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Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Centro de treinamento de tiros supera 900 atendimentos em três meses

Em apenas três meses de funcionamento, o Centro Integrado de Treinamento em Armamento e Tiro (Citat) se consolidou como um dos principais equipamentos de capacitação operacional da segurança pública do Distrito Federal. Inaugurado em fevereiro deste ano pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), o espaço registrou 919 atendimentos institucionais, 41 reservas e recebeu profissionais de 12 instituições dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário locais e federais, além de forças policiais e órgãos ambientais. Os números refletem a importância estratégica do centro para a qualificação permanente dos profissionais que atuam na proteção da população. Entre março e maio, passaram pelo local integrantes da Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF), Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), Polícia Federal, Polícia Legislativa do Senado Federal, Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), entre outros.   Durante o período, foram realizados treinamentos voltados ao aperfeiçoamento técnico e operacional dos agentes, incluindo fundamentos de tiro, progressão com pistola, sobrevivência policial, treinamento de precisão, habilitação e renovação de porte de arma, curso de pilotagem de motocicleta operacional, policiamento ambiental, fundamentos de espingarda calibre 12, além de atividades em ambientes de combate aproximado e em pista off-road.   O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Patury, destaca que os resultados alcançados demonstram a relevância do investimento contínuo na capacitação dos profissionais e na integração das instituições que compõem o sistema de segurança pública. “A qualificação permanente dos nossos profissionais é um dos pilares para a manutenção dos excelentes resultados alcançados pelo Distrito Federal na área da segurança pública. O Citat nasceu com essa missão: oferecer estrutura adequada, promover a integração entre as instituições e garantir que nossos agentes estejam cada vez mais preparados para atuar na proteção da sociedade. Os números registrados nesses primeiros meses confirmam que estamos no caminho certo”, afirma. Inaugurado em fevereiro deste ano pela SSP, o espaço registrou 919 atendimentos institucionais | Foto: Divulgação/SSP-DF Outro aspecto relevante é o alcance regional e nacional da estrutura. Além das forças de segurança do Distrito Federal, o centro já recebeu equipes de instituições federais e de outros estados, ampliando o intercâmbio de conhecimentos e fortalecendo a integração entre os órgãos que compõem o Sistema Único de Segurança Pública (Susp).   “A análise operacional do primeiro trimestre aponta que o Citat realizou, em média, mais de 306 atendimentos por mês e aproximadamente 14 reservas mensais, consolidando-se como espaço de referência para treinamentos especializados e ações integradas. O levantamento também destaca a diversidade institucional. O Citat provou sua importância e mostrou que a segurança pública precisava de um local para treinamentos operacionais e integrados”, ressalta o chefe do Citat, Flávio Castiglioni. Atualmente, o Citat conta com uma linha de tiro de 150 metros para disparos de precisão, uma linha de tiro 360 graus, quatro linhas de tiro de 50 metros, pista off-road para motocicletas, pista de corrida rústica com aproximadamente 780 metros, área para briefing e debriefing e espaço administrativo. Para o agente ambiental federal, Pedro Emerik, do Ibama, o centro tem se tornado um importante aliado na qualificação dos servidores que atuam na proteção ambiental em todo o país. “O Citat é um importante parceiro do Ibama e tem contribuído de forma contínua para a formação e a capacitação dos agentes ambientais federais. Essa parceria fortalece as ações de proteção ambiental e contribui para a preservação da Amazônia e dos recursos naturais brasileiros. Com o apoio do Citat, mais de 100 agentes já foram capacitados, e a expectativa é manter e ampliar essa cooperação nos próximos anos.” A estrutura e a facilidade de acesso ao espaço também são apontadas como diferenciais pelos usuários. O policial legislativo do Senado Federal, Gabriel Lima Silva, destaca que o centro permite a realização de treinamentos mais próximos da realidade operacional. “O que mais me chamou a atenção foi a ótima localização e a desburocratização do acesso para os profissionais das forças de segurança. Além disso, a estrutura do Citat oferece uma variedade de pistas e ambientes para os mais diversos tipos de treinamentos e simulações, permitindo que as instruções se aproximem ao máximo da realidade.” A avaliação é compartilhada pelo policial militar, Werbet Lima Silva, que ressalta a relevância do equipamento para o aperfeiçoamento profissional das forças de segurança. “Sou policial há muitos anos e ainda não havia visto uma iniciativa tão relevante para os profissionais de segurança pública que buscam aprimoramento técnico em treinamentos dessa natureza. O Citat reúne excelente estrutura, elevado nível de instrução e um forte incentivo ao desenvolvimento profissional, de forma acessível e eficiente para os policiais.” Construção coletiva O Citat é resultado de uma construção conjunta que reúne planejamento estratégico, integração institucional e compromisso com a valorização dos profissionais da segurança pública. As obras tiveram início em 3 de junho de 2025 e a primeira fase foi inaugurada em 26 de fevereiro de 2026, dentro do programa DF Mais Seguro – Segurança Integral. Desde sua concepção, o projeto contou com a participação de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal, entre eles Seagri, Brasília Ambiental, Terracap, Novacap, DER-DF, SLU, Sedet, Polícia Penal do DF e Funap, além de outras instituições parceiras. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Uso de tecnologia será prioridade para novo secretário de Segurança Pública

O Governo do Distrito Federal (GDF) oficializou a nomeação de Alexandre Rabelo Patury para o cargo de secretário de Segurança Pública. A publicação ocorreu no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (1º). À frente da secretaria, Patury dará continuidade ao modelo de gestão baseado na Segurança Integral, que prioriza a atuação coordenada entre as forças de segurança, a análise permanente de dados, o emprego de tecnologia, a prevenção da violência e a articulação entre diferentes áreas do governo. “O Distrito Federal alcançou resultados históricos nos últimos anos devido ao trabalho integrado das forças de segurança, ao investimento em inteligência e ao compromisso permanente com a proteção da população. Nosso desafio é avançar ainda mais, fortalecer políticas públicas eficientes, investir ainda mais em tecnologia — principalmente por meio do DF 360, ampliar a capacidade de prevenção e manter o DF entre as unidades da Federação com os melhores indicadores de segurança do país”, destacou Alexandre Patury. Nos últimos anos, o Distrito Federal tem registrado sucessivas reduções nos principais índices criminais, alcançando a menor taxa de homicídios dos últimos 48 anos e figurando entre as unidades da Federação com os menores índices de violência letal do país. Os resultados refletem o fortalecimento da integração entre SSP-DF, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Detran-DF e demais órgãos que compõem o sistema de segurança pública do Distrito Federal. À frente da SSP-DF, Patury dará continuidade ao modelo de gestão baseado na Segurança Integral, que prioriza a atuação coordenada entre as forças de segurança, a análise permanente de dados, o emprego de tecnologia, a prevenção da violência e a articulação entre diferentes áreas do governo | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Histórico Patury já vinha conduzindo os trabalhos da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) desde a saída do antecessor, Sandro Avelar. A nomeação ocorre em um momento de destaque para a segurança pública do DF. Recentemente, Brasília foi apontada como a capital mais segura do país, resultado de uma redução histórica dos índices de homicídio e da consolidação de políticas públicas baseadas em integração, inteligência, tecnologia e prevenção. Delegado da Polícia Federal desde 2006, Alexandre Patury possui ampla experiência na área de segurança pública e gestão estratégica. É formado em direito pela Universidade da Amazônia (Unama) e mestre em administração pública pela Universidade de Brasília (UnB). Antes de assumir a Secretaria Executiva da SSP-DF — cargo anterior à titularidade da pasta —, ele atuou na Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada (CGCSP) da Polícia Federal. Ao longo da carreira, também integrou o Ministério da Justiça e Segurança Pública, contribuindo para a formulação e o acompanhamento de políticas nacionais voltadas ao fortalecimento das instituições de segurança. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Ciclo de Palestras fortalece integração e debate inteligência estratégica na segurança pública

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) promoveu, nesta quinta-feira (28), mais uma edição do Ciclo de Palestras de Segurança Pública, realizado no contexto do Curso de Inteligência de Segurança Pública (Cisp) 2026. O encontro reuniu especialistas, representantes das forças de segurança, órgãos do sistema de justiça e servidores públicos para debater os desafios contemporâneos da atividade de inteligência. Realizado na Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), o evento contou com a participação de cerca de 120 servidores de diferentes instituições. A programação abordou temas estratégicos relacionados à inteligência de segurança pública, à transformação tecnológica, à análise de dados e ao uso responsável de ferramentas de inteligência artificial no apoio às operações e à produção de conhecimento. O secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, destacou que a atividade de inteligência tem papel central na formulação de políticas públicas baseadas em evidências e na ampliação da capacidade de resposta do Estado frente às novas dinâmicas da criminalidade. “A inteligência de segurança pública é uma ferramenta estratégica para antecipar cenários, integrar instituições e apoiar decisões mais eficientes. O fortalecimento dessa atividade, aliado ao uso responsável da tecnologia e à integração entre os órgãos, amplia a capacidade operacional do Estado e contribui diretamente para uma segurança pública mais moderna, preventiva e efetiva”, afirmou o secretário. “A presença física e a integração entre os órgãos fazem toda a diferença na agilidade das respostas e na eficiência das ações. Este curso reforça essa premissa”, completou. Realizado na Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), o evento contou com a participação de cerca de 120 servidores de diferentes instituições | Foto: Divulgação/SSP-DF Durante o ciclo, o subsecretário de Inteligência da SSP-DF, Gilberto Maranhão, ressaltou a importância da profissionalização contínua da atividade de inteligência. “Nosso papel é saber utilizar as ferramentas de inteligência artificial para potencializar a capacidade de processamento e análise de dados, sempre com foco na eficiência e no apoio à tomada de decisão. A tecnologia não substitui o fator humano, mas fortalece a capacidade operacional e estratégica das instituições”, destacou. Para Leandro Oliveira dos Santos, da Aeronáutica, as palestras foram fundamentais. “Como aluno do Cisp, considero este ciclo de palestras extremamente relevante para o fortalecimento da comunidade de inteligência, especialmente diante dos desafios atuais relacionados ao crime organizado, à guerra cognitiva e ao uso da inteligência artificial. A troca de conhecimentos entre profissionais experientes e alunos contribui para ampliar a visão estratégica, incentivar a integração entre órgãos e aprimorar a capacidade analítica e operacional dos participantes. Eventos como esse fortalecem não apenas o conhecimento técnico, mas também a cultura de inteligência voltada à proteção da sociedade e do Estado”. A policial penal Racquel Barros ressaltou a importância da integração. “A integração no âmbito da inteligência nasce da necessidade de compartilhamento operacional e a integralidade na inteligência nos permite compreender o fenômeno em sua totalidade sistêmica. Em ambos os casos o Ciclo de Palestras foi muito feliz na definição dos temas e dos palestrantes, finalizou.   *Com informações da SSP-DF

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Publicada diretriz integrada para enfrentamento ao roubo, furto e receptação de celulares no DF

A portaria que institui a Diretriz para Enfrentamento aos Crimes de Roubo, Furto e Receptação de Aparelhos Celulares no Distrito Federal (Projeto Recoop) foi publicada nesta quinta-feira (28), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A medida estabelece ações integradas entre a Polícia Civil (PCDF) e a Polícia Militar (PMDF), sob coordenação estratégica da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). A iniciativa reforça o modelo de segurança integral adotado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), que fortalece a atuação conjunta das forças de segurança no combate aos crimes patrimoniais relacionados a aparelhos celulares, desde a prevenção e repressão qualificada até a recuperação dos dispositivos e a responsabilização de receptadores. “O enfrentamento aos crimes patrimoniais exige integração, inteligência e atuação coordenada entre as forças de segurança. O Projeto Recoop fortalece exatamente essa lógica: unir tecnologia, análise criminal e atuação operacional para desarticular cadeias criminosas, reduzir a receptação e ampliar a proteção da população”, destaca o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury. Pela nova normativa, a SSP-DF passa a coordenar as ações estratégicas e integradas relacionadas ao projeto, consolidando fluxos operacionais conjuntos e fortalecendo o compartilhamento de informações entre os órgãos de segurança pública. No âmbito da atuação da PCDF, a portaria prevê medidas como a manutenção de cadastro com números de Identidade Internacional de Equipamento Móvel (Imei) de aparelhos provenientes de crimes, a disponibilização de consultas de restrição por roubo ou furto acessíveis à população e a orientação de servidores quanto aos procedimentos a serem adotados em situações envolvendo celulares com restrição. A iniciativa reforça o modelo de segurança integral adotado pelo Governo do Distrito Federal, que fortalece a atuação conjunta das forças de segurança no combate aos crimes patrimoniais relacionados a aparelhos celulares | Foto: Herbert Gonçalves/PCDF A norma também reforça a atuação da instituição na apreensão e restituição de aparelhos aos legítimos proprietários, além da intensificação das investigações voltadas à identificação de receptadores, inclusive pessoas jurídicas, com a adoção das medidas cabíveis de responsabilização criminal. A atuação da PCDF no enfrentamento aos crimes de roubo, furto e receptação de celulares já apresenta resultados concretos. “Desde 2021, a instituição devolveu cerca de 16 mil aparelhos celulares produtos de crime aos seus legítimos proprietários, o equivalente a aproximadamente R$ 40 milhões em bens recuperados”, ressalta o delegado-geral adjunto da PCDF, Saulo Ribeiro. Segundo ele, o resultado é fruto de ações investigativas, apreensões, identificação e restituição de aparelhos, além do fortalecimento de ferramentas voltadas à prevenção desses crimes. Em maio do ano passado, a instituição lançou a Consulta Imei, serviço disponível no site da PCDF que permite ao cidadão verificar, antes da compra, se um aparelho possui restrição por roubo ou furto. “Trata-se de uma ferramenta de proteção à população, que contribui para desestimular o comércio ilícito e fortalecer o combate à receptação”, completa o delegado-geral adjunto. A ferramenta pode ser acessada neste link. A PCDF orienta a população a sempre verificar a procedência do aparelho celular, exigir nota fiscal e consultar o Imei antes da compra. A instituição também reforça a importância de denunciar atividades suspeitas, uma vez que a aquisição de aparelhos oriundos de crime contribui para a impunidade e pode financiar outras práticas criminosas. A PMDF terá papel estratégico na atuação ostensiva e preventiva, incorporando ações de identificação de aparelhos oriundos de crimes durante abordagens e operações de fiscalização. O efetivo também será capacitado para utilização das ferramentas disponibilizadas pela PCDF, fortalecendo o fluxo integrado de atuação entre as corporações. As ações operacionais deverão ser orientadas por dados estatísticos e informações de inteligência, permitindo maior eficiência no direcionamento do policiamento ostensivo e no enfrentamento qualificado das modalidades criminosas previstas na diretriz. “A integração entre a PMDF e a PCDF mostra o fortalecimento da atuação das forças de segurança no enfrentamento à criminalidade. Com policiamento orientado por inteligência e uso de tecnologia compartilhada, ampliaremos a eficiência das abordagens e das ações preventivas, garantindo mais segurança à população”, ressalta o comandante-geral da PMDF, coronel Rômulo Palhares. “Além do fortalecimento operacional, a medida tem caráter preventivo e de conscientização social, ao estimular a população a verificar a procedência dos aparelhos celulares antes da compra, utilizando as ferramentas públicas de consulta de Imei disponibilizadas pela PCDF”, conclui o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Avanços tecnológicos da segurança pública são apresentados durante seminário em Brasília

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) participa, entre os dias 18 e 22 de maio, do 2º Seminário Anual do SinespCAD, evento que reúne gestores, especialistas e representantes das instituições de segurança pública de todo o país para discutir a evolução tecnológica, os avanços operacionais e as perspectivas futuras da plataforma. O seminário ocorre em um momento simbólico e estratégico: a celebração dos 10 anos de implantação do SinespCAD, solução desenvolvida no âmbito do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Consolidado como uma das principais ferramentas tecnológicas de apoio ao atendimento e despacho de ocorrências no Brasil, o sistema promove a integração entre instituições de segurança pública estaduais, municipais e federais, além de contribuir para a modernização dos centros de atendimento e o fortalecimento da gestão das informações operacionais. Representando a SSP-DF na abertura do evento, realizada na manhã desta segunda-feira (18), o secretário-executivo de Gestão Integrada, Marcos Leôncio Ribeiro, destacou o reconhecimento concedido aos servidores da equipe de Modernização Tecnológica da Secretaria. Durante o seminário, os profissionais receberam certificado em reconhecimento ao trabalho desenvolvido na evolução e no fortalecimento das soluções tecnológicas aplicadas à segurança pública. “Esse reconhecimento demonstra a excelência e o comprometimento das equipes de modernização tecnológica da SSP-DF e das forças de segurança do Distrito Federal, que vêm desempenhando um papel fundamental no fortalecimento das ferramentas de integração e inteligência na segurança pública. O avanço do SinespCAD reflete diretamente a dedicação desses profissionais, que contribuem diariamente para tornar o atendimento à população mais ágil, eficiente e integrado”, destacou Leôncio. O seminário ocorre em um momento simbólico e estratégico: a celebração dos 10 anos de implantação do SinespCAD, solução desenvolvida no âmbito do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) | Fotos: Divulgação/SSP-DF Representando a equipe de Modernização Tecnológica da SSP-DF, o subsecretário Gustavo Tarragô ressaltou a importância da integração entre os órgãos e da constante evolução tecnológica para o fortalecimento das ações de segurança pública no Distrito Federal. “Os avanços alcançados pelo Distrito Federal na área de tecnologia aplicada à segurança pública são resultado do trabalho sério, técnico e comprometido das equipes de modernização tecnológica da SSP-DF e das forças de segurança. São profissionais que atuam diariamente para aprimorar sistemas, integrar informações e oferecer ferramentas cada vez mais eficientes para apoiar a atividade operacional e o atendimento à população”, afirmou o subsecretário. Ao longo da programação, serão apresentadas novas funcionalidades recentemente implementadas na plataforma, além das evoluções previstas para os próximos ciclos de desenvolvimento da solução. Gustavo Tarrago, subsecretário de modernização tecnológica da SSP-DF; Joaquim Carvalho, diretor de Gestão e Integração da Informação da Senasp; e Marcos Leôncio, secretário-executivo de Gestão Integrada participaram do evento O SinespCAD desempenha papel fundamental na padronização de processos, no monitoramento de ocorrências e no apoio às ações integradas das forças de segurança. A ferramenta possibilita o compartilhamento de informações em tempo real entre diferentes instituições, contribuindo para maior agilidade no atendimento de emergências e mais eficiência operacional. A participação da SSP-DF no seminário reforça o compromisso da pasta com a inovação, a modernização tecnológica e o fortalecimento da atuação integrada das forças de segurança pública do Distrito Federal e do país. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Estudantes de escolas públicas recebem formação sobre prevenção à violência e cultura de paz nas escolas

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), promove, nos dias 9 e 10 de abril, a 8ª edição do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã. A iniciativa reunirá cerca de 400 estudantes da rede pública de ensino do Plano Piloto e Paranoá, no Auditório Coronel José Nilton Matos, no Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), no Setor Policial Sul. Com foco na prevenção à violência no ambiente escolar, a ação traz uma programação dinâmica, com palestras, oficinas e atividades interativas conduzidas por profissionais da segurança pública e instituições parceiras. Entre os temas abordados estão bullying, cyberbullying, saúde emocional, violência contra crianças e adolescentes e valorização da vida — assuntos diretamente ligados à realidade dos jovens. O evento também aposta em linguagem acessível e participação ativa dos estudantes, incluindo atrações culturais como a apresentação da Banda Show do CBMDF e uma batalha de MCs, ampliando o engajamento do público jovem. SERVIÇO Evento: 8ª edição do Programa Promotores de Segurança Cidadã Data: 9 e 10 de abril, das 14h às 17h Local: Auditório Coronel José Nilton Matos — CBMDF (Setor Policial Sul) *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Com investimento em tecnologia e inteligência, Operação Presença reforça atuação preventiva e reduz ocorrências na Asa Norte

Depois de a governadora Celina Leão entregar 13 viaturas e um drone para reforçar a atuação das forças de segurança do Distrito Federal, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) deu início à Operação Presença, na madrugada desta quinta-feira (2), na Asa Norte. O investimento em tecnologia e inteligência já se reflete nas ações em campo. Isso porque a atuação estratégica e integrada das equipes resultou em significativa redução de ocorrências ao longo dos trabalhos. A operação foi planejada com base em levantamentos técnicos, análise de indicadores criminais e mapeamento de manchas de maior incidência criminal, permitindo o direcionamento preciso do efetivo para pontos estratégicos previamente definidos. A ação segue até a madrugada de segunda-feira (5). “A substituição dos equipamentos da polícia garante mais agilidade no trabalho e mais proteção ao cidadão. Esses recursos já chegam com planejamento definido para distribuição e uso estratégico. Além disso, estamos fazendo uma grande operação na Asa Norte. A proposta é requalificar a região. Onde a polícia atua de forma contínua, o crime organizado sai”, destacou a governadora. A Operação Presença na Asa Norte atuou com foco na prevenção da criminalidade, com equipes posicionadas estrategicamente a partir de dados e mapeamento de áreas críticas. A operação teve como objetivo coibir crimes contra o patrimônio, como furtos e roubos, além de inibir práticas relacionadas ao consumo e tráfico de entorpecentes. Como resultado direto da presença ostensiva e qualificada das forças de segurança, foi registrado apenas um acionamento via 190, referente a uma tentativa de furto em veículo, evidenciando a efetividade da atuação preventiva. Ao todo, 187 veículos foram abordados, além de abordagens pessoais. Vinte motoristas foram autuados. Um condutor evadiu-se de uma blitz com mandado de prisão em aberto e foi preso. A Operação Presença foi planejada com base em levantamentos técnicos, análise de indicadores criminais e mapeamento de manchas de maior incidência criminal na Asa Norte | Foto: Divulgação/SSP-DF "A Operação Presença já está nas ruas da Asa Norte e é uma resposta direta do governo para reforçar a segurança na região. No primeiro dia, tivemos apenas uma ocorrência de menor potencial, o que mostra que a atuação integrada das forças está funcionando. Vamos manter e ampliar essa presença, com mais equipes, monitoramento e investimento contínuo em tecnologia e qualificação dos nossos profissionais. Segurança se faz com trabalho permanente, e é isso que estamos garantindo", ressalta a governadora do Distrito Federal, Celina Leão. As ações ocorreram de forma inopinada e contaram com a participação integrada de diversos órgãos, incluindo Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Polícia Civil do DF (PCDF), Defesa Civil e equipes da SSP-DF, reforçando o modelo de segurança baseado na cooperação interinstitucional e de integralidade. Tecnologia Um dos diferenciais da operação foi o uso de drones equipados com câmeras térmicas, tecnologia que amplia a capacidade de monitoramento, especialmente em áreas de baixa luminosidade e de difícil acesso. Durante o patrulhamento aéreo, as equipes realizaram varreduras em tempo real, identificando pontos de atenção e possíveis situações suspeitas. De acordo com o secretário executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, que acompanhou toda a operação, o uso de tecnologia tem sido um importante aliado na prevenção da criminalidade. “Com o apoio dos drones com câmeras térmicas, ampliamos nossa capacidade de monitoramento e consciência situacional, especialmente em áreas de difícil acesso e no período noturno. Isso permite identificar comportamentos suspeitos, antecipar situações de risco e direcionar o emprego das equipes de forma mais eficiente, fortalecendo a atuação preventiva e a proteção da população”, destacou. As imagens captadas foram georreferenciadas e compartilhadas instantaneamente com as equipes em solo, permitindo respostas mais rápidas. O sistema possibilita, ainda, o envio de coordenadas e registros fotográficos diretamente às guarnições em campo, aumentando a precisão das abordagens e a eficiência das ações. Patury ressaltou, ainda, que as imagens são transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB), integrando o sistema de videomonitoramento e permitindo o acompanhamento simultâneo pelas forças de segurança. Presença qualificada A Operação Presença integra um conjunto de ações contínuas da SSP-DF voltadas à prevenção da violência, com base em dados, inteligência e ocupação estratégica do território. O comandante-geral da PMDF, coronel Rômulo Palhares, falou da importância da ação. “A Operação Presença comprovou que o policiamento orientado por inteligência e com presença qualificada reduziu chamados e preveniu ocorrências. Atuamos de forma antecipada, nos pontos críticos, garantindo mais ordem e segurança à população.” O planejamento tático priorizou áreas como as vias L2 e L4 Norte, além de regiões com maior concentração de vulnerabilidade social e circulação de pessoas, como o entorno de instituições de ensino, áreas verdes e eixos de ligação viária. Também foram realizados pontos de bloqueio e patrulhamento em locais estratégicos, ampliando a visibilidade policial e inibindo práticas criminosas. Investimentos A entrega dos equipamentos ocorreu no Palácio Tiradentes, feita pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e viabilizada por emenda parlamentar da senadora Damares Alves, que também destinou outras 27 viaturas à corporação em dezembro de 2025. As viaturas serão distribuídas de forma descentralizada entre diferentes regiões administrativas, incluindo Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Brazlândia, Recanto das Emas, Taguatinga, Paranoá, São Sebastião, Estrutural e Gama. A medida também contempla iniciativas como o fortalecimento do policiamento de prevenção orientado à violência doméstica (Provid) e a implantação de espaços de acolhimento, como a sala lilás em unidades estratégicas. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)  

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Defesa Civil do DF condecora 305 civis e militares por serviços prestados à população

A atuação integrada e o compromisso com a proteção da vida foram reconhecidos, nesta sexta-feira (26), durante a cerimônia de entrega da Medalha da Defesa Civil do Distrito Federal. Ao todo, 305 pessoas, entre civis e militares, foram agraciadas em solenidade realizada no auditório Pedro Calmon. A honraria é concedida anualmente a profissionais e cidadãos que tenham prestado relevantes serviços ao Sistema de Defesa Civil do DF e do Brasil, fortalecendo ações de prevenção, resposta e assistência em situações de risco. Para o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, o reconhecimento reforça o papel essencial da atuação conjunta entre instituições e sociedade. “A entrega dessa comenda simboliza o reconhecimento a pessoas que, independentemente da área de atuação, contribuíram de forma efetiva para a proteção da população. É a demonstração de que a segurança se constrói com integração, cuidado e responsabilidade compartilhada”, destacou. Ao todo, 305 pessoas, entre civis e militares, foram agraciadas em solenidade realizada no auditório Pedro Calmon | Foto: Divulgação/SSP-DF Durante a cerimônia, o subsecretário de Defesa Civil, Sandro Gomes, ressaltou o empenho dos profissionais que atuam na linha de frente e nos bastidores das ações. “Cada iniciativa da Defesa Civil, seja na prevenção de desastres, seja no apoio às pessoas em situação de vulnerabilidade, é sustentada pela confiança da sociedade. Esse reconhecimento é coletivo e reforça o valor do trabalho de cada servidor”, afirmou. Medalha Instituída pelo Decreto nº 21.698, de 10 de novembro de 2000, a Medalha da Defesa Civil do Distrito Federal simboliza o reconhecimento a iniciativas que contribuem para o fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção e à redução de riscos, em alinhamento com a diretriz de segurança integral adotada no DF. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Plano de Equidade de Gênero é apresentado em reunião com forças de segurança do DF

As integrantes do Conselho das Mulheres da Segurança Pública apresentaram aos gestores das forças de segurança do Distrito Federal, nesta quarta-feira (25), uma proposta do Plano de Equidade de Gênero. O documento estabelece diretrizes voltadas para a prevenção e para o enfrentamento de práticas como assédio, discriminação e violência institucional, além de promover uma cultura organizacional baseada na ética, no respeito e na valorização das mulheres das instituições. A proposta tem caráter estratégico e propositivo e será analisada pelas instituições quanto à melhor forma de implementação. Entre as possibilidades em avaliação estão a formalização por meio de portaria conjunta, decreto ou outro instrumento normativo que assegure integração, alinhamento institucional e continuidade das ações. O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, destacou que a iniciativa representa um avanço na consolidação de políticas estruturantes voltadas à valorização das profissionais.“Estamos avançando na construção de uma cultura em que a presença das mulheres nos espaços de decisão seja cada vez mais natural. Enquanto isso não acontece de forma plena, é fundamental promover políticas que induzam esse movimento e ampliem a participação feminina nas instituições”, afirmou. Construção coletiva A proposta foi elaborada a partir de um processo de escuta e construção conjunta entre conselheiras e representantes das forças de segurança, e agora entra em fase de avaliação institucional. A presidente do Conselho das Mulheres e Subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira, ressaltou o caráter estruturante do plano. “Estamos apresentando um instrumento estratégico construído de forma coletiva, alinhado ao princípio da equidade. A proposta é fortalecer a gestão de pessoas, melhorar o ambiente institucional e refletir diretamente na qualidade do serviço prestado à população”, destacou. A proposta foi elaborada a partir de um processo de escuta e construção conjunta entre conselheiras e representantes das forças de segurança, e agora entra em fase de avaliação institucional | Foto: Divulgação/SSP-DF O secretário-executivo Alexandre Patury reforçou que a proposta enfrenta uma questão estrutural e histórica. “Não se trata de cota, mas de justiça. A equidade de gênero qualifica a tomada de decisão e aproxima as instituições da realidade da sociedade que atendem”, pontuou. Eixos estruturantes O plano está organizado em quatro eixos estratégicos: formação, que inclui capacitação e desenvolvimento de lideranças femininas; carreira, que foca na ampliação de oportunidades e participação em cargos de gestão; saúde, que é a promoção do bem-estar físico e mental; e integridade, que inclui a prevenção e enfrentamento ao assédio e à discriminação. A proposta também prevê mecanismos de monitoramento e avaliação, respeitando as especificidades de cada instituição. Contribuições Durante a reunião, representantes das forças destacaram a relevância da iniciativa e a necessidade de consolidá-la com instrumentos normativos robustos. Já o secretário-executivo de Gestão Integrada da SSP-DF, Thiago Costa, reforçou o papel do conselho como espaço de fortalecimento institucional. “O conselho amplia a capacidade de transformar demandas individuais em avanços coletivos, fortalecendo a garantia de direitos e incentivando a participação feminina nas estruturas de decisão”, afirmou. O secretário-executivo institucional e de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira Monteiro, destacou o caráter histórico da proposta. “Estamos diante de uma entrega concreta, com potencial de impacto para além do Distrito Federal. É um avanço que já se inscreve na história das instituições”, disse. O delegado-geral da Polícia Civil, José Werick, ressaltou a importância de garantir continuidade à política. “Uma iniciativa dessa magnitude precisa de instrumentos sólidos para assegurar sua permanência. Mais do que cumprir percentuais, o desafio é consolidar o protagonismo feminino nos espaços de liderança”, afirmou. Representando a Polícia Penal, Simone Caetano, enfatizou a importância da aplicação prática do plano. “Temos avançado na presença feminina, inclusive em funções de liderança. O desafio agora é fortalecer essa atuação, considerando as especificidades do público que atendemos e garantindo um serviço mais humano e eficiente”, destacou. Próximos passos A proposta segue agora para análise das instituições de segurança pública, que irão avaliar a melhor forma de incorporação do plano às estruturas. A expectativa é que, a partir desse processo, sejam definidos prazos, metas e mecanismos de implementação, respeitando as particularidades de cada força. Banco de talentos Durante a reunião, Avelar ressaltou a importância da participação das mulheres no Banco de Talentos Delas. O objetivo é identificar, valorizar e dar visibilidade às competências femininas nas instituições que compõem o sistema de segurança do DF. “O banco de talentos é um instrumento construído a partir das próprias demandas das mulheres da segurança pública e, por isso, precisa ser efetivamente utilizado. Decidimos manter o cadastro aberto, sem prazo de encerramento, justamente para garantir dinamismo e ampliar a participação. A orientação é que todas se inscrevam e levem essa política a sério, porque ela foi pensada para identificar, valorizar e impulsionar lideranças dentro das instituições. Nosso compromisso é ouvir, respeitar e transformar essas contribuições em ações concretas”, concluiu Avelar. Conselho O conselho foi instituído em 2024, juntamente à Política das Mulheres na área de Segurança Pública do Distrito Federal. As reuniões ocorrem mensalmente. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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DF consolida política de segurança baseada em evidências com lançamento do 2º anuário e realização de simpósio especializado

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), lançou, nesta terça-feira (24), o 2º Anuário de Segurança Pública do Distrito Federal, no auditório Valdéria da Silva Barbosa, no Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal. O material consolida um dos mais importantes instrumentos de transparência ativa, inteligência institucional e fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidências no país.  O documento apresenta um panorama completo de indicadores como os Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) — homicídios, feminicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte — além de dados sobre mortes por intervenção legal e registros de desaparecimento de pessoas. O lançamento do anuário dá início ao 1º Simpósio Qualis de Dados e Informações de Segurança Pública, que será realizado entre os dias 24 e 26 de março, no mesmo local. O segundo anuário aprofunda a análise técnica dos fenômenos criminais, amplia a compreensão sobre padrões e dinâmicas da violência e fortalece a capacidade da pasta de planejar, monitorar e avaliar suas ações por meio de dados. A publicação também evidencia os resultados do programa Segurança Integral, que tem promovido maior integração entre as forças de segurança e contribuído para o avanço dos indicadores. A vice-governadora Celina Leão ressaltou a importância do documento e destacou que segurança pública não se faz de forma isolada — ela depende da atuação conjunta das forças de segurança, do Tribunal de Justiça, do Ministério Público e de todas as instituições que trabalham de forma articulada para proteger a população. “O DF colhe resultados importantes, com índices que demonstram a efetividade desse trabalho, mas sabemos que é preciso avançar sempre, com um olhar contínuo para os desafios que ainda persistem. Temos uma polícia preparada, presente e comprometida, que cumpre seu papel de proteger o cidadão em todos os territórios. Esse anuário é fruto de uma articulação sólida, de decisões firmes e de um compromisso coletivo com a segurança da nossa população.” O secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, ressaltou o caráter estruturante e permanente da iniciativa no contexto da Segurança Integral. “Estamos consolidando no Distrito Federal uma política de segurança pública que se sustenta em evidências, planejamento e responsabilidade institucional. O segundo anuário representa um salto qualitativo na forma como produzimos, analisamos e utilizamos os dados, transformando informação em estratégia e estratégia em resultados concretos para a população. Essa é uma diretriz fundamental para garantir mais eficiência, integração e capacidade de antecipação diante dos desafios contemporâneos da segurança pública”, afirmou. A vice-governadora Celina Leão ressaltou a importância do documento e destacou que segurança pública não se faz de forma isolada | Foto: Divulgação/SSP-DF “Segurança pública é resultado de esforço coletivo. Não falta trabalho nem dedicação — o que enfrentamos são desafios que exigem a atuação integrada de todo o sistema. Por isso, destaco o papel fundamental do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria, da Controladoria, das nossas forças de segurança e, sobretudo, da sociedade civil, que tem sido essencial nesse processo. Estamos avançando com políticas de Estado, baseadas em evidências e com foco na realidade", completou Avelar. O procurador de justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), José Eduardo Sabo, reforçou a importância da informação qualificada para orientação de políticas públicas. “Vivemos um momento de superação, com muitos desafios, mas também com resultados concretos fruto da integração entre as instituições, do foco no cidadão e de uma gestão baseada em dados e evidências. Não há governança sem informação qualificada, e este trabalho traduz com clareza a realidade, orientando políticas públicas não apenas na segurança, mas em diversas áreas. O que vemos hoje no Distrito Federal é uma atuação articulada, transparente e comprometida em preservar vidas e entregar resultados à sociedade.” Segurança no DF Os dados do 2º Anuário de Segurança Pública do Distrito Federal revelam mudanças importantes na dinâmica da criminalidade, com destaque para a predominância de conflitos interpessoais nos casos de homicídio em 2025, além do uso mais frequente de armas brancas em relação às armas de fogo no recorte analisado. O cenário reforça a necessidade de estratégias que vão além do policiamento tradicional, incorporando ações de prevenção, mediação de conflitos e gestão territorial orientada por evidências. No mesmo período, o Distrito Federal manteve um dos menores índices de mortes por intervenção legal do país, resultado de uma política consolidada de valorização da vida, capacitação contínua e uso proporcional da força, fortalecendo a confiança da população nas instituições de segurança. “Este anuário vai muito além de números. Ele representa o compromisso das instituições com a transparência, com a verdade e com uma gestão orientada pela realidade que impacta a vida das pessoas. É uma ferramenta estratégica que nos permite identificar avanços, corrigir rotas e fortalecer, de forma integrada, as ações de segurança pública no Distrito Federal”, esclarece o delegado-geral da Polícia Civil do DF, José Werick. Os indicadores também apontam avanços relevantes na capacidade de resposta do Estado, com aumento no número de prisões em flagrante em crimes violentos letais, evidenciando o aprimoramento da atuação integrada e dos protocolos operacionais. Ao mesmo tempo, houve reduções expressivas em diferentes modalidades criminosas, como roubos em transporte coletivo e comércio, refletindo a efetividade de ações direcionadas por análise de dados. Por outro lado, o anuário também chama atenção para a necessidade de atuações específicas ao indicar mudanças no perfil de vitimização de grupos vulneráveis, reforçando a importância de políticas intersetoriais e estratégias cada vez mais eficazes para a proteção da população. O material contribui para um debate público mais qualificado e alinhado às reais necessidades do território, como explica o subsecretário de Gestão da Informação da SSP-DF, George Couto. “O segundo anuário consolida uma evolução metodológica significativa e amplia a nossa capacidade de leitura sobre os fenômenos criminais. Estamos aprofundando análises, incorporando novas dimensões e qualificando a interpretação dos dados, o que permite decisões mais assertivas e políticas públicas mais eficazes. Trata-se de um instrumento estratégico que aproxima o Estado da sociedade e fortalece a transparência como princípio da gestão pública”, destacou. Simpósio O 1º Simpósio Qualis de Dados e Informações de Segurança Pública, será realizado entre os dias 24 e 26 de março, no Auditório Valdéria da Silva Barbosa, no Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal. Promovido pela SSP-DF, por meio da Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), o evento integra o ciclo de consolidação do anuário. Os interessados ainda podem se inscrever para participar dos debates. O simpósio reúne especialistas, gestores, pesquisadores e profissionais das forças de segurança em um ambiente institucional voltado à troca de experiências, ao compartilhamento de metodologias e à construção de soluções inovadoras baseadas em evidências. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Divulgado resultado final do chamamento público para composição do Conselho de Trânsito do DF

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) divulgou, nesta quarta-feira (18), o resultado final do chamamento público destinado à seleção de profissionais das áreas de medicina, psicologia e meio ambiente para composição do Conselho de Trânsito do Distrito Federal (Contrandife). Os profissionais irão atuar no mandato 2026–2028. A iniciativa reforça o compromisso com a transparência, a qualificação técnica e a participação social na composição do colegiado. A classificação pode ser conferida no Diário Oficial do DF (DODF), desta quarta-feira (18). Os candidatos classificados em 1º e 2º lugares serão indicados para as funções de conselheiro titular e suplente, respectivamente. Os demais permanecerão em cadastro reserva pelo período de dois anos. Para o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, o processo representa um avanço na governança do trânsito no Distrito Federal. “A consolidação deste chamamento público reafirma o nosso compromisso com a transparência e, sobretudo, com a participação qualificada da sociedade na construção das políticas públicas. O Contrandife exerce um papel estratégico no Sistema de Trânsito. Portanto, é fundamental garantir que sua composição seja técnica, plural e legítima é essencial para avançarmos na segurança viária e na proteção de vidas”, destaca. Balanço A conclusão do processo seletivo é uma das entregas do Contrandife do mandato 2024–2026, que também analisou 3.801 processos administrativos, sendo 1.605 provimentos (42,2%), 1.767 não provimentos (46,5%) e 429 não conhecidos (11,3%). Os dados evidenciam a atuação técnica, autônoma e imparcial do colegiado na revisão de decisões dos órgãos de trânsito, garantindo segurança jurídica e uniformidade interpretativa. Os candidatos classificados em 1º e 2º lugares serão indicados para as funções de conselheiro titular e suplente, respectivamente | Foto: Divulgação/SSP-DF “Encerramos o mandato 2024–2026 com resultados que muito nos orgulham. Foram mais de 3.800 processos analisados, o que demonstra o alto nível de atuação do colegiado na revisão qualificada dos atos administrativos dos órgãos de trânsito. Cada decisão tomada contribuiu para promover justiça administrativa, uniformidade interpretativa e maior segurança à população”, ressalta o presidente do Contrandife, Thiago Nascimento. Um dos principais marcos do período foi a criação de quatro súmulas vinculantes, instituídas em 2025 por meio da Resolução nº 13/2025. As normas consolidam entendimentos sobre temas recorrentes. A medida trouxe maior previsibilidade ao sistema, reduziu divergências e ampliou a eficiência no julgamento de recursos, beneficiando tanto os órgãos executivos quanto os cidadãos. O vice-presidente do conselho e coordenador do chamamento público, Arthur Magalhães, destacou os avanços institucionais alcançados. “Este Chamamento Público foi conduzido com absoluto zelo técnico, garantindo isonomia a todos os candidatos. O processo trouxe transparência, publicidade e segurança jurídica à escolha dos novos conselheiros, que agora chegam ao Contrandife com alto nível de qualificação”, conclui. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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DF registra prisão de um agressor por violência doméstica a cada uma hora e meia

Estudo da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) aponta que, em média, um agressor foi preso a cada uma hora e meia no Distrito Federal por crimes de violência doméstica. O relatório detalhado refere-se ao período de 2025 e mostra que 5.588 agressores foram presos. Os dados foram analisados pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), da SSP-DF, e revelam também características importantes das ocorrências, como os períodos de maior incidência dos crimes, o perfil das vítimas e dos autores, além dos índices de reincidência. No mesmo período, foram registradas 23.066 ocorrências de agressões contra mulheres no DF. O estudo refere-se ao ano de 2025, comparado com 2024.  Para a vice-governadora Celina Leão, compreender a dinâmica desses crimes é essencial para fortalecer as políticas públicas de proteção e incentivar a denúncia de agressões. “O estudo detalhado do perfil das vítimas e dos agressores tem sido uma ferramenta fundamental para aperfeiçoar as políticas de proteção às mulheres no Distrito Federal. A partir dessas análises, conseguimos compreender melhor como a violência acontece, identificar padrões e direcionar ações mais eficazes de prevenção. Para que esse trabalho seja efetivo, a denúncia é um passo indispensável. É por meio dela que as forças de segurança conseguem agir, investigar e prender os agressores, interrompendo o ciclo de violência e assegurando que os responsáveis sejam levados à justiça”, afirma a vice-governadora Celina Leão. Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o enfrentamento à violência contra a mulher é tratado como prioridade estratégica na política de segurança pública do Distrito Federal. “Nossas ações são baseadas em dados, em evidências. Com isso, conseguimos compreender melhor as circunstâncias em que esses crimes ocorrem e podemos atuar para proteger essas mulheres e prender os agressores que insistem nessa prática. Nosso trabalho envolve ações integradas voltadas tanto à redução da violência quanto ao fortalecimento da proteção às vítimas.” A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destaca que o enfrentamento à violência exige uma atuação articulada entre diferentes áreas do governo e uma rede de acolhimento estruturada. "A rápida atuação é essencial para que a rede de proteção às mulheres seja cada vez mais eficaz no combate à criminalidade e no fortalecimento das ações de prevenção à violência doméstica". O relatório detalhado refere-se ao período de 2025 e mostra que 5.588 agressores foram presos | Fotos: Divulgação/SSP-DF Dinâmica da violência A análise dos registros mostra que os finais de semana concentram um maior número de ocorrências, sendo responsáveis por 36% dos casos, principalmente durante o período da noite. O domingo se destaca e concentra 19% dos casos. Outro dado relevante é que a grande maioria dos episódios de violência ocorre dentro das próprias residências. No período, 69,4% das ocorrências foram registradas no ambiente doméstico, o que evidencia o caráter íntimo e, muitas vezes, silencioso desse tipo de crime. Os registros também indicam que a violência física esteve presente em 29,3% das ocorrências. A violência psicológica prevaleceu em 77% dos casos. Perfil das vítimas e autores Os dados mostram que a violência doméstica atinge mulheres de todas as idades, mas há maior concentração entre as mais jovens. Mulheres entre 18 e 29 anos representam 32,3% das vítimas, sendo que 30,9% dos registros envolvem mulheres na faixa de 30 a 39 anos. O estudo mostra, ainda, que todas as ocorrências tiveram autoria identificada, resultando em 20.160 autores distintos. No conjunto dessas investigações, a maioria absoluta das ocorrências elucidadas — 89,5% (18.036 casos) — apresenta agressores do sexo masculino, enquanto, em 10,5% (2.124 casos), foram identificadas agressoras do sexo feminino como sujeitas ativas dos crimes. Outro ponto identificado pelo levantamento é a recorrência dos casos. Durante o período analisado, em 2025, dos 23.066 registros de violência doméstica ou familiar, foram identificadas 20.572 vítimas do sexo feminino, sendo que 2.628 dessas ofendidas registraram dois ou mais registros ao longo do ano, o que representa 12,8% do grupo analisado. Esse dado evidencia a persistência da violência para uma parcela significativa das vítimas, indicando situações de maior vulnerabilidade e recorrência para esse grupo específico. Os dados mostram que a violência doméstica atinge mulheres de todas as idades, mas há maior concentração entre as mais jovens Denúncia é fundamental A denúncia continua a ser instrumento essencial para interromper ciclos de violência e garantir proteção às vítimas. No Distrito Federal, além das delegacias circunscricionais e das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam I e Deam II), também é possível registrar ocorrências por meio da plataforma Maria da Penha Online, que permite, inclusive, solicitar medidas protetivas de urgência. Por meio da plataforma, também é possível preencher o questionário de avaliação de risco, representar contra o autor da violência, solicitar acolhimento em Casa Abrigo, autorizar intimações por meios tecnológicos e anexar documentos, vídeos e imagens. Avelar reforça que a participação da sociedade é fundamental. “Esta é uma luta que envolve toda a sociedade. É essencial que a população denuncie qualquer situação de violência para que possamos agir rapidamente na proteção das vítimas.” As denúncias podem ser feitas à Polícia Civil do DF pela denúncia online, pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br, pelo telefone 197 (opção zero) ou pelo WhatsApp (61) 98626-1197. Em casos de emergência, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Medida protetiva No período objeto da análise, o Distrito Federal apontou um aumento de 17,3% nos casos de descumprimento de medida protetiva deferida judicialmente, o que reforça a importância dos programas de proteção da SSP-DF: o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa. Os instrumentos são estratégicos para a política de proteção da SSP-DF e utilizam tecnologia de georreferenciamento. No caso do DPP, a vítima recebe um dispositivo de alerta e o agressor passa a usar tornozeleira eletrônica. Quando há violação da área de exclusão determinada judicialmente, o sistema emite alerta imediato e aciona as forças de segurança. Atualmente, 627 pessoas são monitoradas ativamente, sendo 553 vítimas e 74 agressores, pela diretoria. Já o Viva Flor permite que a mulher acione rapidamente a rede de proteção diante de qualquer situação de ameaça ou risco. Atualmente, o Viva Flor atende 1.734 mulheres em todo o Distrito Federal. Em agosto de 2025, o Programa Viva Flor passou a ser implementado também em delegacias circunscricionais. O projeto já funcionava em caráter piloto nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam) localizadas na Asa Sul e na Ceilândia e passou a atender também nas delegacias do Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. A escolha das unidades levou em conta os dados de incidência de violência doméstica das regiões e a necessidade de oferecer resposta rápida às vítimas. Rede de proteção O enfrentamento à violência contra a mulher no DF também envolve uma rede integrada de atendimento e proteção, coordenada pelo Governo do Distrito Federal. Entre os serviços disponíveis estão a Casa da Mulher Brasileira, os Espaços Acolher, os Centros Especializados de Atendimento e Proteção à Mulher e os comitês de proteção à mulher distribuídos nas regiões administrativas. A rede também oferece mecanismos de apoio social às vítimas, como o Aluguel Social para mulheres em situação de violência e o programa Acolher Eles e Elas, que garante assistência financeira a órfãos do feminicídio. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Ações do GDF no enfrentamento ao feminicídio são apresentadas em fórum nacional na Bahia

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), por meio da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), apresentou as ações desenvolvidas no Distrito Federal para o enfrentamento ao feminicídio durante o 1º Fórum de Violência Doméstica da Bahia (Fovid/BA). O evento foi realizado na sede do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA), em Salvador, e reuniu autoridades do sistema de Justiça e da segurança pública de todo o país na última semana. Experiência do DF no monitoramento de homicídios e feminicídios foi apresentada a autoridades de todo o país durante encontro em Salvador | Foto: Divulgação/SSP-DF Realizado em formato híbrido, o Fovid/BA foi direcionado a um público técnico e estratégico — magistrados, promotores, defensores públicos, agentes de segurança, servidores do Judiciário e integrantes da rede de proteção — com o objetivo de qualificar a atuação interinstitucional no enfrentamento à violência doméstica e familiar. Para o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, a participação da pasta no fórum demonstra o reconhecimento nacional do trabalho técnico realizado pelo GDF. “Quando práticas estruturadas, baseadas em evidências e construídas de forma integrada, passam a ser debatidas em âmbito nacional, isso significa que estamos no caminho certo. O enfrentamento ao feminicídio exige compromisso permanente, responsabilidade institucional e articulação entre todos os atores do sistema de Justiça e da segurança pública. Ver o DF contribuindo com esse debate reforça a importância de políticas públicas consistentes e alinhadas à proteção da vida das mulheres”, destacou. [LEIA_TAMBEM]O coordenador da CTMHF, Marcelo Zago, representou a pasta e participou como palestrante convidado, a convite do TJBA. O fórum teve como tema central “Violência Digital e Crimes Cibernéticos”, com enfoque na proteção de mulheres e meninas diante das novas dinâmicas de violência no ambiente virtual. Durante sua exposição, Marcelo Zago apresentou a experiência do Distrito Federal no monitoramento qualificado de homicídios e feminicídios, com destaque para a integração de dados, análise técnica de casos e articulação entre instituições. “A comunicação não pode ser apenas reativa ou episódica. Quando estruturada a partir de dados consolidados, protocolos integrados e atuação coordenada, ela se transforma em política pública de prevenção. Comunicar com responsabilidade é também proteger”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Calendário de reuniões dos Consegs está disponível no site da SSP-DF

Com o objetivo de fortalecer e ampliar a participação cidadã nas políticas que impactam diretamente na segurança, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) disponibilizou o calendário das reuniões dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) de fevereiro. Os encontros, que podem ser conferidos no site da instituição, são espaços abertos e participativos, que permitem à população apresentar demandas, propor soluções e acompanhar, de perto, as ações desenvolvidas pelas forças de segurança em cada região administrativa do DF. As reuniões contam com representantes da SSP-DF, das forças de segurança e de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), em que lideranças comunitárias e moradores podem debater temas relacionados à segurança pública. Também fazem parte das temáticas das reuniões questões como iluminação pública, ocupação de espaços, patrulhamento, trânsito e prevenção da violência. “Os Consegs cumprem um papel estratégico na consolidação de uma política de segurança cada vez mais próxima do cidadão. Eles são uma ponte fundamental entre a gestão pública e as demandas da população. Essa aproximação fortalece a confiança, melhora o fluxo de informações e ajuda a planejar ações mais eficazes, voltadas à realidade de cada território. A escuta ativa e o diálogo direto com os gestores e autoridades permitem identificar com maior precisão as necessidades de cada comunidade”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, que participou da reunião realizada em Águas Claras nesta semana. Atualmente, o Distrito Federal conta com 45 Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) em funcionamento, dos quais 36 estão localizados em áreas urbanas e nove em áreas rurais | Foto: Divulgação/SSP-DF “A participação popular é um instrumento poderoso de cidadania e um componente essencial da política de Segurança Integral que estamos consolidando no Distrito Federal”, completa Avelar. Participação comunitária Para o secretário-executivo Institucional e de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira Monteiro, os Consegs são fundamentais para a construção de políticas públicas mais eficientes e transparentes. “Nossa política de não deixar nenhuma demanda sem resposta tem ampliado, cada vez mais, a participação da comunidade nas reuniões mensais. Somente em 2025, mais de 7 mil pessoas participaram dos encontros realizados em todo o Distrito Federal. Essas reuniões são fundamentais não apenas para o surgimento de novas demandas, mas também para o acompanhamento das ações já em andamento junto aos órgãos de governo e às forças de segurança”, afirmou. Os Consegs integram o eixo Cidadão Mais Seguro, dentro do Programa Segurança Integral, instituído pelo Decreto nº 45.165/2023, que busca articular ações entre governo e sociedade civil para promover ambientes mais seguros, participativos e orientados à garantia de direitos. Atualmente O subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública, Gustavo Danzmann, ressalta que a participação é aberta a todos os moradores, sem necessidade de inscrição prévia. “Os Consegs são a ligação entre o cidadão e o Estado. Quando a população participa, traz sua vivência e suas percepções, o planejamento se torna mais assertivo e o resultado aparece em mais tranquilidade e qualidade de vida para todos”, ressaltou. Atualmente, o Distrito Federal conta com 45 Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) em funcionamento, dos quais 36 estão localizados em áreas urbanas e 9 em áreas rurais. Além disso, dois novos Consegs encontram-se em fase de criação, sendo um na região de Arapoanga, e em Samambaia a criação do Conseg II. No ano de 2025, mais de 7 mil cidadãos participaram das 257 reuniões promovidas pelos Consegs em todo o território do Distrito Federal. Esses encontros resultaram no registro, processamento e encaminhamento de aproximadamente 3.176 demandas aos órgãos competentes, reforçando o papel dos Consegs como um dos principais instrumentos de participação social e de construção coletiva de soluções para os desafios da segurança pública em âmbito local. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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DF é pioneiro no país em prevenção criminal baseada no desenho urbano

Com o objetivo estratégico de apoio às políticas públicas de segurança no DF, foi publicada no Diário Oficial do DF (DODF) a portaria que institui oficialmente o Diagnóstico de Segurança Territorial (DIS/CPTED). O material, produzido pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), representa um passo histórico para o fortalecimento e prevenção à violência e a construção de cidades mais seguras. A medida torna o Distrito Federal pioneiro na publicação de um normativo específico que estrutura a prevenção criminal por meio da metodologia CPTED (Crime Prevention Through Environmental Design) como política pública de Estado. Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a publicação da portaria marca um avanço estrutural no modo como o poder público atua nos territórios. “Estamos transformando prevenção em política pública permanente, com método, evidência e responsabilidade. O DIS/CPTED inaugura uma nova etapa na segurança pública do DF: uma etapa em que o Estado age antes que a violência se instale, reorganiza o território, reduz vulnerabilidades e fortalece a sensação de proteção da população. É um modelo moderno, alinhado às melhores práticas internacionais e construído para gerar resultados duradouros.” Segurança pública começa antes do crime O Diagnóstico de Segurança Territorial parte de um princípio essencial, em que o espaço influencia comportamentos e vulnerabilidades. “A metodologia CPTED atua justamente em pontos para prevenir, por meio de intervenções qualificadas no ambiente e com base em evidências, como áreas com baixa iluminação, circulação não organizada e pontos cegos”, completa Avelar. A medida torna o Distrito Federal pioneiro na publicação de um normativo específico que estrutura a prevenção criminal por meio da metodologia CPTED (Crime Prevention Through Environmental Design) como política pública de Estado | Fotos: Divulgação/SSP-DF Entre os princípios contemplados pelo DIS/CPTED estão vigilância natural, controle de acessos, reforço territorial, manutenção ambiental, orientação intuitiva (wayfinding) e justaposição geográfica — elementos que contribuem para organizar espaços e fortalecer o pertencimento comunitário, reduzindo brechas que favorecem situações de risco. Governança territorial Desenvolvido institucionalmente pela SSP-DF e operacionalizado pela Subsecretaria de Integração de Políticas em Segurança Pública (SUBISP), o DIS/CPTED foi estruturado para orientar diagnósticos técnicos, qualificar decisões e organizar intervenções com foco na prevenção. De acordo com o subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública, Jasiel Fernandes, o instrumento fortalece a atuação coordenada do Estado. “O DIS/CPTED é uma ferramenta de governança territorial. Ele organiza dados, escuta a população, integra órgãos e orienta ações concretas nos territórios, permitindo respostas mais eficientes, coordenadas e preventivas. Na prática, o diagnóstico fortalece a integração entre áreas como urbanismo, mobilidade, assistência social, meio ambiente e políticas sociais, conectando diferentes capacidades do governo a uma estratégia comum: qualificar o território para torná-lo mais seguro, ordenado e inclusivo”, ressalta. O novo instrumento adota abordagem metodológica mista e estruturada. Ele combina dados objetivos, análises territoriais e informações georreferenciadas com a percepção da população local, reconhecendo a insegurança percebida como indicador relevante para orientar políticas públicas mais eficazes. A participação social ocorre, entre outros meios, pelo Formulário de Coleta Estruturada de Dados (FCE/CPTED), que permite mapear a visão de moradores, trabalhadores e usuários dos espaços sobre insegurança, qualidade urbana e situações de desordem. No âmbito das políticas públicas, o DIS foi criado para atuar de forma transversal e contínua, com foco na formulação de ações governamentais, com base em diagnósticos técnicos integrados, implementação de medidas preventivas, por meio de planos de ação pactuados entre órgãos e no monitoramento e a avaliação permanente das intervenções realizadas nos territórios. A participação social ocorre, entre outros meios, pelo Formulário de Coleta Estruturada de Dados (FCE/CPTED), que permite mapear a visão de moradores, trabalhadores e usuários dos espaços sobre insegurança, qualidade urbana e situações de desordem A portaria também define instrumentos técnico-operacionais para garantir que o diagnóstico gere consequência prática no território, com organização, acompanhamento e definição clara de responsabilidades. Marco técnico A SSP-DF destaca que o DIS/CPTED está alinhado às legislações vigentes, reforçando o compromisso com segurança pública preventiva, humanizada e baseada em evidências, em consonância com princípios como dignidade humana, inclusão social, legalidade e a vedação de práticas de arquitetura hostil. O assessor técnico, Paulo Scarvadoni, que integra a área técnica da Assessoria de Prevenção Territorial e Ambientes Seguros (APTAS), que é responsável pela sistematização metodológica, reforça o papel estruturante do diagnóstico. “O DIS/CPTED traduz a teoria em prática. Ele permite identificar vulnerabilidades ambientais, propor soluções viáveis e acompanhar resultados, sempre respeitando os direitos humanos e a dinâmica social dos territórios.” O modelo tem sido utilizado desde 2023 em ações de prevenção à criminalidade. A reforma de passagens subterrâneas e das imediações da Catedral de Brasília são exemplos da utilização do DIS. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Aberto cadastro para imprensa operar drones durante implosão do Torre Palace

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), em coordenação com a Secretaria Nacional de Proteção da Defesa Civil, reforça que a operação de implosão do antigo Hotel Torre Palace, programada para este domingo (25), contará com um protocolo especial de segurança aérea. Será colocado em prática um protocolo de restrição de voo, proibição de drones não autorizados e ativação de sistemas antidrone para garantir a estabilidade técnica da operação, a segurança do público e a proteção das aeronaves tripuladas que atuarão na região. Como parte do planejamento, será estabelecida uma Zona de Restrição de Voo (Flight Restriction Zone — FRZ) em um raio de 500 metros, a partir do centro da edificação. Dentro deste perímetro, está terminantemente proibida a utilização de aeronaves não tripuladas (RPA/Drones) de natureza civil, particular ou recreativa. A captação de imagens aéreas durante a operação será permitida apenas para aeronaves dos órgãos de segurança pública, da empresa responsável pela demolição e para equipes de imprensa devidamente cadastradas e autorizadas. A operação dos equipamentos somente poderá ocorrer dentro de área previamente definida para decolagem e de uma zona segura de voo. “Estamos falando de uma operação de alta complexidade e com elevado rigor técnico. Qualquer interferência no espaço aéreo representa risco real à segurança das pessoas e pode comprometer a condução da atividade. Por isso, é fundamental que todos respeitem as regras estabelecidas e que os profissionais de imprensa realizem o cadastramento, garantindo uma cobertura segura e organizada”, destaca o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. A captação de imagens aéreas durante a operação será permitida apenas para aeronaves dos órgãos de segurança pública, da empresa responsável pela demolição e para equipes de imprensa devidamente cadastradas e autorizadas | Foto: Divulgação/SSP-DF Sistema antidrone Para assegurar o cumprimento da restrição e impedir invasões no perímetro de exclusão, a SSP-DF utilizará tecnologias de detecção e neutralização de drones (sistema antidrone), com atuação preventiva e capacidade de resposta imediata. A operação contará com mecanismos de interferência por radiofrequência, voltados ao bloqueio do sinal de comando de equipamentos não autorizados que tentem acessar a área restrita. Drones que invadirem o perímetro poderão sofrer perda imediata de controle, com risco de queda e retenção do equipamento. “O monitoramento será contínuo, e o perímetro estará sob vigilância técnica durante toda a ação. Drones não autorizados estarão sujeitos à neutralização do sinal, o que pode provocar a aquisição e controle e sua retenção. Por isso, o cadastramento e o cumprimento das áreas estabelecidas são indispensáveis para uma cobertura segura e sem intercorrências”, explica Marcio Lobo, técnico responsável pelo acompanhamento aéreo da operação e chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos da SSP-DF. Cadastramento obrigatório para imprensa A SSP-DF orienta que os profissionais de imprensa que desejem operar drones durante a cobertura do evento encaminhem, até esta sexta-feira (23), os dados necessários para cadastro e autorização de voo, exclusivamente para o e-mail aae.gab.sspdf@gmail.com. O documento deverá conter o nome completo e documento de identificação do operador, órgão/empresa, modelo da aeronave, número de série, nome do dispositivo e número de série de controle remoto, telefone. “Não será permitido o sobrevoo com drones não cadastrados, mesmo em caso de cobertura jornalística. A medida tem como objetivo garantir a segurança da operação e de todos os envolvidos”, finaliza Lobo. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Medalha Mérito do Conselho Comunitário de Segurança é entregue a 300 pessoas

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) realizou, nesta terça-feira (16) no auditório do Colégio Militar Tiradentes, a entrega da Medalha Mérito do Conselho Comunitário de Segurança. A honraria é destinada a reconhecer e valorizar ações relevantes desenvolvidas por membros das diretorias dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), lideranças comunitárias e servidores públicos civis e militares que contribuem diretamente para o fortalecimento da segurança pública no Distrito Federal. Ao todo, 300 pessoas foram agraciadas, sendo 178 indicações realizadas por representantes dos Consegs. Para o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, a entrega da comenda simboliza o reconhecimento institucional à participação ativa da sociedade na política de Segurança Integral. “Os Conselhos Comunitários de Segurança são parceiros estratégicos do Estado. São eles que traduzem as demandas do território, ajudam a qualificar as decisões e fortalecem a prevenção por meio do diálogo e da corresponsabilidade. Ao reconhecer publicamente essas pessoas, reafirmamos que segurança pública se constrói com participação social, confiança mútua e atuação integrada”, destacou. O secretário também ressaltou que o fortalecimento dos Consegs é uma diretriz permanente da SSP-DF. “Criamos uma subsecretaria específica para cuidar desta área, o que consolidou esse compromisso, garantindo estrutura, escuta qualificada e apoio técnico para que a comunidade participe de forma efetiva da prevenção criminal e da formulação de políticas públicas mais eficientes”, completou Avelar. Ao todo, 300 pessoas foram agraciadas, sendo 178 indicações realizadas por representantes dos Consegs | Fotos: Divulgação/SSP-DF Durante a solenidade, foram homenageados conselheiros, representantes das forças de segurança, servidores da SSP-DF e de outros órgãos do Governo do Distrito Federal, reconhecidos pelo trabalho conjunto e pelo apoio às ações de segurança nas regiões administrativas. O secretário-chefe da Casa Civil do Distrito Federal, Gustavo Rocha, que representou o governador Ibaneis Rocha e também foi um dos agraciados durante a solenidade, ressaltou a importância da medalha. "Receber a Medalha Mérito do Conselho Comunitário de Segurança reforça nosso compromisso com o fortalecimento das políticas públicas e com a segurança da comunidade. O reconhecimento simboliza um trabalho construído de forma coletiva, com diálogo, responsabilidade e compromisso com a nossa população". Paulo Vieira Monteiro, secretário executivo Institucional de Políticas de Segurança Pública, destacou o caráter participativo da honraria. “A entrega da Medalha Mérito Consegs vai além de uma homenagem: simboliza a realização de um sonho construído pela união entre comunidade e governo em favor da segurança pública e do bem-estar social. É o reconhecimento genuíno da sociedade civil àqueles que fortaleceram os Conselhos e contribuíram diretamente para uma sociedade melhor”, afirmou. Critérios Para receber a Medalha Mérito do Conselho Comunitário de Segurança, os agraciados atenderam a critérios como atuação relevante nos Consegs, inexistência de condenação criminal com trânsito em julgado, reconhecimento pelos serviços prestados à comunidade do Distrito Federal e contribuição direta para ações alinhadas aos eixos do programa DF Mais Seguro — Segurança Integral, além da realização de iniciativas concretas voltadas à prevenção e à valorização do sistema de segurança pública. Para um dos agraciados, o coordenador da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMH), da SSP-DF, Marcelo Zago, a medalha é o reconhecimento à importância dos Consegs, que são o canal entre a política de segurança pública e a população do DF. “Essa medalha fortalece a parceria entre as instituições e a sociedade. No caso da CTMHF, os dados produzidos não podem ficar estáticos; precisam gerar aplicação prática, e os Conselhos Comunitários de Segurança são a materialização desse processo, com participação da população para uma segurança pública integral e de qualidade”. Durante a solenidade, foram homenageados conselheiros, representantes das forças de segurança, servidores da SSP-DF e de outros órgãos do Governo do Distrito Federal A presidente do Conseg, Carla Oliveira, ressaltou a importância da cerimônia. "Hoje é uma honra para nós do Conseg Noroeste estar participando deste evento. Agraciamos as autoridades das forças de segurança que estão na linha de frente colaborando, tendo intimidade com a comunidade. Então nós agradecemos por essa oportunidade e reconhecemos todo o empenho e trabalho da segurança pública, da Polícia Militar do Distrito Federal, do terceiro batalhão e também da 2ª Delegacia da Polícia Civil. Nós agradecemos as forças de segurança e segurança pública é responsabilidade, é dever do Estado. Já o cabo da Polícia Militar de Goiás, Pierson Ponte, agradeceu a indicação. “Gostaria de agradecer essa comenda que eu vim aqui receber no Distrito Federal. Sou radicado em Sobradinho e o Conselho de Segurança de Sobradinho está de parabéns e que nós possamos cada vez mais melhorar essa integração na região da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride) do Distrito Federal. Muito obrigado”. Atualmente, o DF conta com 46 Consegs em funcionamento, além de três Consegs Rurais, implantados em Ceilândia, Estrutural e na região JK, entre Samambaia e Taguatinga. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Projeto Desaparecimento em Foco atua na Rodoviária Interestadual

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) participou, nessa sexta-feira (5), da segunda edição da mobilização pública do projeto Desaparecimento em Foco, promovido pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por meio do Núcleo de Direitos Humanos (NDH). A ação ocorreu na Rodoviária Interestadual de Brasília, ampliando o alcance da campanha de sensibilização iniciada na semana anterior, no Plano Piloto. Com fluxo intenso de passageiros de diversas regiões do país, o local foi escolhido estrategicamente para potencializar a divulgação de informações essenciais sobre prevenção ao desaparecimento, canais de notificação e procedimentos corretos de acionamento. Durante toda a manhã, equipes do NDH e da SSP-DF realizaram atendimentos espontâneos, conversas de orientação e distribuição de materiais informativos, reforçando que o registro de ocorrência deve ser feito imediatamente, sem a falsa exigência de aguardar 24 horas. O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, ressaltou que a atuação integrada é decisiva para reduzir o sofrimento das famílias e fortalecer a resposta institucional. “O enfrentamento ao desaparecimento de pessoas exige articulação, técnica e sensibilidade. Nenhuma instituição, isoladamente, consegue responder com a agilidade e a profundidade que esse tema demanda. Por isso, o trabalho conjunto entre a SSP-DF, o MPDFT e toda a rede de proteção é fundamental. Estamos construindo fluxos, aprimorando protocolos e qualificando nossa capacidade de prevenção e busca, sempre com foco na proteção da vida e no acolhimento das famílias”, disse. A ação ocorreu na Rodoviária Interestadual de Brasília | Foto: Divulgação/SSP-DF A promotora de Justiça Polyanna Silvares, chefe do Núcleo de Direitos Humanos do MPDFT, destacou o impacto social da iniciativa e o papel da atuação conjunta. “Nosso objetivo é conscientizar a população e demonstrar que há apoio institucional disponível. Muitas famílias não sabem por onde começar ou desconhecem que existe uma estrutura especializada capaz de agir rapidamente para buscar soluções”, afirmou. A importância da consolidação das políticas públicas voltadas ao tema foi ressaltada pelo subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública, Jasiel Fernandes. “Uma política que está apenas no papel não atende à população. Ela precisa ser concretizada na prática, baseada em evidências e dados. A integração com o MPDFT fortalece nossa capacidade de prevenir casos, orientar as famílias e qualificar a resposta do Estado.” A atuação integrada fortalece o fluxo intersetorial que envolve órgãos de segurança, justiça, assistência social e saúde, ampliando a capacidade de localizar pessoas e oferecer apoio qualificado às famílias. Desaparecimento A iniciativa do MPDFT teve como objetivo ampliar o diálogo com a sociedade, esclarecer dúvidas, apresentar canais oficiais de registro e desfazer mitos ainda persistentes sobre o tema — entre eles, a ideia equivocada de que é preciso aguardar um prazo mínimo para comunicar um desaparecimento. As ações fazem parte de um calendário permanente de sensibilização e contam com o apoio institucional da SSP-DF. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Certificação que reforça compromisso com o bem-estar animal é entregue nesta terça-feira

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) realizou, nesta terça-feira (2), a entrega da Certificação Integrada da Caravana de Proteção Animal. A iniciativa reconhece pessoas, servidores, forças de segurança, entidades públicas, protetores independentes e organizações da sociedade civil que se destacaram nas ações de enfrentamento à violência contra animais no DF. A certificação se consolida como um instrumento institucional para valorizar e perpetuar boas práticas voltadas à proteção animal no DF. O reconhecimento será concedido anualmente, em cerimônia pública, com critérios que incluem iniciativas de educação, prevenção, fiscalização, resgate e repressão aos crimes de maus-tratos. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ressaltou a importância da pauta animal na segurança pública e homenageou os idealizadores e executores da iniciativa. “Estamos aqui por uma causa nobre que se consolida não apenas pelo trabalho diferenciado dos nossos cães de operações, mas porque construímos uma segurança pública cidadã — uma segurança que ultrapassa fronteiras, dialoga com a comunidade e se aproxima, cada vez mais, das pessoas”. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ressaltou a importância da pauta animal na segurança pública e homenageou os idealizadores e executores da iniciativa | Foto: Divulgação/SSP-DF O fortalecimento da pauta animal reforça a lógica de integralidade que orienta o programa Segurança Integral, como destacou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, durante a cerimônia. “A proteção animal não é uma ação periférica: ela faz parte da construção de uma população mais humana, mais segura e mais consciente. Cada denúncia acolhida, cada animal resgatado e cada ação educativa realizada representa um avanço que só é possível graças ao trabalho integrado das forças de segurança, dos órgãos parceiros e dos protetores independentes. A Caravana e esta certificação reafirmam que segurança pública também se faz com sensibilidade, respeito e compromisso com todas as formas de vida”. O coordenador da Caravana Pet, Lací Marinho, agradeceu a contribuição à pauta. “Hoje, em nome da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, reunimos nossas vozes para celebrar algo que transcende qualquer ação isolada. Celebramos uma jornada construída coletivamente, guiada pelo respeito à vida e pela convicção de que proteger os animais é também proteger os valores mais nobres da nossa sociedade. O impacto do trabalho de vocês é imensurável, e o nosso reconhecimento alcança igualmente todas as categorias profissionais que integram essa rede de proteção”. Proteção animal no DF O DF tem se destacado nacionalmente por políticas pioneiras. A primeira edição da Caravana de Proteção Animal ocorreu em dezembro de 2024. Ela tem como objetivo integrar diferentes órgãos públicos, forças de segurança e setores da sociedade civil, mobilizando milhares de pessoas em atividades educativas e preventivas. Em 2023, foi criada a Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais (DCRA) — a primeira unidade policial do Brasil dedicada exclusivamente ao combate a maus-tratos. A medida reforçou a atuação da Polícia Civil e ampliou a capacidade de resposta do Estado diante de crimes de crueldade. Em 2024, o Governo do Distrito Federal instituiu a Secretaria Extraordinária de Proteção Animal, dedicada exclusivamente ao desenvolvimento de políticas, ações de atendimento veterinário, vacinação, controle populacional e programas de reabilitação de animais vítimas de violência. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Portaria fortalece Política Distrital de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas

Publicada nesta quinta-feira (27) no Diário Oficial do Distrito Federal, a Portaria nº 90/2025 institui, no âmbito da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), as diretrizes, ações e procedimentos para prevenção, enfrentamento, proteção, assistência, atendimento e acompanhamento de casos de pessoas desaparecidas. O documento regulamenta a Política Distrital de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas, em conformidade com o Decreto nº 47.653/2025, e consolida a execução do modelo adotado pelo DF nos últimos anos, reconhecido nacionalmente pelos índices de localização acima de 90% e pelo caráter humanizado do atendimento às famílias. A política foi publicada em setembro deste ano. Na prática, a normativa torna permanente um fluxo que já garante resultados expressivos no Distrito Federal. Entre janeiro e setembro, o DF registrou o índice de 97% de localizações — um dos melhores do país. A agilidade na comunicação entre instituições e a atuação articulada nas primeiras horas são apontadas como fatores decisivos para o sucesso. O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, reforça que a portaria transforma boas práticas em política de Estado, garantindo longevidade e proteção contínua. “A política de desaparecidos do DF é um exemplo de como a Segurança Pública pode ser humana, rápida e inteligente ao mesmo tempo. Localizar alguém é prestar socorro. É dar resposta imediata, oferecer cuidado e restabelecer vínculos afetivos interrompidos. Nosso compromisso é salvar vidas — e o Distrito Federal tem feito isso com excelência, técnica e sensibilidade.” A primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha ressalta que "os altos índices de localização mostram que a política de desaparecidos no DF se tornou uma política pública forte e eficiente. A nova portaria reforça esse caminho, garantindo mais prevenção, atendimento e acompanhamento às famílias. É mais um passo para que cada vida seja buscada com urgência e cada história tenha resposta." A agilidade na comunicação entre instituições e a atuação articulada nas primeiras horas são apontadas como fatores decisivos para o sucesso no encontro de pessoas desaparecidas | Fotos: Divulgação/SSP-DF A norma estabelece que todas as ações serão executadas de forma integrada e complementar entre as unidades da SSP-DF, garantindo alinhamento com o programa Segurança Integral e com os objetivos estratégicos da pasta. A Secretaria Executiva Institucional e de Políticas de Segurança Pública (Seinsp) passa a exercer supervisão estratégica da política, cuidando para que diretrizes e metas estruturantes sejam cumpridas com estabilidade, continuidade e governança. Já a Subsecretaria de Integração de Políticas em Segurança Pública (SUBISP) assume a coordenação situacional e operacional do tema, articulando a Rede Humanizada, acompanhando casos em curso, supervisionando planos de ação e promovendo campanhas permanentes de mobilização e sensibilização social. "Esses ajustes vão otimizar a eficiência e a gestão das ações de enfrentamento, assistência e acompanhamento de casos de pessoas desaparecidas, além de fortalecer o monitoramento previsto na Política Distrital de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas. Nosso objetivo é alinhar cada vez mais essa política às diretrizes do programa Segurança Integral e, assim, aos objetivos estratégicos da segurança pública do DF", ressalta o secretário-executivo Institucional e de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Monteiro. O documento estabelece, ainda, que a Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI) será responsável pela centralização e qualificação de dados, elaboração de diagnósticos, produção de indicadores e relatórios, além do monitoramento e avaliação de resultados — sempre em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Haverá também o desenvolvimento e manutenção de soluções de rastreabilidade, integração de bancos e interoperabilidade com sistemas nacionais pela Subsecretaria de Modernização Tecnológica (SMT). Já a Subsecretaria de Operações Integradas (Sopi) coordenará operações de busca com o CIOB e centros de comando das forças policiais, difusão de alertas e ações especiais em locais de vulnerabilidade, inclusive com possibilidade de articulação com outros entes federativos. A coleta de DNA pode ser feita a qualquer momento por familiares diretamente junto ao Instituto de Pesquisa de DNA Forense Para o subsecretário de Integração de Políticas Públicas, Jasiel Fernandes, o Distrito Federal avança ao consolidar estrutura normativa que dá clareza de funções, continuidade e base documental ao modelo. “O Distrito Federal assumiu essa responsabilidade com seriedade, técnica e humanidade. Esta portaria transforma um fluxo eficiente em política de Estado permanente, consolidando um modelo que integra forças, padroniza procedimentos, acolhe famílias e salva vidas. O DF alcançou um patamar de excelência porque atua rápido, integra instituições e acolhe as famílias desde o primeiro momento." Para casos prolongados, o DF mantém coleta voluntária e sigilosa de DNA de familiares junto ao Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA/PCDF), com inserção de perfis no banco distrital e no Banco Nacional do Ministério da Justiça. O recurso tem sido essencial para identificação civil e ampliação das possibilidades de resposta efetiva, mesmo em investigações antigas. Coleta de DNA A coleta de DNA pode ser feita a qualquer momento por familiares diretamente junto ao Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA/PCDF). Com esse material, os peritos podem realizar o exame de DNA para inclusão dos dados no banco de perfis genéticos do DF e no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). As amostras permitem o cruzamento de dados entre pessoas vivas e pessoas falecidas não identificadas. Importante ressaltar que o material é inserido no Banco de Perfis Genéticos do DF e no Banco Nacional do Ministério da Justiça, utilizado exclusivamente para identificação de pessoas desaparecidas. A coleta é gratuita, voluntária, sigilosa e fundamental para casos prolongados. Canais do IPDNA: (61) 3207-4365 / 4367/ WhatsApp: (61) 98253-8016/ ipdna-desaparecidos@pcdf.df.gov.br Divulgação responsável A SSP-DF alerta que a divulgação de fotos e informações nas redes sociais deve ser feita com responsabilidade e sempre em alinhamento com as autoridades policiais. A publicação de dados, como imagens e contatos, deve ocorrer por meio do perfil oficial @desaparecidos_df, administrado pela Subsecretaria de Integração em Políticas de Segurança Pública (Subisp) da SSP-DF, responsável pela divulgação padronizada dos templates de pessoas desaparecidas e localizadas. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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