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acolhimento a pessoas em situação de rua

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Ação acolhe população em situação de rua nesta sexta-feira em Ceilândia e no Plano Piloto

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 15 endereços distintos em Ceilândia e no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta sexta-feira (26), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.    Durante a semana, foram feitas abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação em Ceilândia:  1.  ST. M, CNM 1, nos fundos do Restaurante Comunitário de Ceilândia;  2.  QNM 15, lote ao lado do  8º BPM;  3. Extensão da Avenida Elmo Serejo. Pontos de ação no Plano Piloto: 1. Proximidades da Torre de TV;  2. Torre de TV, subsolo;  3. Setor Comercial Sul;  4. Eixo Rodoviário Sul (Eixão);  5. Entre o complexo CBMDF e o Terminal Asa Sul;  6. Praça da Estação, em frente aos novos empreendimentos;  7.  Rodoviária Interestadual;  8. Canteiro central da Epia, em frente à Primetek;  9. Mata entre a Abin e Rodoviária;  10. Canteiro central da Epia, em frente à concessionária Jeep;  11. Canteiro central da Epia, por trás da parada de ônibus próxima à concessionária Jeep;  12. Próximo ao ponto de captação de água da Adasa.  *Com inforamções da DF Legal   

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Ação acolhe população em situação de rua no Plano Piloto neste fim de semana

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 22 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (20), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nesta semana pra mapear público que será atendido e suas demandas | Foto: Agência Brasília A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes.   No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas.   Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (20) e domingo (21): 1. Via N2, próximo à 5ª DP; 2. Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB; 3. Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5; 4. SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; 5. SGAN 913, entre o Colégio Anjo da Guarda e a mesquita; 6. SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus; 7. Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte; 8. SHCNW 302, interior da torre abandonada; 9. Setor Comercial Sul; 10. Eixo Rodoviário Sul (Eixão); 11. Entre as quadras 202/203, próximo ao campo de terra e estacionamento da estação de metrô; 12. Entrequadra SQS 303/304, área verde; 13. SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos; 14. Centro Pop 903 Sul; 15. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e da 702 à 705; 16. Entre o complexo CBMDF e o Terminal Asa Sul; 17. Praça da Estação, em frente aos novos empreendimentos; 18. Canteiro central da Epia, em frente à Primetek; 19. Rodoviária Interestadual; 20. Mata entre a Abin e Rodoviária; 21. Canteiro central da Epia, em frente à concessionária Jeep; 22. Canteiro central da Epia, por trás da parada de ônibus próxima à concessionária Jeep.  *Com informações da DF Legal    

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Tem ação de acolhimento da população em situação de rua nesta 3ª no Plano Piloto e em Planaltina

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 25 endereços distintos no Plano Piloto e em Planaltina. A ação está prevista para ter início às 9h desta terça-feira (16), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Durante a ação de acolhimento, as pessoas  em situação de rua receberão oferta de diversos em áreas, como saúde, assistência social e orientação sobre cuidados com animais domésticos | Foto: Divulgação/DF Legal As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizarão abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto: 1. Eixo Rodoviário Norte (Eixão); 2. SQN 116, entrada da quadra; 3. Entre o Eixo W e o Eixão (em frente 115/116 Norte); 4. Final do calçadão da Asa Norte, beira do lago; 5. DF-004, em frente Deck Norte; 6. SQN 416 bloco M/Via L2; 7. SQN 216, ao lado do bloco A e B; 8. L3 Norte, altura da 611 e adjacências; Pontos de ação em Planaltina:  1. Ao lado do Cemitério — SOF Conjunto C/D Lote 344; 2. Próximo ao Setor de Oficinas; 3. Ao lado da via oposta — SOF Quadra 1 Conjunto 1B, Jardim Roriz; 4. Área Pública em frente à Quadra 7 SRL, Jardim Roriz; 5. Quadra 6, Conjunto 6H, SRN-A — Jardim Roriz, ao lado da Escola Classe 13; 6. Próximo à Quadra 7 do Jardim Roriz, última entrada; 7. SRN Jardim Roriz, próximo à Quadra 1, Conjunto 2I; 8. Próximo ao viaduto da BR-020; 9. Parque Ecológico Sucupira; 10. Próximo ao Hipermercado Dia a Dia; 11. Próximo ao muro do Parque de Serviço — SOF; 12. Atrás da antiga garagem da Piracicabana; 13. Próximo ao Comper; 14. Restaurante Comunitário de Planaltina; 15. Próximo às entrequadras 10/20, Buritis II; 16. Próximo ao Centro de Ensino Especial 1; 17. Quadra 2, Conjunto 2I, Lote 48. *Com informações da DF Legal

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Guia fortalece integração entre saúde e assistência social no atendimento à população em situação de rua

As Secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e de Saúde (SES) lançaram nesta terça-feira (2), por meio de uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Brasília), o novo Guia Intersetorial para Integração dos Serviços de Saúde e Proteção Social às Pessoas em Situação de Rua no Distrito Federal. O documento servirá como instrumento de apoio a ser utilizado por profissionais da rede de saúde e assistência social, contendo a relação dos serviços oferecidos nas duas áreas, fluxos integrados de atendimento e unidades que existem no DF. Ao longo da elaboração, foram realizadas oficinas presenciais e virtuais conduzidas pelo Núcleo de Populações em Situação de Vulnerabilidade e Saúde Mental na Atenção Básica (Nupop) da Fiocruz Brasília, com gestores, técnicos e profissionais que atuam diretamente no cuidado e na assistência às pessoas em situação de rua. “O lançamento deste guia representa um avanço importante na articulação entre as políticas públicas. Quando assistência social e saúde atuam de forma integrada, conseguimos oferecer um atendimento mais qualificado, humanizado e eficiente às pessoas em situação de rua, respeitando suas necessidades e fortalecendo a garantia de direitos. O diálogo direto com profissionais envolvidos no cotidiano do cuidado à população em situação de rua permitiu detalhar instrumentos de aplicação prática para as equipes”, enfatizou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. O objetivo, a partir de agora, é que sejam realizadas novas oficinas para orientar os profissionais sobre a operacionalização do guia e analisar a efetividade da ação | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF “Esse guia parte do princípio de que o cuidado com a população em situação de rua é intersetorial, indissociável entre saúde e assistência. E nós precisávamos aperfeiçoar essas relações entre as políticas. A Sedes vem numa relação institucional com a Fiocruz e com a Secretaria de Saúde muito fortalecida nos últimos anos, porque a pandemia mostrou que a atuação precisava ser integrada. Esse guia também está previsto no Plano de Ação para Política Distrital da População em Situação de Rua, que é um plano intersetorial”, explica o coordenador de Proteção Social Especial de Alta Complexidade da Sedes, Felipe Areda. Segundo o coordenador de Atenção Primária à Saúde da SES, Afonso Abreu Mendes Junior, o novo guia traz ferramentas para profissionais e gestores “atuarem de forma mais integrada, humana e resolutiva. A população em situação de rua exige uma complexidade de demandas e nenhuma complexidade dessas demandas é atendida se a gente não valorizar a intersetorialidade. Então, esse guia nasce dessa compreensão de que nenhum setor sozinho vai conseguir atender a demanda de saúde da população em situação de rua. O guia intersetorial ficará disponível nas unidades de saúde, nas unidades socioassistenciais, com as equipes de Consultório na Rua, das Unidades Básicas de Saúde e com a abordagem social”, detalha o coordenador. A ideia é que, a partir de agora, sejam realizadas novas oficinas para orientar os profissionais sobre a operacionalização do guia e analisar a efetividade da ação. “O guia não será somente um documento que estará publicado em PDF. Nós vamos levar o guia para a vida das pessoas que estão em situação de rua, para o dia a dia das equipes, para poder, a partir da discussão de casos concretos, verificar se esse guia que a gente propôs, de fato, está ajudando as equipes a qualificar esse processo de trabalho e atender melhor a população em situação de rua do DF. Teremos esses encontros, que chamamos de ‘intervisão” que vão ocorrer, à princípio, em Taguatinga e no Plano Piloto, que são as regiões que têm, ao mesmo tempo, Centro Pop, Consultório na Rua e o Cidadania Pop Rua, porque um outro parceiro do projeto é o Ministério de Direitos Humanos e Cidadania”, complementa o coordenador-técnico do Nupop, da Fiocruz Brasília, Marcelo Pedra. Construção Ao longo da elaboração, foram realizadas cinco oficinas presenciais e cinco reuniões virtuais com gestores, técnicos e profissionais que atuam diretamente no cuidado e na assistência às pessoas em situação de rua Um dos principais diferenciais do Guia é a sistematização de fluxos intersetoriais que orientam o atendimento e o encaminhamento de casos envolvendo crianças e adolescentes, mulheres e gestantes, pessoas idosas, população LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, usuários de álcool e outras drogas, situações de violência, saúde mental e processos de desospitalização, entre outros. De acordo com Marcelo Pedra, o papel da Fiocruz foi viabilizar e qualificar essa integração entre as áreas que atendem população em situação de rua. “O Colaboratório Nacional Pop Rua do Nupop é um projeto que está em 14 capitais do Brasil, e tem um polo aqui Distrito Federal, que vai qualificando os processos de trabalho das equipes que atuam com a população em situação de rua. Então, esse polo fez uma primeira provocação para construirmos uma agenda que juntou todos os serviços do DF, SUS [Sistema Único de Saúde] e SUAS [Sistema Único de Assistência Social], para construir fluxos e pensar qual é a melhor maneira de atender, por exemplo, uma mulher gestante que está em situação de rua, uma pessoa com problema de saúde mental, uma pessoa que tenha problema na relação com álcool e outras drogas, criança e adolescente, idosos. Enfim, são 11 fluxos que a gente criou. Hoje, lançamos o guia que apresenta esses fluxos, e também um conjunto de conceitos, além de uma agenda de intervisões”, reitera. Ao longo da elaboração, foram realizadas cinco oficinas presenciais e cinco reuniões virtuais com gestores, técnicos e profissionais que atuam diretamente no cuidado e na assistência às pessoas em situação de rua. As oficinas permitiram o alinhamento conceitual e a construção coletiva de fluxos integrados de atendimento, considerando as múltiplas vulnerabilidades enfrentadas por essa população.   *Com informações da Sedes-DF

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Acolhe DF encaminha pessoas em situação de rua para comunidades terapêuticas e abre caminho para novas histórias

Na mochila de Antônio (nome fictício) cabiam apenas um par de roupas, alguns trocados e a vontade de recomeçar. Serralheiro de profissão e adestrador de cavalos por vocação, o rapaz está determinado a deixar para trás uma vida marcada pelo encontro com as drogas e pela dor da separação da família. “Meu maior sonho hoje é sair das drogas. Eu estou dando o primeiro passo e o apoio do governo vai me ajudar muito nesse objetivo”, disse, ao lado de outros sete colegas em situação de rua do Hotel Social, que aceitaram voluntariamente o acolhimento proposto pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em uma comunidade terapêutica conveniada. Antônio (nome fictício) aceitou o acolhimento proposto pelo GDF para iniciar sua luta contra as drogas: "Eu estou dando o primeiro passo e o apoio do governo vai me ajudar muito nesse objetivo” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A iniciativa faz parte do Acolhe DF, coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), que oferece tratamento de até 12 meses a pessoas em situação de rua com dependência química. O programa reúne equipes multiprofissionais de saúde, assistência social, cidadania e educação em um trabalho que combina acolhimento e dignidade. Desde julho, quando foi reestruturado pelo Decreto nº 47.423, já foram realizadas mais de 300 abordagens, e cerca de 50 pessoas aceitaram ser encaminhadas para uma das seis comunidades terapêuticas conveniadas. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o Acolhe DF é hoje uma referência nacional. “O programa garante que pessoas em situação de rua encontrem no Estado a força que faltava para dar o pontapé e sair desse momento. É uma chance real de reescrever uma nova história e salvar vidas”, afirma. Ela lembra ainda que a inauguração do Hotel Social, em julho, ampliou a adesão do público ao permitir o pernoite junto aos animais de estimação, o que tem facilitado o trabalho de busca ativa feito pelas pastas do GDF. O secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua no Distrito Federal, aponta que a transferência dos acolhidos para uma comunidade terapêutica é uma mostra da integração das iniciativas do GDF para esse público. “Dentro da Política Distrital para a População em Situação de Rua, o Acolhe DF reforça nosso compromisso de unir saúde, assistência social e cidadania em um trabalho verdadeiramente integrado. Esse programa mostra que é possível desenvolver políticas públicas efetivas quando diferentes áreas do governo atuam de forma articulada e com sensibilidade. Cada encaminhamento, cada atendimento, é uma chance de transformar uma realidade e abrir caminhos para que essas pessoas tenham um futuro mais digno e com novas oportunidades de reintegração social”, reforça Gustavo Rocha. A chegada ao Centro de Reintegração Deus Proverá (CRDP), em Planaltina, representa mais do que um tratamento: é o início de um processo de reconstrução. Lá, os acolhidos recebem acompanhamento terapêutico, participam de atividades de formação, têm acesso a cuidados de saúde e oportunidades de capacitação para retornar ao mercado de trabalho. “O grande desafio é convencê-los a aceitar e mostrar que essa é uma boa opção para eles, porque muitos ainda estão sob efeito das substâncias quando a gente aborda. Por isso voltamos duas, três vezes, até que estejam lúcidos e dispostos. O acolhimento só acontece de forma voluntária”, explica o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus, Diego Moreno. Marcela Passamani, titular da Sejus-DF: “O governo tem avançado para oferecer não só tratamento, mas também qualificação profissional, vagas de emprego e moradia digna” Com o apoio e as políticas públicas traçadas pelo GDF, histórias como a de Antônio ganham cada vez mais visibilidade. É o caso de Patrick Rodrigues, de 31 anos, hoje estudante universitário. Ele testemunha que a mudança é possível: “Cheguei aqui com a vida destruída, estava em situação de rua, no uso e abuso de álcool e drogas. Hoje sou voluntário do centro, faço faculdade e tenho como propósito de vida cuidar das pessoas, assim como fui cuidado um dia, aqui neste mesmo lugar”. A secretária Marcela Passamani reforça que esse é apenas o começo. “O governo tem avançado para oferecer não só tratamento, mas também qualificação profissional, vagas de emprego e moradia digna. É um conjunto de políticas públicas voltadas a devolver autonomia e cidadania às pessoas em situação de rua”, destaca. Patrick Rodrigues, ex-dependente químico: “Hoje sou voluntário do centro, faço faculdade e tenho como propósito de vida cuidar das pessoas, assim como fui cuidado um dia, aqui neste mesmo lugar” Hotel Social O primeiro equipamento permanente da capital da República destinado ao pernoite de pessoas em situação de rua prestou mais de 3,1 mil atendimentos desde a inauguração, em 23 de julho, até o último dia 18. Criado e mantido pelo GDF, o Hotel Social garante noites de sono tranquilas, com segurança e conforto, para pessoas de todas as idades, acompanhadas de seus animais de estimação. O serviço funciona das 19h às 8h e oferece 200 vagas para pernoite, incluindo banho quente e duas refeições — jantar e café da manhã. Também são disponibilizados ônibus para quem deseja chegar ao hotel, saindo do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop), na Asa Sul. Em menos de um mês, o Hotel Social já prestou mais de 3,1 mil atendimentos, oferecendo um local confortável para dormir, além da possibilidade de tomar um banho quente e fazer duas refeições Política pública integrada Sob coordenação do secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, o Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF promoveu visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. [LEIA_TAMBEM]Em 27 de maio de 2024, o Executivo local tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Já foram contempladas regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira. Além do Hotel e do Acolhe DF, desde 2022 o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação Contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas neste ano, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais. Esse público também tem direito a refeições gratuitas em todos os restaurantes comunitários. Café da manhã, almoço e jantar são oferecidos sem custo. O número de refeições servidas a pessoas em situação de rua subiu de 200 mil em 2021 para 1,2 milhão em 2024.

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Abrigo do GDF contra o frio já fez mais de 4,6 mil atendimentos de pessoas em situação de rua

Desde sua abertura, em maio deste ano, o abrigo provisório para pessoas em situação de rua, instituído pelo Governo do Distrito Federal (GDF), já contabiliza mais de 4,6 mil atendimentos e 176 acolhimentos de pets. Instalado no ginásio do Centro Integrado de Educação Física (Cief), na 907 Sul, o espaço funciona todos os dias, das 19h30 às 6h, com capacidade máxima para 110 pessoas. No local, são oferecidos jantar e café da manhã, colchões, cobertores limpos, banho quente, kit de higiene e casacos, por meio da Campanha do Agasalho Solidário – iniciativa coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. Também há atendimento socioassistencial e duas tendas da Defesa Civil, especialmente voltadas para mulheres e crianças. Os portões do abrigo fecham às 22h ou antes, em caso de lotação. Além de contar com colchões e cobertores limpos, o abrigo oferece jantar e café da manhã ao público em situação de rua | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A Casa Civil tem trabalhado em diferentes frentes, articulada com diversos órgãos do GDF, para disponibilizar acolhimento a pessoas em situação de rua. “Atuamos para garantir que as ações sejam coordenadas, efetivas e respeitosas, oferecendo alternativas de acolhimento e proteção social”, destaca o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. Ele salienta que Ceilândia, uma das regiões mais populosas e diversas do DF, é uma das contempladas com o projeto. “Estamos levando uma resposta concreta a uma realidade complexa, com foco na dignidade das pessoas e na efetivação de políticas públicas que vão além da emergência – mirando reinserção, cuidado e cidadania”, acrescenta o secretário. O GDF também vai inaugurar, em breve, o primeiro hotel social permanente. O espaço, localizado na área central de Brasília, será destinado ao pernoite de pessoas em situação de rua, com 200 vagas. Será o único em atividade no país a receber também animais de estimação. [LEIA_TAMBEM]Agasalho Solidário No sábado (5), Brasília registrou a temperatura mais baixa do ano: 8,4 ºC. Para esta semana, a mínima deve chegar a 9 ºC, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Com o frio intenso, o GDF reforça a mobilização e promove a 6ª edição da Campanha do Agasalho Solidário. Podem ser doados casacos, mantas, meias, toucas, gorros e calçados em bom estado, para todos os públicos e idades. Os donativos devem ser entregues até 17 de julho, de preferência em sacos plásticos transparentes, identificados com tipo, tamanho e público da peça, o que facilita a triagem e distribuição. “Nossa intenção é proporcionar o mínimo de dignidade para essas pessoas: uma noite quente, uma alimentação adequada. Também é uma forma de viabilizar o acesso dessas pessoas à rede de proteção social do GDF”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Onde doar Os pontos de coleta estão distribuídos em locais estratégicos, como o Palácio do Buriti, secretarias, administrações regionais e outros órgãos do GDF. Para mais informações, acesse as redes sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais ou entre em contato pelo WhatsApp (61) 99195-4079.

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Ação de acolhimento a pessoas em situação de rua ocorre nesta quinta (5) e na sexta (6) em Ceilândia

O Governo do Distrito Federal (GDF) realiza, nesta quinta (5) e na sexta-feira (6), uma ação de acolhimento e assistência a pessoas em situação de rua em Ceilândia. A abordagem está prevista para começar às 9h e vai percorrer 15 locais da região com oferta de serviços nas áreas de saúde, educação, assistência social e habitação, entre outras. Nesta quinta (5) e na sexta (6), o GDF realiza ação de acolhimento a pessoas em situação de rua em Ceilândia | Foto: Agência Brasília A iniciativa envolve um esforço conjunto de diversos órgãos, como as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), Segurança Pública (SSP-DF), Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal). Também participam o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e o Conselho Tutelar. Além dos atendimentos sociais, serão oferecidas orientações sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como o auxílio para deslocamento interestadual. Pessoas sem condições de pagar aluguel poderão receber um auxílio financeiro excepcional no valor de R$ 600. Vagas em abrigos, inscrições em programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para acesso a moradias também estarão disponíveis. Após os atendimentos, a DF Legal fará o desmonte das estruturas ocupadas, com transporte dos pertences para o local indicado pelo morador. Caso não haja definição imediata, os objetos serão levados ao depósito da pasta, onde poderão ser retirados sem custo em até 60 dias. [LEIA_TAMBEM]Durante a semana, as secretarias já vinham realizando abordagens e atendimentos prévios, com o mapeamento do público e levantamento das principais demandas. Pontos de atendimento · CNM 1, nos fundos do Restaurante Comunitário; · QNN 36, Conjunto A, no beco próximo ao Colégio Caic Bernardo Sayão, em Ceilândia Sul · Avenida Hélio Prates, no canteiro central em frente ao Corpo de Bombeiros · EQNP 12/16, no P Sul, nas imediações do supermercado Veneza · QNN 05, na lateral do Conjunto K · QNN 11, em frente ao Residencial Douro, Lotes 27/29 · QNN 13 · QNN 25/QNN 39 · QNO 10, próximo ao Colégio Caic Professor Anísio Teixeira · QNM 10, Conjunto C / QNO 02, na lateral do canteiro central · QNO 12, na área especial G · EQNO 13/15, nos fundos do Bloco C, Setor O · SDMC Q 16, no Setor de Material de Construção · QI 21, na lateral do Lote 02/04, Setor de Indústria · QI 21, Lote 01, na lateral da área pública do Setor de Indústria *Com informações da DF Legal

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Asa Norte recebe ação coordenada que promove acolhimento a pessoas em situação de rua

Nesta quinta-feira (20), as ações de acolhimento que integram o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua ocorreram na Asa Norte, coordenadas pela Casa Civil do Governo do Distrito Federal (GDF). Durante a atuação, sete pessoas foram atendidas e receberam ofertas de serviços públicos nas áreas de saúde, qualificação e emprego, moradia e acolhimento. Nos quatro pontos alcançados pela operação, cinco estruturas precárias foram removidas e dois caminhões de entulho foram utilizados para recolher os materiais inservíveis e encaminhá-los para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Cinco estruturas precárias foram removidas, e dois caminhões de entulho foram utilizados para recolher os materiais inservíveis | Foto: Agência Brasília Os trabalhos envolvem as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), de Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar. Durante as abordagens, as equipes do GDF oferecem diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual – além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e cadastro para unidades habitacionais. Capital pioneira O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), das ações de abordagem à população de rua no último ano. Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos.

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Ação de acolhimento a pessoas em situação de rua começa no Cruzeiro

Após passar pelo Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia, Águas Claras, Arniqueira e Guará, a ação de acolhimento a pessoas em situação de rua, liderada pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Casa Civil, como parte do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, teve início no Cruzeiro nesta quinta-feira (26). “Todas as semanas, os órgãos do GDF atuam para fazer o atendimento e o acolhimento das pessoas em situação de rua. Trabalhamos para dar condições dignas de vida para todos aqueles que buscam uma oportunidade na capital do país. Temos diversos programas e benefícios sociais que podem ajudar a mudar a situação dessas pessoas”, afirmou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. O DF foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública para acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade após o STF suspender as ações de abordagem à população de rua, no ano passado | Foto: Agência Brasília Durante a primeira etapa da operação no Cruzeiro, as equipes visitaram dois pontos localizados próximos à Feira Permanente da cidade. Quatro pessoas foram encontradas e atendidas, com a oferta de orientação sobre programas e serviços de assistência social, saúde, capacitação e emprego. Além disso, um caminhão removeu os materiais inservíveis encontrados. Participam das abordagens profissionais das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), do Departamento de Trânsito (Detran), das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. Política pública O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), das ações de abordagem à população de rua no ano passado. Os trabalhos  de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Durante as abordagens, o GDF oferece serviços de saúde, educação, assistência social – incluindo vagas em abrigos –, orientação sobre tratamento a animais domésticos, benefícios como deslocamento interestadual e um benefício excepcional de R$ 600 para aqueles que não conseguem arcar com aluguel. Também são ofertadas políticas públicas, como vagas no programa de qualificação profissional RenovaDF e cadastramento para unidades habitacionais.

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