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Reviva Parques

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Comitiva da Prefeitura do Recife visita o Parque Olhos d’Água

O Instituto Brasília Ambiental recebeu na manhã, desta sexta-feira (28), a visita de gestores da Prefeitura do Recife (PE). O encontro foi realizado no Parque Ecológico Olhos d’ Água (Asa Norte) e também contou com as presenças do presidente da autarquia, Rôney Nemer, da superintendente de Unidades de Conservação e Biodiversidade, Marcela Versiani, e de comissão técnica do órgão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, servidores da autarquia e gestores da Prefeitura do Recife: experiências compartilhadas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A comitiva do Recife percorreu a unidade de conservação (UC) com o objetivo de conhecer os projetos Reconexão Cerrado e Reviva Parques, que foram implantados no Olhos d’Água. “São projetos importantes que visam melhorias nos parques, além de dar educação ambiental à comunidade local”, disse Rôney Nemer. O projeto Reviva Parques amplia a gestão das unidades de conservação, abrindo para que a população participe da manutenção e conservação dos parques, por meio de parcerias entre instituições públicas, pessoas físicas, jurídicas e sociedade civil organizada (ONGs, intuições, associações, etc). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Já o Reconexão Cerrado, tem como objetivo principal a recuperação do bioma Cerrado por meio de compensação ambiental, além de educação pela participação e conscientização da população nas unidades de conservação. Entre as ações do projeto, estão bate-papos com a sociedade, identificação da flora da UC, atividades de Reiki, entre outros. Representaram a Prefeitura do Recife o secretário de Planejamento, Felipe Martins; a diretora de Manutenção Urbana, Gabriela Buarque; a secretária de Infraestrutura, Marília Dantas, e o diretor de Limpeza Urbana, Daniel Saboya. “Ficamos satisfeitos com a acolhida do Brasília Ambiental e com os projetos apresentados. Com certeza, levaremos essas experiências do instituto e esperamos, em breve, implementá-los na cidade”, afirmou Martins. *Com informações do Brasília Ambiental

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20 unidades de conservação já recuperadas pelo programa Reviva Parques

Em três anos de existência, o Reviva Parques já passou por 20 unidades de conservação no Distrito Federal. O programa é executado pela Secretaria de Governo, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e o Instituto Brasília Ambiental. Atualmente, as reformas estão em andamento no Parque Ecológico do Gama. Em 2023, mais nove unidades de conservação serão incluídas no Reviva Parques e haverá a revisitação das outras 20 atendidas anteriormente | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O pacote de serviços inclui pinturas em geral, podas de árvores, capina, fresagem, roçagem, reformas de telhados, parquinhos, quadras e banheiros, consertos nas ciclovias, entre outros. Em 2023, mais nove unidades serão incluídas na iniciativa e haverá a revisitação das outras 20 atendidas anteriormente. Todos os espaços são abertos à visitação do público. O programa foi instituído pelo Decreto nº 41.865, de 3 de março de 2021. No entanto, dois anos antes, uma força-tarefa, formada por secretarias e autarquias públicas, já executava demandas de manutenção nos espaços verdes. A oficialização permitiu parcerias com pessoas físicas, jurídicas e a sociedade civil organizada, além das parcerias entre órgãos distritais. O pacote de serviços inclui pinturas em geral, podas de árvores, capina, fresagem, roçagem, reformas de telhados, parquinhos, quadras e banheiros, consertos nas ciclovias, entre outros | Foto: João Gonzaga/Brasília Ambiental “A tônica deste governo é a cooperação. E, em relação ao Reviva Parques, o nosso grande maestro foi a Secretaria de Governo, que mobilizou as reuniões e os parceiros”, afirma a superintendente do Brasília Ambiental, Rejane Pieratti. Ela explica que os reparos são necessários devido à depreciação natural e à depredação causada pelos próprios usuários. “Tivemos casos de recuperar banheiros numa semana e, na outra, estarem destruídos. O chamado que fazemos é de que nos ajudem a cuidar, não destruam os espaços, porque o que estamos fazendo é para a sociedade”, completa Rejane. Com a quadra poliesportiva totalmente reformada, o estudante João Victor dos Santos, 20 anos, aproveita o espaço para praticar basquete pelo menos uma vez por semana | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Mais qualidade de vida No Gama, o trabalho começou em outubro e deve ser finalizado em breve. Até o momento, houve a fresagem da ciclovia, manutenção da quadra de areia, pintura e reforma da quadra poliesportiva e do parque infantil, reforma interna e externa da guarita e instalação de bebedouros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “O parque está sendo transformado para que a população possa fazer mais atividades físicas e aproveitar a natureza com qualidade, ganhando mais saúde e bem-estar”, afirma a administradora do Gama, Joseane Feitosa. As melhorias já têm sido percebidas pela população. A quadra poliesportiva, por exemplo, virou point da garotada em dias ensolarados. O estudante João Victor dos Santos, 20 anos, aproveita o espaço para praticar basquete pelo menos uma vez por semana. “Sempre gostei de jogar, mas aí começaram a surgir uns buracos e pegaram os aros, então tive que parar. Agora ficou ótima, novinha em folha”, conta o morador do Gama. Confira as 20 unidades de conservação atendidas pelo Reviva Parques – 2019 a 2022: – Parque Ecológico de Águas Claras – Parque Ecológico do Cortado – Parque Ecológico Saburo Onoyama – Parque Ecológico Ezechias Heringer – Parque Denner – Parque Ecológico Olhos d’Água – Parque Ecológico das Garças – Parque Distrital das Copaíbas – Parque Ecológico do Areal – Parque Ecológico do Tororó – Monumento Natural Dom Bosco – Parque Ecológico dos Jequitibás – Parque Ecológico Sucupira – Parque Ecológico Três Meninas – Parque Ecológico do Paranoá – Parque Ecológico Veredinha – Parque Ecológico Lago Norte – Parque Ecológico do Riacho Fundo – Parque Ecológico Asa Sul – Parque Ecológico do Gama – em andamento

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28 unidades de conservação estão abertas para visitação

Praticar uma atividade física tendo a natureza como companhia é um dos privilégios que o brasiliense encontra atualmente em 28 dos parques ecológicos abertos para visitação, que integram as 82 unidades de conservação existentes do Distrito Federal. Ainda este mês, o número subirá para 29, com a inauguração do Parque Ecológico Burle Marx, no Noroeste. Parque Olhos d’Água, na Asa Norte, tem uma média estimada de 900 a 1.000 visitantes por dia | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília Cada uma dessas unidades conta com, pelo menos, 30% de área de preservação e o restante de espaço público para caminhadas, corridas, atividades de lazer e outros esportes. Nos locais, os frequentadores convivem com espécies típicas do cerrado e animais silvestres em áreas restritas que precisam ser conservadas, preservadas e até recuperadas. “É muito importante que a população faça a distinção de um parque urbano de uma unidade de conservação. No parque ecológico, nós temos uma parte de conservação, que está ali para cumprir uma função ambiental, de fauna e flora, que vai dar saúde para a população”, explica a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental, Rejane Pieratti. Entre os parques, 16 têm estrutura com sede, vigilantes e agentes de parque – os chamados administradores. Dos 13 parques ainda sem agentes lotados, três possuem guaritas e os demais as terão em breve. As melhorias serão feitas por compensação ambiental pública e privada, cabendo ao Brasília Ambiental os trabalhos de reparo e recuperação. Desde o início desta gestão do GDF, 19 unidades foram reformadas pelo projeto Reviva Parques, ação da Secretaria de Governo em parceria com o Brasília Ambiental e a Secretaria de Meio Ambiente (Sema). Os trabalhos estão sendo finalizados no Parque Ecológico Asa Sul, e o próximo a receber a ação é o Parque Ecológico do Gama. Funcionamento Segundo Rejane Pieratti, desde o início da pandemia a visitação praticamente dobrou nas unidades de conservação Com entrada franca, as unidades costumam funcionar de 6h até as 21h, a depender do parque. Desde o início da pandemia, o número de frequentadores aumentou. “A nossa visitação quase que dobrou [no período]. As pessoas passaram a ter essa necessidade de contato ao ar livre”, completa Rejane. Fechados apenas nas primeiras semanas da crise sanitária, os espaços foram alternativas para a população se exercitar e aproveitar momentos ao ar livre durante o período de medidas restritivas. Segundo o agente do Parque Olhos d’Água, Edeon Vaz, a unidade de conservação, de 21 hectares, tem um uso intenso pela comunidade do Plano Piloto, principalmente os moradores do final da Asa Norte. Ele estima uma média de 900 a 1.000 visitantes por dia. “Estamos sempre preocupados em oferecer aos visitantes as melhores condições. Esse é um atrativo para os frequentadores continuarem vindo aqui. Também temos uma comunidade muito consciente, que entende e conserva o espaço público”, afirma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Após mais de dois anos sem frequentar a unidade, o casal Helena Bustamante e Leonardo Farias, ambos de 25 anos, teve uma segunda-feira diferente no Olhos d’Água. Passeando pela manhã, eles aproveitaram a área verde ao som de uma banda de chorinho. “A gente se sentou no meio da mata e ficou aproveitando a música”, conta Leonardo. O aposentado Carlos Antunes, 63 anos, costuma caminhar e depois se exercitar no ponto de encontro comunitário (PEC) localizado na entrada do parque. Ele vem do Noroeste só para desfrutar da natureza do local. “Só o fato de não ter poluição, de poder respirar um ar puro, é ótimo. O parque é bom. No final de semana tem muita atividade”, afirma. Confira abaixo, ou no site Eu amo Cerrado, as unidades de conservação abertas para visitação. ? Parque Recreativo do Gama (Prainha) ? Parque Ecológico do Gama ? Parque Ecológico do Paranoá ? Parque Ecológico dos Jequitibás (Sobradinho) ? Parque Ecológico do Sucupira (Planaltina) ? Parque Ecológico Ezechias Heringer (Guará II) ? Parque Ecológico do Lago Norte ? Parque Ecológico da Asa Sul ? Parque Ecológico Olhos d’Água (Asa Norte) ? Parque Ecológico Veredinha (Brazlândia) ? Parque Ecológico do Cortado (Taguatinga) ?Parque Ecológico Águas Claras ? Parque Ecológico Areal ? Parque Ecológico Saburo Onoyama (Taguatinga) ?Parque Ecológico Três Meninas (Samambaia) ? Parque Ecológico do Riacho Fundo ?Parque Ecológico do Tororó (Jardim Botânico) ?Parque Ecológico Península Sul (Lago Sul) ?Parque Ecológico das Garças (Lago Norte) ?Parque Distrital de São Sebastião ? Parque Ecológico Santa Maria ? Parque Distrital dos Pequizeiros (Planaltina) ?Parque Ecológico Anfiteatro Natural (Lago Sul) ?Arie do Bosque (Lago Sul) ?Parque Distrital das Copaíbas (Lago Sul) ? Parque Ecológico do Varjão ?Parque Distrital Salto do Tororó (Santa Maria) ? Parque Ecológico das Sucupiras (Sudoeste) ? Parque Ecológico Burle Marx (Noroeste): a ser inaugurado em breve. *Com informações do Brasília Ambiental

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Reviva Parques chega à 19ª unidade de conservação em três anos

O Reviva Parque, programa de recuperação das unidades de conservação de Brasília, chega em abril ao Parque Ecológico da Asa Sul. Com isso, a ação orquestrada pela Secretaria de Governo, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e o Brasília Ambiental (Ibram), completa 19 unidades reformadas. A intenção é cumprir, até o final de 2022, a meta de 20 parques. O Parque Olhos d’Água é uma das unidades mantidas pelo Reviva Parque, programa instituído em março de 2021 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O Distrito Federal tem, sob a gerência do Ibram, 82 unidades de conservação. Destas, 28 estão abertas à visitação do público para caminhadas, corridas, atividades de lazer e outros esportes. O 20º parque a ser recuperado até o final do ano é o do Gama. O Reviva Parques foi instituído pelo Decreto nº 41.865, em 3 de março de 2021. Dois anos antes, porém, começou com ações de forças-tarefas onde secretarias e autarquias públicas se uniam para atender demandas de obras de manutenção nas unidades de conservação. “Dá pra ver que os banheiros estão conservados, os aparelhos e parques pintados”, elogia o servidor público Fábio Moreira, frequentador do Parque Olhos d’Água Pinturas, podas de árvores, reformas de telhados, recuperação de pistas, parquinhos e quadras estão entre as ações. Obras estruturantes não estão incluídas no programa e são feitas com recursos de compensação ambiental recebidos pelo governo. Com a oficialização pelo governador Ibaneis Rocha, o programa passou também a estimular as parcerias com pessoas físicas, jurídicas e a sociedade civil organizada para a recuperação e manutenção dos espaços de visitação. Por causa disso, todas as reformas e melhorias recebidas não demandam recursos financeiros extras do caixa do governo. “Essa cooperação dos órgãos do governo é o diferencial que faz com que tudo aconteça”, declara  a superintendente do Brasília Ambiental Rejane Pieratti. De acordo com ela, em 2023 o programa deve continuar nas oito unidades que faltam, revisitando, em seguida, as outras 20 atendidas anteriormente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Quem frequenta as unidades de conservação reformadas pelo Reviva Parques têm percebido as melhorias. Morador da 912 Norte, o servidor público federal Fábio Moreira, 59 anos, diz que vai se exercitar no Parque Olhos d’Água – um dos mantidos pelo programa – habitualmente. Para ele, as benfeitorias são perceptíveis. “O projeto paisagístico da entrada é bonito, mas não é só isso. Dá pra ver que os banheiros estão conservados, os aparelhos e parques pintados. O projeto de reflorestamento, principalmente, com novas mudas e plantios, é algo bem interessante”, observa. Confira as 20 unidades de conservação atendidas pelo Reviva Parques 2019 a 2022: – Parque Ecológico de Águas Claras – Parque Ecológico do Cortado – Parque Ecológico Saburo Onoyama – Parque Ecológico Ezechias Heringer – Parque Denner – Parque Ecológico Olhos d’Água – Parque Ecológico das Garças – Parque Distrital das Copaíbas – Parque Ecológico do Areal – Parque Ecológico do Tororó – Monumento Natural Dom Bosco – Parque Ecológico dos Jequitibás – Parque Ecológico Sucupira – Parque Ecológico Três Meninas – Parque Ecológico do Paranoá – Parque Ecológico Veredinha – Parque Ecológico Lago Norte – Parque Ecológico do Riacho Fundo – Parque Ecológico Asa Sul – em andamento – Parque Ecológico do Gama – começa após o término no da Asa Sul

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Programa Reviva Parques dá início a melhorias no Parque da Asa Sul

O Parque Ecológico da Asa Sul, localizado entre as vias L4 e L2, na área que abrange as quadras 613 e 614 Sul, no Plano Piloto, vai passar a contar oficialmente, a partir desta segunda-feira (21), com ações do Programa Reviva Parques. As intervenções serão coordenadas pelo Instituto Brasília Ambiental e pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema)  com o apoio de vários órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). O Parque Ecológico da Asa Sul conta com área de 21,73 hectares e recebe centenas de visitantes por semana, abrindo diariamente das 6h às 20h | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Estão previstas 25 ações de melhorias e intervenções na Unidade de Conservação (UC). Entre elas: sinalização da coopervia, manutenção do cercamento e do reservatório, revisão da rede elétrica, implantação de acesso ao pedestre, reestruturação de acesso de veículos, conservação dos plantios, podas de árvores com risco de queda, remoção de árvores caídas e reformas do circuito inteligente e dos pontos de encontro comunitário (PECs). [Olho texto=”A princípio, além do Brasília Ambiental, vão participar da força-tarefa a CEB, Caesb, Novacap, DER-DF e Administração Regional do Plano Piloto” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Serão realizados, ainda, a finalização da implantação e o cercamento do parquinho infantil, revitalização da quadra de esportes, estruturação do estacionamento, remoção de detritos, instalação de bancos de concretos e madeiras, reforma de lixeiras, registro de água, manutenções do depósito de materiais, da Ecoteca e do banheiro, conserto de canos de esgoto, limpeza total do parque, instalação de novos bancos e reforma dos pergolados. A princípio, além do Brasília Ambiental, vão participar da força-tarefa a CEB, Caesb, Novacap, DER-DF e Administração Regional do Plano Piloto. “Porém, outros órgãos podem passar a fazer parte da ação, à medida que apareçam novas necessidades”, explica a diretora de parques, Marcela Versiani. Estímulo O Programa Reviva Parques foi instituído pelo Decreto nº 41.865 e atua por forças-tarefas. Tem como objetivo estimular a realização de parcerias entre instituições públicas do DF, pessoas físicas, jurídicas e a sociedade civil organizada para a recuperação e manutenção das UCs sob gestão do Brasília Ambiental e Sema. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Parque Ecológico da Asa Sul foi criado pelo Decreto nº 24.036/2003. Conta com área de 21,73 hectares, quadras poliesportivas, parquinho infantil, pergolados para sombreamento natural, pista de caminhada, aparelhos de circuito inteligente de ginástica, PECs, playground e o Bosque Rio+20, no qual já foram plantadas mais de 30 mil mudas do cerrado. Recebe centenas de visitantes por semana e está aberto diariamente das 6h às 20h. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Parque Ecológico Riacho Fundo recebe ações do Reviva Parques

O Parque Ecológico Riacho Fundo, administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, está recebendo ações do Programa Reviva Parques neste mês de janeiro. Estão sendo realizadas pintura e substituição do telhado do parquinho infantil, além de poda de árvores e retirada de espécies exóticas daquela unidade. O Parque Ecológico Riacho Fundo abrange uma área de 480 hectares e recebe uma média mensal de 6.400 visitantes| Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O programa Reviva Parques, instituído pelo Decreto nº 41.865, atua por forças-tarefas. Tem o objetivo de estimular a realização de parcerias entre instituições públicas do Distrito Federal, pessoas físicas, jurídicas e sociedade civil organizada para a recuperação e manutenção das unidades de conservação (UCs) sob gestão do Brasília Ambiental. As intervenções de melhorias no Riacho Fundo estão sendo executadas por parceiros da Terracap que, como outros órgãos do GDF, atua em conjunto com o Instituto Brasília Ambiental na manutenção dos parques. O Parque Ecológico Riacho Fundo foi criado pelo Decreto nº 1.705/97 com o objetivo de garantir a diversidade biológica da fauna e flora locais, preservando o patrimônio genético e a qualidade de recursos hídricos disponíveis. A unidade abrange uma área de 480 hectares e recebe uma média mensal de 6.400 visitantes, possuindo estrutura de educação ambiental com sala de aula, galpão coberto e trilha ecológica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Parte do ribeirão Riacho fundo, inclusive suas nascentes, situa-se no interior do parque, que engloba uma área de grande extensão de mata, vegetação nativa do cerrado. Está aberto à comunidade das 8h às 12h e das 13h às 17h, com entrada franca. *Com informações do Brasília Ambiental

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Brasília Ambiental regulamenta programa ‘Reviva Parques’

O Reviva Parques vai permitir que unidades como o Parque das Copaíbas tenham melhor infraestrutura e ofereçam condições de lazer e de contato com a natureza | Fotos: Instituto Brasília Ambiental O Instituto Brasília Ambiental regulamentou, por meio da Instrução Normativa nº 29, publicada nesta segunda-feira (28) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o programa Reviva Parques. Instituído pelo Decreto nº 41.865, o projeto tem como objetivo estimular a realização de parcerias entre instituições públicas do DF, pessoas físicas, jurídicas e sociedade civil organizada, para a revitalização e manutenção das unidades de conservação (UCs) sob a administração do instituto. O presidente do órgão ambiental, Cláudio Trinchão, explica que o Reviva Parques avança nas ações de forças-tarefas que até então vinham sendo destinadas às UCs. Segundo ele, as ações anteriores que culminaram no programa contemplavam somente o envolvimento de órgãos do governo e com dificuldade em trazer a sociedade civil – seja ONG, pessoa física ou jurídica – para ser parceira. [Olho texto=”“O brasiliense não tem praia, a maioria não é sócia de clube, então é nas unidades de conservação, nos parques que têm infraestrutura, que eles têm opções de lazer, de fazerem caminhadas, de terem contato com a natureza. É uma prestação de serviço do governo para dar melhor condição de vida para a população”” assinatura=”Sarney Filho, secretário de Meio Ambiente” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Começamos a ser demandados por quem queria dar algum tipo de suporte aos parques, mas não tínhamos um instrumento legal que permitisse isso. O Reviva é hoje este instrumento. Ele abre a perspectiva e a possibilidade de trazer a sociedade civil para dentro desse processo de manutenção e suporte das nossas unidades”, afirma Trinchão. Para ONGs, empresas privadas e pessoas físicas aderirem ao programa são necessárias as assinaturas de um Termo de Cooperação Técnica com o Brasília Ambiental. Não há repasse de recursos financeiros entre ambos. O participante do programa, em contrapartida a serviços prestados que contribuam para a implementação ou manutenção de uma UC, obterá direito de exibir anúncio publicitário temporário ou realizar evento na unidade, ou ainda possuir um estande de divulgação. Modelo mundialmente adotado que seguirá, obrigatoriamente, a legislação ambiental e o plano de manejo da unidade. Gestão O secretário de Meio Ambiente, Sarney Filho, lembra que a implementação do Reviva Parques está inserida na série de ações que revelam a atenção especial que a gestão do governador Ibaneis Rocha está dando para o conforto do cidadão. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O brasiliense não tem praia, a maioria não é sócia de clube, então é nas unidades de conservação, nos parque que têm infraestrutura, que eles têm opções de lazer, de fazerem caminhadas, de terem contato com a natureza. É uma prestação de serviço do governo para dar melhor condição de vida para a população”, enfatiza Sarney Filho. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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‘Reviva Parques veio para melhorar as áreas de lazer no DF’

O presidente do Brasília Ambiental, Claudio Trinchão, e o secretário do Meio Ambiente, Sarney Filho | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Se o brasiliense não tem mar, ele vai de Lago Paranoá. E também de parques. A máxima, referente às opções de lazer que suprem a ausência do litoral no interior do Brasil, ganha força com o trabalho realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) na preservação e manutenção das áreas de conservação ambiental de Brasília e suas regiões administrativas. A principal delas é o Reviva Parques, um programa que reúne esforços de mais de 15 secretarias e órgãos públicos para conservar as áreas ambientais mais frequentadas para a prática de esportes, lazer e contato com a natureza em meio à urbanidade. Coordenada pelas secretarias de Governo (Segov), do Meio Ambiente (Sema) e pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram), a ação conta agora com o reforço das parcerias privadas e tem a meta de atender 20 parques até o final de 2022. Dos mais frequentados, 16 já receberam melhorias ao longo dos dois anos e sete meses da atual gestão. O programa de governo – que vai muito além de uma simples ação pontual de zeladoria – passou a contar com a participação da sociedade civil, que entra como colaboradora em troca de publicidade, por exemplo. Tudo sem custos para os cofres públicos e muito menos danos ambientais às áreas beneficiadas. Para entender melhor como o Reviva Parques vem revolucionando as áreas de conservação do DF, a Agência Brasília convidou o secretário do Meio Ambiente, Sarney Filho, e o presidente do Brasília Ambiental, Cláudio Trinchão, para um bate-papo. O local escolhido foi o Parque Ecológico Olhos d’Água, na Asa Norte, um dos 16 que receberam benfeitorias e investimentos do programa. Eles contam ainda como o governo inovou ao modernizar o processo de concessão de licenças ambientais, algumas paradas por anos à espera de liberação. De janeiro de 2019 a julho de 2021, foram 1.210. Trinchão e Sarney falaram ainda sobre as parcerias com empresários que refletem em melhorias nesses espaços, as compensações ambientais investidas nos grandes parques feitas em áreas de construção de grandes empreendimentos, como o Noroeste, e o conjunto de medidas adotadas que conseguiram reduzir em 50% as queimadas no DF. “E como se faz isso? Com prevenção. Fazendo aceiros, contratando 150 brigadistas, utilizando o sistema de monitoramento com comunicação com o Corpo de Bombeiros, promovendo ações de educação ambiental, além da queimada prescrita”, explicou o secretário do Meio Ambiente. Confira, abaixo, os principais trechos dessa conversa. Como surgiu a ideia do Reviva Parques? Cláudio Trinchão – Existem alguns programas de governo, de zeladoria, digamos assim, para as unidades de conservação, que são os parques. No que consistia essa antiga força-tarefa que foi transformada no Reviva Parques? É uma conjunção de esforços de diversos órgãos de governo e uma coordenação muito bem-feita pela Segov, Sema e Brasília Ambiental em que o DER, SLU, Novacap, Terracap… enfim, entram para fazer uma manutenção geral dos parques. Quantos parques já foram atendidos nestes dois anos e meio de ações? Trinchão – Foram feitos 16 até o momento, e estamos indo para o décimo sétimo com um sucesso efetivo e inquestionável pela qualidade das intervenções. Até então, esse era um programa de governo com pouca visibilidade, visto como intervenções pontuais, mas que de fato requerem um esforço enorme de mais de 15 órgãos; na verdade, é um grande esforço. Paralelamente a isso, nós identificamos que historicamente não existia uma ferramenta, um instrumento que possibilitasse que uma sociedade civil pudesse também entrar nesse processo de manutenção e suporte aos parques. Quando se sentiu a necessidade dessa participação? Sarney Filho – Tão logo assumimos o governo, no início de 2019, ficou claro pra mim, para a Secretaria do Meio Ambiente, que, como Brasília não tem um ponto de lazer com praia, por exemplo, os parques tinham uma importância muito grande para a população. Então, desde o primeiro momento do governo Ibaneis, o cuidado com esses espaços, a vontade de melhorar e dar mais conforto aos usuários  foi crescendo. Aí houve essas diversas fases que o Trinchão já explicou e que culminaram agora nessa última, que é o Reviva Parques, inclusive com a participação da sociedade civil, da iniciativa privada, que é um elemento novo. Mas desde o começo, com o SOS Parques, a gente começou a melhorar os parques de uso, com infraestrutura para os frequentadores. Como não havia recursos específicos para isso, era preciso um esforço conjunto de órgãos. E iríamos escolher como? Aqueles de maior uso. Já fizemos 16 e agora estamos partindo para o 17º, que é o Parque Ecológico do Lago Norte. Que tipos de intervenções são feitas nesses parques? Trinchão – Inicialmente é feito um diagnóstico pela própria equipe técnica que trabalha em cada uma das unidades de conservação, não só de manutenção ambiental, mas também na parte de zeladoria, de limpeza e manutenção estrutural. Então, é diagnosticado se falta fazer poda, se falta fazer pintura, recomposição de piso, de pistas, cercas… Aí é gerado um relatório e apresentado. Sarney Filho – É importante dizer o seguinte: cada parque tem suas singularidades, tem seu plano de manejo, então você não pode fazer aleatoriamente. E cada parque também tem seus usos pela população, há os que têm mais trilhas, outros são mais contemplativos… Então, dentro do uso público de cada parque, a gente deu mais conforto ao usuário. Qual a meta até o final do ano que vem? Trinchão – Nesse primeiro pacote serão 20 unidades de conservação, 20 parques. Até o final desta gestão, nós vamos concluir as que estão dentro do cronograma. É muito importante ressaltar que esse modelo funciona porque existe uma determinação do governador Ibaneis Rocha para que haja uma integração plena dos órgãos, que realmente se envolvem, cedem suas equipes, materiais, equipamentos que as coisas aconteçam. [Olho texto=”“O foco nas compensações em relação ao Reviva Parques é na compra de materiais dentro daquilo que se pode fazer dentro daquele espaço”” assinatura=”Claudio Trinchão, presidente do Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”direita”] Há recursos próprios do programa? Trinchão – Não. Cada órgão entra com sua estrutura, com seus equipamentos, seu pessoal e material. Sarney Filho – Alguns parques têm os recursos de compensação ambiental. Eles fazem parte desses conjuntos de ações do governo. Que tipo de compensações? Sarney Filho – São compensações recebidas, por exemplo, como uma espécie de indenização à natureza com o retorno ao meio ambiente pela utilização de determinados recursos naturais. O Parque Burle Marx, no Noroeste, por exemplo, recebeu recursos de compensação da Terracap pelo empreendimento de criação do bairro bem ao lado da unidade de conservação. Trinchão – Uma parcela desses valores é responsável pela compra de insumos. Elas decorrem de intervenções feitas, principalmente pelas construtoras. Esses recursos são destinados à estruturação da unidade de conservação. O foco nas compensações em relação ao Reviva Parques é na compra de materiais dentro daquilo que se pode fazer dentro daquele espaço, seja recomposição de mata, seja de flora. Mas eles não podem ser usados para despesas correntes, como de manutenção. E a participação da sociedade civil e de empresários no Reviva Parques, como se dá? Trinchão – Até então, essas ações anteriores que culminaram no Reviva Parques contemplavam somente o envolvimento dos órgãos de governo e nós tínhamos uma dificuldade muito grande de trazer a sociedade civil – seja ONG, pessoa física, jurídica – para que eles também fossem parceiros. Mas começamos a nos deparar com algumas dificuldades, porque começamos a ser demandados por quem queria dar algum tipo de suporte, mas nós não tínhamos um instrumento legal que possibilitasse isso. O Reviva veio para consolidar o que já estava ocorrendo, como os aperfeiçoamentos, e abrindo uma perspectiva e possibilidade de trazer a sociedade civil para também entrar nesse processo de manutenção, de suporte. Qual a vantagem para quem investe? Trinchão – Ele poderá fazer um anúncio temporário, um evento… Lógico que tudo isso tem que ser avaliado. Por exemplo, uma determinada empresa quer fazer o lançamento de um empreendimento imobiliário. O negócio é ao lado do parque, e ela quer valorizá-lo por isso. Esse empresário pode colocar um estande provisório. Em contrapartida, ele poderá fazer a reforma de um banheiro, da pista… Isso abre uma perspectiva muito positiva, porque aí nós temos uma nova fonte de financiamento, digamos assim, para manutenção de uma unidade de conservação. Isso é um modelo mundialmente adotado. Isso tudo seguindo uma legislação ambiental, o plano de manejo. Nada pode ser fora do que está prescrito Sarney Filho– É importante dizer o seguinte: a gestão do governador Ibaneis tem dado uma atenção especial para o conforto do cidadão, seja fazendo um viaduto, seja melhorando uma rodovia, seja construindo uma escola, um terminal rodoviário… E também, tão importantes quanto essas ações são as melhorias das unidades de conservação nos parques de uso da população. O brasiliense não tem praia, a maioria não é sócio de clube. Então, onde ele poderá promover seu lazer? Onde as senhoras vão poder fazer uma caminhada, ter seu contato com a natureza perto de casa? Nas unidades de conservação dos parques de uso, que têm infraestrutura para os frequentadores. É uma prestação de serviço do governo para dar melhor condição de vida para a população. [Olho texto=”“Nós diminuímos em 50% as queimadas em unidades de conservação, e na área total queimada, se nós tirarmos o fogo prescrito, conseguimos diminuir também”” assinatura=”Sarney Filho, secretário do Meio Ambiente” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O que a Secretaria do Meio Ambiente tem feito pela preservação ambiental no Distrito Federal? Sarney Filho – Vamos falar do Lago Paranoá. Nós temos feito a recuperação de áreas degradadas do Lago Paranoá. O Lago Sul já está completamente restaurado, e no Lago Norte foi feito o levantamento. Tão logo comece o período chuvoso, vai começar a restauração também. Até o fim do governo Ibaneis, todas as áreas degradadas, como as principais do lago, serão recuperadas. Brasília teve uma crise hídrica há pouco tempo. A atualização dos dados sobre mudanças climáticas nos indica que nós vamos ter mais estresse climático ainda durante os próximos anos. Manter e recuperar nascentes é importantíssimo. Para isso, nós estamos fazendo um sistema novo, em todo o Brasil, talvez até no mundo, que é um sistema agroflorestal mecanizado. Estamos promovendo seminários e aulas nas áreas rurais para que os produtores, principalmente os pequenos e assentados, possam usar o sistema agroflorestal para recuperar nascentes e fazer uma produção sustentável e à altura dessa questão climática. Estamos também fazendo uma coisa muito importante, que é o Sistema Distrital de Informações Ambientais [Sisdia], um sistema de informações georreferenciadas e ambientais onde todos os dados são sistematizados. E há uma coisa muito importante, que é o fim da demora para liberação de licenciamento ambiental. Trinchão – E mais um ponto importante é a relevância dada no combate aos incêndios. Sarney Filho – Também é único. Em 2020, em todos os biomas brasileiros, principalmente na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal, houve um aumento substancial de queimadas. Nós diminuímos em 50% as queimadas em unidades de conservação, e na área total queimada, se nós tirarmos o fogo prescrito, conseguimos diminuir também. Como se conseguiu isso? Sarney Filho – Com prevenção. Fazendo aceiros, contratando 150 brigadistas, utilizando o sistema de monitoramento com comunicação com o Corpo de Bombeiros, promovendo ações de educação ambiental, além da queimada prescrita – que é a antecipação da queimada de folhas secas no período chuvoso, evitando que ela sirva de combustível na época da seca.

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