Inovação Feminina (Subtinf) alcançou 20.923 pessoas em palestras e promoveu 450 capacitações; e a Subsecretaria de Promoção das Mulheres (SUBPM) certificou 3.255 mulheres e realizou 13.846 atendimentos. Desde o início da atual gestão, a SMDF também fortalece a empregabilidade feminina por meio de 13 acordos de cooperação técnica, que já garantiram emprego formal a 365 mulheres vítimas de violência, acompanhadas por equipes multidisciplinares. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, a pasta investiu quase R$ 4 milhões em termos de fomento e é responsável por benefícios sociais como o Acolher Eles e Elas, com 182 beneficiários; o Aluguel Social, com 676 mulheres atendidas; e o Passe Livre – Transporte Por Elas, com 1.446 concessões. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou que, em 2026, o desafio será qualificar ainda mais os atendimentos e ampliar a presença da rede de proteção no DF. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, recebe mutirão PopMulheres

A Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia recebeu nesta quarta-feira (29) o 11º Mutirão PopRuaJud – PopMulheres, uma iniciativa voltada à cidadania e ao acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade e seus filhos. O evento reforça o papel do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), na promoção de políticas públicas que garantem proteção, apoio e capacitação profissional para as mulheres. Durante o encontro, a vice-governadora Celina Leão reforçou: “Reunir aqui ações de justiça, cidadania e proteção é fortalecer uma rede que funciona na prática e transforma realidades. O GDF tem trabalhado para garantir que cada mulher tenha acesso aos seus direitos e possa reconstruir sua trajetória com dignidade e apoio”  | Foto: George Gianni/VGDF O PopMulheres é parte do Mutirão PopRuaJud, coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que leva ações integradas de atenção à população em situação de rua. Nesta edição, a ação foi dedicada exclusivamente às mulheres, reconhecendo desafios específicos — como a violência de gênero e a vulnerabilidade social. “A ação de hoje mostra o quanto é importante estarmos próximos das mulheres que mais precisam, levando dignidade, cuidado e oportunidades” Giselle Ferreira, secretária da Mulher O evento contou com a presença de diversas autoridades, como a desembargadora Rosana Amara Girardi Fachin, o juiz federal Márcio Barbosa e o ministro do Superior Tribunal de Justiça Sérgio Kukina, além da vice-governadora Celina Leão e da secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Espaço seguro “O PopMulheres se soma às ações já desenvolvidas na Casa da Mulher Brasileira: a integração de serviços e o acolhimento humanizado a quem mais precisa”, afirmou Celina Leão. “Reunir aqui ações de justiça, cidadania e proteção é fortalecer uma rede que funciona na prática e transforma realidades. O GDF tem trabalhado para garantir que cada mulher tenha acesso aos seus direitos e possa reconstruir sua trajetória com dignidade e apoio”. [LEIA_TAMBEM]Giselle Ferreira lembrou que a Casa da Mulher Brasileira funciona como um espaço humanizado e seguro para receber o mutirão, proporcionando um ambiente adequado para as atividades do evento e a participação do público. “A ação de hoje mostra o quanto é importante estarmos próximos das mulheres que mais precisam, levando dignidade, cuidado e oportunidades”, declarou. “Como secretária da Mulher, sinto-me profundamente honrada em ser anfitriã deste momento, que simboliza tudo o que acreditamos: políticas públicas que acolhem, fortalecem e transformam vidas”. Durante o evento, também foi apresentada a exposição A Arte do Povo da Rua, que reuniu obras produzidas por pessoas em situação de rua atendidas por serviços socioassistenciais e de saúde de São Paulo. A mostra destacou a expressão de sonhos e a reconstrução da autoestima por meio da arte. Presente à ação, Fernanda Fonseca, moradora de Ceilândia, recebeu atendimento jurídico. “A Casa da Mulher Brasileira faz muita diferença na minha vida”, relatou. Ver o espaço cheio de pessoas sendo atendidas e acolhidas é motivo de muita alegria pra mim, porque mostra que o governo se importa com a gente. Eu me sinto acolhida de verdade pela Casa da Mulher Brasileira, um lugar onde a gente encontra apoio e esperança”. *Com informações da Secretaria da Mulher  

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GDF e governo federal alinham implantação da nova Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto

A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) segue ampliando políticas públicas de proteção e acolhimento às mulheres, com foco na prevenção e no fortalecimento da rede. Com o objetivo de alinhar as próximas etapas para a implantação da nova sede da Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto, a titular da pasta, Giselle Ferreira, se reuniu nesta terça-feira (7) com a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Estela Bezerra. A Casa da Mulher Brasileira é considerada um marco na política de enfrentamento à violência de gênero no país. Com uma unidade em funcionamento em Ceilândia desde 2020, o equipamento público já transformou a vida de centenas de mulheres do DF, oferecendo atendimento humanizado, orientação jurídica, apoio psicossocial, acesso à rede socioassistencial e abrigamento temporário. A Casa da Mulher Brasileira oferece atendimento humanizado, orientação jurídica, apoio psicossocial, acesso à rede socioassistencial e abrigamento temporário | Foto: Divulgação/SMDF “Esse espaço representa dignidade e segurança para mulheres que estão buscando apoio. É onde elas encontram acolhimento, orientação e a chance real de reconstruir suas vidas. A nova Casa da Mulher Brasileira será mais uma porta aberta para recomeços, para que nenhuma mulher precise enfrentar a violência sozinha”, afirmou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. "A nova sede no Plano Piloto será estratégica para ampliar o acesso das mulheres ao atendimento integrado" Giselle Ferreira, secretária da Mulher A implantação de uma nova sede no centro da capital federal ampliará significativamente o acesso a esses serviços e fortalecerá ainda mais a rede de proteção que, no primeiro semestre de 2025, atendeu 7.451 mulheres, de acordo com o Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio. Giselle Ferreira apontou que a implantação da nova unidade reflete o compromisso da gestão com o aprimoramento das políticas públicas voltadas às mulheres. “Estamos estruturando uma política sólida, com foco na prevenção e no fortalecimento da rede de acolhimento. A nova sede no Plano Piloto será estratégica para ampliar o acesso das mulheres ao atendimento integrado, reforçando a atuação da Secretaria em todas as regiões do DF”, declarou. Estela Bezerra destacou a importância da cooperação entre os governos federal e distrital para viabilizar iniciativas como essa. “A construção da nova sede da Casa da Mulher Brasileira no DF simboliza a união de esforços em torno de uma política de Estado. A parceria com a Secretaria da Mulher do DF tem sido fundamental para fortalecer o atendimento às mulheres em situação de violência, com estrutura e efetividade”, pontuou. [LEIA_TAMBEM]A atuação da Secretaria da Mulher do DF tem se pautado por ações contínuas de prevenção, combate à violência, promoção de direitos e autonomia das mulheres. Com foco em uma abordagem transversal, a política pública é construída de forma integrada com demais órgãos do GDF, movimentos sociais e instituições da sociedade civil. Com investimentos crescentes e compromisso institucional, o Governo do Distrito Federal consolida sua atuação como referência nacional na proteção às mulheres, reafirmando que o enfrentamento à violência é prioridade e que Brasília está cada vez mais preparada para acolher, proteger e garantir os direitos de todas. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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GDF amplia rede de acolhimento a vítimas em situação de violência e registra já mais de 25 mil atendimentos em 2025

“Eu cheguei aqui de uma forma bem vulnerável, debilitada, sem apoio da família e sem saber para onde correr. Hoje, posso dizer que encontrei uma nova vida, uma rede de apoio que me deu forças para recomeçar.” O relato é de Joana*, mãe solo de cinco filhos, que durante cinco anos viveu um relacionamento abusivo e foi vítima de violência, sendo mantida em cárcere privado por mais de dois anos. Joana chegou ao Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) há seis meses. Desde então, participa do grupo psicossocial Virando a Página, que ocorre de forma remota às quartas-feiras e reúne cerca de 30 participantes — os encontros são conduzidos por um psicólogo. Além disso, Joana passou a frequentar toda quinta-feira à tarde os cursos de artesanato do Ceam, onde tem aprendido fuxico, tapeçaria, crochê e bordado. Hoje, além do acompanhamento psicológico e social, ela recebe o Bolsa Família e o auxílio aluguel social, benefício temporário de R$ 600 mensais destinado a mulheres em situação de violência doméstica que precisam deixar suas casas para viver com segurança. Joana* encontrou ajuda no Centro Especializado de Atendimento à Mulher para sair do ciclo de violência que vivia em seu relacionamento | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Rede em expansão Histórias de superação como a de Joana refletem o fortalecimento da rede de atendimento no Distrito Federal. Em apenas dois anos, a Secretaria da Mulher ampliou de 14 para 31 o número de unidades de acolhimento espalhadas por todas as regiões administrativas. As unidades oferecem escuta qualificada, orientação jurídica, apoio psicossocial e encaminhamentos para a rede de proteção. A Casa da Mulher Brasileira e a Casa Abrigo permanecem como referências de assistência, enquanto os novos centros, núcleos especializados e unidades móveis reforçam a capilaridade dos serviços. "A missão da Secretaria da Mulher é a prevenção, a informação. Quando acontece a violência, a gente tem que enfrentar; mas a gente quer que ela não aconteça e é por isso que a gente tem feito essa política de levar campanha, de levar informação e de, cada vez mais, ampliar os nossos espaços públicos. Nós saímos de 14 unidades para 31 unidades, este ano inauguramos quatro Centros de Referência da Mulher Brasileira para ampliar essa rede. Porque nós, mulheres, temos uma tripla jornada e se a mulher não vai buscar seu apoio, buscar sua informação, a informação tem que ir até ela”, destaca a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Nos seis primeiros meses deste ano, foram registrados 24.983 atendimentos psicossociais em todas as unidades, com 11.226 mulheres acolhidas, conforme dados do Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio. A ampliação da rede foi possível graças ao aumento do orçamento da Secretaria da Mulher, que cresceu 743% entre 2020 e 2024. Em 2020, pouco mais de R$ 10,3 milhões foram aplicados. No ano passado, o valor empenhado chegou a $86,9 milhões. “Quem cuida de uma mulher, cuida de uma família, cuida de uma geração. Se a mulher está bem, com certeza nós vamos ter um mundo melhor. Então, é um investimento. Este é um governo amigo da mulher”, acrescenta a secretária. “Com o investimento contínuo e a expansão de nossa rede de acolhimento, mostramos o compromisso de nossa gestão em proteger e garantir o desenvolvimento integral de cada mulher. Nosso objetivo é que todas tenham acesso rápido e humanizado a serviços públicos e oportunidades para alcançar sua autonomia financeira. São políticas públicas que transformam vidas, tornando o DF um lugar cada vez melhor para as mulheres”, emenda a vice-governadora Celina Leão. Em apenas dois anos, a Secretaria da Mulher ampliou de 14 para 31 o número de unidades de acolhimento espalhadas por todas as regiões administrativas Responsabilização dos agressores A rede também atua na reeducação de homens autores de violência. Por meio de encontros com grupos reflexivos, o atendimento busca romper padrões de comportamento e prevenir reincidência. João* foi um dos assistidos. “No início, cheguei acanhado, fechado; mas fui acolhido e percebi que muito do que eu achava que estava certo era errado. Mudei meu jeito de pensar e agir. Hoje, sou uma pessoa diferente, aprendi a conversar antes de reagir, a ter paciência. Hoje, consegui reconstruir o diálogo com minha família”, relata. Segundo ele, o espaço funciona como uma oportunidade de reflexão. “Quando uma mulher é agredida, o silêncio protege o agressor, mas o agressor também precisa se proteger dele mesmo, porque cada violência só o aprisiona mais. Esse programa me deu coragem para mudar”, desabafa. A rede de acolhimento também atua na reeducação de homens autores de violência. "Hoje, sou uma pessoa diferente, aprendi a conversar antes de reagir, a ter paciência. Hoje, consegui reconstruir o diálogo com minha família", relata João*, um dos assistidos Denúncia Se você está passando por uma situação de violência, denuncie por meio do 197 (Polícia Civil); 190 (Polícia Militar); 156, opção 6 (Central 156 do GDF); 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online. Confira, abaixo, os espaços especializados em atendimento psicológico a mulher disponíveis no DF: ⇒ Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher, da PCDF ⇒ Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania ⇒ Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia ⇒ Centro de Referência da Mulher Brasileira ⇒ Centro Especializado de Atendimento à Mulher ⇒ Espaços Acolher, vinculados à Secretaria da Mulher. *Todos os personagens usaram nome fictício por questões de segurança

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DF amplia rede de proteção a mulheres em situação de vulnerabilidade

Agência Brasília · DF AMPLIA REDE DE PROTEÇÃO A MULHERES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE O Dia Internacional da Não Violência é celebrado em 2 de outubro, data de nascimento de Mahatma Gandhi, líder indiano que difundiu a filosofia da paz e da resistência pacífica contra a injustiça. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), vem consolidando uma rede cada vez mais ampla e eficiente de atendimento às mulheres em situação de violência. Desde 2023, o número de unidades voltadas ao atendimento do público feminino saltou de 14 para 31, representando um crescimento expressivo na estrutura de apoio às mulheres do DF. Para a vice-governadora, Celina Leão, a expansão da rede reforça o compromisso do Executivo local em garantir que mulheres em todo o Distrito Federal tenham acesso ágil e humanizado a serviços especializados de enfrentamento à violência. “O GDF age com coragem e responsabilidade para proteger vidas. Investir em políticas públicas para mulheres e homens significa salvar histórias e construir uma sociedade mais justa”, afirma. O Governo do Distrito Federal tem ampliado a rede de atendimento às mulheres em situação de violência | Foto: Arquivo/SMDF Entre janeiro e agosto, os serviços da Secretaria da Mulher atenderam milhares de mulheres em situação de vulnerabilidade, oferecendo rede de proteção e acolhimento. Na Casa da Mulher Brasileira, foram realizados 7.451 atendimentos, beneficiando 3.303 mulheres. A Casa Abrigo registrou 4.382 atendimentos, com 484 pessoas acolhidas. [LEIA_TAMBEM]Já nos Espaços Acolher, foram 8.580 atendimentos e 4.767 acolhidas, enquanto o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) registrou 4.570 atendimentos, recebendo 2.140 pessoas. Os dados evidenciam o impacto positivo das políticas públicas voltadas às mulheres no DF. “Cada mulher que se liberta da violência abre caminho para todas as outras. Nosso compromisso é ampliar o acesso à rede de proteção, oferecer condições reais de autonomia e mostrar que nenhuma está sozinha. Esses números não são apenas estatísticas, são histórias de acolhimento, superação e fortalecimento da autonomia”, aponta a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira. Dia Internacional da Não Violência A ONU instituiu a data em 2007 com o objetivo de fortalecer a cultura da paz, do diálogo, da tolerância e da compreensão entre os povos. No Brasil, o dia também é marcado por ações de conscientização contra todas as formas de violência — física, psicológica, patrimonial, moral e sexual — valores que norteiam as iniciativas da Secretaria da Mulher no DF. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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GDF anuncia medidas para fortalecer proteção e agilizar investigação de crimes contra mulheres

Agência Brasília · GDF ANUNCIA MEDIDAS PARA FORTALECER PROTEÇÃO E AGILIZAR INVESTIGAÇÃO DE CRIMES CONTRA MULHERES Reconhecido como referência no enfrentamento à violência doméstica, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai fortalecer ainda mais sua rede integrada de proteção às mulheres. A vice-governadora Celina Leão anunciou, nesta sexta-feira (15), quatro novas medidas voltadas a ampliar a eficiência e a agilidade na investigação de crimes de feminicídio, além de oferecer suporte para romper o ciclo de violência sofrido pelas vítimas. Foram anunciadas quatro novas medidas voltadas a ampliar a eficiência e a agilidade na investigação de crimes de feminicídio | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília   “Precisamos realmente ampliar essa busca por ajuda, e nossos órgãos estão preparados para isso. Não há dúvida de que temos a melhor rede de proteção do Brasil” Celina Leão, vice-governadora “Nós estamos discutindo uma atualização do protocolo em casos de feminicídio — primeiramente, porque 70% das mulheres que morreram não tinham registro de ocorrência”, afirmou a gestora. “Esse é o primeiro passo para que possamos proteger as mulheres. Temos os outros 30% que foram fruto de estudo: 15% voltaram a se relacionar com os agressores e precisam de uma rede de proteção para que saiam do ciclo de violência; para isso temos programas de qualificação. como RenovaDF e QualificaDF, e 15% tinham medidas protetivas e vieram a óbito.” A vice-governadora detalhou: “Essas medidas estavam inativas, por isso mudamos a portaria; e, depois disso, não perdemos nenhuma mulher debaixo do programa Viva Flor [dispositivo entregue nas delegacias especializadas que permite o acionamento da polícia em caso de risco da vítima]. Mas precisamos realmente ampliar essa busca por ajuda, e nossos órgãos estão preparados para isso. Não há dúvida de que temos a melhor rede de proteção do Brasil.” Ações integradas José Werick: “O nosso protocolo serve de modelo para todas as polícias do país. Vamos construir aqui uma atualização no sentido de avançar para fornecer uma resposta imediata na proteção da mulher” As ações foram criadas a partir de uma reunião entre a vice-governadora, os secretários da Casa Civil, da Mulher, de Justiça e Cidadania e de Segurança Pública, o delegado-chefe da Polícia Civil, integrantes da  Controladoria-Geral da PCDF e a presidente da Comissão de Prevenção e Combate ao Feminicídio do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT). O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa no Salão Nobre do Palácio do Buriti e destacado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Daí a importância do papel da imprensa na cobertura e divulgação das informações, para que a gente possa aumentar a conscientização da população e as denúncias dos casos”, disse. A primeira medida trata da atualização do protocolo de investigação de feminicídio. O objetivo é reforçar pontos que já integram o procedimento, mas para os quais a comissão do MPDTF sugeriu reforço. São eles o feminicídio tentado em razão de casos de lesão corporal ou ameaça grave; suicídio e morte aparente natural das mulheres; desaparecimento de mulheres e feminicídio por discriminação no caso de vítimas transgênero. “O nosso protocolo é pioneiro, foi criado em 2017 e revisado em 2020”, explicou o delegado-chefe da PCDF, José Werick. “Ele serve de modelo para todas as polícias do país. As sugestões do MPDFT já constam nos nossos protocolos de investigação em crimes que envolvem feminicídio, mortes de transgêneros e desaparecimento de mulheres. Vamos construir aqui uma atualização no sentido de avançar para fornecer uma resposta imediata na proteção da mulher.” O alinhamento será feito por meio de uma câmara técnica permanente, com integrantes do MPDFT e da PCDF. Acesso à informação Alexandre Patury: "Para a mulher que adere à medida protetiva no Distrito Federal, a chance de morrer é muito baixa, é menor do que em um acidente de carro" Com o objetivo de ampliar o acesso a informações importantes para a investigação, o GDF fará a regulamentação, por meio de decreto distrital, da Lei Federal nº 13.931/2019, que dispõe sobre a notificação compulsória dos casos de suspeita de violência contra a mulher. O objetivo é garantir que os hospitais públicos e privados forneçam o prontuário das vítimas para que seja possível constatar a tipificação do crime. O GDF também vai criar o Sistema Único Integrado da Rede de Proteção à Mulher em formato BI (Business Intelligence). A iniciativa será construída por órgãos do governo para coletar, reunir e organizar todas as informações referentes aos casos de violência contra a mulher. A intenção é dar agilidade e auxiliar na tomada rápida de decisões. Rompimento do ciclo de violência O último ponto diz respeito ao rompimento do ciclo de violência, com a priorização das vítimas no atendimento psiquiátrico e psicológico na rede pública de saúde do DF. O encaminhamento será feito pela Polícia Civil do DF ou pelas secretarias relacionadas ao tema, a partir da identificação durante os atendimentos e acolhimentos das vítimas. [LEIA_TAMBEM]“Para a mulher que adere à medida protetiva no Distrito Federal, a chance de morrer é muito baixa, é menor do que em um acidente de carro”, pontua o secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury. “O nosso desafio é fazer com que esses 70% [de mulheres que não denunciam] levem a informação ao Estado. Já passaram mais de duas mil mulheres no Viva Flor;  temos neste momento 1,2 mil, e nenhuma delas morreu. Precisamos furar essa bolha, para fazer com que elas sejam ajudadas pelo Estado.” O governo tem reforçado a campanha para que as mulheres busquem ajuda por meio dos canais de denúncia – 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar), 156 opção 6 (Central 156 do GDF), 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online –, e tem feito estudos para determinar o perfil dos agressores e das vítimas de violência doméstica. As pesquisas são conduzidas pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Confira, abaixo, os espaços especializados em atendimento psicológico disponíveis no DF.  ⇒ Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher, da PCDF ⇒ Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania ⇒ Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia ⇒ Centro de Referência da Mulher Brasileira ⇒ Centro Especializado de Atendimento à Mulher ⇒ Espaços Acolher, vinculados à Secretaria da Mulher. 

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GDF recebe terreno da União para construir unidade da Casa da Mulher Brasileira na Asa Sul

Agência Brasília · GDF RECEBE TERRENO DA UNIÃO PARA CONSTRUIR UNIDADE DA CASA DA MULHER BRASILEIRA NA ASA SUL O Distrito Federal vai ganhar mais um local dedicado ao acolhimento e proteção das mulheres. Nesta sexta-feira (11), a governadora em exercício Celina Leão assinou o contrato de cessão gratuita de um terreno da União para a construção da Casa da Mulher Brasileira (CMB), na Asa Sul. O espaço foi cedido pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU). “A construção da Casa da Mulher Brasileira no coração de Brasília é um símbolo da prioridade que damos à vida, à dignidade e à proteção das mulheres. Esse espaço será referência em acolhimento e garantia de direitos, reunindo, em um só lugar, tudo o que uma mulher em situação de violência precisa para recomeçar. A violência não escolhe endereço, e o nosso compromisso é garantir que o Estado esteja presente, forte e preparado para acolher e transformar realidades”, destacou a governadora em exercício, durante a assinatura. O Distrito Federal já tem uma Casa da Mulher Brasileira em funcionamento, na região de Ceilândia | Foto: Divulgação/SMDF Esta será a segunda unidade da Casa da Mulher Brasileira no Distrito Federal, que já conta com uma estrutura em funcionamento na região de Ceilândia, além de quatro postos do Centro de Referência da Mulher Brasileira inaugurados por este GDF no Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol e Sobradinho II. Localizado na SGAS 903, o terreno cedido conta com mais de 10 mil metros quadrados e reunirá no mesmo local a Delegacia da Mulher, o Juizado Especial e a Defensoria Pública, além de acolhimento de passagem, brinquedoteca e serviços de capacitação profissional, orientação social, psicológica e jurídica. [LEIA_TAMBEM]A cessão tem validade de dez anos, prorrogáveis pelo mesmo período. O imóvel está avaliado em mais de R$ 27 milhões e será totalmente voltado à instalação de serviços públicos para as mulheres. A construção da nova unidade terá início em 2026, após os trâmites de licenciamento e elaboração do projeto executivo. A expectativa é que a unidade funcione em modelo integrado, nos moldes da atual Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, comemorou a conquista e lembrou que a expansão da rede de proteção é uma prioridade do Governo do Distrito Federal: “Estamos aumentando o número de equipamentos da SMDF por todo o DF. Já somamos 31 espaços públicos de acolhimento, proteção e capacitação profissional. A nova Casa da Mulher Brasileira vai somar muito na nossa rede, é um grande avanço para garantir que nenhuma mulher esteja sozinha”. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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GDF promove visita oficial a São Paulo para aperfeiçoar políticas públicas com foco em mulheres

Agência Brasília · GDF PROMOVE VISITA OFICIAL A SÃO PAULO PARA APERFEIÇOAR POLÍTICAS PÚBLICAS COM FOCO EM MULHERES A Secretaria da Mulher do DF (SMDF) realizou visita oficial a duas importantes referências paulistas em políticas públicas para mulheres: o Hospital da Mulher de São Paulo e a Secretaria de Políticas para Mulheres do Estado. Com o objetivo de conhecer o fluxo de atendimentos, a estrutura moderna e as soluções sustentáveis, a agenda institucional foi marcada por trocas de experiências e fortalecimento de laços federativos. "Precisamos caminhar cada vez mais lado a lado com políticas públicas eficazes, e buscar boas referências faz parte desse processo", afirma a secretária Giselle Ferreira, em visita a São Paulo para conhecer boas práticas locais direcionadas ao público feminino | Foto: Divulgação/SMDF A primeira visita ocorreu na terça-feira (27), ao Hospital da Mulher – unidade de excelência em atendimento à saúde feminina e referência nacional no acolhimento a vítimas de violência sexual e no tratamento de câncer ginecológico e mamário. Acompanhada pela diretoria da unidade, Giselle Ferreira percorreu as instalações e conheceu a qualidade estrutural e tecnológica da unidade, que é 100% SUS e impressiona pelo modelo sustentável como as paredes feitas com garrafas PET e robôs que distribuem medicação com desperdício zero. Para a vice-governadora Celina Leão, a visita reforça o compromisso da Secretaria da Mulher com a inovação, o fortalecimento das políticas públicas baseadas em evidências e a construção de uma rede nacional de apoio às mulheres. “Ao buscar referências que têm impacto real na vida das mulheres, o GDF segue firme na missão de ampliar o acesso à proteção, à dignidade e à autonomia para todas”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Outro ponto de destaque foi o fluxo integrado de atendimento às vítimas de violência doméstica, que coloca o hospital em articulação direta com a Casa da Mulher Brasileira, Delegacias da Mulher (Deams), Defensoria Pública e Instituto Médico Legal (IML), funcionando 24 horas. “Estamos ampliando nossos equipamentos de proteção e acolhimento da mulher na nossa capital. Agora é essencial proporcionar também um acesso mais especializado à saúde da mulher. Precisamos caminhar cada vez mais lado a lado com políticas públicas eficazes, e buscar boas referências faz parte desse processo", reforçou Giselle. No dia seguinte (28), a gestora do DF esteve reunida com a secretária de Políticas para Mulheres do Estado de São Paulo, Valéria Bolsonaro. O encontro institucional reforçou o intercâmbio de experiências e despertou interesse mútuo em conhecer e adotar projetos exitosos. Durante a conversa, Valéria Bolsonaro demonstrou entusiasmo em conhecer iniciativas brasilienses como o programa Acolher Eles e Elas, que presta atendimento a órfãos do feminicídio, o Reconstruindo Sorrisos, voltado à recuperação emocional de vítimas de violência, e a política de gratuidade no transporte público para mulheres sob medida protetiva ou em atendimento nas unidades da SMDF. Giselle também teve a oportunidade de conhecer projetos paulistas como o Abrigo Amigo – sistema de totens de emergência instalados em paradas de ônibus, com atendimento direto e 24h para mulheres em situação de risco – além da campanha São Paulo Para Todas e ações voltadas à saúde mental de profissionais da educação. “Todas essas experiências exitosas em políticas públicas voltadas ao público feminino mostram que é possível aliar cuidado com a saúde, inovação e responsabilidade ambiental”, afirmou. *Com informações da SMDF

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GDF inaugura Centro de Referência da Mulher Brasileira em Sobradinho II e chega a cinco unidades de atendimento especializado

O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou o quarto Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB), nesta quinta-feira (15), em Sobradinho II. A unidade foi construída em uma área estratégica, para facilitar o acesso da população, e compõe a rede de enfrentamento à violência de gênero e promoção da autonomia feminina. Os outros três equipamentos, todos entregues neste mês, ficam no Recanto das Emas, em São Sebastião e no Sol Nascente. Agora, serão cinco equipamentos de atendimento especializado, junto à Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia. "Ter uma rede de atendimento onde a mulher consiga sair da violência é o nosso objetivo", destacou a governadora em exercício Celina Leão | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A governadora em exercício Celina Leão destacou os investimentos da gestão em políticas públicas: “Queremos uma cidade onde a mulher tenha a tranquilidade de saber que há uma rede de proteção forte. Nós tínhamos 16 equipamentos e, com a inauguração desses quatro, alcançamos a marca de 30 equipamentos de proteção de gênero [na Secretaria da Mulher]. Isso é um avanço muito grande, crescemos em quase 800% nosso orçamento com programas importantíssimos como o Passe Livre para as mulheres vítimas de violência, o órfão do feminicídio [programa Acolher Eles e Elas], o auxílio aluguel. É uma luta de gênero, é uma luta que a gente precisa de ter uma conscientização, mas ter uma rede de atendimento onde a mulher consiga sair da violência é o nosso objetivo”, defendeu Celina Leão.   A construção dos CRMBs é fruto de parceria entre o GDF e o Ministério da Mulher. O investimento total nas quatro unidades foi de aproximadamente R$ 8,8 milhões | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Durante o mês de maio, com a abertura de quatro novas unidades — duas na área norte e duas na área sul — ampliamos significativamente a rede de proteção e cuidado às mulheres em situação de vulnerabilidade”, observa a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Cada centro representa um espaço seguro, acolhedor e estratégico para promover não só o enfrentamento à violência, mas também a autonomia e o protagonismo feminino. Estamos comprometidas em levar esses serviços cada vez mais perto de quem precisa.”   A construção dos CRMBs é fruto de parceria entre o GDF, por meio da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), e o Ministério da Mulher. O investimento total nas quatro unidades foi de aproximadamente R$ 8,8 milhões, somando recursos federais e da contrapartida do GDF. Apenas na unidade de Sobradinho II, o aporte chega a R$ 1.796.150,82, destinado para a obra e aquisição de mobiliário. A ministra da Mulher, Márcia Lopes, destacou a importância da parceria entre os governos para proteger as mulheres. “Esta parceria do governo federal com o Governo do Distrito Federal é fundamental. Sem essa unidade, sem essa corresponsabilização, sem essa coparticipação, nós não venceremos a agenda das mulheres”, afirmou. A unidade de Sobradinho II conta com salas de atendimento, brinquedoteca com fraldário, recepção, copa, depósito, salas administrativas, espaço de convivência interno e externo com paisagismo e estacionamento | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Queremos que as mulheres que venham para esse centro de referência se sintam protegidas e cuidadas, e, mais ainda, se sintam protagonistas de uma vida melhor, que elas se integrem na prevenção, no cuidado, no trabalho e no aprendizado permanente para que elas ajudem a construir e a desenvolver melhor Sobradinho e todas as cidades aqui do Distrito Federal”, acrescentou, em referência aos outros três centros recém-inaugurados na capital. Com 312,42 m² de área construída em um terreno de 1.353,46m², a unidade de Sobradinho II conta com salas de atendimento, brinquedoteca com fraldário, recepção, copa, depósito, salas administrativas, espaço de convivência interno e externo com paisagismo e estacionamento. O projeto foi executado conforme o padrão de tipologia III, que considera a população da região administrativa. O novo CRMB fica no endereço AE 06 COER Quadra 01 Setor Oeste, próximo de pontos de ônibus e ao lado do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Sobradinho II. A estrutura é acessível para pessoas com deficiência com rampas, corrimãos e banheiros exclusivos, garantindo o conforto e a segurança daqueles que mais precisam. Espaços de acolhimento e prevenção “Só quem sente a dor de uma agressão, seja física, emocional ou financeira, sabe o quanto é difícil sair disso sozinha. E quando esses atendimentos são oferecidos gratuitamente, para mulheres que muitas vezes não teriam condições de pagar, isso se torna um verdadeiro salvamento", diz Gleice Suzene | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Os equipamentos de proteção à mulher funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, como pontos de apoio e orientação em situação de violência, com atendimento gratuito e espontâneo. A equipe multidisciplinar é composta por psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e educadores sociais. Entre os serviços ofertados estão escutas qualificadas, análise das demandas das vítimas e encaminhamentos para apoio de órgãos parceiros, além de formação e capacitação profissional, com palestras, cursos e rodas de conversa, para auxiliar na superação de situações de vulnerabilidade e violência. [LEIA_TAMBEM] A empreendedora Gleice Suzene, 43 anos, acredita que o centro de assistência contribuirá com o desenvolvimento econômico e a autoestima das moradoras de Sobradinho II e de cidades próximas. Ela é presidente da Associação Feira D'Elas DF, que reúne cerca de 40 artesãs e manualistas, e se disponibiliza para oferecer formações no local. “Não tenho dúvidas de que muitas situações vão ser transformadas a partir desse trabalho. E a Feira D’Elas já está de portas abertas para contribuir com atividades, oficinas e com profissionais parceiros que já atuam com a gente e podem somar muito aqui também”, salienta. Para Gleice, o acolhimento e a prevenção são os pontos-chave para a mudança da sociedade. “Só quem sente a dor de uma agressão, seja física, emocional ou financeira, sabe o quanto é difícil sair disso sozinha. E quando esses atendimentos são oferecidos gratuitamente, para mulheres que muitas vezes não teriam condições de pagar, isso se torna um verdadeiro salvamento. É uma chance real de recomeçar”, complementa. “Essa Casa da Mulher Brasileira será um lugar de acesso fácil, gratuito, onde essas mulheres vão ter nas mãos as informações e o apoio de que precisam. E, com isso, suas decisões vão mudar, suas vidas vão mudar.” Além dos novos CRMBs, o DF conta com a Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia, inaugurada em 2021 por este GDF. O espaço funciona 24 horas e promove bem-estar e acolhimento às pessoas em situações de violência. O local dispõe de alojamento, oferecido por até 48h – às vítimas e suas filhas, de qualquer idade, e filhos de até 12 anos, com 14 camas, cozinha, uma sala de televisão, brinquedoteca, salas para oficinas e cursos, laboratório de informática com computadores e acesso à internet e auditório.

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Governadora em exercício Celina Leão entrega prêmio em homenagem a lideranças femininas

A governadora em exercício Celina Leão participou, nesta segunda-feira (12), da entrega do Prêmio Engenho Mulher 2025, organizado pela empresa Engenho Comunicação. A cerimônia ocorreu no Museu de Arte de Brasília (MAB). “Reconhecer é você falar para o restante da sociedade que a gente está no caminho certo”, ressaltou Celina Leão. “São essas mulheres que vão mudar a nossa nação. [Queremos] uma nação onde não se mate mulheres, onde não se violente mulheres, onde não se estupre mulheres. Ainda não é a nação que nós vivemos, ainda vivemos em uma nação com muita falta de direitos e com muitas missões a serem vencidas. São essas mulheres homenageadas que nos ajudarão a contar as histórias das mulheres do Distrito Federal”, acrescentou a governadora em exercício. Celina Leão: "Queremos uma nação onde não se mate mulheres, onde não se violente mulheres, onde não se estupre mulheres" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A premiação reconhece lideranças femininas com impacto na sociedade. Neste ano, as homenageadas foram três mulheres negras: a professora da rede pública do Distrito Federal Gina Vieira, criadora do projeto educacional Mulheres Inspiradoras; a líder comunitária Joice Marques, fundadora da Casa Akotirene, em Ceilândia Norte; e a jornalista Rosane Garcia, presidente da Ação Social Caminheiros de Antônio de Pádua (AscapBsB). O júri foi formado pelas também jornalistas Basília Rodrigues (CNN Brasil), Carmen Souza (Correio Braziliense), Claudia Meirelles (Metrópoles), Jane Godoy (influencer digital), Neila Medeiros (TV Record), Paola Lima (Agência Senado) e Raiane Sena (TV Globo).  “Ainda temos muitas barreiras para serem vencidas. O Censo aqui no Distrito Federal fala que mais da metade da população é parda ou preta. Por que essas pessoas não estão em posição de destaque, todas elas? Porque nós precisamos ainda enfrentar isso. Um momento como este é um momento de homenagem, mas nós precisamos ter esse entendimento, fazer essa discussão, de realmente trazer esse tema e fazer um país mais igualitário”, reforçou Celina Leão. As premiadas foram escolhidas por empreender, fazer trabalhos voluntários e procuram transformar a sociedade  “O reconhecimento sempre motiva quem deseja seguir adiante. E essas mulheres que ganham o Prêmio Engenho Mulher são mulheres que, de modo geral, empreendem socialmente, fazem muitos serviços voluntários e procuram trazer um impacto ao meio em que elas estão, àquela parte da sociedade em que elas atuam, e fazer essa transformação. Então, esse reconhecimento é juntar pessoas extraordinárias para aplaudir essas mulheres extraordinárias e, com o reconhecimento, dizer: ‘siga em frente, mude o mundo e inspire outras pessoas’”, emendou a jornalista Kátia Cubel, organizadora da premiação. Ações [LEIA_TAMBEM]O Distrito Federal tem se destacado no apoio e no acolhimento às mulheres. Hoje, a capital federal conta com dois Centros de Referência da Mulher Brasileira — em São Sebastião e no Recanto das Emas — e com uma Casa da Mulher Brasileira, que oferece alojamento e atendimento 24 horas em Ceilândia.  Além dos espaços, há diversas ações, como o Passe Livre: Transporte por Elas, que isenta temporariamente o pagamento de tarifas no transporte público a mulheres em situação de violência; a recém-lançada campanha Absorva o Bem, de arrecadação e doação de absorventes em locais públicos, para promover a dignidade menstrual; e iniciativas voltadas ao empreendedorismo feminino, a exemplo da articulação Rede Sou + Mulher, do programa Realize, com oficinas e workshops, e da ação Mulher no Campo. “A nossa pauta trabalha muito no apoio às mulheres. A gente enfrenta a questão da violência, mas a gente também faz a promoção, que é a divulgação das mulheres, mais espaço de poder, mulheres na empregabilidade… Então a gente faz essa ponte também, essa é nossa missão”, destacou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, que também participou do evento.

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Obra da Casa da Mulher Brasileira no Recanto das Emas é finalizada

A obra da Casa da Mulher Brasileira no Recanto das Emas foi finalizada e aguarda os últimos procedimentos administrativos para ser entregue à população. Executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a construção integra as ações do Governo do Distrito Federal para ampliar a rede de apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade na região sul do DF. A expectativa é de que o novo equipamento público beneficie cerca de 500 mil pessoas na cidade e nas regiões administrativas vizinhas. Com investimento de aproximadamente R$ 1,7 milhão, a Casa da Mulher Brasileira do Recanto das Emas vai beneficiar cerca de 500 mil pessoas na cidade e nas regiões administrativas vizinhas | Fotos: Kiko Paz/Novacap Com 270 m² de área construída, o espaço conta com recepção, salas para atendimentos psicossociais, brinquedoteca com fraldário, setores administrativos, sala multiuso, área de convivência, varanda, banheiros, cozinha e depósito. A estrutura também dispõe de estacionamento para 18 veículos, além de vagas para motos e um bicicletário.   Nos serviços finais, a Novacap realizou o plantio de grama, instalação de escultura, pintura da sinalização do estacionamento e limpeza geral, além da colocação de extintores de incêndio – todos os equipamentos previstos no projeto foram instalados. A unidade atende às normas de acessibilidade, com rampas, barras de apoio, piso tátil e mapa tátil. Como diferencial, possui uma estação de carregamento para veículos elétricos.   O investimento na obra foi de aproximadamente R$ 1,7 milhão, sem alterações no orçamento inicial. O prazo de conclusão passou por ajustes contratuais, e a edificação já recebeu o Termo de Recebimento Provisório. De acordo com a Companhia, no momento, é aguardada a emissão da Carta de Habite-se para a formalização do Termo de Recebimento Definitivo.   Para o presidente da Novacap, Fernando Leite, a entrega da unidade representa um avanço na política de atenção às mulheres no Distrito Federal. “A nova Casa da Mulher Brasileira fortalecerá o acolhimento e o suporte às mulheres que necessitam desse serviço”, afirmou. O projeto é fruto da parceria entre o Ministério das Mulheres e a Secretaria da Mulher (SMDF). Após a inauguração, prevista para março, a pasta irá coordenar o espaço. No local, serviços essenciais de orientação jurídica, acolhimento e cursos profissionalizantes serão oferecidos, gratuitamente, às mulheres. O equipamento público conta com recepção, salas para atendimentos psicossociais, brinquedoteca com fraldário, setores administrativos, sala multiuso, área de convivência, varanda, banheiros, cozinha e depósito Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, os novos Centros de Referência da Mulher Brasileira irão garantir um atendimento completo às mulheres. “No mesmo local, a mulher vai encontrar acolhimento e formação profissional. Nossas equipes, multiprofissionais, estão preparadas para orientar e capacitar todas as mulheres a terem uma inserção no mercado de trabalho”, destaca.   Além da unidade do Recanto das Emas, outras obras voltadas ao atendimento feminino estão em andamento, nas regiões do Sol Nascente/Pôr do Sol, Sobradinho II e São Sebastião. *Com informações da Novacap

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GDF e Defensoria Pública firmam parceria para ampliar atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade e vítimas de violência

O Governo do Distrito Federal (GDF) e a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) assinaram, nesta quarta-feira (5), um protocolo de intenções para ampliar o atendimento jurídico a mulheres em situação de vulnerabilidade ou vítimas de violência doméstica. A partir do dia 10 de fevereiro, a Casa da Mulher Brasileira e os Centros Especializados de Atendimento à Mulher (Ceams) da 102 Sul, de Planaltina e do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) contarão com um posto permanente da Defensoria Pública. A vice-governadora do DF, Celina Leão, reforçou a importância da iniciativa como mais um grande passo para garantir acolhimento e proteção às mulheres que mais precisam. “Nenhuma mulher pode ficar desamparada no momento em que mais precisa de apoio. Essa parceria entre o GDF e a Defensoria Pública é um avanço real na luta contra a violência de gênero porque leva assistência jurídica diretamente para dentro dos espaços de acolhimento. Nosso compromisso é garantir que todas tenham acesso rápido e humanizado à justiça, sem burocracia e sem precisar percorrer longas distâncias para buscar ajuda”, afirmou. Celina Leão: “Essa parceria entre o GDF e a Defensoria Pública é um avanço real na luta contra a violência de gênero porque leva assistência jurídica diretamente para dentro dos espaços de acolhimento” | Foto: George Gianni/VGDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, lembrou da relevância da presença da Defensoria Pública nesses espaços de acolhimento. “Sentimos a necessidade de ampliar esse atendimento para que as mulheres não precisem sair dos Ceams ou da Casa da Mulher Brasileira para buscar assistência jurídica. Essa iniciativa facilita o acesso a direitos e dá mais segurança às mulheres que estão em situação de vulnerabilidade”, explicou. O defensor público-geral do DF, Celestino Chupel, celebrou a assinatura da parceria e destacou o papel da instituição na garantia de direitos: “Nosso compromisso é com a defesa das pessoas mais vulneráveis, e essa colaboração com o GDF é fundamental para ampliar o acesso à justiça para essas mulheres. Ter um posto permanente da Defensoria nos equipamentos da Secretaria da Mulher é uma grande conquista, e nos sentimos honrados pela confiança do governo nessa missão.” A parceria será expandida para todos os equipamentos da Secretaria da Mulher, fortalecendo a rede de proteção e apoio jurídico às mulheres do Distrito Federal. A medida reforça a política pública de combate à violência contra a mulher e busca garantir um ambiente seguro e justo para todas.

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Sol Nascente vai ganhar grupamento para bombeiros e sede da administração regional

Região com mais de R$ 630 milhões em investimentos e transformada em cidade em 2019, o Sol Nascente/Pôr do Sol vai ganhar dois importantes equipamentos: uma sede para a administração regional e um grupamento para o Corpo de Bombeiros. A construção de ambos foi autorizada pelo governador Ibaneis Rocha nesta quarta-feira (5) e terá investimento de R$ 8,9 milhões, somadas as duas obras. O governador Ibaneis Rocha anunciou nessa quarta (5) a construção de uma sede para a administração regional e de um grupamento para o Corpo de Bombeiros, no Sol Nascente | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Além de ganhar infraestrutura de drenagem, pavimentação e calçada nos três trechos que dividem a cidade, uma rodoviária, um restaurante comunitário, moradias e uma Casa da Mulher Brasileira que está em vias de ser inaugurada, o Sol Nascente segue a sua transformação dia após dia. Se no início dos anos 2000 o local era uma ocupação que cresceu de forma desordenada, hoje pode ser considerada uma das principais cidades do Distrito Federal, com 95 mil habitantes.  Essa entrega de infraestrutura e equipamentos públicos à população foi valorizada pelo governador Ibaneis Rocha. “Tenho certeza que as obras que nós vamos deixar aqui vão se eternizar na memória de toda a população dessa região. A gente está cuidando também do passado, das lambanças que o governo anterior fez, com obras mal feitas”, disse. “Eu vou sair daqui e vou deixar o meu governo com uma cidade, uma cidade com dignidade, para que o morador daqui bata no peito e diga: ‘Eu moro no Sol Nascente e lá tem tudo’”, completou o chefe do Executivo. Novo grupamento Durante a visita à cidade, o governador Ibaneis Rocha assinou a ordem de serviço para a construção do 42º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM) no Sol Nascente. Com uma área de 575,20 m², a unidade terá garagem para viaturas, sala de comunicação e espaços de apoio para o efetivo. O investimento na construção da sede supera R$ 3,2 milhões. O 42º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), no Sol Nascente, terá 575,20 m², com garagem para viaturas, sala de comunicação e espaços de apoio para o efetivo Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, a nova sede vai permitir a redução do tempo de resposta às emergências, seguindo o padrão de oito minutos estabelecido pela Matriz Operacional da corporação. Isso resultará também no alívio da demanda do 8º GBM de Ceilândia, responsável por atender a região atualmente.   “O importante para a atuação do Corpo de Bombeiros é o tempo-resposta. E quanto mais quarteis de bombeiros a gente tiver distribuídos, a diminuir esse tempo-resposta, melhor para nossa atuação. Sem contar que a cidade ganha em segurança, ganha em atendimento rápido e adequado para o cidadão”, afirmou o comandante-geral do CBMDF, Leonardo Duarte Raslan.  Moradora do Sol Nascente, a aposentada Margarida Silva dos Santos, 68 anos, afirma que a construção do grupamento traz mais segurança para a região. “É muito bom ter os bombeiros por aqui, porque se a gente precisar eles não terão que vir de longe; o socorro já estará por perto”, avalia.  A aposentada Margarida Silva dos Santos comemora a construção do grupamento do Corpo de Bombeiros na região: “Se a gente precisar eles não terão que vir de longe; o socorro já estará por perto” Sede moderna para a cidade  Quem conhece o Sol Nascente sabe que a sede da administração regional não condiz com o padrão que a cidade merece. A construção de um espaço definitivo terá investimento de R$ 5,7 milhões e será feito por uma empresa contratada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).  “Essa obra é importantíssima. A Administração Regional do Sol Nascente, desde a sua criação, está numa sede provisória, cuja estrutura é precária. Fizemos um trabalho de levantamento de todas as necessidades do espaço e, agora, ela vai ter todos os requisitos de uma administração regional”, afirmou o presidente da Novacap, Fernando Leite.  A nova sede, que será construída no SHSN Quadra 105, Conjunto Y, AE 01 – Trecho II, vai dispor de quase 30 salas, incluindo espaços para coordenações, diretorias, gabinete e uma sala de reuniões, proporcionando uma melhor qualidade de serviço à população e boas condições de trabalho aos servidores.  Enquanto a obra da nova sede não fica pronta, a administração regional terá um espaço provisório que já está em construção nas proximidades da atual estrutura. Segundo o administrador da cidade, Cláudio Ferreira, a construção dos novos equipamentos reflete o compromisso do GDF com a valorização da região: “A administração é a porta de entrada da comunidade para ter acesso ao GDF. E quando o governo vem até o local e lança essa ordem de serviço, mostra o respeito que o GDF tem com a comunidade e isso traz também mais dignidade para a nossa população”.

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Curso gratuito de defesa pessoal garante proteção a mulheres em situação de vulnerabilidade

A sensação de segurança, autoconfiança e empoderamento tem sido resgatada na rotina de mulheres assistidas pela Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia. Isso porque o Governo do Distrito Federal (GDF) implementou um curso gratuito de defesa pessoal promovido pela Secretaria da Mulher (SMDF) em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF). Os encontros, às segundas e quartas-feiras, reúnem alunas em situação de vulnerabilidade social que aprendem a reagir em casos de risco e agressão. Aulas práticas de autodefesa fazem parte do curso, além de workshops e competições esportivas | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “A defesa pessoal vai além da técnica; é sobre fortalecer a autoestima e garantir a proteção da nossa população feminina” Celina Leão, vice-governadora Com o nome “Atleta Campeã Diz Não ao Covarde”, o curso segue até 16 de abril e pretende capacitar até 1,6 mil mulheres por meio de workshops, competições esportivas e atividades diversas. Além das aulas na prática, as participantes fazem do encontro um espaço de acolhimento e troca de experiências. Para a dona de casa Rosa Maria Oliveira (nome fictício), 40, a iniciativa tem sido uma experiência de transformação. “Esse curso veio resgatar minha autoestima e me proporcionar a segurança de poder me defender”, compartilha. “Já passei por algo ruim e não soube como agir, e isso me motivou a aprender. Agora já consigo pelo menos aplicar algum golpe para me salvar”. “A gente quer oferecer algo com qualidade para resgatar essas vítimas” Selma de Melo, responsável pelo curso na Secretaria da Mulher A vice-governadora do DF, Celina Leão, ressalta que a iniciativa é mais do que o aprendizado técnico. “Nosso objetivo é capacitar as mulheres para que se sintam seguras e preparadas para enfrentar qualquer situação de risco”, afirma. “A defesa pessoal vai além da técnica; é sobre fortalecer a autoestima e garantir a proteção da nossa população feminina.” Transformação e acolhimento Dayane Carvalho, instrutora do CBMDF: “Eu vejo essa necessidade da mulher se proteger em uma sociedade agressiva” Servidora da SMDF e responsável pelo curso, Selma de Melo lembra que a proposta é unir aprendizado e suporte emocional. “A gente quer oferecer algo com qualidade para resgatar essas vítimas”, ressalta. “Muitas estão em situação de vulnerabilidade e não têm condições de pagar uma academia, por exemplo. Aqui elas encontram um ambiente seguro e acolhedor”. A instrutora Dayane Carvalho, do CBMDF, também pontua que o desenvolvimento emocional faz parte da defesa pessoal. “Eu vejo essa necessidade da mulher se proteger em uma sociedade agressiva”, aponta. “Muitas me procuram pedindo dicas, e poucas pessoas têm esse conhecimento”, complementa. “Aqui, além da parte técnica, trabalhamos o fortalecimento psicológico e o domínio próprio. É muito gratificante fazer parte desse processo.” A Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia é um espaço de acolhimento que oferece apoio psicossocial, brinquedoteca, triagem e atendimento por órgãos como Defensoria Pública do DF, Ministério Público, Polícia Civil e Tribunal de Justiça do DF. As que têm interesse em participar do curso podem comparecer diretamente ao local nos dias e horários das aulas, às segundas e quartas das 9h às 11h, sem necessidade de inscrição prévia.

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Casa da Mulher Brasileira no Sol Nascente será um marco para os direitos das mulheres, afirma vice-governadora Celina Leão

O Governo do Distrito Federal (GDF) e o governo federal realizaram, nesta sexta-feira (31), uma visita técnica às obras do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB) de Sol Nascente. A comitiva contou com a presença da vice-governadora do DF, Celina Leão, da secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, e da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves. O espaço está em fase final de construção. A vice-governadora Celina Leão destacou a importância da unidade para a comunidade e reforçou que o projeto, antes Casa da Mulher Brasileira, será um marco para a garantia de direitos e assistência às mulheres da região. Com a estrutura física praticamente concluída, o foco, agora, é a instalação de mobiliário, equipamentos tecnológicos e ajustes finais para garantir o pleno funcionamento da unidade. A vice-governadora Celina Leão ressaltou os investimentos que o governo tem feito no Sol Nascente | Fotos: Vinícius de Melo/SMDF “A Casa da Mulher Brasileira, de fato, vai ser uma referência aqui no Sol Nascente. Essa cidade precisa de investimentos. Nós temos feito vários, como restaurante comunitário, terminal rodoviário, administração. Então, eu creio que esse equipamento público vem como um marco fundamental de direitos das nossas mulheres, numa área de vulnerabilidade que precisa de uma atenção especial, pois ainda temos um alto índice de ocorrências”, afirmou. Acolhimento Celina Leão também ressaltou que o espaço não será apenas um centro de acolhimento, mas um local de formação e capacitação profissional para as mulheres. “Tenho certeza de que este equipamento não será apenas de cidadania e direitos humanos, mas também de conhecimento, com cursos de capacitação. Estamos muito felizes por estarmos aqui quase entregando esse espaço para a cidade. A previsão é que tudo esteja pronto, com mobiliário e equipamentos, já em março, para atender as mulheres com toda a estrutura necessária”, acrescentou a vice-governadora. O CRMB da cidade contará com salas de atendimento, brinquedoteca, recepção e áreas de convivência, oferecendo suporte psicossocial, orientação jurídica e inserção no mercado de trabalho A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, também destacou o impacto positivo do novo equipamento público e ressaltou a importância da presença da ministra Cida Gonçalves na vistoria. “O Sol Nascente é uma prioridade para o governo quando falamos em equipamentos públicos, e não poderíamos deixar de trazer uma Casa da Mulher Brasileira para cá. Vamos garantir que os serviços estejam mais próximos das mulheres e da comunidade. Hoje, recebemos a ministra Cida Gonçalves justamente para acompanhar de perto os últimos ajustes, para que possamos garantir um atendimento completo e eficiente às mulheres da região”, explicou. Investimento A Casa de Referência da Mulher Brasileira do Sol Nascente funcionará como um ponto de apoio essencial para a comunidade feminina da região. A estrutura contará com salas de atendimento, brinquedoteca, recepção e áreas de convivência, oferecendo suporte psicossocial, orientação jurídica e inserção no mercado de trabalho. O projeto é fruto da parceria entre o Ministério das Mulheres e a Secretaria da Mulher do DF, com acompanhamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). “Vamos garantir que os serviços estejam mais próximos das mulheres e da comunidade” Giselle Ferreira, secretária da Mulher O investimento total nas obras e no mobiliário foi de aproximadamente R$ 8,8 milhões, sendo R$ 4,9 milhões provenientes de emendas federais e R$ 3,9 milhões de contrapartida do GDF. Além da unidade do Sol Nascente, outros três Centros de Referência da Mulher Brasileira estão em fase de conclusão no Distrito Federal, nos bairros Sobradinho II, Recanto das Emas e São Sebastião. A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, enfatizou a relevância do CRMB como espaço de suporte às mulheres. “O GDF e a União estão trabalhando juntos para fortalecer o poder das mulheres. O Centro de Referência é um espaço super importante de apoio psicológico, social e jurídico, que vai dar consistência a todo o trabalho de acolhimento e fortalecimento das mulheres aqui da região”, destacou. Oportunidades Durante a agenda no Sol Nascente, a vice-governadora Celina Leão também visitou o Instituto Solidário Leninha. “Esse trabalho acontece sempre, de forma permanente. Nós estamos trazendo um curso de corte e costura, que é uma demanda da comunidade. Eles já estão com as máquinas próprias, e isso vai ser uma parceria com a Secretaria da Mulher, sendo mais um dos programas fomentados pelo governo do Distrito Federal. Nosso objetivo é ampliar cada vez mais essas ações para garantir mais oportunidades e autonomia para as mulheres”, afirmou.

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