Programa QualificaDF Móvel oferece 1.012 vagas para diversos cursos de qualificação profissional
O programa QualificaDF Móvel abriu inscrições para 1.012 vagas em cursos de qualificação profissional. Os interessados podem se inscrever até o dia 23 de março, pelo portal da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet), neste link. Cursos da 6ª etapa do QualificaDF Móvel serão realizados nas regiões de Água Quente, Estrutural, Samambaia e Fercal; inscrições podem ser feitas até o dia 1º de abril | Foto: Divulgação/Sedet-DF Os cursos de qualificação profissional oferecidos têm uma carga horária total de 80 horas/aula e serão ministradas em dois turnos: matutino, das 08h às 12h, e vespertino, das 14h às 18h. As oportunidades estão distribuídas nas regiões de Água Quente, Estrutural, Samambaia e Fercal. O início das aulas está previsto para 1º de abril. Entre os cursos disponíveis estão os de design gráfico, auxiliar administrativo, atendente de farmácia e design de sobrancelhas, entre outros. O QualificaDF Móvel visa proporcionar capacitação e qualificação profissional, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal. Os cursos são destinados a pessoas que buscam aprimorar suas habilidades e aumentar suas chances de inserção no mercado de trabalho. Mais informações na Subsecretaria de Qualificação Profissional (SQP) da Sedet, pelo telefone (61) 3773-9559. *Com informações da Sedet-DF
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GDF Mais Perto do Cidadão chega a Santa Maria com atenção especial ao público idoso
A 40ª edição do programa GDF Mais Perto do Cidadão terá um diferencial: a pessoa idosa será protagonista. O evento, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), chega a Santa Maria nesta sexta-feira (1º/11), das 9h às 16h, e no sábado (2/11), das 9h às 12h, com todos os serviços e atendimentos de saúde e de áreas sociais já conhecidos pela população. A programação inclui cuidados para pets, com oportunidade de vacinação antirrábica | Foto: Divulgação-Sejus-DF “Desta vez, estamos adotando um olhar ainda mais especial ao público de 60 anos ou mais, por meio do programa Viver 60+, que tem como foco o bem-estar, a saúde e a qualidade de vida da pessoa idosa do Distrito Federal e que já atende 12 cidades”, explica a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. A programação inclui atrações das mais variadas na Tenda do Idoso, que ampliou o seu espaço e ganhou uma localização de destaque na área do evento. A ação ocorrerá na Quadra Central 1, Conjunto H, ao lado do ginásio poliesportivo. Atividades Mais de 270 mil pessoas já foram atendidas pelo programa desde 2023 Quem visitar a tenda poderá participar de um bate-papo sobre prevenção à violência contra a pessoa idosa, que contará com representantes da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). O espaço também terá serviços de avaliação da mobilidade articular, capacidade funcional, liberação miofascial e SPA dos pés, entre outros. Para os idosos mais animados, esta edição reserva ainda atrações como um aulão com professores do programa Ginástica nas Quadras, de Santa Maria, capoeira especial e muita dança ao som de forró e zumba. Uma equipe de orientadores também estará à disposição para tirar dúvidas sobre aquisição de carteiras da pessoa idosa para passagem gratuita, tanto no transporte local quanto interestadual. Benefícios Desde o início de 2023, o programa já contabilizou mais de 270 mil atendimentos, incluindo a última edição no Gama. Os moradores poderão acessar diversos serviços, incluindo atendimentos do Na Hora, da Sejus-DF e da Polícia Civil, bem como de outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). A programação também inclui atualização de cartão de vacinação e cuidados para pets, com oportunidade de vacinação antirrábica, apresentações artísticas, atividades para crianças e serviços de beleza e bem-estar. Criado em 2023 pelo decreto nº 44.213, o GDF Mais Perto do Cidadão é organizado em eixos temáticos, como Justiça e Cidadania, Saúde, Cultura e Educação e Esporte e Lazer. Periodicamente, a Sejus mobiliza equipes de diversos órgãos do DF para prestar atendimentos em diferentes cidades da capital do país ao longo de dois dias. O programa já percorreu Água Quente, Arapoanga, Brazlândia, Ceilândia, Cidade Estrutural, Colônia Agrícola 26 de Setembro, Fercal, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Sobradinho II, Sol Nascente, Varjão, Vicente Pires e Gama. GDF Mais Perto do Cidadão – Santa Maria → Data: sexta e sábado (1º e 2 de novembro) → Horários: sexta, das 9h às 16h; sábado, das 9h às 12h → Local: Quadra Central 1, Conjunto H (ao lado do ginásio poliesportivo). *Com informações da Sejus-DF
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Queda da umidade relativa do ar requer atenção redobrada contra queimadas
A umidade relativa do ar está cada vez mais baixa no Distrito Federal e em algumas regiões, como no Paranoá, chegou a 16% na última semana de junho. O dado consta no Boletim Temperatura do Ar – Junho, publicado esta semana pelo Instituto Brasília Ambiental. Uma situação a que o brasiliense está mais do que acostumado, mas que requer alguns cuidados para mitigar seus efeitos, especialmente, as queimadas. A baixa umidade relativa do ar é uma situação a que o brasiliense está mais do que acostumado, mas que requer alguns cuidados para mitigar seus efeitos | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Segundo o levantamento do Brasília Ambiental, a temperatura média no período ficou acima de 27ºC, chegando a passar de 31ºC nas regiões de Águas Emendadas, Fercal e Zoológico. A temperatura mais baixa (7,3°C) e a mais alta (31,8°C) foram registradas nos dias 28 e 30 respectivamente. Foi quando a umidade relativa do ar alcançou níveis de atenção e alerta, ou seja, abaixo de 30% em Samambaia, Brazlândia, Paranoá, Águas Emendadas, Gama e Plano Piloto. Os índices mais baixos, no entanto, foram registrados no Paranoá (16%), Gama e Plano Piloto (17%), Brazlândia e Zoológico (18%), Águas Emendadas e Samambaia (19%). As temperaturas têm ficado acima da média desde o ano passado. Em junho deste ano, a média já foi maior que a do mesmo período de 2023 | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília De acordo com o meteorologista Carlos Rocha, analista de Planejamento Urbano e Infraestrutura do Brasília Ambiental, as temperaturas têm ficado acima da média desde o ano passado, fenômeno registrado em todo o planeta. Ele alerta que, em junho deste ano, a média já foi maior que a do mesmo período do ano passado. No DF foi de 21,4º C. O valor é 1,1º C mais quente do que o registrado entre 1991 e 2020. O que favorece a queda na umidade relativa do ar. Além disso, o período de inverno, normalmente, é marcado pela baixa umidade, provocada pela massa de ar quente que paira no Centro-Oeste nessa época do ano, com pico entre setembro e outubro. A situação aqui foi agravada porque, ao contrário do ano passado, não choveu em maio. A umidade média no mês de junho gira em torno de 65%. Este ano, já caiu para 60% devido ao maior período de estiagem. Para reduzir os perigos e danos da baixa umidade, o CBMDF alerta para os cuidados necessários nesta época do ano. A vegetação fica muito seca e se torna um combustível natural | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília “A umidade relativa do ar fatalmente chegará a 20% e, possivelmente, pode ficar abaixo de 15%”, alerta Rocha, o que requer cuidado redobrado com as queimadas. “Esse bloqueio meteorológico pela massa de ar favorece muito as queimadas. Por isso, o Brasília Ambiental faz o trabalho preventivo junto a outros órgãos ambientais, como Instituto Brasileiro dos Recursos Hídricos e Renováveis (Ibama)”. Cuidados necessários Para reduzir os perigos e danos da baixa umidade, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) alerta para os cuidados necessários nesta época do ano. A aspirante a oficial da corporação, Flávia Meirelles, lembra que a vegetação fica muito seca e se torna um combustível natural. O que faz com que a maior parte das ocorrências de incêndios sejam registradas na área rural. “Temos um período correto para realizar queimadas, que devem ser feitas de forma controlada e precisam de autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Muitos fazem por conta própria e acabam perdendo controle do fogo”, afirma. De acordo com a aspirante, outro problema são as comuns fogueiras acesas nessa época do ano. Para espantar o frio e se divertir em segurança é preciso que o local esteja capinado, longe da vegetação e com um aceiro ao redor para evitar a propagação do fogo. Também é preciso lembrar de apagar a fogueira e não deixar nenhuma fagulha ao final, o que pode ser feito jogando areia ou água. “E, por último, sempre que verificar um princípio de incêndio, a orientação é ligar para o Corpo de Bombeiros o mais rápido possível. Muitas vezes, (as pessoas) pioram o fogo ao tentarem combater sozinhas”, orienta a aspirante. Para acionar a corporação, basta ligar no 193.
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Fercal tem Dia D de Combate à Dengue neste sábado (6)
Neste sábado (6), a Secretaria de Saúde (SES-DF) leva a 12ª edição do Dia D de Combate à Dengue para a Fercal. A população poderá conferir as atividades na feira da Administração Regional, das 9h às 12h. A iniciativa é uma parceria com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e ocorre simultaneamente à 26ª edição do programa GDF Mais Perto do Cidadão. O Dia D de Combate à Dengue vai orientar a população da Fercal sobre cuidados para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A força-tarefa oferece atendimento a casos suspeitos de dengue, como avaliação clínica, hidratação e manejo, conforme a necessidade. Será disponibilizada ainda a cobertura do calendário vacinal (exceto a BCG e contra a dengue), além de vacinação antirrábica. Os profissionais de saúde também irão realizar testes rápidos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e distribuir preservativos. Somado ao trabalho da equipe de Estratégia de Saúde da Família (ESF), a ação contará com 16 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (AVAS) e 150 bombeiros militares do DF para atuarem em visitas domiciliares. O objetivo é identificar focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, orientar a respeito de medidas de prevenção e encaminhar pessoas que apresentem sintomas da doença. Quatro drones irão auxiliar na vistoria da área e dez carros do fumacê devem circular na região. Também haverá conversa sobre enfrentamento à violência doméstica e/ou sexual, bem como informações de saúde bucal, incluindo atendimento e distribuição de kits odontológicos. Serviço 12ª edição do Dia D de Combate à Dengue Data: sábado (6) Horário: 9h às 12h Local: Feira da Administração Regional da Fercal – Rodovia DF 150, KM 12, Rua 02, Lote 60. *Com informações da SES-DF
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Capsi de Sobradinho celebra dez anos
?“O Capsi, durante muito tempo, foi minha segunda casa. Não são somente as pessoas, mas o ambiente daqui faz com que você se sinta melhor”. Essa foi a avaliação que o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) da região Norte recebeu da universitária Helen Kubota, durante a comemoração de dez anos do espaço. Ela começou a frequentar a instituição devido à depressão e à ansiedade, após encaminhamento do Conselho Tutelar. Helen Kubota: “Aqui a gente se conecta muito com as pessoas. Se hoje faço faculdade, trabalho, consigo morar sozinha e me sustentar, o Capsi tem uma parte muito importante nisso” | Foto: Rafaella Félix/Agência Saúde Helen entrou no projeto aos 13 anos e permaneceu até os 19. Hoje, com 22, ela cursa geofísica na Universidade de Brasília (UnB) e reconhece que o centro fez diferença na sua jornada. “Aqui a gente se conecta muito com as pessoas”, conta. “Não é só um profissional atendendo, tem uma empatia, tem sensibilidade. Se hoje faço faculdade, trabalho, consigo morar sozinha e me sustentar, o Capsi tem uma parte muito importante nisso”. Localizado em Sobradinho, o Capsi recebe, em média, de 280 a 300 pacientes por mês, moradores de Sobradinho, Sobradinho II, Fercal e Planaltina. O centro atende, principalmente, crianças e adolescentes em sofrimento psíquico grave, bem como menores de 16 anos que fazem uso abusivo de álcool e outras drogas. Além disso, a unidade na região norte atua em parceria com outros serviços públicos, como Conselho Tutelar e Secretaria de Educação (SEE). Atendimento Sem necessidade de encaminhamento, o centro conta com equipe composta por médico, terapeuta ocupacional, enfermeiro, técnico de enfermagem, fonoaudiólogo, psicólogo, psiquiatra, assistente social e residentes de áreas diversas. Em regra, o atendimento é grupal mas, se necessário, há a possibilidade de assistência individual com profissionais especializados. “O trabalho é feito em grupo para desenvolver essa reabilitação da parte psicossocial”, explica a supervisora do Capsi Sobradinho, Ingrid Jeane. “São feitos grupos de adolescentes, de crianças e de pais. Além disso, temos uma equipe multidisciplinar e observamos a evolução do paciente”. Os grupos funcionam no horário oposto às atividades escolares dos pacientes. Por indicação da escola, Kátia (nome fictício) buscou atendimento no Capsi de Sobradinho para a filha, que é autista e tem fobia social, e à época tinha dez anos. “Acredito que esse espaço é uma válvula de escape para ela interagir com pessoas que a entendem”, avalia. “Aqui ela melhorou muito, pois convive com os colegas da escola, que antes não tinha. Todo o amparo que ela precisa, tem no centro”. Hoje com 16 anos, a jovem participa semanalmente de um grupo com outros adolescentes e faz acompanhamento com fonoaudióloga, psiquiatra e terapeuta ocupacional. Caminho de uma década No evento que celebrou mais de uma década de Capsi, neste mês, foi feita uma assembleia coordenada pelos adolescentes atendidos e pelos pais. Servidores e convidados conheceram as ideias de quem é assistido pela instituição. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O objetivo foi ouvir as demandas dos usuários e discutir suas propostas”, conta a gerente do Capsi Sobradinho, Priscila Bueno. “Isso também é resultado do trabalho realizado na conferência da região Norte [de Saúde], realizada neste ano”. Bate-papo para trocas de experiência, atividades recreativas, pintura de rosto e apresentação de vídeos também fizeram parte da programação.? O Capsi ganhou protagonismo especialmente após o período mais intenso da covid-19. “A saúde mental infantil de certa maneira sempre foi negligenciada e, com a pandemia, cresceu”, afirma a diretora de atenção secundária da Secretaria de Saúde (SES), Elzileide de Albuquerque. “Quando as crianças deveriam estar socializando, elas estavam em casa. A ansiedade infantil é uma realidade. É preciso olhar com cuidado o sofrimento psíquico pediátrico. Ainda bem que podemos contar com o trabalho dos Capsis para atender as crianças, os pais e ajudá-los a lidar com isso”. Saiba mais Capsi Sobradinho ? Telefone: 2017-1145, ramais 2115/2116/2117 ? e-mail: capsisobradinho@gmail.com ? Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 18h. ? Acesse mais informações sobre o Centro de Atenção Psicossocial Infantil da região Norte de Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Bloquete volta a ser alternativa na pavimentação de cidades
Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília A comunidade da Rua do Mato, na Fercal, sofreu por mais de 30 anos com ruas de terra. O calendário anual dos moradores, cerca de 1,2 mil pessoas, era dividido em duas partes: seis meses na poeira, outros seis meses na lama. Mas essa realidade já está mudando. É que foi oficialmente inaugurado um trecho de 200 metros de pavimento em bloquetes (placas de concreto) na subida que dá acesso às quadras mais altas da região. “A vida melhorou 100%. Quando chovia, carro não subia. Deixávamos tudo lá em baixo e vínhamos a pé com as crianças no colo”, lembra o morador José Valderi de Lima. “Pra quem conheceu isso aqui antes, sabe o quanto era cruel e desumano”, completa. A iniciativa da pavimentação foi da Administração da Regional da Fercal. “A gente comprou os insumos e utilizamos nossa própria mão-de-obra e também recebemos ajuda dos colaboradores da Funap [Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso]”, explica o administrador Fernando Gustavo. Segundo ele, também foram feitos serviços semelhantes em frente às escolas rurais Sonhei, Catingueiro e Córrego do Ouro e ainda em uma via da quadra da Rua do Engelho Velho. “Todos estão felizes. Agora, a vida melhorou demais. É uma alegria muito grande”, afirma a moradora Ana Maria Nunes que mora em frente à parada de ônibus da Rua do Engelho Velho. “Tudo melhorou muito, as pessoas estão com mais saúde e a casa está segurando mais tempo limpa”, comemora. Além de visualmente mais bonito, as placas de cimento são mais baratas e ecologicamente corretas. Por estar entre duas Áreas de Preservação Ambiental (APA) – Planalto Central e da Cafuringa -, a região administrativa tem dificuldade em aprovar licença ambiental para usar asfalto. “Como piso é permeável e a água infiltra para os lençóis freáticos, os bloquetes são os mais recomendados para essas localidades”, explica Fernando Gustavo. Atraído pelo sucesso da iniciativa, o presidente da Novacap, Fernando Leite, planeja alavancar o projeto. “É uma iniciativa que pretendemos levar para todas as outras regiões administrativas”, disse. Segundo ele, a empresa deve licitar, nos próximos meses, equipamentos para a fabricação dos bloquetes. “Estamos com um projeto na Novacap bem avançado para criar fábricas em vários pontos do DF”, explica. “A ideia é deixar uma máquina para cada um dos sete pólos do GDF Presente e um para área rural”, detalha Leite. “É uma ação inteligente que utiliza a mão de obra da própria administração pública e custa pouco. É tudo que o governador Ibaneis quer: um governo com soluções inovadoras, eficientes e baratas”, completa. Obras rápidas e baratas De acordo com o administrador da Fercal, Fernando Gustavo, o tempo de execução das obras de pavimentação com esse tipo de matéria-prima é rápida. Para fazer cerca de 200 metros de uma rua de mão-dupla foi preciso 1 mês de trabalho. “O mais complicado é a licitação dos insumos”, afirma. O valor da obra também é outro diferencial. Cerca de um metro quadrado em bloquetes custa pouco mais de R$ 64, já o mesmo trecho em asfalto sai por cerca de R$ 180, segundo cálculos do Departamento de Urbanização da Novacap. “É um material barato com boa vida útil e tem uma manutenção mais rápida e fácil de fazer”, explica Fernando Leite. Ele conta que o piso pode ser usado em áreas mais carentes para melhorar a qualidade de vida das pessoas. “É uma solução para vias menores onde não há trânsito pesado. Isso facilita inclusive atender a comunidade em áreas não regularizadas e área rurais”, lembra ao citar regiões de Arniqueira, São Sebastião e Planaltina.
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Dia D de ação contra dengue contempla mais cinco regiões
Bombeiros e agentes da Vigilância Sanitária trabalharam intensamente na ação especial de combate à dengue | Foto: Divulgação / SES O trabalho de combate ao Aedes aegypti no Distrito Federal não para. Neste sábado (29), as regiões de Vicente Pires, Santa Maria, Estrutural, Gama e São Sebastião receberam equipes do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e agentes da Vigilância Ambiental para inspeção dos domicílios. Também foi usado fumacê nas ruas e condomínios indicados por líderes comunitários. Em Vicente Pires, a concentração foi na sede da administração local. De lá, 50 militares do CBMDF e mais 40 agentes partiram para os locais indicados pelo administrador como prioritários. Das 8h às 14h, as equipes se empenharam em percorrer o maior número de casas, identificar focos e eliminá-los, além de orientar a população. O agente Walter Luiz teve sucesso em sua primeira visita. O morador o atendeu prontamente e ele pôde verificar os vasos de plantas, piscina, garrafas e pequenos objetos que se encontravam no quintal. “Tem esses potinhos aqui que estão com água; por sorte não há larvas, mas é bom não deixar essa água parada, pois não se sabe quando um mosquito pode aparecer”, orientou o agente. Segundo Walter, é comum encontrar resistência dos moradores. “Piora quando é condomínio, porque há lugares que não nos deixam passar pela cancela”, relata. Outro problema identificado durante a ação é que as pessoas fecham as janelas das casas enquanto passa o fumacê. “A indicação é que se abram as portas e janelas para que as gotículas possam entrar na residência e chegar até onde o mosquito se esconde”, ressaltou. “Se cada morador fiscalizar a sua residência, nós teremos melhor resultado, junto às ações do poder público, para diminuir a proliferação do mosquito e, por consequência, a infecção pela dengue, que é o que precisamos evitar”, destacou o subsecretário de Vigilância e Saúde, Divino Valero. [Olho texto=” “Se cada morador fiscalizar a sua residência, nós teremos melhor resultado, junto às ações do poder público, para diminuir a proliferação do mosquito e, por consequência, a infecção pela dengue, que é o que precisamos evitar”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância e Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] [Relacionadas esquerda_direita_centro=””] Ação continuada O administrador de Vicente Pires, Daniel de Castro Sousa, contou que desde o final de 2019 vem entrando em contato com os líderes comunitários para identificar as áreas que mais necessitavam da ação. “A gente tem uma relação muito próxima à comunidade, temos grupos em aplicativo, e os próprios moradores nos avisam onde está tendo foco, onde há problema com a dengue”, disse. A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) também executa um trabalho constante de visita às residências e locais com prováveis focos do mosquito Aedes aegypti, trabalhando com manejos ambientais, aplicação de fumacê e educação ambiental. As ações promovidas pela Sala Distrital de Combate à Dengue incluem a utilização de drones para verificação de terrenos com edificações fechadas ou abandonadas e, também, helicópteros. Estão sendo vistoriados cemitérios e feita a retirada de carros abandonados pelas ruas de todo o Distrito Federal. * Com informações da Secretaria de Saúde (SES)
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Voo de helicóptero ajuda a identificar focos de Aedes
Um sobrevoo do helicóptero do Corpo de Bombeiros com equipes da Vigilância Ambiental no perímetro da Fercal, na manhã desta sexta-feira (28), identificou diversas piscinas com água totalmente inadequadas, com possíveis focos do aedes aegypti nas áreas mais distantes das residências. “Diante do que vimos, nossa primeira atitude foi, em solo, convocar a equipe de vigilância ambiental da região para ir a estes imóveis com piscina e verificar a existência de foco do mosquito. Na primeira que visitamos, encontramos uma infestação de aedes e já colocamos pastilhas biológicas que liberam partículas capazes de matar as larvas”, conta o diretor de Vigilância Ambiental, Edgar Rodrigues. Ele diz que, em razão da extensa área e do difícil acesso, será montada uma equipe que fará uma varredura em toda região, na próxima semana, para vistoriar todos os imóveis georeferenciados durante o voo. Foto: Secretaria de Saúde-DF “Pretendemos fazer este trabalho em outras regiões do Distrito Federal também, onde o acesso é mais difícil. Ainda estamos analisando em quais áreas poderemos fazer este sobrevoo”, adianta Edgar. Ele acrescenta, porém, que pessoas com piscina em casa devem ter o cuidado de tratar a água semanalmente, para evitar riscos de atrair o mosquito causador da dengue, zika, chikungunya e febre amarela. “Uma piscina como a que encontramos na vistoria da Fercal é capaz de infectar uma região inteira. Por isso, é preciso muito cuidado”, orienta. Força-tarefa Neste sábado (29), a Sala Distrital de Combate ao Aedes Aegypti fará uma nova força-tarefa em quatro cidades onde foram identificados muitos casos prováveis de dengue. Fercal, Gama, São Sebastião e Vicente Pires recebem 200 bombeiros e 120 agentes de vigilância ambiental que visitarão imóveis residenciais e comerciais para vistoriar e tratar focos do mosquito, além de orientar a população sobre os cuidados para evitar o aedes. Desde o início do ano, ações semelhantes têm sido realizadas em todas as cidades do Distrito Federal. * Com informações da Secretaria de Saúde-DF
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Manutenções e novos serviços melhoram atendimento na Região Norte
Reformas foram feitas em todas as unidades que formam a Regional Norte, para melhorar atendimento ao público. Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde Composta por Planaltina, Sobradinho I e II e Fercal, a Região de Saúde Norte passa por renovação dos equipamentos de saúde. A primeira depois de um logo período. As mudanças já se refletem na avaliação dos usuários. Internado desde junho no Hospital Regional de Planaltina (HRPL) por complicações no intestino, Joaquim Moreira acompanhou as mudanças recentes na estrutura das enfermarias da unidade. Os leitos passaram por uma manutenção que resultou em um ambiente melhor e com maior segurança para seus ocupantes e servidores. “Antes, estava bem precária a situação. Agora, está muito bom. Não tenho do que reclamar”, conta o paciente de 65 anos. Há poucos meses, o cenário era diferente. As enfermarias de internação estavam com uma estrutura defasada, pisos e banheiros quebrados. Com a revitalização, foram trocadas todas as luminárias, a tubulação, o piso e as portas. Também foram recuperados banheiros e houve manutenção de toda a rede de incêndio e elétrica, dos pontos de gases, além da pintura. Foram investidos R$ 100.639,00 da verba de manutenção predial. Para quem trabalha diariamente no local, a mudança foi mais do que perceptível. “O ambiente ficou mais agradável. Havia problemas hidráulicos, as tomadas não funcionavam. Há pelo menos dez anos não havia manutenção. Agora, tudo funciona melhor”, conta a supervisora de Enfermagem da unidade, Eliane Ribeiro. A gestora lembra que outra boa notícia foi a ampliação da carga horária de servidores da Secretaria de Saúde para 40 horas. Mais 20 profissionais que atuam nas enfermarias de internação do hospital optaram por trabalhar com o horário ampliado, o que reforçou o atendimento com foco na humanização. Para pacientes como Pedro de Alcântara, 61 anos, o reforço foi mais do que bem-vindo. Ele está há nove dias internado devido a um problema no pé ocasionado pela diabetes. Quando passou mal e precisou ir ao hospital, em poucos minutos foi recebido. “O atendimento é excelente e os profissionais são ótimos. Já morei em Sobradinho por anos e não tenho do que reclamar de lá. A saúde aqui é dez”, elogiou Alcântara. Sobradinho Assim como Planaltina, Sobradinho também faz parte da Região de Saúde Norte e tem recebido melhorias tanto na estrutura das suas unidades como no atendimento. Uma das medidas mais importantes adotada este ano foi a abertura do último leito inoperante na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto do Hospital Regional de Sobradinho (HRS). Com isso, a capacidade total subiu para oito leitos, disponíveis aos pacientes em estado grave. “É um ganho importante porque são pessoas que necessitam de hemodiálise e a demanda é grande aqui”, destacou a diretora do HRS, Juliana Queiroz. Além disso, a primeira cirurgia bariátrica realizada no hospital ocorreu neste ano. Apenas o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) fazia este tipo de procedimento na rede pública de saúde. A intervenção inédita foi o início de um processo para estruturar o serviço bariátrico no local. Manutenção predial No HRS, várias iniciativas para melhorar a estrutura estão em curso para entregar à população os ambientes renovados e adaptados até o final de dezembro. Entre as medidas, a manutenção em 22 leitos e nas enfermarias da Clínica Médica. Tem sido feita toda a parte de acessibilidade, como a troca das portas para permitir a entrada de cadeirantes, e a colocação de suporte nos banheiros para pessoas com necessidades especiais. Nesse processo, as janelas estão sendo substituídas, a recepção recebeu pintura, além de outros reparos necessários no setor. Além disso, no Ambulatório de Endoscopia está sendo preparada uma Sala de Recuperação Pós-Anestésica para receber os pacientes que passarem por este tipo de exame. “Ao invés de esperar no local onde aplicam a anestesia, eles vão ficar em um espaço mais humanizado. Enquanto isso, vamos chamando outros pacientes para fazer o procedimento. Vamos praticamente dobrar o atendimento com esta sala”, explicou a diretora administrativa da Região de Saúde Norte, Kelly de Paula Lopes. O investimento na manutenção predial no HRS, até o momento, foi orçado em R$ 434.568,00. Planaltina O Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis) de Planaltina foi outro ponto que recebeu manutenção predial nesta gestão. Com cerca de R$ 50 mil de investimento foi possível reformar e adquirir novos equipamentos de inox para o laboratório da Farmácia Viva, reparar piso e teto quebrados, revitalizar banheiro, cozinha, estacionamento e salas de atendimento. Além disso, foi recuperada a estufa destinada à produção de mudas. “Vê o Cerpis do jeito que está agora, com laboratório novo, salas recuperadas é um orgulho muito grande. Antes, o teto estava caindo, com buraco, e os banheiros estavam em situação difícil. É como ver um filho crescer e saber que agora está bem”, conta a técnica de Enfermagem e manipuladora de plantas medicinais do Cerpis, Ana Batista. Atenção primária A Atenção Primária da Região Norte também tem passado por melhorias para reforçar o atendimento à população. No momento, dez unidades básicas de saúde (UBS) estão com manutenções prediais em andamento, de pequeno e médio porte. Em sete delas, em Planaltina, foram trocadas as redes elétrica e hidráulica, piso e telhado, além de receber uma rede lógica para o cabeamento da internet e readaptações na estrutura para garantir mais acessibilidade a pessoas com deficiência. Na UBS 4, por exemplo, foi readaptada toda a ala odontológica para individualizar os consultórios. Já a UBS 2 concluiu o serviço no novo bloco da farmácia e no auditório. Em Sobradinho, as unidades básicas passaram pelas mesmas alterações para renovar a estrutura. Um dos diferenciais foi registrado na UBS 2 de Sobradinho II, onde uma calçada foi construída para facilitar o trajeto dos pacientes até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) daquela região administrativa. Merece destaque, neste esforço para melhorar e ampliar os serviços na Atenção Primária, a construção da nova UBS na Fercal, localizada no Núcleo Rural Lobeiral. Depois de anos de espera da população, a construção da unidade está em processo de conclusão. Depende apenas da instalação de aparelhos de ar-condicionado e de adaptações finais. Salas de acolhimento Outro benefício entregue à população, nesta gestão, foi a abertura de Salas de Acolhimento em nove unidades básicas de saúde da Região Norte. Enfermeiras e técnicas de Enfermagem atendem nos locais às demandas espontâneas e emergenciais da comunidade das 7h às 18h. O objetivo é organizar o fluxo de pacientes e garantir a escuta qualificada, o acolhimento humanizado, um melhor acesso aos serviços de saúde e mais resolutividade nos procedimentos. Desde que foi implementada, em novembro, a medida tem dado bons resultados, como se verifica na UBS 2 de Planaltina, por exemplo. “Dependendo da necessidade, os pacientes atendidos já são direcionados para uma avaliação médica. Isso tem ajudado a organizar os atendimentos”, afirmou o gerente da unidade, Daniel Burieque. Compõem a lista em Planaltina as UBS 2, 4, 5 e 20. Em Sobradinho I, tem as UBS 1, 2 e 3. Já em Sobradinho II, são as UBS 1 e 2. PIS O ano também foi de executar muitas Práticas Integrativas em Saúde (PIS) na Região Norte. O Cerpis introduziu mais atividades em 2019, adotadas em UBS e escolas parceiras. Agora, o Cerpis também oferece forroterapia, Técnica de Redução de Estresse (TRE), regeneração celular e constelação familiar, além das práticas mais usuais, como yoga, tai chi chuan, automassagem, fitoterapia, entre outras. “Ampliar as práticas foi muito proveitoso. Levamos as PIS para escolas, que ajudaram a reduzir a taxa de autoextermínio. E levamos o TRE às UBS da região para atender os servidores, que também precisam de mais qualidade de vida. Com certeza, atendemos mais de 40 mil pessoas este ano”, enumera o técnico de Enfermagem do Cerpis, Joceilson Alves. O Cerpis dá ênfase à promoção da saúde, à educação popular em saúde e aos atendimentos com uma visão integral do ser humano e da natureza. Também distribui de mudas e plantas medicinais, manipula fitoterápicos e forma servidores de saúde na pesquisa em PIS e na cooperação com entidades afins.
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