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Lago Paranoá

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Brasília recebe mais de 360 atletas na abertura do Campeonato Brasiliense de Canoa Havaiana

O Lago Paranoá será palco, neste sábado (27) e domingo (28), da primeira etapa do Track&Field Experience Campeonato Brasiliense de VA'A Maratona, reunindo mais de 360 atletas no Iate Clube de Brasília. Organizada pela Federação Brasiliense de VA'A (FebVaa), a competição reforça o protagonismo da capital como um dos principais polos brasileiros da canoa havaiana em águas doces. Após sediar o campeonato brasileiro da modalidade no primeiro semestre, Brasília volta a receber uma das principais competições do calendário esportivo nacional. O evento deve reunir cerca de 500 pessoas por dia entre atletas, equipes técnicas, familiares e espectadores, além de contar com transmissão ao vivo pelo canal da Confederação Brasileira de VA'A no YouTube. Mais do que cenário para competições, o Lago Paranoá tem se consolidado como espaço de convivência, lazer e prática esportiva. As condições favoráveis de navegação e a crescente comunidade de praticantes transformaram Brasília em referência para a modalidade, que alia atividade física, contato com a natureza e preservação de uma tradição milenar. O secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira, destaca a importância da utilização do Lago Paranoá para atividades esportivas e de lazer. "O Lago Paranoá é um recurso do Distrito Federal muito importante. Iniciativas que promovam lazer e esportes no espelho d'água são essenciais para a sociedade brasiliense. A canoa havaiana cumpre bem esse papel, trabalhando a inclusão com pessoas de várias idades, homens e mulheres praticando esse esporte." A competição contempla categorias que vão do Infantil (até 12 anos) ao Master 70+, além de provas destinadas a paratletas, evidenciando o caráter inclusivo da modalidade | Foto: Divulgação SEL/DF Modalidade reúne atletas de todas as idades A competição contempla categorias que vão do Infantil (até 12 anos) ao Master 70+, além de provas destinadas a paratletas, evidenciando o caráter inclusivo da modalidade, que registra crescimento contínuo no Distrito Federal. Conhecida internacionalmente como VA'A, a canoa havaiana tem origem nos povos polinésios, que utilizavam a embarcação para percorrer longas distâncias pelo Oceano Pacífico há mais de três mil anos. Atualmente, a modalidade se expandiu para diversos países, preservando características tradicionais e promovendo a integração entre esporte, cultura e meio ambiente. "O Lago Paranoá é um recurso do Distrito Federal muito importante. Iniciativas que promovam lazer e esportes no espelho d'água são essenciais para a sociedade brasiliense. A canoa havaiana cumpre bem esse papel, trabalhando a inclusão com pessoas de várias idades, homens e mulheres praticando esse esporte" Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer Segurança reforçada A Federação Brasiliense de VA'A adotará uma série de protocolos de segurança durante toda a competição. Será obrigatório o uso de colete salva-vidas, apito, remo reserva e balde em todas as embarcações. O evento contará ainda com quatro embarcações de apoio motorizadas, equipes de resgate aquático, ambulância e suporte do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Para o presidente da FebVaa, João Marcelo Marins, o número de participantes demonstra a consolidação da modalidade na capital. "Tanto a categoria infantil quanto a categoria estreante estão maiores do que nunca, demonstrando o forte crescimento do VA'A no Distrito Federal. Isso é motivo de alegria e orgulho e aumenta nossa responsabilidade como comunidade em manter elevados os protocolos de segurança. A ocupação do Lago deve ser democrática, positiva e segura." Serviço Track&Field Experience Campeonato Brasiliense de VA'A 2026 – Maratona Data: 27 e 28 de junho Local: Iate Clube de Brasília Entrada: Gratuita   *Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer do DF

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GDF regulamenta pesca sustentável no Lago Paranoá

O Governo do Distrito Federal (GDF) publicou o Decreto nº 48.780, de 15 de junho de 2026, que regulamenta a Lei nº 7.399/2024 e estabelece regras para a prática, a gestão e a fiscalização da pesca no Lago Paranoá. A norma tem como objetivos compatibilizar a atividade pesqueira com a conservação da biodiversidade, incentivar as modalidades recreativa, esportiva e profissional de forma sustentável e organizar o uso dos recursos pesqueiros em integração com as demais atividades realizadas no lago. Para a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a regulamentação representa um avanço na proteção ambiental e na valorização das pessoas que utilizam o Lago Paranoá para trabalho, lazer e convivência. “Estamos estabelecendo regras claras para proteger o Lago Paranoá e, ao mesmo tempo, permitir que a pesca seja praticada de forma segura, responsável e sustentável. O lago é um patrimônio de Brasília e precisa ser cuidado para que continue gerando oportunidades, qualidade de vida e benefícios para as próximas gerações”, afirma a governadora. Com o novo regulamento, ficam disciplinadas as modalidades de pesca profissional artesanal, amadora, esportiva, subaquática, científica e de subsistência. Cada atividade deverá respeitar as exigências de licenciamento, os períodos de defeso, as espécies protegidas, os limites de captura e as áreas de restrição. Segundo o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, o decreto oferece maior segurança jurídica aos pescadores e fortalece a capacidade de gestão e fiscalização do poder público. “Estamos conciliando conservação ambiental, ordenamento da atividade pesqueira e uso responsável do Lago Paranoá. A regulamentação define onde, como e por quem a pesca pode ser realizada, fortalece o monitoramento e cria melhores condições para proteger a biodiversidade e os múltiplos usos do lago”, destaca o secretário. Com o novo regulamento, ficam disciplinadas as modalidades de pesca profissional artesanal, amadora, esportiva, subaquática, científica e de subsistência | Fotos: Arquivo/Agência Brasília Modalidades regulamentadas A pesca profissional artesanal somente poderá ser exercida por pescadores inscritos no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) e com os demais licenciamentos exigidos pelos órgãos competentes. Para essa modalidade, o decreto autoriza o uso de rede de emalhar com malha mínima de 70 milímetros e tarrafa com malha mínima de 50 milímetros, exclusivamente nas áreas permitidas e conforme as demais normas aplicáveis. A pesca amadora será permitida para lazer e desporto, sem finalidade comercial. Estão autorizados petrechos como linha de mão, caniço simples, vara com carretilha ou molinete, anzóis, iscas, puçás e equipamentos de suporte para o manuseio do pescado. O pescador amador poderá transportar até cinco quilos de pescado e mais um exemplar, desde que sejam respeitadas as espécies protegidas, os períodos de defeso e as demais restrições. A pesca esportiva deverá ocorrer exclusivamente na modalidade pesque e solte, com devolução imediata do peixe ao ambiente e proibição do abate. Os organizadores de competições deverão compartilhar as informações de captura e obter as autorizações ambientais e náuticas necessárias. Já a pesca subaquática poderá ser praticada exclusivamente em apneia, sem uso de equipamentos de respiração artificial. Também será obrigatório respeitar as regras de navegação, mergulho e proteção das áreas ambientalmente sensíveis. A pesca científica dependerá de autorização prévia do Instituto Brasília Ambiental e deverá ser acompanhada da apresentação de relatório técnico ao final da atividade.  Áreas de proteção O decreto estabelece áreas nas quais a pesca fica proibida para proteger o meio ambiente, a segurança da navegação, o abastecimento público e os demais usos do Lago Paranoá. A pesca esportiva deverá ocorrer exclusivamente na modalidade pesque e solte, com devolução imediata do peixe ao ambiente e proibição do abate Entre os locais com restrição estão as proximidades da Barragem do Paranoá, do Palácio da Alvorada, de hospitais, instalações militares, embaixadas, pontos de captação de água, áreas de banho, clubes, associações náuticas e unidades de conservação. Também é vedada a pesca sobre pontes, ilhas, lagoas, refúgios de vida silvestre e nos afluentes do Lago Paranoá, desde a foz até a nascente. A pesca profissional artesanal ficará restrita às áreas expressamente autorizadas próximas às estações de tratamento de esgoto Sul e Norte, depois das faixas de segurança e proteção definidas no decreto. As pescas amadora, esportiva, subaquática e de subsistência poderão ocorrer nas demais áreas do lago, desde que respeitadas todas as proibições e normas técnicas. Fiscalização e penalidades A fiscalização será realizada de forma integrada pelo Instituto Brasília Ambiental, pela Polícia Militar do Distrito Federal e por outros órgãos competentes. O regulamento proíbe práticas como pesca sem licença, uso de explosivos ou substâncias tóxicas, captura de espécies protegidas, utilização de aparelhos ilegais e pesca em áreas ambientalmente restritas. As infrações poderão resultar em advertência, multas, apreensão do pescado, petrechos e embarcações, suspensão ou cassação de licenças, interdição da atividade e obrigação de reparar os danos ambientais. “O foco da atuação fiscalizatória coordenada pelo Instituto Brasília Ambiental é essencialmente educativo e preventivo, com o objetivo de conscientizar sobre a legislação vigente e os impactos ambientais decorrentes de práticas irregulares no Lago Paranoá. Buscamos, assim, fomentar o uso sustentável dos recursos naturais e consolidar a corresponsabilidade da sociedade na preservação do ecossistema”, declara o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Os valores arrecadados com as multas serão destinados ao Fundo Único do Meio Ambiente do Distrito Federal (Funam-DF), para aplicação em ações de conservação, monitoramento, educação ambiental e fiscalização no Lago Paranoá. Gestão integrada e educação ambiental A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) será responsável por coordenar a implementação da Política Distrital de Pesca Sustentável no Lago Paranoá. Entre as atribuições da secretaria estão a elaboração do Plano de Monitoramento da Pesca, a manutenção de banco de dados sobre licenças e capturas, a articulação com instituições de pesquisa e a promoção de campanhas de educação ambiental. Também estão previstas oficinas, cursos, materiais educativos e ações de orientação destinadas a pescadores, turistas, estudantes e demais usuários do Lago Paranoá. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)

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GDF regulamenta captura e manejo de pirarucu

O Governo do Distrito Federal (GDF) deverá publicar nos próximos dias decreto que regulamenta o manejo e a captura do pirarucu (Arapaima gigas) nos corpos hídricos do Distrito Federal. A medida tem como objetivo controlar a população da espécie exótica invasora, proteger os ecossistemas aquáticos locais e ampliar o monitoramento ambiental. Pela proposta, será autorizada a captura do pirarucu por pescadores artesanais e profissionais devidamente inscritos no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), observadas as exigências da legislação ambiental, sanitária e de segurança da navegação. A norma estabelece que os exemplares capturados não poderão ser devolvidos ao ambiente natural. Os peixes poderão ser destinados ao consumo próprio, à comercialização, observadas as normas sanitárias vigentes, ou a pesquisas científicas devidamente autorizadas. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ressalta que a iniciativa alia proteção ambiental e gestão responsável dos recursos hídricos. “Estamos avançando com uma medida construída com base em critérios técnicos, que contribui para a preservação dos ecossistemas aquáticos e para o monitoramento ambiental no Distrito Federal. O manejo adequado de espécies exóticas invasoras é fundamental para proteger a biodiversidade e garantir o equilíbrio dos nossos ambientes aquáticos”, afirma. Os peixes poderão ser destinados ao consumo próprio, à comercialização, observadas as normas sanitárias vigentes, ou a pesquisas científicas devidamente autorizadas | Foto: Divulgação/Sema-DF Segundo o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, a medida busca equilibrar a necessidade de controle da espécie invasora com a preservação dos recursos naturais do Distrito Federal. “O pirarucu é uma espécie exótica que demanda acompanhamento permanente. O decreto estabelece critérios técnicos para o manejo e garante que qualquer ação seja realizada de forma responsável, com foco na proteção dos ecossistemas aquáticos e na produção de informações que subsidiem futuras decisões de gestão ambiental”, afirma. O decreto veda, temporariamente, a captura da espécie no Lago Paranoá. A restrição permanecerá em vigor até a conclusão de estudos técnico-científicos sobre a dinâmica populacional do pirarucu no reservatório, suas interações com espécies nativas e os possíveis impactos ambientais decorrentes de medidas de manejo. A proposta também prevê que o órgão responsável pela política de pesca e aquicultura realize, no prazo máximo de 24 meses, levantamento técnico-científico sobre a presença e o comportamento da espécie no lago. Além de autorizar a atividade pesqueira em condições específicas, o decreto estabelece mecanismos de monitoramento. Todo exemplar capturado deverá ser fotografado e comunicado ao órgão distrital competente, com informações sobre local, data, horário, peso e comprimento aproximados do peixe. Entre os equipamentos autorizados para a captura estão redes específicas para peixes de grande porte, varas e linhas de alta resistência, passaguás, alicates de contenção, bicheiros e luvas de proteção. A norma também proíbe métodos que possam causar danos aos ecossistemas aquáticos, comprometer a segurança da navegação ou provocar a captura indiscriminada de espécies não alvo. Para o subsecretário de Pesca e Aquicultura, Edson Buscacio, a regulamentação representa um avanço na gestão dos recursos pesqueiros do Distrito Federal. “Estamos estabelecendo regras claras para o manejo de uma espécie exótica que exige atenção especial. O decreto busca conciliar o controle populacional do pirarucu com a conservação ambiental, além de gerar informações técnicas importantes para o monitoramento dos corpos hídricos do Distrito Federal”, destaca. A fiscalização será realizada pelos órgãos ambientais e de segurança pública do Distrito Federal, no âmbito de suas competências. O descumprimento das regras sujeitará os infratores às sanções administrativas, civis e penais previstas na legislação vigente. *Com informações da Sema-DF

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Parque de Águas Claras ganha quadra, poço artesiano e reforço na segurança

Neste domingo (14), o Governo do Distrito Federal (GDF) fez uma série de entregas no Parque Ecológico de Águas Claras, ampliando a infraestrutura esportiva e aprimorando as condições de uso da unidade de conservação. Foram entregues uma quadra de grama sintética e um novo sistema de abastecimento de água por poço artesiano, além da assinatura de uma ordem de serviço para a reforma da academia ao ar livre do parque. Além do campo sintético, Parque Ecológico de Águas Claras será beneficiado com vários investimentos do GDF, que prevê reforço na preservação ambiental em outras unidades de conservação situadas no Distrito Federal | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Decretos e acordos de cooperação voltados à preservação ambiental e segurança dos parques também foram assinados na ocasião pela governadora Celina Leão, visando ao fortalecimento das políticas ambientais da capital. Os documentos preveem a instalação de câmeras de segurança em quatro parques, a formalização de parceria para conservação e educação ambiental e a assinatura de decretos que regulamentam a pesca no Lago Paranoá e o manejo do pirarucu no DF.  “Cuidar do meio ambiente não é só cuidar do futuro, é cuidar também do nosso presente”, declarou a governadora, ao assinar as entregas A chefe do Executivo destacou que as entregas e medidas, anunciadas durante a programação do Mês do Meio Ambiente, reforçam o compromisso do governo com a preservação ambiental, a recuperação dos recursos hídricos e a ampliação da infraestrutura dos parques públicos. “Cuidar do meio ambiente não é só cuidar do futuro, é cuidar também do nosso presente”, declarou.  “Cuidar das águas e preservar o Cerrado é uma obrigação nossa e uma política que não tem retrocesso” Governadora Celina Leão Além dessas medidas, ela elencou outras iniciativas do GDF: “Também instituímos o Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas e seguimos ampliando as áreas protegidas do Distrito Federal. Já criamos novos parques, estamos investindo na recuperação de nascentes, no plantio de mudas e na recuperação do Rio Melchior. Um parque garante que aquela área será preservada e continuará sendo um pulmão ecológico para a cidade. Cuidar das águas e preservar o Cerrado é uma obrigação nossa e uma política que não tem retrocesso”.   Investimentos no parque Com  investimento de cerca de R$ 570 mil, a quadra de grama sintética do Parque Ecológico de Águas Claras possui aproximadamente 20 metros por 35 metros e passou por uma reforma. O poço artesiano, por sua vez, foi instalado com recursos de compensação ambiental, em investimento aproximado de R$ 130 mil.  O engenheiro florestal Irving Silveira comemorou as medidas:  “Aqui conseguimos juntar uma coisa com a outra: conhecer a natureza, fazer uma prática esportiva e se integrar com a comunidade” A nova estrutura auxiliará no abastecimento dos viveiros, irrigação das quadras de areia, acionamento das duchas e outras atividades operacionais da unidade de conservação. A expectativa é que o novo sistema contribua para reduzir os gastos com água, que chegam a quase R$ 20 mil durante os períodos de estiagem, além de garantir melhores condições para a manutenção das atividades esportivas e ambientais desenvolvidas no local. “A comemoração do meio ambiente acontece dia 5 de junho, mas hoje reunimos, com apoio de todo o sistema ambiental, uma série de entregas importantes, para o meio ambiente e para a população” Rafael Santana, secretário do Meio Ambiente Também foi assinada a ordem de serviço para reforma da academia ao ar livre localizada ao lado da quadra sintética, um projeto que prevê a substituição do piso, pintura das estruturas metálicas e avaliação técnica para implantação de pergolado ou outro tipo de cobertura, ampliando o conforto dos frequentadores. “É muito importante a entrega de obras de infraestrutura para as pessoas irem mais ao parque, conhecerem a natureza e aproveitar”, ressaltou o engenheiro florestal Irving Martins Silveira, frequentador do Parque Ecológico de Águas Claras. “Aqui conseguimos juntar uma coisa com a outra: conhecer a natureza, fazer uma prática esportiva e se integrar com a comunidade. São equipamentos que trazem outras modalidades esportivas e só agregam mais atrativos para o parque receber a população.” Mais segurança Durante a cerimônia de entrega, a governadora também assinou a ordem de serviço para aquisição de câmeras de segurança 360 graus, destinadas aos parques ecológicos de Águas Claras, Setor O, Cortado e Ezechias Heringer, com o objetivo de reforçar a proteção dos espaços públicos e dos visitantes. Também foram assinados os decretos relacionados à pesca no Lago Paranoá e à pesca do pirarucu, iniciativas voltadas para a regulamentação e o ordenamento dessas atividades no DF. “A ideia é aproximar a população desses espaços e fortalecer esse sentimento de pertencimento” Gutemberg Gomes, presidente do Instituto Brasília Ambiental “É um dia muito especial”, comemorou o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana. “A comemoração do meio ambiente acontece dia 5 de junho, mas hoje reunimos, com apoio de todo o sistema ambiental, uma série de entregas importantes, como o decreto que trata da pesca do pirarucu, que é uma espécie sem predador natural no lago. Foi um conjunto de ações muito importantes para o meio ambiente e para a população.” Trilhas ecológicas Outra medida formalizada foi o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Jardim Botânico de Brasília (JBB) e o movimento de trilheiros Caminhos do Planalto Central, uma parceria que busca fortalecer ações integradas de conservação ambiental, educação ambiental e gestão das áreas protegidas do Distrito Federal, com mais de 100 trilhas ecológicas mapeadas. A programação contou, ainda, com caminhada ecológica e com o autógrafo da placa simbólica que marca a instituição do Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas do Distrito Federal e permanecerá instalada na sede do Parque Ecológico de Águas Claras. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, enfatizou que as ações combinam preservação ambiental, uso sustentável dos recursos naturais e ampliação dos espaços de lazer para a população. A psicanalista Cosette Castro participou da caminhada: “A gente está vivendo mudanças climáticas, e muitos estão vivendo com solidão, então essa é uma forma de encontrar pessoas, estar em grupo e preservar a natureza” [LEIA_TAMBEM]“Estamos fazendo entregas consolidadas aqui”, lembrou. “A principal delas talvez seja o poço artesiano, porque estamos otimizando o recurso hídrico. Essa água será usada nas duchas, no viveiro e nas atividades do parque. Além disso, com a instituição do Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas, os caminhantes ajudam a cuidar das unidades de conservação, na fiscalização e na preservação. A ideia é aproximar a população desses espaços e fortalecer esse sentimento de pertencimento.” Participante da caminhada ecológica no parque de Águas Claras, a psicanalista Cosette Castro avaliou: “A caminhada é importante, porque precisamos de espaços verdes na cidade. A gente está vivendo mudanças climáticas, e muitos estão vivendo com solidão, então essa é uma forma de encontrar pessoas, estar em grupo e preservar a natureza. Quanto mais renovações o parque recebe, mais as pessoas vêm para cá e passam a aproveitar esses espaços”. Além das novas entregas, o Parque Ecológico de Águas Claras recebeu recentemente a substituição completa do cercamento por estruturas mais resistentes. A unidade também conta com duas quadras poliesportivas reformadas e um parquinho infantil acessível, implantados com recursos de compensação ambiental há menos de dois anos.  

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Lago Paranoá recebe ação de limpeza subaquática

Mergulhadores, pescadores, nadadores e o público em geral participaram, neste domingo (31), do fechamento da operação Clean Up — Limpeza Subaquática, realizada na orla do Lago Paranoá, na altura da Concha Acústica. A ação, que começou na semana passada, teve como principal objetivo remover resíduos do lago, bem como conscientizar a população sobre a importância de preservar os recursos hídricos e incentivar práticas sustentáveis. Pelotão Lacustre da Polícia Militar Ambiental teve participação efetiva na ação | Foto: Divulgação/PMDF  A iniciativa contou com apoio da Polícia Militar (PMDF), por meio do Pelotão Lacustre do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). Participaram, ainda, representantes da Subsecretaria de Pesca, vinculada à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), bem como da Associação Brasiliense de Pesca Sub e Apneia. Por meio de ações preventivas, educativas e operacionais, o BPMA segue atuando em parcerias institucionais e comunitárias, contribuindo para a preservação do Lago Paranoá e para a conservação da natureza.   *Com informações da PMDF

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Operação Ancoragem fiscaliza condutores após desembarque em marinas do Lago Paranoá

Neste domingo (10), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) e a Marinha do Brasil realizaram a Operação Ancoragem, ação integrada voltada para a fiscalização de condutores que assumiram a direção de veículos sob influência de álcool ou de outras substâncias psicoativas após desembarque em marinas da região do Lago Paranoá. A operação ocorreu entre as 17h30 e as 20h30, nas proximidades das marinas Lake Deck, JR Mecânica Náutica e Cia Lake, e foi planejada estrategicamente com base em levantamento prévio realizado pela Marinha. As equipes identificaram intensa movimentação de embarcações utilizadas para eventos, com indícios de consumo de bebida alcoólica por passageiros e possíveis condutores. O principal foco da Operação Ancoragem era evitar que motoristas dirigessem após ingerir bebidas alcoólicas | Fotos: Divulgação/Detran-DF O principal objetivo da fiscalização foi verificar a regularidade de veículos e condutores, com ênfase na identificação de motoristas que haviam ingerido bebida alcoólica, buscando prevenir sinistros de trânsito e reforçar a segurança viária no DF. Ao todo foram realizadas 80 abordagens. As equipes do Detran-DF flagraram 14 condutores dirigindo após o consumo de bebida alcoólica, três inabilitados, um com a CNH vencida e cinco autuações por infrações diversas. Também foram identificados dois com escapamento irregular e realizadas duas remoções ao depósito. *Com informações do Detran-DF

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Tecnologia e eficiência: drones com jatos de água atuam na limpeza da Ponte JK

Quem passa pela Ponte JK observa equipes concentradas na reforma de um dos mais famosos cartões-postais de Brasília. Desde dezembro do ano passado, o olhar mais atento acompanha as fases das obras de manutenção da estrutura, inaugurada em 2002. Agora, os esforços estão voltados à limpeza dos arcos, com auxílio de aparatos inovadores e tecnológicos — o processo de hidrojateamento é feito por meio de drones, com água do próprio Lago Paranoá. “É a primeira vez que esse tipo de limpeza com drones é feito na ponte e, acredito, em Brasília”, afirma o arquiteto Juan Carlos Del Carpio Natcheff, assessor da Diretoria de Projetos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). “Não temos referência de outras construções, como prédios, que usaram drones de hidrojateamento para limpeza.” Serviços que exigem mais espaço estão sendo feitos durante a noite, de segunda a sexta-feira; materiais usados são específicos para cada estrutura | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  Para diminuir os impactos na rotina dos brasilienses, as etapas da reforma que tomam espaço têm sido executadas exclusivamente no período noturno, das 23h às 4h, de segunda a sexta-feira, com interdição de duas faixas (sentido Plano Piloto/Lago Sul). “É uma ponte muito visada. A preocupação é fazer um bom trabalho, e o mais rápido possível”  Juan Carlos Natcheff, da Diretoria de Projetos da Novacap Mas não é o caso da limpeza da parte externa com os drones, iniciada na terça-feira (17). Como a operação é guiada de dentro do lago, em uma balsa, não há necessidade de interdição das vias. Assim, o serviço tem sido feito de manhã cedo. As faixas, contudo, seguem fechadas à noite para os outros trabalhos. A expectativa é concluir a etapa de limpeza dos arcos até o início da próxima semana, para começar a pintura das estruturas. A parte inferior da ponte já está limpa e com a pintura renovada. “Queremos entregar logo para a comunidade”, enfatiza Natcheff. “As pessoas têm mandado elogios; é uma ponte muito visada. A preocupação é fazer um bom trabalho, e o mais rápido possível”. Inovação O processo precisa de dois drones e do manuseio de um profissional. “Iniciamos os testes há mais de um mês, e [os drones] foram aprovados”, relata o arquiteto. “Foi um sucesso. É o jeito mais prático que conseguimos. Tudo é monitorado, com geoprocessamento e geomonitoramento”. O drone menor, detalha ele, apenas envia informações, como posição e distância do local em destaque. “O drone principal puxa a água do lago, uma bomba conduz até lá em cima, e o aparelho limpa”, prossegue Natcheff. “Outro equipamento menor direciona o trabalho com a altura necessária, por exemplo. Há, ainda, a pessoa que controla, que tem ficado na balsa, com o controle remoto, conduzindo.” Hidrojateamento não exige a remoção de toda a tinta antiga, o que permite um serviço sem respingo de produtos químicos no lago Segundo o arquiteto, o método, além de mais eficiente e mais rápido que os modos convencionais de limpeza, remove toda a sujeira, com até três passagens por um mesmo ponto: “Com o hidrojateamento, não é necessário remover a tinta antiga em sua totalidade — o que não poderia ser feito, porque precisaria usar produtos químicos, que poderiam respingar no lago. E não temos autorização para produzir esse tipo de sujeira”. Outro destaque tecnológico da reforma da Ponte JK são as tintas utilizadas. Os materiais são específicos para cada tipo de estrutura — nos arcos e nas demais partes metálicas, a tinta tem acabamento de poliuretano (PU) e é acrílica e autolimpante. “Há também um aditivo, um diluente que não é poluente, para ajudar na firmeza da tinta”, pontua o arquiteto da Novacap. Reforma [LEIA_TAMBEM]As intervenções na Ponte JK começaram em 15 de dezembro de 2025. Além da limpeza dos arcos com drones, atualmente, as equipes trabalham na pintura do corrimão da passarela superior (lado direito, sentido Plano Piloto/Lago Sul) e dos pilares curvos na parte inferior. As próximas etapas incluem a conclusão da limpeza geral e a pintura de corrimãos e pilares curvos. A pintura dos arcos está prevista para as próximas semanas — nessa fase, o serviço será manual, com rolo, andaimes e plataformas elevatórias. A lavagem e a pintura dos pilares retos de concreto (parte inferior) já foram concluídas. Interdição de faixas No período noturno, das 23h às 4h, de segunda a sexta-feira, há interdição de duas faixas (sentido Plano Piloto/Lago Sul) na Ponte JK, em ação coordenada pelo Detran-DF. Essa intervenção vai vigorar durante o tempo em que a reforma estiver sendo feita. 

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GDF conclui primeira etapa das obras de reformas do Deck Sul

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) concluiu a primeira etapa das obras de reformas do Deck Sul, um dos principais pontos de lazer às margens do Lago Paranoá. Responsável pela intervenção, o Departamento de Equipamentos Públicos da Diretoria das Cidades da Novacap destacou que as intervenções garantem mais conforto, segurança e qualidade de vida para os frequentadores que utilizam o espaço diariamente para atividades esportivas, passeios e convivência em família. Durante visita técnica ao local, o presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a importância das obras para o lazer e o bem-estar da população de Brasília. “A reforma do Deck Sul reforça o compromisso da Novacap e do Governo do Distrito Federal em cuidar dos espaços públicos e garantir que a população tenha áreas seguras, bonitas e acessíveis para o lazer e a prática esportiva. O Deck Sul é um patrimônio afetivo da cidade, e nosso trabalho é mantê-lo sempre acolhedor e funcional”, afirmou o gestor. Obras começaram em 30 de junho de 2025 e foram concluídas em 28 de setembro de 2025, com investimento total de R$ 383.620,66 | Foto: Divulgação/Novacap O engenheiro da Diretoria das Cidades, Pedro Isaac, explicou que, nesta fase, a Novacap executou uma ampla série de serviços de recuperação e manutenção em diferentes áreas do Deck Sul, como: - Quadra poliesportiva: recebeu novo piso em concreto armado, pintura com tinta epóxi de alta resistência, revisão e pintura do alambrado, além da manutenção completa dos equipamentos de basquete, futsal e vôlei. As calçadas ao redor também foram reformadas; - Banheiros públicos: passaram por revisão do telhado, impermeabilização da laje, pintura do forro, substituição de luminárias e metais, pintura externa e recuperação das calçadas adjacentes; - Outros espaços: foram feitos reparos pontuais no deck de madeira, reformas dos pergolados e da guarita, além da pintura das calçadas e áreas de convivência. As obras começaram em 30 de junho de 2025 e foram concluídas em 28 de setembro de 2025, com investimento total de R$ 383.620,66. O projeto faz parte do programa contínuo de reformas dos espaços públicos do Distrito Federal pela Diretoria da Cidades da Novacap. De acordo com Pedro Isaac, a segunda e a terceira etapas já estão em fase de levantamento e orçamentação e serão executadas após a liberação dos empenhos correspondentes. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)

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Dia Mundial da Limpeza retira 250 kg de resíduos do Lago Paranoá

Em celebração ao World Cleanup Day 2025 (Dia Mundial da Limpeza), a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) promoveu, na manhã deste sábado (20), a 13ª edição da Semana Lago Limpo, no Deck Norte do Lago Paranoá. O evento reuniu voluntários, estudantes, mergulhadores, representantes de instituições públicas e privadas e a comunidade em um esforço coletivo de preservação ambiental. A Adasa promoveu na manhã deste sábado (20) a 13ª edição da Semana Lago Limpo, em comemoração ao Dia Mundial da Limpeza | Foto: Divulgação/Adasa Criada em 2011, a Semana Lago Limpo busca sensibilizar a sociedade sobre a importância da preservação dos recursos hídricos, com foco no Lago Paranoá — principal corpo d’água de múltiplos usos do DF. A cada edição, menos lixo é retirado do lago, reflexo do avanço da consciência coletiva sobre a preservação. Em 2024, na edição realizada no Deck Sul, foram retiradas mais de 1,6 tonelada de resíduos. Nesta edição, foram recolhidos 250 quilos de resíduos das águas e margens. [LEIA_TAMBEM]“Temos que registrar que o Lago Paranoá tem 65 anos de idade, e dificilmente vemos um lago artificial com uma qualidade tão alta quanto a que temos aqui no Distrito Federal. Este evento busca alcançar não apenas os mergulhadores, que fazem um trabalho fenomenal na retirada de resíduos, mas também as crianças, que são o nosso futuro. Não podemos perder a oportunidade de, anualmente, despertar a consciência ambiental na população, em especial nas crianças. Com certeza seguiremos dando continuidade a essa iniciativa”, afirmou Vinicius Benevides, um dos diretores da Adasa. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) participou das atividades, com a presença da comandante-geral da corporação, coronel Ana Paula Barros Rabka, e do subcomandante-geral, coronel Fabrício Boechat de Camargos, além de equipes de mergulhadores do Batalhão de Operações Especiais (Bope). “Hoje, no Dia Mundial da Limpeza Subaquática, acompanhei mais uma vez o trabalho de excelência da Polícia Militar do Distrito Federal. Estamos retirando lixo do Lago Paranoá, mas também reforçando o pedido de conscientização: a população precisa proteger nossos bens e o meio ambiente”, afirmou a coronel Ana Paula. Policiais militares participam do Dia Mundial da Limpeza; açao global reúne milhões de pessoas em mais de 190 países | Foto: Divulgação/PMDF O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) também participou da ação por meio do diretor-adjunto Cleilson Gadelha Queiroz, que destacou a parceria: “Essa já é a 13ª edição do Lago Limpo e o SLU participa com orgulho, porque preservar nossos recursos hídricos é essencial. Assim como cuidamos do corpo, que é composto em grande parte por água, precisamos cuidar do lago, um patrimônio de Brasília usado para lazer e tão importante para o meio ambiente. O SLU tem colocado lixeiras e papeleiras nesses espaços e nossas equipes atuam constantemente na coleta. Mas é fundamental que cada cidadão faça a sua parte e descarte os resíduos no local correto”. Mobilização global O Dia Mundial da Limpeza foi oficialmente instituído pela ONU em 2023 e reúne, anualmente, milhões de pessoas em mais de 190 países. A edição de 2025 tem como tema global “O fim da poluição plástica” e busca chamar a atenção para os impactos ambientais do descarte incorreto de resíduos, em especial o plástico descartável. *Com informações da Adasa e da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)

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Campeonato de Pesca movimenta o DF no fim de semana

Agência Brasília · CAMPEONATO DE PESCA MOVIMENTA O DF NO FIM DE SEMANA Brasília recebe, neste fim de semana (16 e 17), a última etapa do Campeonato de Pesca do Distrito Federal. Com entrada gratuita, o evento ocorre na Concha Acústica, às margens do Lago Paranoá, unindo esporte, lazer e conscientização ambiental. Além das atividades de pesca consciente, o campeonato terá atividades educativas, envolvendo crianças e públicos de todas as idades | Foto: Divulgação/Sema-DF “A pesca responsável tem potencial para gerar renda, fomentar o turismo ecológico e criar uma nova cultura de cuidado com os recursos naturais em Brasília”, enfatiza o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “Estamos investindo em ações que valorizam o meio ambiente, movimentam a economia local e fortalecem o sentimento de pertencimento da população em relação ao Lago Paranoá” Celina Leão, vice-governadora A competição, que terá disputas em três modalidades — pesca de barranco, embarcada e em caiaque — integra o programa Viva o Lago, com apoio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e da Subsecretaria de Pesca e Aquicultura (Supesq). Além das provas, a programação inclui palestras, atividades lúdicas, apresentações culturais e a Feira de Pesca do DF, que reunirá expositores, lojistas e especialistas do setor. Atrações Entre as atrações musicais confirmadas estão a dupla sertaneja Wilian & Marlon e o cantor Júnior Ferreira. Para o público infantil, a diversão fica por conta da Cia Teatral Neia e Nando, com espetáculos lúdicos e interativos. Segundo os organizadores, o objetivo é incentivar a prática da pesca esportiva consciente, reforçando o “pesque e solte” e o uso sustentável dos recursos hídricos, conforme determina a Lei Distrital nº 7.399/2024, que regulamenta a pesca no Lago Paranoá. “Estamos investindo em ações que valorizam o meio ambiente, movimentam a economia local e fortalecem o sentimento de pertencimento da população em relação ao Lago Paranoá”, ressalta a vice-governadora Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]Além da competição, a Supesq apresentará projetos de zoneamento de áreas de pesca, do aplicativo Appesca, da Revista Eletrônica de Pesca e do projeto Águas Limpas. A Feira de Pesca do DF contará com estandes de marcas e artistas diversificados, oferecendo desde equipamentos e acessórios até obras artísticas e produtos gastronômicos. Programação Sábado (16) → Campeonato de pesca: 6h às 18h → Feira de pesca: 10h às 22h → Alice no País das Maravilhas: 11h → Palestras: 16h → Shows musicais: Wilian & Marlon, Júnior Ferreira → Premiação e discurso: 19h-20h → Sorteio: 21h Domingo (17) → Feira de pesca: 10h às 19h → Uma aventura congelante: 11h → Palestra e torneio de arremesso: 14h30 às 16h → Show: 17h-19h Local: Orla da Concha Acústica – Lago Paranoá Entrada gratuita. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente  

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Lago Paranoá recebe ação de limpeza neste sábado (9)

O Batalhão de Polícia Militar Ambiental do Distrito Federal (BPMA), por meio da Unidade de Operações Lacustres, participou neste sábado (9) da quarta edição do Clean Up Day Na Praia, realizada no Lago Paranoá. A ação integra o festival Na Praia. Os mergulhadores do BPMA participaram da quarta edição do Clean Up Day Na Praia, no Lago Paranoá, neste sábado (9) | Foto: Divulgação/PMDF Durante o evento, realizado das 8h às 12h, mergulhadores experientes do BPMA atuaram na remoção de resíduos submersos, enquanto voluntários fizeram a limpeza da orla, contribuindo para a preservação ambiental e o alcance do 14º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU – Vida na Água. Estima-se que cerca de meia tonelada de lixo foi retirada do lago. [LEIA_TAMBEM]Até a última edição do festival, foram gerados mais de 1.215 toneladas de resíduos reciclados e 160 toneladas de resíduos orgânicos compostados. Também foram economizados 10 milhões de litros de água. A participação do BPMA reforça o compromisso da Polícia Militar do Distrito Federal com a proteção dos recursos hídricos e a promoção da consciência ambiental. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)

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Festival reúne provas de natação, biathlon e canoa havaiana no Lago Paranoá

O maior festival de esportes de praia do mundo está prestes a desembarcar novamente na capital federal. A edição de Brasília do Rei e Rainha do Mar será neste domingo (3), com largada no Pontão do Lago Sul, reunindo centenas de atletas. A programação do festival contempla provas de natação em águas abertas (Open 500 m, Sprint 1K, Classic 2K e Challenge 4K), biathlon (1K de natação + 2.5K de corrida) e canoa havaiana (Va’a Generations 11K e Va’a Race 17K), inclusive para o público PcD e para crianças. O Lago Paranoá se firma cada vez mais como espaço de práticas esportivas e de lazer | Foto: Divulgação/SEL-DF Com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), a competição enfatiza o papel de destaque de Brasília no cenário esportivo nacional. “Receber o Rei e Rainha do Mar reforça a vocação esportiva da nossa cidade e valoriza o Lago Paranoá como espaço de convivência e atividade física”, afirma o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. Criado em 2009, o Rei e Rainha do Mar é muito mais do que uma competição: é uma experiência de conexão entre corpo, mente e natureza. Mesmo sem mar, Brasília cumpre com excelência o papel de anfitriã. “O Lago Paranoá tem excelente qualidade de água, monitorada regularmente, e já é ponto de encontro de centenas de atletas. Brasília respira esporte aquático”, destaca Pedro Monteiro, CEO da Effect Sport, organizadora do festival. [LEIA_TAMBEM]Programação 6h50 - Biathlon 1K de natação + 2,5K de corrida 7h20 -  Open 500 m masculino 7h40 - Open 500 m feminino + PcD 8h - Sprint 1K masculino 8h - Va'a Generations 11K 8h20 -  Sprint feminino + PcD 8h40 - Kids swim 200 m 9h10 - Kids swim 400 m 9h30 - Classic 2K masculino 9h50 - Classic feminino + PcD 10h -  Va'a Race 17K 10h10 - Challenge 4K masculino 10h30-  Challenge 4K feminino + PcD. *Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer  

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Bombeiros reforçam segurança no Lago Paranoá com novos postos de socorro

A segurança dos frequentadores do Lago Paranoá foi ampliada com a instalação de dois novos postos de socorro pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). As estruturas estão localizadas em pontos estratégicos da orla: um próximo à Ponte Juscelino Kubitschek e outro no popular piscinão do Lago Norte. Agora, são cinco pontos com bombeiros espalhados em locais estratégicos às margens do lago, ocupando a Ponte JK, a Ponte do Bragueto, a Prainha do Lago Norte e a Prainha da Asa Sul, na Praça dos Orixás.  O Lago Paranoá ganhou dois novos postos de socorro pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A decisão de ampliar a cobertura dos guarda-vidas foi motivada pelo aumento expressivo do número de banhistas, especialmente nos fins de semana e feriados. De acordo com estimativas da corporação, cada um desses pontos recebe, diariamente, mais de 500 pessoas em busca de lazer e contato com a natureza. E, com o programa de transporte público gratuito Vai De Graça, implementado em março deste ano pelo Governo do Distrito Federal (GDF), a tendência é que as pessoas aproveitem os dias de sol para explorar ainda mais o Quadradinho. Com os novos postos em operação, o intuito é garantir atendimento rápido e eficiente em casos de emergência, além de intensificar a orientação aos banhistas sobre práticas seguras nas águas. Totalmente equipados e prontos para o atendimento, os postos contam com profissionais treinados para atuar em situações de risco, como afogamentos, acidentes aquáticos e primeiros socorros. De acordo com a sargento Camila Rodrigues, guarda-vidas do Grupamento de Busca e Salvamento, a Ponte JK e a Prainha do Lago Norte são as regiões com mais movimento de banhistas, especialmente após a pandemia, um período em que as pessoas descobriram o Lago Paranoá como um local de lazer e qualidade de vida. Contudo, também houve um aumento nos índices de afogamento nessas localidades. [LEIA_TAMBEM]A bombeira relaciona o quadro à falta de conhecimento e informação, reforçando que o intuito dos alertas de cuidado não é para que as pessoas deixem de frequentar o lago, mas para que aproveitem com segurança nos locais onde há os postos do CBMDF, cientes de que há uma equipe pronta para prestar o socorro necessário. “A gente está aqui, além de fazer a prevenção, para informar. Se você não sabe nadar, coloque um colete e pergunte ao bombeiro qual é o melhor lugar para entrar, onde tem menos pedras. O Corpo de Bombeiros está pronto para atender a população sempre que precisar. Nós temos todos os equipamentos disponíveis, viaturas, flutuantes… A gente está aqui para garantir a segurança da população”, complementa a militar. O mecânico industrial Sebastião Cardoso da Costa, 47, aproveitou o dia de sol para curtir um piquenique com a família na orla do lago e escolheu o lugar próximo ao novo posto de socorro dos bombeiros. Aproveitando a vista ampla para a Ponte JK, ele afirma que se sente mais seguro: “É muito importante viver esse momento sabendo que se acontecer algo que não esteja previsto, tem alguém para nos socorrer. A gente traz criança e todo mundo sabe como é, pisca o olho e lá está o menino aprontando. Então, se tem alguém olhando, se tem posto de bombeiro para todos os lados, é importante”. O mecânico industrial Sebastião Cardoso da Costa se sente mais seguro com os novos postos: “É muito importante viver esse momento sabendo que se acontecer algo que não esteja previsto, tem alguém para nos socorrer” Ilha do Tesouro De acordo com o relatório "Estatísticas de Ocorrências Aquáticas Atendidas pelo CBMDF", foram registrados 62 afogamentos em 2024, sendo 19 óbitos. Neste ano, até o dia 31 de março, foram contabilizados 20 afogamentos e 11 óbitos. Os dados reforçam a necessidade de atenção na hora de utilizar o lago – não como uma barreira para aproveitar o espaço de lazer, mas como um alerta para se divertir com atenção e segurança. Entre os esportes que mais crescem no meio aquático e também ganham popularidade, está o stand up paddle, por vezes traduzido como remo em pé ou surfe com remo. O instrutor da modalidade Laélio Araújo Costa, 36, ressalta a importância do novo posto dos bombeiros, com a viatura alocada em um ponto estratégico onde os banhistas entram na água: “É muito importante, porque tem muita gente que bebe e quer entrar na água. Se afogar, o bombeiro vai estar aí para ajudar. Domingo passado mesmo teve um afogamento nessa área, há cerca de cinco metros da margem; então esse reforço ajuda na segurança da região, fica mais rápido o socorro”. Grande parte dos afogamentos ocorrem perto de uma ilhota localizada nas proximidades da Ponte JK, conhecida popularmente como Ilha do Tesouro. Muitas pessoas se arriscam até lá, por parecer um local perto para alcançar a nado. Mas a distância da margem chega a aproximadamente 50 metros. Laélio afirma que os bombeiros já prestavam muito socorro no local antes do posto e alertou para a conscientização necessária para aproveitar a área sem riscos: “O lago é fundo, uma vez um pessoal deixou os pertences caírem do barco e, quando acionaram o resgate, viram que tinha 15 metros de profundidade. Tem que ter muito cuidado. A maioria das pessoas que se afogam são as que sabem nadar, tem gente que ainda quer tirar o colete, mesmo sendo obrigatório utilizar”. O instrutor de stand up paddle Laélio Araújo Costa elogia a presença dos militares na orla: “É muito importante, porque tem muita gente que bebe e quer entrar na água. Se afogar, o bombeiro vai estar aí para ajudar” A sargento Camila reforça que não é proibido ir até a ilha, mas é importante saber nadar, de preferência não ir sozinho e estar com um objeto que ajude a flutuar, como um colete salva-vidas. “As pessoas não sabem o real perigo, o lago fica profundo muito rápido. Então, às vezes estão ali conversando com água na altura do joelho, dá três passos e a água já cobre a cabeça. Junta a bebida e a desinformação – às vezes, as pessoas utilizam um colchão ou uma caixa de isopor como uma boia, achando que aquilo vai salvar a vida delas e não vai”. O estudante Matheus Severo, 25, navega no Lago Paranoá com frequência e chama atenção para a importância do uso do colete, principalmente para quem vai praticar alguma atividade, em vista do risco de desequilibrar ou ter câimbras, situações em que a vítima, no desespero, pode se afogar. “Eu frequento bastante o lago e, mesmo sabendo nadar, é essencial o uso do colete, que salva vidas mesmo, além de auxiliar. Quando a pessoa está se afogando, cada segundo conta; então, quanto mais postos dos bombeiros, melhor, porque os banhistas não estão concentrados em apenas uma área”, destaca o jovem. Em caso de risco de afogamento, os guarda-vidas estão de prontidão para prestar socorro. Ao perceber uma ocorrência, a população pode procurar o posto de atendimento mais próximo ou acionar os bombeiros pelo telefone 193.

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Ação pelo Dia Mundial do Meio Ambiente retira 150 kg de lixo do Lago Paranoá

Em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta quarta-feira (5), o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) da PMDF promoveu uma importante operação de limpeza no Lago Paranoá, nas proximidades da Ponte JK. A ação contou com o apoio de voluntários e da Companhia Lacustre e resultou na retirada de aproximadamente 150 kg de lixo — entre resíduos recolhidos nas margens e também do fundo do lago, com apoio de mergulhadores especializados. Ação da PMDF, com apoio de mergulhadores especializados, promoveu a retirada de 150 kg de lixo do Lago Paranoá | Foto: Divulgação/PMDF A coleta subaquática revelou uma preocupante quantidade de lixo plástico acumulado, como garrafas, embalagens e objetos diversos, muitos deles invisíveis da superfície, mas que colocam em risco a fauna aquática e a qualidade da água. A presença de mergulhadores reforça a complexidade da ação e o comprometimento da PMDF com a preservação ambiental. [LEIA_TAMBEM]A mobilização está alinhada ao tema global definido pela Organização das Nações Unidas para 2025: “O fim da poluição plástica global”. O objetivo é conscientizar sobre os impactos do descarte incorreto de plásticos no meio ambiente e incentivar práticas mais sustentáveis por parte da população. De acordo com o comandante do Batalhão Ambiental, a ação reflete o esforço contínuo da corporação em defesa dos recursos naturais do DF. “Muitos dos resíduos que encontramos estavam submersos, longe da vista, mas não dos impactos ambientais. A retirada desses materiais é essencial para garantir a saúde do ecossistema aquático”, afirmou. *Com informações da PMDF

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Prática de pesca no Lago Paranoá requer registro geral da atividade; saiba como funciona

No vai e vem das águas, o embate entre peixe e pescador vai além do consumo próprio para subsistência. A pesca é uma atividade que também engloba as modalidades amadora, esportiva, subaquática, artesanal/profissional e científica. No Distrito Federal, muitos brasilienses pescam no Lago Paranoá, atividade para a qual é preciso obter o Registro Geral de Pesca (RGP), para que a prática seja praticada dentro da legalidade. O documento é emitido pelo Ministério de Pesca e Aquicultura (MPA); e, em Brasília, já são 408 pessoas registradas. É possível praticar a pesca no lago; atividade está autorizada, desde que com a devida documentação, e contempla mais de 40 mil pessoas no DF | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A lei nº 7.399 de 15/1/2024, criada pelo deputado distrital Daniel de Castro, autoriza o exercício da pesca no Lago Paranoá, onde estima-se que mais de 40 mil pessoas a praticam em diversas modalidades. No âmbito do DF, a prática é regulamentada pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) por meio da Subsecretaria de Pesca e Aquicultura. O representante da pasta, Edson Buscacio, relata que um grupo de trabalho (GT) foi criado para a regulamentação da pesca, envolvendo parceiros e entes do Estado, como a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Instituto Brasília Ambiental, a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e o próprio Ministério da Pesca e Aquicultura. Regulamentação “O RGP é determinado por lei, e todo pescador no território nacional tem que ter”, enfatiza o subsecretário. “É importante para que eles possam se sentir tranquilos em relação ao cumprimento das leis e ter o acesso aos direitos como pescador, no caso de profissionais e artesanais. Hoje você tem que ter uma pesca consciente e sustentável, e isso só se dá por meio do plano de ação do governo.” Victor Veiga pesca há 21 anos: “Me relaxa do estresse do serviço, chego mais aliviado em casa e tenho mais paciência com as crianças - é um momento de desestresse” O açougueiro Victor Veiga, 33 anos, pesca desde os 12. Testando a sorte no Lago Paranoá, na parte do Deck Sul, que frequenta cerca de duas vezes por semana, ele conseguiu algumas espécies bonitas na modalidade esportiva, devolvendo ao lago os exemplares que conquistou na linha. Para ele, a pescaria é uma terapia. “Me relaxa do estresse do serviço, chego mais aliviado em casa e tenho mais paciência com as crianças - é um momento de desestresse”, conta. “Além da emoção da surpresa na pescaria, porque a gente sempre espera o peixe grande. É sempre uma adrenalina e um lazer do dia a dia”. Victor pontua que o Lago Paranoá tem uma variedade de peixes, como o tucunaré e a traíra, que são mais fáceis de pegar. Ele ressalta a necessidade de ter os registros regularizados. “Muitas pessoas pescam no ilegal, na pesca predatória”, aponta. “É importante estar em dia com o governo. Um registro dá maior segurança de vir a um local e não ser abordado por um policial e perder seu material, além de proteger a diversidade aquática”. Lago Paranoá O policial aposentado Wagner do Nascimento elogia as condições do lago: “Até a qualidade da água está melhor; além do camarão, ainda tem aqueles carazinhos da época do Juscelino Kubitschek, peixes pequenos conhecidos como JKs” Descrito como uma vitrine da cidade, o Lago Paranoá é considerado o espelho-d'água do Distrito Federal, com 48 km² e, na parte mais funda, 38 metros de profundidade. O lago artificial melhora o microclima da região e promove diversidade de uso em cerca de 80% de sua superfície, conforme mapeado pela Sema-DF, desde pedalinhos até grupos de remo e mergulho. A pescaria também não passa despercebida como uma modalidade procurada no local. “A extração controlada é importante para a oxigenação e para manutenção do controle da água, que desde 2002 tem uma qualidade excepcional por meio do trabalho realizado pela Caesb [Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal]”, enfatiza o subsecretário de Pesca e Aquicultura. “Hoje nós temos uma explosão do camarão, uma espécie que só sobrevive em água de qualidade. Para essa manutenção, nós precisamos ter toda essa estrutura desenhada num plano de ação do Estado, algo fortalecido por meio da regulamentação da pesca.”  O policial militar aposentado Wagner Costa do Nascimento, 55, aproveitou a manhã de baixa temperatura para pescar no Deck Norte do Lago Paranoá. Ele apontou um crescimento na modalidade após o investimento deste GDF em infraestrutura nas áreas do lago: “Agora a pescaria está se desenvolvendo mais. Nesses últimos anos, fizeram a orla, deram infraestrutura e melhorou essa região. Até a qualidade da água está melhor; além do camarão, ainda tem aqueles carazinhos da época do Juscelino Kubitschek, peixes pequenos conhecidos como JKs”. Como obter o RGP A pesca esportiva e amadora no Lago Paranoá requer inscrição no RGP na categoria Pescador Amador ou Esportivo, conforme norma específica. A pesca artesanal, por sua vez, é regulamentada com foco na proteção dos recursos naturais e na garantia da atividade pesqueira. A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) também está envolvida na gestão do Seguro Defeso, que beneficia pescadores artesanais durante o período de interdição da pesca. A Licença para Pesca Amadora ou Esportiva  é emitida digitalmente pela Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP/MPA) e tem validade de um ano em todo território nacional. Uma vez licenciada, a pessoa poderá pescar em qualquer região do país, salvo locais protegidos por norma federal, estadual ou municipal. Alguns estados podem exigir uma licença de pesca complementar. A categoria desembarcada possui uma taxa anual de R$ 20, e a embarcada custa R$ 60, com opções de pagamento por Pix, cartão de crédito e boleto.  

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Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental destaca participação da Caesb

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) teve participação de destaque no segundo dia do 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (Cbesa), aberto no domingo (25). O evento, o maior do setor de saneamento da América do Sul, reúne profissionais da área, representantes do poder público, academias, organizações não governamentais (ONGs), setor privado, indústria e instituições financeiras para debater o tema “Saneamento para quem não tem – inovar para universalizar”. Congresso reúne técnicos e gestores de todo o país em torno de temas focados na sustentabilidade dos recursos hídricos | Fotos: Cristiano Carvalho/Caesb Durante esta terça-feira (27), técnicos e gestores da companhia marcaram presença em diversos painéis temáticos que tiveram como foco inovação, sustentabilidade e eficiência nos serviços prestados à população do Distrito Federal. Um dos painéis mais aguardados foi o “Reúso de Água no Brasil”, que abordou a comercialização de água de efluente tratado e os novos horizontes abertos pelo novo Marco Legal do Saneamento. O superintendente de Produção de Água da Caesb, Diogo Gebrim, apresentou a experiência da companhia na distribuição e uso do reúso industrial, contribuindo com a discussão sobre soluções sustentáveis e economicamente viáveis para o país. Foi apresentado o sistema de produção de água do Lago Norte sob a ótica do reúso indireto dos efluentes das estações de tratamento de esgoto (ETEs) Brasília Sul e Brasília Norte, que lançam seus efluentes tratados no Lago Paranoá. A apresentação trouxe um breve histórico do lago desde sua concepção e construção até os dias atuais, passando pelo período de eutrofização seguido do processo de despoluição. Abastecimento Atualmente, o Lago Paranoá é mais um manancial de abastecimento, em substituição à captação no Rio São Bartolomeu. Foram abordadas as circunstâncias que levaram a essa escolha, incluindo as definições tomadas no período da crise hídrica de 2016 a 2018, e os desafios para a construção da ETA Lago Paranoá, assim como o desempenho da estrutura. Outro painel importante contou com a participação dos servidores da Caesb Cesar Rissoli e Maria Martinele, que discutiram o tema “Sistema condominial como garantia de conectividade e o desafio para a disseminação do modelo”. O debate destacou como esse sistema pode facilitar a adesão de moradores à rede de esgoto e garantir a conectividade em áreas de vulnerabilidade, além de apresentar propostas para ampliar o conhecimento técnico sobre o modelo. A gerente de Recursos Hídricos da Caesb, Eloneide Meneses Franca Arruda, integrou o painel sobre a Rede de Monitoramento dos Recursos Hídricos. A apresentação fez parte do eixo temático de meio ambiente e enfatizou a importância da rede para a gestão eficiente e sustentável da água no DF. Ela apresentou a estrutura da Caesb, que conta com 30 estações pluviométricas, 116 fluviométricas, 21 poços piezométricos e 201 pontos de monitoramento da qualidade da água. Os dados coletados orientam o planejamento, a operação dos sistemas e ações de preservação ambiental, contribuindo para a universalização dos serviços e a segurança hídrica da população. Redução de perdas No painel sobre avanços tecnológicos para a redução de perdas reais de água, no eixo de Eficiência Operacional, o gerente de Gestão de Perdas de Água, Diogo Fidélis, demonstrou como a Caesb tem integrado dados e sistemas para reduzir perdas reais de água. Falou sobre o uso de painéis e visualizações aplicados no controle de pressão, previsão de consumo, identificação de vazamentos e definição de prioridades de manutenção — ações que levaram à criação dos centros de controle da manutenção (Cecoms). A servidora Erika Radespiel esteve à frente do painel “Educação ambiental e inovação no saneamento: conectando gerações para a universalização”, com um debate sobre como a educação ambiental e as inovações no setor de saneamento podem ser aliadas estratégicas na busca pela universalização dos serviços. A Caesb compartilhou sua experiência com o Expresso Ambiental, projeto de educação ambiental itinerante que há sete anos percorre o DF promovendo sensibilização e conhecimento, e que em 2025 foi reconhecido como Sala Verde pelo Ministério do Meio Ambiente. Estande A servidora Rosy de Albuquerque foi uma das pessoas premiadas por acertar a maioria das questões de um quiz sobre a Caesb: “Adorei a brincadeira, achei muito divertida a ideia de o tempo ser limitado para responder às questões” Umas das atrações mais disputadas do Congresso foi a garrafa d’água térmica, com filtro para chá, distribuída pela Caesb. Para ganhar esse presente, os interessados precisavam mostrar seus conhecimentos em um quiz com dez perguntas sobre a companhia e saneamento. Quem acertou pelo menos oito questões ganhou o brinde. Foi o caso de Rosy de Albuquerque, que trabalhou durante o congresso no apoio da coordenação e acertou nove questões. “Adorei a brincadeira, achei muito divertida a ideia de o tempo ser limitado para responder às questões”, relatou. “Você fica nervosa, mas consegui”. Promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), o Cbesa  é realizado simultaneamente à edição deste ano da Feira Internacional de Tecnologias de Saneamento Ambiental ( Fitabes), que reúne mais de 120 empresas expositoras e tem a expectativa de atrair cerca de 15 mil visitantes ao Ulysses Centro de Convenções. *Com informações da Caesb      

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Hospital de Base atende cinco casos de afogamento no Lago Paranoá em apenas três dias

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), registrou, entre os dias 18 e 20 de abril, cinco atendimentos a vítimas de afogamento no Lago Paranoá. De janeiro a abril, já foram nove pacientes atendidos. Comparando com os números de 2024, quando o Centro de Trauma do Hospital de Base atendeu a 11 casos de afogamentos no ano todo, os números de 2025 impressionam. Os casos aconteceram em um curto intervalo de tempo e ligaram o alerta para os riscos associados à recreação em áreas aquáticas sem os devidos cuidados com a segurança. Na quinta-feira (18), quatro pessoas foram atendidas após um grave incidente na região da Península dos Ministros — uma delas chegou a ser reanimada após longo período submersa, mas morreu, enquanto as demais apresentaram apenas sintomas leves e receberam alta após avaliação. No domingo (20), outra vítima foi socorrida em estado crítico, após permanecer cerca de 10 minutos submersa, mas também não resistiu. Em ambos os casos em que foram a óbito, a equipe do Centro de Trauma do HBDF realizou todos os procedimentos possíveis para salvar as vidas envolvidas. Na quinta-feira (18), quatro pessoas foram atendidas após um grave incidente na região da Península dos Ministros | Foto: Divulgação/IgesDF “O afogamento ocorre quando menos se espera. É fundamental respeitar os limites do corpo e nunca entrar na água sozinho ou após consumir bebidas alcoólicas”, alerta Renato Lins, chefe do Centro de Trauma do Hospital de Base. Segundo ele, a prevenção é a melhor forma de evitar tragédias. “O uso de coletes salva-vidas certificados e a supervisão constante de crianças e adolescentes são atitudes simples, mas que salvam vidas. É preciso levar a água a sério.” No caso de crianças a atenção deve ser redobrada. “A grande maioria dos casos de afogamentos de crianças acontecem em domicílio, na piscina de casa. O ideal é nunca deixar as crianças sem supervisão de um adulto responsável. O menor descuido pode ser fatal”, lembra o médico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o acidente por afogamento é responsável por cerca de 250 mil mortes por ano na última década, sendo que aproximadamente 82 mil dessas vítimas são crianças entre 1 e 14 anos. Só em 2019, mais de 235 mil pessoas perderam a vida por afogamento em todo o mundo. De acordo com o Renato Lins, em caso de afogamento, é essencial acionar imediatamente os bombeiros pelo número 193 e evitar tentar resgates sem preparo técnico, pois isso pode colocar mais vidas em risco. “É essencial que a população observe a sinalização de perigo nas margens do Lago Paranoá e evite nadar em locais não supervisionados”, conclui. Outras orientações importantes para evitar afogamentos: – Nunca nade sozinho, especialmente em locais sem a presença de salva-vidas. – Respeite seus limites físicos, não superestime a sua capacidade de nadar e não se afaste da margem em águas naturais. – Crianças e adolescentes devem estar sempre sob a supervisão de um adulto. – Use coletes salva-vidas certificados em atividades aquáticas, mesmo que saiba nadar. – Sempre evite mergulhos de cabeça, principalmente se não conhecer a profundidade ou condições do local. – Fique atento às sinalizações de perigo. – Em caso de emergência, acione imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo número 193 ou o SAMU pelo 192. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Bacia de detenção do Drenar DF embeleza Parque Internacional da Paz

Grandiosa, obra resulta do maior programa de escoamento e captação do Distrito Federal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Quem passa pelo Setor de Embaixadas Norte se depara com um visual diferente. A bacia de detenção do Drenar DF, construída dentro do Parque Internacional da Paz, encheu pela primeira vez na madrugada de 13 de janeiro e, desde então, embeleza o novo espaço de lazer e desporto. A lâmina-d’água chegou a 80 centímetros, conforme informações da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), e reflete o céu brasiliense, conhecido por ser um dos mais bonitos do país. ‌ O volume pluvial chegou à bacia pelas galerias subterrâneas do Drenar DF, o maior programa de captação e escoamento do Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho, os primeiros registros de chuva costumam carregar quantidades maiores de dejetos que, graças à estrutura da bacia, não chegarão ao lago brasiliense. Descarte correto “O descarte precisa ser no lugar correto para que a coleta seja feita de forma adequada pelo SLU. Não ter essa consciência tem um custo ambiental muito grande” Lourenço Filho, diretor técnico da Terracap “É normal que as primeiras chuvas acabem carregando matéria sólida, folhas e galhos, mas é muito inconveniente vermos o sistema de drenagem carregando lixo, plástico e entulho”, pontua Lourenço Filho. “Nós pedimos que a população tenha essa consciência de que lugar de lixo é no lixo. O descarte precisa ser no lugar correto para que a coleta seja feita de forma adequada pelo SLU [Serviço de Limpeza Urbana]. Não ter essa consciência tem um custo ambiental muito grande.”  Durante vistorias, foram encontrados diversos tipos de lixo, desde embalagens plásticas a animais mortos. “No período seco, a ideia é que a bacia esteja seca para que seja possível a limpeza, que, inclusive, não poderá ser totalmente manual já que é uma área muito extensa”, orienta o diretor técnico da Terracap. “O portão e a rampa vão permitir que máquinas entrem na bacia para fazer essa limpeza de forma mais eficiente”. Embora seja possível visualizar os dejetos na superfície da bacia –  prova de que a estrutura é positiva para o meio-ambiente -, a lâmina-d’água pode render belas fotos aos brasilienses, mas atenção: o tanque não é próprio para banho. Foram instalados gradis de proteção de aço galvanizado com altura de 1.010 metros, conforme determinação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de placas informativas advertindo sobre o perigo de ultrapassar a barreira. Conservação Em construção ao redor do reservatório, o Parque Internacional da Paz está em um terreno de 37 mil m² | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília Manutenção, inspeção e limpeza da bacia e das galerias do Drenar DF ficarão a cargo  da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) – que, para facilitar a conservação do conjunto, está elaborando um manual,  sobre todos os serviços que devem ser executados periodicamente.  Ao redor do reservatório, está sendo construído o Parque Internacional da Paz, que contempla uma praça homônima, estacionamento, calçadas, paisagismo e outras atrações. O projeto urbanístico foi desenvolvido pela Terracap e pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), seguindo normas do Iphan.  O tanque ocupa um terreno de 37 mil m², área equivalente a quatro campos de futebol tradicionais. Além disso, tem capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas.  Capacidade de drenagem O Drenar DF foi dividido em cinco lotes e conta com investimento de R$ 180 milhões. O sistema duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, reduzindo enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. Próxima fase do programa vai contemplar, na Asa Norte, o trecho das quadras 4 e 5 às quadras 14   A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 da Asa Norte (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte.  Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende das quadras 4 e 5 às quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Novacap e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.

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Lago Paranoá comemora Dia Mundial da Água com aulão de natação e atividades educativas

Crianças e atletas marcaram presença na Prainha do Lago Norte, neste sábado (22), para comemorar o Dia Mundial da Água. A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) preparou uma série de atividades para os frequentadores do Lago Paranoá. O objetivo é sensibilizar a população sobre a necessidade de proteger os mananciais e incentivar práticas sustentáveis no uso da água. A grande atração do foi um aulão de natação oferecido à comunidade com o professor Tiago Sato, atleta especialista de nado em águas abertas. Cerca de 100 homens e mulheres se lançaram na água sob as instruções de Sato, que é ultramaratonista aquático e professor de Educação Física e se tornou um dos poucos brasileiros que já atravessou o Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França, a nado. O professor Tiago Sato comandou aula de natação para cerca de 100 pessoas nas águas do Lago Paranoá | Fotos: Cristiano Carvalho/Caesb Para Tiago Sato, a ação mostra a importância da água na vida de cada um. “Todos precisam entender que o desperdício de água não pode acontecer. O lago é de todos. Estamos aqui hoje para levar conscientização ambiental para os frequentadores do lago e ensinar que temos que respeitar o meio ambiente”, explica Tiago, que comanda o projeto Jacanoá (Jacaré do Lago Paranoá), desde 2008. A qualidade da água do Lago Paranoá é garantida pela Caesb e é preciso unir esforços para mantê-la preservada. “A Companhia realiza um trabalho de excelência no monitoramento da qualidade da água do Lago Paranoá”, confirma o presidente da Caesb, Luis Antonio Reis. “Neste dia precisamos reforçar que a água é um recurso finito e que não podemos desperdiçar. A Caesb garante à sociedade segurança hídrica e uma água de excelente qualidade”, afirma Reis. Rôney Nemer, Grazielle Borges e Luiz Antonio Reis reforçam que governo e população devem se unir para manter a qualidade da água do lago alta O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, compareceu ao evento e falou da importância da parceria entre todos os órgãos do GDF. “Água é vida. Precisamos dela para tudo. Temos o objetivo de desenvolver sempre nossas ações, com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. A Caesb realiza um excelente trabalho e podemos considerar que é uma das melhores empresas de saneamento do mundo”, comemora Rôney. A servidora pública Diana Dianovsky mora no Plano Piloto e fez a primeira aula em águas abertas. Há 14 anos em Brasília, Diana parabeniza a iniciativa. “Foi uma experiência única e agradeço à Caesb por isso. A água conecta as pessoas e nos mostra a importância de preservar os nossos recursos hídricos. Temos que cuidar da água, do nosso lago. Cada um tem que fazer a sua parte”, explica Diana. Além do aulão, a companhia ofereceu um espaço de educação ambiental para os presentes. A novidade foi o tour virtual, com óculos de realidade aumentada para apresentar as unidades operacionais da companhia que realizam o tratamento de água e de esgoto. Para o morador de Águas Claras, Heitor Batista, 7 anos, o dia foi bastante educativo. “Participei do jogo da trilha, que é um jogo educativo. Aprendi muitas coisas, como a não gastar muita água e a não jogar o lixo no esgoto”, relata Heitor. A manhã contou com atividades lúdicas e educativas Também estavam lá o Expresso Ambiental, ônibus que mostra o ciclo completo do saneamento em uma maquete de 6 metros; e a mascote Cristal, que brincou com a criançada. Brinquedos infláveis e a distribuição de brindes educativos também fizeram parte deste grande dia comemorativo. As crianças do projeto Cascudinho, escolinha de futebol da Vila Basevi, também participaram da comemoração do Dia da Água. Eles receberam instruções de segurança do lago, aula prática de natação e remo. O estudante Vinicius Lira, de 14 anos, mora na Vila Basevi e participou da ação junto com o projeto Cascudinho. “Viemos aqui para aproveitar o dia e aprender a nadar e andar de remo. Mas não podemos esquecer que temos que cuidar da água e não desperdiçar. Tomar banhos rápidos e fechar a torneira ao escovar o dente são ações que todos podem fazer”, alerta Vinicius. Morador do Itapoã, Francisco de Carlos, de 49 anos, é piscineiro e está no lago todos os finais de semana. Ele oferece gratuitamente aulas de natação e remo para as crianças que comparecem à Prainha. “Nós temos que cuidar do lago. A grande maioria das pessoas não sabe preservar. Temos que manter o lago limpo, jogar o lixo no lugar certo para garantirmos a qualidade da água”, afirma Francisco. A hidratação da comunidade foi fornecida por uma unidade móvel de água potável da Caesb. Mais comemorações no DF A Caesb marcou presença em diversos eventos no Dia Mundial da Água. A companhia disponibilizou gratuitamente 3 mil litros de água potável para atender cerca de 10 mil pessoas. A maioria dos atendimentos foi realizado em escolas públicas do DF, caminhadas e passeios ciclísticos, fortalecendo a importância desse recurso natural na vida de cada pessoa. As cidades de São Sebastião, Brazlândia, Taguatinga, Ceilândia, Recanto das Emas, Samambaia, Lago Norte e Sobradinho foram contempladas com água de qualidade da Caesb. *Com informações da Caesb

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Aulão gratuito de natação no Lago Paranoá celebra, no sábado (22), o Dia Mundial da Água

No próximo sábado (22), a Caesb promove um evento diferente para comemorar o Dia Mundial da Água. Um aulão de natação no Lago Paranoá será oferecido à comunidade pelo professor Tiago Sato, atleta especialista em nado em águas abertas. Além disso, a partir das 9h, na Prainha do Lago Norte, haverá um espaço de educação ambiental, assim como brinquedos infláveis para a criançada, com distribuição de brindes educativos. Arte: Divulgação/Caesb O Dia Mundial da Água será comemorado na Prainha do Lago Norte, no Lago Paranoá, conhecido por suas águas calmas e de qualidade garantida pela Caesb. O aulão de natação nesse local reforça o compromisso da companhia em manter um ambiente aquático limpo e equilibrado para esse tipo de atividade. Haverá um tour virtual com óculos de realidade aumentada para apresentar as unidades operacionais da companhia que realizam o tratamento de água e de esgoto. O Expresso Ambiental, ônibus que mostra o ciclo completo do saneamento em uma maquete de 6 metros, marcará presença no evento. A mascote Cristal também estará presente para interação com o público. A hidratação da comunidade será fornecida por uma unidade móvel de água potável da companhia. Lembre-se de levar sua garrafinha reciclável e marcar o perfil da Caesb. Aulão Tiago Sato, ultramaratonista aquático e professor de Educação Física, tornou-se um dos poucos brasileiros que já atravessou o Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França, a nado. A expectativa é que as 100 vagas para o aulão gratuito de natação sejam logo preenchidas, por isso é importante preencher o formulário neste link. Celebração Em 1993, as Nações Unidas iniciaram as celebrações ao Dia Mundial da Água, a ser comemorado anualmente em 22 de março, como uma forma de chamar atenção para a importância da água doce para a sobrevivência dos seres vivos e defender a gestão sustentável dos recursos hídricos. A celebração busca reforçar a adoção de medidas em apoio ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6): água e saneamento para todos até 2030. Serviço Dia Mundial da Água → Data: sábado (22), às 9h → Endereço: Prainha da Orla do Lago Norte – próximo à MI 5 do Lago Norte (SMLN – Lago Norte) → Inscrições para o aulão de natação neste link. *Com informações da Caesb  

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