Limpeza de becos reforça combate ao descarte irregular em Ceilândia
Em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Administração Regional de Ceilândia iniciou uma ação de limpeza de becos e áreas públicas para melhorar a segurança, a mobilidade e a qualidade de vida da população. Maquinário faz limpeza nos becos de Ceilândia: administração local recomenda que população adote descarte correto de lixo | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Entre os pontos atendidos estão os becos da QNP 11/15, no P Norte, onde as equipes retiraram diversos tipos de resíduos, como entulho da construção civil, lixo doméstico, móveis descartados irregularmente e colchões velhos. Outro ponto contemplado foi o espaço ao lado do Centro de Educação Infantil 1 de Ceilândia, também no P Norte. A área recebeu serviços de roçagem do mato alto e retirada de lixo, proporcionando mais segurança e qualidade de vida para alunos, pedestres e moradores da região. Combate à dengue Além de melhorar o aspecto urbano, as ações ajudam a prevenir problemas de saúde pública. O acúmulo de lixo e mato alto pode favorecer a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, além de atrair roedores e animais peçonhentos, como ratos e escorpiões. [LEIA_TAMBEM]“Esse trabalho é fundamental para garantir mais segurança, melhorar a circulação de pedestres e evitar problemas de saúde pública”, afirma o administrador de Ceilândia. “Também contamos com a colaboração da população para não descartar lixo de forma irregular e ajudar a manter a cidade limpa.” Desde o início deste ano, já foram retiradas cerca de 2,4 mil toneladas de lixo descartado irregularmente em áreas públicas da cidade. Esse tipo de material também contribui para alagamentos no período chuvoso, pois é levado pela água até as bocas de lobo, provocando entupimentos e comprometendo o sistema de drenagem das águas pluviais. A Administração Regional de Ceilândia reforça a importância da colaboração da população no descarte correto de resíduos, evitando jogar lixo em becos, vias e áreas públicas. Além dos mutirões, equipes seguem atuando diariamente em diferentes regiões da cidade, mantendo frentes de trabalho permanentes. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Com a soltura de wolbitos, DF apresenta queda de mais de 60% dos casos de dengue
Em sete semanas de 2026, o Distrito Federal registrou 1.719 casos suspeitos de dengue, uma queda de 62,4% frente aos 4.579 no mesmo período do ano passado. O sucesso é atribuído a uma série de estratégias adotadas pela Secretaria de Saúde (SES-DF), tendo como destaque a liberação de mais de 38 milhões de mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia. Chamados de wolbitos, esses insetos têm menor capacidade de transmitir a dengue, com potencial para substituir a população original de transmissores. “É uma experiência bem-sucedida. Os mosquitos disseminados no meio ambiente adaptaram-se e conseguiram prevalecer”, explica o chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para a Prevenção de Endemias, Allex Moraes. Biofábrica de wolbitos permitiu a criação dos 38 milhões de mosquitos que foram disseminados em dez regiões administrativas | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Índices positivos Por meio de ovitrampas, armadilhas capazes de capturar mosquitos, foi possível atestar que as dez regiões administrativas onde houve a soltura de wolbitos atingiram uma média de 68,29% da população de Aedes aegypti composta por insetos inoculados com a bactéria Wolbachia. O menor índice foi na Fercal, com 53,73%, enquanto no Itapoã chegou a 81,44%. A expectativa é a que os wolbitos ocupem ainda mais espaço dos Aedes aegypti originais. Isso porque o cruzamento de mosquitos inoculados com Wolbachia geram novos wolbitos, enquanto o cruzamento com os Aedes aegypti originais ou não geram filhotes ou dão a origem a uma nova geração de wolbitos. Não há qualquer alteração genética, e a bactéria Wolbachia não é transmitida para seres humanos ou outros mamíferos, como gatos e cachorros. Quando a Wolbachia se estabelece bem em uma região, tende a se manter sozinha na população. Ou seja, não é algo que pede a soltura de mosquitos inoculados para sempre Anderson de Morais, chefe do Núcleo de Controle Químico e Biológico “Quando a Wolbachia se estabelece bem em uma região, tende a se manter sozinha na população. Ou seja, não é algo que pede a soltura de mosquitos inoculados para sempre. A própria dinâmica de reprodução faz com que a bactéria continue circulando", detalha o chefe do Núcleo de Controle Químico e Biológico, Anderson de Morais. A previsão dos especialistas é que, aos poucos, os mosquitos se espalhem para outras regiões administrativas. “Existe dispersão natural. O Aedes aegypti voa distâncias curtas, mas com o tempo pode expandir território, principalmente com a ajuda involuntária do ser humano [carro, transporte de objetos, etc]”, complementa Morais. Além da dengue, o Aedes aegypti é responsável por transmitir zika, chikungunya e febre amarela, chamadas de arboviroses. Outros métodos Os drones também são uma importante ferramenta da Secretaria de Saúde para identificar possíveis focos de Aedes aegypti | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF O sucesso da estratégia com os wolbitos, porém, não substituiu as demais iniciativas para combater as arboviroses. Em 2025, por exemplo, as equipes de Vigilância Ambiental da SES-DF visitaram mais de 1,8 milhão de residências. [LEIA_TAMBEM]Mais tecnologias seguem em plena execução, como a aplicação da Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), a instalação de estações disseminadoras de larvicidas e o uso de ovitrampas. Drones também têm sido usados para ajudar o trabalho das equipes de campo, com identificação de locais onde há possíveis larvas. A vacinação contra a dengue é outra forma eficiente de evitar casos graves da doença e hospitalização. Atualmente, a SES-DF aplica duas doses em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade. Em fevereiro deste ano, profissionais da linha de frente no combate ao mosquito foram incluídos nos públicos-alvos. “Contudo, todas essas estratégias devem ser aliadas a ações da população. Os olhos atentos das comunidades são, ainda, um dos métodos mais eficazes contra a dengue e outras arboviroses”, reforça Morais. *Com informações da SES-DF
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Agentes de Vigilância Ambiental recebem mais de 680 tablets
Os profissionais da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), da Secretaria de Saúde (SES-DF), terão à disposição mais de 680 tablets para o desempenho de suas atividades. A primeira remessa, com 170 novos aparelhos destinados aos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas), está sendo distribuída a equipes de Ceilândia e do Núcleo Bandeirante. Equipamento tem entre suas funções a de localizar com precisão os focos de Aedes aegypti identificados por drones da Secretaria de Saúde | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A tecnologia serve, principalmente, para o registro em tempo real das visitas domiciliares. Além disso, a ferramenta permite a localização precisa dos possíveis focos de Aedes aegypti identificados pelos drones utilizados pela SES-DF no mapeamento de determinadas regiões. “Os tablets representam a nossa entrada no mundo digital”, resume o titular da Dival, Edvar Schubach. [LEIA_TAMBEM]A entrega dos equipamentos é acompanhada de breves instruções sobre as funcionalidades e a utilização do aparelho. Nesta terça-feira (10), como parte dos preparativos para a utilização, será feito um treinamento junto à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) sobre o sistema de informações ambientais do Distrito Federal. Transformação digital A ação faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) para a transformação digital da Atenção Primária à Saúde (APS). Mais de 1,6 mil tablets já são usados por agentes comunitários de saúde (ACSs), equipes de Consultório na Rua (eCR) e profissionais que realizam ações fora das unidades SES-DF. “Na prática, isso se traduz em mais tempo para o cuidado direto à população e maior qualidade da informação para gestão em saúde”, ressalta o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Período chuvoso no DF exige atenção redobrada contra a dengue
A chuva que refresca o calor do verão pode esconder um perigo silencioso. Em poucos dias, a água acumulada em tampinhas esquecidas, calhas entupidas ou baldes deixados no quintal vira convite para a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da zika, da febre amarela e da chikungunya. No Distrito Federal, onde a doença apresenta comportamento sazonal entre outubro e maio, a atenção precisa ser redobrada. Equipes da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SES-DF) percorreram, no último mês, a quadra 508 de Samambaia Sul em uma ação de prevenção, com vistorias domiciliares e orientações aos moradores. A iniciativa permite mapear os índices de infestação e direcionar estratégias de combate ao vetor. Agentes da Vigilância Ambiental da SES-DF percorreram a quadra 508 de Samambaia Sul em ação de combate ao mosquito da dengue | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF A agente de vigilância ambiental (Ava) Sofia Quaresma lembra que a dengue é endêmica no DF, mas ganha força no período chuvoso. “Muita gente acredita que a casa está limpa, mas um restinho de água em um balde, no ralo pouco usado ou até no motor atrás da geladeira já é suficiente para o mosquito se reproduzir. A visita serve para reforçar cuidados e mostrar pontos que o morador nem sempre percebe”, explica. Durante a atividade, os agentes visitaram a casa de Conceição de Maria Araújo, 64 anos. No local, foram identificados recipientes com acúmulo de água da chuva, sendo que um deles apresentava larvas, que foram coletadas para análise. “É muito bom ter esses profissionais para nos orientar. Agora ficarei mais atenta”, afirma. Para a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental de Samambaia, Giselle Melo, o enfrentamento da dengue depende diretamente da parceria com a população. “Costumo dizer que 50% do resultado vem do agente orientando e os outros 50%, do morador colocando em prática o que aprendeu. Separar alguns minutos da semana para olhar o quintal, vedar caixas d’água e eliminar água parada é decisivo para quebrar o ciclo do mosquito”, ressalta. O trabalho dos agentes é primordial para identificar e combater os focos do mosquito da dengue Dados Com foco na prevenção, mais de 360 servidores da Vigilância Ambiental em Saúde visitaram cerca de 1,8 milhão de residências no DF em 2025 e notificaram aproximadamente 25 mil ocorrências suspeitas de dengue, sendo 12 mil casos prováveis. O número representa redução de 96% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 278 mil casos prováveis no Distrito Federal. Neste ano, até a Semana Epidemiológica 05, foram notificados 1.132 casos suspeitos de dengue em residentes do Distrito Federal, dos quais 616 eram prováveis. Entre os casos prováveis, sete foram confirmados. Os Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental em Saúde da SES-DF atuam na prevenção e no controle de fatores ambientais que impactam a saúde da população, com monitoramento de riscos de zoonoses, como dengue, leishmaniose e raiva; controle de vetores, como mosquitos e escorpiões; análise da qualidade da água; e realização de ações educativas voltadas à prevenção de doenças. As atividades são executadas de acordo com a demanda de cada região administrativa. Drones auxiliam no mapeamento de locais mais críticos; fotos tiradas pelo equipamento mostram onde há possíveis focos de água parada, permitindo ações mais precisas Combate ao mosquito As ações de enfrentamento às arboviroses são realizadas de forma ininterrupta, abrangendo residências e locais públicos. Entre as estratégias utilizadas está a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), tecnologia que cria uma camada protetora nas paredes internas, capaz de eliminar os mosquitos que pousam nesses locais. O produto apresenta baixa toxicidade para humanos e animais domésticos. Em 2025, foram feitas quase 60 aplicações da BRI, principalmente em locais com grande circulação de pessoas, como rodoviárias e feiras. Outra importante ferramenta de prevenção são as estações disseminadoras de larvicidas (EDLs). Cada unidade é composta por um balde preto, com boia e tela ao redor, impregnada com Pyriproxyfen — inseticida que atua como hormônio regulador do crescimento de insetos, impedindo que atinjam a fase adulta. Mais de 3,2 mil EDLs foram instaladas em diferentes regiões do DF no ano passado. As ovitrampas também tiveram papel fundamental no monitoramento e controle das arboviroses. Em 2025, as equipes de vigilância instalaram mais de 3,8 mil armadilhas. Nelas, um pote preto com água e levedo de cerveja estimula os mosquitos a depositarem seus ovos em uma placa de fibra de madeira (paleta) e na parede do recipiente. Embora as armadilhas se assemelhem a criadouros, são seguras, pois recebem inseticida para impedir o desenvolvimento das larvas. Inspeção identifica recipientes que podem acumular água da chuva e virar criadouro do Aedes aegypti Além das ações em solo, a SES-DF incorporou drones no enfrentamento às arboviroses. Os equipamentos auxiliam no mapeamento de territórios mais críticos. As imagens captadas indicam locais com possíveis focos de água parada, permitindo intervenções mais precisas. Ao todo, os drones realizaram varredura em 22 regiões administrativas, totalizando mais de 2,1 mil hectares mapeados e cerca de 3 mil possíveis criadouros identificados. Outra frente de atuação inovadora foi a liberação dos wolbitos, mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, que impede o desenvolvimento dos vírus de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. Os insetos com a Wolbachia se reproduzem com os exemplares selvagens, transmitindo a bactéria às próximas gerações. No DF, o programa registrou 14 semanas de produção e 13 de liberação de aproximadamente 13 milhões de “mosquitos amigos”. Nesse período, as ações de campo envolveram 68 rotas semanais, 14 mil pontos de soltura e 813 viagens para distribuição dos insetos em todo o território previsto. [LEIA_TAMBEM]Os agentes de vigilância ambiental da SES-DF receberão, no próximo mês, 683 tablets com caneta digitalizadora e pacote de dados móveis para substituir as fichas em papel. Com o equipamento, o registro das atividades passará a ser feito diretamente em aplicativos e sites oficiais. Os dispositivos vão agilizar o serviço, reduzindo retrabalho e minimizando o risco de perda de informações. Vacinação Até o momento, quase 222 mil doses da vacina contra a dengue foram aplicadas em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos no Distrito Federal. O imunizante previne formas graves da doença e está disponível nas salas de vacina da rede pública de saúde. No total, cerca de 312 mil doses foram aplicadas, considerando todos os públicos nas redes pública e privada. Apesar dos números expressivos, a vacinação contra a dengue ainda não alcançou a cobertura ideal. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Dengue: crianças e adolescentes de 10 a 14 anos precisam comparecer às unidades de saúde para imunização
Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade precisam comparecer a uma das mais de cem salas de vacinação onde estão disponíveis imunizantes contra a dengue. Conforme dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), 41,9% das crianças de 10 anos tomaram a primeira dose e apenas 16% completaram o esquema vacinal de duas aplicações. Em nenhuma dessas idades foi atingida a meta de 90%, sequer para a primeira dose. A diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Malta, ressalta que, apesar da queda de 95% no número de casos entre 2024 e 2025, a vacinação é fortemente recomendada. "Mesmo com a redução expressiva dos casos de dengue, o risco de novas epidemias não pode ser descartado. A vacina oferece proteção não apenas no curto prazo, mas também por muitos anos após a imunização, sendo uma estratégia eficaz e segura", afirma. Juliane Malta destaca que a vacinação é importante, inclusive, para quem já teve a doença. "Quem já foi infectado apresenta maior risco de desenvolver formas graves em uma nova infecção, em razão de um fenômeno imunológico característico da dengue, conhecido como exacerbação da doença mediada por anticorpos", explica. Vacinação contra a dengue teve elevada adesão nos primeiros dias, porém, o número de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos vacinados está aquém do esperado | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Vacinação em atraso A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, contabiliza 24.178 doses da vacina contra a dengue no depósito. Outras seis mil estão distribuídas para as redes de frio regionais e nos estoques das próprias unidades básicas de saúde (UBSs). O público atual, de 10 a 14 anos, é indicado pelo Ministério da Saúde e, por enquanto, não há indicação de ampliação. A data de validade das vacinas é julho de 2027. [LEIA_TAMBEM]Tereza Luiza Pereira ressalta que quem tomou a primeira dose e não voltou após os 90 dias, conforme recomendado, pode retornar para completar o esquema vacinal, mesmo em atraso. "Não é necessário reiniciar o esquema vacinal em caso de atraso. A conduta indicada é apenas completar o esquema, respeitando as orientações técnicas vigentes", esclarece. Também é possível aproveitar a ida à sala de vacina para tomar outros imunizantes, como o da HPV, por exemplo. A SES-DF orienta a população a comparecer a uma das salas de vacina com documento de identificação e a caderneta de vacinação. Caso esse documento tenha sido perdido, isso não impede o atendimento. "Nesses casos, a equipe deve buscar os registros nos sistemas de informação disponíveis. Assim, de acordo com as informações disponíveis no sistema ou prestadas pelo usuário, é feita uma avaliação mais precisa, garantindo segurança e efetividade", acrescenta a médica da Coordenação de Atenção Primária à Saúde da SES-DF, Gabriela Villar. Quem tomou a primeira dose da vacina contra a dengue mas não voltou para a tomar a segunda dose pode finalizar seu ciclo vacinal | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Ação contra a dengue De fevereiro de 2024 a janeiro de 2026, a Secretaria de Saúde aplicou 183,4 mil doses de vacina contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme indicado pelo Ministério da Saúde. A meta é chegar a 90% dessa população com as duas doses aplicadas. Esta, porém, não é a única estratégia de combate à doença. Ao longo de 2025, 362 servidores da SES-DF realizaram mais de 1,8 milhão de visitas domiciliares, tanto para levar informação quanto para combater focos do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti. Além disso, agentes de vigilância ambiental instalaram mais de 3,8 mil armadilhas para mosquitos (ovitrampas) e 3,2 mil estações disseminadoras de larvicidas. Outra estratégia é a disseminação de mosquitos inoculados com a bactéria Wolbachia, com menor capacidade de transmitir doenças e com potencial para substituir as populações do mosquito inicial. Os resultados são acompanhados pelos boletins epidemiológicos. Em 2025, o Distrito Federal fechou o ano com queda de 96% nos casos prováveis de dengue. Ações de combate à dengue envolvem tanto o combate a focos do Aedes aegypti quanto o esclarecimento da população | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Vacinação de profissionais de saúde Os servidores que atuam nas unidades básicas de saúde (UBSs) vão começar a receber, nesta semana, a vacina contra a dengue. A imunização vai contemplar, primeiramente, os trabalhadores com maior exposição no território, como agentes comunitários de saúde (ACS), agentes de vigilância ambiental (AVAs), equipes de consultório na rua (eCR) e equipes de saúde da família (eSF). *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Dia D de combate à dengue será realizado neste sábado no Sol Nascente
O Sol Nascente receberá, no próximo sábado (31), o Dia D de combate à dengue. A região administrativa foi escolhida com base no cenário epidemiológico da doença no Distrito Federal e no histórico local, já que o Sol Nascente esteve entre as áreas mais impactadas durante a epidemia da doença em 2024. A ação intersetorial de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti contará com a participação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e da Administração Regional do Sol Nascente. Durante a mobilização, equipes de agentes de Vigilância Ambiental realizarão visitas domiciliares com foco em educação em saúde, identificação e eliminação de possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue. Também será feita a manutenção das estações disseminadoras de larvicida instaladas na região, quando os agentes verificarão se há presença de larvas. Com as informações das estações disseminadoras é possível fazer um mapeamento da incidência do mosquito. Ação intersetorial no Sol Nascente terá a participação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da DF Legal e da Administração Regional do Sol Nascente | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF As equipes de Saúde da Família também participarão da atividade, promovendo visitas domiciliares e orientando a população sobre a busca por atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da região. Para quem deseja atualizar a caderneta de vacinação, o Carro da Vacina estará disponível, ofertando imunizantes do calendário adulto e infantil, com exceção da BCG. Além das ações de saúde, o Dia D contará ainda com o recolhimento de entulhos e resíduos volumosos espalhados pelo Sol Nascente, contribuindo para a redução de locais favoráveis à proliferação do mosquito. A SES-DF reforça a importância da colaboração dos moradores, que devem receber as equipes e contribuir ativamente para o combate à dengue. Serviço Dia D de combate à dengue no Sol Nascente Data: 31 de janeiro (sábado) Horário: a partir das 8h Local de concentração das equipes: Instituto Mais Vidas – Trecho 3, conjunto D lote 15 (Fazendinha) Localização: https://maps.app.goo.gl/bH7upJT5QAxbw1yT6 *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Com drones e mosquitos wolbitos, GDF alia tecnologia e controle biológico no combate à dengue
O Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou o combate ao mosquito Aedes aegypti em 2025 com ações que aliam tecnologia e controle biológico. Desde outubro do ano passado, drones contratados pela Secretaria de Saúde (SES-DF) sobrevoaram 22 regiões administrativas, com mapeamento de mais de 2,1 mil hectares e identificação de cerca de 3 mil possíveis criadouros. Além disso, em setembro, outra estratégia entrou em vigor com a inauguração do Núcleo Regional de Produção Oswaldo Paulo Forattini — Método Wolbachia, colocando Brasília na vanguarda do controle biológico do vetor. As frentes de combate são coordenadas pelo Núcleo de Controle Químico e Biológico da SES-DF, que funciona como um hub de controle vetorial. O espaço reúne o núcleo de produção dos mosquitos, a central de controle dos fumacês e a base de armazenamento e distribuição de larvicidas, inseticidas, bombas costais e outros insumos utilizados contra as arboviroses. Anderson Leocadio: "O drone funciona como um novo agente de saúde, capaz de identificar focos ocultos em grandes alturas e até realizar o tratamento químico onde o agente não consegue chegar" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O método Wolbachia foi desenvolvido por pesquisadores brasileiros e consiste na liberação de mosquitos inoculados com uma bactéria que impede a transmissão da dengue, da zika e da chikungunya. Após 14 semanas de produção e 13 semanas de liberação, foram soltos aproximadamente 13 milhões de wolbitos, apelido para os “mosquitos amigos”, em cerca de 14 mil pontos de soltura no DF. “Protegendo o mosquito, a gente protege a população”, afirma o chefe do Núcleo de Controle Químico e Biológico da SES-DF, Anderson Leocadio. Já o drone auxilia tanto na visualização como no tratamento dos focos do mosquito. “O drone funciona como um novo agente de saúde, capaz de identificar focos ocultos em grandes alturas e até realizar o tratamento químico onde o agente não consegue chegar”, ressalta Leocádio. Os dispositivos foram incorporados por meio do projeto Voo pela Saúde, executado pela empresa GRS80, com o objetivo de mapear 30% do território do DF. Já foram sobrevoadas cidades como Paranoá, Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente, Estrutural, São Sebastião, Arapoanga e Fercal. [LEIA_TAMBEM] Segundo a gerente de Vigilância Ambiental de Vetores e Animais Peçonhentos e Ações de Campo, Herica Bassani, as ações de combate, conscientização e prevenção ao mosquito da dengue são contínuas para manter o trabalho atualizado e eficaz, mas devem ser combinadas com o cuidado dos cidadãos. “Pedimos para que a população faça a sua parte e abra as portas para os agentes, que têm um olhar diferenciado e poderão te orientar da melhor maneira para não ter nenhum foco com mosquito na sua residência.” Em 2025, 362 servidores visitaram mais de 1,8 milhão de residências do DF. A gerente observa que a atenção deve ser redobrada no período chuvoso devido às características do mosquito. Uma delas é a durabilidade dos ovos em condições secas, que pode ultrapassar um ano. “A fêmea coloca os ovos acima da linha d'água e eles podem sobreviver ali no seco por mais de um ano. Por isso que, depois que chove, rapidamente o número de mosquitos aumenta, é perceptível. Em contato com a água, em 30 minutos temos a larva do mosquito e uma semana, dez dias depois, temos o mosquito adulto”, conclui.
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Ceilândia recebe manutenção urbana com aplicação de asfalto, limpeza e acessibilidade
Durante esta semana, a Administração Regional de Ceilândia promoveu ações de manutenção urbana em diversos pontos da cidade. Desde a última segunda-feira (12), equipes da administração, da Novacap, do SLU e do programa GDF Presente intensificaram os trabalhos, que resultaram na aplicação de mais de 40 toneladas de massa asfáltica e a retirada de mais de 52 toneladas de entulho de áreas públicas. Serviços incluíram farta remoção de resíduos e até a desativação de um lixão a céu aberto | Foto: Administração Regional de Ceilândia As intervenções contemplaram serviços de roçagem no Parque Urbano do Setor de Indústria, nas quadras QNQ 5 e QNQ 7, além do Terminal de Ônibus do Setor QNR. Na área de pavimentação, foram tapados buracos nas vias EQNN 18/20 e EQNN 22/24, em Ceilândia Sul, com uso de caminhão térmico. Os trabalhos também alcançaram a avenida principal em frente à 25ª Delegacia de Polícia, a EQNM 18/20, Ceilândia Norte, a Via 4 do P Sul, a Via 05 do Setor O e a QNM 13. Outro destaque foi o mutirão de limpeza nas passarelas próximas às estações de metrô, fundamentais para a mobilidade e segurança dos pedestres. Na QNN 6/8, a passarela recebeu limpeza completa, com retirada de resíduos e desobstrução total da passagem, garantindo melhores condições de circulação à população. “Medidas simples, como descartar resíduos corretamente, ajudam a combater o mosquito e a proteger nossas famílias. Juntos, podemos vencer a dengue” Luiz Felipe de Carvalho, diretor-presidente do SLU “Essas ações de manutenção urbana são fundamentais para garantir mais segurança, mobilidade e bem-estar à população”, pontuou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. “A aplicação de asfalto melhora o tráfego, a retirada de entulho combate focos de doenças e a limpeza dos espaços públicos devolve dignidade aos bairros.” Combate à dengue A remoção de entulho foi feita em diversos pontos críticos, como QNN 2/4, QNP 6/10, QNP 22 e QNP 23/30, Quadradão da 30 do P Sul, QNN 18/20 e QNN 33. Um dos pontos mais trabalhosos da ação foi a QNO 10, no Setor O, onde um lixão a céu aberto foi totalmente eliminado, com a retirada de lixo doméstico, pneus e outros resíduos, devolvendo dignidade ambiental ao local. “Estamos fazendo nossa parte com a limpeza urbana e campanhas de conscientização, mas a participação da população é essencial”, lembrou o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Cardoso de Carvalho. “Medidas simples, como descartar resíduos corretamente, ajudam a combater o mosquito e a proteger nossas famílias. Juntos, podemos vencer a dengue.” Durante a semana, também houve limpeza de 25 bocas de lobo na QNP 34, na Avenida P4 e no Setor P Sul, além da reposição e manutenção de bocas de lobo na Avenida Elmo Serejo. As ações são essenciais para o escoamento das águas pluviais e a prevenção de alagamentos. Houve ainda reparos em bancos da Praça da Feira Permanente da Ceilândia, tradicional espaço de convivência da cidade. Acessibilidade [LEIA_TAMBEM]Na área de acessibilidade, Ceilândia alcançou um marco histórico: 100 quilômetros de calçadas entregues à população. O avanço consolida a cidade como referência em mobilidade urbana no Distrito Federal, garantindo mais segurança, acessibilidade e inclusão para pedestres, especialmente pessoas com deficiência, idosos e crianças. Atualmente, a Administração Regional executa mais 4 quilômetros de novas calçadas na QNN 27, em Ceilândia Norte, nas proximidades do Sesc Ceilândia, uma das regiões de maior fluxo de pedestres. As obras ampliam a segurança viária e reforçam o compromisso com uma cidade mais acessível e humana. A administração reforça ainda a importância da colaboração da população. O descarte irregular de lixo em vias, becos e áreas públicas, especialmente durante o período chuvoso, favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti e o surgimento de insetos e animais peçonhentos. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Reunião alinha ações para fortalecer combate à dengue no DF
Reforçar a atuação conjunta e aprimorar estratégias de prevenção e resposta à dengue no Distrito Federal foram discutidos em reunião realizada pela Secretaria de Saúde (SES-DF) com representantes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) nesta quarta-feira (14). O encontro marcou mais um passo na construção de um protocolo de cooperação técnica e operacional voltado ao enfrentamento das arboviroses, com foco na dengue. “O diálogo com o MPDFT é fundamental para integrar esforços, dar mais agilidade às ações e garantir que as medidas preventivas cheguem de forma efetiva à população” Juracy Lacerda, secretário de Saúde “O diálogo com o MPDFT é fundamental para integrar esforços, dar mais agilidade às ações e garantir que as medidas preventivas cheguem de forma efetiva à população”, afirmou o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. Entre os principais pontos apresentados pela Subsecretaria de Vigilância à Saúde da SES-DF, foi destacado o cenário epidemiológico atual, com baixo índice de contaminação pela dengue, considerado favorável para intensificar ações preventivas. Esse bom resultado é fruto de tecnologias empregadas pela Secretaria de Saúde, como drones e tablets, que fortalecem o trabalho das equipes. Um alerta feito foi a baixa procura pela vacina contra a dengue entre crianças de 10 a 14 anos. Também foram discutidas as previsões epidemiológicas e a implantação de um sistema de gerenciamento integrado para otimizar o monitoramento e a tomada de decisão. A implantação de um sistema de gerenciamento integrado para otimizar o monitoramento e a tomada de decisão de estratégias de combate à dengue foi discutida na reunião | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF As entidades firmaram o compromisso de fortalecer a atuação integrada, o avanço nos estudos técnicos e jurídicos sobre medidas de fiscalização e o aperfeiçoamento dos sistemas tecnológicos de apoio às ações de vigilância e controle. Estiveram presentes no encontro o procurador do MPDFT, Eduardo Sabo; a promotora do MPDFT Hiza Carpina; o subsecretário de Vigilância à Saúde da SES-DF, Rodrigo Republicano; o diretor de Vigilância Ambiental, Edvar Yuri Schubach; e a equipe técnica da Subsecretaria de Tecnologia da Informação em Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Ação de limpeza e roçagem começa nesta quarta-feira (14), em Ceilândia
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) iniciou, nesta quarta-feira (14), uma megaoperação de roçagem de mato na Região Administrativa de Ceilândia. O serviço foi iniciado primeiramente na região norte da cidade, e seguirá, posteriormente, para a região sul. A operação deverá abranger também o Sol Nascente e o Pôr do Sol. A previsão é que o trabalho seja 100% executado até o final de semana. “Temos ciência de que, por conta do período chuvoso, o mato cresceu de forma acelerada e acabou gerando problemas para a população. Mas, de maneira rápida e eficiente, a Novacap, junto com todo o GDF, dará uma pronta resposta. Acreditamos que, em menos de 24 horas, toda a Ceilândia Norte estará pronta. Em seguida, avançaremos para as demais regiões, com a previsão de entregar Ceilândia limpa à população até o final da semana”, informou o diretor de Cidades da Novacap, Raimundo Silva. Na ação, serão utilizadas 58 máquinas especiais e quatro tratores, que executarão o corte do mato, a limpeza da área trabalhada e o recolhimento do material retirado | Fotos: Divulgação/Novacap Na ação, serão utilizadas 58 máquinas especiais e quatro tratores, que executarão o corte do mato, a limpeza da área trabalhada e o recolhimento do material retirado. Para a moradora de Ceilândia Norte, Tânia Maria, de 63 anos, o trabalho de roçagem traz muito mais do que sensação de limpeza à cidade. “Como eu moro virada para a pista e em uma esquina, quando o mato está alto, além da sujeira e dos insetos que concentram ali, também tem a sensação de insegurança, porque muitos elementos até se escondem por aqui para usar droga e até assaltar quem passa. Então é muito bem-vindo este serviço!”, declarou. De acordo com o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, a iniciativa reforça o compromisso com a qualidade de vida da população. “Estamos intensificando os serviços de limpeza e roçagem em toda a cidade para manter os espaços públicos mais seguros e organizados, especialmente neste período de chuvas. Nosso objetivo é cuidar de Ceilândia diariamente e atender às demandas da comunidade”, destacou. A previsão é que o trabalho seja 100% executado até o final de semana A Administração Regional também reforça a importância da colaboração da população no descarte correto de resíduos. O lixo jogado irregularmente em vias, becos e áreas públicas, aliado às chuvas, contribui para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, além de favorecer o surgimento de insetos e animais peçonhentos. *Com informações da Novacap
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Parceria intensifica a roçagem de terrenos e garante ações permanentes de cuidado em Ceilândia
Com o objetivo de manter a cidade limpa, segura e bem-cuidada, a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o GDF Presente, Novacap, SLU e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), vem intensificando os serviços de zeladoria urbana em diversas áreas da região administrativa. Áreas públicas recebem a ação que visa à exterminação de insetos e roedores que transmitem doenças | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia A roçagem de áreas públicas e becos é feita para minimizar o aparecimento de insetos e roedores transmissores de doenças. Em razão do período chuvoso, que favorece o crescimento acelerado do mato, os servidores seguem percorrendo vários pontos da cidade de forma contínua. Nesta semana, com o auxílio de tratores e outros maquinários, equipes do SLU fizeram a roçagem e retirada de entulho de um beco localizado na QNM 24, em Ceilândia Norte. Na manhã desta quinta-feira (8), equipes da Novacap também roçaram a área verde da QNN 36, em Ceilândia Sul, e a área especial da QNN 12, em Ceilândia Norte. Saúde “O trabalho contínuo de limpeza e roçagem é fundamental para garantir mais saúde, segurança e qualidade de vida para a população”, afirma o presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do Distrito Federal, Luiz Felipe Cardoso. “Em Ceilândia, nossas equipes atuam diariamente para manter os espaços públicos mais limpos e organizados, contribuindo diretamente para o bem-estar da comunidade.” [LEIA_TAMBEM]De acordo com a Novacap, todas as áreas públicas passarão pelo serviço de roçagem. Já os terrenos particulares cujos proprietários não fizerem a manutenção adequada também serão roçados, com posterior cobrança do serviço ao responsável legal, conforme previsto em lei. O objetivo é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. “Estamos intensificando a roçagem e a limpeza em toda a cidade, especialmente neste período chuvoso, quando o risco de proliferação de doenças aumenta, mas é fundamental que a população faça a sua parte, cuidando dos seus terrenos e respeitando os espaços públicos”, pontua o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Dengue: equipes de saúde visitam mais de 1,8 milhão de residências em 2025
Mesmo com a redução significativa dos casos de dengue neste ano, em comparação a 2024, a Secretaria de Saúde (SES-DF) não poupou esforços para proteger a população. Com foco em prevenção, cuidado contínuo e inovações tecnológicas, 362 servidores de Vigilância Ambiental em Saúde visitaram mais de 1,8 milhão de residências no Distrito Federal em 2025. Mais de 2,1 mil hectares no DF foram mapeados por meio de drones, que localizaram milhares de possíveis criadouros | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF As ações de combate às arboviroses foram executadas de forma ininterrupta ao longo do ano, abrangendo desde residências até locais públicos. Entre as estratégias utilizadas está a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), tecnologia que cria uma camada protetora nas paredes internas, capaz de eliminar os mosquitos que pousam nesses locais. O produto, que tem baixa toxicidade para humanos e animais domésticos, permanece ativo por até 90 dias. Em 2025, foram feitas quase 60 aplicações do BRI, principalmente em locais com grande circulação de pessoas. Outra importante ferramenta de prevenção foram as estações disseminadoras de larvicidas (EDLs). Cada unidade é composta por um balde preto, com uma boia e uma tela ao redor, impregnada com Pyriproxyfen – inseticida que funciona como um hormônio regulador de crescimento de insetos, impedindo-os de atingir a fase adulta. Neste ano, mais de 3,2 mil EDLs foram instaladas em diferentes regiões do DF. Arte: Agência Saúde-DF As ovitrampas também tiveram papel fundamental no monitoramento e controle das arboviroses. Em 2025, as equipes de vigilância colocaram mais de 3,8 mil armadilhas. Nelas, um pote preto com água e levedo de cerveja estimula os mosquitos a colocarem seus ovos em uma placa de fibra de madeira (paleta) e na parede do recipiente. Embora as armadilhas pareçam um criadouro de mosquitos, elas são seguras, pois recebem inseticida para impedir o desenvolvimento de larvas. Tecnologia nos céus [LEIA_TAMBEM]Além das ações em solo, a SES-DF incorporou tecnologias aéreas ao combate às arboviroses. Os drones passaram a integrar o conjunto de ferramentas estratégicas da pasta, auxiliando no mapeamento de territórios mais críticos. Cada foto tirada pelo aparelho traz a indicação dos locais onde há possíveis focos de água parada, permitindo ações mais precisas. Ao todo, os drones fizeram uma varredura em 22 regiões administrativas, totalizando mais de 2,1 mil hectares mapeados e cerca de 3 mil possíveis criadouros identificados. Outra frente de atuação inovadora foi a libertação dos wolbitos, mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, impedindo o desenvolvimento do vírus de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. Os mosquitos com a Wolbachia se reproduzem com os insetos selvagens, transmitindo a bactéria para as próximas gerações. No DF, o programa registrou 14 semanas de produção e 13 de liberação de aproximadamente 13 milhões de “mosquitos amigos”. Nesse período, as ações de campo envolveram 68 rotas semanais, 14 mil pontos de soltura e 813 viagens para a distribuição dos insetos em todo o território previsto. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Samambaia receberá mutirão de limpeza nesta semana
A Administração Regional de Samambaia, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), fará um mutirão de limpeza desta quinta-feira (18) a sábado (20). Serviço faz parte de iniciativa conjunta com as administrações regionais | Foto: Divulgação/Administração Regional de Samambaia A ação faz parte de uma iniciativa conjunta com as administrações regionais do Distrito Federal e tem como objetivo combater o descarte irregular de resíduos e prevenir a proliferação do mosquito transmissor da dengue. Durante os três dias, equipes atuarão na limpeza de áreas públicas, recolhimento de entulhos e eliminação de possíveis focos do Aedes aegypti, contribuindo para a saúde e o bem-estar da população. *Com informações da Administração Regional de Samambaia
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Mutirão de limpeza reforça combate à dengue em Ceilândia
A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), iniciou nesta quinta-feira (11) um mutirão de limpeza em diversas áreas públicas da cidade. A ação segue até sábado (13) e envolve retirada de entulho, varrição, capina, manutenção de áreas verdes e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Objetivo do trabalho é deixar a cidade preparada para o período de chuvas mais constantes | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia O trabalho, que percorre bairros de Ceilândia Sul, Ceilândia Norte, P Sul, P Norte, QNQ, QNR, Setor O e setores da região administrativa, tem como objetivo acelerar os serviços de limpeza antes do pico do período chuvoso, reduzindo riscos de alagamentos e doenças. Na última edição em setembro, mais de 1,7 mil toneladas de lixo e entulho foram retiradas das ruas, calçadas, terrenos públicos e áreas verdes. “As equipes estão nas ruas todos os dias, mas precisamos da colaboração de cada morador. Quando trabalhamos juntos, a cidade responde melhor e todos ganham” Dilson Resende, administrador de Ceilândia As equipes utilizam caminhões-caçamba, pás mecânicas, retroescavadeiras e caminhões compactadores para reforçar a limpeza urbana. “O mutirão de limpeza é uma ação essencial para garantir que a cidade esteja preparada para o período de chuvas”, explica o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe de Carvalho. “Mobilizamos nossas equipes em força-tarefa para acelerar a retirada de entulhos, a limpeza das bocas de lobo e a desobstrução de áreas críticas. O objetivo é entregar resultados rápidos e efetivos para a população”. [LEIA_TAMBEM] O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, reforça: “Essa é uma ação que beneficia toda a comunidade, porque retira lixo, entulho e qualquer material que possa acumular água. As equipes estão nas ruas todos os dias, mas precisamos da colaboração de cada morador. Não deixem lixo espalhado, não descartem entulho em áreas públicas e denunciem pontos irregulares. Quando trabalhamos juntos, a cidade responde melhor e todos ganham”. O mutirão segue até sábado com equipes distribuídas por diferentes setores da cidade. A administração local orienta que os moradores evitem descartar entulho após a passagem das equipes e, sempre que possível, utilizem os papa-entulhos e pontos de coleta do SLU. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Combate à dengue: Rodoviária e estações de metrô recebem aplicação de inseticidas neste sábado (29)
Quem passou pela Rodoviária do Plano Piloto na manhã deste sábado (29) pôde verificar o esforço do Governo do Distrito Federal (GDF) no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de arboviroses — como a dengue. O inseticida foi aplicado por meio da técnica de borrifação residual intradomiciliar (BRI) em todo o local, bem como nas estações de metrô Central, Galeria, 102, 106, 108, 110, 112 e 114 Sul. Produto aplicado repele e elimina mosquitos, dura até 90 dias e apresenta baixa toxidade para humanos e animais domésticos | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A tecnologia cria uma camada protetora nas paredes internas, capaz de eliminar os mosquitos que pousam nesses locais. O produto, que tem baixa toxicidade para humanos e animais domésticos, permanece ativo por até 90 dias. “Nesses locais de grande circulação, o bloqueio químico é essencial para a redução da presença do vetor e dos riscos de transmissão de vírus”, detalha o chefe do Núcleo de Controle Químico e Biológico da Secretaria de Saúde (SES-DF), Anderson Leocadio. Para este segundo ciclo de aplicação, a equipe com 12 agentes de vigilância ambiental em saúde (Avas) contou com um reforço especial: os pulverizadores costais elétricos adquiridos no primeiro semestre deste ano. O equipamento, além de ser mais leve, não exige o bombeamento prévio e é ainda mais eficiente, pois minimiza o desperdício da solução. Estratégias complementares [LEIA_TAMBEM]A BRI na Rodoviária não é uma ação isolada no controle do Aedes aegypti. A SES-DF utiliza um conjunto de estratégias complementares, combinando tecnologia, inteligência epidemiológica e trabalho presencial dos agentes. “A população vê a borrifação acontecendo ali, mas por trás há um sistema inteiro funcionando — é essa malha que sustenta o controle vetorial no DF”, explica a diretora de Vigilância Ambiental em Saúde da SES-DF, Kenia Cristina de Oliveira. Este ano, já foram feitas 58 aplicações, majoritariamente em escolas (67%), unidades de saúde e domicílios de áreas prioritárias. Há ainda, para este ano, previsão de ações em outros terminais de passageiros e demais equipamentos públicos. Combate à dengue A dengue é uma doença viral transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, um mosquito urbano e diurno que se reproduz em depósitos de água parada. Desta forma, o período do ano com maior transmissão da doença ocorre nos meses mais chuvosos. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Combate ao Aedes aegypti é intensificado com chegada das chuvas
O início do período chuvoso no Distrito Federal acendeu o alerta para o risco de aumento da população do Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, chikungunya e zika. Diante do cenário, a Secretaria de Saúde (SES-DF) ampliou frentes de vigilância e controle, apostando em tecnologias e armadilhas que mapeiam áreas críticas e reduzem a circulação dessas arboviroses. Agentes de saúde inspecionam residência no Sol Nascente: temporada é de reforçar o combate ao mosquito que transmite arboviroses | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Nesta quinta-feira (27), agentes de Vigilância Ambiental em Saúde revisitaram trechos do Sol Nascente, onde profissionais checaram dispositivos já instalados nas residências para monitorar e barrar a reprodução do mosquito. No campo, são utilizados dois modelos principais: as estações disseminadoras de larvicidas (EDLs), que usam o próprio inseto para levar o larvicida a outros pontos visitados por ele; e as ovitrampas, baldes preparados para coletar ovos e orientar a construção de mapas de calor, que direcionam as equipes para áreas prioritárias. Entre as ações em andamento, destacam-se a eliminação e tratamento de criadouros em áreas estratégicas com uso de larvicida e a aplicação de inseticidas residuais por borrifação intradomiciliar em imóveis de grande circulação, como escolas, e em locais com alto número de focos, como ferros-velhos. Há também o mapeamento e tratamento de pontos de difícil acesso por drones, uso de drones para identificar focos, além da soltura de mosquitos com a bactéria Wolbachia, chamados popularmente de “wolbitos", incapazes de transmitir vírus e projetados para substituir a população local de vetores ao longo do tempo. Israel Moreira, biólogo da Secretaria de Saúde, explica o funcionamento das ovitrampas: “São medidas recentes, mas já adotadas com sucesso em outras partes do país, por isso trouxemos para cá” A pasta também destaca o caráter estratégico do Sol Nascente na vigilância epidemiológica. Segundo o biólogo Israel Moreira, da SES-DF, a região conta com 150 ovitrampas e mais de 3 mil EDLs distribuídas, em razão de taxas de infestação relevantes e histórico de alta transmissão. “Aqui temos duas estratégias: medir a infestação coletando ovos e o controle, usando o próprio mosquito para disseminar larvicida”, detalha. “São medidas recentes, mas já adotadas com sucesso em outras partes do país, por isso trouxemos para cá. Pelo tamanho da população, usamos 150 armadilhas de coleta e mais de três mil estações disseminadoras”. O biólogo reforçou que o trabalho ocorre o ano todo, sendo intensificado na estação chuvosa, quando recipientes expostos acumulam água com maior frequência. Segundo a SES-DF, em números regionais, as cidades com maior cobertura de EDLs na capital são Recanto das Emas, com 198 estações; Água Quente, com 79; e o Sol Nascente, com 2.918 unidades já instaladas. Mais agentes A ampliação da força de trabalho é outro eixo da estratégia. Em novembro do ano passado, o Governo do Distrito Federal (GDF) nomeou 800 agentes de saúde para reforçar o atendimento nos territórios: 400 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) e 400 agentes comunitários de saúde (ACSs), que atuam diretamente nas visitas domiciliares, ações comunitárias e serviços da atenção básica. A agente de Vigilância Ambiental Tawanna Ferreira lembra a importância das visitas semanais: “Muitos moradores às vezes não sabem o que fazer ou os riscos que estão correndo, então orientamos sempre a não deixar depósitos de água, e a tapar qualquer buraco que tiver, como ralos, para evitar os escorpiões também, que nessa época chuvosa e quente começam a sair mais dos lugares” No Sol Nascente, a aceitação do trabalho tem sido positiva. De acordo com a agente de vigilância ambiental Tawanna Ferreira, a população tem aberto as portas para a manutenção semanal das armadilhas e orientações de saúde. “Os moradores entendem que a ovitrampa ajuda a medir onde tem mais foco e que a EDL é uma estratégia nova; eles recebem a gente bem e acompanham as instruções”, afirma. De acordo com a agente, as visitas semanais também são importantes por permitirem que os profissionais orientem sobre problemas além da dengue. “Muitos moradores às vezes não sabem o que fazer ou os riscos que estão correndo, então orientamos sempre a não deixar depósitos de água, e a tapar qualquer buraco que tiver, como ralos, para evitar os escorpiões também, que nessa época chuvosa e quente começam a sair mais dos lugares”, explica. Segurança e cuidado [LEIA_TAMBEM]A realidade vivida nos lares ilustra a importância do monitoramento. Moradora do Trecho 1 do Sol Nascente, a cozinheira Rosângela Ferreira, de 41 anos, relata que o acompanhamento constante reforça os cuidados cotidianos: “Com as visitas frequentes, alerta mais a gente sobre não deixar água parada. Eu já tive dengue três vezes, em 2015, 2016 e 2020. Foi muito ruim. Mas não tive mais desde então, e acho que essas ações ajudam bastante”. No Trecho 3 do Sol Nascente, a dona de casa Regiane Lopes da Silva, 45, também ressalta o valor das orientações, especialmente em um território com forte presença de crianças: “É muito bom, porque os agentes explicam tudo direitinho. Tem que deixar a armadilha para o mosquito no cantinho, onde ninguém mexe, manter pneu sem água, garrafa virada e tampar os ralos”. Regiane conta que o filho já foi internado com dengue hemorrágica há três anos, situação que marcou a família. “Agora seguimos as orientações, e todo mundo tomou a vacina; queremos ficar seguros contra essas doenças”, assegura.
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Ações de limpeza são intensificadas no Cruzeiro
Uma força-tarefa tem intensificado a limpeza urbana no Cruzeiro, com foco no combate ao mosquito Aedes aegypti. Os serviços incluem roçagem, limpeza das quadras e poda de árvores. Além disso, espaços de lazer como o Parcão, a Praça do Gavião e a quadra de areia foram submetidos a reparos estruturais. Além disso, houve a instalação de lixeiras cata-caca, visando preservar a população de doenças causadas por fezes de animais. Durante as ações, vinte paradas de ônibus foram higienizadas e 60 toneladas de inservíveis e resíduos foram coletadas na região | Foto: Divulgação/Administração do Cruzeiro O mutirão conta com o apoio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), do GDF Presente e da Vigilância Ambiental. Graças ao empenho das equipes, cerca de 75 mil litros de água foram usados para a higienização da cidade. Vinte paradas de ônibus estão limpas e 60 toneladas de inservíveis e resíduos foram coletadas na região. [LEIA_TAMBEM]A Vigilância Ambiental é um dos parceiros cruciais no combate à dengue, auxiliando na identificação de possíveis focos do mosquito dentro das residências. As visitas domiciliares foram iniciadas no Cruzeiro Velho e enfrentam o desafio de encontrar casas disponíveis para receber os agentes. Para o sucesso dessa iniciativa, é fundamental o apoio da população, que pode agendar o serviço pelo número 162 ou pelo site Participa-DF. A campanha reforça o compromisso da administração do Cruzeiro em manter a população segura e preparada para o período chuvoso. “Esse trabalho traz saúde para a população e mantém o ambiente seguro, tudo o que desejamos para a nossa cidade”, afirma Gustavo Aires, administrador do Cruzeiro. *Com informações da Administração do Cruzeiro
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Operação previne alagamentos e dengue em Ceilândia
A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com Novacap, SLU e GDF Presente, intensificou uma série de intervenções de limpeza, infraestrutura e recuperação asfáltica em diferentes pontos da cidade. As ações visam garantir melhorias aos moradores, prevenir alagamentos no período chuvoso e combater possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. "É essencial que cada morador faça sua parte e descarte o lixo de forma correta. A cidade só permanece limpa quando há respeito e colaboração de todos" Dilson Resende, administrador de Ceilândia “Estamos trabalhando diariamente para manter Ceilândia limpa, segura e preparada para o período de chuvas. Nossas equipes desobstruem bocas de lobo, retiram toneladas de lixo, recuperam vias e cuidam das áreas públicas. Mas é essencial que cada morador faça sua parte e descarte o lixo de forma correta. A cidade só permanece limpa quando há respeito e colaboração de todos”, ressaltou o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. Drenagem reforçada As equipes desobstruíram 20 bocas de lobo durante a operação | Fotos: Divulgação/Administração de Ceilândia As equipes desobstruíram 20 bocas de lobo, ação fundamental para evitar o acúmulo de água durante chuvas intensas em avenidas e conjuntos da QNP 15, no Setor P Norte; da QNO 19, na Expansão do Setor O; e na Avenida NM-3, em Ceilândia Norte. Foram feitos, ainda, reparos e reposição de tampas (lajes) de bocas de lobo na QNM 3, na Avenida Leste, em Ceilândia Sul, e no acesso à Avenida P2, na EQNP 6/10, no Setor P Sul. Além disso, houve manutenção e reparos em bueiros na Praça do Cidadão na QNM 18/20, em Ceilândia Norte. Serviços de recapeamento beneficiaram diversas áreas, entre elas: QNO 1, QNO 9/11 e QNO 9, no Setor O; Via NM-3 Norte; QNN 16 (estacionamento do ginásio de esportes) e na QNM 22, em Ceilândia Norte. Descarte de lixo A operação de limpeza urbana atingiu vários pontos de Ceilândia A operação de limpeza urbana foi ampliada por vários trechos da cidade. Mais de 65 toneladas de lixo e entulho foram retiradas de pontos de descarte irregular. A remoção de entulhos ocorreu na EQNM 24/26, na Avenida Hélio Prates (área atendida pelo programa Renova DF) e na EQNM 21/23, em Ceilândia Sul. Houve recolhimento de inservíveis nas regiões Norte e Sul, além da retirada de galhos nas vias S10 e N2 Sul. [LEIA_TAMBEM]No Condomínio Privê, equipes reforçaram as ações de retirada de resíduos em área pública que vinha sendo utilizada como depósito irregular de lixo. O local era alvo constante de reclamações por mau cheiro, insetos e riscos sanitários. Moradora do condomínio, Elizabete Pereira Firmino, cobradora de ônibus no terminal do Setor O, destacou o impacto da limpeza. “Aquele espaço parecia um lixão. Sempre atraía muitos insetos e ainda era um perigo enorme por causa do mosquito da dengue. As equipes limpam com frequência, mas algumas pessoas insistem em jogar lixo de novo. A população precisa colaborar e descartar os resíduos adequadamente. Passo ali todos os dias e vejo como a limpeza faz diferença”, alertou a moradora. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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GDF mobiliza esforços no Dia D Contra a Dengue
Neste sábado (8) foi realizado o Dia D de Mobilização Nacional Contra a Dengue, uma iniciativa de combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti — que, além da dengue, também é transmissor dos vírus da zika, chikungunya e febre amarela. No Distrito Federal, a parceria da Secretaria de Saúde (SES-DF) com o Ministério da Saúde (MS) preparou diversas ações de prevenção e conscientização à população. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Sul, foram apresentadas as estratégias e ações da SES-DF, realizadas durante todo o ano, para eliminação de focos do mosquito, como as estações disseminadoras de larvicida (EDLs), as ovitrampas e a soltura de Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, os chamados “mosquitos amigos” ou “wolbitos”. A UBS 1 também conta com sala de vacinação para imunizar crianças de 10 a 14 anos contra o vírus da dengue. No Dia D Contra a Dengue foram apresentadas as estratégias e ações da SES-DF para o enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF A secretária-executiva de Assistência à Saúde (SAA) da SES-DF, Edna Marques, ressaltou a coordenação de iniciativas de diferentes setores no enfrentamento à doença. “O Governo do Distrito Federal (GDF), através da SES-DF, não mediu esforços para que tenhamos todos os mecanismos necessários para combater a dengue, desde as armadilhas montadas contra o mosquito até a visitação às casas e ruas pelos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas)”. "O Governo do Distrito Federal (GDF), através da SES-DF, não mediu esforços para que tenhamos todos os mecanismos necessários para combater a dengue, desde as armadilhas montadas contra o mosquito até a visitação às casas e ruas pelos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas)” Edna Marques, secretária-executiva de Assistência à Saúde (SAA) da SES-DF Marília Santini, diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis do MS, lembra que a participação da população é aliada importante no combate ao Aedes aegypti. “Nesse Dia D de Mobilização, queremos lembrar as pessoas de que já chegamos no mês das chuvas, quando o número de casos de dengue começa a aumentar. Essa é a época para todos agirmos dentro de nossas capacidades — em casa, na escola, no trabalho — para diminuirmos os criadouros de mosquito, limpando depósitos e calhas que possam acumular água parada”. Combate a todas as fases do mosquito À frente da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da SES-DF, Kenia de Oliveira explica que as ações de eliminação da dengue, zika, chikungunya e febre amarela significam interromper o ciclo de nascimento e reprodução do vetor em todos os seus estágios de desenvolvimento. “Para a fase do ovo, nós temos as ovitrampas, armadilhas com as quais capturamos os ovos do Aedes aegypti, o que nos permite monitorar as áreas de maior infestação. De 2024 até o dia de hoje, nós já capturamos mais de 3 milhões de ovos no Distrito Federal”. “Passando para a fase das larvas”, continua a diretora da Dival, “nós temos as estações disseminadoras de larvicida (EDLs), que são uma estratégia de autodisseminação: o próprio mosquito dissemina o larvicida”. A EDL consiste em um pote com água contendo um pano interior impregnado com partículas do inseticida piriproxifeno, ou PPF. Os mosquitos, ao pousarem no recipiente para colocar seus ovos, acabam contaminados pela substância; ao buscarem outros locais para continuar sua desova, disseminam as partículas do PPF na água daqueles criadouros, impedindo que as larvas se desenvolvam ali. O larvicida não representa riscos a humanos ou animais de estimação. A diretora também ressalta o papel dos Avas da SES-DF, que entram nas residências para verificar potenciais criadouros e combater focos. “Partindo para a fase do mosquito adulto, temos a borrifação de inseticidas nas paredes de locais de grande circulação de pessoas — como escolas, UBSs, estações de metrô e rodoviárias. Quando os mosquitos pousam nessas paredes, eles morrem”. Uma tecnologia considerada revolucionária no combate à dengue, contudo, começou a ser implementada pela SES-DF em setembro deste ano, com a soltura de mosquitos inoculados com a bactéria Wolbachia na natureza, os chamados wolbitos. A bactéria faz com que o Aedes aegypti perca a capacidade de ser vetor de doenças, eliminando a transmissão dos vírus sem representar qualquer perigo às pessoas ou à fauna. Nos wolbitos, a bactéria Wolbachia faz com que o Aedes aegypti perca a capacidade de ser vetor de doenças Vacinação As medidas de enfrentamento à dengue no DF também incluem a vacinação de crianças entre 10 e 14 anos. A Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) da SES-DF reforça que a imunização dessa faixa etária é uma medida essencial de saúde pública, visando reduzir o número de casos sintomáticos e a circulação do vírus em escolas, diminuir as internações pediátricas e aliviar a rede pública hospitalar do DF. O esquema vacinal prevê a aplicação de duas doses, com intervalo de três meses, disponíveis em todas as unidades básicas de saúde (UBSs) da rede da SES-DF — confira aqui a UBS mais próxima de você. Cooperação com o setor empresarial Ainda durante a manhã, no Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), foi promovido um encontro entre servidores da SVS e representantes de setores empresariais do Distrito Federal para discutir medidas conjuntas de prevenção à transmissão da dengue. Foram apresentadas as iniciativas em curso da SES-DF e a necessidade de cooperação entre a Administração Pública e os setores do comércio, da indústria e da prestação de serviços na capital. Estiveram em pauta as ações a serem realizadas pela Vigilância em áreas como imóveis desocupados e canteiros de obras, de modo a eliminar criadouros do mosquito. O chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para Prevenção de Endemias da SES-DF, Allex Moraes, elogiou a parceria entre público e privado no enfrentamento ao problema. “Necessitamos da população, do poder público e também do setor econômico-produtivo para responsabilizar aqueles que insistem em não cooperar na prevenção”. Compareceram representantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese-DF), da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF) e do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 8ª Região (Creci-DF). *Com informações da Secretaria de Saúde
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Delegação internacional visita biofábrica de wolbitos no Distrito Federal
Uma delegação com aproximadamente 40 funcionários da World Mosquito Program (WMP), organização sem fins lucrativos australiana, visitou a biofábrica de wolbitos no Distrito Federal nesta quarta-feira (15). O local é responsável pela criação e liberação controlada de mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, que impede o desenvolvimento dos vírus da dengue, zika, chikungunya e febre amarela. A visita fez parte de uma agenda voltada à troca de experiências sobre o controle de arboviroses. A instituição, que atua globalmente para reduzir a transmissão dessas doenças, mantém equipes na Oceania, Ásia, Europa e Américas, com escritórios na Austrália, Vietnã, França e Panamá. No Brasil, o trabalho é conduzido com apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Integrantes da australiana World Mosquito Program (WMP) visitaram a biofábrica de wolbitos no Distrito Federal nessa quarta (15) | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Os visitantes conheceram as instalações da biofábrica e foram apresentados aos métodos de produção dos mosquitos. Além disso, participaram de uma das ações de soltura na região da Estrutural. Durante a apresentação das atividades, o coordenador regional de operações da Wolbito no Brasil, Caio Rabelo, destacou o trabalho da equipe local. “Essa é uma das maiores fábricas de wolbitos do país. Temos muito orgulho da equipe e parabenizamos todos pelo esforço”, elogiou. Reconhecimento O subsecretário de Vigilância à Saúde do Distrito Federal, Fabiano dos Anjos Martins, ressaltou a relevância da operação no combate às arboviroses na capital. “A visita da delegação reforça o reconhecimento internacional do trabalho desenvolvido aqui no DF. A biofábrica tem contribuído de forma significativa para o controle de arboviroses, com tecnologia de ponta e uma equipe altamente qualificada”, enfatizou. No DF, os mosquitos estão sendo liberados em Planaltina, Brazlândia, Sobradinho II, São Sebastião, Fercal, Estrutural, Varjão, Arapoanga, Paranoá e Itapoã, além dos municípios de Luziânia e Valparaíso, em Goiás. Além de conhecer as instalações da biofábrica, os visitantes participaram de uma das ações de soltura na região da Estrutural O que é o wolbito O wolbito é o mosquito Aedes aegypti inoculado com a bactéria Wolbachia, que impede o desenvolvimento dos vírus da dengue, zika e chikungunya. Uma vez com a bactéria, os insetos deixam de transmitir essas doenças. [LEIA_TAMBEM]Ao serem soltos nos ambientes, os wolbitos se reproduzem com os mosquitos selvagens, transmitindo a bactéria para as próximas gerações. Com o tempo, não será mais necessário realizar a soltura de novos mosquitos, pois a população de “mosquitos amigos” será predominante. Dicas para a população Apesar de ser uma forte ferramenta no combate às arboviroses, os demais métodos de prevenção continuam essenciais, como evitar água acumulada, usar repelentes e manter cuidados individuais. Não há diferença visual entre o mosquito com ou sem Wolbachia. Mesmo inoculado, ele mantém o mesmo tamanho, padrão de listras e comportamento de picar. Por isso, métodos individuais de controle, como aerossóis ou raquetes elétricas, permanecem sendo ferramentas de proteção. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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