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Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Hemocentro promove coleta de sangue nesta quinta (25) na Faculdade Mackenzie

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, nesta quinta-feira (25), coleta de sangue na Faculdade Presbiteriana Mackenzie. A unidade móvel vai atender os doadores das 9h às 16h no estacionamento da instituição, localizada na SGAS 902. Os interessados podem agendar a doação pelo site ou pelo telefone 160, opção 2. O Hemocentro também disponibilizará atendimento sem agendamento, conforme a capacidade máxima da estrutura. Durante a ação na faculdade, as pessoas inscritas na 2ª Corrida Tá no Sangue Run poderão retirar os seus kits oficiais de participação. A retirada do material ocorrerá no mesmo local, das 10h às 20h. Últimas vagas para a corrida As inscrições para a corrida, que une esporte e conscientização sobre a importância da doação de sangue no Distrito Federal, continuam abertas e vão até esta quinta-feira (25) pelo site oficial do evento com taxa de inscrição no valor de R$ 119. As vagas são limitadas para a prova que ocorre neste sábado (27), com largada às 17h30, no Memorial dos Povos Indígenas, oferecendo percursos de 3 km para caminhada e 6 km para corrida. Os participantes cadastrados receberão um kit composto por sacochila, cantil, boné, camiseta e medalha, além de brindes dos patrocinadores, e haverá premiação para os primeiros colocados de cada categoria. Serviço ·         Coleta Externa (Unidade Móvel): Quinta-feira (25), das 9h às 16h. ·         Retirada de kits da corrida: Quinta-feira (25), das 10h às 20h. ·         Local: Faculdade Mackenzie — SGAS 902, Asa Sul. ·         Agendamento de doações: Pelo site agenda.df.gov.br ou telefone 160, opção 2. ·         Data da corrida: Sábado (27), às 17h30, no Memorial dos Povos Indígenas. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Hemocentro lança jogo desenvolvido pela Secti-DF para incentivar doação de sangue

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) lançou, nesta terça-feira (16), o Flappy Donor, game desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) para integrar a programação do Junho Vermelho 2026. A iniciativa utiliza de tecnologia e gamificação para tornar o momento de espera dos doadores mais interativo, estimulando a conscientização sobre a importância da doação de sangue. A ação de lançamento contou com a participação do presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto; e do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, que realizaram juntos a primeira experiência com a ferramenta. O jogo pode ser acessado por meio de QR Code disponibilizado nas dependências do Hemocentro, permitindo que os participantes enfrentem desafios, acumulem pontos e acompanhem o ranking de jogadores. Inspirado em jogos de habilidade, o Flappy Donor conecta entretenimento, educação e solidariedade. A proposta é incentivar uma competição saudável entre os doadores, transformando o tempo de espera em uma oportunidade de aprendizado e engajamento com a causa. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, a ferramenta mostra como a inovação pode ser aplicada para aproximar o cidadão de ações importantes para a sociedade.“Quando usamos a tecnologia para incentivar uma atitude que salva vidas, estamos mostrando que a inovação pode estar presente nas mais diversas áreas. O Flappy Donor é uma forma criativa de engajar as pessoas, tornar a experiência mais acolhedora e fortalecer a cultura da doação de sangue no Distrito Federal”, destacou o secretário. Inspirado em jogos de habilidade, o Flappy Donor conecta entretenimento, educação e solidariedade | Foto: Divulgação/Secti-DF “O Flappy Donor representa uma nova forma de aproximar as pessoas da causa da doação de sangue. Queremos que cada momento vivido no Hemocentro seja também uma oportunidade de conscientização e engajamento. Ao unir tecnologia, educação e solidariedade, conseguimos tornar a experiência do doador ainda mais acolhedora, fortalecendo uma cultura de doação contínua e ajudando a garantir estoques seguros para quem precisa de transfusão”, destacou o presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto.  Durante o lançamento, o doador Thiago Silva participou da experiência e ressaltou a importância de contribuir com o próximo. Em sua terceira doação, ele contou que aproveitou uma pausa no trabalho para realizar o gesto solidário.“É a minha terceira vez. A importância é sempre pensar no próximo. Eu venho pensando nisso sempre”, afirmou Thiago, que trabalha com transporte e possui uma empresa do setor. A parceria entre a Secti-DF e o Hemocentro de Brasília reforça o uso da tecnologia como ferramenta de impacto social, mostrando como soluções inovadoras podem contribuir para fortalecer políticas públicas e incentivar atitudes que fazem diferença na vida da população. *Com informações Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)

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Doença falciforme: Hemocentro capacita profissionais para qualificar atendimento

Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, nesta quarta-feira (17), o evento "Dia de Conscientização da Doença Falciforme: Identificação que Salva". Com apoio da Secretaria de Saúde (SES-DF), o encontro técnico, voltado para a sensibilização de gestores e profissionais de saúde da rede pública do Distrito Federal, será realizado das 9h às 12h, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). A iniciativa faz alusão ao Dia Mundial de Conscientização da Doença Falciforme, lembrado em 19 de junho. O evento é gratuito, com entrada livre e sem necessidade de inscrição prévia para os profissionais e gestores da rede de saúde do DF. O objetivo principal é debater os desafios assistenciais e alinhar estratégias para aprimorar o acolhimento imediato desses pacientes nas portas de urgência e emergência da Rede SES-DF, do IgesDF e do HCB. A mesa de abertura, às 9h, contará com a participação da coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde (CGSH/MS), Luciana Maria de Barros Carlos; do representante da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal), Elvis Silva Magalhães; além de representantes da SES-DF e da própria FHB. A programação técnica começará às 9h30 com a palestra “Desafios da Doença Falciforme na Emergência”, ministrada pela consultora médica da CGSH/MS e especialista na área, Mônica Veríssimo. Em seguida, às 10h, a responsável técnica distrital de Hematologia da SES-DF, Nina de Oliveira e Oliveira, abordará a "Rede de assistência à Doença Falciforme no DF e a Importância da Urgência/Emergência na Linha de Cuidado". O evento é gratuito, com entrada livre e sem necessidade de inscrição prévia para os profissionais e gestores da rede de saúde do DF | Foto: Arquivo/Agência Brasília As discussões também marcarão a apresentação de uma nova ferramenta de segurança clínica para a rede: a carteirinha de identificação do paciente. O chefe da unidade técnica e médico hematologista da FHB, Marcelo Jorge Carneiro de Freitas, que encerrará o ciclo de palestras debatendo o papel do documento, ressalta a importância de preparar a linha de frente dos hospitais e UPAs. "Pessoas com doença falciforme podem apresentar complicações agudas, como crises intensas de dor, infecções e anemia grave, que exigem reconhecimento e intervenção precoces. O evento representa uma oportunidade para sensibilizar profissionais sobre esses desafios, favorecendo um atendimento mais ágil, seguro e adequado", explica o médico. Encontro com pacientes e familiares Dando continuidade às ações, o Hemocentro promove, na sexta-feira (19), às 14h30, um encontro presencial para pacientes e familiares no auditório da instituição. O evento terá uma dinâmica especial com as equipes de enfermagem e psicologia, além da entrega oficial das carteirinhas e orientações sobre os próximos fluxos de distribuição. Para participar deste momento, os interessados devem se inscrever neste link. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Hemocentro de Brasília lança programação do Junho Vermelho com campanha nacional

Em ano de Copa do Mundo, a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) entra em campo por uma causa que não para: a doação voluntária de sangue. A instituição lança sua programação do Junho Vermelho 2026 com ações distribuídas por todo o mês no DF — a campanha nacional "O Jogo Mais Importante do Ano", um game interativo inédito para doadores, coletas externas em parceria com o Governo do Distrito Federal e a segunda edição da corrida Tá no Sangue Run, em parceria com o Grupo Band. "Junho Vermelho é o momento em que toda a sociedade volta a atenção para a doação de sangue, e este ano queremos aproveitar o clima da copa para ampliar ainda mais esse alcance. Estamos chegando às pessoas em diferentes frentes — nas redes sociais, nos órgãos de governo, nas ruas — porque precisamos que mais brasilienses entendam que doar sangue é um gesto simples e que faz diferença real na vida de quem depende de uma transfusão", afirma Osnei Okumoto, presidente da FHB. O Hemocentro de Brasília, único banco de sangue público do Distrito Federal, é responsável por 100% das transfusões realizadas pelo SUS no DF, atendendo hospitais como o Hospital da Criança, o Instituto de Cardiologia e Transplantes do DF, o Hospital das Forças Armadas, o Sarah Kubitschek e o HUB, entre outros. A instituição recebe mais de 50 mil doações voluntárias por ano. O Hemocentro de Brasília, único banco de sangue público do Distrito Federal, é responsável por 100% das transfusões realizadas pelo SUS no DF | Foto: Divulgação/Hemocentro de Brasília Desenvolvida pela iniciativa Hemocentros Unidos, a campanha "O Jogo Mais Importante do Ano" conecta o espírito coletivo do futebol à causa da doação: assim como uma seleção depende de cada jogador, o sistema público de saúde depende de doadores regulares. A FHB adere à campanha com publicações ao longo de todo este mês, com destaque para o Dia Mundial do Doador de Sangue, em 14 de junho. Ainda neste mês, a instituição lança uma ferramenta de gamificação interativa desenvolvida em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti-DF), que transforma o tempo de espera nas dependências do Hemocentro em experiência educativa, com quiz, desafios e conteúdos sobre doação. Coletas externas: o Hemocentro vai até o doador Para ampliar o acesso da população à doação de sangue, no dia 9 de junho, das 9h às 16h, a FHB realiza coleta externa no Palácio do Buriti em parceria com o Governo do Distrito Federal, na ação GDF Sangue Bom. Em 25 de junho, a coleta acontece na Faculdade Mackenzie Brasília, também das 9h às 16h, em ação simultânea à entrega de kits da corrida Tá no Sangue Run. Corrida No dia 27 de junho, às 17h30, a FHB e o Grupo Band realizam a segunda edição da Tá no Sangue Run, no Memorial dos Povos Indígenas, com percursos de 3 km (caminhada) e 6 km (corrida). Os inscritos recebem kit com sacochila, cantil, boné, camiseta e medalha, além de premiação por categoria. As inscrições podem ser realizadas pelo site Brasil Corrida. Como doar Pode ser doador de sangue qualquer pessoa saudável entre 16 e 69 anos, que pese mais de 51 kg e apresente documento oficial com foto. Doadores de 16 e 17 anos precisam de autorização dos pais ou responsáveis. Alguns critérios impedem temporariamente a doação: ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas anteriores, estar em uso de antibióticos, ter se tatuado ou feito piercing nos últimos doze meses, ter tido gripe ou resfriado recentemente, ou estar em período de amamentação. A lista completa de critérios está disponível no site da FHB. O agendamento é recomendado e pode ser feito pelo site agenda.df.gov.br ou pelo telefone 160, opção 2. SERVIÇO GDF Sangue Bom  Data: 9 de junho de 2026 Horário: 9h às 16h Local: Palácio do Buriti — Esplanada dos Ministérios, Brasília (DF) Coleta externa — Mackenzie Brasília  Data: 25 de junho de 2026 Horário: 9h às 16h Local: Faculdade Mackenzie Brasília — SGAS 902, Asa Sul, Brasília (DF) 2ª Tá no Sangue Run  Data: 27 de junho de 2026 Horário: largada às 17h30 Local: Memorial dos Povos Indígenas — Brasília (DF) Percursos: 3 km (caminhada) e 6 km (corrida) Inscrições: brasilcorrida.com.br Doação de sangue — Fundação Hemocentro de Brasília Agendamento: agenda.df.gov.br ou 160, opção 2 *Com informações do Hemocentro de Brasília

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Hemocentro de Brasília registra queda nas doações e alerta para estoques críticos

Por quase quatro décadas, a vida de Elvis Magalhães dependeu de um gesto anônimo. O morador do Guará II nasceu com anemia falciforme e precisou de transfusões de sangue desde os primeiros dias de vida. “Eu fazia transfusão de troca a cada 30 dias. Isso é, tirava em média duas bolsas de sangue e colocava outras três. Foi o que me manteve vivo”, conta o aposentado. Essa realidade só mudou aos 38 anos, quando ele passou por um transplante de medula óssea. “A doação de sangue é um ato de amor. Atende pessoas com doenças genéticas, pacientes em cirurgia, vítimas de acidentes e qualquer pessoa pode precisar. É uma forma de dizer: eu me importo com você”, resume. A história de Elvis se repete na vida de milhares de pacientes que dependem da doação de sangue. No Distrito Federal, o cenário exige atenção. Segundo a assistente social da Gerência de Captação de Doadores da Fundação Hemocentro de Brasília, Lara Lisboa, os estoques estão em nível crítico, principalmente dos tipos B positivo e AB negativo. Os estoques de sangue da Fundação Hemocentro de Brasília estão em nível crítico, principalmente dos tipos B positivo e AB negativo | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Outros, como O positivo, O negativo, B negativo, A positivo e A negativo, também estão baixos. Apenas o tipo AB positivo está em nível regular. “Para tentar sanar essa situação, estamos liberando senha preferencial para os tipos B positivo e AB negativo até o dia 8 de maio, sem necessidade de agendamento. Reforçamos a importância de que os doadores dos demais tipos sanguíneos também realizem o agendamento, para facilitar o fluxo e o atendimento”, afirma. Nos três primeiros meses deste ano, foram registradas 13.832 doações. O número é menor que o do mesmo período do ano passado, quando houve 14.065 coletas. “Acreditamos que a queda ocorreu por conta dos feriados, quando muitas pessoas viajam, além do aumento de casos de síndromes respiratórias, que acabam dificultando as doações”, diz. [LEIA_TAMBEM]Enquanto isso, a demanda segue alta. No mesmo período, foram realizadas 19.848 transfusões na rede hospitalar atendida pelo Hemocentro. “Com os estoques baixos, temos dificuldade em garantir o atendimento. Os hospitais ainda estão abastecidos, mas, aqui no Hemocentro, já entramos em estado de alerta, ofertando apenas o que é estritamente necessário”, ressalta. A assistente social destaca que a meta do Hemocentro é alcançar 180 doações por dia, mas a média recente tem ficado em torno de 100. Uma única doação pode salvar até quatro vidas. O sangue é separado em diferentes componentes, como hemácias, plasma, plaquetas e crioprecipitado. Parte desse material pode ser armazenada por mais tempo, e o plasma excedente ainda é enviado à Hemobrás para a produção de medicamentos usados no Sistema Único de Saúde. Os interessados em doar sangue devem ter entre 16 e 69 anos — menores de 18 devem apresentar autorização —, pesar pelo menos 51 kg e estar saudável | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Como doar Para doar, é preciso ter entre 16 e 69 anos — menores de 18 devem apresentar autorização —, pesar pelo menos 51 kg, estar em bom estado de saúde e levar um documento oficial com foto. O Hemocentro funciona no Setor Médico Hospitalar Norte, de segunda a sábado, das 7h15 às 18h. O agendamento pode ser feito pelo site Agenda DF – Serviço de Agendamentos do Distrito Federal ou pelo telefone 160 (opção 2). Informações também estão disponíveis pelo WhatsApp (61) 99136-2495. Isaias Pereira, de 24 anos, começou a doar sangue aos 18, incentivado por um professor. “É um gesto de empatia. Quando você vê uma bolsa com cerca de 450 ml de sangue saindo do seu corpo, entende que aquilo pode garantir que outra pessoa continue vivendo”, afirma. Após descobrir uma insuficiência cardíaca, ele não pôde mais doar. Ainda assim, seguiu na causa e hoje atua como multiplicador, incentivando novos doadores. “Todo sábado fazemos ações e mobilizamos pessoas com campanhas de conscientização. Por meio de materiais informativos, a gente tenta desmistificar alguns preconceitos”, explica.

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Dia Mundial da Hemofilia: Hemocentro de Brasília atende atualmente mais de 300 pacientes

O Dia Mundial da Hemofilia, celebrado em 17 de abril, destaca o trabalho da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), que atende atualmente 328 pacientes com hemofilia. A assistência ocorre no Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias, unidade de referência no Distrito Federal que integra a rede de cuidados do Sistema Único de Saúde (SUS). No Brasil, cerca de 13 mil pessoas convivem com a doença, segundo dados do Ministério da Saúde. A hemofilia é uma condição genética e hereditária que compromete a coagulação do sangue, classificada nos tipos A (deficiência do fator VIII) e B (deficiência do fator IX), com graus leve, moderado ou grave. Para garantir o bem-estar dos pacientes, a FHB oferece uma estrutura completa que vai além da reposição de fatores de coagulação. A diretora de ambulatórios da FHB, Melina Swain, reforça que o diferencial da instituição é a visão integral do indivíduo. "O tratamento do Ambulatório é multidisciplinar e segue protocolos internacionais que primam pela qualidade de vida do paciente, não se limitando apenas ao tratamento medicamentoso. Isso permite que o paciente seja atendido de forma global, garantindo que a criança cresça de forma saudável e que o adulto não seja limitado pela sua condição", explica. Essa atenção é confirmada por quem utiliza o serviço regularmente. A dona de casa Wellen Marcia Almeida, 41 anos, mãe de Anderson, 14, e Ragnar, 5, ambos com hemofilia B, relata que a fundação é fundamental para o desenvolvimento dos filhos. "O Hemocentro é uma bênção na minha vida desde que descobri a hemofilia no meu primeiro filho. Lá, encontro pessoas capazes de acolher e cuidar. Todos os médicos, enfermeiros e equipe técnica são extremamente atenciosos e competentes na dedicação aos meus filhos", afirma Wellen. A diretora de ambulatórios da FHB, Melina Swain, reforça que o diferencial da instituição é a visão integral do indivíduo | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Mantendo-se como referência nacional, o Hemocentro também investe na atualização constante de terapias. Um exemplo recente é o tratamento com emicizumabe, iniciado em 2025 para crianças até 6 anos com hemofilia A. Aplicado por via subcutânea, o medicamento reduz drasticamente os episódios de sangramento e traz mais autonomia e conforto às famílias, substituindo as frequentes aplicações intravenosas. Estrutura e Assistência Integral Inaugurado em 2012, o Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias do Hemocentro de Brasília acompanha 1.013 pacientes com diversas coagulopatias, entre elas a hemofilia. A unidade oferece diagnóstico, fornecimento de fator de coagulação e orientações para o cuidado contínuo ao longo da vida. Desde 2023, o ambulatório ampliou a distribuição de medicamentos não só no Distrito Federal, como também para toda a região do Entorno, em um raio de até 100 km. A dispensação domiciliar ocorre mensalmente, acompanhada por um profissional da instituição, facilitando o acesso para pacientes que possuem limitações físicas para se deslocar até a sede da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB). O atendimento é realizado por uma equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, farmacêuticos, odontólogos, fisioterapeutas, psicólogos e assistentes sociais, garantindo um cuidado integral e contribuindo diretamente para a qualidade de vida dos pacientes. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Hemocentro de Brasília registra estoques críticos e convoca doadores de sangue

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) apresenta níveis críticos nos estoques de sangue dos tipos B positivo e AB negativo. Também estão baixos os estoques dos tipos O positivo, O negativo, B negativo, A positivo e A negativo, enquanto o tipo AB positivo é o único em patamar regular. A preocupação com o abastecimento ocorre devido à redução no fluxo de voluntários. A meta da fundação é de 180 doações diárias, porém a média da última semana foi de apenas 100. Segundo a gerente de Captação de Doadores da FHB, Kelly Barbi, o feriado de Páscoa impactou os números, e a proximidade do feriado de Tiradentes motiva uma mobilização antecipada. "Observamos uma queda após a Páscoa, e nossa intenção é agir preventivamente antes do feriado de Tiradentes, para que o estoque não sofra novas reduções. Precisamos reforçar que não existe substituto para o sangue e que o papel do doador é fundamental; cada cidadão é insubstituível nesse processo de solidariedade", destaca a gerente. O Hemocentro de Brasília abastece toda a rede pública de saúde do Distrito Federal, além de hospitais conveniados, como o Hospital da Criança, o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal e o Hospital das Forças Armadas. Para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 51 kg, apresentar um documento com foto e estar em bom estado de saúde | Foto: Arquivo/Agência Brasília Como doar Para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 51 kg, apresentar um documento com foto e estar em bom estado de saúde. Idosos acima de 60 anos devem ter realizado ao menos uma doação de sangue na vida, e menores de idade devem apresentar formulário de autorização, disponível no site do Hemocentro.  Condições como uso de medicamentos, cirurgias recentes ou doenças podem impedir a doação. Em caso de dúvidas, os candidatos podem conferir os critérios detalhados no site do Hemocentro ou enviar uma mensagem para o WhatsApp (61) 99136-2495. O agendamento da doação é realizado pelo site agenda.df.gov.br ou pelo telefone 160, opção 2. O Hemocentro também atende sem agendamento, por encaixe, conforme a capacidade máxima de atendimento do dia. Para doar sangue, o doador não precisa saber o tipo sanguíneo, nem realizar exame prévio. Para grupos acima de dez pessoas, é possível agendar um horário especial. A fundação também fornece transporte gratuito para levar e buscar os voluntários em qualquer localidade do Distrito Federal. O agendamento para grupos deve ser realizado pelo WhatsApp (61) 99136-2495. O Hemocentro de Brasília está localizado no Setor Médico Hospitalar Norte, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e à Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs). O horário de funcionamento é de segunda a sábado (exceto feriados), das 7h15 às 18h.   *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília

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Gari Sangue Bom abre calendário de 2026 com mobilização solidária no Riacho Fundo II

A Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF) realiza, nesta quinta-feira (26), a primeira edição de 2026 da campanha Gari Sangue Bom. A ação será promovida das 8h às 16h, na Administração Regional do Riacho Fundo II, e reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a solidariedade e a valorização dos profissionais da limpeza urbana. A iniciativa é realizada em parceria com a Fundação Hemocentro de Brasília, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), a Administração Regional do Riacho Fundo II e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). O objetivo é fortalecer os estoques que abastecem a rede pública de saúde e mobilizar a comunidade para a importância da doação voluntária. A primeira edição de 2026 da campanha Gari Sangue Bom será realizada nesta quinta (26), das 8h às 16h, na Administração Regional do Riacho Fundo II | Foto: Divulgação/Seac-DF Criada para incentivar o gesto solidário, a campanha tem como protagonistas os garis, que são os primeiros a participar da coleta e dão exemplo de cidadania e compromisso com a vida. A proposta é sensibilizar moradores da região a também contribuírem com a doação, ajudando a manter os estoques do Hemocentro em níveis seguros. Além de contribuir para a rede pública de saúde, o Gari Sangue Bom promove o reconhecimento social desses trabalhadores, fundamentais para o funcionamento da cidade e para a qualidade de vida da população. [LEIA_TAMBEM]Para a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, a campanha reafirma o papel transformador da união entre poder público e sociedade. “Iniciamos 2026 renovando esse compromisso com a vida. O Gari Sangue Bom mostra que nossos garis, que já cuidam da cidade diariamente, também inspiram a comunidade a praticar a solidariedade. Cada doação representa esperança para quem precisa”, destaca. Toda a população do Riacho Fundo II e regiões próximas é convidada a participar da mobilização. Doar sangue é um gesto simples, rápido e seguro, que pode salvar até quatro vidas por doação. A expectativa é ampliar ainda mais o alcance da campanha ao longo do ano, fortalecendo a parceria entre os órgãos envolvidos e consolidando a ação como um importante movimento de conscientização e cuidado coletivo no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)

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Abertas as inscrições para curso de manejo de coagulopatias hereditárias

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), em parceria com a Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESPDF), está com inscrições abertas para o curso “Coagulopatias Hereditárias Hemorrágicas: Manejo e Tratamentos — 2026.1”. A iniciativa busca qualificar profissionais de saúde da rede pública e privada para o atendimento ágil e seguro de pacientes que apresentam distúrbios na coagulação sanguínea. A capacitação está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da ESPDF e as inscrições podem ser feitas até o dia 30 de junho de 2026 pelo link oficial. O treinamento foi elaborado pela equipe multidisciplinar da Diretoria de Ambulatórios (Diamb) do Hemocentro e foca na padronização dos cuidados, especialmente em situações de crise. O público-alvo principal são médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e de hemoterapia, farmacêuticos, biólogos e biomédicos. A participação é prioritária para quem atua em Agências Transfusionais, Prontos-Socorros, UTIs e no Samu-DF, locais onde o tempo de resposta e o uso correto do estoque estratégico de fatores de coagulação são fundamentais para salvar vidas. A iniciativa busca qualificar profissionais de saúde da rede pública e privada para o atendimento ágil e seguro de pacientes que apresentam distúrbios na coagulação sanguínea | Foto: Divulgação/Hemocentro Com uma carga horária de 20 horas, o conteúdo é dividido em quatro módulos práticos. O primeiro apresenta a introdução às coagulopatias hereditárias, seguido pelo atendimento em urgência e emergência. Os módulos finais detalham os medicamentos disponíveis para tratamento e as técnicas corretas de administração dessas substâncias. Por ser realizado na modalidade online, o curso permite que o servidor adapte o aprendizado à sua escala de trabalho. Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias O Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias da Fundação Hemocentro de Brasília, criado em 2012, atende mais de 300 pacientes com hemofilia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O serviço oferece atendimento multiprofissional com médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, psicólogos e assistentes sociais, integrando a rede pública de saúde do Distrito Federal. Os pacientes recebem diagnóstico, acompanhamento periódico, o fator de coagulação necessário para o tratamento e orientações para cuidados ao longo da vida. O ambulatório é referência no DF, garantindo cuidado contínuo e qualidade de vida para pessoas com coagulopatias hereditárias. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Abertas inscrições para curso online sobre transfusão de hemocomponentes

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), em parceria com a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), está com inscrições abertas para a terceira turma do curso online “Transfusão de Hemocomponentes: da Captação à Hemovigilância”. A capacitação atende ao que estabelece a Portaria SES/DF nº 54, de 14 de abril de 2011, que regulamenta o Sistema de Sangue, Componentes e Hemoderivados (SSCH) no âmbito da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). As inscrições para a terceira turma foram abertas em 5 de janeiro e seguem até 15 de junho — o prazo para conclusão do curso vai até 30 de junho de 2026. Os interessados podem se inscrever diretamente por este link. O curso online sobre transfusão de hemocomponentes é voltado para profissionais da rede pública de saúde do DF | Foto: Divulgação/Hemocentro A iniciativa integra as competências institucionais da FHB de capacitar e treinar, de forma continuada, os profissionais que atuam na área de hemoterapia nos serviços públicos do Distrito Federal. O curso tem como foco padronizar condutas, atualizar conhecimentos e reforçar a segurança transfusional na rede pública. O objetivo é capacitar os profissionais de saúde quanto às orientações gerais e específicas da hemoterapia, conforme as diretrizes do gestor do SSCH, a Fundação Hemocentro de Brasília. A formação também busca sensibilizar e atualizar a equipe assistencial, contribuindo para a segurança do paciente, o uso racional de hemocomponentes e a redução de riscos associados à transfusão. O público-alvo são profissionais da área da saúde que atuam em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) da rede pública do DF. O curso é oferecido na modalidade online e assíncrona, permitindo que o participante organize seus próprios horários de estudo. O acesso ocorre por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (AVA-ESPDF), com conteúdos apresentados em slides, videoaulas e materiais de leitura. [LEIA_TAMBEM]A carga horária total é de 40 horas. Para obter o certificado, o participante deverá: · Realizar 100% das atividades propostas; · Alcançar, no mínimo, 70% de acertos no questionário final de avaliação dos conhecimentos hemoterápicos; · Responder ao questionário de satisfação sobre o curso. Entre os principais temas abordados estão: · Introdução à hemoterapia; · Captação intra-hospitalar de doadores; · Produção e distribuição de hemocomponentes; · Patient Blood Management (PBM); · Indicação de hemocomponentes; · Testes pré-transfusionais; · Preparo, monitoramento e finalização da transfusão; · Reações transfusionais. Os recursos educacionais incluem aulas gravadas, estudos de casos clínicos hipotéticos, materiais de leitura, exercícios de fixação e fórum para esclarecimento de dúvidas. A capacitação é uma oportunidade prática de atualização profissional e funciona como um manual digital de bolso: o conteúdo permanece disponível para consulta sempre que surgir uma dúvida no dia a dia assistencial. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Hemocentro de Brasília amplia carteirinhas para atender a mais de mil pacientes com doença falciforme no DF

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), em parceria com a Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal), ampliará a emissão de carteirinhas de identificação para pacientes com doença falciforme no Distrito Federal. A iniciativa busca fortalecer o empoderamento dos pacientes, facilitar o acolhimento nas emergências hospitalares e apoiar a equipe assistencial na tomada de decisões rápidas e qualificadas. A nova versão da carteirinha reúne diretrizes de classificação de risco específicas para pacientes com doença falciforme e conta com um QR code que direciona para uma área exclusiva no site da FHB. No ambiente digital, estarão disponíveis protocolos de urgência, manual de classificação de risco, o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) e outros materiais técnicos de apoio. Os pacientes atendidos pela rede pública de saúde do DF já podem se cadastrar. Para solicitar a carteirinha, os pacientes devem preencher um formulário eletrônico, disponível até 15 de março deste ano. As informações cadastradas serão utilizadas para a confecção do documento, cuja entrega está prevista para o segundo semestre. A expectativa é ampliar significativamente o número de beneficiados: cerca de 50 carteirinhas já foram entregues em 2025, e a meta é alcançar mais de mil pacientes nesta nova etapa. Elvis Magalhães: “O documento ajuda o paciente a ser atendido conforme os protocolos já estabelecidos e reforça o princípio da equidade do SUS, ao considerar as necessidades específicas de cada pessoa” | Fotos: Divulgação/Hemocentro Segundo o presidente da Abradfal, Elvis Magalhães, a carteirinha é um instrumento importante para garantir mais agilidade no atendimento das crises e fortalecer o reconhecimento das pessoas com doença falciforme nas urgências e emergências. “O documento ajuda o paciente a ser atendido conforme os protocolos já estabelecidos e reforça o princípio da equidade do SUS, ao considerar as necessidades específicas de cada pessoa”, afirma. A ação integra os esforços da FHB para qualificar a atenção à pessoa com doença falciforme em toda a rede pública de saúde do DF, especialmente em situações de urgência e emergência, quando a identificação rápida do paciente e o acesso a protocolos específicos são fundamentais. Para o presidente da FHB, Osnei Okumoto, a iniciativa reforça o papel estratégico da instituição na política de atenção integral a esse público. “O Hemocentro atua como coordenador da política de atenção às pessoas com doença falciforme no Distrito Federal. A ampliação das carteirinhas contribui para a integração da rede, fortalece a segurança do paciente e qualifica o atendimento, alinhando assistência, protocolos e informações de forma ágil e eficiente”, ressalta. Doença falciforme A doença falciforme é uma das enfermidades genéticas e hereditárias mais comuns no Brasil. Ela se caracteriza por um defeito na estrutura da hemoglobina — proteína responsável por transportar o oxigênio pelo organismo —, que faz com que as hemácias adquiram formato de foice ou de lua minguante. Por essa razão, a doença é classificada como uma hemoglobinopatia. A nova versão da carteirinha reúne diretrizes de classificação de risco específicas para pacientes com doença falciforme e conta com um QR code que direciona para uma área exclusiva no site da FHB Pessoas com doença falciforme podem apresentar anemia, crises de dor e maior suscetibilidade a infecções, além do risco de complicações graves, como infarto de órgãos, a exemplo do acidente vascular cerebral (AVC). O teste do pezinho, realizado entre o terceiro e o quinto dia de vida, é fundamental para o diagnóstico precoce e o início oportuno do acompanhamento e do tratamento, reduzindo riscos e prevenindo complicações ao longo da vida. Papel institucional A Fundação Hemocentro de Brasília é o órgão coordenador da política de atenção integral às pessoas com doença falciforme no âmbito da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF), além de atuar no Comitê Técnico de Hemoglobinopatias Hereditárias do Distrito Federal, fortalecendo ações de cuidado, assistência especializada, educação em saúde e articulação da rede. SERVIÇO O que é: cadastro para confecção de documento de identificação em saúde Quem pode solicitar: pessoas com doença falciforme acompanhadas pela Hemorrede do DF ou seus responsáveis Como solicitar: preenchimento de formulário eletrônico Prazo: até 15 de março Entrega: prevista para o segundo semestre  Formulário de cadastro: https://forms.gle/ct4c7RF5LQejPbsV7. *Com informações do Hemocentro

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Na Semana Nacional do Doador de Sangue, Hemocentro faz campanha para atrair mais doadores

Na porta do Hemocentro de Brasília, o movimento desta semana é diferente: voluntários chegam com a certeza de que um pequeno gesto sustenta o atendimento de milhares de pacientes no Distrito Federal, salvando vidas com apenas duas coisas: tempo e sangue. O incentivo às doações faz parte da Semana Nacional do Doador de Sangue, com uma programação que segue até sábado (29) em homenagem ao Dia Nacional do Doador, celebrado nesta terça-feira (25). Promovida pela Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), a ação reúne atividades de conscientização, orientações sobre pré-requisitos e surpresas para quem decide participar. O objetivo é um só: garantir estoques em níveis seguros e reforçar a importância de manter a doação como hábito. Os agendamentos podem ser feitos pelo site Agenda DF ou pelo telefone 160, opção 2. O Hemocentro abastece os 17 hospitais públicos do DF, o que exige uma rotina estável de coletas. Atualmente, a unidade precisa alcançar pelo menos 180 bolsas de sangue por dia, uma meta que só é possível quando cerca de 240 a 250 candidatos comparecem diariamente (considerando os casos de inaptidão clínica). Os agendamentos podem ser feitos pelo site Agenda DF ou pelo telefone 160, opção 2 | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “O Dia Nacional do Doador de Sangue é extremamente importante porque a gente tem a função de sensibilizar a população sobre a importância da doação de sangue. É uma data em que a gente faz uma grande promoção de incentivo, mas também tiramos muitas dúvidas da população”, acentuou o presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto. Ele reforçou que todo o material é descartável, que o processo não oferece riscos e que mitos — como o de que doar engorda ou “vicia” — não têm fundamento. “É salvar quatro vidas com uma única doação de sangue”, concluiu. Estoques, fidelização e grupos de doadores A gerente de captação de doadores, Kelly Barbi, detalha como a semana reforça a necessidade permanente da unidade. “Não há substituto para o sangue. A gente precisa trazer sempre esse tema à tona para angariar novos doadores e fidelizar os existentes, porque da regularidade vem a manutenção do estoque”, ressaltou. Kelly explicou que apenas 41% dos voluntários do Hemocentro são fidelizados. “Quanto mais regular e fidelizado, maior a qualidade desse sangue também para a gente. E claro, novos doadores são sempre uma enorme conquista para todos que precisam”. A gerente destaca que todos os tipos sanguíneos são bem-vindos, ainda que atualmente a unidade faça um apelo especial para O+ e O- (doador universal), além dos negativos em geral (A-, B- e AB-). O Hemocentro também organiza transporte gratuito para grupos com pelo menos dez pessoas, que podem agendar pelo WhatsApp (61) 99136-2495. Heróis na vida real Nem mesmo os super-heróis ficaram fora da mobilização nesta terça-feira. Com o traje clássico do Power Ranger Vermelho, o vigilante Adriano Sousa, 40 anos, foi ao Hemocentro com os colegas vestidos como rangers de outras cores para incentivar o público. “Nós viemos voluntariamente. Como heróis, é importante que, nesse dia tão importante, a gente possa inspirar algumas pessoas a vir fazer esse ato heróico. E para ser heróico você não precisa ter um traje ou capa, apenas uma boa ação”, disse.  Fantasiados de Power Rangers, Adriano e os amigos foram doar sangue O grupo, que despertou a atenção de quem compareceu à campanha, também doou sangue. “A gente sabe que o estoque anda baixo, ainda mais no fim de ano, quando as pessoas tiram férias e viajam, então para nós é muito importante estar representando os Power Rangers e sendo heróis na vida real hoje”, acrescentou Adriano. Entre os outros heróis, com roupas mais comuns, a enfermeira Eliane Braga, 37, é doadora regular no Hemocentro de Brasília. Ela sempre teve vontade de doar e atualmente participa da rede sempre que pode. “É muito importante fazer essas doações. Como enfermeira, já vi muitas pessoas precisarem e às vezes enfrentarem a falta de sangue compatível. Muita gente precisa da nossa ajuda, e doar sangue salva vidas. É rápido, tranquilo e não dói”, assegurou "É rápido, tranquilo e não dói" Eliane Braga, enfermeira e doadora de sangue O autônomo Franthesco Vieira Gomes, 33, relatou que familiares já precisaram de doações, e por isso também doa sangue com frequência. Atualmente ele faz parte da comunidade Sangue Bom, que reúne grupos de 15 a 20 pessoas para deslocamentos coletivos até o Hemocentro de Brasília. “A gente tem que ter consciência de que, quando a gente doa sangue, a gente pode salvar até quatro vidas. A doação é tranquila, e aqui a gente tem todo o carinho e apoio da equipe”, relatou. Requisitos Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos (primeira doação até 61 anos), pesar mais de 51 kg, estar bem-alimentado (evitando gordura e derivados do leite) e levar documento original com foto. Os prazos variam conforme o caso. Quem teve gripe deve esperar 15 dias após o fim dos sintomas para realizar a doação. Já em caso de covid-19, são 10 dias após o fim dos sintomas (ou desde a coleta do exame, se assintomático). Para quem teve dengue clássica é exigida uma espera de 30 dias, enquanto quem teve a dengue hemorrágica deve esperar seis meses até uma nova doação. Serviço → Funcionamento do Hemocentro de Brasília: segunda a sábado, das 7h15 às 18h → Agendamento para doar sangue: Agenda DF ou telefone 160, opção 2 → Grupos a partir de dez pessoas: agendamento pelo WhatsApp (61) 99136-2495 → Mais informações: https://www.fhb.df.gov.br/doacao-de-sangue.

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Evento terá debate sobre regulação emocional no cuidado à pessoa com doença falciforme

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, no dia 10 de outubro, um talk show informativo e orientativo sobre regulação emocional na doença falciforme, no auditório e foyer da instituição. O encontro será conduzido pelo especialista Wagre Furtado Gomes e tem como objetivo ampliar o olhar humanizado e multidisciplinar sobre os cuidados com pessoas que convivem com a doença. A programação começa às 14h, com acolhimento e recepção dos participantes, seguida da abertura institucional às 14h30. Às 15h, tem início a palestra no formato de talk show, com espaço para diálogo direto com o público. Após um coffee break coletivo, às 16h, os participantes poderão interagir com o palestrante em um momento de escuta ativa. O encerramento está previsto para 17h. Para a diretora da Hemorrede, Renata Vernay, o evento é um passo importante para fortalecer a abordagem integral da doença falciforme. O encontro será conduzido pelo especialista Wagre Furtado Gomes e tem como objetivo ampliar o olhar humanizado e multidisciplinar sobre os cuidados com pessoas que convivem com a doença | Foto: Divulgação/FHB “A doença falciforme impõe desafios diários aos pacientes e às suas famílias, que vão muito além do manejo clínico. A dimensão emocional da doença exige atenção e cuidado integral. Nesse sentido, o evento representa um avanço fundamental no cuidado integral, reforçando a importância da regulação emocional no enfrentamento da doença. Teremos um palestrante altamente qualificado, e isso reafirma o compromisso da FHB e do Comitê Técnico de Hemoglobinopatias Hereditárias (CTHH) com uma assistência mais humana, sensível e acolhedora”, destacou. Educação em saúde Wagre Furtado Gomes atua há 15 anos como auditor de Controle Interno da Controladoria-Geral do DF e é facilitador da Escola de Governo do DF há 17 anos. A iniciativa é promovida pela FHB em parceria com o Comitê Técnico de Hemoglobinopatias Hereditárias (CTHH) e reforça a importância da educação em saúde, do acolhimento e do cuidado integral às pessoas com doença falciforme. O que é a doença falciforme A doença falciforme é uma condição genética e hereditária que afeta a produção de hemoglobina, proteína responsável pelo transporte de oxigênio no sangue. Nesse quadro, os glóbulos vermelhos adquirem formato de foice — ou “falciforme” — o que dificulta a circulação, provoca obstruções nos vasos sanguíneos e leva a episódios de dor, anemia, infecções e outras complicações. Mais prevalente na população negra, a doença exige acompanhamento contínuo, acesso a tratamentos e ações de prevenção para garantir qualidade de vida aos pacientes. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Aberta segunda turma de curso online sobre transfusão de hemocomponentes

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) e a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), por meio da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), lançam a segunda turma do curso online “Transfusão de Hemocomponentes: da Captação à Hemovigilância”. A qualificação é livre, autoinstrucional, voltada a profissionais de saúde e oferece certificação de 40 horas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 15 de dezembro, de forma online, por este link. A segunda turma do curso online sobre transfusão de hemocomponentes está com inscrições abertas até dia 15 de dezembro | Foto: Divulgação/FHB O objetivo é qualificar equipes da rede pública para o uso seguro e adequado de hemocomponentes, fortalecendo as práticas transfusionais no Distrito Federal. Para obter o certificado, os participantes devem concluir 100% das aulas, alcançar pelo menos 70% de acertos em todas as avaliações e preencher o questionário de satisfação até 31 de dezembro de 2025. Segundo Renata Vernay, diretora da Hemorrede, a iniciativa está alinhada às atribuições da FHB como órgão gestor do Sistema de Sangue, Hemocomponentes e Hemoderivados do DF: “O curso vai ao encontro desse compromisso institucional, configurando-se como uma importante ferramenta para qualificar as equipes assistenciais, mitigar erros recorrentes no ato transfusional, reduzir não conformidades e assegurar a segurança transfusional e do paciente. Trata-se de uma iniciativa estratégica para fortalecer as práticas assistenciais, agregar qualidade aos processos e produtos oferecidos à população e consolidar a cultura de segurança e excelência no serviço hemoterápico do Distrito Federal.” [LEIA_TAMBEM]Conteúdo programático O curso está organizado em módulos que abrangem desde conceitos básicos até procedimentos específicos da rotina hemoterápica. Entre os temas abordados estão: · Introdução à hemoterapia · Captação intra-hospitalar de doadores · Produção e distribuição de hemocomponentes · Patient Blood Management (PBM) · Indicação e transfusão de hemocomponentes · Fluxos e procedimentos de solicitação · Testes pré-transfusionais · Monitoramento e reações transfusionais *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Conselho de Saúde aprova Plano Diretor de Sangue 2024-2027 do Hemocentro de Brasília

O Conselho de Saúde do Distrito Federal aprovou, em sua 549ª reunião extraordinária, o Plano Diretor de Sangue do Distrito Federal (2024-2027), elaborado pela Fundação Hemocentro de Brasília (FHB). A decisão foi oficializada por meio da Resolução nº 648, de 26 de agosto de 2025, publicada no Diário Oficial (DODF) desta quinta-feira (18). O documento é considerado um instrumento estratégico para o fortalecimento da hemorrede pública, estabelecendo diretrizes para coleta, processamento, distribuição e uso racional do sangue e de seus derivados. Também define metas de produção, indicadores de monitoramento e ações de financiamento, alinhando-se ao Plano Distrital de Saúde e à Política Nacional de Sangue e Hemoderivados. O Plano Diretor de Sangue do Distrito Federal (2024-2027), elaborado pela Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), foi aprovado nesta quinta (18) | Foto: Divulgação/FHB Entre os objetivos centrais estão a garantia da segurança transfusional em todas as etapas do ciclo do sangue, o planejamento para atender à demanda crescente e a ampliação da captação de doadores voluntários. O documento prevê ainda a instituição de uma comissão de acompanhamento pela Secretaria de Saúde (SES-DF), responsável por revisar periodicamente os parâmetros de execução. [LEIA_TAMBEM]Para o presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto, a aprovação marca um avanço para a saúde pública do Distrito Federal: “O Plano Diretor de Sangue é um passo decisivo para assegurar que a nossa hemorrede esteja preparada para os desafios dos próximos anos. Ele fortalece a capacidade de planejamento e garante mais segurança e eficiência para toda a população que depende do sangue e de seus derivados”. O Hemocentro tem como missão garantir o fornecimento de sangue e seus componentes para a rede pública, com qualidade assegurada, além de oferecer suporte a transplantes e atendimento ambulatorial multidisciplinar a portadores de coagulopatias hereditárias. A responsabilidade da instituição se estende ainda ao suprimento de insumos e equipamentos e à coordenação das 13 agências transfusionais dos hospitais públicos do DF. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Hemocentro de Brasília moderniza agências transfusionais do DF com automação em exames

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) modernizou as agências transfusionais (ATs) da hemorrede pública do Distrito Federal com a aquisição de equipamentos automatizados de última geração. O investimento anual de R$ 3,3 milhões garante mais segurança transfusional, agilidade nos resultados laboratoriais e melhores condições de trabalho para os servidores. A iniciativa atende às normas do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do DF e fortalece a assistência prestada à população. Antes, os testes já eram realizados pela técnica gel-teste, mas de forma manual ou semi-automatizada, exigindo esforço repetitivo dos profissionais e mais tempo de processamento das amostras. Com a automação, os equipamentos passaram a realizar todas as etapas dos exames imuno-hematológicos pré-transfusionais, desde a execução até a leitura dos resultados, assegurando padronização, rastreabilidade digital e menor risco de erro humano. “Essa mudança representa um marco para a hemorrede pública do DF, pois significa mais segurança para os pacientes que dependem de transfusões e mais eficiência para a rotina das equipes técnicas”, destaca a diretora da Hemorrede da FHB, Renata Vernay. Com a automação, os equipamentos passaram a realizar todas as etapas dos exames imuno-hematológicos pré-transfusionais, desde a execução até a leitura dos resultados, assegurando padronização, rastreabilidade digital e menor risco de erro humano | Foto: Divulgação/FHB Entre os exames realizados estão as tipagens sanguíneas em gestantes e recém-nascidos, inclusive os encaminhados pelas unidades básicas de saúde; a pesquisa de anticorpos irregulares; e a prova cruzada, que avalia a compatibilidade entre a bolsa de sangue e o paciente. No Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), por exemplo, o equipamento realiza em média 90 exames por dia, o que demonstra o impacto direto da modernização na rotina hospitalar. Foram contemplados dez hospitais da rede pública: Hospital de Base do Distrito Federal, Hospital Regional da Asa Norte, Hospital Regional de Santa Maria, Hospital Regional de Taguatinga, Hospital Regional de Samambaia, Hospital da Região Leste, Hospital Regional de Sobradinho, Hospital Regional de Ceilândia, Hospital Regional do Gama e Hospital Materno Infantil de Brasília. Já as unidades de Brazlândia e Paranoá, onde a demanda é menor, receberam a modernização da técnica em gel-teste e foram equipadas com leitoras mais modernas que as anteriores. “Estamos falando de um salto tecnológico que coloca a nossa rede em um novo patamar. Isso impacta diretamente na vida de quem está na ponta, que é o paciente, mas também valoriza o trabalho dos nossos profissionais, que ganham mais recursos para exercer suas funções com excelência”, afirma Renata Vernay. A Fundação Hemocentro de Brasília é responsável por abastecer toda a rede de saúde pública do Distrito Federal, além de atender hospitais conveniados, como o Hospital da Criança e o Hospital das Forças Armadas. Até agosto deste ano, o Hemocentro já havia realizado mais de 52 mil transfusões de hemocomponentes em todo o DF. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Estudantes do CEM 01 de São Sebastião reforçam estoques do Hemocentro

Nesta quarta-feira (10), estudantes e professores do Centro de Ensino Médio 01 de São Sebastião participaram de um projeto solidário da Fundação Hemocentro de Brasília e doaram sangue. Cerca de 14 jovens, entre 16 a 18 anos, ajudaram a reforçar os estoques do banco de sangue do Distrito Federal, que estão em situação crítica.  A iniciativa contribui não apenas para a manutenção das reservas, mas também para a formação de novos doadores conscientes e para o estímulo a uma atitude contínua de solidariedade. Estudantes do Centro de Ensino Médio 01 de São Sebastião participaram do projeto solidário da Fundação Hemocentro, nesta quarta-feira (10) | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Como são menores de idade, os estudantes levaram a autorização dos pais, com formulário assinado de forma idêntica ao documento oficial com foto do responsável, além da apresentação da própria identidade. A professora e responsável pela mobilização no CEM 01 de São Sebastião, Keila Pereira, contou que a motivação para chamar os alunos surgiu quando recebeu o informativo de que o Hemocentro estava com a campanha “Volta às Aulas com Doação Solidária”. Como já é doadora há muitos anos, ela se sentiu tocada e decidiu abraçar a causa. “Comecei a incentivar os estudantes durante as aulas, e expliquei a importância da doação de sangue. Muitos alunos se interessaram e vamos, inclusive, montar um mural com fotos do grupo durante a doação”, conta. Segundo ela, a receptividade foi muito positiva. “Respondi dúvidas sobre quem pode doar, quais são os impedimentos, e esclareci questões relacionadas a uso de drogas, bebidas, tatuagens e piercings. Os alunos que se sentiram motivados a participar procuraram a coordenação espontaneamente. Essa já é a terceira rodada de doações organizadas pela escola: em cada uma, vieram cerca de 14 estudantes.” O estudante Samuel Ferreira, 17, doou sangue pela primeira vez e disse que pretende repetir a experiência. Ele contou que aceitou o convite porque queria ajudar outras pessoas e também porque reconhece que, um dia, pode ser ele quem precise de sangue. Samuel também afirmou que pretende continuar com essa ação: “Pretendo, até porque tem lanchinho, mas não é só por isso. É principalmente para ajudar o próximo”. Samuel Ferreira doou sangue pela primeira vez e quer repetir a experiência: "É principalmente para ajudar o próximo" Já a aluna Andressa Carvalho, 17, contou que aceitou o convite para doar sangue como uma forma de enfrentar um trauma de infância. Quando era mais nova, ao fazer um exame, sofreu com múltiplas tentativas de coleta devido às veias finas, o que a deixou roxa nos dois braços e em pânico. “Eu gritava muito, chorava, e precisaram de três pessoas para me segurar. Desde então, fiquei com esse medo”, relatou. Apesar disso, decidiu encarar a experiência e transformar o desafio em um gesto solidário. “Estou aqui hoje para enfrentar meu medo e também para ajudar o próximo”, afirmou. Educação e solidariedade  A ação do Hemocentro de Brasília junto às escolas da rede pública do DF existe há mais de 15 anos. A iniciativa educativa faz parte do rol de atividades propostas pela fundação. Com a alteração da idade mínima para o ato, segundo a Portaria nº 158/2016 do Ministério da Saúde, o FHB direcionou o foco para os estudantes do ensino médio com o objetivo de introduzir o conhecimento sobre a doação de sangue e incentivar a formação de doadores. Segundo a assistente social do Hemocentro, Lara Lisboa, a doação é permitida a partir dos 16 anos e que os requisitos são os mesmos para todos: estar bem alimentado, em boas condições de saúde e atender ao peso mínimo exigido. “O incentivo desde cedo é fundamental, porque os jovens estão em formação e quanto antes compreenderem a importância da doação, melhor. A necessidade de sangue é diária e permanente, e estimular a consciência solidária nesse público garante a continuidade das doações no futuro”, explica. “O incentivo desde cedo é fundamental, porque os jovens estão em formação e quanto antes compreenderem a importância da doação, melhor. A necessidade de sangue é diária e permanente, e estimular a consciência solidária nesse público garante a continuidade das doações no futuro" Lara Lisboa, assistente social do Hemocentro Antes da coleta de sangue, os candidatos passaram pela triagem feita para avaliar o estado geral de saúde, que até então ainda não era considerado doador. Nessa etapa, são analisados estilo de vida, comportamentos de risco e condições de saúde para definir se ele poderá ou não doar sangue. As entrevistas são sigilosas e conduzidas por profissionais do Hemocentro, que classificam o voluntário como apto ou inapto. Caso seja considerado inapto, ele recebe orientação sobre o motivo, se poderá retornar em outra ocasião ou se deve aguardar um prazo maior.  Para conferir os estoques de sangue atualizados, acesse o site da FHB.   

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Setembro Verde: Hemocentro de Brasília já fez mais de 5 mil exames pré e pós-transplantes em 2025

A professora Dayane Lopes, 39 anos, passou por um transplante de rim em agosto, após ter rins e pâncreas comprometidos por uma condição congênita. A trajetória da moradora da Candangolândia dá sentido ao Setembro Verde, mês de conscientização sobre a doação de órgãos, e evidencia o papel essencial da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), responsável pelos exames de alta complexidade que viabilizam os transplantes no Distrito Federal. Só em 2025, a fundação já fez mais de 5 mil análises pré e pós-transplantes. Para que pudesse fazer um transplante de rim, Dayane Lopes realizou exames de alta complexidade no Hemocentro de Brasília | Foto: Arquivo pessoal A jornada de Dayane começou quando, ao ajudar uma aluna com deficiência em crise, sofreu uma lesão no joelho que exigiu quase dois anos de tratamento. Durante esse período, o uso de anti-inflamatórios desencadeou 19 episódios de pancreatite. Com o agravamento do quadro, veio o diagnóstico de pâncreas divisum — uma malformação congênita. Em 2020, após a gravidez da filha, sua saúde piorou. Exames mostraram uma capacidade de funcionamento dos rins de apenas 11%, em uma situação irreversível. Ela passou por uma cirurgia para colocação de prótese pancreática, que controlou as crises, mas os danos já eram permanentes. “Naquele momento, eu já havia perdido totalmente a função renal, o que impactou profundamente minha vida”, relembra. Com os dois rins comprometidos, a única alternativa era o transplante. Em junho de 2024, entrou na lista de espera, onde permaneceu até agosto deste ano. Segundo o portal InfoSaúde da Secretaria de Saúde (SES-DF), em 2025, até agosto, foram realizados 427 transplantes no DF. O Laboratório de Imunologia de Transplantes do Hemocentro tem equipamentos de alta precisão, reagentes importados da Alemanha e dos Estados Unidos e equipe especializada | Foto: Divulgação/Hemocentro Suporte Durante todo o processo, Dayane precisou ir ao Hemocentro de Brasília diversas vezes para exames e coletas de sangue. Ela conta que, em cada visita, foi recebida com atenção e acolhimento. Esse suporte humano fez toda a diferença nos momentos de fragilidade e foi decisivo para que se mantivesse firme até a hora da cirurgia. “Todos os profissionais foram amorosos e atenciosos, inclusive com a minha filha, quando me acompanhava”, lembra.  [LEIA_TAMBEM]Antes e depois de qualquer transplante no DF, o Hemocentro realiza uma série de análises para garantir a segurança e o sucesso do procedimento. São testes que verificam a compatibilidade genética entre doador e receptor, a presença de anticorpos que poderiam causar rejeição e a reação direta entre amostras de sangue. Paralelamente, o Laboratório de Sorologia confirma que não há risco de transmissão de doenças como HIV, hepatites, HTLV, sífilis e malária. No Laboratório de Imunologia de Transplantes (LIT), equipamentos de alta precisão, reagentes importados da Alemanha e dos Estados Unidos e uma equipe especializada atuam 24 horas por dia, sete dias por semana, explica o diretor de Procedimentos Especiais do Hemocentro, Pedro Henrique Diogo. “É um trabalho caro e altamente especializado, mas que garante que cada transplante realizado no DF tenha segurança e qualidade máximas. Além de referência em coleta e distribuição de sangue, a instituição reafirma sua relevância no suporte aos transplantes”, afirma. Antes do transplante, o Laboratório de Sorologia confirma que não há risco de transmissão de doenças como HIV, hepatites, HTLV, sífilis e malária | Foto: Divulgação/Hemocentro Recomeço O transplante de rim de Dayane foi realizado no Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF). Ela relembra o momento em que recebeu a notícia: “Eu estava na terceira posição da fila, mas os dois primeiros não estavam aptos. Foi quando o telefone tocou e eu soube que era a minha vez. A emoção foi indescritível, chorei muito, foi a sensação de uma nova chance de vida chegando”. Desde então, segue em recuperação, adaptando-se ao uso de imunossupressores e às restrições do pós-operatório. Dayane recebeu o órgão de um doador falecido, dentro do processo previsto pela legislação brasileira. No país, a doação só ocorre com autorização da família, ainda que a pessoa tenha manifestado o desejo em vida. Por isso, especialistas reforçam a importância de conversar com familiares sobre essa decisão. No momento da perda, são eles que autorizam ou não o gesto de generosidade que pode salvar várias vidas. Ela expressa sua gratidão a quem tornou possível o recomeço. “Mesmo sem saber quem foi, agradeço profundamente ao meu doador. À sua família, deixo minha mais profunda gratidão. Quero que saibam que, em meio a essa dor imensa, vocês permitiram que outra vida florescesse. Prometo honrar essa oportunidade, vivendo cada dia com esperança e responsabilidade”, afirma. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Hemocentro de Brasília recebe autoridades de Moçambique em visita exploratória para cooperação na área de sangue

Na manhã desta terça-feira (26), a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) recebeu uma comitiva de Moçambique em uma visita exploratória que pode marcar o início de futuras parcerias na área de sangue. Entre os visitantes estavam o cirurgião Paulo Ivo Garrido, assessor do ministro da Saúde de Moçambique; Nilton Mujovo, da Embaixada de Moçambique no Brasil; Jorge Ramalho, técnico da Assessoria Internacional do Ministério da Saúde; e Marcello Hardman, assessor internacional da Subsecretaria de Assuntos Estratégicos e Internacionais do Ministério da Saúde. O objetivo da visita foi conhecer de perto a experiência brasileira em gestão de sangue e em outras áreas da saúde, como a Rede de Bancos de Leite, estágios de curta duração para médicos moçambicanos, produção de kits de testagem, programas de combate à hanseníase e atenção especializada em ortopedia. Delegação de Moçambique visitou a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) para conhecer a experiência brasileira em gestão de sangue | Fotos: Divulgação/Hemocentro Durante o tour, a comitiva percorreu o Ciclo do Doador, acompanhou o processamento e a distribuição de sangue e visitou os laboratórios de imunohematologia e sorologia. Paulo Ivo destacou o contraste com a realidade do país onde vive: “Em Moçambique, ainda coletamos sangue nos hospitais. Precisamos entender como funciona a coleta de sangue em hemocentros de forma estruturada. Vivemos um drama com a falta de sangue. Queremos aprender como o Brasil resolveu esse problema”. [LEIA_TAMBEM]Ao observar o atendimento aos doadores e os processos rigorosos de segurança, o cirurgião não poupou elogios: “Fiquei muito impressionado com a forma como vocês atendem as pessoas, com o rigor científico e os protocolos de segurança”. Para o presidente do Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto, a visita representa um passo importante para a construção de futuras parcerias internacionais: “Receber a comitiva de Moçambique nos permitiu mostrar nossa experiência na gestão de sangue, no cuidado com os doadores e na segurança de todos os processos. Esse primeiro contato abre caminhos para ações conjuntas que podem beneficiar a população de ambos os países”. Embora ainda não exista uma cooperação formal, a visita reforça a perspectiva de aproximação técnica e científica, colocando o Hemocentro de Brasília como referência no desenvolvimento de programas de saúde que podem inspirar ações internacionais. A visita exploratória reforça a perspectiva de aproximação técnica e científica entre Moçambique e Hemocentro de Brasília (FHB) Hemocentro de Brasília A Fundação Hemocentro de Brasília é a instituição pública responsável por coordenar as atividades de hemoterapia e hematologia no Distrito Federal, atendendo 100% da rede pública de saúde e também hospitais conveniados, como o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF), o Hospital da Criança de Brasília (HCB) e o Hospital das Forças Armadas (HFA). Reconhecida por sua excelência, a FHB é a única instituição de saúde pública do DF com a certificação ISO 9001, que garante a padronização e a melhoria contínua de seus processos. Além da coleta, processamento e distribuição de sangue, a fundação oferece atendimento ambulatorial a pessoas com coagulopatias hereditárias, dá suporte a programas de transplantes, coordena a Política de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme e mantém o cadastro de doadores voluntários de medula óssea, consolidando-se como referência nacional em qualidade e segurança transfusional. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Hemocentro de Brasília envia sangue raro para paciente com anemia falciforme no Mato Grosso do Sul

Todos os dias, alguém em algum lugar do Brasil depende de um doador com características raras no sangue para continuar vivendo. Na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), uma dessas histórias ganhou força no início de junho, quando a instituição viabilizou uma doação de sangue raro sob demanda que foi essencial para garantir a segurança transfusional de uma paciente de 32 anos, com anemia falciforme, tratada pelo Hemosul, no Mato Grosso do Sul. Segundo a hematologista Franciele Moraes, da Fundação Hemocentro de Brasília, a paciente apresentava um anticorpo contra o antígeno U, do sistema MNS, grupo que caracteriza o sangue assim como os sistemas ABO e RH. O antígeno U tem alta prevalência na população, e encontrar doadores negativos é raro. “Se essa paciente recebesse sangue U positivo, poderia ter uma reação transfusional de moderada a severa, em que o próprio organismo destruiria as hemácias transfundidas. Isso pode causar insuficiência renal e outras complicações graves”, explica a médica. Diariamente, o Hemocentro seleciona 12 doadores para análises detalhadas de fenótipo | Foto: Divulgação/FHB O sangue compatível foi coletado da doadora Rita de Cássia Alves, de 39 anos, que trabalha na área da saúde e doa regularmente desde 2007. Rita contou que começou a doar de forma voluntária ao perceber, no dia a dia profissional, a necessidade constante de sangue. Depois de algumas doações, ela descobriu que seu fenótipo era raro, o que a deixou surpresa e preocupada em um primeiro momento. “Meu primeiro pensamento foi: ‘e se um dia eu precisar?’”, disse. Com o tempo, ela passou a atender as convocações com tranquilidade e compromisso. Rita afirmou que se sente realizada por poder ajudar: “Saber que posso ser o diferencial na vida de alguém é gratificante. Cancelo qualquer compromisso para atender esse chamado. A doação de sangue, pra mim, é vida.” [LEIA_TAMBEM]Atualmente, o Hemocentro de Brasília conta com 44 doadores raros cadastrados no Ministério da Saúde. Em 2025, com apoio do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), que realizou a genotipagem de amostras de sangue enviadas de Brasília, foram identificados mais três doadores U negativo, ampliando a capacidade de resposta a casos de alta complexidade. Cadastro nacional O processo de localização e convocação de doadores de sangue raro é coordenado pelo Cadastro Nacional de Sangue Raro. Quando um hemocentro em qualquer estado precisa de uma tipagem específica, comunica o fato ao Ministério da Saúde, que informa onde há doadores compatíveis. O hemocentro responsável faz o contato direto com o voluntário. A Fundação Hemocentro de Brasília mantém um programa de fenotipagem e genotipagem de doadores de sangue. A iniciativa é responsável por classificar doadores com características sanguíneas especiais e permite uma abordagem mais avançada na busca por compatibilidade transfusional. Diariamente, o Hemocentro seleciona 12 doadores para análises detalhadas de fenótipo. Desde a criação do programa, mais de 26 mil pessoas já tiveram o sangue tipificado no Distrito Federal. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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