Programa de residência médica oferece 570 vagas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Médicos interessados em ingressar em um dos programas de residência médica mais disputados do país, vinculados à Secretaria de Estado de Saúde (SES-DF), poderão concorrer a uma das 570 vagas oferecidas pelo processo seletivo, divulgado recentemente no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), é a instituição formadora responsável pelos programas, que são custeados pela SES-DF. As inscrições poderão ser realizadas exclusivamente pelo site do Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades), banca organizadora do certame, entre 1º de outubro e 18 de novembro. Os programas têm como objetivo formar médicos especialistas para futura inserção no Sistema Único de Saúde (SUS). A formação busca desenvolver conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários ao exercício profissional nas diferentes especialidades. O programa têm como objetivo formar médicos especialistas para futura inserção no Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Jonathan Cantarelle/Agência Saúde Os profissionais selecionados atuarão em hospitais, unidades de atenção primária e outros cenários de prática da SES-DF e receberão uma bolsa-residência. A taxa de inscrição é de R$ 120, e os candidatos que se enquadrem nas condições previstas pela Resolução CNRM nº 7, de 20 de outubro de 2010, poderão solicitar a isenção do pagamento, observando os procedimentos e prazos definidos no edital. Etapas A seleção será realizada em duas fases. A primeira consiste em uma prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório. A aplicação está prevista para 12 de dezembro, e o resultado da primeira fase deve ser divulgado em 7 de janeiro de 2027, conforme o cronograma previsto. A segunda fase está relacionada à escolha da Comissão de Residência Médica (Coreme), correspondente ao cenário de ensino no qual será cumprida a maior parte da carga horária das atividades do programa. Reserva de vagas O edital estabelece políticas de reserva de vagas para diferentes grupos. Estão previstos 20% para pessoas com deficiência, nos termos da legislação distrital; 20% para pessoas negras, observados os critérios e quantitativos estabelecidos; e 10% para candidatos comprovadamente hipossuficientes, também de acordo com as condições previstas na legislação e no edital. As regras de aplicação das reservas, assim como os requisitos para participação no processo seletivo, devem ser observadas pelos candidatos no momento da inscrição. Os interessados em concorrer a uma das vagas devem ficar atentos às informações disponibilizadas no edital e seguir as orientações descritas. *Com informações da Fepecs
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Curso de enfermagem da Escs promove mais uma edição do SUS Junino
Docentes e estudantes do curso de enfermagem da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) participaram, nesta quarta-feira (10), de mais uma edição do SUS Junino, evento que foi criado em 2011 e se tornou uma tradição institucional. Aliando promoção da saúde à temática de festa junina, os organizadores criaram um ambiente de descontração em meio a oficinas que tratam sobre as políticas públicas do Sistema Único de Saúde (SUS), além de discutir temas atuais e que foram estudados durante o semestre. Amadurecido ao longo dos anos, o encontro — que, no início, contemplava apenas estudantes da 1ª série do curso — agora abrange todas as turmas, o que propicia diversidade de conhecimento, saberes e experiências, tal qual as populares festividades juninas. A docente do curso e uma das organizadoras do evento, Maria Aureni, explica que a escolha da data é proposital: “A gente entende a festa junina como uma grande festa popular, e o SUS como uma política pública e diversa em que se trabalha o compartilhar”. Para ela, que é nordestina, mas vive em Brasília, “o SUS visa a implementação da política de equidade”, e este ano, o grupo de estudantes que Aureni coordena vai apresentar a temática de acolhimento no alojamento conjunto e centro obstétrico. “A gente traz uma abordagem bem ampla, de acolhimento à mulher negra, migrante, indígena, com um olhar integral à mulher”. Além disso, também foram tratados temas como história e conquistas das mulheres, maternidade segura, biossegurança, manejo de resíduos, segurança e administração de medicamentos, classificação de riscos na Atenção Primária, vigilância em saúde, entre outros. Aliando promoção da saúde à temática de festa junina, os organizadores criaram um ambiente de descontração em meio a oficinas que tratam sobre as políticas públicas do Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Divulgação/Fepecs Durante o SUS Junino, os estudantes também trabalharam a gestão de tempo, organização, desempenho e coletividade, tudo isso sob o olhar atento dos docentes que avaliam as apresentações. O evento marca o final do semestre e é uma chance de assimilar tudo aquilo que foi estudado e aprendido nos últimos meses. “Aqui, a gente consegue trazer esse arquétipo cultural no final do semestre e a importância de trabalhar culturalmente o conhecimento que venha a favorecer o aprendizado desse estudante”, afirma Aureni. Sabores e saberes O SUS Junino começa a ser formulado bem antes da data do evento, com reuniões presenciais e virtuais entre docentes e estudantes, em que são definidos os temas e formato das apresentações. “O estudante tem toda autonomia para escolher qual dinâmica vai utilizar para apresentar o tema, além da parte de organização e ornamentação”, conta a docente. Este ano é a primeira vez que o evento está sendo realizado no novo campus do curso, em Ceilândia. Pedagogicamente aprimorado, o SUS Junino conta com a avaliação dos docentes e também dos estudantes, que podem opinar na apresentação dos colegas. “Nosso evento é muito democrático e dinâmico”, avalia Aureni. Durante o dia de atividades, os alunos aprendem, ensinam e se deliciam com os sabores típicos dessa época do ano, aproveitando a oportunidade para arrecadar fundos para sua formatura. A ocasião também propicia aos estudantes o fortalecimento de vínculos e o desenvolvimento de competências específicas de comunicação, cooperação, colaboração, ética, liderança e respeito. Ao descrever o SUS Junino, Maria Aureni diz que “representa um momento de descontração, que incentiva troca de saberes e sabores com a comunidade acadêmica, além de promover uma discussão e aprofundamento teórico mais refinado que cada disciplina trabalha ao longo do semestre”. *Com informações da Fepecs
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Abertas inscrições para curso online sobre transfusão de hemocomponentes
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), em parceria com a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), está com inscrições abertas para a terceira turma do curso online “Transfusão de Hemocomponentes: da Captação à Hemovigilância”. A capacitação atende ao que estabelece a Portaria SES/DF nº 54, de 14 de abril de 2011, que regulamenta o Sistema de Sangue, Componentes e Hemoderivados (SSCH) no âmbito da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). As inscrições para a terceira turma foram abertas em 5 de janeiro e seguem até 15 de junho — o prazo para conclusão do curso vai até 30 de junho de 2026. Os interessados podem se inscrever diretamente por este link. O curso online sobre transfusão de hemocomponentes é voltado para profissionais da rede pública de saúde do DF | Foto: Divulgação/Hemocentro A iniciativa integra as competências institucionais da FHB de capacitar e treinar, de forma continuada, os profissionais que atuam na área de hemoterapia nos serviços públicos do Distrito Federal. O curso tem como foco padronizar condutas, atualizar conhecimentos e reforçar a segurança transfusional na rede pública. O objetivo é capacitar os profissionais de saúde quanto às orientações gerais e específicas da hemoterapia, conforme as diretrizes do gestor do SSCH, a Fundação Hemocentro de Brasília. A formação também busca sensibilizar e atualizar a equipe assistencial, contribuindo para a segurança do paciente, o uso racional de hemocomponentes e a redução de riscos associados à transfusão. O público-alvo são profissionais da área da saúde que atuam em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) da rede pública do DF. O curso é oferecido na modalidade online e assíncrona, permitindo que o participante organize seus próprios horários de estudo. O acesso ocorre por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (AVA-ESPDF), com conteúdos apresentados em slides, videoaulas e materiais de leitura. [LEIA_TAMBEM]A carga horária total é de 40 horas. Para obter o certificado, o participante deverá: · Realizar 100% das atividades propostas; · Alcançar, no mínimo, 70% de acertos no questionário final de avaliação dos conhecimentos hemoterápicos; · Responder ao questionário de satisfação sobre o curso. Entre os principais temas abordados estão: · Introdução à hemoterapia; · Captação intra-hospitalar de doadores; · Produção e distribuição de hemocomponentes; · Patient Blood Management (PBM); · Indicação de hemocomponentes; · Testes pré-transfusionais; · Preparo, monitoramento e finalização da transfusão; · Reações transfusionais. Os recursos educacionais incluem aulas gravadas, estudos de casos clínicos hipotéticos, materiais de leitura, exercícios de fixação e fórum para esclarecimento de dúvidas. A capacitação é uma oportunidade prática de atualização profissional e funciona como um manual digital de bolso: o conteúdo permanece disponível para consulta sempre que surgir uma dúvida no dia a dia assistencial. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Escola Superior de Ciências da Saúde é premiada em congressos de iniciação científica
A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) conquistou um importante reconhecimento no 31º Congresso de Iniciação Científica da Universidade de Brasília (UnB) e no 22º Congresso de Iniciação Científica do Distrito Federal, com a premiação do trabalho “Mapeamento geoespacial municipal de domicílios do Cadastro Único sem acesso adequado ao saneamento básico”, desenvolvido pela docente e orientadora Vanessa Viana Cardoso e pela discente Sarah Margittay — bolsista do Programa de Iniciação Científica – Ações Afirmativas (PIC/AF), da 4ª série do curso de medicina. O estudo, baseado em uma das maiores bases de dados sociais do país, analisou mais de 40 milhões de famílias brasileiras e identificou os municípios com maior risco sanitário. A partir desse conjunto de dados, a dupla elaborou mapas capazes de apontar localidades onde a falta de saneamento domiciliar coloca famílias em situação de vulnerabilidade sanitária. A discente explica que a pesquisa partiu de uma premissa fundamental: a ausência de saneamento básico adequado aumenta significativamente a exposição a doenças relacionadas a agravos ambientais. Para compreender a dimensão do problema, o trabalho utilizou métodos estatísticos de análise espacial, construindo mapas detalhados que evidenciam os territórios mais vulneráveis. Vanessa Viana Cardoso e Sarah Margittay foram premiadas no 31º Congresso de Iniciação Científica da Universidade de Brasília e no 22º Congresso de Iniciação Científica do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Fepecs Política institucional de formação científica A conquista destaca o papel estruturante do PIC/Pibic da Escs, que promove a inserção dos estudantes na metodologia científica, fomenta a produção acadêmica e incentiva a criação de equipes de pesquisa qualificadas. O programa conta com diferentes modalidades de bolsas: PIC/Fepecs, PIC-AF/Fepecs, Pibic/CNPq e Pibic-Af/CNPq, incluindo ações afirmativas destinadas a estudantes que ingressam na Escs por meio do sistema de cotas. A discente ressalta que o reconhecimento nos congressos fortalece o trabalho acadêmico e social do projeto desenvolvido. Para Sarah, ser premiada reforça o valor do esforço científico ao longo da construção do estudo. “É muito bom ter o trabalho reconhecido, pois isso mostra que estamos no caminho certo e que o que produzimos realmente tem relevância”, afirma. O projeto terá continuidade em 2026, com a investigação das Doenças Relacionadas ao Saneamento Inadequado (DRSAI), aprofundando os impactos achados e ampliando sua contribuição para políticas públicas de saúde. [LEIA_TAMBEM]A orientadora do projeto afirma que “a premiação destaca a relevância social e científica da investigação produzida na Escs e reforça o compromisso institucional com a formação dos futuros profissionais da saúde e jovens pesquisadores, em consonância com o reconhecimento dado pelos congressos aos melhores trabalhos apresentados”. Impacto institucional O resultado obtido pela Escs evidencia o empenho com a pesquisa científica e com a formação de profissionais críticos, investigativos e alinhados às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, participaram 230 estudantes da Escs, dos cursos de enfermagem e medicina, com a apresentação de 156 trabalhos, que receberam 38 menções honrosas e oito indicações para premiação. O PIC/Pibic consolida-se, assim, como um pilar regulatório e estratégico da escola, estruturando políticas de pesquisa, fortalecendo a cultura científica e ampliando o protagonismo dos estudantes nos cenários acadêmico e social. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Fepecs celebra Dia do Servidor com foco na saúde mental
A diretoria da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), em parceria com as agentes de qualidade de vida, promoveu nesta terça-feira (4) um dia de comemoração para os servidores da entidade. O evento, que teve início com um café da manhã, reuniu cerca de cem pessoas no auditório da instituição para uma série de atividades voltadas à saúde física e mental. “O evento foi pensado com muito carinho e cada detalhe é uma devolutiva para tudo que vocês, servidores, entregam aqui”, afirmou a diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes. Convidado para o evento, o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio do Nascimento, afirmou que “os servidores devem aproveitar esses momentos que a gestão propicia para desacelerar e interagir com os pares”. Segundo ele, o ano de 2026 será voltado à saúde mental e ao bem-estar do servidor, pois “o governo está atento a essa necessidade de cuidado”. A Fepecs comemorou o Dia do Servidor nesta terça (4) com palestras e atividades educativas | Foto: Divulgação/Fepecs Atividades e palestras A primeira atividade do dia ficou por conta do servidor Renato Gomes, que atua na academia do Buriti. Estimulando a prática do exercício físico, ele conduziu uma sessão de alongamento, com dicas que podem ser aplicadas durante o expediente, entre uma reunião e outra. Após a sessão, convidou os servidores a se inscreverem na academia, que oferece diversas atividades, de musculação a aulas de lutas e defesa pessoal. [LEIA_TAMBEM]Em seguida, a psicóloga Heloísa Cunha falou sobre inteligência emocional e apresentou os pilares do tema: autoconsciência, autorregulação, empatia e habilidades sociais. “Habilidade é prática, então quanto mais eu pratico, mais habilidoso eu fico, e isso se aplica a todas as áreas, inclusive à inteligência emocional”, ensinou. A profissional também conduziu um exercício para acessar estados emocionais positivos e destacou “a necessidade de respirar sempre que estiver prestes a perder o controle”. A última palestra da manhã foi ministrada pela psicóloga Jacqueline Ferraz, que abordou o tema Saúde mental: estratégias preventivas e cuidados especializados. Servidora do GDF, ela destacou a importância do tema no ambiente de trabalho e ressaltou que “é preciso qualificar o processo de realização da tarefa e não apenas o resultado final”. Também apresentou vídeos com relatos de pessoas com depressão, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e outros transtornos ligados à saúde mental, reforçando a importância de saber como e quando pedir ajuda. O período da tarde foi dedicado aos cuidados físicos, com atividades de podologia, massagem, aferição de pressão, medição de glicose, atendimento de enfermagem e acompanhamento de um profissional de educação física, oferecidos pelo Clube da Saúde. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Laboratório de Simulação Realística é inaugurado na Escola Superior de Ciências da Saúde
Agência Brasília · LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO REALÍSTICA É INAUGURADO NA ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE O Laboratório de Simulação Realística (LSR) da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) foi inaugurado nesta quinta-feira (18). Reformado e equipado com recursos da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e da Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), o espaço conta com cinco ambientes: duas salas de debriefing, uma sala de comando e duas salas de procedimento, além de quatro modelos anatômicos de alta fidelidade — paciente adulto, gestante, criança e bebê. “A educação é a mola de transformação de tudo, pois não teremos um país onde as pessoas se respeitam, respeitam a democracia, respeitam as divergências e as diferenças se não houver um olhar especial para a educação”, apontou a vice-governadora do DF, Celina Leão. A Escs inaugurou seu novo Laboratório de Simulação Realística (LSR) nesta quinta (18) | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes destacou o longo caminho até a concretização do novo laboratório. “Agradecemos o trabalho e dedicação de todos que contribuíram para essa entrega, que é para a Fepecs, para a Escs, para a Secretaria de Saúde e para o SUS”, disse. À frente da Escs, a diretora Viviane Peterle ressaltou a dedicação dos profissionais e os bons resultados da instituição ao longo do tempo. “Nosso objetivo é evidenciar o trabalho realizado, assim como a potencialidade e os recursos que a Escs dispõe, mas também queremos abrir um diálogo para apresentar nossas evidências e mostrar que podemos fazer mais”, comentou. “A metodologia adotada pela Escola é de caráter inovador no cenário nacional, referência para os novos cursos de medicina no Distrito Federal e em outras regiões do país. Os resultados obtidos confirmam essa qualidade, refletindo-se no desempenho da instituição com os melhores resultados apresentados no Enade em vários anos”. [LEIA_TAMBEM]A reitora pro tempore da UnDF, Simone Benk, ressaltou o trabalho conjunto como fundamental para a idealização do laboratório: “O governo atual colocou pessoas diferentes para trabalhar juntas e isso é muito bom, pois o que vemos aqui hoje é fruto de anos de trabalho, um sonho plantado dentro da Secretaria de Saúde e que culmina na Universidade do Distrito Federal”. A reitora afirmou ainda que “a compra desses equipamentos só foi possível porque foi feita com muita parceria entre as instituições que querem transformar a realidade por meio de políticas públicas”. Presente ao evento, o secretário de Saúde do DF, Juracy Cavalcante, definiu o laboratório de simulação realística como “uma ferramenta de extrema importância, tendo em vista que a evolução da saúde vem com o advento de novas tecnologias”. Médico de formação, o secretário reiterou: “A partir do momento que o estudante tem condição de treinar e esgotar as condições clínicas através de um simulador, nós temos condições de, na prática, reduzir números de intercorrências e eventos adversos”. O novo laboratório conta com cinco ambientes: duas salas de debriefing, uma sala de comando e duas salas de procedimento Novo auditório da Fepecs Ao final da cerimônia, foi feito o descerramento da placa de inauguração do auditório da Fepecs, que passou por uma reforma completa. O espaço recebeu nova pintura, banheiros reformados, hall de entrada renovado, instalação de porta corta-fogo, corrimãos, aparelhos de ar-condicionado, moderno sistema de áudio e vídeo, além da substituição dos carpetes. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Sancionada lei que cria bolsa complementar para residentes de medicina de família e comunidade
Agência Brasília · (20) 23-06-2025 - SANCIONADA LEI QUE CRIA BOLSA COMPLEMENTAR PARA RESIDENTES DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sancionou no dia 17 de junho a lei que cria uma bolsa complementar para residentes em medicina com especialização em medicina de família e comunidade. O Programa de Bolsa Complementar de Estudo e Pesquisa para Residentes de Medicina de Família e Comunidade (Promed) foi idealizado pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), por meio da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF). A iniciativa funciona como estratégia educacional para formar profissionais na área, qualificando a assistência na Atenção Primária, além de reduzir a ociosidade das vagas de residência, antes nem sempre preenchidas. Também visa favorecer a inserção desses médicos no Sistema Único de Saúde (SUS-DF). O valor da bolsa será de R$ 7.536, pagos durante os dois anos de residência, de forma complementar à bolsa federal. O número de vagas será definido anualmente, conforme a disponibilidade orçamentária e os editais dos processos seletivos. O Promed vai oferecer bolsas de R$ 7.536 a residentes de medicina de família e comunidade | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde “Por meio do Promed, o Governo do Distrito Federal busca valorizar os residentes de medicina de família e comunidade e de outras especialidades prioritárias para o Sistema Único de Saúde local”, afirma a coordenadora de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu e Extensão da ESP-DF, Vanessa Campos. “Atualmente, temos o maior programa de residência em medicina de família e comunidade do Centro-Oeste e o quarto maior do Brasil, com 100 residentes.” Com o incentivo da bolsa, as unidades básicas de saúde (UBSs) passaram a atuar também como espaços de formação de especialistas em atenção primária, sendo denominadas Unidades Básicas de Saúde Escola. Entre 2021 e 2023, a cobertura da atenção primária no DF passou de 43% para 67,83% – um aumento de 25 pontos percentuais. Esse avanço reforça a importância dos residentes qualificação da rede pública de saúde, especialmente na melhoria dos serviços prestados à população. [LEIA_TAMBEM]A criação do Promed representa mais um passo na valorização da formação médica voltada às necessidades do SUS e no fortalecimento da rede pública. A expectativa é ampliar a capacidade de atendimento nas UBSs e contribuir para a fixação de profissionais em regiões com maior vulnerabilidade social. Sobre os programas Regulamentada pela Lei nº 6.932/1981, a residência médica no DF é considerada o padrão-ouro da pós-graduação lato sensu e uma referência na formação de especialistas. Um dos principais objetivos do programa é capacitar médicos para atuar no SUS. Após a especialização, muitos ingressam na Secretaria de Saúde (SES-DF), fortalecendo a rede pública. Além das competências técnicas, a residência incentiva o desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores fundamentais à prática profissional, preparando os médicos para os desafios da saúde pública. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Jornada científica no DF discute desafios e avanços na reabilitação física e cognitiva
A Residência Multiprofissional em Reabilitação Física e Cognitiva da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESPDF) promoveu, nesta quinta-feira (5), a primeira edição da jornada científica do programa. Com foco nos avanços e desafios do tema no Sistema Único de Saúde (SUS), o evento ocorreu no auditório da Fundação Hemocentro de Brasília e trouxe uma programação interdisciplinar, reunindo profissionais das áreas de enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, fisiatria, neuropsicologia, nutrição, psicologia, serviço social e terapia ocupacional. A jornada contou com a participação de cerca de 80 participantes, entre estudantes, residentes e profissionais de saúde, e teve como objetivo o debate dos avanços tecnológicos na área, desafios no atendimento a pessoas com deficiência e as melhores práticas na área de reabilitação física e cognitiva no DF. A jornada contou com a participação de cerca de 80 participantes, entre estudantes, residentes e profissionais de saúde | Foto: Divulgação/Fepecs A programação incluiu palestras, mesas-redondas, workshop prático e apresentações científicas. Os participantes puderam adquirir e aprimorar seus conhecimentos em temas que abordam a relevância do capital humano do SUS e a valorização do papel das equipes multidisciplinares na reabilitação física e cognitiva, evidenciando a força estratégica de seus colaboradores e a importância de uma abordagem humanizada e interdisciplinar no cuidado aos pacientes. O encerramento contou com um quiz interativo e entrega de prêmios. A coordenadora do programa de Residência Multiprofissional em Reabilitação Física e Cognitiva, Flávia Martins von Glehn, destaca que a jornada contou com a participação de profissionais de referência na área de reabilitação e que o evento “reafirma o compromisso do SUS com a capacitação, a inovação, a inclusão e a excelência no cuidado à saúde”. Ela lembra, ainda, que essa é a primeira turma do programa de residência e que o empenho dos residentes fez toda a diferença para o sucesso do evento. Sobre o programa de residência A residência multiprofissional em reabilitação física e cognitiva tem o objetivo de capacitar profissionais da área da saúde para atuar na área, abrangendo as atividades de assistência, ensino, pesquisa e gestão, com uma abordagem interdisciplinar, alinhada à Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência e à Política Nacional de Humanização. O programa também visa desenvolver competências para uma atuação multiprofissional, por meio de treinamento prático e teórico que priorize a aprendizagem crítica, independente e a investigação científica. *Com informações da Fepecs
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Mais de 150 enfermeiros são capacitados em assistência a pacientes com feridas
Cerca de 160 profissionais da Secretaria de Saúde (SES-DF) foram capacitados em cuidados a pacientes com lesões de diferentes complexidades. Realizado nesta semana, o “Curso em Assistência de Enfermagem à Pessoa com Ferida” ocorreu no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). O intuito é aprimorar o atendimento nas atenções Primária, Secundária (especializada) e Terciária (hospitalar). Evento reúne profissionais de todas os níveis de atenção da Secretaria de Saúde | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF “Foram indicados para o curso enfermeiros das sete regiões de saúde com perfil multiplicador. Isto é, capazes de retornar às unidades de lotação e repassar os conhecimentos adquiridos, independentemente do nível de atenção em que atuam”, aponta o gerente de Serviços de Enfermagem na Atenção Primária e Secundária da SES-DF, Ávallus André Araújo. “Profissionais capacitados oferecem um tratamento mais eficaz e resolutivo”, avalia o gerente de Serviços de Enfermagem na Atenção Primária e Secundária, Ávallus André Araújo Organizada pela Gerência de Serviços de Enfermagem na Atenção Primária e Secundária (Genfaps), a capacitação possui carga horária de 10 horas com certificação aos participantes. O conteúdo incluiu anatomia e fisiologia da pele, etapas do processo de cicatrização, classificação e avaliação das feridas, terapias disponíveis na rede e fluxo de atendimento do usuário no Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, discutiu-se o impacto psicológico das feridas na vida dos pacientes. Por mês, são realizados mais de 6 mil procedimentos de curativos na rede pública. “Profissionais capacitados oferecem ao paciente um tratamento mais eficaz e resolutivo, reduzindo o tempo de cicatrização e melhorando a qualidade de vida dos usuários”, ressalta Araújo. Para o enfermeiro Clauber Paulino da Silva, que atua na Unidade Básica de Saúde (UBS) 15 de Ceilândia, o treinamento deve ajudar bastante no cuidado adequado. “Na Atenção Primária, lidamos com uma variedade de lesões diariamente, e essa capacitação ensina a ser mais assertivo na escolha de um tratamento direcionado ao paciente”, conta. Onde procurar ajuda? A rede de mais de 170 UBSs é a porta de entrada preferencial para o usuário que precisa de avaliação e tratamento de feridas. “Sempre orientamos que o usuário busque primeiro a Atenção Primária, onde nossos profissionais de enfermagem estão preparados para avaliar a lesão e, se necessário, encaminhar o paciente para um nível de atenção mais especializado”, aconselha. *Com informações da SES-DF
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Dia do Nutricionista é celebrado com evento na Fepecs
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) antecipou as comemorações do Dia do Nutricionista, celebrado oficialmente em 31 de agosto, com um evento especial realizado nesta terça-feira (27), no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências de Saúde (Fepecs). Organizado pela Gerência de Serviços de Nutrição (Gesnut), o encontro teve como objetivo fortalecer a integração entre os profissionais que atuam na rede pública de saúde, além de discutir temas relevantes para a área. Atualmente, a rede é composta por cerca de 360 nutricionistas. O encontro teve como objetivo fortalecer a integração entre profissionais e discutir temas relevantes na área de nutrição | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Para a gerente da Gesnut, Carolina Gama, a celebração ressalta a importância dos nutricionistas no cuidado à saúde da população. “O nutricionista é um profissional essencial dentro da Secretaria de Saúde. Atuamos em diversas áreas, como atenção primária e secundária, bancos de leite humano, hospitais, atenção domiciliar, gestão e vigilância sanitária. Nosso trabalho abrange desde a promoção da saúde até a regulação dos alimentos, sempre focado na prevenção de doenças, tratamento e reabilitação”, destacou. “Nosso trabalho abrange desde a promoção da saúde até a regulação dos alimentos, sempre focado na prevenção de doenças, tratamento e reabilitação”, destacou a gerente da Gesnut, Carolina Gama (à esquerda) A programação incluiu mesas redondas sobre segurança alimentar e nutricional, promoção da alimentação adequada e saudável, nutrição clínica, entre outros. Também ocorreram dinâmicas, sorteios, apresentações de experiências positivas executadas na rede pública de saúde e trabalhos desenvolvidos pelos profissionais em seus mestrados e doutorados. A nutricionista do Hran, Andréia Duarte, abordou o estigma da obesidade. “O estigma afeta negativamente a saúde física, social e emocional dessas pessoas” Um dos trabalhos, apresentado pela nutricionista do Hran, Andréia Duarte, abordou o estigma da obesidade e como profissionais de saúde devem fazer para evitar discursos que culpabilizam os pacientes pelo excesso de peso. “É fundamental que nossas práticas realmente promovam a saúde dessa população, pois o estigma afeta negativamente a saúde física, social e emocional dessas pessoas”, explicou. Outro exemplo de pesquisa apresentado foi o da nutricionista Cleide Lopes, da Gerência de Serviços da Atenção Primária à Saúde (Gsap) 6 de Sobradinho. Em sua dissertação de mestrado, a profissional avaliou a interlocução entre os planos distritais de segurança alimentar e nutricional e o Sistema Único de Saúde (SUS). “Precisamos garantir que nossos usuários do SUS tenham segurança alimentar, não apenas em casa, mas também nos hospitais”, afirmou. Dia do Nutricionista O Dia do Nutricionista é comemorado em 31 de agosto em alusão à fundação em 1949 da Associação Brasileira de Nutricionistas (ABN), hoje conhecida como Associação Brasileira de Nutrição (Asbran). *Com informações da SES-DF
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Gestão da saúde pública é tema de jornada organizada por residentes da Fepecs
Residentes, servidores e gestores da Secretaria de Saúde do DF (SES) participam, desde quarta-feira (5), da IV Jornada Científica Políticas Públicas Baseadas em Evidências, no auditório do Centro Universitário da UDF. O evento, que termina nesta quinta (6), discute o aperfeiçoamento de processos de gestão da saúde pública. “Na graduação, a gente entende a importância, mas não se aprofunda no tema”, avalia a estudante de enfermagem da Fepecs Maria Vitória da Cruz | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde Os temas das palestras abrangem tecnologia e informação em saúde, financiamento e orçamento público no SUS. Também fazem parte da programação duas mesas-redondas e quatro minicursos ministrados por especialistas. Trabalhos relacionados aos dois eixos temáticos, Divisão dos níveis de atenção e Políticas públicas baseadas em evidências, também são apresentados. O encontro é organizado por participantes do Programa de Residência de Gestão de Políticas Públicas para a Saúde, da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). “Esse evento é construído na perspectiva deles, para que possam ter a competência de organizar e participar; é uma dupla função dentro do aprendizado do perfil do gestor”, afirma o coordenador do programa, o enfermeiro Suderlan Sabino, da Secretaria de Saúde do DF (SES). A relevância da profissionalização da gestão foi um ponto ressaltado pela cardiologista da SES Vanessa Dalva Guimarães, coordenadora dos cursos de pós-graduação lato sensu da Fepecs. “Vamos ter especialistas que possam direcionar como a política tem que ser realizada e montada, em caráter multidisciplinar, com a participação social”, resume. “Na graduação, a gente entende a importância, mas não se aprofunda no tema”, comentou a estudante de enfermagem da Fepecs Gabriela Maria Martins. “Eu quis vir para entender melhor toda essa dinâmica que acontece em relação ao desenvolvimento de políticas públicas, tendo em vista as evidências científicas que você coleta.” Residente do programa, a sanitarista Maria Vitória da Cruz avalia: “A ideia é que o evento possa contribuir para nossa formação e para os profissionais que já estão em serviço. O objetivo é agregar na construção de saberes e na prática do serviço no dia a dia”. *Com informações da Fepecs
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Simpósio de Análises Clínicas aproxima estudantes do mercado de trabalho
Para preparar os futuros profissionais do curso de Técnico em Análises Clínicas (TAC), a Escola Técnica de Saúde de Brasília (Etesb), vinculada à Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES), realiza, nesta quarta-feira (22), o I Simpósio de Análises Clínicas. O intuito é apresentar para os estudantes do primeiro ciclo de 2024 as inúmeras possibilidades de trabalho que a formação oferece desde o início dos estudos. O evento é realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). O I Simpósio de Análises Clínicas levou aos estudantes do primeiro ciclo de 2024 as inúmeras possibilidades de trabalho que a formação oferece desde o início dos estudos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para isso, palestras com profissionais da área, incluindo servidores da SES, abordaram diversos temas que farão parte da rotina dos futuros técnicos. Entre eles, controle de qualidade aplicado aos laboratórios de emergência, rotina laboratorial para exames de emergência e unidades de terapia intensiva (UTI) da rede pública do DF e coleta de amostras para pesquisa de vírus respiratórios. Para a aluna Marcel Fleury, o simpósio é uma boa oportunidade para se preparar para o mercado de trabalho, além de considerar que os estudos são complementares para o curso de biomedicina A aluna Marcel Fleury, que tem 36 anos e mora na Asa Norte, afirma que o simpósio é uma boa oportunidade para se preparar para o mercado de trabalho. Além disso, como estudante de biomedicina, ela afirma que os estudos são complementares. “É muito bom para entender melhor as áreas de atuação. Além disso, um curso complementa o outro”, afirma a estudante que pretende trabalhar com perfusão extracorpórea. Ou seja, monitorando os aparelhos que regulam as funções vitais de pacientes durante procedimentos cirúrgicos. Inocência Fernandes, diretora executiva da Fepecs, afirma que as aulas do curso de técnico em análises clínicas foram retomadas após atuação da SES com o remanejamento de servidores da saúde Reforço da saúde A diretora executiva da Fepecs, Inocência Fernandes, explica que as aulas do curso de técnico em análises clínicas foram retomadas após atuação da SES com o remanejamento de servidores da saúde. “Foi um trabalho de equipe para viabilizar as aulas com foco na formação de pessoas em vulnerabilidade”, ressalta. Para auxiliar os estudantes a darem prosseguimento aos estudos, o diretor da Etesb, Roberto Carlos Alves Louzeiro, explica que a grade horária do curso, que é de 40 horas semanais, é montada ouvindo os alunos. “O objetivo é evitar a evasão escolar e apoiar os estudantes”, afirma. Criado em 1964, o curso é gratuito e já formou 260 técnicos em análises clínicas. Ele foi pausado durante a pandemia, já que os professores, que são profissionais de saúde da SES, precisaram atuar na linha de frente de combate à covid-19. As aulas foram retomadas no início deste ano. Atualmente, são 20 estudantes selecionados por meio de edital. A duração do curso é de um ano e meio. O coordenador do TAC, Edejan Heise de Paula, observa que um dos grandes diferenciais oferecidos aos alunos é que os estágios são realizados dentro de unidades da própria SES, como os laboratórios da rede pública de saúde. “Oferecemos a integração do ensino com estímulo à socialização”, reforça.
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Ciclo de seminários passa pelas sete regiões de saúde do DF
A Escola de Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (Eapsus) encerrou, nesta quinta-feira (9), um longo período de seminários para supervisores das atividades práticas curriculares. O evento teve início em novembro de 2022, na Região de Saúde Leste, e, após percorrer as outras seis regiões de saúde, o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) foi escolhido para representar a Região Central e fechar o ciclo de palestras. Com o objetivo de esclarecer sobre o papel dos supervisores nos cenários de ensino, durante os seminários foram pontuadas as regras contidas na Portaria Conjunta nº 2 e a Legislação sobre Estágio. Conveniada a 26 instituições de ensino, a Eapsus é responsável por gerenciar as vagas de estágio ofertadas aos estudantes de cursos de graduação e de ensino técnico nos cenários da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Um ponto importante abordado no decorrer dos seminários foi a separação de papeis entre os atores nos cenários de ensino | Foto: Arquivo/Agência Brasília À frente das palestras, exercendo o papel de interlocutora entre a instituição e os supervisores, a gerente de Integração Ensino-Serviço da Eapsus, Verônica Lobo, destaca que “os seminários tiveram a finalidade de esclarecer aos supervisores as regras normativas da portaria, para que eles conhecessem quais são os direitos e deveres da função que exercem.” Além disso, ela explica que, ao longo dos encontros, também foi classificada “como deve ser a relação com a instituição de ensino, com o estudante e com o docente.” Um ponto importante abordado no decorrer dos seminários foi a separação de papeis entre os atores nos cenários de ensino. Isso porque não podem ser confundidas as atribuições do docente e do supervisor, pois cada um tem a sua responsabilidade, bem delimitada pela portaria. Verônica afirma que “não existe estágio sem docência, o supervisor é um corresponsável no cenário.” Também foram tratadas questões referentes às pactuações de vagas, fluxos dos processos de trabalho e necessidade do uso do crachá nos cenários, “que indica a regularização daquele estudante, ou seja, demonstra que ele pertence a uma instituição de ensino conveniada, possui uma apólice de seguro, um docente e um supervisor responsável”, assegura Verônica. Regiões de Saúde Cerca de 200 servidores que desempenham o papel de supervisor de cenário de ensino participaram dos Seminários nas sete regiões de saúde. Alguns hospitais, como o de Samambaia, também tiveram a presença do diretor, que aproveitou o momento para compreender melhor as ações de integração ensino-serviço e se tornar multiplicador na unidade. “A experiência foi muito positiva, escutamos as dúvidas, esclarecemos pontos importantes, e algumas regiões já estão querendo que a gente volte para um segundo encontro”, comemora Verônica. Cada Seminário teve um direcionamento diferente, apesar do conteúdo semelhante. Isso foi pactuado para se adequar à realidade de cada região e atender às necessidades percebidas previamente por meio dos Núcleos de Educação Permanente (Neps) regionais. “A gente percebe que os núcleos conseguem filtrar melhor qual a dificuldade enfrentada por cada região; temos uma relação de parceria para fazer um trabalho integrado e diminuir cada vez mais as lacunas identificadas”, explica a gerente. Atualmente, mais de mil cenários compõem os locais onde estudantes aprendem na prática o que as salas de aula não são capazes de oferecer. Isso inclui a Atenção Primária à Saúde (APS), Atenção Secundária, Gestão e Vigilância. Visitas futuras Finalizados os encontros nas regiões de saúde, o próximo passo é visitar os locais administrativos e de vigilância, que também recebem os estudantes. Em junho, a equipe da Eapsus estará no prédio da Administração Central (ADMC) da SES. Em seguida, também vai percorrer o Laboratório Central de Saúde Pública do DF (Lacen) e a Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS). “Como percebemos uma grande melhora após os seminários nas regiões, vamos ampliar esse canal de comunicação com as áreas de gestão e vigilância, a fim de que seja alcançada a excelência dos processos de trabalho em todos os níveis”, conclui Verônica. *Com informações da Fepecs
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Escola Superior de Ciências da Saúde recebe visita do Conselho Federal de Medicina
O mês de abril será marcado por uma visita do Conselho Federal de Medicina (CFM) à Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), a fim de reconhecer a qualidade do ensino por meio do Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (Saeme). A metodologia ativa utilizada na instituição para garantir que os alunos tenham uma vivência prática da medicina desde o início do curso é um dos fatores que podem conferir a certificação do CFM, que possui reconhecimento internacional pela Word Federation Of Medical Education. Metodologia ativa utilizada na Escs é um dos fatores que podem conferir a certificação do CFM | Foto: Divulgação/ Fepecs Para receber essa visita, a Escs passou por um processo dividido em quatro etapas. Na primeira, foi preenchido um questionário online que abrange cinco domínios: gestão educacional, programa educacional, corpo docente, corpo discente e ambiente educacional. Na fase seguinte, os dados foram analisados por uma comissão que, após aprovar os requisitos, marcou a data da visita ao curso de medicina com uma equipe composta por quatro avaliadores, sendo um discente. A última etapa consiste em um relatório final com parecer, após a visita. A diretora da Escs, Marta David Rocha, afirma: “Espero que a escola receba o certificado, que é um selo impactante da nossa qualidade de ensino, e que estamos tentando [receber] desde 2020. Avaliamos os apontamentos e corrigimos o que foi sugerido, resolvendo as falhas verificadas. Acredito que agora vamos conseguir”. Arte: Divulgação/ Fepecs No período compreendido entre os dias 8 e 10 feste mês, a Escs vai receber os visitantes que, depois de avaliar o curso, vão elaborar o relatório final com parecer sobre o reconhecimento, garantindo que a instituição e o programa de medicina atendem a padrões rigorosos de qualidade no ensino, infraestrutura, recursos humanos e pesquisa. Benefícios O certificado é a comprovação da excelência, qualidade e dedicação da instituição em formar profissionais com capacitação de padrão internacional. As escolas de medicina creditadas pelo Saeme geralmente têm seu prestígio reconhecido internacionalmente, o que pode facilitar a aceitação de diplomas e certificações em outros países. Além disso, a acreditação demonstra que a instituição oferece um ambiente de aprendizado de alta qualidade, com currículo atualizado, métodos de ensino eficazes e oportunidades de aprendizado prático e clínico. Outro benefício desse tipo de reconhecimento é o acesso a recursos adicionais, como financiamento para pesquisas, programas de intercâmbio internacional e parcerias com instituições médicas de renome. Complementar a isso, alguns programas de residência podem preferir candidatos que se formaram em escolas de medicina credenciadas, aumentando, assim, as chances de os estudantes serem aceitos. Sobre a importância do credenciamento, Marta explica que “a partir de 2025, apenas egressos de instituições acreditadas poderão fazer processos de residência nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra”. E complementa: “Além de permitir aos nossos egressos alçarem outros países, teremos um relatório de avaliação externa, que proporciona indicadores que permitem identificar como podemos melhorar”. A Escs foi inaugurada em 2001, e, em 2021, passou a integrar a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF). *Com informações da Fepecs
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Combate à dengue é pauta de debate entre pesquisadores do DF
Em busca de um aprimoramento nos cuidados com os paciente da dengue, a Secretaria de Saúde (SES-DF) se reuniu, nesta terça-feira (12), com pesquisadores da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências de Saúde (Fepecs) e da Universidade de Brasília (UnB) para discutir as possíveis causas do aumento do número de casos da doença. No encontro, a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, ressaltou o interesse da pasta em atuar com diferentes entidades para otimizar a assistência. Em reunião com pesquisadores da Fepecs e da UnB, Secretaria de Saúde discutiu possíveis causas do aumento da dengue no DF | Foto: Jhonatan Cantarelle/ Agência Saúde A gestora destacou as diversas ações já tomadas no combate à doença. Desde o início do crescimento dos casos, a SES-DF aprimorou as notificações, com aumento das visitas domiciliares. Além disso, os serviços da atenção primária, porta de entrada do sistema público de saúde, foram ampliados por meio da extensão do horário de funcionamento das unidades básicas de saúde (UBSs) e da adequação de salas para hidratação e medicação intravenosa. A reunião teve o objetivo de identificar os possíveis gargalos e as áreas que podem ser aprimoradas. “Hoje, precisamos ver onde avançamos e o que podemos corrigir do que já foi feito. Precisamos apurar essas informações para saber se estamos próximos de uma estabilização ou se estamos perto da ascensão, porque medidas foram tomadas, o caminho foi percorrido”, afirmou a titular da SES-DF. “Precisamos ver onde avançamos e o que podemos corrigir do que já foi feito” Lucilene Florêncio, secretária de Saúde do DF Estudos No encontro, estava presente um grupo de pesquisadores da UnB que estudou os casos de dengue em São Sebastião de 2020 a 2021, em uma amostra de 1.405 moradores. O coordenador da pesquisa, Walter Ramalho, destacou os resultados obtidos, que levantaram questionamentos a serem trabalhados futuramente, como a possibilidade de subnotificação de casos já avistados naquele período. Ainda em andamento, a próxima etapa do estudo será o processamento dos dados. “Percebemos que muitas pessoas que tiveram resultado positivo para dengue não sabiam que tiveram a doença, o que nos leva a crer que o diagnóstico das arboviroses não é tão fácil e simples”, ponderou. Para o pesquisador, o atual cenário epidemiológico ainda segue sem explicações sobre origem e causa. Ele lembrou que testes moleculares e metagenômicos são necessários no momento para uma melhor identificação de soluções. Representantes da Fepecs debateram outros pontos sobre a dengue e o cuidado adequado com a doença. “No momento, a estratégia a ser adotada deve ser a ampliação. A única opção é aprimorar as operações em si, a questão do acesso. Precisamos entender se o atendimento está chegando de forma completa ao paciente”, explicou o coordenador de pesquisa da entidade, Sérgio Fernandes. *Com informações da SES-DF
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Novos residentes e estagiários são recebidos em hospital da Santa Maria
A equipe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital Regional de Santa Maria fez o acolhimento dos novos residentes e estagiários que passarão o semestre na unidade hospitalar. São 12 residentes da Fepecs e 12 estagiários do 8º semestre do curso de odontologia da Uniceplac. O coordenador de Compliance e Governança do IgesDF, Eduardo Corrêa, proferiu palestra para os novos residentes e estagiários sobre o combate e prevenção ao assédio | Fotos: Jurana Lopes/IgesDF “Recebê-los engrandece o serviço, porque são pessoas novas, que vêm repletas de curiosidade, vivacidade e expectativa de fazer acontecer. Então, isso energiza a gente e dá o estímulo constante para trabalhar, estudar e procurar melhores soluções, ajudar em pesquisas científicas. Eles trazem essa vivacidade toda para a equipe, por isso é tão importante a presença dos estagiários e, principalmente, dos residentes”, explica a chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial, Érika Maurienn. Em contrapartida, ela destaca que a equipe possui profissionais experientes, o serviço é consolidado onde é realizado um trabalho de excelência dentro do SUS e começa a andar juntos em prol de uma assistência ao paciente cada vez melhor. Os residentes e estagiários foram recepcionados pela equipe, que falou sobre a estrutura do serviço prestado no HRSM. Depois, houve duas palestras, uma da equipe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do HRSM sobre prevenção de infecções, e outra com o coordenador de Compliance e Governança do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Eduardo Corrêa, que abordou o tema sobre o combate e prevenção ao assédio. A nova equipe do HRSM passa a contar com 12 novos residentes da Fepecs e 12 estagiários do 8º semestre do curso de odontologia da Uniceplac “É importante reforçar que o IgesDF possui uma Política de Combate e Prevenção ao Assédio, e todos os profissionais que atuam no Instituto precisam conhecer e aplicar o disposto na norma”, destaca. Corrêa focou na caracterização do assédio moral e sexual, apresentando medidas preventivas, discutindo atos de gestão, destacando o canal de denúncias disponíveis e ressaltando as normas institucionais vigentes. Ao término, todos os presentes participaram de um coffebreak que a equipe organizou. Expectativas As estagiárias Marcela Jordão, Gabriela Silva e Amanda Batista gostaram muito da recepção e estão ansiosas pelo estágio dentro de um hospital. As três estão decididas a se especializarem, após o término da faculdade, em odontologia hospitalar. “Quero muito seguir na área de bucomaxilofacial, pois acho um trabalho incrível, que transforma vidas”, avalia. Já Amanda quer seguir na área de UTI ou oncologia. “Estou louca pra conhecer e vivenciar a rotina hospitalar, dentro de UTI e centro cirúrgico, isso me fascina”, afirma Jordana. Já as residentes, Kelly Alencar e Érika Santos enxergam a odontologia hospitalar como uma maneira de fazer a diferença na vida das pessoas, desde o atendimento mais simples, até o mais complexo. “Quando eu estava estagiando dentro de hospital vi o quanto posso mudar a vida dos pacientes e, por isso, me apaixonei pela área e decidi fazer a residência na odontologia hospitalar”, relata Érika. Serviço no HRSM Atualmente, o Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial conta com sete especialidades ● Endodontia (tratamento de canal) ● Periodontia (trata as doenças gengivais) ● Radiologia (exames de imagem e laudos) ● Cirurgia bucomaxilofacial (tratamento dos casos mais complexos de tumores benignos, remoção de dentes inclusos) ● Estomatologia (atua no diagnóstico de lesões da cavidade bucal e prevenção do câncer de boca) ● Disfunção temporomandibular (trata os problemas das articulações da mandíbula) ● Atendimento PCD (atendimento à pessoa com deficiência que não consegue ser tratada no ambulatório, sendo o HRSM a maior referência no Distrito Federal para esse perfil) *Com informações do IgesDF
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Pesquisa em Saúde: mais de mil médicos em residências multiprofissionais
“Como diretora-executiva da Fepecs estou realizada com o ano de 2023. Tivemos grandes conquistas enquanto instituição de ensino e pesquisa e mantenedora de três escolas que ofertam cursos técnicos, de graduação, pós-graduação e aperfeiçoamento aos profissionais de saúde. A Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) formou, recentemente, 80 médicos e 62 enfermeiros, além de 100 mestres e um doutor nos programas scricto sensu, com áreas de atuação na saúde da população do DF. Também ofertou sete cursos de pós-graduação lato sensu e inseriu 1.227 médicos e 771 outros profissionais da saúde por meio das residências médica e multiprofissional. A Escola Técnica de Saúde de Brasília (Etesb) certificou uma turma de técnicos de enfermagem e outra de técnicos em saúde bucal. Outro processo seletivo foi aberto para técnicos em análises clínicas. Instituição tem a missão de ensinar, promover educação permanente, fomentar a pesquisa e integrar ensino-serviço | Foto: Divulgação/Fepecs No âmbito da educação a distância, a Escola de Aperfeiçoamento do SUS (EapSUS) promoveu 64 cursos, com mais de 19 mil inscritos, além de gerir convênios com 27 instituições de ensino, contemplando 19.865 alunos em estágios supervisionados e seis milhões de recursos em contrapartida. A biblioteca adquiriu diversos serviços para modernizar o ensino, incluindo uma plataforma de livros eletrônicos e 275 publicações impressas, nos campos de saúde, educação e áreas afins, para atualizar e qualificar o acervo. Ao longo do ano, a Fepecs trabalhou na instituição do Comitê Interno de Governança; na elaboração do Plano Plurianual 2024-2027; e na proposta de Lei Orçamentária de 2024. Participou ativamente do Plano Estratégico do DF e do Plano Distrital de Saúde do DF. Implantou a Gestão de Riscos da Fepecs. Publicou o Regimento Interno revisado. E, ainda, foi premiada pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) com a campanha Elogiar Faz Bem e pelo Índice de Transparência. Sinto-me honrada com o trabalho à frente desta instituição, que tem a missão de ensinar, promover educação permanente, fomentar a pesquisa e integrar ensino-serviço.” *Inocência Rocha da Cunha Fernandes, diretora-executiva da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Após 11 anos, proposta do Ppcub está pronta para análise pela população
Após mais de 11 anos de trabalho e discussões, a proposta de lei do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub) está pronta para ser debatida novamente com a população, em audiência pública, neste sábado (11). O evento será às 9h, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências de Saúde (Fepecs), na Asa Norte. Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília abrange, entre outras regiões administrativas, o Plano Piloto | Foto: Divulgação/Agência Brasília Fundamental para o futuro da capital federal, o Ppcub reúne toda a legislação urbanística da área do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB), tombado nas instâncias distrital e federal e inscrito como Patrimônio da Humanidade. Abrange as regiões administrativas do Plano Piloto, Cruzeiro, Candangolândia e Sudoeste/Octogonal/Setor de Indústrias Gráficas (SIG), incluindo o Parque Nacional de Brasília e o espelho d’água do Lago Paranoá. Desde 11 de outubro, o material completo sobre a proposta está disponível para consulta no portal oficial do Ppcub, lançado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh). Os interessados têm até este sábado para enviar sugestões, dúvidas ou reclamações sobre o Plano, por meio do portal, na aba “Participe”, para o e-mail ppcub@seduh.df.gov.br, ou presencialmente na audiência pública. Tutorial Na página inicial do portal do Ppcub é possível visualizar a minuta completa do projeto de lei complementar (PLC) elaborado pela Seduh, que possui 67 páginas detalhando o Plano. No site, a população ainda tem acesso a um amplo tutorial de como interpretar e encontrar informações sobre a proposta de lei complementar, com campos explicando o que é o Ppcub, a área de abrangência, atuação, como consultar e próximos passos. [Olho texto=”“A proposta está madura e pronta para ser discutida com a sociedade. Por isso, é importante a população se inteirar sobre o Ppcub, para construirmos uma proposta democrática, justa e colaborativa para o futuro de Brasília” ” assinatura=”Marcelo Vaz, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ao todo, são 168 artigos e 15 anexos disponíveis com mapas, quadros, planilhas e tabelas de usos e atividades no CUB, além da memória técnica com todo o processo de trabalho dos últimos 11 anos, os sumários executivos dos estudos técnicos e a possibilidade de pesquisar sobre o CUB no Geoportal, que possui mapas georreferenciados com detalhes de cada localidade. “É um trabalho que envolveu toda a equipe da Seduh”, afirma o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. “Agora, a proposta está madura e pronta para ser discutida com a sociedade. Por isso, é importante a população se inteirar sobre o Ppcub, para construirmos uma proposta democrática, justa e colaborativa para o futuro de Brasília.” Diretrizes A versão mais recente da proposta possui três diretrizes principais: ? Plano de preservação: proteção do patrimônio urbanístico e arquitetônico de Brasília, tratando das quatro escalas urbanas residencial, monumental, gregária (onde se situam os setores bancário, hoteleiro, comercial e de diversões) e bucólica (áreas livres e arborizadas); ? Uso e ocupação do solo: atualização das normas de uso, ampliando o rol de atividades permitidas e padronizando os parâmetros de ocupação do solo; ? Plano de desenvolvimento local: trata da elaboração de estudos, planos, programas e projetos para o futuro de Brasília. Para a organização da área, o Ppcub divide o conjunto urbanístico em 12 territórios de preservação (TPs), cada um com regras próprias e subdivididos em unidades de preservação (UPs), onde são definidos os parâmetros de uso e ocupação e os instrumentos de controle urbanístico e de preservação. Dessa forma, o Plano permitirá uma gestão do território do CUB com maior eficácia e de maneira compartilhada entre os órgãos distritais responsáveis pela cultura e fiscalização, bem como do governo federal, responsável pela preservação do sítio tombado. Possibilitará, também, maior clareza e transparência quanto ao que deve ser preservado, definindo diretrizes para o planejamento urbano e a gestão do território. Com isso, é possível qualificar, modernizar e atingir a complementação desejável e sustentável do CUB. Parâmetros As planilhas de parâmetros urbanísticos e de preservação (Purps) serão os instrumentos do Ppcub mais utilizados no dia a dia, tanto por pessoas interessadas no licenciamento de atividades econômicas quanto por profissionais da área de arquitetura e engenharia. Sinalizada no Anexo VII da proposta de lei complementar, a Purp trata de três pontos principais: ? Valor patrimonial: contempla o patrimônio cultural, indicando os bens efetivamente tombados e os exemplares com indicação de preservação; ? Parâmetros de uso e ocupação do solo: estabelecem os parâmetros construtivos por grupo de lotes que possuem os mesmos índices urbanísticos e arquitetônicos; ? Dispositivos de parcelamento e tratamento do espaço urbano: estabelecem desde as situações onde se aplicam determinados instrumentos até o reforço das diretrizes e recomendações. Construção [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Após anos em discussão e várias reuniões com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a proposta passou pelo crivo do órgão. Isso porque foi construída dentro dos limites da portaria n° 166/2016 do instituto, que foi usada como referência na elaboração do projeto. Além disso, a proposta também foi debatida por mais de um ano em 29 reuniões com entidades civis e do Governo do Distrito Federal (GDF) que integram a Câmara Temática do CUB, criada em abril de 2022 pelo plenário do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan). Depois da audiência pública, a Seduh avaliará as sugestões apresentadas pela população, fazendo os ajustes técnicos necessários na proposta. Em seguida, o texto será levado à análise do Conplan, e, com a deliberação do colegiado, encaminhado à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Serviço Audiência pública sobre o Ppcub ? Data: sábado (11) ? Horário: 9h ? Local: Auditório da Fepecs – Setor Médico Hospitalar Norte (SMHN), Quadra 3 Asa Norte ? Transmissão: pelo YouTube, no canal Conexão Seduh. *Com informações da Seduh
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Aberto processo seletivo para mestrados acadêmico e profissional em saúde
A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) divulgou dois processos seletivos com vagas para mestrados acadêmico e profissional na instituição. As inscrições estarão abertas a partir desta quarta (11). Vagas se destinam a candidatos que atuem em áreas específicas da saúde | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Brasília A oportunidade é para candidatos com curso de graduação na área de saúde ou afim, que tenham envolvimento em campos de atuação como Atenção à Saúde e Política, gestão e educação em saúde, ou ainda linhas de pesquisa em Qualidade da assistência à saúde da mulher, da criança e do adolescente e Qualidade da assistência à saúde do adulto e do idoso. Os editais divulgados são anuais, com chances para profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) do Distrito Federal e de outras esferas de governo, além de vagas abertas para toda comunidade. Com uma rigorosa lista de documentos a serem apresentados, a publicação enumera pré-requisitos como comprovação de vínculo de trabalho e familiaridade com o inglês. “Os cursos têm o objetivo de qualificar e capacitar os profissionais para a assistência no SUS”, afirma o gerente de cursos de mestrado e doutorado da Escs, Levy Santana. Ele lembra que os interessados podem concorrer às vagas nas duas modalidades de mestrado, mas precisam optar por uma delas para se matricular. Mestrado acadêmico [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O edital com as informações sobre o mestrado acadêmico enumera quatro etapas pelas quais os candidatos devem passar para concorrer às 16 vagas ofertadas. Presencial, o curso conta com carga horária de 450 horas e exige, na primeira etapa, que é eliminatória, a análise e homologação dos documentos apresentados. Aqueles que passarem à segunda etapa, de caráter classificatório e eliminatório, serão avaliados quanto ao anteprojeto estabelecido no edital e sua viabilidade técnica pelo orientador proposto. Mais adiante, na terceira etapa, que também é classificatória e eliminatória, o anteprojeto será avaliado por uma banca examinadora. Na quarta e última etapa, de caráter meramente classificatório, será feita a análise do formulário de pontuação de títulos e produção técnico-científica apresentado pelo candidato. As exigências descritas para cada etapa constam nos anexos do edital, que também possui o cronograma do processo seletivo. Mestrado profissional Os candidatos ao mestrado profissional vão concorrer a 18 vagas, divulgadas em edital composto por três etapas. O curso, com duração de 24 meses e aulas presenciais, tem como produto final a elaboração de um artigo científico e um produto técnico aplicável ao serviço. Na primeira etapa, de caráter eliminatório, haverá avaliação e homologação de documentos apresentados pelos candidatos. Já na segunda etapa, classificatória e eliminatória, uma banca examinadora será responsável pela avaliação dos anteprojetos entregues. Na última etapa, classificatória, será feita a análise do formulário de pontuação de títulos e produção técnico-científica apresentado pelo candidato. Três quesitos compõem o formulário, e a nota máxima pode atingir 100 pontos. Inscrição e cronograma Os dois editais possuem o mesmo prazo para inscrição. Os candidatos podem se inscrever até o dia 18, no site da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), e devem observar os prazos para confirmação, recurso e matrícula. Após a divulgação dos resultados e homologação do processo seletivo, a data provável para matrícula dos convocados é 10 de novembro. Já o início das aulas está previsto para 16 de novembro. *Com informações da Fepecs
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Fundação adota primeira política de gestão de riscos
A Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) tornou pública, nesta sexta-feira (15), a primeira política de gestão de riscos da instituição, que foi elaborada com orientação da Coordenação de Auditoria de Riscos e Integridade (Coris), da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), e aprovada pelo Comitê Interno de Governança (CIG). [Olho texto=”“A matriz de risco vai ajudar a enxergar, evitar e minimizar riscos. Mas, caso o risco aconteça, nos dá a possibilidade de observar e entender quais consequências esse risco traz”” assinatura=”Laís Nogueira Figueiredo, gerente de Planejamento e Controle Interno” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Considerada essencial pelas áreas de planejamento e controle interno da Fepecs, a política foi instituída de maneira inédita, a partir de oficinas promovidas pela CGDF, que serviram de consultoria àqueles setores. Auditores do órgão de controle apontaram a melhor maneira de adequar o mapeamento de riscos às necessidades e realidade da instituição, a fim de que o resultado fosse promissor. Após todo o trabalho de construção da política de riscos, o documento foi apresentado ao CIG durante uma reunião que, além de aprová-lo, definiu também a criação da primeira matriz de risco e, estabeleceu que os trabalhos começassem pela Unidade de Administração Geral (UAG), sendo seu escopo na parte de contratação e convênios. A gerente de Planejamento e Controle Interno da Fepecs, Laís Nogueira Figueiredo, explica: “A matriz de risco vai ajudar a enxergar, evitar e minimizar riscos. Mas, caso o risco aconteça, nos dá a possibilidade de observar e entender quais consequências esse risco traz”. O objetivo dessa política é não só mitigar os riscos assumidos pela instituição, mas também estabelecer aqueles que são aceitáveis e que, por si só, não implicam desafios de grande porte. Além disso, a política vai atender à nova lei de licitações, que entra em vigor no próximo ano e exige que seja feita uma análise de riscos prévia para todas as contratações. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo o coordenador de Planejamento e Gestão Estratégica da fundação, Evandro Martins Medeiros, “essa política contribuirá com as necessidades da nova legislação e, ao mesmo tempo, atenderá a uma demanda de governança”. CIG O Comitê Interno de Governança (CIG) é fruto de uma parceria com a CGDF que, no início deste ano, ofereceu suporte para voltar aos trabalhos que haviam sido interrompidos durante um longo período. Com a reestruturação do CIG, atividades de governança começaram a ser desenvolvidas no âmbito da Fepecs a partir do direcionamento da Subcontroladoria de Governança e Compliance da CGDF, que promoveu inúmeros encontros com gestores da fundação. As reuniões do CIG ocorrem sempre às segundas terças-feiras de cada mês, e, nesta semana, em sua 11ª edição, o comitê deliberou sobre o plano de ação e mecanismos de governança da Fepecs. *Com informações da Fepecs
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