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Hospital de Base do Distrito Federal

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Hemodinâmica do Hospital de Base bate recorde de procedimentos em um único mês

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Hemodinâmica do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) bateu, em julho, o recorde de procedimentos realizados em um único mês. Foram 522 intervenções, o maior número já registrado pelo setor, destinadas ao diagnóstico e tratamento de doenças do coração, dos vasos sanguíneos e do sistema neurológico. O aumento no número de procedimentos foi alcançado a partir da reorganização de fluxos e da otimização logística. Sem custo adicional para o HBDF, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o setor atualizou os protocolos de acompanhamento dos pacientes, o que contribuiu para reduzir a quantidade de procedimentos suspensos e aumentar a eficiência do serviço. Aparelhos instalados na Hemodinâmica funcionam 24 horas, o que amplia a capacidade de atendimento do hospital | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF Segundo o chefe da Hemodinâmica do HBDF, Gabriel Kanhouche, o resultado representa um benefício direto para a população do Distrito Federal. “A Hemodinâmica é um setor que faz procedimentos menos invasivos por meio de cateter e guiados por raios-X”, explica. “É um setor bem dinâmico, que envolve uma gama de especialidades e uma equipe bem-treinada e muito especializada”. Outro fator que contribuiu para o recorde foi a introdução de dois angiógrafos com funcionamento 24 horas, o que possibilitou ampliar as intervenções, inclusive, no período noturno. Até julho, a Hemodinâmica do Hospital de Base registrou 3.231 procedimentos. A expectativa é que o número continue crescendo nos próximos meses. Atendimento para toda a rede Além de atender pacientes internados no Hospital de Base, a Hemodinâmica também recebe pessoas encaminhadas pelas unidades de pronto atendimento (UPAs) e pelos hospitais regionais, conforme os fluxos de regulação da Secretaria de Saúde (SES-DF).  O setor também executa procedimentos eletivos em pacientes ambulatoriais. “Quando organizamos os fluxos, reduzimos perdas e aproveitamos melhor os equipamentos e a capacidade das nossas equipes, conseguimos atender mais pacientes com a mesma estrutura e sem aumentar os custos” Edson Gonçalves, diretor de Atenção à Saúde do IgesDF A Hemodinâmica atua no diagnóstico e tratamento de doenças do coração, dos vasos sanguíneos e do sistema neurológico, utilizando técnicas minimamente invasivas que permitem acessar estruturas do corpo por meio de cateteres, com auxílio de equipamentos de imagem. Para o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Edson Gonçalves, o recorde demonstra que a melhoria dos processos de trabalho pode ampliar a capacidade de atendimento e gerar resultados concretos para os pacientes. “Esse resultado mostra que melhorar a assistência não significa apenas ampliar a estrutura, mas também fazer com que aquilo que já temos funcione cada vez melhor”, avalia. “Quando organizamos os fluxos, reduzimos perdas e aproveitamos melhor os equipamentos e a capacidade das nossas equipes, conseguimos atender mais pacientes com a mesma estrutura e sem aumentar os custos. É uma combinação de gestão, eficiência e compromisso com quem precisa do serviço.” Novas possibilidades Em agosto, a Hemodinâmica também recebeu um novo equipamento: o rotablator. A tecnologia é utilizada em procedimentos de alta complexidade para tratar artérias coronárias com intensa calcificação. O aparelho amplia as possibilidades de tratamento e permite que pacientes que, em determinadas situações, poderiam precisar de uma cirurgia cardíaca convencional sejam submetidos a um procedimento menos invasivo durante o cateterismo. O primeiro paciente beneficiado pela tecnologia foi José Cosme de Souza, que passou pelo procedimento para tratar uma obstrução coronária com intensa calcificação. Após permanecer um dia em observação, ele recebeu alta e comentou: “Estou me sentindo muito bem, não estou sentindo nenhum tipo de dor. Acho ótimo que o meu procedimento foi menos invasivo, já que posso me recuperar bem mais rápido”. *Com informações do IgesDF

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HBDF amplia hemodiálises em 53% e reforça atendimento 24 horas para pacientes renais 

Quando recebeu o diagnóstico e foi encaminhada para iniciar a hemodiálise, Aldenora Maria Ribeiro da Silva, de 63 anos, imaginou que enfrentaria uma longa espera até começar o tratamento. A realidade foi diferente. "Consegui a vaga em apenas uma semana”, conta.  Aldenora faz hemodiálise há dois anos no HBDF: "Consegui a vaga em apenas uma semana” | Fotos: Divulgação/IgesDF “Faço questão de dizer que o Hospital de Base é o melhor hospital que já vi. Todos aqui me tratam muito bem" Aldenora Maria Ribeiro da Silva, paciente do HBDF   Há dois anos, Aldenora é paciente no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), onde realiza as sessões de diálise. “Faço questão de dizer que o Hospital de Base é o melhor hospital que já vi. Todos aqui me tratam muito bem", elogia. A experiência de Aldenora reflete uma mudança importante na assistência aos pacientes renais. Após reorganizar seus fluxos internos e aperfeiçoar o funcionamento do serviço, o Hospital de Base ampliou em 53% o número de sessões de hemodiálise realizadas no primeiro semestre deste ano. Foram 9.060 procedimentos, contra 5.905 no mesmo período do ano passado. A presidente do IgesDF, Eliane Abreu, destaca que a ampliação da capacidade representa mais qualidade na assistência e mais segurança para os pacientes. "A hemodiálise é um procedimento contínuo e essencial para a vida de muitas pessoas. Ao ampliarmos nossa capacidade de atendimento, garantimos mais acesso, mais conforto e uma assistência cada vez mais qualificada para a população", afirma. A diálise é um tratamento que substitui parcialmente as funções dos rins, filtrando o sangue e removendo toxinas e o excesso de líquidos do organismo. O procedimento é indispensável para pacientes com insuficiência renal e a demanda pelo serviço cresce continuamente. Para responder a esse crescimento, o Hospital de Base reorganizou seus fluxos assistenciais e aperfeiçoou a logística de funcionamento do setor. Com isso, a hemodiálise passou a ser oferecida 24 horas por dia, tanto para pacientes internados quanto para aqueles em tratamento em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ampliando a capacidade de resposta da unidade.  Neste ano, todos os meses registraram aumento nas sessões de hemodiálise superior a 45% em relação aos mesmos períodos de 2025 Mais acesso ao tratamento Os resultados acompanham a evolução do serviço nos últimos anos. Em 2024, foram realizadas 10.814 sessões de hemodiálise. Em 2025, esse número subiu para 14.393, um crescimento de 33%. Neste ano, todos os meses registraram aumento superior a 45% em relação aos mesmos períodos de 2025, com mais de mil procedimentos mensais. O maior avanço ocorreu em janeiro, quando o número de sessões passou de 941 para 1.622, alta de 72%.  [LEIA_TAMBEM] O chefe da Nefrologia do HBDF, Thiago Hayashida, destaca que o Hospital de Base atende não apenas seus pacientes internados, mas também recebe encaminhamentos de toda a rede pública de saúde do Distrito Federal. "Nosso compromisso é garantir que nenhum paciente com indicação de terapia renal substitutiva fique sem assistência. A revisão dos processos e a melhoria dos fluxos internos permitiram ampliar significativamente nossa capacidade de atendimento, sem necessidade de grandes intervenções estruturais", explica.   Tecnologia leva a hemodiálise até o paciente Além da reorganização do serviço, o Hospital de Base passou a contar, desde abril deste ano, com a tecnologia Genius, que permite realizar a hemodiálise diretamente no leito do paciente. Antes, o procedimento dependia de pontos fixos de água, exigindo o deslocamento de pacientes, muitas vezes em estado clínico delicado. Com o novo sistema, o tratamento é realizado onde o paciente está internado, reduzindo movimentações, aumentando a segurança e proporcionando mais conforto. Foram incorporados dez equipamentos, ampliando a capacidade de atendimento aos pacientes internados e fortalecendo ainda mais a assistência prestada pelo Hospital de Base. Serviço → A diálise atende pacientes internados no Hospital de Base e pessoas encaminhadas pela rede pública de saúde do Distrito Federal que necessitam de terapia renal substitutiva. → O atendimento é realizado mediante indicação médica e regulação da rede pública de saúde. Não há atendimento por demanda espontânea. *Com informações do IgesDF

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Com recursos de R$ 1,4 milhão, Hospital de Base amplia atendimento oftalmológico 

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) recebeu quatro novos equipamentos para exames e procedimentos oftalmológicos, em um investimento de R$ 1,4 milhão destinado pelo Ministério da Saúde por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Criado pelo governo federal, o PAC busca impulsionar o crescimento sustentável do país por meio da expansão e modernização da infraestrutura pública, incluindo investimentos destinados ao fortalecimento da rede assistencial do SUS. Novo equipamento, que começou a ser utilizado neste mês, permite mais precisão nos procedimentos oftalmológicos | Foto: Divulgação/IgesDF A medida vai ampliar a capacidade assistencial de um serviço que processa, em média, 330 cirurgias por mês pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de garantir mais precisão e segurança aos pacientes. “Conseguimos aumentar a quantidade de procedimentos realizados, reduzir custos e oferecer mais comodidade ao usuário”  Stefânia Diniz, chefe da Oftalmologia do HBDF  Entre os equipamentos entregues está um microscópio cirúrgico oftalmológico de última geração utilizado em procedimentos de alta complexidade, como cirurgias de catarata, glaucoma, córnea e retina. O aparelho começou a ser utilizado neste mês e representa um avanço tecnológico em relação aos equipamentos já existentes na unidade. Segundo o cirurgião oftalmológico Carlos José de Souza Júnior, do HBDF, a nova tecnologia proporciona melhor visualização das estruturas oculares, favorecendo a precisão dos procedimentos. “Nas cirurgias oftalmológicas, trabalhamos em um campo milimétrico”, explica. “Ter uma imagem mais clara e nítida permite que o profissional realize os procedimentos com maior segurança e destreza. Além disso, o equipamento tem sistema de vídeo com gravação, que também  contribuirá para a capacitação e o aprendizado das equipes”. Mais tratamentos  [LEIA_TAMBEM]Além do microscópio, o Hospital de Base, referência em oftalmologia de alta complexidade no Centro-Oeste, recebeu um fotocoagulador a laser, equipamento utilizado no tratamento de diversas doenças da retina. O aparelho é o primeiro do  tipo na unidade e permite que parte dos procedimentos seja realizada em ambiente ambulatorial, dispensando a ocupação de salas cirúrgicas. Desde a implantação, o equipamento já foi utilizado em cerca de 40 procedimentos. “O laser torna o tratamento mais acessível porque o paciente não precisa ser encaminhado para uma sala de cirurgia”, aponta a chefe da Oftalmologia do HBDF, Stefânia Diniz. “Conseguimos aumentar a quantidade de procedimentos realizados, reduzir custos e oferecer mais comodidade ao usuário.”  Também foram incorporados ao parque tecnológico da unidade um vitreófago com facoemulsificador — empregado em cirurgias de retina para tratar sangramentos, inflamações, infecções e descolamentos — e um biômetro óptico, utilizado para medições oculares essenciais no planejamento cirúrgico. *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base muda vida de pessoas com transtornos alimentares 

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), é a única unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal a oferecer atendimento ambulatorial estruturado para pessoas com transtornos alimentares. Com equipe formada por psiquiatras, psicólogos e nutricionistas, o serviço reúne diferentes especialidades para oferecer acompanhamento integrado aos pacientes.  Neste 2 de junho, Dia Mundial de Conscientização dos Transtornos Alimentares, especialistas enfatizam importância do diagnóstico precoce | Fotos: Divulgação/IgesDF "Eu estava tão mal que comecei a sentir dor, meu corpo já não aguentava mais. Percebi que precisava de ajuda, mas, ao mesmo tempo, me achava bonita"   Maria Eduarda, nome fictício para preservar a identidade da paciente Foi esse acolhimento que ajudou Maria Eduarda* a iniciar o processo de recuperação. A preocupação com a aparência começou ainda na adolescência. O que parecia ser apenas o desejo de emagrecer deu lugar a uma relação cada vez mais difícil com a alimentação e com a própria imagem. Após anos recorrendo a dietas radicais, ela desenvolveu transtornos alimentares que comprometeram sua saúde e a levaram à internação. "Eu estava tão mal que comecei a sentir dor, meu corpo já não aguentava mais. Cheguei a perder o movimento das pernas. Não conseguia fazer nada sozinha, nem levantar o braço. Eu percebi que precisava de ajuda, mas, ao mesmo tempo, me achava bonita", relembra.  No Brasil, 11 milhões de pessoas afetadas Neste 2 de junho, Dia Mundial de Conscientização dos Transtornos Alimentares, especialistas reforçam a importância do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento adequado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70 milhões de pessoas convivem com algum transtorno alimentar no mundo. No Brasil, estima-se que aproximadamente 11 milhões de pessoas apresentem algum tipo de distúrbio relacionado à alimentação.  No HBDF, destaca o médico psiquiatra Geison Machado, o tratamento começa pelo acolhimento e pela compreensão da história de cada paciente "Não existe uma solução simples ou imediata. A evolução clínica depende, em grande parte, do manejo adequado, do reconhecimento da doença e da construção de estratégias terapêuticas individualizadas" Geison Machado, médico psiquiatra do HBDF   De acordo com o médico psiquiatra do HBDF, Geison Machado, o tratamento começa pelo acolhimento e pela compreensão da história de cada paciente. "Não existe uma solução simples ou imediata. A evolução clínica depende, em grande parte, do manejo adequado, do reconhecimento da doença e da construção de estratégias terapêuticas individualizadas. Esse processo pode envolver diversos obstáculos, uma vez que nem sempre os pacientes apresentam condições clínicas, recursos emocionais ou disponibilidade subjetiva para reunir todos os elementos necessários ao tratamento e à recuperação", explica. Para Maria Eduarda, o maior desafio sempre esteve relacionado aos conflitos internos provocados pela doença. "Eu sabia que precisava melhorar e que não estava bem, mas isso iria contra algo que deixava a minha autoestima boa. É uma luta interna muito difícil, mas percebi que precisava de um tratamento que me ajudasse a viver a minha vida", resume. Entre os transtornos alimentares mais comuns estão a anorexia nervosa, a bulimia nervosa e a compulsão alimentar periódica. As doenças podem se manifestar de diferentes formas e nem sempre estão associadas à magreza extrema. Segundo Machado, iniciativas de conscientização ajudam a ampliar o conhecimento sobre o tema e reduzir o estigma que ainda cerca esses transtornos. "Ao ampliar a compreensão sobre essas doenças, torna-se possível oferecer maior acolhimento às dificuldades, ao sofrimento e às demandas vivenciadas pelos pacientes. O conhecimento adequado também favorece o reconhecimento dos sintomas e facilita a busca por ajuda especializada", afirma.  Redes sociais e pressão estética No HBDF, o atendimento é realizado de forma conjunta por psiquiatra, psicólogo e nutricionista, o que permite acompanhar diferentes aspectos da doença simultaneamente  Maria Eduarda, que segue em acompanhamento no HBDF, conta que a preocupação excessiva com o peso começou cedo. "Me lembro de não comer nada em dias que iria para alguma festa, porque queria estar mais bonita", relata. Para o psiquiatra, a exposição constante a padrões estéticos nas redes sociais, associada à pressão por determinados tipos físicos e à busca por resultados rápidos, pode contribuir para o desenvolvimento dos transtornos, especialmente entre adolescentes.  "Tive muito medo de não levarem o meu problema a sério, mas me ajudaram muito. Não me senti julgada em nenhum momento"  Maria Eduarda, nome fictício para preservar a identidade da paciente   "A comparação com outras pessoas faz parte do desenvolvimento humano. Porém, quando essa exposição ocorre de forma precoce e intensa, a cobrança aumenta e o surgimento de um transtorno se torna mais provável", explica Geison Machado. Como parte da recuperação, Maria Eduarda busca transformar hábitos e comportamentos que influenciam sua relação com a própria imagem. "Preciso mudar a forma como penso, os conteúdos que consumo nas redes sociais e até a maneira como lido com meus impulsos", diz. Como funciona o acompanhamento No Hospital de Base, o atendimento é realizado de forma conjunta por psiquiatra, psicólogo e nutricionista. A atuação integrada permite que diferentes aspectos da doença sejam acompanhados simultaneamente. "O atendimento multiprofissional amplia nossa capacidade de escuta, fortalece o manejo clínico e contribui para respostas mais efetivas às necessidades dos pacientes", destaca Machado.  [LEIA_TAMBEM] Maria Eduarda relembra que teve receio na primeira consulta, mas depois se sentiu acolhida e ouvida. "Tive muito medo de não levarem o meu problema a sério, mas me ajudaram muito. Não me senti julgada em nenhum momento. Foi algo muito importante pra mim. Agora, sinto que vou conseguir seguir com o tratamento até o final", celebra. O atendimento ambulatorial para transtornos alimentares do Hospital de Base está disponível para toda a população do Distrito Federal. Para ter acesso ao serviço, é necessário apresentar um encaminhamento médico, da rede pública ou privada, para agendamento da consulta de avaliação. (Obs.: *nome fictício para preservar a identidade da paciente)  *Com informações da IgesDF

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Hospital de Base registra maior número de cirurgias da sua história em 2025

O Hospital de Base do Distrito Federal atingiu, em 2025, a maior marca de cirurgias de sua história e ultrapassou a barreira de 15 mil procedimentos realizados em um único ano. Ao todo, foram 15.166 cirurgias, número 7,5% superior ao registrado em 2024, quando foram contabilizados 14.107 procedimentos. O recorde mensal também foi superado três vezes, nos meses de maio, julho e setembro. O resultado foi alcançado no ano em que o hospital completou 65 anos de funcionamento e reflete um conjunto de medidas adotadas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), responsável pela administração da unidade. As ações tiveram como foco organizar melhor a rotina do hospital, acompanhar os resultados de perto e ampliar a capacidade de atendimento cirúrgico. Entre as estratégias implementadas está o projeto Lean, iniciado em 2023. A metodologia busca reduzir desperdícios e tornar o atendimento mais eficiente. No centro cirúrgico, a iniciativa impactou diretamente a organização da agenda cirúrgica e o monitoramento do horário de início das cirurgias. O chefe do centro cirúrgico, Danillo Almeida de Carvalho, destaca que a metodologia permitiu aprimorar o uso das 16 salas operatórias e reduzir períodos de ociosidade. “O Lean nos ajudou a qualificar o trabalho das equipes e a diminuir o tempo ocioso. Houve envolvimento integrado das equipes de limpeza, enfermagem e anestesiologia, o que foi determinante para os resultados”, afirma. Segundo o médico, a reorganização também permitiu ampliar o uso das salas no período noturno para procedimentos de emergência, contribuindo para dar mais agilidade lista de espera cirúrgica. O superintendente do Hospital de Base, Paulo Saad, avalia que o crescimento reflete o comprometimento da gestão com a melhoria contínua: "Estamos empenhados em trazer inovação e sempre aumentar a qualidade do Hospital de Base, que já é uma referência em saúde". Ao todo, e, 2025, foram 15.166 cirurgias, número 7,5% superior ao registrado em 2024, quando foram contabilizados 14.107 procedimentos | Foto: Divulgação/IgesDF Crescimento nas especialidades A ampliação da produção cirúrgica impactou diretamente a população, com aumento em diversas especialidades. A urologia apresentou o maior crescimento percentual, com alta de 24%. O número de procedimentos passou de 1.374 em 2024 para 1.708 em 2025. Os procedimentos de otorrinolaringologia registraram aumento de 14% no período. Já ortopedia e trauma cresceram juntas 9% na comparação anual e somaram 2.943 cirurgias, o que representa quase uma em cada cinco realizadas no hospital. Novo centro cirúrgico Em fase final de construção, o novo centro cirúrgico deve ampliar ainda mais a capacidade de atendimento da unidade. A estrutura contará com 16 salas operatórias, duas delas equipadas com tecnologia de alta performance para cirurgias robóticas, além de uma sala de recuperação pós-anestésica com 18 leitos e áreas de apoio destinadas às equipes assistenciais e à logística hospitalar. Arte: IgesDF Além disso, com a transferência das cirurgias de alta complexidade para o novo complexo, o antigo centro cirúrgico será readequado para a criação de salas destinadas a procedimentos de menor complexidade. São aqueles mais rápidos, em que o paciente é operado e recebe alta no mesmo dia. Isso amplia a capacidade de atendimento do hospital e melhora o fluxo assistencial. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Dia Mundial da Psoríase: o desafio de cuidar da pele e das emoções

Quando as primeiras manchas começaram a surgir em sua pele, Estael Vieira, hoje com 61 anos, ainda era uma jovem de 19. Sem acesso a informações sobre o que era a psoríase, ela passou anos tentando esconder as lesões. “No começo eu sentia vergonha”, conta. “As pessoas achavam que era contagioso, e eu evitava usar roupas curtas”. Estael Vieira teve psoríase aos 19 anos, enfrentou preconceito e baixa de autoestima, mas hoje segue o tratamento sem problemas | Foto: Alberto Ruy/IgesDF  O preconceito, lembra, chegou até dentro de casa: “Meu marido tinha receio de me tocar. Precisei levá-lo a uma consulta médica para que o doutor explicasse que psoríase não pega. Hoje ele entende que é uma condição que precisa de cuidado, não de preconceito”. O Dia Mundial da Psoríase, celebrado nesta quarta-feira (29), chama atenção para a importância do diagnóstico precoce, da desmistificação da doença e do acolhimento a quem convive com ela. Segundo a National Psoriasis Foundation (EUA), assim como Estael, cerca de 125 milhões de pessoas em todo o mundo convivem com essa doença inflamatória, crônica e não contagiosa, que pode ser controlada com tratamento adequado. O que é a psoríase “Muitos pacientes relatam que as lesões surgem após momentos de tensão emocional ou sobrecarga no trabalho” Danielle Aquino, dermatologista do Hospital de Base A dermatologista Danielle Aquino, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), explica que a psoríase é uma doença autoinflamatória, resultado de uma disfunção do sistema imunológico que acelera o ciclo de renovação das células da pele. O processo gera o acúmulo dessas células, formando lesões avermelhadas e descamativas. “A pessoa já possui a carga genética, ou seja, a predisposição, e algum fator ambiental pode atuar como gatilho —  por isso ela não é contagiosa”, detalha. As placas da psoríase são geralmente secas e esbranquiçadas, podendo aparecer nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo, abdômen e lombar. Em alguns casos, a inflamação também atinge as unhas e articulações, provocando dor e rigidez, um quadro conhecido como artrite psoriásica. A propensão genética é o principal fator, mas situações de estresse, infecções, ferimentos na pele e o uso de certos medicamentos podem desencadear crises. “Muitos pacientes relatam que as lesões surgem após momentos de tensão emocional ou sobrecarga no trabalho”, observa Danielle Aquino. Impacto emocional  Mais do que uma condição dermatológica, a psoríase tem forte impacto psicológico. O psiquiatra Sérgio Cabral, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), lembra que os gatilhos emocionais podem não apenas agravar as crises, mas também gerar um ciclo vicioso entre o sofrimento psíquico e o avanço da doença. “A psoríase me ensinou a ter paciência e amor-próprio. Quando me aceitei, a pele também melhorou” Estael Vieira “Quando a pessoa está sob estresse ou ansiedade, há liberação de substâncias como cortisol e adrenalina, que intensificam a resposta inflamatória”, aponta. “Ao mesmo tempo, as lesões visíveis provocam queda de autoestima e isolamento social, o que aumenta o estresse e pode agravar a psoríase.” Segundo o especialista, o estigma social ainda é um grande desafio: “A sociedade historicamente associou doenças de pele à exclusão, como acontecia com a hanseníase. O preconceito reforça o sofrimento dessas pessoas. É essencial que busquem apoio psicológico e sigam o tratamento médico. Não escolhemos ter uma doença, mas podemos escolher cuidar dela com responsabilidade e esperança”. Tratamento e controle [LEIA_TAMBEM]A dermatologista Danielle Aquino explica que o tratamento é individualizado e depende da gravidade das lesões. Entre os tratamentos disponíveis estão cremes e pomadas à base de corticoides ou vitamina D3; fitoterapia, com aplicação controlada de luz ultravioleta; medicamentos orais, para casos moderados ou graves; e terapias biológicas injetáveis, indicadas quando há resistência aos outros tratamentos. A hidratação diária da pele também é fundamental. “Produtos com ureia ajudam a suavizar a descamação e a aliviar a coceira”, reforça a médica. “A psoríase não tem cura, mas é possível viver bem com acompanhamento médico e controle do estresse”. O tratamento da psoríase está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), com acompanhamento especializado e fornecimento gratuito de medicamentos conforme prescrição médica. O encaminhamento pode ser feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Com acompanhamento médico e apoio emocional, é possível ter qualidade de vida e autoestima preservadas. Para Estael Vieira, que convive com a doença há 42 anos, o segredo está na aceitação: “A psoríase me ensinou a ter paciência e amor-próprio. Quando me aceitei, a pele também melhorou”.   *Com informações do IgesDF    

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Paciente recupera a fala com ajuda de equipe do Hospital de Base

Paulo Henrique da Cruz, 41 anos, jamais imaginou que precisaria reaprender a falar. No dia 1º de junho, chegou ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) com o diagnóstico de Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave. Ele foi brutalmente espancado durante uma tentativa de assalto em sua casa. Os agressores, ao perceberem que o imóvel não estava vazio, o atacaram, deixando marcas físicas e emocionais. “Ele chegou sem conseguir pronunciar uma palavra. A área do cérebro responsável pela linguagem ficou bem comprometida”, explica Aline Vaz, fonoaudióloga do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF). A afasia é considerada uma das formas de perda de linguagem. No caso de Paulo, ele compreendia o que era falado, porém não conseguia se comunicar. O silêncio, no entanto, durou pouco. Apesar das lágrimas e da frustração dos primeiros dias, Paulo não se entregou. Com bloquinho de papel em mãos, muitos gestos e uma vontade enorme de voltar a falar, ele buscava diariamente os profissionais pelos corredores da unidade. “Era emocionante ver aquele homem tentando escrever, gesticular, pedir ajuda. Ele nunca desistiu de tentar falar novamente”, lembra Aline. Após 15 dias de internação, Paulo recebeu alta. Mas antes de deixar o hospital, fez questão de escrever à mão o nome de todos os profissionais que marcaram sua trajetória | Foto: Divulgação/IgesDF Com o apoio da equipe multidisciplinar, formada por fonoaudiólogas, terapeutas ocupacionais, psicóloga e fisioterapeutas, Paulo Henrique conquistou os primeiros avanços para a retomada da fala. “A primeira palavra que consegui dizer foi o nome da fonoaudióloga Letícia. Não aguentei, comecei a chorar e ela me abraçou”, relembra. Um dos momentos mais marcantes aconteceu quando Paulo conseguiu avisar que era aniversário de seu filho. A equipe, tocada pela situação, sugeriu que ele gravasse um vídeo. “Ele cantou parabéns e no final não conteve as lágrimas. Nós nos emocionamos junto com ele. Foi um avanço importante na recuperação”, relata Letícia.  [LEIA_TAMBEM]Após 15 dias de internação, Paulo recebeu alta. Mas antes de deixar o hospital, fez questão de escrever à mão o nome de todos os profissionais que marcaram sua trajetória. “Vocês me devolveram a voz. Hoje posso dizer ‘obrigado’, posso dizer que amo meu filho”, detalha. Uma recuperação feita de laços A psicóloga Luiza Gayaó acompanhou de perto as angústias de Paulo e reforça a importância do vínculo com a equipe no processo de recuperação. “A afasia gera sofrimento, pois a pessoa quer se comunicar e não consegue. O apoio emocional e o acolhimento foram fundamentais para que ele se sentisse seguro e motivado”, conta. A terapeuta ocupacional Jackeline Rossi também destaca o poder dessa conexão. “Ver um paciente recuperar a autonomia, a voz e a esperança é o que nos move todos os dias. Paulo nos deu uma lição de persistência”. Hoje, Paulo segue em tratamento ambulatorial no próprio Hospital de Base. A fonoaudióloga Ana Patrícia Queiroz explica que, embora ainda existam sequelas, a evolução é visível. “Estamos confiantes de que ele irá recuperar ainda mais sua comunicação. O mais importante é que ele está engajado”, ressalta. Ao se despedir da equipe, Paulo resumiu sua trajetória em uma frase simples, mas carregada de significado. “Se hoje eu posso falar, é graças a toda a equipe que me acolheu e me deu o suporte necessário. Sou imensamente grato”, conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Paciente baleada por patrão tem a vida salva por equipe do Hospital de Base

Oscelina Moura de Oliveira, 45 anos, recebeu alta da equipe médica nesta terça-feira (25). Ela estava internada no Hospital de Base do Distrito Federal desde o dia 16 de janeiro, quando foi baleada pelo delegado da Polícia Civil do DF e seu próprio patrão, Mikhail Rocha e Menezes. Emocionada, Oscelina declarou: “Vocês são anjos enviados por Deus. Todos aqui são maravilhosos. Conheci tanta gente boa que não consigo lembrar todos os rostos. Mas cada um cuidou de mim com amor”. Após passar por pelo menos três procedimentos cirúrgicos, Oscelina foi para casa com poucas sequelas do acontecimento que poderia ter tirado a sua vida: ela ainda não consegue caminhar sozinha e está com uma bolsa de colostomia. “Vou continuar vindo ao hospital para acompanhamento no ambulatório. O doutor até brincou com meu esposo, dizendo que agora sou mais dele. Tenho uma bolsinha para minhas necessidades, mas se tudo der certo, logo me verei livre dela”, conta. Após passar por pelo menos três procedimentos cirúrgicos, Oscelina foi para casa com poucas sequelas do acontecimento que poderia ter tirado a sua vida | Foto: Divulgação/IgesDF Renato Lins, chefe do Trauma do Hospital de Base, explica. “O tratamento dela ainda não terminou. Ela precisará de um novo procedimento para a retirada da bolsa, mas, neste momento, o melhor é que ela tenha um tempo de recuperação fora do ambiente hospitalar”, disse. Lins lembra como foi receber o caso de Oscelina. “Soubemos do acontecimento pela televisão antes mesmo de receber as pacientes. No momento da chegada, ela já se encontrava em estado grave. Fizemos o primeiro atendimento, solicitamos exames complementares, incluindo tomografia de abdome, e identificamos a necessidade imediata de uma cirurgia devido à gravidade das lesões encontradas”, conta. De acordo com o médico, as lesões em vários órgãos exigiram cuidados intensivos no pós-operatório. “O trabalho em conjunto foi essencial. Desde o primeiro atendimento até a recuperação, tivemos uma equipe multidisciplinar envolvida: cirurgiões, intensivistas, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros. A passagem dela pela UTI foi fundamental, pois, após uma cirurgia grande, o paciente passa por uma fase de piora antes de começar a melhorar”, contou. Ainda segundo Lins, a estrutura do hospital foi essencial para o sucesso do tratamento. “Precisamos realizar reintervenções cirúrgicas e tivemos salas disponíveis sempre que necessário. Esse suporte completo fez toda a diferença na recuperação dela”, reforçou, orgulhoso do sucesso. O Corpo de Bombeiros Militar do DF prestou os primeiros socorros e levou Oscelina de helicóptero ao Hospital do Paranoá, por ser o mais próximo de onde ela estava Milagre Oscelina relembra como tudo aconteceu no fatídico dia. “Quando cheguei no trabalho pela manhã, eu tinha tomado o café com o meu filho, que precisei levar comigo aquele dia. De repente, escutei os gritos da minha patroa batendo na porta e pedindo socorro. Eu saí desesperada e, quando vi, ele já tinha baleado ela. Logo depois, ele virou a pistola para mim e apontou para as minhas costas. Eu tentei fugir para onde meu filho estava escondido, mas só escutei a pancada nas costas e senti a dor queimando”, conta. Foi o filho de Oscelina que socorreu a mãe como pôde. “Deus usou ele naquele momento. Ele pegou a blusa de frio dele e colocou nos ferimentos para estancar o sangue. Eu fiquei lá até meu esposo chegar. Meu filho perguntou: “Mamãe, o que eu faço?” e eu disse: “Vai lá, pega o telefone na bolsa, preciso ligar para o seu pai.” Davi Roque Ribeiro, 52 anos, esposo de Oscelina, recebeu a ligação e entrou em desespero. “Você não tem ideia do que eu passei. É como se eu estivesse vivendo na terra, mas meu corpo estivesse fora dela. Foi uma sensação muito estranha, uma mistura de dor profunda por ela e revolta. Foi um momento de terror”, conta Davi. O Corpo de Bombeiros Militar do DF prestou os primeiros socorros e levou Oscelina de helicóptero ao Hospital do Paranoá, por ser o mais próximo de onde ela estava. Porém, após perceberem que o caso era muito grave, decidiram trazê-la para o Hospital de Base, gerido pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), e que possui um serviço multidisciplinar exclusivo dedicado à Cirurgia do Trauma. Oscelina lembra o momento em que voltou a ter consciência do que estava acontecendo. “Quando acordei, estava na UTI, e perguntei o que tinha acontecido, pois lembrava da cena do tiro. Meu esposo me contou e eu agradeci a Deus por estar viva”, conta. Particularmente para Davi, o segundo dia de internação foi o mais difícil. “Quando vim visitá-la, fui recebido pela equipe médica, que me explicou que a situação era muito grave e de alto risco. Eles me perguntaram se eu estava preparado para vê-la e me ofereceram acompanhamento psicológico. Mas eu quis enfrentar a situação sozinho. Quando entrei no quarto e a vi muito inchada, foi um choque. Seu rosto estava irreconhecível. Naquele momento, eu temi perde-la, hoje recuperada e indo para casa, a felicidade toma conta da família. “O dia mais feliz, sem dúvida, foi hoje, na alta dela. É uma alegria imensa, e estou sem palavras para descrever. Só gratidão!”, emociona-se. Davi aproveitou a oportunidade para elogiar o atendimento recebido no Hospital de Base. “Da equipe médica à zeladoria, o atendimento é maravilhoso. Estou aqui dentro há 40 dias acompanhando minha esposa e só tenho elogios. Todos são muito educados, carinhosos e trabalham com amor. No Hospital de Base, a equipe não trabalha apenas por profissionalismo, mas com dedicação e coração, e isso faz toda a diferença para o paciente e para a família também”, garante Davi. Lins também aproveita para comemorar com toda a equipe do Hospital, a recuperação de Oscelina. “A alta do paciente é o momento que nos motiva. A Oscelina passou por vários setores do hospital e todos perguntam por ela. Quando vou visitar outros pacientes na UTI, por exemplo, a equipe pergunta por ela. Muitos profissionais acompanharam cada etapa, e ver essa recuperação é muito gratificante”. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Dia Mundial do Câncer: Hospital de Base realizou mais de 34 mil atendimentos em 2024

O dia 4 de fevereiro foi escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o Dia Mundial do Câncer. O momento serve como uma forma de alertar e informar a população sobre a prevenção a todos os tipos de câncer, uma doença que hoje atinge, aproximadamente, 20 milhões de pessoas por ano no mundo todo. Segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Distrito Federal pode ter, entre 2023 e 2025, por volta de 7.330 novos casos por ano, o que daria quase 22 mil novos casos. Em Brasília, o Hospital de Base do Distrito Federal é referência do Serviço Único de Saúde para o atendimento de oncologia clínica e cirúrgica. Apenas em 2024, foram realizados 1.786 procedimentos cirúrgicos de oncologia e de especialidades que também tratam câncer como mastologia, ginecologia, ortopedia, cirurgia torácica, cirurgia de cabeça e pescoço e cirurgia geral. Em Brasília, o Hospital de Base do Distrito Federal é referência do Serviço Único de Saúde para o atendimento de oncologia clínica e cirúrgica | Fotos: Divulgação/IgesDF Além disso, foram realizados, entre janeiro e dezembro de 2024, 34.093 atendimentos oncológicos no ambulatório do Hospital de Base e mais de 11.800 sessões de quimioterapia oncológica. Também foram realizadas mais de 7.300 sessões de quimioterapia da onco-hematologia (leucemia). O Hospital de Base tem, hoje, o maior serviço de oncologia do Distrito Federal e é credenciado pelo Ministério da Saúde como Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon). “Isso significa que aqui são tratados todos os tipos de câncer, tanto com quimioterapia quanto com radioterapia e também com cirurgias. O HBDF é o único hospital público que consegue oferecer esse tratamento completo para todos os tipos de câncer que existem”, explica Daniel da Motta Girardi, chefe da Oncologia do Hospital de Base. A importância da prevenção O câncer, como todos sabem, é uma doença muito agressiva e, muitas vezes, fatal. Por isso, quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de sucesso. “É muito importante ter essa conscientização da população e que ela fique atenta e procure imediatamente os estabelecimentos de saúde em caso de algum sintoma e faça os acompanhamentos preventivos. No caso da mulher, a mamografia e o exame de Papanicolau, e no caso da população adulta em geral, exames de colonoscopia e check-ups em geral”, lembra Girardi. O Hospital de Base tem, hoje, o maior serviço de oncologia do Distrito Federal e é credenciado pelo Ministério da Saúde como Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) Girardi lembra, ainda, que o diagnóstico precoce do câncer está inserido no SUS de forma geral dentro da atenção primária. “A porta de entrada é nas Unidades Básicas de Saúde, no postinho, onde você faz as primeiras consultas e recebe os pedidos de exames de rastreamento. É lá que acontece a investigação inicial”, explica. O Hospital de Base, por ser uma unidade de atendimento terciário, vai receber o paciente já no momento de realizar o tratamento com o diagnóstico definido. O Hospital de Base oferece hoje o tratamento completo para os pacientes com câncer, tanto em termos de internação, tratamento ambulatorial, cirurgias oncológicas, radioterapia e quimioterapia, além de tratamentos sistêmicos também. “Além disso, nós temos equipes multidisciplinares, com profissionais de nutrição, fisioterapia, enfermagem, cuidados paliativos, entre outros, que fazem toda uma rede necessária de multidisciplinaridade para o atendimento do paciente com câncer”, conta Girardi. Seguindo em frente O paciente diagnosticado com câncer sabe que vai ter pela frente, uma verdadeira batalha. É o caso de Regina Souza Bispo, que realiza seu tratamento no Hospital de Base. Mesmo tendo realizado cinco mamografias, só teve a confirmação de que o seu câncer era maligno depois de uma biópsia. “Primeiro, fiz a cirurgia, depois passei com um oncologista e fiz sessões de quimioterapia. E hoje terminei as 15 sessões de radioterapia”, comemora. Regina descreveu os desafios enfrentados no tratamento. “Não é fácil receber um diagnóstico de câncer. O processo de cura é muito cansativo e desgastante. Tem dias que você está feliz, chora, e no outro dia levanta disposta a vencer, vivendo um dia de cada vez, porque não tem outro jeito a não ser esse. Você precisa enfrentar. É importante ficar tranquila, calma, procurar ser feliz, não ficar chorando, porque o câncer adora gente infeliz. Quanto mais você chora, mais você alimenta ele, mais sua imunidade baixa. Então, é importante procurar passear, ficar com a família, fazer coisas que fazem bem, comer bem, fazer uma caminhada, praticar esporte. Todas essas coisas ajudam você a dar um passo de cada vez, rumo à sua cura”, lembra Regina. Sobre a importância do Dia Mundial do Câncer, Regina ressalta que os casos de câncer de mama, como o dela, têm aparecido em mulheres cada vez mais jovens. “Não tem mais idade. Antes, era comum aparecer em mulheres de 40, 45 anos. Hoje, está em meninas de 20 anos, até menos. Então, é essencial sempre se observar. Se perceber algo diferente, faça exames. Não se satisfaça com um único diagnóstico, procure investigar bastante. Se eu tivesse parado no primeiro diagnóstico, talvez quando fosse procurar tratamento, já não teria mais solução. Vá ao médico, procure um ginecologista, faça exames periódicos. Porque tudo que é descoberto no começo é mais fácil de ser tratado. Se deixar avançar, fica mais complicado”, reforça. Regina fez questão de elogiar o tratamento que recebe no Hospital de Base. “Os médicos daqui são maravilhosos. O atendimento deles é humanizado, eles têm paciência, explicam tudo, pedem exames, cuidam de você e se preocupam. Passei o Natal internada aqui, e todos os médicos que me atenderam foram muito atenciosos. Tenho gratidão por isso”, lembra, emocionada. Regina agora vai seguir com os exames periódicos e realizar o acompanhamento. “Tenho de tomar uma medicação pelos próximos cinco anos. Em breve devo ser chamada para realizar a reconstrução da mama. Enquanto isso, sigo trabalhando e vivendo minha vida. Não tem outra maneira de viver se não for pela fé. Você precisa acreditar que cada dia será bom e que é possível vencer os medos”, finaliza. *Com informações do IgesDF

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Prêmio reconhece destaques no atendimento na saúde

A terça-feira (15) foi marcada pela entrega do 1º Prêmio Reconhecimento IgesDF, destinado a 115 colaboradores que fazem a diferença no dia a dia de milhares de pessoas, provando que a verdadeira força do SUS está em quem o faz acontecer. Foram entregues troféus e medalhas em cinco categorias que destacaram trajetórias inspiradoras e o impacto positivo no atendimento à população. “Este momento é mais do que um evento. É uma pausa no ritmo acelerado do cotidiano para dizermos, com toda a sinceridade: obrigada”, afirmou a gerente geral do IgesDF, Elaine Silvestre. O prêmio reconheceu destaques da saúde em cinco categorias | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Logo na entrada, os participantes foram recebidos com um banner especial, onde puderam registrar o momento. Um vídeo institucional relembrou os principais marcos do ano, destacando o impacto do trabalho coletivo. “Vocês saem de casa diariamente, deixando suas famílias para cuidar dos outros. Isso reflete diretamente na sociedade, impactando milhares de vidas” Juracy Lacerda Jr, diretor-presidente do IgesDF “Nada mais justo do que homenagear aqueles que se destacaram. Vocês saem de casa diariamente, deixando suas famílias para cuidar dos outros. Isso reflete diretamente na sociedade, impactando milhares de vidas. Estou muito orgulhoso de fazer parte desta equipe e desta história”, elogiou o diretor-presidente do IgesDF, Juracy Lacerda Jr.. A categoria Unidade mais elogiada reconheceu o núcleo de atendimento do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), que recebeu o troféu de 1º lugar pelo atendimento humanizado e de excelência. “Este prêmio simboliza o esforço coletivo de uma equipe dedicada, que todos os dias dá o melhor de si para oferecer um atendimento de qualidade. Seguiremos firmes no compromisso de cuidar, acolher e transformar vidas”, resumiu a chefe do núcleo, Sandra Cristina Silva Dutra. Na categoria Trajetórias inspiradoras, o destaque foi o assistente administrativo Paulo Henrique da Costa Marcineiro, cuja história de superação comoveu a todos. Durante a pandemia, ele levou conforto e esperança aos pacientes internados nas UTIs da covid-19 com seu talento como violinista autodidata. Após receber o troféu, Paulo presenteou o público ao tocar a música Hallelujah. “Este prêmio é muito mais do que um reconhecimento; é uma celebração do poder que a arte tem de humanizar e acolher”, afirmou. Reconhecendo cada esforço O Hospital de Base foi um dos premiados da noite Idealizado pelo Núcleo de Gestão de Desempenho (Nuged), o Prêmio Reconhecimento IgesDF foi criado para valorizar o esforço e o impacto positivo dos profissionais que são a essência do IgesDF. A iniciativa contou com cinco categorias, desenhadas para reconhecer desde a proatividade até trajetórias inspiradoras de superação. O processo envolveu toda a equipe do IgesDF, com parte das indicações realizadas por votação interna e outras definidas por critérios estabelecidos pela organização. “Transformar essa ideia em realidade foi um processo desafiador, mas gratificante. Esse projeto reforça nosso compromisso em motivar nossos talentos e expressar nossa gratidão. É emocionante ver histórias tão inspiradoras sendo reconhecidas e celebradas”, afirmou a chefe do Nuged, Maraline Sales. A gerente de Desenvolvimento Humano, Nildete Dias, também ressaltou o impacto transformador da cerimônia. “Que este dia nos inspire a mudar atitudes e reconhecer, diariamente, não apenas as grandes conquistas, mas também o esforço, o compromisso e o amor dedicado ao próximo. Gestos simples de admiração fortalecem nosso espírito de equipe”, declarou. Durante o evento, a analista do Nuged, Dúlcila Galvão, destacou o envolvimento dos participantes. “Foi incrível ver a felicidade de todos. Muitas pessoas se uniram para pedir votos, organizar mutirões e até gravar vídeos especiais. Essa mobilização mostra como iniciativas como essa fortalecem o engajamento e o espírito de equipe.” *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base realiza três transplantes renais em menos de 24 horas

Entre a manhã de terça-feira (19) e a noite de quarta-feira (20), o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) realizou três procedimentos de transplante renal. Em um intervalo de 24 horas, três pacientes conseguiram receber doações de rins e foi possível realizar os procedimentos que vão garantir a elas uma sobrevida com mais qualidade. A responsável técnica do serviço de Transplante Renal do Hospital de Base, Viviane Brandão, explicou que a instituição tem se empenhado em aumentar o número de transplantes realizados por ano. “A colaboração entre diferentes setores do hospital, como radiologia, cardiologia, urologia e a equipe de nefrologia, tem sido crucial para agilizar o processo de exames e triagem dos pacientes, reduzindo o tempo para a inclusão na lista de espera”, disse. O sucesso dos três procedimentos no Hospital de Base reflete a intensa cooperação entre as equipes de nefrologia e urologia, responsáveis pela realização dos transplantes | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O Hospital de Base realiza transplantes renais desde o início dos anos 1980. “Houve uma época em que apenas o HBDF realizava transplantes em Brasília. Por isso, houve um tempo em que chegamos a realizar até 80 transplantes renais no ano. Depois, a oferta foi diluída, pois outros hospitais regionais também passaram a realizar o procedimento”, explica Viviane. Nos últimos anos, a média vinha sendo entre 18 e 20 transplantes por ano. Viviane ressalta que o feito de três transplantes renais em 24 horas só foi possível graças a uma série de mudanças implementadas pelo hospital nos últimos meses, que permitiram otimizar o processo de triagem, exames e colocação de pacientes na lista de espera, além de uma maior agilidade nas ofertas de órgãos para transplante, com aceite de ofertas locais e nacionais. De acordo com a chefe do Serviço de Nefrologia e Transplante Renal, Flávia Gonçalves, “é um compromisso do Serviço de Nefrologia e Transplante Renal do HBDF trabalhar para viabilizar o aumento do número de transplantes renais realizados no hospital”. “A colaboração entre diferentes setores do hospital, como radiologia, cardiologia, urologia e a equipe de nefrologia, tem sido crucial para agilizar o processo de exames e triagem dos pacientes, reduzindo o tempo para a inclusão na lista de espera”, afirma a responsável técnica do serviço de Transplante Renal do Hospital de Base, Viviane Brandão | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Em termos de números, apenas em novembro, foram registrados cinco transplantes de rim até o dia 21. Em 2024, foram 32 transplantes renais realizados até o momento, enquanto em 2023, o total foi de 19. “É um salto significativo. Porém, precisamos conscientizar a população e criar uma cultura de doação de órgãos”, lembra a Dra. Viviane. Segundo a especialista, sem a oferta de órgão, nada teria sido possível. “Duas das nossas pacientes haviam sido priorizadas na lista, devido à gravidade de seus quadros clínicos. Essa priorização coloca esses pacientes no topo da lista de espera, permitindo que recebam órgãos com maior urgência”, conta. Uma doação que chegou do Pará foi decisiva para salvar a vida de uma das pacientes receptoras. “Quando o paciente é priorizado, recebemos mais ofertas de órgãos nacionais, como foi o caso. Essas doações são organizadas por um trabalho muito sério que é realizado pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT) do Ministério de Saúde”, explica. Trabalhando para salvar vidas Equipe de profissionais da nefrologia e transplante renal do HBDF | Foto: Divulgação/IgesDF O sucesso dos três procedimentos mostra também a intensa cooperação entre as equipes de nefrologia e urologia, responsáveis pela realização dos transplantes. A coordenação das equipes com plantões rotativos, realizada com a ajuda de Manuel Fernandes, chefe da Urologia, garantiu que os procedimentos fossem realizados com a máxima eficiência. “Para aqueles que aguardam ansiosamente na fila de transplantes, cada doador é uma esperança. Tomar essa decisão em um momento tão delicado exige coragem e generosidade” Flávia Gonçalves, chefe do Serviço de Nefrologia e Transplante Renal A cirurgia de transplante renal, que pode durar entre 4 e 6 horas, requer uma logística cuidadosa, especialmente no que diz respeito ao pós-operatório, quando os pacientes são monitorados na UTI cirúrgica antes de seguir para acompanhamento na enfermaria. Segundo a médica, o HBDF tem avançado na formação de novos profissionais, com a admissão de médicos residentes que foram formados dentro da própria instituição. “Isso tem contribuído para o aumento da capacidade do hospital de realizar transplantes”, disse. A falta de doadores continua sendo um dos maiores desafios para que os transplantes possam ser realizados com maior frequência. “O ideal seria que três transplantes renais no dia fossem rotina e não uma notícia”, conta. Viviane lembra que a doação de órgãos é um processo controlado e seguro, e que a conscientização sobre sua importância é fundamental para salvar vidas. “Em muitos casos, a negativa das famílias em autorizar a doação de órgãos é o principal obstáculo para a realização de transplantes. Com mais doadores, teremos números de transplantes cada vez melhores”, completou. “É natural que, em meio a essa dor, surjam dúvidas e receios diante da possibilidade de autorizar a doação de órgãos. Mas entendemos que é um ato de amor que permite que outras pessoas tenham uma nova chance de viver. Para aqueles que aguardam ansiosamente na fila de transplantes, cada doador é uma esperança. Tomar essa decisão em um momento tão delicado exige coragem e generosidade”, diz Flávia. Ela acrescenta que todo o processo é realizado com ética, respeito e cuidado, honrando a memória e a dignidade do doador. “Cada vida salva através desse gesto nobre é uma homenagem ao amor e à generosidade da família que decidiu dizer sim”, conclui. *Com informações do IgesDF  

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Radiologia do Hospital de Base registra recorde de 5 mil mamografias em 2024

O Núcleo de Radiologia do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) comemorou os avanços nas mamografias realizadas na unidade nos últimos três anos. Entre 2022 e 2024, o Hospital de Base registrou um aumento de 114% no número de exames do gênero. Apenas em outubro foram realizadas 703 mamografias. É o mês de 2024 com o maior número de exames realizados, o que reforça a importância da campanha do Outubro Rosa como forma de conscientização para a prevenção da doença | Fotos: Divulgação/IgesDF Em 2022, foram realizados 2.503 exames de mamografia. Já no ano seguinte, em 2023, o número deu um salto para 4.883 mamografias realizadas, um aumento de 95%. Em 2024, considerando o período de janeiro a outubro, foram realizados 5.361 novos exames, um aumento de 9,8% em relação ao ano passado, mesmo faltando dois meses para o fim do ano. Se compararmos com 2022, o aumento é de 114%. “Esses números reforçam a importância da detecção precoce do câncer de mama e são um indicativo positivo da eficácia das campanhas de conscientização e do acesso facilitado aos exames” Eva Muniz, chefe do Núcleo de Radiologia e Imagenologia Apenas em outubro foram realizadas 703 mamografias. É o mês de 2024 com o maior número de exames realizados, o que reforça a importância da campanha do Outubro Rosa como forma de conscientização para a prevenção da doença. Segundo a chefe do Núcleo de Radiologia e Imagenologia do Hospital de Base, Eva Muniz, “esses números reforçam a importância da detecção precoce do câncer de mama e são um indicativo positivo da eficácia das campanhas de conscientização e do acesso facilitado aos exames”. Segundo a chefe do Núcleo de Radiologia e Imagenologia do Hospital de Base, Eva Muniz, “esses números reforçam a importância da detecção precoce do câncer de mama e são um indicativo positivo da eficácia das campanhas de conscientização e do acesso facilitado aos exames” Infelizmente, esses números poderiam ser maiores, se não fosse o grande número de pacientes que desmarcam em cima da hora ou não comparecem ao exame. De acordo com a Gerente de Apoio e Diagnóstico Terapêutico, Elaine Araújo, são disponibilizadas 40 vagas para mamografias todos os dias, porém o absenteísmo é alto. “É importante que as pessoas que estão marcadas não faltem, para não perderem a chance de realizar esse exame tão importante”, disse. As vagas disponíveis para mamografia no Hospital de Base são distribuídas de acordo com uma fila organizada pelo Sistema de Regulação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Para poder solicitar uma vaga para realizar a mamografia, após passar por consulta na unidade básica de saúde e com o pedido médico do exame em mãos, a paciente deve se informar na secretaria da UBS sobre como solicitar o exame. Sala da Mulher  Outra iniciativa do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) foi a criação da Sala da Mulher, um espaço exclusivo para cirurgias em pacientes do sexo feminino, voltado especificamente para procedimentos mastológicos e oncoginecológicos. O projeto foi lançado em outubro, durante a campanha do Outubro Rosa, para oferecer um atendimento mais acolhedor e humanizado às mulheres atendidas no hospital. Somente nesse mês, foram realizadas 58 cirurgias oncológicas em mulheres: 29 mastectomias e 29 procedimentos ginecológicos. “Os resultados foram muito positivos, com ambos os tipos de procedimentos superando as médias mensais,” explicou a Dra. Fernanda Hak, gerente-geral de Assistência do Hospital de Base. Para comparação, a média mensal de mastectomias em 2024 é de 22 cirurgias, enquanto a média de cirurgias ginecológicas oncológicas é de 10,8. O resultado de 29 cirurgias ginecológicas em outubro destaca o impacto da Sala da Mulher e o sucesso da iniciativa em ampliar o acesso aos cuidados de saúde oncológica. *Com informações do IgesDF

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Gestores conhecem novo planejamento estratégico para UPAs

Gestores das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do DF conheceram o novo planejamento estratégico do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF). Em evento realizado terça-feira (5), no Hospital de Base do Distrito Federal, o assessor técnico da presidência, Luiz Fillipe Rodrigues, apresentou a revisão, que busca fortalecer o compromisso com a qualidade e a eficiência no atendimento, com foco em gerar valor e melhorar a experiência dos pacientes que dependem desses serviços. “O reconhecimento dos pontos de melhoria é fundamental. Esse planejamento estratégico traduz o compromisso do instituto com a população do Distrito Federal”, destacou Luiz Fillipe Rodrigues. “É uma forma de garantir que a estratégia seja desenvolvida e aplicada por todos os envolvidos no processo, desde gestores até equipes de atendimento.” Luiz Fillipe Rodrigues explicou os detalhes do novo plano estratégico aos gestores | Foto: Divulgação/ IgesDF Uma das inovações trazidas pela revisão é a utilização do Balanced Scorecard (BSC), uma metodologia de medição e desempenho, que facilita o entendimento dos objetivos organizacionais e permite que a estratégia seja traduzida de forma clara para toda a equipe. “O BSC permite que cada colaborador tenha uma visão intuitiva e alinhada do que queremos alcançar e de como cada meta se conecta com o todo, numa relação de causa e efeito”, explicou Luiz Fillipe. A estruturação do planejamento envolveu um diagnóstico detalhado, utilizando ferramentas como a matriz SWOT, pesquisa de opinião e benchmarking com as unidades de saúde de outras regiões. O propósito foi identificar os desafios específicos das UPAs do DF e adaptar o planejamento às necessidades locais, sem perder de vista as diretrizes condicionais pela alta gestão. “Uma estratégia sólida não é construída em isolamento. Precisamos de líderes motivados e comprometidos para que as ações saiam do papel” Luiz Fillipe Rodrigues, assessor técnico Para o assessor técnico, o sucesso do planejamento depende do engajamento de todos os gestores. “Uma estratégia sólida não é construída em isolamento. Precisamos de líderes motivados e comprometidos para que as ações saiam do papel. Sem essa participação ativa, arriscamos desenvolver planos que fiquem apenas nas gavetas”, defendeu. Durante a apresentação, os gestores das UPAs foram incentivados a participar do desdobramento das metas, contribuindo para que o planejamento seja um processo colaborativo. Entre os 13 objetivos estratégicos definidos, destacam-se indicadores que mensuram a produtividade, eficiência, segurança e a satisfação dos pacientes, criando uma base para o monitoramento constante e a adaptação das ações. “Um bom sistema não funciona de forma isolada. Melhorar os fluxos de trabalho significa melhorar a qualidade do atendimento, diminuindo o tempo de espera e garantindo a segurança dos pacientes”, afirmou Luiz Fillipe. *Com informações do IgesDF

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Mulheres em tratamento de câncer têm uma tarde de acolhimento no Hospital de Base

O pátio da casinha da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, localizada no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), foi palco de uma ação de acolhimento e solidariedade, em celebração ao Outubro Rosa. Organizada em colaboração com a Secretaria da Mulher do Governo do Distrito Federal (GDF), o objetivo da ação foi proporcionar um dia de bem-estar para mulheres em tratamento de câncer. A ação, na segunda-feira (21), também contou com palestras motivacionais e educativas sobre saúde da mulher. O objetivo do evento foi proporcionar um dia de bem-estar para mulheres em tratamento de câncer | Foto: Divulgação/IgesDF As pacientes participaram de diversas atividades focadas na autoestima, como massagens faciais, corporais e design de sobrancelhas, oferecidas por profissionais parceiras, incluindo Rosângela Cardoso, do Rcardoso Studio, e Giani Soares, do Studio Toque Divino. A ação, na segunda-feira (21), também contou com palestras motivacionais e educativas sobre saúde da mulher. O superintendente do Hospital de Base, Guilherme Porfírio, abriu o evento destacando a importância do hospital no cuidado aos pacientes com câncer. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, enfatizou a qualidade dos serviços prestados pelo HBDF e abordou temas como a saúde e o combate à violência contra a mulher. Estiveram presentes no evento Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina, Daniella Tinen, da Secretaria da Mulher, e a subsecretária Renata D’aguiar, que transmitiu uma mensagem de conforto às pacientes. O evento reforçou a importância da conscientização sobre o câncer de mama, criando um ambiente de apoio e empatia entre as mulheres. Uma das iniciativas mais emocionantes foi a oferta de próteses de aréolas de silicone para as pacientes do SUS inscritas no evento. A ideia foi apresentada por Viviane Furlan Lozano, que desenvolveu as próteses, confeccionadas de maneira artesanal, voltadas para aquelas mulheres que precisaram retirar o mamilo em suas cirurgias. Já Alessandra Ramalho, especialista em micropigmentação, trouxe um novo sentido de autoconfiança para as participantes e se comprometeu a doar o procedimento para todas as pacientes inscritas no evento. As mulheres que passaram por mastectomias receberam 100 almofadas especiais confeccionadas pela Fábrica Social, projetadas para proporcionar conforto no pós-operatório. Ana de Souza Barcelos, paciente mastectomizada, compartilhou sua experiência: “Eu só descobri a importância dessa almofada quando fiz a quadrantectomia de mama. Sofri muito no pós-operatório mas, ao usar a almofada embaixo do braço, ela aliviava a minha dor. Isso foi muito importante para mim”, disse Ana, emocionada. *Com informações do IgesDF

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Seminário debate melhorias na área de nutrição em produção do IgesDF 

O auditório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) foi palco do II Seminário de Nutrição em Produção do IgesDF, reunindo 150 participantes presenciais e mais 50 online. Entre eles estavam gestores de unidades de alimentação e nutrição (UAN), nutricionistas, técnicos, chefes de cozinha, além de estudantes de nutrição e gastronomia. A mesa de abertura contou com a presença da gerente-geral de Assistência do HBDF, Fernanda Abdul Hak, da conselheira Regional de Nutrição (CRN-1), Anna Lis Costa Souza, da gerente administrativa do HBDF, Marina Souza Rocha, e da chefe do Núcleo de Nutrição, Ana Cecília Nunes | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF O seminário teve como tema central a “Gestão de processos de melhorias em UAN” e contou com o apoio de importantes parceiros como Nestlé Health Science, Topmed, Grupo Vertical/VIVA, Prodiet, Capital Med, Benenutri, Total Serv, WB Nutri e a Associação dos Amigos do Hospital de Base. O evento, que foi promovido na sexta-feira (18), também contou com o apoio da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (DIEP) para sua transmissão online, garantindo a participação remota de diversos profissionais. A mesa de abertura contou com a presença da gerente-geral de Assistência do HBDF, Fernanda Abdul Hak, que representou a superintendência do hospital, da conselheira Regional de Nutrição (CRN-1), representando a presidente do CRN1, Anna Lis Costa Souza, da gerente administrativa do HBDF, Marina Souza Rocha, e da chefe do Núcleo de Nutrição, Ana Cecília Nunes. Em seu discurso de abertura, Fernanda Abdul Hak ressaltou a relevância do seminário para o fortalecimento da gestão de nutrição hospitalar. “É uma honra representar a superintendência do HBDF neste evento, que reforça nosso compromisso com a busca contínua de melhorias na produção de alimentos dentro da unidade. Que todos aproveitem ao máximo este encontro, que é uma oportunidade valiosa de troca de conhecimento e inovação”. O II Seminário de Nutrição em Produção do IgesDF reuniu 150 participantes presenciais e mais 50 online. Entre eles estavam gestores de unidades de alimentação e nutrição (UAN), nutricionistas, técnicos, chefes de cozinha, além de estudantes de nutrição e gastronomia Marina Rocha destacou a importância de uma gestão estratégica na produção de alimentos hospitalares e na busca por inovações. “Estamos trabalhando para melhorar e buscar novas oportunidades, porque os problemas já conhecemos. Este evento foi pensado e estruturado para trazer soluções, com base em visitas técnicas e troca de experiências com outras instituições. É fundamental que continuemos nos aprofundando em áreas como nutrição e produção, essenciais para o funcionamento de qualquer serviço hospitalar”, afirmou. Ao longo do dia, o seminário apresentou uma série de palestras e mesas redondas que abordaram os desafios e oportunidades na gestão de UANs. Marina, em sua palestra pela manhã, destacou a necessidade de uma gestão eficaz e o impacto que isso tem nos serviços prestados. “Precisamos aplicar habilidades de gestão para superar nossos desafios e transformar oportunidades em processos de melhoria. Implementar esses processos é essencial para garantir que nossa entrega seja assertiva e atenda às necessidades dos clientes. No contexto hospitalar, a refeição é um momento crucial para o paciente, e a qualidade desse serviço pode impactar diretamente na sua recuperação”. Ainda pela manhã, a chefe de nutrição do Hospital Santa Lúcia Sul, Amanda Mendes Brugger Borges, discutiu o impacto financeiro da terapia nutricional na jornada do paciente. Após duas palestras e uma mesa redonda, os participantes tiveram a oportunidade de interagir e compartilhar experiências. Durante o evento, diversos brindes foram sorteados pelos parceiros, promovendo ainda mais a integração entre os presentes. No período da tarde, os debates seguiram com temas de grande relevância, como a “Gestão de Custos e Eficiência em UAN”, com a nutricionista e consultora Larissa Mazocco, e os desafios da nutrição infantil em ambientes hospitalares, discutidos pela nutricionista gerente de Nutrição do Hospital Da Criança de Brasília José Alencar, Patrícia Arrais Mascarenhas Oliveira. A equipe da Rede Sarah, formada pelos nutricionistas Giullyane Bittencourt, Érika Silva, Maria Angelica Oliveira e o gastronômico Hilton Francisco, finalizou as apresentações com um relato de caso sobre sustentabilidade na cadeia de produção, trazendo perspectivas futuras para o setor. O seminário foi encerrado com uma segunda mesa-redonda, que contou com ampla participação do público, tanto presencial quanto online, reforçando a importância do evento para o fortalecimento da área de nutrição e produção hospitalar. O IgesDF, ao promover eventos como este, reforça seu compromisso com a qualificação contínua de seus profissionais. A busca por conhecimento e inovação reflete diretamente na melhoria dos serviços oferecidos aos pacientes, garantindo uma equipe altamente qualificada e comprometida. *Com informações do IgesDF

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Inaugurada Sala da Mulher, no Hospital de Base, para cirurgias de câncer feminino

Nessa terça-feira (1º), o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) inaugurou a Sala da Mulher, espaço permanente no centro cirúrgico voltado para cirurgias oncológicas de cânceres que afetam principalmente as mulheres, como o de mama e o de colo de útero. A iniciativa coincide com o início do Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização sobre a saúde feminina. Hospital de Base é referência em cirurgias de alta complexidade, bem como em cuidados com a mulher | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Para realizar um mutirão de cirurgias oncológicas, o hospital planeja executar até 70 procedimentos durante este mês. A média mensal habitual de cirurgias do tipo é de aproximadamente 33, evidenciando a importância dessa ação para atender a demanda reprimida. “Muitas mulheres estão esperando na fila, algumas há bastante tempo, e queremos que esse espaço reforce o compromisso com a saúde feminina”, afirmou a médica Fernanda Hak, chefe dos Serviços Cirúrgicos do HBDF. “Aproveitar a campanha do Outubro Rosa é uma oportunidade para estimular que esses procedimentos oncológicos aconteçam mais brevemente, garantindo um cuidado específico e de qualidade para as mulheres que tanto precisam” Fernanda Hak, chefe de Serviços Cirúrgicos do HBDF A Sala da Mulher foi pintada de rosa, simbolizando a campanha do Outubro Rosa e servindo como um convite à conscientização sobre o câncer de mama e outras questões oncológicas femininas. “Criamos um ambiente acolhedor e incentivamos a realização dessas cirurgias de forma mais rápida”, ressaltou Fernanda Hak. Referência em cirurgias de alta complexidade e carinhosamente apelidado de “hospital da esperança”, o HBDF se alinha com a missão de priorizar a vida e o bem-estar das mulheres. “Aproveitar a campanha do Outubro Rosa é uma oportunidade para estimular que esses procedimentos oncológicos aconteçam mais brevemente, garantindo um cuidado específico e de qualidade para as mulheres que tanto precisam”, complementou a gestora. Ações durante o Outubro Rosa A inauguração da Sala da Mulher foi precedida por uma cerimônia com a abertura das comemorações ao Outubro Rosa no espaço permanente da casinha da Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC) no Hospital de Base. Para a campanha de 2024, foi aberta a venda das camisetas comemorativas. Também foi realizado, nesta terça, um acolhimento às pacientes selecionadas para o mutirão das 70 cirurgias. “Hoje, elas foram recebidas pela equipe multidisciplinar e pela Rede Feminina de Combate ao Câncer; o objetivo é proporcionar um ambiente acolhedor e informativo”, disse Larissa Bezerra, coordenadora da Rede. Além de Larissa e de Fernanda Hak, que representou o superintendente do HBDF, Guilherme Porfírio, também participaram do evento, entre outras autoridades, o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Rodolfo Lira; a chefe do Serviço de Mastologia do Hospital de Base, Mayra Teixeira; a gerente de Atenção Multiprofissional, Niedja Bartira, e a Chefe do Serviço de Ginecologia, Renata Bisinoto Maluf. Conscientização Equipe de atendimento do hospital marcou presença na inauguração do espaço de acolhimento De acordo com Mayra Teixeira, uma pesquisa aponta que 12 em cada 100 mulheres no Brasil serão acometidas de câncer de mama. “Esse número mostra a importância que é falarmos cada vez mais sobre essa doença, que é tão frequente e que, se descoberta precocemente, é plenamente curável”, explicou, durante a solenidade. Durante o encontro, as pacientes tiveram acesso a palestras de psicólogos e fisioterapeutas, além de um lanche preparado pela rede de voluntários. “Esse acolhimento visa oferecer tranquilidade durante o enfrentamento do processo. As pacientes puderam tirar dúvidas sobre a mastectomia e receber orientações sobre a cirurgia”, detalhou Larissa Bezerra. O evento contou também com depoimentos de voluntárias que já passaram pelo procedimento, oferecendo exemplos de superação e encorajamento. “Tivemos uma conversa descontraída para apoiar aquelas que estão com medo, além de compartilhar a felicidade de muitas que aguardavam por esse momento – é uma oportunidade de dividir essa alegria”, concluiu Larissa. *Com informações do IgesDF

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Música e homenagens marcam a celebração dos 64 anos do Hospital de Base

O Hospital de Base do Distrito Federal comemorou, nessa quinta-feira (12), o seu aniversário de 64 anos. A cerimônia foi realizada no jardim da unidade e começou com um culto ecumênico celebrado pelo pastor Josias Antônio, da Igreja Presbiteriana Alvorada, pelo padre Gilmar Aguiar, da capelania do Hospital de Base, e por Maria Isabel Teles, presidente do Instituto Chico Xavier do Monte Alverne. Em seguida, a Orquestra Filarmônica Juvenil da Nova Acrópole, sob a regência do maestro Mário Brasil, brindou colaboradores, voluntários e autoridades presentes com uma apresentação de trechos de peças como O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky. A Orquestra Filarmônica Juvenil da Nova Acrópole se apresentou tocando trechos de peças como ‘O Lago dos Cisnes’, de Tchaikovsky | Fotos: Alberto Ruy/ IgesDF Em seu discurso, o diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Juracy Cavalcante Lacerda Júnior relembrou a época da inauguração da unidade, pelo presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que também era médico. “Eu gosto sempre dessas datas comemorativas, não somente para celebrarmos, mas também para refletirmos acerca do nosso propósito enquanto profissionais responsáveis em prover saúde para a população”, disse. Juracy aproveitou a oportunidade para lembrar que, em breve, o Hospital de Base entregará novidades para melhorar o atendimento à população. “Nós teremos a reforma do novo Centro de Infusão, que proporcionará um aumento no número de atendimento aos pacientes oncológicos, com muito mais conforto. E, em breve, faremos a licitação para o início das obras do novo Centro Cirúrgico, com 16 salas modernas e bem equipadas”, adiantou. “De janeiro a agosto, já foram realizadas 11.400 cirurgias, isso equivale a uma média de 48 procedimentos por dia, um recorde na história do hospital” Guilherme Porfírio, superintendente do Hospital de Base O superintendente do Hospital de Base, Guilherme Porfírio, ressaltou a história e o legado de sucesso da unidade, saudando os ex-diretores presentes ao evento. “O que faz desse hospital um gigante não são apenas as paredes, os equipamentos ou os procedimentos de alta complexidade. O verdadeiro coração do Hospital de Base é o amor, o senso de pertencimento e o compromisso que cada um de vocês carrega consigo”, observou. Guilherme ainda ressaltou os números alcançados pelas equipes do hospital neste ano. “De janeiro a agosto, já foram realizadas 11.400 cirurgias, isso equivale a uma média de 48 procedimentos por dia, um recorde na história do hospital. Realizamos mais de 10.800 internações clínicas, mais de 82 mil atendimentos de urgência e emergência, 56 transplantes, 192.900 atendimentos ambulatoriais médicos, 99 mil atendimentos multiprofissionais. Esses números impressionantes não são apenas números. Estamos falando de pessoas, de famílias que, através da mão de vocês, de todos que estão aqui presentes, conseguiram receber o amor”, concluiu. A cerimônia, realizada no jardim do HBDF, começou com um culto ecumênico e terminou com bolo de aniversário Homenagem Como uma forma de eternizar o legado de cada um e agradecer pelo trabalho e dedicação que deixaram como marca, foram entregues placas para familiares de colaboradores do HBDF que já faleceram. Também foram homenageados os colaboradores que, mesmo após a aposentadoria, continuam frequentando o Hospital de Base, oferecendo tempo, conhecimento e carinho para ajudar e prestar serviços. Para eles, foi criado um crachá especial que dá acesso à unidade sempre que for necessário. *Com informações do IgesDF

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Trabalho em equipe foi tema do Programa de Desenvolvimento de Liderança desta semana

O Programa de Desenvolvimento de Lideranças (PDL) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realizou, nesta quarta-feira (11), o treinamento sobre Trabalho em Equipe para gestores das unidades do IgesDF. O projeto é uma parceria entre a Gerência Geral de Pessoas (GGPES) e a Diretoria de Ensino e Pesquisa (Diep) e ocorreu no auditório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A palestra foi conduzida por Jales Barreto, colaborador do Nuged e psicólogo especializado em treinamento, desenvolvimento e educação corporativa | Foto: Divulgação/IgesDF A palestra foi conduzida por Jales Barreto, colaborador do Núcleo de Gestão de Desempenho (Nuged) e psicólogo especializado em treinamento, desenvolvimento e educação corporativa, que trabalhou temas como: a diferença entre trabalho em equipe e trabalho em grupo; importância do engajamento da equipe de trabalho para os colaboradores e a organização; benefícios e desafios do trabalho em equipe; e a importância de saber ouvir a equipe de trabalho. “O trabalho em equipe é muito importante, não devendo ser subestimado, pois ele traz melhorias para a comunicação, aumenta a eficiência, promove a aprendizagem e criatividade, além de fortalecer os relacionamentos, sendo vital para o sucesso organizacional”, destacou Jales Barreto. Os encontros do PDL continuam todas as quartas-feiras, até o dia 30 de outubro, com palestrantes convidados, tanto internamente quanto externamente, trabalhando habilidades necessárias para melhorar o dia a dia no ambiente de trabalho e facilitar o trabalho dos gestores junto a suas equipes. *Com informações do IgesDF

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Calçadas da lateral do Hospital de Base passam por obras

Começou nesta semana e segue durante os próximos dias a recuperação das calçadas que ficam na lateral do Hospital de Base do Distrito Federal. Feitos pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), os serviços têm o objetivo de reformar pontos quebradiços, principalmente, para evitar que os pedestres se acidentem. “Recebemos uma solicitação proveniente da gestão da unidade e colocamos na programação da equipe com certa urgência, uma vez que trata-se de um local com alto fluxo de pessoas”, destaca o presidente da Novacap, Fernando Leite. A manutenção de calçadas existentes e a adequação de rotas acessíveis visam melhorar a acessibilidade e ampliar trechos que são muito usados pelos pedestres | Foto: Divulgação/Novacap De acordo com os profissionais em atuação na reforma, há mais pontos críticos ao longo do passeio e todos estão no planejamento. Em alguns pontos da via, para resguardar a integridade dos trabalhadores, a operação conta com o apoio do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) no fechamento de algumas faixas. A manutenção de calçadas existentes e adequação de rotas acessíveis visam melhorar a acessibilidade e ampliar trechos que são muito usados pelos pedestres. Outra maneira de execução deste tipo de serviço é a implantação ou reforma de rotas acessíveis com projetos que preveem a recuperação dos trajetos entre as paradas de transporte público e os equipamentos públicos com grande demanda de acesso pela população como: escolas, hospitais, estação de metrô etc. Nos contratos de estacionamento e reforma de campo de grama sintética também são feitas calçadas no seu entorno, garantindo acessibilidade aos equipamentos públicos. De 2019 até agora, a Novacap construiu cerca de 680 km de novas calçadas em todo o Distrito Federal, o equivalente à distância de Brasília (DF) a Barretos (SP). Vale destacar que todas as demandas são priorizadas e encaminhadas pelas administrações regionais, que viabilizam recursos e os destinam conforme a necessidade das respectivas cidades. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)

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Hospital de Base celebra 64 anos como gigante da alta complexidade no coração do Brasil

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) está prestes a comemorar 64 anos de existência e está sendo preparada uma série de eventos para celebrar essa data. As comemorações terão início no domingo (8) com a realização da 1ª Caminhada do IgesDF – Etapa HBDF. Artes: IgesDF A concentração será na Estação 106 Sul, às 8h, com uma sessão de alongamento e entrega de kits para os colaboradores que apresentarem o crachá. A sociedade também é convidada a participar da caminhada. É recomendado aos participantes que levem uma garrafa com água para garantir a hidratação. O ponto de chegada da caminhada será no canteiro em frente ao Banco Central, onde será oferecido um café da manhã. Já na segunda-feira (9) os colaboradores serão recebidos com música nas entradas do hospital. Nesse dia também haverá uma cerimônia importante: a placa original, da época da inauguração do hospital, será reinaugurada. O novo local promete ser mais visível, na entrada do prédio da internação. A placa representa uma parte da história do HBDF e a sua realocação simboliza a perpetuação do serviço de assistência à saúde de todos os pacientes e usuários. Os dias 10 e 11 serão reservados para a celebração focada no bem-estar dos colaboradores do HBDF que terão acesso a atividades como sessões de acupuntura, Reiki e meditação. Também haverá tutorias de maquiagem e palestras com temas sobre saúde mental. A ação visa valorizar o trabalho do colaborador do Hospital de Base e oferecer serviços de bem-estar e relaxamento, criando um ambiente de trabalho tranquilo. À noite, serão realizadas sessões de cinema ao ar livre, com a exibição de curta-metragens no jardim interno da unidade para os colaboradores e pacientes do período noturno. E, no dia 12 de setembro, data de aniversário do HBDF, as atividades especiais serão intensas. O início está programado para as 8h30, com um culto ecumênico, seguido da apresentação de uma orquestra juvenil. As autoridades convidadas, representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e diretores do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) serão recebidos e haverá uma apresentação dos resultados alcançados nos últimos anos pelo Hospital de Base, como número de atendimentos e cirurgias realizadas. O parabéns ao HBDF será cantado de forma simultânea em todos os andares do Hospital. Os 64 anos do Hospital de Base O HBDF chega aos 64 anos de funcionamento com uma história sólida que se mistura com a própria criação de Brasília. Inaugurado em 12 de setembro de 1960, com o nome de 1⁠º Hospital Distrital de Brasília (HDB), a unidade já desempenhava um papel fundamental na saúde da recém inaugurada capital do país. Com o rápido crescimento da população da cidade, o HDB enfrentou rapidamente a necessidade de se estabelecer como referência em atendimento médico. Com o tempo, o HDB se transformou, adaptando-se às necessidades da comunidade e evoluindo para o prestigiado Hospital de Base do Distrito Federal que conhecemos atualmente. Ao longo de sua história, o HBDF se tornou a principal unidade pública hospitalar no DF a prestar atendimentos de alta complexidade, como transplantes, oncologia, cirurgias cardiovasculares, e referência em trauma. Em pouco tempo o Hospital de Base se consolidou como um centro de excelência em diversas especialidades. O HBDF se destaca pois atende não só o DF como pacientes do Brasil inteiro, dada à sua trajetória de inovação, dedicação da equipe e pelo firme compromisso com a saúde da população, consolidando-se como uma referência importante na saúde pública. Além de sua atuação médica, o hospital também é um importante centro de formação para profissionais de saúde, contribuindo para o avanço da medicina e para a salvaguarda de vidas. Com uma área total de 64.696,67 m², o Hospital de Base é um destaque na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), oferecendo tratamento para casos de alta complexidade, incluindo politraumas, emergências, cirurgias cardiovasculares, transplantes, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, ortopedia e reumatologia. *Com informações do IgesDF

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