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UnDF publica novo edital para concessão de auxílios estudantis

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) lançou um novo edital para concessão de auxílios a estudantes regularmente matriculados na instituição. A publicação, voltada para alunos em condição de vulnerabilidade socioeconômica, contempla auxílios destinados à permanência, à saúde mental, ao transporte, à creche e, pela primeira vez, à cultura. Para concorrer às 545 vagas disponibilizadas, interessadas e interessados devem se inscrever por meio do site da UnDF (universidade.df.gov.br) no período de 28 de julho a 26 de agosto. Os auxílios terão duração de até 12 (doze) meses. Os alunos da UnDF, beneficiários de quaisquer auxílios estudantis concedidos por editais anteriores, devem ficar atentos, pois não há renovação automática dos benefícios. É necessário, portanto, que todos os contemplados por editais anteriores participem da nova seleção e concorram novamente às vagas disponibilizadas — desta vez, conforme as regras do edital nº 17 de 2026. Para conhecer os requisitos necessários à concessão dos auxílios estudantis e a documentação exigida no ato de inscrição, alunas e alunos devem acessar e acompanhar as publicações no site da universidade. É a primeira vez que o auxílio destinará recursos para possibilitar o acesso e a participação de estudantes em atividades culturais, artísticas e formativas | Foto: Divulgação/UnDF A Diretoria de Assistência Estudantil e Humanização da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário da UnDF é quem coordena a concessão dos auxílios. Tal concessão integra a Política de Assistência Estudantil (PAE) da Universidade do Distrito Federal. Criada pela Resolução nº 2/2023, a PAE é constituída por programas, projetos e ações orientados para a democratização do acesso à educação, a redução das desigualdades sociais e a facilitação da permanência dos estudantes na educação superior pública distrital. De 2023 a 2025, a UnDF destinou mais de R$ 6,7 milhões à Política de Assistência Estudantil.  Sobre os auxílios estudantis O auxílio-permanência é destinado à moradia, à alimentação e aos gastos básicos dos estudantes e tem como propósito principal evitar a evasão estudantil. O valor mensal a ser repassado é de R$ 690. Para este auxílio são disponibilizadas 350 vagas. O auxílio-saúde mental visa contribuir para o custeio de tratamento neurológico, psicológico ou psiquiátrico e para a aquisição de medicamentos necessários ao tratamento. O auxílio será concedido no valor de R$ 470 mensais, tendo sido liberadas 60 vagas para este benefício. O auxílio-transporte consiste no repasse financeiro mensal ao estudante para custeio parcial da despesa com transporte entre a residência dele no Entorno do Distrito Federal e o campus universitário em que estuda. Para este auxílio, que terá o valor de R$ 420, são oferecidas 70 vagas. O auxílio-creche é voltado a estudantes que sejam responsáveis legais e residam com criança menor de 4 (quatro) anos que ainda não tenha sido contemplada com vaga na rede pública de ensino (creche ou pré-escola) do DF ou da Região Integrada de Desenvolvimento (Ride). O auxílio mensal, no valor de R$ 505, incluirá os períodos relativos às férias e aos recessos legais. Há 15 vagas para esse auxílio. O novo auxílio-cultura contempla recursos financeiros destinados a possibilitar o acesso e a participação de estudantes em atividades culturais, artísticas e formativas, tais como eventos culturais, aquisição de produtos e experiências culturais. Há 50 vagas para esse auxílio, cujo valor mensal será de R$ 150.   *Com informações da UnDF  

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Com investimento de mais de R$ 10 milhões, GDF organiza a reforma do Cine Itapuã, no Gama

Fechado desde 2005 por problemas estruturais, o Cine Itapuã, no Gama, passa por uma ampla obra de reforma para devolver à população um dos mais tradicionais espaços culturais da região. Inaugurado em 1961, o cinema terá uma nova estrutura, acessibilidade, equipamentos audiovisuais modernos e ampliação da capacidade de público para 500 pessoas. Serviços começaram pela infraestrutura, adequando as instalações a normas de acessibilidade | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Com investimento total de aproximadamente R$ 10,5 milhões, a obra está na fase de infraestrutura, com atualização das instalações e adequação às normas de acessibilidade. “A população vai encontrar uma sala de cinema absolutamente equipada, com o melhor que se possa imaginar hoje dentro da tecnologia” Rosa Carla de Oliveira, presidente do Conselho de Cultura do DF Rosa Carla Monteiro de Oliveira, presidente do Conselho de Cultura do Distrito Federal (CCDF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), lembra que o processo de retomada ganhou força a partir de 2023, após avaliações técnicas e readequações dos projetos. A proposta, explica, é transformar o espaço em um centro de convivência e produção cultural para o Gama e outras regiões do DF.   “A população vai encontrar uma sala de cinema absolutamente equipada, com o melhor que se possa imaginar hoje dentro da tecnologia”, afirma. “Vai ter uma ampliação para 500 lugares, em vez de 400, e será um espaço de convivência onde várias leituras culturais vão poder se apresentar. Também haverá acessos que não existiam antes, como rampas e adaptações previstas na legislação atual.” Memória afetiva O professor Rodrigo Reis comemora os trabalhos: “Aqui eu assisti ao meu primeiro filme, vi grandes atores, como Antonio Banderas e Tom Hanks, tenho muitas lembranças boas. A reinauguração vai além da expectativa de simples produções cinematográficas, porque traz de volta uma parte da nossa história” Além da modernização tecnológica, o projeto busca preservar o valor simbólico do espaço para a comunidade. Morador do Gama há décadas, o professor Rodrigo Reis, de 45 anos, lembra que assistiu no Cine Itapuã ao primeiro filme da vida, ainda na adolescência: Filadélfia, de 1993. Para o professor, a reabertura permitirá que novas gerações construam suas próprias memórias no local. [LEIA_TAMBEM]“O Cine Itapuã vai além de um cinema”, enfatiza. “Ele traz recordações, faz a gente voltar um pouco no tempo. Aqui eu assisti ao meu primeiro filme, vi grandes atores, como Antonio Banderas e Tom Hanks, tenho muitas lembranças boas. A reinauguração vai além da expectativa de simples produções cinematográficas, porque traz de volta uma parte da nossa história. E isso também amplia o acesso à cultura, porque escolas, institutos e a população vão poder aproveitar esse espaço novamente.” A expectativa pela reabertura também é compartilhada pela comunidade local. A administradora regional do Gama, Thábata Almeida, ressalta que a obra representa a recuperação de um patrimônio que marcou gerações de moradores. “São mais de 20 anos de espera por essa obra”, contabiliza. “Há muitas crianças e gerações que não conhecem o Cine Itapuã, apenas ouviram histórias sobre ele. Eu mesma tenho lembranças da infância aqui. Muitos casais se encontraram neste espaço, muitos casamentos começaram aqui. É uma memória afetiva do gamense e será muito celebrado o dia da reabertura.”

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Porta-voz da Embaixada dos EUA visita CIL 01 e dialoga sobre temas gerais com estudantes

Na semana passada, alunos do Centro Interescolar de Línguas 01 de Brasília (CIL 01) tiveram uma experiência que aproximou a sala de aula do cenário internacional. Em duas sessões de conversa conduzidas inteiramente em inglês, os estudantes dialogaram sobre diplomacia, cultura e relações internacionais com o porta-voz da embaixada e dos consulados dos Estados Unidos no Brasil, Luke Ortega. A conversa do diplomata com os alunos do CIL 01 se desenvolveu de maneira que todos participaram, com perguntas e sugestões | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF “Ver nossos estudantes dialogando em inglês com um representante do governo americano mostra que o que ensinamos aqui abre portas para o mundo” Iêdes Braga, secretária de Educação  A atividade mostrou, na prática, como o aprendizado de idiomas desenvolvido pela rede pública do Distrito Federal amplia oportunidades e prepara os estudantes para diferentes contextos acadêmicos e profissionais. Durante o encontro, os alunos fizeram perguntas, expressaram opiniões e utilizaram o idioma estudado no ambiente escolar em uma conversa real com um representante internacional. “Os centros interescolares de línguas são um patrimônio da educação pública do Distrito Federal”, enfatizou a secretária de Educação do DF, Iêdes Braga. “Ver nossos estudantes dialogando em inglês com um representante do governo americano mostra que o que ensinamos aqui abre portas para o mundo.” O encontro foi organizado pelo Núcleo de Língua Estrangeira (Nele) do CIL 01 e integra uma série de ações que aproximam os alunos da rede pública de ensino de falantes nativos e representantes de missões diplomáticas. Luke Ortega já havia participado de uma atividade semelhante no CIL de Sobradinho e aceitou o convite para repetir a experiência na unidade da Asa Sul. [LEIA_TAMBEM]Os temas passaram por política externa, tecnologia, meio ambiente e a rotina de um diplomata.  A coordenadora do Núcleo de Língua Estrangeira do CIL 01, Rafaela Xavier de Araújo, acompanhou o desenvolvimento das atividades e elogiou a evolução dos discentes durante encontros com interlocutores reais. Segundo ela, no início das conversas, a timidez costuma aparecer, mas rapidamente dá lugar à curiosidade e à participação. Os alunos passam a perguntar sobre cultura, diplomacia, música e experiências internacionais, percebendo que o idioma aprendido em sala de aula também pode ser utilizado em situações concretas. A Secretaria de Educação conta com 17 unidades do CIL, que oferecem aos estudantes da rede pública o ensino gratuito de inglês, espanhol, francês, japonês e alemão, no contraturno das aulas regulares. *Com informações da Secretaria de Educação    

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Arte contemporânea aproxima estudantes da rede pública e encerra temporada no Varjão neste domingo (21)

A arte tem mobilizado estudantes da rede pública do Distrito Federal por meio da exposição O abraço que faz meus pés dançarem, levando jovens a um encontro de expressões e reflexões por meio da pintura. Contemplado pela Lei Paulo Gustavo e coordenado pela Casa Jasmim, o projeto chega ao fim neste domingo (21), após receber alunos de escolas públicas de regiões como Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Jardim Botânico e, mais recentemente, Varjão. Oficinas e performances artísticas coordenadas pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira fizeram parte da temporada de exposição | Foto: Divulgação/Mariana Guedes Além das visitas guiadas gratuitas à exposição, a iniciativa promoveu ações formativas com estudantes do Centro Educacional São Francisco (Chicão), em São Sebastião. As oficinas, conduzidas em abril pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira, convidaram os estudantes a transformar sentimentos em gestos e movimentos. O resultado foi uma performance apresentada pelos participantes durante a abertura da mostra. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria” Mandí Cintra, artista plástica Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, projetos dessa natureza ampliam as oportunidades de formação cultural e aproximam diferentes públicos das manifestações artísticas. “Além de valorizar novos talentos da cena cultural, a iniciativa fortalece processos de formação de público e de participação social, objetivos que têm sido impulsionados por políticas públicas como a Lei Paulo Gustavo, contribuindo para ampliar oportunidades e fortalecer o ambiente cultural brasileiro”, observa. Aquarelas inéditas Com curadoria de Ricardo Caldeira, a exposição reúne 20 aquarelas inéditas e propõe uma reflexão sobre vínculos, coletividade e sensibilidade. A iniciativa integra um conjunto de ações viabilizadas por recursos públicos voltados para fortalecimento da produção cultural e ampliação do acesso à arte em diferentes territórios do DF. [LEIA_TAMBEM]Segundo Mandí Cintra, o projeto também evidencia o papel das políticas públicas na valorização da cultura e na geração de oportunidades para diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva do setor. A artista lembra que a proposta da exposição buscou criar um espaço de contemplação e diálogo, especialmente com jovens de contextos periféricos, ampliando experiências de criação e convivência para além do ambiente digital. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria”, relata. “Foi uma feliz confirmação de que o contato com a arte tem o condão de despertar o interesse por esse algo vivo e inquieto que existe dentro de cada um de nós; e, com certeza, esse momento vai gerar a sementinha desejável da importância de alimentarmos aquilo que é sensível em nossas subjetividades para agora e vida agora.” O encerramento da mostra ocorre neste domingo, a partir das 16h, na Casa Aerada Varjão (Q. 1, Conjunto B, Casa 6). Aberta ao público, a programação inclui um momento com a artista sobre os bastidores do processo criativo das obras e uma partilha coletiva sobre as sensações despertadas pela exposição. Em seguida, o público poderá assistir a um pocket show com canções autorais de Mandí Cintra, acompanhada por Anco Marcos, além de uma apresentação do percussionista Lucas Ramalho, artista residente do Varjão. 

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Estudantes da rede pública assistem a concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

Assistir de perto a um concerto de orquestra sinfônica era um desejo antigo da estudante Fernanda Vitória Oliveira, de 14 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 de Sobradinho. Nesta quinta-feira (18), ela conseguiu realizá-lo ao participar de um concerto didático que reuniu 490 estudantes da rede pública em uma ação promovida pela Secretaria de Educação (SEEDF) em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). A apresentação foi conduzida pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do maestro Cláudio Cohen, no Eixo Cultural Ibero-Americano.  Fernanda Oliveira, aluna do CEF 1 de Sobradinho: “Foi uma experiência muito especial, porque conheci instrumentos que nunca tinha visto de perto e aprendi coisas novas” | Foto: Mary Leal/SEEDF “Nosso objetivo é ampliar o acesso dos estudantes aos espaços culturais e proporcionar experiências que contribuam para a sua formação” Ilane Nogueira, professora Apaixonada por música, Fernanda conta que sempre teve curiosidade de assistir a uma orquestra. A adolescente toca violão e gosta de conhecer novos instrumentos. Durante a visita, ficou impressionada com a variedade de sons e com a possibilidade de aprender mais sobre o universo musical.  “Foi uma experiência muito especial, porque conheci instrumentos que nunca tinha visto de perto e aprendi coisas novas”, relatou. “Minha expectativa era grande e foi ainda melhor do que imaginava”. Os concertos didáticos são apresentados ao longo do ano e contemplam estudantes de diferentes etapas da educação básica da rede pública. A participação das escolas ocorre por agendamento prévio junto à Secretaria de Educação, pelo e-mail Ilane.paravidine@se.df.gov.br. [LEIA_TAMBEM]“As escolas interessadas podem entrar em contato com a Secretaria de Educação para verificar a disponibilidade de vagas e realizar o agendamento”, indicou a articuladora do projeto, a professora Ilane Nogueira. “Nosso objetivo é ampliar o acesso dos estudantes aos espaços culturais e proporcionar experiências que contribuam para a sua formação.” Música como aprendizado À frente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, o maestro Cláudio Cohen ressaltou que os concertos didáticos são uma oportunidade para os alunos conhecerem de perto o universo da música clássica. “Os concertos vão além de uma apresentação musical”, enfatizou. “Queremos que os estudantes conheçam os instrumentos, entendam como a orquestra funciona e descubram um novo universo por meio da música. A reação dos alunos é sempre muito positiva, porque a música ao vivo proporciona uma experiência única e cria uma conexão especial com a arte e a cultura”. *Com informações da Secretaria de Educação    

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Festival del Mundo Hispano movimenta o CIL do Riacho Fundo II

O Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Riacho Fundo II promoveu uma imersão na cultura hispânica, no início deste mês, com o Festival del Mundo Hispano. O evento pedagógico incluiu uma programação com musicais, danças típicas, oficinas temáticas, exposições, palestras com representações diplomáticas e diversas atividades desenvolvidas por estudantes e professores, além de praça de alimentação com comidas típicas. A aluna Alícia Alves participou de uma das oficinas do festival: “A gente vai se inteirando da cultura de outros países, e isso alimenta a curiosidade de buscar outras informações para aprender mais” | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Participaram do festival o assessor técnico do Escritório de Educação da Embaixada da Espanha, Pablo Tenés Brenot, e o encarregado de Assuntos Políticos, Imprensa e Meios de Comunicação da Embaixada do México,  Raúl Mendonza Gallo. Eles palestraram sobre costumes, cultura, política, economia, esportes, turismo e outras curiosidades dos respectivos países de origem. [LEIA_TAMBEM]Uma das atrações do festival foi a apresentação de salsa cubana com o dançarino Melquiades Hernández, graduado pela Escuela de Espetáculo Musical de Cuba. Também se destacaram as oficinas “Pan de muerto para los vivos”, “Fileteado porteño”, “El mundo mágico de los alebrijes”, “Aprende jergas a través de películas”, “Buenos Aires a través de tus ojos” e “Danza bachata: cultura, ritmo y expresión”. Alícia Gonçalves Moreira Alves, de 16 anos, participou da oficina “Pan de muerto para los vivos” e contou que sua opção pelo idioma tem raízes na infância, quando ela assistia a novelas e ouvia músicas de origem hispânica. “Eu gostei bastante, porque juntou vários costumes”, disse a jovem, que quer cursar uma faculdade na Espanha. “A gente vai se inteirando da cultura de outros países, e isso alimenta a curiosidade de buscar outras informações para aprender mais”.  Socialização Alícia avaliou a socialização proporcionada pelo festival como benefício do estudo no centro de línguas. “Quando comecei a estudar espanhol, não falava com ninguém porque era muito tímida, mas, aos poucos, fui perdendo a timidez, conversando com professores, e hoje consigo conversar com todo mundo; então, o CIL me ajudou muito”, lembrou. “Fazer um evento assim serve para mostrar a cultura dos países que falam aquele idioma que eles estão aprendendo e para eles verem que é possível acessar” Hilandra de Souza, vice-diretora do CIL do Riacho Fundo II Para a vice-diretora do CIL do Riacho Fundo II, Hiandra Pereira de Souza, a adesão dos alunos às atividades foi além das expectativas. “O número de inscritos em algumas oficinas superou o de vagas oferecidas, e foi necessário fazer remanejamento para outras”, relatou.  “Fazer um evento assim serve para mostrar a cultura dos países que falam aquele idioma que eles estão aprendendo e para eles verem que é possível acessar”, reforçou. “Hoje estão comendo o pan de los muertos aqui; pode ser que um dia estejam comendo no México. E o conhecimento pode motivar cada um a buscar, a correr atrás.”   *Com informações da Secretaria de Educação    

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Candangão Junino 2026 de Samambaia reúne principais quadrilhas do DF e Entorno

A temporada dos festejos juninos já começou no Distrito Federal. Entre esta sexta-feira (12) e domingo (14), Samambaia recebe a 1ª Classificatória do Candangão Junino 2026, considerada uma das maiores competições de quadrilhas juninas da capital. O evento será realizado no estacionamento da Castelo Forte e reunirá grupos tradicionais do DF e Entorno. Quadrilhas regionais vão animar este fim de semana em Samambaia, pelo Candangão Junino | Foto: Divulgação/Adm. Regional de Samambaia  Promovido pela Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (Fequaju/DFE), o circuito, que tem apoio da Administração Regional de Samambaia, integra o Termo de Fomento nº 992770/2026, firmado com o Ministério da Cultura, e tem como objetivo fortalecer, preservar e difundir as tradições juninas da região.  [LEIA_TAMBEM]Durante os três dias de programação, o público poderá acompanhar apresentações marcadas por figurinos elaborados, coreografias, enredos temáticos e muita animação. Entre as quadrilhas participantes estão Sanfona Lascada, Si Bobiá a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Segue o Fogo, Aquarela Nordestina, Elite do Cerrado, Arcanjos do Cerrado, Flor de Mamulengo, Bambolear, Vira e Mexe, Oxente Vixe, Filhos do Sertão, Papa Chico e Fuzuê. A expectativa da organização é reunir milhares de pessoas neste fim de semana. “Estamos falando de um movimento cultural que mobiliza milhares de pessoas durante todo o ano, gera emprego, renda e mantém viva uma tradição que passa de geração para geração”, reforça o presidente da Fequaju/DFE, Robson Vilela. “O Candangão Junino é a vitrine do trabalho desenvolvido pelas quadrilhas do Distrito Federal e uma oportunidade para que a população conheça e valorize ainda mais a nossa cultura popular”. ►1ª Classificatória do Candangão Junino 2026  • Local: estacionamento da Castelo Forte – Samambaia. Entrada gratuita.  Programação ⇒ Sexta-feira  20h: Papa Chico  20h45: Filhos do Sertão  21h30: Num Só Piscar  22h15: Flor de Mamulengo 23h: Aconxego 23h45: Estrela de Fogo 0h30: Fuzuê  ⇒ Sábado 21h: Bambolear 21h45: Vira e Mexe 22h30: Oxente Vixe 23h15: Raiz de Mandacaru  ⇒ Domingo 18h: Triscou Queimou 18h45: Pula Fogueira 19h30: Sabugo de Milho  20h15: Segue o Fogo 21h: Sanfona Lascada 21h45: Elite do Cerrado 22h30: Êta Lasquêra 23h15: Aquarela Nordestina 0h: Arcanjos do Cerrado 0h45: Si Bobiá a Gente Pimba.    *Com informações da Administração Regional de Samambaia        

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Estudantes da rede pública do DF aprendem se divertindo no cinema

Nesta terça-feira (26), cerca de 1,2 mil crianças da rede pública de ensino do Distrito Federal ocuparam as poltronas do Cine Brasília para assistir à Mostra Calanguinho, seleção de curtas-metragens nacionais voltada ao público infantojuvenil. A ação faz parte do projeto Territórios Culturais, da Secretaria de Educação (SEEDF), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Seec-DF), que desta vez uniu forças ao Festival Curta Brasília para levar o Gira Curta às escolas públicas de forma gratuita. "Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público" Ilane Nogueira, coordenadora do projeto Territórios Culturais A docente e coordenadora do projeto Territórios Culturais dentro da SEEDF, Ilane Nogueira, ressaltou que a iniciativa vai muito além de um passeio. Para ela, existe uma intencionalidade clara na proposta: “Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público, um espaço que pertence a todos. Nesse processo, fortalecem-se também a educação patrimonial e a preservação ao estimular o cuidado, o sentimento de pertencimento e a valorização da memória e da cultura". A SEEDF atua como elemento-chave da iniciativa, disponibilizando professores da rede para mediar as atividades pedagógicas nos espaços culturais e garantindo que o acesso à arte faça parte da formação integral dos estudantes. Segundo Ilane, o material didático é enviado às escolas com antecedência para que os professores preparem os discentes antes da visita, tornando o momento ainda mais significativo.  A parceria com o Curta Brasília surgiu da articulação entre o projeto e a direção do festival, que disponibilizou a Mostra Calanguinho, programação especialmente pensada para crianças com filmes de até uma hora de duração, todos de produção nacional. Programação diversa A programação é escolhida de acordo com a faixa etária e com a escolaridade das crianças | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A programação reuniu seis títulos de animações e ficções que exploram temas como meio ambiente, autismo, pertencimento e aventura. A escolha dos filmes não foi aleatória. Ilane Nogueira explicou que há um cuidado para oferecer diversidade temática e adequação à faixa etária. Foram selecionados os títulos Uma cidade diferente, Quando as ondas do mar desligam; Abrakbça — fruto desse chão; Lagrimar, Pipa e as ruínas do resouro e Mundinho.  [LEIA_TAMBEM]As sessões, exibidas às 9h30 e às 14h30, contaram, ainda, com a participação do Palhaço Ximbica, apresentador da Mostra Calanguinho, que animou as crianças antes e durante as exibições. Para os estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental, muitos fazendo sua primeira visita ao cinema de rua, o impacto foi imediato. Alice Victoria Alves, de  9 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 27 de Ceilândia, não escondeu o entusiasmo. “O que eu achei mais legal foi Mundinho, porque ele dá educação às crianças”, contou. O Gira Curta integra o Festival Curta Brasília, criado em 2012, que já circulou por 16 regiões administrativas do DF, por estados brasileiros e até pela França. A 14ª edição do festival está prevista para dezembro, com diversas ações itinerantes ao longo do ano. *Com informações da Secretaria de Educação  

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EducArte na Praça amplia acesso à cultura com programação gratuita em três regiões do DF

O projeto EducArte na Praça chega à 4ª edição no Distrito Federal com uma programação gratuita voltada a estudantes da rede pública, jovens, adultos e à comunidade em geral. Executada pela Casa de Cultura Telar em parceria com as escolas e bibliotecas públicas do DF, a iniciativa promove atividades que integram literatura, música, oralidade e artes cênicas, com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e formar público. Criado a partir de apresentações no Teatro da Praça, em Taguatinga, o projeto passou a ocupar espaços abertos e comunitários. Ao longo das edições, ampliou a atuação para bibliotecas públicas em diferentes regiões administrativas. As atividades contam com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras e audiodescrição em sessões selecionadas, além de transporte gratuito para a rede de ensino. Em 2025, o EducArte na Praça chegou a alcançar diretamente mais de 2 mil estudantes, fora o público espontâneo, segundo a coordenadora do projeto, Cléria Costa. Ela afirma que a proposta surgiu com o objetivo de democratizar o acesso à cultura por meio da literatura, da música e do incentivo à oralidade e à imaginação em territórios populares. “Está bem consolidado com esse objetivo de reforçar o alcance social. Quando incluímos transporte gratuito e acessibilidade, também asseguramos a inclusão. O nome ‘Praça’ remete justamente a essa origem comunitária, marcada pelo encontro, escuta e partilha de saberes”, declara. O palhaço Zambelê Badalo do Tuiuiú faz a peça Catástrofe – O Concerto | Foto: Patricia Lins/Divulgação Destaques A edição de 2026 reúne diferentes linguagens artísticas. Entre os destaques está o espetáculo Catástrofe — O Concerto, que apresenta uma narrativa cômica sobre um músico diante do caos e de suas emoções. Outras atrações marcantes são a Galhada em Tempos de Fissura, que aborda o colapso ambiental e o Antropoceno com artes cênicas e música; e A Baba da Onça Pintada, uma fábula sobre medo, coragem e convivência com o diferente. A programação inclui a Batalha Imaterial, evento de rimas e improviso ligado à cultura urbana. Também estão previstas as apresentações de Poesia Cantada, que transforma poemas da literatura brasileira em canções, e Contos de Encantamentos, voltado à narração de histórias e à tradição oral. No Plano Piloto, a agenda traz ainda a contação Lendas e contos, com participação da Escola Pública Bilíngue Libras-Português de Brasília. Cronograma O projeto estará nas bibliotecas públicas de Sobradinho, Plano Piloto e Brazlândia com atividades entre abril e maio. Confira, a seguir, o cronograma de apresentações: → Sobradinho: Biblioteca Escolar Comunitária Rui Barbosa (Q 4) – 28/4, às 14h30: Batalha Imaterial - Mano Dáblio convida as MCs Raika, Estelar, Elka, Fugazzi e Daend (com audiodescrição) – 29/4, às 8h30: Catástrofe — O Concerto, com José Regino – 29/4, às 14h30: Poesia Cantada, com Lucas Baraúna e Vagner Santana – 30/4, às 8h30: A Baba da Onça Pintada, com Wellington Abreu (com Libras) → Plano Piloto: Biblioteca Escolar Comunitária Professora Tatiana Eliza Nogueira (108/308 Sul) – 11/5, às 14h30: Lendas e contos (com Libras e participação da escola bilíngue), com Ângela Café e Sérgio Duboc – 12/5, às 8h30; 13/5, às 14h30; e 14/5, às 8h30: Contos de Encantamento, com grupo Paepalanthus → Brazlândia: Biblioteca Escolar Comunitária Érico Veríssimo (Setor Sul, Área Especial 3/4 A) – 19/5, às 20h: batalha de rimas - Mano Dáblio convida as MCs Raika, Estelar, Elka, Fugazzi e Daend – 20/5, às 20h: Poesia Cantada, com Lucas Baraúna e Vagner Santana – 21/5, às 14h30 e 20h: Galhada em Tempos de Fissura, com Alice Stefânia

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Projeto que usa arte para discutir inclusão entra em reta final de apresentações em escolas do Gama

O projeto Vivências da Música no Cognitivo (VMC) Escola Anticapacitista entra na fase final de circulação em instituições públicas do Gama, com apresentações previstas para esta quinta-feira (16), na Escola Classe 18. A iniciativa utiliza o rock, o circo e o grafite como ferramentas para discutir inclusão, combater o capacitismo e ampliar o protagonismo de artistas com deficiência no ambiente escolar. Realizado pelo produtor Wellington Negrão, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto percorreu escolas da região entre março e abril deste ano, com público estimado em mais de mil alunos. A ação também marca os 20 anos de um trabalho iniciado por Sérgio Fonseca e ganha um significado adicional ao se conectar com a memória pessoal da artista Ayla Serena, que transforma o luto pela perda da mãe em expressão artística e celebração da vida. O artista plástico com síndrome de Down Lucio Piantino participou do projeto | Foto: Divulgação O secretário de Cultura e Economia Criativa interino do DF, Fernando Modesto, destaca que projetos como o VMC Escola Anticapacitista reafirmam o compromisso da política cultural do Distrito Federal com a inclusão, a diversidade e o acesso à arte como direito. “Ao ocupar o ambiente escolar e valorizar o protagonismo de artistas com deficiência, a iniciativa contribui para a formação de uma sociedade mais consciente, empática e aberta às diferenças, fortalecendo o papel da cultura como instrumento de transformação social”, ressalta. Além das apresentações musicais, o projeto promove intervenções visuais nas escolas. A grafiteira surda Amanda, conhecida como “Santa Surda”, faz pinturas ao vivo durante as atividades, deixando registros permanentes nas instituições. A circulação também contou com a participação de um artista plástico com síndrome de Down, o renomado Lucio Piantino, durante passagem pela Escola Classe 10 do Gama. O encerramento contará com a participação especial do grupo Baião de 2, formado por alunos e docentes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal (Apae-DF).

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Expomix Planaltina reúne mais de 130 mil pessoas e impulsiona economia local

A Expomix Planaltina encerrou sua programação consolidando-se como um dos maiores eventos culturais e solidários do Distrito Federal. Durante três dias, a cidade viveu uma verdadeira celebração de música, cultura e impacto social, reunindo mais de 130 mil pessoas e impulsionando a economia local, com geração de renda para ambulantes, comerciantes e diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva. Além do grande sucesso de público, o evento se destacou pelo caráter solidário, com a arrecadação de mais de 85 toneladas de alimentos. As doações serão destinadas às organizações não governamentais ONG do Amor e o Sentido da Vida, que irão distribuir os mantimentos a comunidades em situação de vulnerabilidade nas regiões de Planaltina, Paranoá, Estrutural e Sol Nascente, reforçando o compromisso social da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]No palco, a Expomix apresentou uma programação de peso, com grandes nomes da música nacional, como Xand Avião, Lauana Prado, Mari Fernandes e Matheus & Kauan, além de valorizar a cena regional com mais de 15 atrações locais, fortalecendo a cultura e dando visibilidade a talentos da cidade. O evento contou com a realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e o apoio da Administração Regional de Planaltina, reforçando a importância da parceria entre o poder público e a iniciativa cultural para promover desenvolvimento, entretenimento e transformação social. “A Expomix evidencia como a política cultural pode atuar de forma estruturante, articulando desenvolvimento econômico, valorização dos artistas locais e compromisso social. É uma demonstração de que investir em cultura também é promover inclusão, fortalecer territórios e ampliar o alcance das ações públicas junto à população”, enfatizou o secretário interino da pasta, Fernando Modesto. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Ceilândia comemora aniversário nesta sexta-feira (27) 

A maior região administrativa do Distrito Federal celebra 55 anos nesta sexta-feira (27) com o tradicional corte do bolo, a partir das 9h, na Praça do Trabalhador, ao lado da administração regional local. A data celebra a cidade reconhecida por sua força cultural, diversidade e protagonismo popular, com forte presença das tradições nordestinas, do hip-hop e das manifestações comunitárias. Cidade é conhecida pela produção cultural e encontros comunitários | Foto: Arquivo/Agência Brasília  No sábado (28), as comemorações continuam com o desfile cívico, a partir das 8h, na via M1, reunindo escolas, forças de segurança e a comunidade local. “É um momento simbólico, de encontro das famílias e de valorização da nossa história”, afirma o administrador da cidade, Dilson Resende. “Ver nossas escolas, instituições e a comunidade nas ruas reforça o sentimento de pertencimento e mostra a força da nossa cidade”. Além das celebrações principais, a programação segue até o dia 29 com uma série de atividades culturais, esportivas e shows gratuitos na Praça do Trabalhador, reunindo artistas locais e nacionais. Entre os destaques estão apresentações musicais, eventos de hip-hop, campeonatos esportivos, oficinas culturais e encontros comunitários, reforçando o papel de Ceilândia como um dos grandes centros culturais do Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]Programação oficial ► Sexta-feira (27), a partir das 9h: corte oficial do bolo de aniversário Local: Praça do Trabalhador (ao lado da Administração Regional de Ceilândia) ► Sábado (28), a partir das 8h: desfile cívico-militar Local: Via M1 (em frente à Administração Regional de Ceilândia) As comemorações seguem até o dia 29 deste mês, com shows e atividades gratuitas.   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Carnaval do Entorno agita foliões com blocos e shows

O Carnaval no Entorno do Distrito Federal ganha força em 2026, prometendo uma folia que une tradições brasilienses e goianas. Inspirado na programação oficial do DF, que concentra blocos e desfiles em regiões administrativas próximas, como Planaltina, Gama, Brazlândia, São Sebastião e Samambaia, o Entorno torna-se extensão natural da festa. Foliões de Luziânia, Valparaíso e Cidade Ocidental, entre outras cidades do Entorno, têm neste ano uma chance única de curtir o Carnaval sem sair da região metropolitana. A programação oficial da Secretaria de Cultura (Secec-DF) abre espaço em oito regiões administrativas estratégicas, conectando-se diretamente à folia goiana e facilitando o acesso por rodovias próximas. O Carnaval no Entorno vai unir tradições brasilienses e goianas, com inspiração na programação oficial da capital federal | Foto: Divulgação/Secec-DF Cidades como Planaltina, São Sebastião, Gama e Brazlândia têm acesso facilitado para Luziânia e municípios vizinhos pela BR-040 e pela BR-060, enquanto Santa Maria, Samambaia, Ceilândia e Taguatinga atraem público por acessos rápidos. “O DF Folia 2026 foi pensado para além das fronteiras administrativas do Distrito Federal. Quando investimos em infraestrutura, segurança e descentralização dos blocos, estamos fortalecendo uma lógica metropolitana de acesso à cultura, que acolhe também os foliões do Entorno. O Carnaval é um direito cultural, gera emprego, movimenta a economia local e aproxima territórios que, na prática, já compartilham o mesmo cotidiano”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. [LEIA_TAMBEM]Na mesma linha, o secretário do Entorno do DF, Cristian Viana, reforça a integração dos foliões da região, que desfrutam tanto do Carnaval municipal quanto do distrital: "Os municípios vizinhos são parte da nossa folia. Venham para as RAs do DF curtir blocos seguros e animados — é carnaval metropolitano, com segurança e alegria para todos os nossos brincantes". Em Planaltina (DF), a poucos quilômetros de Planaltina de Goiás, os blocos de rua saem a partir de 14 de fevereiro, com marchinhas e axé animando as ruas centrais. Sobradinho segue o mesmo clima, com programação de 15 a 18 de fevereiro, incluindo shows gratuitos no Ginásio Nilson Ribeiro, atraindo público da saída Norte do DF. A expectativa é de recorde de público, com o GDF investindo em infraestrutura que beneficia também o Entorno, como iluminação LED e banheiros químicos nas vias de acesso. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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DF Folia 2026 começa neste sábado (7) com blocos no Plano Piloto, Varjão, Riacho Fundo II e Cruzeiro

É batuque, é confete, é DF Folia 2026: a programação carnavalesca do Distrito Federal começa neste sábado (7) e segue até 1º de março. A estreia da folia brasiliense será comandada pelos blocos Tá Chic, Tá Bacana, no Riacho Fundo II; Suvaco da Asa, no Plano Piloto; Desodorante do Suvaco, no Cruzeiro Velho; Bloco Marchinhas 60+ Ano 2026, no Setor de Diversões Sul; Bloco do Pretinho, no Varjão; e Bloco Galo Cego, no Setor Bancário Sul. Domingo (8) terá Carnaval Urgente 2026 e Cafuçu do Cerrado 2026, ambos no Plano Piloto. Com investimento de R$ 10 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a festa reunirá, no total, 73 blocos espalhados por diversas regiões administrativas, além de três grandes territórios. Clique aqui para ter acesso à programação completa. Além dos bloquinhos, o DF estará cheio de eventos neste final de semana. As atrações contam com apoio do GDF, por meio das secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec), de Turismo (Setur) e de Esporte e Lazer (SEL). Confira. Mais folia A escola de samba Capela Imperial comemora 50 anos de história neste sábado (7), às 14h30. A festa ocorre em frente à sede da agremiação, no Setor J Norte, CNJ 01, com entrada gratuita. A escola foi fundada em 1976 e é uma das mais tradicionais do DF. Capela Imperial celebra 50 anos de história | Foto: Pedro Magalhães/Divulgação Sétima arte Se a pedida deste final de semana for um cineminha, o que não falta são opções no Cine Brasília. O equipamento vai exibir 25 filmes que estão na corrida pelo Oscar 2026 até 18 de março. Nesta primeira semana, estão em cartaz: O Agente Secreto, Marty Supreme, Frankenstein, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, Valor Sentimental, Pecadores, Se Eu Tivesse Pernas Eu Te Chutaria, A Meia-Irmã Feia, Bugonia, Jurassic World: Recomeço, Zootopia 2 e Guerreiras do K-Pop: Pra Cantar. Também haverá sessões especiais com o clássico Matrix, cheio de efeitos especiais de tirar o fôlego, Anaconda, em que o ator brasileiro Selton Mello contracena com nomes de Hollywood, entre outros títulos. A programação completa é divulgada no Instagram e no site do Cine Brasília. Os ingressos custam R$ 5 (meia) e R$ 10 (inteira). Nas sessões gratuitas a entrada é feita por ordem de chegada, sem retirada antecipada de ingressos. Espaço Cultural Renato Russo O Dia do Quadrinho Nacional, celebrado em 30 de janeiro, será comemorado no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, neste sábado (7), das 13h às 19h. As atrações incluem feira de quadrinhos e mangás, exposição de quadrinhos raros e troca de quadrinhos e livros da Biblioteca de Arte Ethel de O. Dornas e da Gibiteca TT Catalão, a primeira aberta no país e a terceira maior em número de exemplares. A entrada é gratuita. No mesmo dia, o espaço receberá uma apresentação de stand-up comedy do comediante Jaguar, com diversas participações especiais. A sessão será às 20h, no Teatro de Bolso, com ingresso por R$ 20. Neste fim de semana, o Espaço Cultural Renato Russo receberá, ainda, o espetáculo de dança Raízes em Movimento, que pulsa ancestralidade, memória e presença. A ação é promovida pela Companhia Afro Contemporânea Corpus Entre Mundos, com apresentação na sexta (6), às 20h, e no sábado (7) e domingo (8), às 19h. Os ingressos custam R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira). Também haverá aulas gratuitas de dança afrocontemporânea nos três dias, sempre às 14h. Exposição O Memorial dos Povos Indígenas recebe, até 22 de fevereiro, a exposição Bancos Indígenas do Brasil: Rituais, que apresenta 54 obras de 39 etnias. As peças refletem a importância dos rituais para a vida indígena e como expressam uma cosmovisão em que o humano, o natural e o espiritual estão profundamente entrelaçados. A visitação é gratuita e ocorre de terça a domingo, das 9h às 17h. Exposição Bancos Indígenas do Brasil: Rituais | Foto: Divulgação Fauna e flora O Jardim Botânico de Brasília (JBB) estará de portas abertas para a população neste fim de semana, das 8h30 às 17h (com entrada permitida até 16h30). De terça a sábado, a entrada custa R$ 5 por pessoa; aos domingos, é gratuita graças ao Lazer Para Todos, instituído por este GDF em março deste ano. Outro espaço que conta com gratuidade aos domingos e feriados é o Zoológico de Brasília. O equipamento funciona normalmente neste fim de semana, das 8h30 às 17h, com venda de ingressos até às 16h. O pagamento é em dinheiro, Pix ou cartão de débito e crédito. Com o Vai de Graça, a população pode acessar estes e outros equipamentos sem preocupação em relação ao deslocamento. Lançado no ano passado, o programa permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados.

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Projeto 'Descobrindo Brasília e suas Regiões' tem inscrições abertas para visitas guiadas

A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) abriu, nesta quarta-feira, (7) as inscrições para a seleção de projetos sociais das regiões administrativas do DF de pessoas interessadas em participar do projeto Descobrindo Brasília e suas Regiões. A iniciativa é regulamentada pelo Edital de Seleção nº 03/2025 e tem como objetivo aproximar a população dos espaços públicos, históricos, culturais e arquitetônicos da capital federal.  Aspectos da arquitetura, da história e da cultura do DF são o foco do projeto | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “O Descobrindo Brasília e suas Regiões é um projeto que promove inclusão, pertencimento e acesso à história e à cultura do Distrito Federal” Ana Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade Ao todo, o projeto vai ofertar 2.275 vagas, distribuídas em 65 edições, com até 35 participantes por edição, beneficiando integrantes de projetos sociais que atendem diferentes faixas etárias: crianças, adolescentes, adultos e idosos.  “As visitas guiadas são uma forma de fortalecer o vínculo da população com a cidade e com os espaços públicos”, ressalta a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. “O Descobrindo Brasília e suas Regiões é um projeto que promove inclusão, pertencimento e acesso à história e à cultura do Distrito Federal, especialmente para quem muitas vezes não tem oportunidade de vivenciar esses locais.” As inscrições estão disponíveis a partir desta quarta e podem ser feitas por meio do Portal da Comunidade, ou presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na sede da Seac-DF – Sala 104 do Anexo do Palácio do Buriti — e na Galeria dos Estados.  Como participar [LEIA_TAMBEM]Para participar do processo seletivo, os projetos sociais devem estar cadastrados no Portal da Comunidade e desenvolver atividades voltadas às faixas etárias previstas no edital. A seleção ocorrerá por ordem cronológica de inscrição, desde que toda a documentação exigida seja apresentada de forma completa.  O projeto promove visitas guiadas a espaços de reconhecida relevância histórica, cultural e arquitetônica do Distrito Federal. A iniciativa contribui para o fortalecimento do sentimento de pertencimento, a valorização do patrimônio público e a integração das comunidades às instituições da capital.  O resultado da seleção dos projetos sociais será divulgado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e no site oficial da Seac-DF. As atividades do projeto estão previstas para começar em fevereiro deste ano.  Confira o edital completo. *Com informações da Seac-DF

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Celebra DF 2026 e Nosso Natal 2025 movimentam cultura, público e economia no Distrito Federal

As festas de fim de ano organizadas pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) mobilizaram mais de 1,4 milhão de pessoas, geraram milhares de empregos e devolveram dezenas de milhões de reais aos cofres públicos, reforçando a importância das políticas culturais no Governo do Distrito Federal (GDF). Juntos, Nosso Natal 2025 e Celebra DF 2026 mobilizaram mais de 1,4 milhão de pessoas | Foto: Divulgação/Secec-DF O Nosso Natal 2025, montado entre 8 de dezembro e o dia 4 deste mês, na Esplanada dos Ministérios, superou a marca de 1 milhão de participantes, com atividades gratuitas para todas as idades e atrações que incluíram roda-gigante, pista de patinação e teatro infantil, em um ambiente pensado para acolher famílias e visitantes do DF e do Entorno. Segundo a Secec-DF, o evento gerou retorno financeiro superior a R$ 60 milhões para os cofres públicos, resultado da movimentação econômica, da arrecadação de tributos e do consumo local. Da noite de 31 de dezembro até a madrugada de 2 de janeiro, o Celebra DF 2026 reuniu mais de 400 mil pessoas em celebrações de Réveillon na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Orixás, com shows gratuitos que atraíram multidões para a virada do ano. A estimativa oficial é de que o festival tenha contribuído com mais de R$ 30 milhões em arrecadação para o Distrito Federal, entre tributos e impactos diretos na cadeia de serviços. [LEIA_TAMBEM]Além do grande público presente, os eventos impulsionaram a geração de trabalho em setores como gastronomia, cultura, logística e serviços, com milhares de vagas diretas e indiretas envolvidas nas operações. Os números apontam para o fortalecimento da economia criativa local e a consolidação de Brasília como palco de grandes eventos públicos que combinam cultura, entretenimento e desenvolvimento socioeconômico. Foram criadas 10 mil vagas diretas de trabalho e outras 15 mil indiretas. “Quando organizamos programações como o Nosso Natal e o Celebra DF, não estamos apenas promovendo entretenimento. Estamos criando oportunidades de trabalho, reforçando o sentimento de pertencimento da nossa população e devolvendo recursos à economia do Distrito Federal, com impactos que vão além das festas”, afirmou o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “É uma forma de cuidar das pessoas — acolhendo famílias, valorizando artistas locais e fortalecendo as cadeias produtivas da cultura, com impacto real na vida de milhares de brasilienses.” Os resultados reforçam a estratégia do GDF de integrar cultura e desenvolvimento econômico nas políticas públicas, com foco na inclusão, no acesso universal e na promoção de atividades que somam lazer, emprego e receita para o orçamento público. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Festival Consciência Negra 2025 movimenta cultura, economia e solidariedade no DF

O Distrito Federal encerrou, no fim de semana passado, uma das maiores edições do festival Consciência Negra já realizadas na capital. Entre os dias 20 e 22 deste mês, mais de 100 mil pessoas passaram pela programação, que uniu cultura, formação, empreendedorismo e solidariedade. O evento gerou 675 empregos diretos e 1.200 indiretos, além de promover o trabalho de 27 artistas, outros cinco selecionados por chamamento público e 19 palestrantes que ajudaram a aprofundar debates sobre identidade, memória e justiça racial. Público pôde desfrutar de três dias de shows, feiras e bate-papos | Foto: Divulgação/Secec-DF Ao longo dos três dias, o público encontrou shows, bate-papo, feiras criativas e apresentações que destacaram a pluralidade da produção artística afro-brasileira. A presença de 27 afroempreendedores reforçou o compromisso do evento com a circulação de renda e o fortalecimento de negócios liderados por pessoas negras no DF. Para muitas dessas iniciativas, participar significou ampliar o alcance de seus produtos, conquistar novos clientes e se conectar com outras redes de trabalho. [LEIA_TAMBEM]A solidariedade também marcou a edição deste ano. Como ingresso, o público doou alimentos não perecíveis, resultando em mais de meia tonelada destinada a instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. A iniciativa reforçou o caráter comunitário do evento e aproximou ainda mais a população das ações culturais. “Quando mobilizamos milhares de pessoas para celebrar a história e a força da população negra, promovemos algo que vai além da cultura: construímos pertencimento, afirmamos direitos e abrimos caminhos para quem, muitas vezes, não encontra espaço”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “Este evento mostrou que o DF está pronto para avançar com políticas públicas mais inclusivas e transformadoras.” Com ambiente acolhedor, diversidade na programação e impacto direto na economia criativa, o Consciência Negra 2025 deixou um recado claro: a valorização da cultura afro-brasileira é um compromisso contínuo, que segue inspirando políticas, fortalecendo comunidades e lembrando que igualdade se constrói todos os dias. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa  

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Centro Cultural Renato Russo sedia encontro de cultura e justiça climática

Nesta sexta-feira (21) e no sábado (22), o Centro Cultural Renato Russo será palco da 3ª Teia/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do Distrito Federal, encontro promovido pela Rede Cultura Viva DF. Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, a edição marca o encerramento de um ciclo de mobilização territorial e reforça o diálogo entre arte, política cultural e participação social. Durante os dois dias de programação, o público poderá acompanhar cortejos, apresentações artísticas, mesas de debate, formação de grupos de trabalho, plenárias e rodas formativas. O evento fortalece o compromisso com a Política Nacional Cultura Viva (PNCV), primeira política pública de base comunitária do país, e organiza os encaminhamentos que serão levados para a etapa nacional da Teia, marcada para março de 2026, em Aracruz (ES). O Centro Cultural Renato Russo recebe a 3ª Teia/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do Distrito Federal, nesta sexta (21) e no sábado (22) | Foto: Divulgação/Secec-DF Celebração, diversidade e debate institucional A programação de sexta-feira será aberta às 8h, com acolhida cultural, coffee break e uma feira de economia solidária, em que Pontos de Cultura do DF irão expor produtos artesanais, ecológicos e gastronômicos. O dia será dedicado às expressões populares e às discussões sobre a institucionalidade da política cultural. Entre as atrações, o público poderá conferir palhaçaria, poesia, bumba meu boi, forró, chorinho, viola, capoeira, frevo, teatro de mamulengo e outras manifestações tradicionais. Representantes do Ministério da Cultura, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e da Rede Cultura Viva DF confirmaram presença, reforçando o compromisso coletivo com o fortalecimento da PNCV e com o debate sobre justiça climática. Encontros, diretrizes e futuro da rede "Discutir crise climática e transição energética sem os povos originários, quilombolas e culturas tradicionais é impossível. Somos os territórios vivos que defendem a natureza" Walter Cedro, coordenador da Teia/Fórum dos Pontos de Cultura do DF e representante dos Pontos do DF na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura No sábado, os trabalhos avançam para a organização da rede e para a construção de diretrizes. A mesa “Fortalecimento da Rede Cultura Viva Distrital” abordará temas como gestão de Pontos de Cultura, elaboração de projetos e cooperação entre coletivos. Outra mesa será dedicada à Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), discutindo as conexões com o Cultura Viva e as perspectivas de fomento para os próximos anos. A programação se encerra com a plenária final, quando serão escolhidos os delegados que representarão o Distrito Federal na Teia Nacional de 2026. Preparação para o encontro nacional A realização da 3ª Teia/Fórum, coordenada pela Rede Cultura Viva DF, é uma etapa decisiva na preparação para a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. A iniciativa se articula diretamente com a Pnab, uma das principais políticas de fomento cultural do país, e reafirma o papel da sociedade civil na elaboração e execução de políticas culturais. O evento conta com apoio do Ministério da Cultura, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e da Rede Distrital de Pontos de Cultura, além do suporte estratégico do OMNI – Instituto de Desenvolvimento Social. Vozes do movimento “A Teia é o nosso grande encontro: a celebração das culturas populares e de tudo o que produzimos nos Pontos de Cultura. No Fórum, construímos caminhos e diretrizes para o Estado com a força da sociedade civil. Discutir crise climática e transição energética sem os povos originários, quilombolas e culturas tradicionais é impossível. Somos os territórios vivos que defendem a natureza”, afirma Walter Cedro, coordenador da Teia/Fórum dos Pontos de Cultura do DF e representante dos Pontos do DF na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura. Sobre a Rede Cultura Viva DF [LEIA_TAMBEM]A Rede Cultura Viva DF reúne Pontos e Pontões de Cultura reconhecidos pelo Ministério da Cultura e atua na consolidação da Política Nacional Cultura Viva (Lei nº 13.018/2014). Cada Ponto funciona como núcleo de memória, criação e participação social, preservando e potencializando a diversidade cultural presente nos territórios do Distrito Federal. 3ª Teia/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do DF · Tema: Pontos de Cultura pela justiça climática · Data: 21 e 22 de novembro · Local: Centro Cultural Renato Russo – Brasília · Horário: a partir das 8h · Entrada: gratuita · Redes sociais: @redeculturavivadf | @sececdf | @minc *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)  

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Em visita à feira na Torre de TV, Celina Leão destaca integração entre DF e Entorno

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, participou neste sábado (18) da abertura da terceira edição da feira #NoEntornoTem, que celebra a integração entre Brasília e os municípios da Região Metropolitana. Com entrada gratuita, o evento ocorre no estacionamento do Complexo Cultural da Torre de TV (antiga Funarte), segue até domingo (19) e reúne expositores de 13 cidades do Entorno, além de representantes de Alto Paraíso, Corumbá de Goiás e Pirenópolis. O público pode conhecer e adquirir produtos de gastronomia, arte, artesanato e variedades, além de acompanhar atrações musicais e apresentações culturais que valorizam a produção local e o intercâmbio entre Goiás e o Distrito Federal. Celina Leão visitou a abertura da feira #NoEntornoTem, no Complexo Cultural da Torre de TV, neste sábado (18) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A capital da República recebendo todos os prefeitos da região metropolitana e também o governador Caiado é um momento de muita alegria. Estou há muitos anos no Distrito Federal, mas sou goiana também e a gente sabe que precisa dessa integração, de que os serviços públicos também estejam funcionando no estado de Goiás e no Distrito Federal, porque não tem muro entre Goiás e DF. Tem pessoas que trabalham aqui e moram lá, é uma grande integração o que nós estamos fazendo nesse atual governo”, declarou Celina Leão. A iniciativa é promovida em parceria entre o Governo do Distrito Federal e o Governo de Goiás, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento econômico e o turismo regional, valorizando produtores, artistas e empreendedores locais. Presente no evento, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, enalteceu a parceria com o DF e descreveu a feira como uma oportunidade de apresentar o melhor da cultura goiana. “É uma forma de mostrar à capital do país, que está dentro de Goiás, e mostrar para o Brasil todo o potencial da gastronomia, do artesanato, do turismo e da cultura goiana, além dos negócios e empreendimentos na região do Entorno”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Vitrine de oportunidades O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, destacou a importância da feira para Brasília, que em sua terceira edição se consolida como vitrine de serviços e produtos, movimentando a economia da capital e do Entorno. “É um evento que traz o que as cidades produzem e têm de melhor. A gente passa cidade por cidade vendo a qualidade dos produtos e como a integração econômica está acontecendo entre essas duas regiões que, ao final, é uma soma. Aqui é um fomento da economia para mostrar as potencialidades que têm a nossa cidade e o Entorno, levando os produtos para casa, com novidades incríveis. Eu achei até rapadura com pequi, que é uma coisa fantástica”, relatou. Entre os expositores, a coordenadora de turismo Bruna Paiva, de 37 anos, exaltou a feira como uma oportunidade de promover o trabalho e as belezas de Cocalzinho de Goiás, a pouco mais de 100 km de Brasília. “É muito importante para mostrar o que a gente tem de melhor no município. Estamos expondo, além das nossas belezas naturais, queijos, vinhos, mel e produtos artesanais que temos. E fomenta muito o turismo: por serem cidades muito próximas, as pessoas que estão aqui às vezes querem um refúgio diferente e chegam até nós. A gente sentia que não era parte nem de Brasília e nem de Goiás, e essa união entre os estados é muito importante porque a maioria dos turistas que nos visitam são do DF.”

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Gisèle Santoro, referência da dança na capital federal, morre aos 86 anos

A cultura do Distrito Federal perdeu, nessa quinta-feira (9), uma de suas maiores referências artísticas. Gisèle Loïse Portinho Serzedello Corrêa, conhecida como Gisèle Santoro — bailarina, coreógrafa e professora que marcou a história da dança em Brasília — faleceu aos 86 anos, no Hospital Santa Helena, na Asa Norte. Grande referência da dança no Distrito Federal, Gisèle Santoro faleceu nessa quinta (9), na Asa Norte | Foto: Divulgação/Secec-DF Em junho deste ano, Gisèle foi agraciada com a Medalha do Mérito Distrital da Cultura “Seu Teodoro”, a maior honraria concedida pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). O reconhecimento coroou uma trajetória de mais de seis décadas dedicadas à arte e à formação de gerações de bailarinos. Formada pela Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, chegou a Brasília em 1962, a convite da russa Eugenia Feodorova, criadora da Fundação Brasileira de Ballet. Na capital, conheceu o maestro Cláudio Santoro, com quem se casou e construiu uma parceria artística e pessoal que atravessou fronteiras. "Brasília perde uma mestra, mas sua obra permanece viva em cada bailarino que formou e inspirou" Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Em 1966, o casal foi forçado a deixar o Brasil em razão do regime militar. Exilados, viveram na França e, depois, na Alemanha, onde Gisèle permaneceu por sete anos no Teatro Municipal de Heidelberg, além de fundar uma escola de dança. De volta ao Brasil em 1978, Gisèle participou ativamente da inauguração do Teatro Nacional, colaborando na formação da orquestra, do coro e de outros departamentos da instituição. Também foi fundadora do Seminário Internacional de Dança de Brasília e criadora da Mostra de Dança de Brasília, eventos que consolidaram a capital como um dos polos mais importantes da dança no país. Gisèle contribuiu ainda para o ensino da dança clássica, formando diversas gerações de bailarinas e bailarinos no Centro de Dança do DF. “Tive a honra e o privilégio de reinaugurar o nosso Teatro Nacional ao lado de Dona Gisèle — um momento que levarei comigo para sempre. Foi mais que simbólico: foi um reencontro da arte com sua casa, com a presença de quem tanto lutou para que esse espaço existisse e florescesse. Sem dúvida, Gisèle Santoro foi uma das grandes construtoras da identidade cultural de Brasília. Sua dedicação à dança e à formação de artistas marcou gerações. Brasília perde uma mestra, mas sua obra permanece viva em cada bailarino que formou e inspirou. Sua partida deixa um vazio imenso, mas também uma herança inestimável”, enfatizou o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. [LEIA_TAMBEM]O subsecretário do Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, ressaltou que “a importância de Gisèle Santoro reside na sua incansável dedicação à cultura. Pianista, bailarina, professora, produtora: doou sua vida à cultura do DF e do Brasil”. O velório da artista será realizado neste sábado (11), no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em horário a ser confirmado. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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