Campanha Solidariedade Salva beneficia instituições sociais e leva apoio às comunidades
O Instituto Alimentando Vidas, o Instituto Reviver — localizado na Chácara Santa Luiza —, e a Administração Regional do Paranoá receberam doação de alimentos via campanha Solidariedade Salva, promovida pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis) e capitaneada pelo primeiro-cavalheiro do DF, Fabrício Faleiro. Esta é mais uma ação de apoio do GDF a instituições e comunidades que atuam diretamente no acolhimento e no atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade. A ação busca fortalecer o trabalho desenvolvido pelas instituições e ampliar o alcance das iniciativas voltadas à promoção da dignidade, da cidadania e da segurança alimentar. A campanha Solidariedade Salva tem se consolidado como uma importante rede de mobilização social, conectando parceiros, voluntários, empresas e instituições comprometidas com a construção de uma sociedade mais solidária e humana. A campanha Solidariedade Salva atua na segurança alimentar e no incentivo a ações sociais em equipamentos públicos | Fotos: Divulgação/Ceiis Além de contribuir para o atendimento das famílias assistidas, a iniciativa fortalece organizações e equipamentos públicos que desempenham papel fundamental nas comunidades, oferecendo acolhimento, apoio e oportunidades para pessoas que enfrentam diferentes situações de vulnerabilidade. A ação reafirma o compromisso da Ceiis com o desenvolvimento social e com a construção de políticas que aproximam o poder público das necessidades reais da população, fortalecendo parcerias e ampliando o impacto positivo das ações sociais em todo o Distrito Federal. “Cada ação solidária carrega muito mais do que alimentos; leva acolhimento, dignidade e esperança para quem enfrenta momentos difíceis”, ressalta Fabrício Faleiro. “Ver instituições sendo fortalecidas e famílias sendo alcançadas nos mostra que pequenos gestos, quando feitos em conjunto, podem gerar grandes transformações sociais.” *Com informações da Ceiis
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Câmeras reforçam segurança nos restaurantes comunitários
O objetivo da medida implementada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), por meio da adesão ao Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), executado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), é o de garantir mais segurança nos restaurantes comunitários. A iniciativa possibilita o monitoramento em tempo real de câmeras conectadas às unidades da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com o objetivo de prevenir crimes e fortalecer a segurança pública. Atualmente, quatro câmeras da SSP-DF estão em funcionamento nos restaurantes do Riacho Fundo II, Ceilândia Centro (Dj Jamaika), Recanto das Emas e Samambaia (Rorizão) desde setembro do ano passado. As imagens são transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB) e para as Centrais de Monitoramento Remoto (CMRs) da PMDF. “A expectativa é expandir gradativamente esse monitoramento para outras unidades, fortalecendo ainda mais a segurança”, destacou a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. “Estamos constantemente avaliando medidas para garantir que nossa população se sinta ainda mais segura nos restaurantes e nas demais unidades de assistência social, uma vez que milhares de pessoas frequentam esses locais”, reforçou. Em 2025, os restaurantes comunitários serviram mais de 17 milhões de refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar Também foram instalados novos pontos de câmeras nas unidades do Varjão, Paranoá, Itapoã, Sobradinho II, Planaltina, São Sebastião e Arniqueira, que passarão a monitorar os equipamentos em breve. A Sedes já emitiu ordens de serviço para a instalação de câmeras em outras sete unidades: Brazlândia, Estrutural, Gama, Samambaia-Expansão, Santa Maria e Sol Nascente. Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de segurança das próprias unidades. Cadastro Desde 2025, os restaurantes têm implementado um sistema de cadastramento de frequentadores com o objetivo de compreender melhor o perfil do público e adotar estratégias adequadas para cada grupo atendido. Entre as principais iniciativas, destacam-se o reforço na segurança e o aprimoramento dos serviços oferecidos. “A identificação é uma prática comum em diversos equipamentos públicos. Em escolas, creches, delegacias, hospitais e unidades de saúde, por exemplo, as pessoas precisam se identificar, tanto por uma questão de organização quanto de segurança. Nos restaurantes comunitários, não deve ser diferente”, observa a diretora de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Karen Moreno. Atualmente, o cadastro está sendo realizado nas unidades de Varjão, Paranoá, Itapoã, Santa Maria e Sobradinho. Até o momento, foram cadastrados um total de 20.455 usuários, o que representa uma média mensal de 1.278 registros. [LEIA_TAMBEM] Baixa renda Administrados pela Secretaria de Desenvolvimento Social, os 18 restaurantes comunitários estão localizados em centros urbanos onde há grande movimentação diária de trabalhadores de baixa renda como, por exemplo, as áreas centrais das cidades. A estrutura física dos equipamentos é mantida por empresas contratadas para a prestação do serviço continuado de alimentação e nutrição. Em 2025, foram servidas mais de 17 milhões de refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar, um salto quando comparado com 2019, quando foram servidas 6 milhões. O incremento significativo só foi possível graças a medidas do GDF que qualificaram a política pública dos restaurantes comunitários, contribuindo para que o Distrito Federal fosse, pela segunda vez consecutiva, primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome. Atualmente, 17 restaurantes dos 18 restaurantes servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50). O objetivo é garantir alimentação saudável a preços acessíveis, respeitando as características culturais e os hábitos alimentares da região. *Com informações da Sedes-DF
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DF sedia encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos
O Distrito Federal sediou, nesta quinta-feira (7), no Espaço Sedes Colab, na 515 Norte, o encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos. Com o tema "Erradicar a fome e garantir direitos com comida de verdade, democracia e equidade", o evento teve como objetivo atualizar as metas pactuadas na última conferência, realizada em 2023, além de debater o andamento das propostas que constam no Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional (PDSAN), que completa dois anos. Cerca de 100 pessoas, a maioria representantes da sociedade civil, participaram do evento promovido pelo Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Consea-DF), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e apoio da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-DF). “Esse encontro a cada dois anos pós-conferência foi uma demanda do Consea Nacional e está sendo realizado em todo o país nos estados e municípios que compõem a rede. É uma oportunidade de avaliar o que já foi feito e estabelecer diretrizes e metas mais próximas da realidade para os próximos dois anos, que é quando será realizada uma nova Conferência Nacional. Para nós, como governo, é fundamental ter mais esse espaço de diálogo com a sociedade civil para aprimorar as nossas políticas públicas”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal interina, Jackeline Canhedo. No encontro, também foram eleitos três delegados que vão representar o DF no evento nacional, que será promovido pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) entre os dias 8 e 10 de junho. Cerca de 100 pessoas, a maioria representantes da sociedade civil, participaram do evento | Foto: Divulgação/Sedes-DF “O objetivo desse encontro é exatamente analisar o que foi decidido na última conferência do Distrito Federal dois anos depois. Por isso, esse nome. Na conferência, nós aprovamos as propostas para elaboração do IV Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional. Então, vamos analisar o que foi feito em 2024 e 2025 e propor 2026 e 2027 dentro daquelas propostas que já existiam. Por exemplo, na última conferência propusemos a ampliação da cesta verde, que ainda precisa avançar. A gente propôs uma meta que foi atingida, que é o aumento do número de restaurantes comunitários. A ampliação do Cartão Prato Cheio foi atingida em parte. O programa de alimentação escolar já teve uma ampliação grande do recurso vindo do próprio DF. Então, você tem algumas metas que foram atingidas, outras ainda não”, explica a presidente do Consea-DF, Albaneide Peixinho. Encontro distrital O Encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos foi dividido em três momentos: o primeiro para situar os participantes sobre o cenário no DF, com a mostra de experiências exitosas, apresentação do Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional no DF e do monitoramento do IV PDSAN; o segundo com a divisão e discussão em cinco grupos de trabalho; e a Plenária Final com a aprovação das propostas que serão levadas ao encontro nacional e dos delegados. Os grupos de trabalho foram divididos com base nos eixos temáticos na conferência, englobando os temas Vigilância Alimentar, Saúde e Nutrição, Acesso à Alimentação e Gestão Pública; Produção, Abastecimento e Agricultura Familiar; Saneamento, Gestão de Resíduos e Sustentabilidade Ambiental; e Direito à Alimentação, Equidade e Participação Social. O Consea-DF é composto por dois terços de representantes da sociedade civil e um terço de representantes governamentais. A presidência é exercida por um representante da sociedade civil, indicado entre os seus membros e designado pelo governador do DF. O conselho tem caráter consultivo e integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), responsável pela gestão intersetorial de políticas públicas e a articulação entre as três esferas de governo (federal, estadual e municipal), com a participação social da sociedade, para a implementação e execução das políticas de segurança alimentar e nutricional. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)
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Restaurante Comunitário da Estrutural amplia oferta e passa a servir três refeições diárias
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) reabriu o Restaurante Comunitário da Estrutural nesta quinta-feira (26). O equipamento passou por renovações e benfeitorias para qualificar o atendimento e receber a população em um ambiente confortável. A unidade passa a ofertar as três refeições diárias, café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) pelo valor total de R$ 2. A estimativa é que sejam servidas cerca de um milhão de refeições por ano na unidade, superando as 665 mil refeições servidas em 2025. Localizado na Ǫuadra 14, Área Especial, Vila Estrutural, ele se junta às outras 17 unidades dos restaurantes comunitários do DF com funcionamento diário, incluindo domingos e feriados. Entre as melhorias do restaurante, estão paredes pintadas e calçadas novas | Foto: Divulgação/Sedes-DF [LEIA_TAMBEM]Para atender à nova demanda, o Restaurante Comunitário da Estrutural teve pisos, telhado, forro, parte elétrica e hidráulica renovados. As paredes foram pintadas, a cozinha e os banheiros contam com novos equipamentos e a parte externa recebeu calçadas, placas e recursos de acessibilidade. A unidade não tinha uma melhoria estrutural desse porte há 17 anos. O investimento total foi de R$ 4,6 milhões. “A população da Cidade Estrutural precisava de um atendimento à altura da sua procura pelo serviço. Agora, a comunidade vai contar com três refeições diárias e atendimento aos domingos e feriados. E o melhor, num espaço completamente renovado que não tinha uma grande modernização desde sua inauguração”, comemorou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Sedes-DF
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Representantes das Nações Unidas visitam Restaurante Comunitário do Varjão para conhecer como são feitas as refeições
Representantes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil visitaram, nesta quarta-feira (24), o Restaurante Comunitário do Varjão para conhecer o programa e como é realizada a oferta de refeições nos equipamentos. Localizado na Quadra 08 conjunto F lote 01, o restaurante oferece cerca de 2.400 refeições por dia, incluindo café da manhã, a R$ 0,50; almoço, a R$ 1; e jantar, a R$ 0,50. O assistente administrativo da FAO Brasil, Pedro Gonçalves, a coordenadora de projetos de cooperação internacional, Adriana Calderan Gregolin, e o coordenador técnico da área de produção e nutrição da FAO Brasil, João Junior, conheceram as instalações do restaurante, a cozinha e almoçaram no local, além de receber informações sobre o programa Restaurante Comunitário e sobre a política de segurança alimentar e nutricional do Governo do Distrito Federal (GDF). A oferta de refeições balanceadas a preços acessíveis é um modelo de boas práticas na área de segurança alimentar | Fotos: Renato Raphael/Sedes “A política de segurança alimentar e nutricional do DF é considerada referência no país. Por isso, estamos recebendo visita técnica da FAO, que é o órgão das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. O fato de estarmos sendo notados por um organismo internacional é um reconhecimento da importância do programa Restaurante Comunitário, e de que a oferta de refeições balanceadas a preços acessíveis é um modelo de boas práticas na área”, comemora a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. No cardápio desta quarta-feira: dobradinha ou omelete de forno, batata-doce sauté, salada, arroz e feijão e, de sobremesa, pudim. Dos 18 restaurantes comunitários, 15 já oferecem as três refeições principais do dia (café da manhã, almoço e jantar), ao custo total de R$ 2, e abrem todos os dias, de domingo a domingo. [LEIA_TAMBEM]"A importância é podermos conhecer como funciona, conhecer na prática uma política pública do Distrito Federal que tem uma relação direta com a missão que a FAO tem, que é a segurança alimentar", destaca a coordenadora de projetos de cooperação internacional da FAO Brasil, Adriana Calderan Gregolin. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) é uma agência das Nações Unidas que tem como uma de suas funções liderar e articular os esforços internacionais para acabar com a fome. De acordo com a própria FAO, o objetivo da organização é alcançar a segurança alimentar de todos e garantir que as pessoas tenham acesso regular a alimentos de alta qualidade, suficientes para levar-se uma vida ativa e saudável. *Com informações da Sedes
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Força-tarefa da Vigilância Sanitária reforça segurança alimentar em bares e restaurantes
A Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde (SES-DF) tem intensificado as fiscalizações com o objetivo de garantir a saúde e a segurança da população do Distrito Federal. A atuação constante do órgão tem como foco identificar riscos sanitários e promover adequações nos estabelecimentos que lidam com o público, especialmente em datas de maior fluxo. Antes do Dia das Mães, a Vigilância Sanitária fiscalizou mais de 300 restaurantes em diversas regiões da capital. A ação teve como objetivo assegurar boas práticas de higiene, manipulação de alimentos e o correto funcionamento das instalações, prevenindo possíveis danos à saúde dos consumidores. Na ação para o Dia das Mães, mais de 30 restaurantes foram autuados pela Vigilância Sanitária por irregularidades como armazenamento inadequado de alimentos | Fotos: Sandro Araújo Somente nessa operação, 33 estabelecimentos foram autuados por irregularidades como armazenamento inadequado de alimentos, estrutura física comprometida e ausência de documentação obrigatória. Além disso, três locais foram interditados por representar risco iminente à saúde pública. Os fiscais também passaram orientações aos responsáveis pelos estabelecimentos, reforçando as normas sanitárias vigentes. A empresária e dona de restaurante Andréa Ferrandini conta que viu a ação com bons olhos. “Essa atuação da Vigilância é essencial para mantermos os padrões de qualidade. Ela nos orienta, nos protege e fortalece a confiança dos nossos clientes. O empresário precisa ter responsabilidade com a saúde pública”, destaca ela, que tem 25 anos de experiência no ramo. A população pode denunciar estabelecimentos para a Vigilância Sanitária via portal ParticipaDF ou por telefone | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF [LEIA_TAMBEM] A diretora da Vigilância Sanitária da SES-DF, Márcia Olivé, explica que a ação também respondeu a denúncias registradas via portal Participa DF e telefone 162. “De janeiro até 28 de abril deste ano, realizamos 155 vistorias em restaurantes a partir de demandas da população. Os principais problemas envolveram más condições de higiene, presença de pragas, como baratas e formigas, além de suspeitas de intoxicação alimentar”, pontua. Próximas ações As próximas operações já estão programadas para o Dia dos Namorados, com foco na fiscalização de motéis, e para o período de festas juninas, quando serão inspecionados eventos e estabelecimentos que comercializam alimentos típicos, com o objetivo de garantir a segurança sanitária dos frequentadores. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Restaurantes Comunitários ampliam oferta de refeições e reforçam segurança alimentar da população do DF
O Governo do Distrito Federal (GDF) vem fortalecendo a segurança alimentar e nutricional na capital federal por meio dos restaurantes comunitários. Desde 2019, a política pública foi reforçada com a inauguração de novas unidades, a redução do preço do almoço e a ampliação das refeições e dos dias de atendimento. As medidas visam assegurar à população do DF o acesso regular a uma alimentação saudável, balanceada e de baixo custo. Entre as primeiras ações de reforço da política pública está a redução do valor do almoço em todas as unidades. A refeição, que chegou a custar R$ 3, hoje, é oferecida ao preço de R$ 1. Treze restaurantes comunitários funcionam atualmente todos os dias, incluindo feriados, com a oferta de café da manhã e jantar pelo valor de R$ 0,50 cada | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Também foi feito um trabalho de expansão do número de restaurantes. Foram inauguradas por este GDF quatro unidades nas regiões de Arniqueira, Sol Nascente/Pôr do Sol, Varjão e Samambaia Expansão, totalizando 18 equipamentos públicos que servem, juntos, cerca de 1,4 milhão de refeições por mês. Outro avanço foi a ampliação do cardápio e do atendimento dos espaços. Atualmente, 13 restaurantes comunitários funcionam de domingo a domingo, incluindo feriados, com a oferta de café da manhã e jantar pelo valor de R$ 0,50 cada. Nessas unidades, a população tem acesso a três refeições pelo total de apenas R$ 2. Com o objetivo de atingir ainda mais pessoas, em 2020, durante a pandemia, o governo garantiu a pessoas em situação de rua o direito de alimentação sem custo nas unidades. Hoje, a população de rua pode ter acesso a qualquer uma das refeições disponíveis nos restaurantes comunitários de forma gratuita. Promoção da dignidade Os restaurantes comunitários têm papel fundamental na promoção de dignidade e da saúde Mais do que ofertar alimentação, os restaurantes comunitários têm papel fundamental na promoção da dignidade e da saúde da população em situação de vulnerabilidade. Todas as refeições são elaboradas por nutricionistas vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) – servidores nomeados pela primeira vez na pasta a partir de 2020 – para oferecer qualidade e equilíbrio alimentar a quem mais precisa, reforçando o compromisso do GDF com o direito à alimentação adequada. Além disso, as unidades ainda promovem interação social com ações de educação alimentar e nutricional e refeições temáticas em datas comemorativas, como Semana Santa e Natal, com direito a cardápio exclusivo e apresentações culturais.
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