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Calor e tempo seco exigem cuidados redobrados com a saúde das crianças

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Manter as crianças hidratadas, o calendário de vacinação em dia e redobrar os cuidados com o preparo e a conservação dos alimentos estão entre as principais medidas para proteger a saúde infantil durante períodos de calor intenso e baixa umidade. Pais e responsáveis também devem ficar atentos aos sinais de desidratação e procurar atendimento caso a criança apresente sintomas de alerta. Uma das medidas mais eficazes para proteger o público infantil é manter o calendário de vacinação em dia. Exemplo disso é a vacina rotavírus humano (VRH), imunizante oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que previne formas graves de diarreia. O esquema é composto por duas doses: a primeira deve ser aplicada aos dois meses e a segunda aos quatro meses de idade. O cardápio das crianças também exige cuidados especiais, como detalha a referência técnica distrital (RTD) de pediatria da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Juliana Araújo. “Com o calor na faixa entre 20° C e 50° C, os alimentos entram em uma zona propícia para a rápida multiplicação de bactérias e vírus. Por isso, é fundamental atentar-se às condições de preparo, higiene e acondicionamento”, explica. Refeições e lanches deixados fora de refrigeração por mais de duas horas ou preparados com muita antecedência oferecem riscos de contaminação. A orientação é manter alimentos quentes acima de 60° C e refrigerados abaixo de 5° C. Também é recomendável evitar ambientes muito quentes ou com aglomeração de pessoas. Se for necessário frequentar esses locais, a orientação é reforçar continuamente a ingestão de água. Por que o cuidado deve ser redobrado O período de calor intenso e baixa umidade relativa do ar favorece o aumento de infecções por vírus gastrointestinais, como norovírus, adenovírus e rotavírus. O ressecamento do solo facilita a suspensão de poeira com esses agentes infecciosos no ar. Além disso, o tempo seco causa o ressecamento das mucosas nasais e inibe o mecanismo natural que varre as impurezas das vias aéreas, reduzindo a proteção contra microrganismos. Por estarem em desenvolvimento, os bebês e as crianças são impactados de maneira especial por essas condições. Outro problema crítico é a desidratação, que ocorre de forma muito mais rápida nos pequenos. Como eles têm uma taxa metabólica elevada, a perda de líquidos pela transpiração e por eventuais diarreias ou vômitos pode evoluir rapidamente para quadros mais graves. Sinais de alerta e atendimento Os pais e responsáveis devem observar atentamente os sinais de desidratação infantil. É preciso buscar assistência médica imediata caso a criança apresente: diminuição perceptível ou ausência de urina; febre; boca, lábios e mucosas ressecados; olhos fundos e ausência de lágrimas ao chorar; letargia, prostração ou sonolência excessiva. As unidades básicas de saúde (UBS) são a principal porta de entrada para essa assistência. Na UBS, as equipes de Saúde da Família realizam o acolhimento, a classificação de risco e iniciam os procedimentos de reidratação, que buscam favorecer a absorção intestinal de água e eletrólitos. Caso haja necessidade, o paciente é encaminhado a um serviço de emergência. Clique aqui e confira o horário de funcionamento da UBS mais próxima da sua residência ou veja a lista completa de UBS do DF. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Sábado é Dia D de vacinação no DF; saiba onde se imunizar

A campanha nacional de multivacinação segue por todo o Distrito Federal com o objetivo de imunizar toda a população, mas, principalmente, o público infantojuvenil. As vacinas estão disponíveis em mais de cem unidades de saúde. As ações serão intensificadas no sábado (22), com o Dia D de Vacinação. A proposta é oferecer os imunizantes estabelecidos no calendário de rotina, que abrange tanto adultos e idosos quanto crianças e adolescentes. As doses estarão disponíveis em unidades básicas de saúde (UBSs) e em pontos comunitários distribuídos por diferentes regiões da capital. A lista completa com endereços e horários está disponível neste link. Aproveite: as doses estarão disponíveis em unidades básicas de saúde (UBSs) e em pontos comunitários das diferentes regiões do Distrito Federal | Fotos: Divulgação  "Estamos no período da campanha para crianças e adolescentes, mas também queremos aproveitar para fazer a atualização vacinal de toda a família" Tereza Luiza Pereira, gerente da Rede de Frio do DF "Estamos no período da campanha para crianças e adolescentes, mas também queremos aproveitar para fazer a atualização vacinal de toda a família. As doses estão disponíveis ao longo deste mês. No Dia D, ampliaremos os locais de atendimento e a busca ativa", explica a gerente da Rede de Frio do DF, Tereza Luiza Pereira.  Proteção contra o sarampo  Os casos de sarampo registrados neste ano no estado de São Paulo acenderam um alerta para a prevenção da doença em todo o território nacional. Apesar de o DF ainda não ter registrado ocorrências, a imunização em dia é a maneira mais eficaz de proteger, especialmente, as crianças.  Mesmo se tiver perdido o cartão de vacinas, procure uma UBS: a equipe de saúde verificará as informações no sistema para resgatar o histórico das doses tomadas Hoje, a dose contra o sarampo é indicada para bebês de 12 a 15 meses de idade. Contudo, para famílias que vão para São Paulo, o DF está aplicando a dose zero em bebês de 6 a 11 meses. Essa estratégia busca expandir a proteção dessas crianças, que são mais vulneráveis à infecção pelo sarampo e ao desenvolvimento de formas graves da doença. A dose zero, porém, não substitui as outras previstas no calendário de rotina. Já adultos com até 29 anos precisam ter recebido duas doses; para a população de 30 a 59 anos, a dose é única. Às pessoas com mais de 60 anos, o imunizante não é sugerido.  Na dúvida, procure uma UBS e se informe Àqueles que não têm certeza se receberam ou não a dose, a recomendação é buscar uma UBS para verificar. Orienta-se levar um documento válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. Caso tenha perdido o cartão, compareça à UBS assim mesmo. A equipe de saúde consultará os sistemas digitais de informação para resgatar o histórico do usuário.  Se houver doses atrasadas de longo tempo, não adie. O esquema vacinal não é reiniciado, apenas continuado do ponto de onde parou. Multivacinação 2026 no DF ⇒ Período da ação: até 1º de setembro ⇒ Dia D de mobilização social: 22 de agosto ⇒ Público-alvo prioritário: crianças e adolescentes menores de 15 anos (atualização estendida a jovens até 19 anos para HPV e demais faixas elegíveis para gripe e sarampo); ⇒ Locais de atendimento: salas de vacina nas UBSs e ações em escolas e espaços comunitários sinalizados; ⇒ Horários e postos: a lista detalhada dos locais e horários de atendimento pode ser consultada neste link.

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Campanha Multivacinação 2026: confira as principais dúvidas sobre a imunização no DF

Aberta em todo o DF na segunda-feira (3), a edição de 2026 da Campanha Nacional de Multivacinação segue até 1º de setembro para imunizar crianças e adolescentes com até 14 anos, 11 meses e 29 dias que ainda estejam com seus esquemas vacinais incompletos. Além desse grupo prioritário, a iniciativa busca proteger pessoas de todas as faixas etárias. O objetivo é garantir a aplicação das doses previstas no calendário de rotina e evitar a reintrodução no território brasileiro de doenças como o sarampo e a poliomielite. O público prioritário é formado por crianças e adolescentes menores de 15 anos, mas pessoas de todas as idades podem se vacinar | Foto: Divulgação Neste ano, a campanha traz ainda uma importante atualização no calendário nacional ao incluir a segunda dose de reforço contra a poliomielite para crianças de 4 anos. O “Dia D de Vacinação” está programado para 22 de agosto, quando as ações serão intensificadas nas unidades básicas de saúde (UBSs) e em pontos comunitários de todas as regiões do DF. Veja abaixo as principais dúvidas a respeito da campanha.   O que mudou na vacinação contra a poliomielite? O calendário infantil passou a contar com uma segunda dose de reforço da vacina inativada poliomielite (VIP), aplicada aos 4 anos de idade. Com essa atualização, o esquema contra a doença passa a ser composto por cinco doses: → 1ª dose: aos 2 meses → 2ª dose: aos 4 meses → 3ª dose: aos 6 meses → 1º reforço: aos 15 meses → 2º reforço: aos 4 anos. Quais crianças podem tomar essa nova dose? Crianças menores de 5 anos que ainda não receberam o segundo reforço da vacina contra a poliomielite. Estão dispensadas da dose adicional aquelas que já receberam a vacina VIP ou a oral poliomielite (VOP). A campanha de multivacinação é apenas para crianças e adolescentes? Não. Embora o público prioritário seja formado por crianças e adolescentes menores de 15 anos, a campanha também é uma oportunidade para que pessoas de todas as idades verifiquem a caderneta e recebam as doses recomendadas para sua faixa etária ou condição de saúde. Quais vacinas estão disponíveis? Durante a campanha, estarão disponíveis os imunizantes do calendário de rotina para crianças, adolescentes, adultos e idosos. Também serão ofertadas vacinas contra a influenza, para os grupos prioritários; contra o papilomavírus humano (HPV), para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos, na estratégia de resgate; e contra o sarampo, para pessoas elegíveis que necessitem atualizar o esquema vacinal A campanha vai ampliar a vacina da gripe para todo mundo? Não. No Distrito Federal, a vacina contra a influenza continua sendo destinada exclusivamente aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como crianças, idosos, gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e outros grupos contemplados pela estratégia nacional. Por que a campanha inclui a vacina de sarampo? O Brasil voltou a registrar casos de sarampo em diferentes estados, além de haver circulação da doença em outros países. Diante do cenário, a campanha busca identificar e proteger pessoas com esquema vacinal incompleto, reduzindo o risco de reintrodução da doença no DF. O último caso confirmado na capital federal ocorreu em 2025, em uma pessoa com histórico de viagem internacional. Onde posso me vacinar? Não é necessário comparecer à UBS de referência. Os locais e os horários de funcionamento estão disponíveis neste link.  O que é preciso levar? A caderneta de vacinação e um documento de identificação válido e com foto. Perdi a caderneta. Posso me vacinar? Sim. A ausência da caderneta não impede a vacinação. Sempre que possível, a equipe de saúde consultará os sistemas para verificar o histórico da pessoa e orientar a atualização do esquema. Estou com sintomas de gripe. Posso me vacinar? A vacinação deve ser adiada apenas em caso de febre ou de síndrome gripal em fase aguda. Sintomas leves, como coriza ou tosse discreta, não impedem a vacinação. Em caso de dúvida, a equipe de saúde fará a avaliação na hora do atendimento. E se meu filho receber todas as doses de uma vez, é seguro? Sim. A administração simultânea de diferentes vacinas é segura, recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além de garantir proteção no momento adequado, essa estratégia reduz o risco de atraso no esquema vacinal e evita oportunidades perdidas. Os imunizantes não sobrecarregam o sistema imunológico nem comprometem a resposta de proteção do organismo. Meu filho pode ter efeitos colaterais? Como qualquer medicamento, podem ocorrer eventos adversos, geralmente leves e transitórios, como dor, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação e febre baixa nas primeiras 48 horas após a vacinação. Caso os sintomas sejam intensos, persistam por mais de 48h ou escalem para manifestações que preocupem pais ou responsáveis, a criança deve ser levada à UBS ou a um serviço de saúde para avaliação. O que é o Dia D de Vacinação? É uma estratégia de mobilização para ampliar o acesso às vacinas, com ações em diversos pontos do DF, inclusive em locais de grande circulação de pessoas. Mas não é preciso esperar essa data para se vacinar: as doses ficam disponíveis durante todo o período da campanha.      

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Campanha de multivacinação começa nesta segunda (3) em todo o DF

Terá início, a partir desta segunda-feira (3), a Estratégia de Multivacinação 2026, que segue até 1º de setembro. O objetivo é vacinar crianças e adolescentes que estejam com esquemas vacinais incompletos. A mobilização também terá um “Dia D” em 22 de agosto, quando as ações de imunização serão intensificadas nas unidades básicas de saúde (UBSs) e em pontos comunitários de todas as regiões do DF. O foco prioritário da iniciativa são crianças e jovens menores de 15 anos (até 14 anos, 11 meses e 29 dias). O objetivo é garantir a aplicação das doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação para proteger a população contra doenças imunopreveníveis e evitar a reintrodução de enfermidades como o sarampo e a poliomielite.  O foco da iniciativa são crianças e jovens menores de 15 anos (até 14 anos, 11 meses e 29 dias) | Foto: Divulgação Oportunidade para vacinar toda a família Apesar do público-alvo prioritário, pais e responsáveis podem aproveitar a ida aos postos para conferir e atualizar a caderneta de toda a família. Durante o período da campanha, estarão disponíveis no DF: · Todas as vacinas do Calendário Infantil e do Adolescente (como tríplice viral, pentavalente, poliomielite, febre amarela, meningocócica, pneumocócica e varicela). · Vacina contra influenza para os grupos prioritários. · Vacina contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos. · Vacina contra o sarampo para pessoas elegíveis conforme o histórico vacinal. Imunização individualizada Os profissionais de saúde farão a avaliação detalhada do histórico de cada cidadão e aplicarão apenas as doses estritamente necessárias para iniciar ou completar os esquemas atrasados. Proteção coletiva e eliminação de riscos As vacinas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são fundamentais para conter a circulação de vírus e bactérias causadores de complicações graves, internações e óbitos. Orientações ⇒ Compareça com antecedência: não é necessário esperar pelo Dia D (22 de agosto). Procure a unidade de saúde mais próxima ao longo de todo o período da campanha. ⇒ Documentação: leve a caderneta de vacinação e um documento de identificação. ⇒ Perda de caderneta: caso tenha perdido a caderneta de vacinação, compareça à UBS assim mesmo. A equipe de saúde consultará os sistemas digitais de informação para resgatar o histórico vacinal e prestar a devida orientação. ⇒ Doses em atraso: se houver doses atrasadas de longo tempo, não adie. O esquema vacinal não é reiniciado, apenas continuado do ponto onde parou. Multivacinação 2026 no DF • Período da ação: 3 de agosto a 1º de setembro • Dia D de Mobilização Social: 22 de agosto • Público-alvo prioritário: crianças e adolescentes menores de 15 anos (atualização estendida a jovens até 19 anos para HPV e demais faixas elegíveis para gripe e sarampo). • Locais de atendimento: salas de vacina nas unidades básicas de saúde (UBS) e ações extramuros (escolas e espaços comunitários sinalizados). • Horários e postos: a lista detalhada dos locais e horários de atendimento pode ser consultada neste link.  

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Aumento de casos de síndrome gripal exige atenção redobrada com crianças e idosos

O mês de março marcou o início de um período que preocupa muitos pais e responsáveis: a sazonalidade das infecções respiratórias virais. Tosses, corizas, dores de garganta, catarro, febre e diversos outros sintomas começam a aparecer com mais frequência nos lares, exigindo atenção redobrada com a prevenção e o cuidado. Estação atual é marcada pelo aumento das síndromes gripais, que podem ser identificadas a partir de vários sintomas | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  Esse período não está associado a uma única doença, mas ao aumento das chamadas síndromes gripais (SGs). Um indivíduo é classificado com SG se apresentar uma infecção respiratória, com início nos últimos sete dias, com pelo menos dois desses sintomas: tosse, coriza, dor de garganta, congestão nasal, febre, dor de cabeça, dor no corpo e calafrio. “É bom fazer uma avaliação se a pessoa tiver febre por mais de 72 horas seguidas. Se a febre já passou por mais de 48 horas, mas retornou, também cabe uma avaliação” Camila Damasceno, médica da Secretaria de Saúde Nos casos mais graves, pode haver a evolução para a síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que ocorre quando o paciente hospitalizado com SG apresenta agravamento, como dispneia (dificuldade de respirar), taquipneia (respiração rápida) e baixa saturação de oxigênio. Sintomas Camila Damasceno, médica e referência técnica distrital (RTD) de família e comunidade da Secretaria de Saúde (SES-DF), aponta os principais sintomas aos quais a pessoa deve ficar atenta para procurar um serviço de emergência: “Se tiver alguma dificuldade para respirar, se a respiração está acelerada ou com chiado; se a pessoa estiver muito prostrada, se sentindo muito fraca, com sensação de desmaio”. A especialista orienta sobre o cuidado com as altas temperaturas do corpo: “É bom fazer uma avaliação se a pessoa tiver febre por mais de 72 horas seguidas. Se a febre já passou por mais de 48 horas, mas retornou, também cabe uma avaliação”. Sintomas como convulsões ou confusão mental também são sinais de alerta. “Em caso de sintomas leves, o ideal é que a pessoa procure a Unidade Básica de Saúde (UBS), para que o enfermeiro ou médico avalie e oriente direito como será o tratamento”, reforça a médica. “Na presença de sinais de gravidade, a pessoa deve procurar o serviço de emergência, como uma UPA ou pronto-socorro, principalmente nos períodos em que a UBS estiver fechada.” Aumento [LEIA_TAMBEM]O alerta se intensifica diante de dados recentes. Nos últimos anos, foram notificados mais de 21 mil casos de SRAG em residentes do DF. De 2024 para 2025, houve um aumento de 25%, após um período de queda, sinalizando uma retomada da circulação viral — foram 6,5 mil casos, em 2024, e 8 mil casos, em 2025. O crescimento dos casos entre março e julho se dá, principalmente, devido ao clima mais frio e seco, que facilita a circulação de vírus e resseca as vias respiratórias, deixando o organismo mais vulnerável. Também é uma época em que as pessoas costumam ficar mais tempo em locais fechados, com pouca ventilação, facilitando a transmissão. Alguns vírus apresentam melhor sobrevivência em temperaturas mais baixas. Mudanças de temperatura e a menor exposição ao sol também podem afetar o sistema imunológico. As faixas etárias mais suscetíveis à evolução para formas graves de infecções respiratórias agudas incluem crianças menores de cinco anos e idosos, devido à imaturidade ou declínio da resposta imunológica. Prevenção e cuidados A vacinação segue como a principal estratégia para prevenir casos graves contra os vírus respiratórios e reduzir a incidência, gravidade e número de mortes. Hábitos cotidianos também são fundamentais para reduzir a transmissão, como higienizar as mãos, dar preferência a ambientes naturalmente ventilados, isolar-se em casos suspeitos, manter o ambiente limpo e evitar aglomerações em locais fechados. Veja, abaixo, as vacinas oferecidas na rede pública de saúde do Distrito Federal. Arte: SES-DF *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)    

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Consumo de ultraprocessados no DF diminui, mas índices continuam elevados

A ingestão de alimentos ultraprocessados apresentou uma redução entre os brasilienses. É o que mostra o mais recente boletim sobre estado nutricional e consumo alimentar da população acompanhada pela Atenção Primária à Saúde (APS), com dados referentes a 2024. Ainda assim, o estudo elaborado anualmente pela Secretaria de Saúde (SES-DF) mostra percentuais alarmantes.  Os boletins são publicados todos os anos e apresentam o perfil alimentar e nutricional da população do DF. Segundo Gama, os dados servem de elemento para a elaboração de políticas públicas: “É de suma importância conhecer a população para planejar as ações voltadas à promoção da saúde e da alimentação adequada e saudável”, avalia a gerente do Serviço de Nutrição da SES-DF, Carolina Gama. Dados mais positivos que indicam preferência por alimentos saudáveis, como frutas, foram encontrados nas pesquisas entre idosos | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Os adultos diminuíram em 5,3% a ingestão de ultraprocessados em 2024, alcançando 67%. Em 2023, o índice era de 72,36%. O consumo de bebidas adoçadas, como refrigerantes, sucos industrializados ou de fruta com adição de açúcar, também baixou, caindo de 52,58% para 49%. O grupo de gestantes, por sua vez, aumentou o consumo de ultraprocessados em 2024: 55%, pouco mais de 1% do que o registrado em 2023.  Alimentação das crianças Entre o público infantil, os números preocupam. Aproximadamente uma em cada três crianças de 6 meses a 2 anos de idade consumiu alimentos ultraprocessados em 2024. Entre os mais velhos (de 2 até 5 anos), esse índice é superior a 78%. Desses, 9,63% já apresentam excesso de peso. A situação se agrava entre crianças de 5 a 10 anos, com 83,56% consumindo ultraprocessados e 25% com excesso de peso, além de ser um grupo que frequentemente faz refeições assistindo televisão, hábito também comum entre os adolescentes. Nesta última faixa etária, 84,78% consomem alimentos do tipo, 27,86% apresentam excesso de peso e apenas 68% realizam regularmente as três refeições principais ao dia.  [LEIA_TAMBEM]O melhor cenário geral é demonstrado pelos idosos. Além de menos da metade optar por alimentos ultraprocessados (46,3%), a maioria — mais de 84% — ingere feijão, frutas, legumes e verduras, mantendo o hábito de fazer no mínimo três refeições principais ao dia. Produtos industrializados Os ultraprocessados são produtos industrializados que utilizam aditivos químicos (não naturais) para realçar o sabor e aumentar o prazo de validade. Possuem corantes e conservantes com elevado teor de açúcar, sódio e gorduras saturadas — elementos que, além do excesso de calorias, não fornecem os nutrientes necessários. “Esses ingredientes acabam ‘conquistando’ o paladar, especialmente das crianças”, aponta Carolina Gama. “Uma alimentação baseada nesses produtos é geralmente acompanhada de excesso de peso e desenvolvimento de diversas doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.” *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Cuidado: Carnaval com sol é mistura explosiva

Durante o Carnaval, as unidades de saúde registram aumento de atendimentos por desidratação, queimaduras solares,  exaustão pelo calor e insolação. Quando o corpo permanece exposto por muito tempo a altas temperaturas, ele tenta se resfriar por meio do suor. Se a perda de líquidos não é compensada com hidratação adequada, ocorre desidratação. Atençao ao uso do glitter: caso o produto não tenha sido testado dermatologicamente, pode provocar irritação | Foto: Divulgação/IgesDF  Em situações mais graves, a temperatura corporal sobe de forma descontrolada. É a chamada insolação. “É uma condição séria”, explica a dermatologista Danielle Aquino, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). “O corpo perde a capacidade de regular a própria temperatura e isso pode levar a complicações importantes, inclusive neurológicas”.  A médica explica que os principais sintomas são dor de cabeça intensa, tontura, febre, náuseas, pele quente e avermelhada, fraqueza e confusão mental. Sem atendimento adequado, orienta ela, o quadro pode evoluir para emergência. Protetor solar Um dos erros mais comuns no Carnaval é aplicar protetor solar apenas uma vez, antes de sair de casa. Com suor intenso e contato com água, o produto perde eficácia. “A reaplicação é fundamental”, aponta a dermatologista. “Não adianta passar protetor apenas pela manhã e achar que está protegido o dia inteiro”. As recomendações incluem usar protetor com FPS 30 ou superior, aplicando de 15 a 30 minutos antes da exposição e reaplicando a cada duas horas, bem como a cada vez que sair da água ou suar muito e não se esquecer de espalhar o produto entre orelhas, pescoço, pés e parte de trás das pernas.   Hidratar-se com frequência ou ter por perto uma garrafa de água são atitudes que ajudam na prevenção | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Outra dúvida comum envolve o glitter. Produtos que não foram testados dermatologicamente podem causar irritação na pele e, se atingirem os olhos, provocar ardência e inflamação. O ideal é procurar itens próprios para uso cosmético e evitar aplicação próximo à região ocular. Roupas e acessórios que ajudam a proteger são boné ou chapéu de aba larga, óculos de sol com proteção UV, roupas leves e claras, tecidos que facilitam a ventilação e uma garrafinha de água sempre por perto. Também é recomendado evitar exposição direta ao sol entre as 10h e as 16h, quando a radiação ultravioleta é mais intensa. Cuidados redobrados com crianças Blocos infantis e matinês também exigem atenção. Crianças desidratam mais rápido e nem sempre conseguem identificar os próprios sintomas. “Elas dependem totalmente da observação dos adultos”, atenta a dermatologista do Hospital de Base. “Irritabilidade excessiva, sonolência e pele muito quente são sinais de alerta”. “O Carnaval é tempo de alegria, mas a prevenção é essencial para que a folia não termine em emergência” Danielle Aquino, dermatologista do Hospital de Base Os cuidados principais são oferecer água com frequência, reaplicar protetor com maior regularidade, evitar exposição nos horários de pico e garantir pausas em locais sombreados.  Queimadura solar Se a pele ficar vermelha e dolorida, é preciso agir rapidamente. Saia imediatamente do sol, tome um banho frio ou morno, beba bastante líquido e use hidratantes calmantes indicados por profissional de saúde.  O que não se deve fazer, nesse caso, é estourar bolhas, aplicar receitas caseiras (como pasta de dente ou manteiga) ou voltar à exposição solar. Em caso de bolhas extensas ou dor intensa, é importante procurar avaliação médica. [LEIA_TAMBEM]Alguns sinais indicam que é hora de buscar ajuda imediata: febre alta, desmaio, confusão mental, vômitos persistentes e pele muito quente e seca. A recomendação geral é manter a atenção. “O Carnaval é tempo de alegria, mas a prevenção é essencial para que a folia não termine em emergência”, conclui a dermatologista Danielle Aquino.   Veja, abaixo, onde procurar assistência no DF:  ⇒ Unidades de pronto atendimento (UPAs) para quadros moderados e urgências; ⇒ Hospitais regionais, em casos mais graves; ⇒ Em situações com risco iminente à vida, acionar o Samu, pelo telefone 192.   *Com informações do IgesDF

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Aberta campanha para identificação de crianças no Carnaval

A tradicional campanha de identificação infantil da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) retorna no Carnaval de 2026 como uma medida essencial para evitar desaparecimentos e garantir a segurança dos pequenos foliões. Documento de identificação infantil é importante para garantir a segurança | Arte: PMDF A principal orientação é que os responsáveis registrem as crianças utilizando a Carteirinha de Identificação Infantil, que pode ser impressa neste site e anexada à roupa ou utilizada como crachá. O documento contém o nome da criança e o telefone de contato dos responsáveis. Além das carteirinhas, a PMDF estará em pontos estratégicos de blocos voltados ao público infantil, reforçando a identificação das crianças por meio de pulseiras. A orientação é nunca deixar as crianças desacompanhadas, além de instruí-las a procurar os postos policiais caso se percam.   *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal 

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Período de férias no DF exige atenção redobrada com a segurança das crianças

O período de férias escolares, tradicionalmente associado ao descanso e ao lazer em família, também exige atenção redobrada quando o assunto é a segurança das crianças. Com a mudança da rotina, maior tempo dentro de casa, viagens e atividades ao ar livre, cresce de forma significativa o risco de acidentes infantis, muitos deles com potencial para causar sequelas graves ou até levar à morte. [LEIA_TAMBEM]Especialistas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) alertam que a supervisão constante é a principal ferramenta de prevenção, especialmente durante as férias, quando as crianças ficam mais expostas a situações de risco. Os acidentes mais comuns na infância variam conforme a faixa etária, mas os registros mais frequentes incluem quedas, queimaduras, engasgos e sufocamentos, intoxicações por medicamentos ou produtos de limpeza e, principalmente no verão, afogamentos. Para a pediatra Maria Fernanda Spigolon, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a falsa sensação de segurança dentro de casa é um dos fatores mais perigosos para os pequenos. “Em crianças menores, como bebês e pré-escolares, entre 3 e 5 anos, a maior parte dos acidentes acontece dentro de casa. Muitas vezes, os pais acreditam que o ambiente está totalmente seguro, mas basta um segundo de distração para que o acidente aconteça”, alerta a médica. Adultos devem estar atentos e sempre preparados para qualquer emergência envolvendo os pequenos | Fotos: Divulgação/IgesDF Risco maior A rotina das férias escolares reúne uma série de fatores que elevam a exposição ao risco. Viagens, ambientes desconhecidos, como casas de parentes, sítios e hotéis, além da maior circulação de pessoas, exigem supervisão ainda mais atenta. “Durante as férias, o risco de afogamentos aumenta muito, seja em piscinas, praias, rios ou até mesmo em baldes e banheiras. O mesmo vale para quedas em locais não adaptados, como playgrounds, e queimaduras em churrasqueiras ou com fogos de artifício”, explica a pediatra. Outro ponto crítico é a chamada supervisão diluída, comum em reuniões familiares. “É frequente que todos acreditem que outro adulto esteja cuidando da criança, quando, na verdade, ninguém está supervisionando de forma ativa. Essa falha de comunicação pode ser determinante para a ocorrência de acidentes”, reforça. Fraturas estão entre as ocorrências mais comuns envolvendo crianças durante o período de férias Lesões mais comuns A incidência de acidentes domésticos impacta diretamente os atendimentos nas emergências pediátricas. No pronto-socorro, os casos mais frequentes envolvem quedas com traumas leves a moderados, queimaduras e ingestão acidental de medicamentos ou produtos químicos. Em períodos de férias escolares e feriados prolongados, os profissionais observam um aumento expressivo dos casos graves, principalmente afogamentos e intoxicações. “São acidentes com alto potencial de morte ou sequelas permanentes”, pontua Maria Fernanda. Principais causas de morte acidental Os números reforçam o alerta. Afogamentos, sufocamentos, queimaduras extensas e intoxicações graves estão entre os acidentes com maior risco de óbito na infância. Crianças devem estar sob supervisão em piscinas, lagos, rios e até nas proximidades de bacias O afogamento é especialmente traiçoeiro. “Ele acontece de forma silenciosa e muito rápida. Pode causar lesão cerebral por falta de oxigênio, insuficiência respiratória e sequelas neurológicas permanentes, além do risco de morte”, explica a médica. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2024, 456 crianças e adolescentes, de 0 a 19 anos, morreram no Brasil vítimas de acidentes domésticos, sendo os sufocamentos (213) e os afogamentos (104) as causas mais frequentes. Entre 2010 e 2023, o país registrou mais de 71 mil mortes por afogamento, considerando todas as faixas etárias. 456 crianças e adolescentes (0 a 19 anos) morreram em 2024 no Brasil vítimas de acidentes domésticos  Prevenir é salvar vidas A prevenção é a estratégia mais eficaz para reduzir os acidentes envolvendo bebês e crianças. A pediatra Maria Fernanda Spigolon reforça que a ação preventiva se baseia em dois pilares, supervisão ativa e adaptação do ambiente. “A prevenção começa em casa. É essencial instalar redes de proteção e grades de segurança, manter medicamentos e produtos de limpeza fora do alcance das crianças, proteger tomadas e nunca deixar uma criança sozinha em ambientes com água, nem por um segundo”, orienta. Outro cuidado importante é ajustar a temperatura da água do banho, prevenindo queimaduras. Arte: IgesDF O que fazer em caso de acidente Diante de uma situação de risco ou acidente grave, a recomendação é retirar a criança da fonte de perigo, desde que seja seguro para quem presta o socorro, e acionar imediatamente o serviço de emergência, pelo 192 (Samu) ou 193 (Corpo de Bombeiros). Se possível, devem ser iniciadas manobras de primeiros socorros até a chegada do atendimento profissional. “É fundamental que, mesmo que a criança pareça bem após um evento grave, como um afogamento ou ingestão de substância, ela seja avaliada em um serviço de saúde. Algumas complicações sérias podem surgir horas depois do ocorrido”, finaliza a médica. * Com informações do IgesDF

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Evento debate estratégias de alfabetização

O Distrito Federal recebeu, entre os dias 1º e 3 deste mês, o 4º Ciclo Formativo da Rede Nacional de Articulação, Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa). O encontro faz parte da estratégia de implementação do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), instituído pelo Decreto nº 11.556/2023, que visa à integração dos esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, com a finalidade de garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras. Na cerimônia de abertura, estavam presentes, compondo a mesa principal, a secretária nacional de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Kátia Helena Schweickardt; o coordenador-geral de Alfabetização do MEC, João Paulo Mendes de Lima; e a subsecretária de Educação Básica da Secretaria de Educação (SEEDF), representando o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Iêdes Braga, entre outras autoridades. Iêdes Braga destacou a importância da política pública: “O compromisso do Criança Alfabetizada é uma das principais políticas que nós temos nesse país. Aqui, temos o Programa de Alfabetização e Letramento do DF [Alfaletrando], que possui a missão de alfabetizar todas as crianças até o final do 2º ano do ensino fundamental. Quando alfabetizamos na idade certa, evitamos muitos outros problemas”. A subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Braga, participou do 4º Ciclo Formativo da Renalfa | Foto: Jotta Castto/SEEDF A programação do primeiro dia do evento em Brasília contou com a participação dos estudantes da Escola Classe (EC) 12 de Taguatinga, que encenaram o espetáculo O Rei Leão. Kátia Schweickardt incentivou os articuladores a continuarem com o trabalho intenso. “A gente vem fazendo essa experiência com a Renalfa desde 2023, pois é um verdadeiro piloto do Sistema Nacional de Educação que foi recentemente aprovado. Não dava para fazer essa articulação aqui de Brasília sozinhos, tínhamos que mergulhar nesse Brasil. A gente foi costurando essa teia com gente do país inteiro”, afirmou. Os ciclos formativos da Renalfa têm promovido formação e articulação entre gestores e técnicos de todo o país. Os encontros anteriores foram realizados em Curitiba (PR), Belém (PA), João Pessoa (PB), Vitória (ES), Juiz de Fora (MG), Salvador (BA), Manaus (AM) e Rio de Janeiro (RJ). O coordenador-geral de Alfabetização do MEC, João Paulo Mendes de Lima, comemorou cada conquista realizada pelos estados e municípios, e a oportunidade de começar o planejamento para 2026: "Pensando no nosso indicador, esse encontro é uma sinalização para que estados e municípios trabalhem de forma coordenada e desenvolvam ações sistêmicas, pensando sempre no resultado: a garantia do direito de alfabetização de todas as crianças”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Estudo do GDF aponta que um em cada quatro moradores do DF é criança ou adolescente e orienta políticas públicas

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) lançou, nesta segunda-feira (13), o estudo Retratos do Distrito Federal: Crianças e Adolescentes, primeiro volume da série Retratos do Distrito Federal, que trará análises temáticas sobre diferentes segmentos da população com base na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A 2024). Neste primeiro levantamento, os dados indicam que um em cada quatro moradores do Distrito Federal é criança ou adolescente, o que corresponde a 713,8 mil pessoas com até 18 anos, ou 23,9% da população total. Do total, 60,8% são crianças de até 11 anos e 39,12% são jovens de 12 a 18 anos. Estudo do IPEDF aponta que um em cada quatro moradores do Distrito Federal é criança ou adolescente | Foto: Divulgação/IPEDF Entre os principais resultados, o estudo aponta que 56,3% das crianças e adolescentes do DF são negras e 50,9% são do sexo masculino. Além disso, 59,2% das crianças de até 11 anos e 94% dos jovens de 12 a 18 anos têm acesso à internet. [LEIA_TAMBEM]A diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF, Marcela Machado, destaca o objetivo da série. “A ideia é que cada edição da série Retratos Sociais do DF traga um olhar específico para subsidiar gestores e tomadores de decisão na formulação e no aprimoramento de políticas públicas”, afirma. O estudo completo está disponível no site do IPEDF. As próximas edições da série abordarão os perfis de pessoas idosas, mulheres, raça/cor, população LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)

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Concurso de Desenho 2025 do GDF abre inscrições

Já estão abertas as inscrições para a edição deste ano do Concurso de Desenho do Governo do Distrito Federal (GDF). Este ano, o tema escolhido é “O mundo que eu quero criar: um lugar cheio de paz, alegria e amizade”, convidando as crianças a expressarem sonhos e visões por meio da arte. Trabalho vencedor do concurso na edição do ano passado | Foto: Divulgação/Seec-DF Podem participar filhos, enteados e netos de servidores efetivos, comissionados ou empregados públicos do GDF — ativos ou aposentados, com idades entre 5 e 12 anos. As inscrições ficam abertas até 8 de setembro, no site da Secretaria de Economia (Seec-DF), responsável pela iniciativa. [LEIA_TAMBEM]“O Concurso de Desenho já está na sua quinta edição e se consolidou como uma das ações mais carinhosas da nossa secretaria”, avalia Gilvanete Mesquita, secretária-executiva substituta de Valorização e Qualidade de Vida da Seec-DF. “Incentivar a participação das crianças é uma forma de valorizar as famílias dos nossos servidores e, ao mesmo tempo, despertar a sensibilidade dos pequenos para temas como paz, alegria e amizade.”  Regras para envio dos desenhos Cada criança poderá enviar apenas um desenho, em papel A4 (horizontal), colorido ou em preto e branco. Os materiais permitidos para criar a peça são guache, aquarela, óleo, nanquim, giz de cera, lápis de cor ou canetas coloridas. As categorias a serem avaliadas pela comissão julgadora se dividem em quatro faixas etárias: 5 a 6 anos, 7 a 8 anos, 9 a 10 anos e 11 a 12 anos. Ao todo, serão 12 vencedores — três em cada categoria. Os desenhos premiados vão ilustrar o Calendário Oficial do GDF de 2026. A data e o local da cerimônia de premiação serão divulgados em breve. Veja o regulamento e faça aqui sua inscrição.  *Com informações da Secretaria de Economia

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Campeonato de Pesca movimenta o DF no fim de semana

Agência Brasília · CAMPEONATO DE PESCA MOVIMENTA O DF NO FIM DE SEMANA Brasília recebe, neste fim de semana (16 e 17), a última etapa do Campeonato de Pesca do Distrito Federal. Com entrada gratuita, o evento ocorre na Concha Acústica, às margens do Lago Paranoá, unindo esporte, lazer e conscientização ambiental. Além das atividades de pesca consciente, o campeonato terá atividades educativas, envolvendo crianças e públicos de todas as idades | Foto: Divulgação/Sema-DF “A pesca responsável tem potencial para gerar renda, fomentar o turismo ecológico e criar uma nova cultura de cuidado com os recursos naturais em Brasília”, enfatiza o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “Estamos investindo em ações que valorizam o meio ambiente, movimentam a economia local e fortalecem o sentimento de pertencimento da população em relação ao Lago Paranoá” Celina Leão, vice-governadora A competição, que terá disputas em três modalidades — pesca de barranco, embarcada e em caiaque — integra o programa Viva o Lago, com apoio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e da Subsecretaria de Pesca e Aquicultura (Supesq). Além das provas, a programação inclui palestras, atividades lúdicas, apresentações culturais e a Feira de Pesca do DF, que reunirá expositores, lojistas e especialistas do setor. Atrações Entre as atrações musicais confirmadas estão a dupla sertaneja Wilian & Marlon e o cantor Júnior Ferreira. Para o público infantil, a diversão fica por conta da Cia Teatral Neia e Nando, com espetáculos lúdicos e interativos. Segundo os organizadores, o objetivo é incentivar a prática da pesca esportiva consciente, reforçando o “pesque e solte” e o uso sustentável dos recursos hídricos, conforme determina a Lei Distrital nº 7.399/2024, que regulamenta a pesca no Lago Paranoá. “Estamos investindo em ações que valorizam o meio ambiente, movimentam a economia local e fortalecem o sentimento de pertencimento da população em relação ao Lago Paranoá”, ressalta a vice-governadora Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]Além da competição, a Supesq apresentará projetos de zoneamento de áreas de pesca, do aplicativo Appesca, da Revista Eletrônica de Pesca e do projeto Águas Limpas. A Feira de Pesca do DF contará com estandes de marcas e artistas diversificados, oferecendo desde equipamentos e acessórios até obras artísticas e produtos gastronômicos. Programação Sábado (16) → Campeonato de pesca: 6h às 18h → Feira de pesca: 10h às 22h → Alice no País das Maravilhas: 11h → Palestras: 16h → Shows musicais: Wilian & Marlon, Júnior Ferreira → Premiação e discurso: 19h-20h → Sorteio: 21h Domingo (17) → Feira de pesca: 10h às 19h → Uma aventura congelante: 11h → Palestra e torneio de arremesso: 14h30 às 16h → Show: 17h-19h Local: Orla da Concha Acústica – Lago Paranoá Entrada gratuita. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente  

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Hospital Regional de Santa Maria transforma pronto-socorro infantil com arte e criatividade

As salas do pronto-socorro infantil do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) estão de cara nova. Antes marcados por paredes neutras, os espaços, agora, contam com cores vibrantes e ilustrações temáticas que transformam o ambiente em um lugar mais acolhedor e divertido para os pequenos pacientes. Ana da Silva levou o filho Davi Júnior para uma consulta e gostou do visual do consultório: “O ambiente está muito mais leve. Isso faz toda a diferença para a criança se sentir segura e menos assustada” | Foto: Divulgação/IgesDF A iniciativa partiu do chefe de Serviço de Pediatria, Fernando Martins, que identificou a necessidade de tornar o atendimento menos traumático para as crianças. Em apenas dois dias, os consultórios ganharam vida com temas como zoológico, fundo do mar e espaço sideral. [LEIA_TAMBEM]“A proposta é que cada consultório tenha uma identidade visual própria”, explica Fernando. “Pensamos nos temas para tornar a experiência mais leve e também facilitar a identificação dos espaços. Posteriormente, estamos estudando colocar adesivos nas portas para reforçar essa sinalização.” Entre os temas escolhidos, o que mais chama atenção de profissionais e crianças é o da exploração espacial. Davi Júnior, 12 anos, que esteve no hospital com dores abdominais, se encantou com a novidade. “Quando entrei, vi logo a pintura do espaço”, conta. “Achei muito bonito e bem realista”. A mãe dele, Ana Santana Ferreira da Silva, também aprova a iniciativa. “O ambiente está muito mais leve. Isso faz toda a diferença para a criança se sentir segura e menos assustada”. *Com informações do IgesDF

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Crianças visitam horto agroflorestal da Vigilância à Saúde

Olhares curiosos e animados marcaram a primeira visita guiada no Horto Agroflorestal Medicinal e Biodinâmico (Hamb), da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS), na sexta-feira (1º). As crianças, filhos e sobrinhos de servidores da Secretaria de Saúde (SES-DF), aproveitaram a manhã para conhecer mais a fundo o mundo vegetal. Os pequenos puderam aprender sobre ervas medicinais, árvores frutíferas, hortaliças e plantas alimentícias não convencionais (Pancs), e também ajudaram a identificar as plantas com placas.  Crianças tiveram acesso a uma experiência que aprofunda o contato com a natureza | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “A ideia surgiu de convidar as crianças durante as férias para vivenciar a experiência de estar próximo à natureza, deixar um pouquinho de lado celular, televisão, computador e mostrar a importância do contato direto com a terra e o que ela nos devolve em forma de saúde”, explicou a nutricionista Lucilene Bentes, da Gerência de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde (Gvdantps).  “Tem a questão da sustentabilidade, o contato com alimentos in natura, colhidos diretamente no pé, sem agrotóxicos, tudo isso impacta diretamente na saúde dessas crianças e de seus familiares”, apontou. Entre as plantas cultivadas no horto estão alecrim, lavanda, guaco, carqueja, erva-cidreira, hortelã, arruda, tomilho e alfavaca. Andrielle Haddad, nutricionista da Gvdantps, levou a filha Maria Clara, de 6 anos, para participar da experiência. “É uma forma de passar essa cultura dos avós e também uma questão de resgate das nossas origens culturais e alimentares”, relatou. Maria Clara aprendeu na prática sobre o cuidado com as plantas, colocou a mão na terra e ajudou no plantio de hortaliças, além de aprender sobre os benefícios de um horto. O subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos, acompanhou a visita: “Queremos fazer desse espaço realmente um ambiente familiar” “Gosto de cheirar e provar as plantinhas que já conheço”, contou a menina, regando as alfaces que acabara de fixar no solo com uma pá. “A minha preferida é boldo, mesmo amarga. Minha mãe faz chá de hortelã, guaco e erva-cidreira quando fico gripada. É muito legal.” Aline Lobo, coordenadora da equipe, falou sobre a importância do projeto: “Ajuda a orientar as crianças sobre a biodiversidade, o manuseio, o plantio e o descarte correto de resíduos, além de promover essa interação”. O horto recebeu, da empresa Sustentare Saneamento, a doação de 500 mudas, entre manjericão, beterraba, alface, salsa, cebolinha, couve, jiló, rúcula e tomilho.  Integração [LEIA_TAMBEM]O subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos, falou com as crianças sobre a extração de substâncias dos chás medicinais. “O horto é um local onde os servidores podem trazer as crianças para conhecer e começar a ter contato com a natureza”, lembrou. “Queremos fazer desse espaço realmente um ambiente familiar”. Clara, 9 anos, filha da fisioterapeuta Marcela Botelho, da Gvdantps, gostou da experiência e comentou: “Moramos em um prédio, temos pouco contato com plantação. Aqui tivemos essa oportunidade. Uma erva que não conhecia é o mulungu, que meu pai toma para dormir, mas eu nunca tinha visto. Recomendo para todo mundo vir saber mais sobre as plantas e não só sobre as coisas da cidade”. Melquia da Cunha, gerente de  Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde, ressaltou que a iniciativa promove um contato mais próximo das crianças com a natureza. “É importante elas entenderem esse convívio da parte urbana com o meio ambiente. Muitas vezes, na cidade, estamos rodeados de concreto, trânsito. A ideia é plantar essa semente do cultivo”. Ao final da visita, as crianças receberam um lanche preparado pela nutricionista Kelva Aquino, da Gvdantps, e um certificado de participação. Hortos Atualmente, a SES-DF conta com 30 hortos em unidades de saúde, totalizando mais de 8 mil metros quadrados de área cultivada com o envolvimento direto de gestores, profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2024, a rede de hortos da pasta foi reconhecida como uma das três experiências nacionais mais bem-sucedidas na área de segurança alimentar e nutricional, reforçando o impacto dessa política pública na qualidade de vida das comunidades. A Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos é parte das Práticas Integrativas em Saúde SES-DF e da Fiocruz Brasília, tendo como foco o fortalecimento da atenção primária à saúde. Escolas podem agendar visitas pelo e-mail promocao.gvdant@saude.df.gov.br ou pelo telefone (61) 3449-4441.  *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Mesmo após a decretação do fim da pandemia, vacina contra a covid-19 ainda é essencial

Mesmo com o anúncio da Organização Mundial de Saúde (OMS), em maio de 2023, sobre o fim da pandemia de covid-19,  ainda é preciso manter a vigilância. A Secretaria de Saúde (SES-DF) reforça que é essencial estar com o esquema vacinal atualizado, sobretudo no caso de quem integra os grupos de risco para a doença.   Vacina, alerta a Secretaria de Saúde, é o principal instrumento para evitar casos graves e mortes pela covid-19 | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No Distrito Federal, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI), a vacina está disponível para crianças de 6 meses a 5 anos (no Calendário Nacional de Vacinação de rotina), gestantes e puérperas, idosos a partir de 60 anos, pessoas com comorbidades, imunossuprimidos, trabalhadores da saúde, indígenas, quilombolas e ribeirinhos e também pessoas que ainda não tenham recebido nenhuma dose do imunizante. [LEIA_TAMBEM]A Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda considera a covid-19 como uma pandemia ativa. O vírus segue em circulação, com novas variantes surgindo, e os riscos de agravamento do quadro são maiores em pessoas não vacinadas. “A vacina é a principal ferramenta para evitar casos graves e óbitos por covid-19, especialmente neste período em que aumentam as doenças respiratórias, devido ao frio, à baixa umidade e à maior permanência em ambientes fechados”, orienta a gerente da Rede de Frio da Secretaria de Saúde, Tereza Pereira. “A imunização reduz significativamente o risco de internações, protege os grupos mais vulneráveis e contribui para o funcionamento seguro dos serviços de saúde.” Como se vacinar Para receber o imunizante, é necessário apresentar documento de identidade com foto, caderneta de vacinação e, no caso dos grupos especiais, um comprovante que ateste a condição específica, como laudos médicos em situações de imunossupressão. A lista completa de locais onde a vacinação está disponível pode ser consultada no site da Secretaria de Saúde. Para mais informações, as equipes dos postos de vacinação estão à disposição para esclarecer dúvidas.  

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3ª edição do Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil será lançada com festa literária no Teatro Nacional

No próximo dia 23 de maio, às 9h, a Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro será palco do lançamento da 3ª edição do Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil, um dos mais importantes e inclusivos concursos literários voltados ao público jovem no país. A cerimônia contará com a presença de cerca de 400 crianças e adolescentes de escolas públicas, além de apresentação musical. A programação será conduzida por três nomes que representam diferentes gerações e experiências na literatura: Elise Feitosa, jovem escritora de apenas 13 anos; o poeta e fenômeno das redes sociais João Doederlein (Aka Poeta); e a escritora e professora de educação especial Cristina Gulherme. A atração musical do evento ficará por conta da banda Hey Johnny!, liderada pelo carismático vocalista João Daniel, jovem autista de 18 anos, conhecido por suas apresentações enérgicas e emocionantes em grandes eventos como o Brasília Capital Moto Week, Na Praia e performances com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional. A curadoria da 3ª edição do Prêmio Candanguinho ficará a cargo de Roger Mello, renomado ilustrador e escritor brasiliense | Foto: Divulgação/Secec-DF O prêmio é uma realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF), em parceria com a Voar Arte para a Infância e Juventude, por meio de Termo de Colaboração. O secretário Cláudio Abrantes destacou que o Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil chega à sua terceira edição como uma verdadeira celebração à criatividade das crianças e dos adolescentes. “Em um tempo em que os jovens estão cada vez mais conectados às redes sociais e, ao mesmo tempo, distantes dos livros, iniciativas como essa são fundamentais para reacender o encantamento pela leitura e fortalecer a relação com a palavra escrita”, disse. [LEIA_TAMBEM]“Mais do que um concurso literário, o Candanguinho é uma resposta sensível e necessária a um dos maiores desafios da nossa geração: reaproximar os jovens da leitura. Ao valorizar a poesia feita por crianças e adolescentes, damos espaço à imaginação, ao pensamento crítico e à expressão de mundos interiores que, muitas vezes, não encontram voz em outros lugares”, acrescenta Abrantes. As inscrições para o concurso estarão abertas a partir do dia do lançamento e se estenderão até 31 de agosto. A divulgação dos finalistas ocorrerá até 15 de outubro, e a cerimônia de premiação será realizada no dia 7 de novembro, também na Sala Martins Penna. A curadoria da 3ª edição do Prêmio Candanguinho ficará a cargo de Roger Mello, renomado ilustrador e escritor brasiliense. Em 2014, Mello tornou-se o primeiro ilustrador latino-americano a receber o Prêmio Hans Christian Andersen, a mais alta honraria internacional concedida a autores e ilustradores de livros infantis. Com investimento total de R$ 90 mil, o Prêmio Candanguinho contemplará três categorias de estudantes da rede pública e particular do DF e da Ride:   *   Crianças de 6 a 12 anos   *   Adolescentes de 13 a 17 anos   *   Crianças e adolescentes com deficiência (6 a 17 anos) Os três primeiros colocados de cada categoria receberão prêmios de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, além de troféus e livros de autores de Brasília. Ao todo, 90 poesias serão selecionadas para compor uma coletânea, que será publicada em diferentes formatos: impresso, digital, em Braille e em audiobook narrado por jovens atores - assegurando a acessibilidade e democratização da leitura. A coletânea terá mil exemplares impressos distribuídos gratuitamente para bibliotecas públicas, escolares e comunitárias do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (Ride), incentivando o uso desses espaços como polos de cultura e formação cidadã. A iniciativa contempla ainda ações culturais e oficinas literárias em diversas regiões administrativas do DF e da Ride, garantindo a inclusão de crianças e adolescentes de diferentes contextos sociais e realidades, com plena acessibilidade nos eventos (Libras, audiodescrição e estrutura física adaptada). Para Marcos Linhares, coordenador-geral do projeto, o Candanguinho surge como uma resposta direta ao grave cenário de leitura entre jovens. “Pesquisas recentes mostram um panorama alarmante: apenas 28% das crianças e adolescentes do DF têm o hábito de leitura semanal, enquanto 38% dos adolescentes brasileiros nunca leram um livro por iniciativa própria. Essa crise é mais severa entre estudantes da rede pública, que têm acesso três vezes menor a livros em comparação aos de famílias com maior poder aquisitivo”, enfatizou, lembrando que estamos diante de uma geração que consome redes sociais massivamente, mas se desconecta dos livros. “Isso compromete sua capacidade crítica e formação cidadã. O Candanguinho não é só um concurso, é uma estratégia de transformação social”. Com previsão de 1.500 inscrições, o Candanguinho destaca-se como uma das raras iniciativas no Brasil totalmente voltadas à produção poética infantojuvenil, ganhando destaque não só nacionalmente, mas também no cenário internacional, ao lado de prêmios como o D.H. Lawrence Children's Prize e os concursos da Young Poets Network, ambos no Reino Unido. 3º Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil · Lançamento: 23 de maio, às 9h · Local: Sala Martins Pena, Teatro Nacional Cláudio Santoro · Inscrições: De 23 de maio a 31 de agosto · Categorias: - Crianças de 6 a 12 anos - Adolescentes de 13 a 17 anos - Crianças e adolescentes com deficiência (6 a 17 anos) · Valor total dos prêmios: R$ 90 mil (R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil por categoria) · Premiação: 7 de novembro, na Sala Martins Pena · Abrangência: Crianças e adolescentes residentes no DF e Ride-DF · Publicação: Coletânea com 90 poesias premiadas em formatos acessíveis (impresso, Braille, digital e audiobook) · Informações e regulamento neste link · Instagram/Facebook: @premiocandanguinhopoeta *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Especialista alerta sobre danos que o uso excessivo de telas pode causar nas crianças

Embora a tecnologia traga muitos benefícios, como o acesso à informação e à educação digital, o uso excessivo de telas pode causar vários impactos negativos na saúde das crianças. Os profissionais de saúde se preocupam com as consequências que isso tem gerado no desenvolvimento dos pequenos. A pediatra do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lotada no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) Loren Nobre destaca que o uso excessivo de telas (telefones, tablets e TV) pode afetar negativamente o desenvolvimento físico, social e emocional das crianças. Por isso, é fundamental incentivar a redução do tempo de tela e promover brincadeiras educativas, que estimulam a criatividade, o aprendizado e o bem-estar. “Estudos têm mostrado que o tempo excessivo diante das telas pode levar a dificuldades no sono, pois o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir interfere na qualidade do sono, comprometendo o descanso necessário para o desenvolvimento saudável da criança. Além de gerar problemas de visão, tendo em vista que o tempo prolongado olhando para telas pode causar fadiga ocular, olhos secos e outros problemas”, alerta. É fundamental incentivar a redução do tempo de tela e promover brincadeiras educativas, que estimulam a criatividade, o aprendizado e o bem-estar | Fotos: Divulgação/IgesDF Segundo a especialista, o desenvolvimento motor também fica prejudicado, porque a interação com telas pode reduzir o tempo dedicado a atividades físicas e brincadeiras ao ar livre, prejudicando o desenvolvimento motor e a saúde física da criança. Também há impactos no desenvolvimento social e emocional, pois o uso excessivo de tecnologia pode afastar as crianças de interações sociais reais, o que prejudica no desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais essenciais. “Temos também os riscos para a saúde mental, porque dependendo dos conteúdos inadequados a que a criança é exposta, redes sociais e comparações digitais, isso pode gerar ansiedade, baixa autoestima e até mesmo depressão. Para promover uma infância saudável, é essencial estabelecer limites saudáveis para o uso de dispositivos eletrônicos”. Redução do tempo de tela A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que crianças menores de 2 anos não usem telas, e que crianças de 2 a 5 anos tenham no máximo uma hora de tela por dia. Crianças de 5 a 14 anos o tempo não deve ultrapassar duas horas por dia. “Reduzir o tempo de tela não significa eliminar a tecnologia, mas sim, buscar um equilíbrio saudável, garantindo que a criança tenha tempo suficiente para desenvolver outras habilidades importantes, como criatividade, resolução de problemas e interação social”, explica Loren. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que crianças menores de 2 anos não usem telas A especialista destaca que as brincadeiras educativas são ferramentas essenciais para o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças. Elas estimulam a imaginação, o pensamento crítico, as habilidades motoras e a capacidade de socialização, além de promoverem momentos de diversão e aprendizado. “Ao investir em brincadeiras que desafiem as crianças a pensar, agir e explorar, podemos compensar os efeitos negativos do tempo excessivo diante das telas”. Brincadeiras que estimulam o desenvolvimento cognitivo e criativo: Brincadeiras de montar (blocos de construção, Lego etc.) Esses brinquedos ajudam no desenvolvimento da coordenação motora fina e do raciocínio lógico, pois as crianças precisam pensar sobre como organizar e estruturar as peças para criar algo novo. Quebra-cabeças e jogos de enigmas São excelentes para trabalhar a paciência, a resolução de problemas e o pensamento crítico. Brincar com quebra-cabeças ajuda as crianças a entender a relação entre as partes e o todo. Brincadeiras de faz-de-conta Crianças adoram simular papéis e cenários com brinquedos, como bonecos, animais ou objetos domésticos. O faz-de-conta estimula a imaginação, o vocabulário e a empatia, pois as crianças podem explorar diferentes perspectivas e situações sociais. Atividades artísticas (desenho, pintura, recorte e colagem) A arte permite que a criança se expresse e desenvolva habilidades motoras finas e criatividade. Ao desenhar ou pintar, as crianças praticam concentração, planejamento e expressam suas emoções. Jogos de tabuleiro Jogos como "Memória", "Ludo" e "Jogo da Velha" não só promovem a interação social, como também ajudam no desenvolvimento de estratégias, raciocínio lógico e respeito às regras. Atividades ao ar livre Além de promoverem a atividade física, essas brincadeiras ajudam no desenvolvimento motor, socialização e autoconfiança. Elas também proporcionam oportunidades para a criança explorar a natureza e aprender sobre o mundo ao seu redor. Incentivando o jogo livre e a interação social É importante também dar espaço para o jogo livre, onde a criança pode criar suas próprias brincadeiras, improvisar e interagir com outras crianças. O jogo livre é uma oportunidade para que a criança se desenvolva de forma autônoma, desenvolvendo habilidades como criatividade, resolução de conflitos e negociação. Atividades que estimulam o pensamento crítico e a imaginação: Construção de histórias A leitura de livros e a contação de histórias estimulam a imaginação das crianças, além de ajudar no desenvolvimento da linguagem, da atenção e da memória. Ao criar suas próprias histórias ou personagens, as crianças praticam a criatividade e a expressão verbal. Brincadeiras de raciocínio lógico Atividades como sequência de figuras, labirintos ou jogos de memória ajudam a desenvolver o raciocínio lógico, a atenção e a resolução de problemas de maneira divertida. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Projeto Descobrindo Brasília leva crianças para imersão na história da capital federal

As casas de madeira que abrigaram o primeiro hospital de Brasília foram cenário para o aprendizado de mais de 20 crianças em situação de vulnerabilidade do Varjão. Os estudantes conheceram a história da construção da capital federal no Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC), e ainda passaram na Catedral e na Ponte JK, outros espaços icônicos do Quadradinho. O passeio ocorreu graças ao projeto Descobrindo Brasília, promovido pela Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF). A iniciativa atenderá o dobro de crianças neste ano em comparação ao ano passado, quando foi criada. Serão 240 crianças em duas semanas de atividade. Os primeiros passeios ocorreram entre os dias 2 e 4 deste mês, com participação de projetos sociais de Samambaia, Água Quente e Santa Maria. Nesta semana, além do grupo Realizando Sonhos do Varjão, vão participar entidades do Itapoã e de Sobradinho II. O percurso também incluirá o Memorial dos Povos Indígenas e o Planetário de Brasília. “Levamos crianças que nunca tiveram condições de conhecer os pontos históricos da nossa cidade, criando memórias afetivas que estimulam o interesse pelo conhecimento”, destaca a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. “Além disso, as visitas contribuem para mostrar às crianças que tudo tem um começo, um meio e um fim, que às vezes o caminho não vai ser fácil, mas que, com perseverança, elas podem chegar onde elas quiserem.” O passeio ocorreu graças ao projeto Descobrindo Brasília, promovido pela Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF) | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Toda a experiência é gratuita e pensada para que seja inesquecível. As crianças são buscadas na sede dos projetos sociais por um ônibus do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e há distribuição de lanches, fornecidos pelo Sesi Fibra. As visitas são intermediadas por monitores e as aulas são breves, com apresentação de vídeos, para garantir a atenção e diversão dos pequenos cidadãos. “Trazemos as crianças para realmente conhecer a história de Brasília, passando em vários pontos históricos”, assegura o subsecretário da Seac-DF, José Roberto Paiva. Curiosidade O projeto ocorre em um período especial para os brasilienses: no dia 21 deste mês, Brasília completará 65 anos de existência. Para a estudante Sofia Rodrigues, a melhor parte do passeio foi justamente entender mais como tudo aconteceu, desde a decisão de trazer a capital para o interior do país até a construção dos primeiros prédios do Planalto Central. “O que mais gostei foram os vídeos que mostraram mais como era antigamente. Aprendi que as pessoas de antigamente, quando iam de ônibus, era muito cheio e tinham que ir pulando de ônibus. Aquele povo foi guerreiro mesmo, eu não ia dar conta não”, comenta. O estudante Guilherme Torres, 11 anos, adorou conhecer o dia a dia dos operários que ajudaram a erguer a capital do país e as tecnologias que usavam à época, como o lambe-lambe. “Os candangos são as pessoas que vieram em um caminhão para construir a cidade do zero e acho que fizeram um ótimo trabalho. E o lambe-lambe é uma câmera antiga que a gente bota a cabeça em um pano, sem lente”, explica o menino. “Achei interessante na hora que eles mostram os quartos, os cômodos. Não imaginava que era assim, me senti no de volta para o futuro.” O estudante Guilherme Torres, 11 anos, adorou conhecer o dia a dia dos operários que ajudaram a erguer a capital do país e as tecnologias que usavam à época, como o lambe-lambe Com entrada gratuita de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, o museu oferece a exposição permanente Poeira, Lona e Concreto, que narra a história da cidade desde os sonhos, os projetos, a construção, até os dias atuais. A mostra é composta por diferentes ambientações, com fotografias, textos, móveis e objetos do início de Brasília. O espaço passou por restauração completa em 2022. A educadora social do projeto do Varjão, Thamires Neves, destaca que a oportunidade fortaleceu os vínculos dos estudantes com a cidade. “Eles ficaram bastante animados para conhecer Brasília e algumas coisas que as pessoas mais velhas de casa já comentaram”, observa ela, que agradece a iniciativa do GDF. “Foi surpreendente viver essa experiência e ver a felicidade no rosto das nossas crianças é incrível.” Visite também As exposições do Museu Vivo da Memória Candanga podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Em horários agendados, o museu promove visitas guiadas que têm como foco a educação patrimonial e a história de Brasília. Instituições de ensino públicas e particulares interessadas devem preencher o formulário disponível neste site. É possível ainda combinar uma visita guiada ao museu diretamente com a gerência. Basta enviar o nome do solicitante e da instituição de ensino, telefone e e-mail para contato, endereço da escola, data e horário da visita, quantidade de visitantes (alunos, professores, monitores, motorista), faixa etária e série escolar dos alunos para o e-mail mvmc@cultura.df.gov.br. Serviço Museu Vivo da Memória Candanga Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 17h Endereço: Lote D Setor Juscelino Kubitschek – Núcleo Bandeirante Telefones: (61) 3301-3590 Acesse a programação completa do espaço no Instagram.

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Veja como prevenir a bronquiolite, doença que mais afeta bebês e crianças de até 2 anos

O período entre março e julho registra maior incidência de doenças respiratórias no Distrito Federal. Nesse cenário, a bronquiolite – uma infecção viral que acomete principalmente bebês e crianças de até 2 anos – merece atenção especial. A prevenção é fundamental para reduzir o risco de contaminação. Bebês e crianças de até dois anos são os mais vulneráveis à bronquiolite porque possuem vias aéreas mais estreitas e um sistema imunológico ainda em desenvolvimento | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde-DF Medidas essenciais incluem a higiene frequente das mãos, a vacinação contra a influenza, a aplicação do palivizumabe e a redução da exposição a aglomerações e ambientes fechados. Como se trata de uma doença que afeta principalmente os mais novos, evitar visitas a recém-nascidos também é uma recomendação importante. “Bebês e crianças de até 2 anos são os mais vulneráveis porque possuem vias aéreas mais estreitas e um sistema imunológico ainda em desenvolvimento. Isso facilita a obstrução dos bronquíolos e torna a recuperação mais difícil”, explica Danielle Sampaio Lima, responsável técnica de Emergências Pediátricas da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). A partir desta terça-feira (25), a vacina contra a gripe estará disponível em mais de 100 salas de vacinação para os grupos prioritários, incluindo crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses A especialista também recomenda manter a amamentação enquanto o bebê estiver doente, pois o leite materno fortalece o sistema imunológico da criança. A bronquiolite causa inflamação nos bronquíolos – pequenas vias aéreas dos pulmões – e acúmulo de muco, dificultando a respiração. A transmissão ocorre pelo contato direto com secreções respiratórias contaminadas, como espirros, tosse, superfícies infectadas e mãos não higienizadas. O principal agente causador é o vírus sincicial respiratório (VSR), mas outros vírus, como adenovírus, rinovírus e influenza, também podem desencadear a infecção. Casos e internações Dados do portal Infosaúde indicam que as síndromes gripais são as principais causas de internação infantil. Entre janeiro de 2024 e o início de março deste ano, quase 20 mil internações foram registradas na rede hospitalar do DF. Desse total, 6,1 mil internações foram de bebês menores de um ano, sendo que mais de mil precisaram de internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) pediátricas ou Unidades de Cuidados Intermediários Neonatais (Ucin). “A internação é necessária quando há sinais de insuficiência respiratória grave, desidratação ou baixa oxigenação. Bebês com menos de três meses ou com doenças preexistentes também podem precisar de internação”, explica Lima. Medicamento e vacinação O palivizumabe é um dos medicamentos que ajudam na prevenção de doenças respiratórias | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF Dois medicamentos ajudam na prevenção de doenças respiratórias. O palivizumabe, um anticorpo de alto custo, previne infecções pelo VSR, principal causador da bronquiolite em bebês. A SES-DF já iniciou, em fevereiro, a campanha de aplicação do medicamento em crianças menores de dois anos com cardiopatia congênita ou adquirida em tratamento, ou com displasia broncopulmonar. Além disso, bebês com até um ano de idade, que nasceram com até 28 semanas e seis dias de gestação, também são elegíveis para receber o palivizumabe. A partir desta terça-feira (25), a vacina contra a gripe (influenza) estará disponível em mais de 100 salas de vacinação para os grupos prioritários, incluindo crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses. Medidas para reforço do atendimento A SES-DF tem adotado diversas estratégias para melhorar o atendimento pediátrico, como nomeações por concurso público, mudanças na especialidade de médicos com formação em pediatria, contratação de pediatras para reforço de plantões, ampliação da carga horária de 20 para 40 horas semanais para profissionais interessados e capacitação das equipes. Ainda em março, com o objetivo de otimizar o atendimento em Neonatologia e Pediatria, mais 33 servidores da SES-DF tiveram a carga horária ampliada. Esses profissionais atuam nos hospitais regionais de Sobradinho e Planaltina, no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e em outras unidades de saúde. Expansão do atendimento nas UPAs Para reforçar os plantões, o Governo do Distrito Federal (GDF) também tem ampliado o atendimento pediátrico nas unidades de Pronto Atendimento (UPAs), gerenciadas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF). Atualmente, as UPAs de São Sebastião, Ceilândia I, Recanto das Emas e Sobradinho já contam com atendimento pediátrico 24 horas, com possibilidade de expansão para outras unidades conforme a demanda. *Com informações da SES-DF  

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