Resultados da pesquisa

denúncias

Thumbnail

Pessoa idosa: veja onde denunciar violações de direitos e buscar ajuda no DF

O acesso a informações diante de uma situação de violência, abandono ou violação de direitos auxilia na proteção da pessoa idosa. No Distrito Federal, diferentes órgãos oferecem canais para registros, informações e encaminhamento de casos. O atendimento pode ser acionado por familiares, responsáveis ou por qualquer pessoa com conhecimento de uma situação de violência. No DF, alguns serviços destinados aos idosos funcionam 24 horas por dia, durante toda a semana | Foto: Divulgação O canal principal para comunicar violações de direitos é o Disque 100 – Disque Direitos Humanos, serviço gratuito com funcionamento 24 horas por dia, em todos os dias da semana. Podem ser comunicados casos de violência física, psicológica e patrimonial, abandono, discriminação e outras situações de ameaça aos direitos da pessoa idosa. No DF, outra opção é a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, Orientação Sexual, Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). O cidadão pode procurar a unidade ou utilizar o telefone 197 e a Delegacia Eletrônica para apresentar denúncias e buscar informações sobre crimes. Também é possível acionar o Disque 162. O canal recebe registros, reclamações, sugestões e outras manifestações relativas aos serviços públicos. Orientação e acolhimento Para atendimento e orientação sobre os serviços voltados a essa faixa etária, há acolhimento às pessoas idosas e aos seus responsáveis, por meio dos telefones (61) 2244-1294 e 2244-1295. O Viver 60+ consiste em uma política permanente direcionada à promoção do envelhecimento saudável, à convivência, à inclusão social, ao bem-estar e à garantia de direitos da pessoa idosa. A iniciativa reúne atividades de saúde preventiva, práticas físicas adaptadas, ações culturais e recreativas, socialização, cidadania e autocuidado. Também são oferecidas orientações relativas às áreas de psicologia, fisioterapia e enfermagem. Atendimento e comunicação de violência A orientação para quem presencia ou suspeita de violência contra a pessoa idosa é procurar ajuda e comunicar o fato. A comunicação do caso pode ser feita pelo Disque 100, inclusive por terceiros com conhecimento da situação. Em casos de indícios de crime ou necessidade de atendimento policial, o cidadão deve utilizar o 197 e a Delegacia Eletrônica. Em situações de emergência, o acionamento deve seguir a natureza da ocorrência, pelos telefones 190; 192 e 193. Canais de atendimento ♦ Disque 100 – Disque Direitos Humanos Denúncias de violações de direitos, inclusive contra pessoas idosas. Atendimento gratuito, 24 horas por dia. ♦ Disque 197 Denúncias e informações relacionadas a crimes. ♦ Disque 162 Recebe manifestações sobre serviços públicos, como denúncias, reclamações, sugestões e elogios. ♦ Subidoso (61) 2244-1294 / 2244-1295 Orientação e direcionamento para serviços voltados à pessoa idosa. ♦ 190 – Polícia Militar Atendimento em situações de emergência policial. ♦ 192 – Samu Atendimento de urgência e emergência em saúde. ♦ 193 Atendimento em situações de emergência. 

Ler mais...

Thumbnail

Criado projeto para ampliar a pronta resposta em casos de violência contra a mulher

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Por meio da Portaria nº 358, publicada na edição desta quarta-feira (26/8) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) instituiu o projeto Pronto Atendimento à Mulher. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a atuação da instituição no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, com ações voltadas para prevenção, repressão e investigação desses crimes. Projeto reforça o alcance dos dispositivos previstos na Lei Maria da Penha | Foto: Divulgação/PCDF O projeto, que será implementado pelos departamentos de Polícia Circunscricional (DPC) e de Polícia Especializada (DPE), busca ampliar a pronta resposta policial em situações de risco. “Nosso objetivo é garantir que a mulher em situação de violência tenha uma resposta policial ainda mais rápida, qualificada e efetiva”, enfatiza a delegada Ana Carolina Litran, diretora do DPE. “O projeto fortalece a atuação integrada das unidades da PCDF, amplia a capacidade de apuração das denúncias e reforça o compromisso da instituição com a proteção das mulheres e com a efetividade da Lei Maria da Penha.” Entre as medidas previstas está o reforço na apuração de denúncias de violência contra a mulher recebidas pelos canais 197 e 180. As denúncias relacionadas à Lei Maria da Penha que estiverem em aberto serão acompanhadas de forma sistemática, com distribuição às unidades responsáveis pela apuração. A Divisão de Controle de Denúncias (Dicoe) ficará responsável por fornecer mensalmente ao DPC e ao DPE a relação das denúncias em aberto e acompanhar os casos apurados. Já a Divisão de Análise Técnica e Estatística (Date) fará o acompanhamento semanal dos resultados do projeto, reunindo dados sobre denúncias apuradas, prisões em flagrante e diligências realizadas. As informações consolidadas serão encaminhadas semanalmente ao delegado-geral adjunto, permitindo o acompanhamento contínuo das ações e dos resultados do projeto. Além disso, a  iniciativa também contará com recursos destinados ao Serviço Voluntário Gratificado (SVG).   *Com informações da Polícia Civil do DF 

Ler mais...

Thumbnail

Fornecer o CPF da pessoa desaparecida pode ajudar na busca

Alguém conhecido desapareceu? A orientação é que você aja rapidamente, não aguardando 24 horas para registrar a ocorrência, entrando em contato pelos telefones 190 ou 197. Caso o registro seja feito de forma online, um familiar ou responsável deve comparecer à delegacia para complementar a ocorrência, apresentar fotografia recente e fornecer informações que possam auxiliar na localização. A ausência de documentos não impede o registro. Entre os dados mais importantes estão as características físicas da pessoa desaparecida, como altura, cor dos olhos e dos cabelos, tatuagens, cicatrizes, marcas de nascença e uso de óculos, além das roupas e objetos que portava quando foi vista pela última vez. Fornecer o CPF do desaparecido é fundamental, principalmente para gerar o alerta. Em alguns casos, pode ser solicitada colega de material genético para aumentar a eficiência da busca | Foto: Divulgação Sobre a pessoa que desapareceu, também é importante informar onde e quando ocorreu o fato, o destino previsto, o trajeto habitual, pessoas com quem manteve contato, eventual uso de veículo e informações sobre condições de saúde, uso de medicamentos, deficiência ou qualquer situação de vulnerabilidade. Quanto mais completas forem as informações, mais direcionadas poderão ser as buscas. A depender da ocorrência, também pode ser solicitada a coleta de material genético de familiares e objetos de uso pessoal da pessoa desaparecida para auxiliar nos procedimentos de identificação. Divulgação segura A orientação é compartilhar apenas o cartaz oficial da pessoa desaparecida, disponível no perfil @desaparecidos_df, no Instagram, e no Cadastro Distrital de Pessoas Desaparecidas. Não são recomendadas a produção de cartazes próprios e a divulgação de telefones, endereços, rotinas ou outras informações pessoais, pois esses dados podem ser utilizados em tentativas de golpe. Qualquer informação sobre o paradeiro da pessoa deve ser comunicada exclusivamente pelo telefone 197. Quando a pessoa for localizada, a família deve informar imediatamente às autoridades para que a ocorrência seja encerrada e as divulgações oficiais sejam retiradas. O registro imediato da ocorrência e o fornecimento do maior número possível de informações são medidas que contribuem para tornar as buscas mais rápidas e eficientes, especialmente nas primeiras horas após o desaparecimento.  

Ler mais...

Thumbnail

Maio Laranja: Hospital da Criança fortalece rede de proteção contra o abuso e a exploração sexual 

Durante o Maio Laranja — campanha nacional de conscientização e enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, instituída pela Lei nº 14.432/2022 — o debate em torno da saúde pediátrica ganha ainda mais visibilidade. Inserido no Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) consolida sua atuação institucional como estratégica para a proteção da infância e da adolescência. Hospital da Criança de Brasília atua com protocolos que priorizam segurança, escuta protegida e responsabilização adequada dos casos | Foto: Divulgação/HCB  Isso se dá por meio da estruturação de fluxos assistenciais e de governança voltados à identificação, acolhimento e encaminhamento de casos suspeitos ou confirmados de abuso e exploração sexual de pacientes. O HCB compõe a rede da Secretaria de Saúde (SES-DF) e opera com protocolos técnicos que priorizam a segurança, a escuta protegida e a responsabilização adequada dos casos. A identificação dessas situações ocorre, em grande medida, a partir da sensibilidade clínica e social das equipes assistenciais, que estão capacitadas para reconhecer sinais físicos, comportamentais e contextuais compatíveis com situações de violência. O atendimento desses casos no HCB é conduzido de forma multiprofissional, com o protagonismo das áreas assistenciais — como o serviço social e a psicologia hospitalar — e administrativa, por meio do Departamento Jurídico, que desempenham papel central na avaliação, acolhimento e encaminhamento. Identificação de violência Para que esse ecossistema de cuidado e proteção das crianças e adolescentes atendidos funcione com eficácia, a premissa reside na agilidade da identificação de violência por qualquer profissional de saúde, atuando em conjunto e considerando que não é preciso ter certezas ou comprovações jurídicas para se dar início à notificação. O fluxo institucional do HCB foi desenhado a partir do princípio de proteção integral de pessoas menores de idade previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A supervisora do serviço social do HCB, Damares Santos, lembra que a suspeita, por si só, é o gatilho necessário para a ação. “A gente não precisa comprovar ou confirmar que realmente a violência aconteceu”, explica. “A partir de uma suspeita, a gente já dá início ao processo de notificação”. O primeiro profissional a receber o relato ou notar a evidência preenche a ficha de notificação compulsória,  um documento que preserva a identidade do notificador e exige o preenchimento detalhado de todos os campos para alimentar o sistema de proteção. A psicologia hospitalar também desempenha um papel fundamental no acolhimento e na escuta qualificada das possíveis vítimas e de suas famílias. “A escuta deve ser cuidadosa, sem induções, respeitando o tempo e a condição emocional da criança”, pontua o psicólogo João Lucas Assunção, do HCB. “A prioridade é preservar sua integridade psíquica e contribuir com informações técnicas que subsidiem a rede de proteção”. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica” Damares Santos, supervisora do serviço social do HCB No cotidiano hospitalar, explica ele, os sinais de alerta e de risco podem surgir de diferentes formas. Algumas situações são identificadas por exames físicos; outras, por mudanças de comportamento, desenhos, brincadeiras ou relatos feitos por crianças e adolescentes durante o vínculo com as equipes da unidade de saúde.  “Às vezes, o paciente consegue estabelecer uma relação de confiança com um profissional e verbaliza o que está acontecendo; em outros casos, o comportamento já desperta atenção da equipe”, relata o psicólogo. “A gente vai fortalecendo esse vínculo e trabalhando com a criança ou adolescente, ou mesmo com o familiar, para que eles consigam compreender o que estão vivendo e possam acessar apoio.” Atuação coordenada O HCB possui fluxos próprios para lidar com quaisquer suspeitas de violência e violações de direitos que possam causar impactos e sequelas à saúde dos pacientes atendidos. “A violência também precisa ser notificada, da mesma forma que outras doenças e agravos à saúde”, lembra Damares Santos. “O hospital não atua apenas no atendimento clínico”, detalha a gestora. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica.” A produção de informações qualificadas é o que permite ao poder público mapear o crescimento das demandas e estruturar políticas públicas direcionadas e eficientes para o combate e tratamento dessas situações. “Se a gente não notificar, o Estado não sabe que precisa cuidar disso”, pontua Damares. Assim, a notificação interna cumpre um papel estratégico na saúde coletiva, servindo de base para o planejamento de ações de prevenção e assistência em larga escala. A notificação compulsória de violência do HCB não tem a atribuição de ser um registro de ocorrência policial: seu objetivo é o monitoramento epidemiológico e geração de dados quantitativos e qualitativos; além de configurar uma evidência importante para o acionamento dos equipamentos públicos de proteção da infância. Conforme dados do serviço social da unidade de saúde, de 2024 a 2025, houve a redução de aproximadamente 35,8% no número de notificações de violência a pacientes atendidos no HCB; no entanto, de janeiro a março deste ano, 35% das notificações de violência contra os pacientes se referem a situações de abandono e negligência; e outros 30% de ordem psicológica e moral. “Nós só procura​mos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece​ com aquela família” Priscila Lima, gerente jurídica do Hospital da Criança  A partir da formalização da suspeita de violência, o hospital adota dois caminhos simultâneos e complementares para garantir a segurança da criança ou do adolescente. No primeiro, o serviço social e a psicologia hospitalar encaminham ​a​ ficha de notificação compulsória ao Serviço de Vigilância Epidemiológica do HCB, que se encarrega de encaminhá-la ao​ Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan)​, responsável pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória.  O segundo caminho foca a proteção imediata e direta do paciente​, mobilizando ​o departamento jurídico do hospital para acionar os órgãos ​externos​ competentes.  “Nós só procura​mos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece​ com aquela família”, explica a gerente jurídica do hospital, Priscila Lima. A articulação com a rede de proteção externa é o que viabiliza a interrupção do ciclo de ​violação de direitos, pois  o ambiente hospitalar não possui o escopo para conduzir investigações ou acompanhamentos sociais de longo prazo. “Quando acontece a situação de violência, a gente não tem nem braço, nem expertise para poder atender o caso em toda sua complexidade e especificidade; por isso é que a gente precisa fazer esse contato com a rede de proteção da infância, porque ela tem ​i​nstituições que são específic​as para tratar de violência”, enfatiza Damares Santos. Esse acionamento ocorre de maneira territorializada, ou seja, o caso é direcionado para equipamentos públicos próximos à residência da família, como o Conselho Tutelar e as unidades dos centros de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav),  de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi). “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado. Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde” João Lucas Assunção, psicólogo do HCB O hospital mantém um canal de comunicação imediato com órgãos essenciais,​ por meio do qual aciona instituições como a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente​ (DPCA) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Desde 2022, o HCB possui um Termo de Colaboração com a ​1ª Vara da Infância e Juventude​ (VIJ), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que visa dar celeridade na comunicação de casos suspeitos e à criação de mecanismos de proteção dos pacientes e famílias. ​Para Priscila Lima, a interlocução​ que o HCB conduz, de forma estruturada​ e contínua com outras instituições, assegura que as autoridades competentes disponham das informações necessárias ​para a defesa dos direitos dos pacientes atendidos, incluindo o afastamento do possível agressor, o acompanhamento familiar e a responsabilização criminal, quando necessário. Conscientização e vigilância coletiva A educação em saúde é outro foco do HCB, que busca orientar pais, mães, responsáveis e cuidadores sobre a importância da prevenção. Para João Lucas Assunção, é fundamental que as famílias estejam atentas a mudanças bruscas no comportamento das crianças, como isolamento excessivo, regressão de marcos do desenvolvimento, medo inexplicável de pessoas específicas ou alterações no padrão de sono, comunicação e alimentação. [LEIA_TAMBEM]O olhar atento para essas situações faz parte da compreensão de que saúde infantil envolve aspectos físicos, emocionais e sociais. Violências e violações de direitos impactam diretamente a adesão ao tratamento, a recuperação clínica e a qualidade de vida dos pacientes. “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado”, ressalta o psicólogo. “Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde”. Os especialistas do hospital recomendam que, diante de qualquer suspeita de abusos contra crianças e adolescentes, é importante não silenciar.  A atuação responsável da sociedade, aliada ao trabalho técnico das instituições, é determinante para interromper situações de violência e garantir um ambiente seguro para o desenvolvimento infantil. Os profissionais lembram ainda que o Disque 100 é um serviço nacional gratuito e anônimo, disponível para qualquer pessoa que presencie ou suspeite de violações de direitos humanos. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil, de qualquer telefone fixo ou móvel (celular).   *Com informações do Hospital da Criança de Brasília  

Ler mais...

Thumbnail

Descarte irregular de lixo gera multa na Praça dos Eucaliptos, em Ceilândia Norte

A Administração Regional de Ceilândia registrou mais um caso de descarte irregular de lixo em área pública, desta vez na Praça dos Eucaliptos, em Ceilândia Norte. A ação foi flagrada pelas equipes de fiscalização durante trabalho de rotina na região. Lixo descartado de maneira irregular em área pública: atitude é infração, passível de aplicação de multa | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Após a identificação da irregularidade, a ocorrência foi encaminhada à Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), órgão responsável pela fiscalização e aplicação das penalidades. O responsável pelo descarte foi autuado e recebeu multa, conforme prevê a legislação ambiental vigente. [LEIA_TAMBEM]O descarte irregular de resíduos em locais públicos é considerado infração e pode causar diversos prejuízos à cidade, como entupimento de redes de drenagem, proliferação de pragas e degradação de espaços de convivência da população. A administração da cidade reforça que a colaboração da comunidade é fundamental para coibir esse tipo de prática. Moradores podem denunciar casos de forma anônima e segura por meio do portal ParticipaDF ou pelo telefone 162. Também é possível encaminhar fotos e vídeos, além de informações como endereço da ocorrência, identificação do infrator e, se possível, a placa do veículo envolvido. A orientação é que a população utilize os locais apropriados para o descarte de resíduos e contribua para a manutenção da limpeza urbana.  *Com informações da Administração Regional de Ceilândia  

Ler mais...

Thumbnail

Operação Cripto Gato desativa mineradora clandestina e evita prejuízo de mais de R$ 1,5 milhão no DF

Em parceria com equipes da 30ª Delegacia de Polícia da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a Neoenergia deflagrou, nesta quarta-feira (18), a terceira fase da Operação Cripto Gato. A força-tarefa identificou e desativou uma mineradora de criptomoedas que funcionava de forma clandestina em São Sebastião, com desvio direto de energia.  Em ação conjunta, a distribuidora de energia e a Polícia Civil desmantelaram o esquema da mineradora, que causava prejuízo mensal equivalente ao consumo de mais de 10 mil residências | Foto: Divulgação/Neoenergia “As ações de combate ao furto de energia continuarão em todo o Distrito Federal, garantindo segurança e qualidade no fornecimento”  Wilson Matias, supervisor de Recuperação de Energia da Neoenergia  Foram apreendidas 160 máquinas de mineração que operavam ininterruptamente, além de um transformador. O local foi interditado, e a PCDF instaurou inquérito para apurar possíveis crimes relacionados à atividade. O esquema, denominado pela PCDF como Satoshi Fase II, causava instabilidade no fornecimento da região, afetando residências, comércios e produtores rurais. A estimativa é de impacto financeiro superior a R$ 1,5 milhão, com consumo irregular equivalente ao de mais de 10 mil moradias por mês. “Temos intensificado a fiscalização sobre esse tipo de atividade diante das irregularidades identificadas”, afirma o supervisor de Recuperação de Energia da Neoenergia, Wilson Matias. “A mineração de criptomoedas exige alta demanda energética e infraestrutura adequada. No imóvel vistoriado, os equipamentos estavam conectados de forma irregular, sem medição, o que sobrecarregava o sistema e aumentava o risco de falhas e danos. As ações de combate ao furto de energia continuarão em todo o Distrito Federal, garantindo segurança e qualidade no fornecimento.” [LEIA_TAMBEM]A primeira etapa da Cripto Gato ocorreu em janeiro deste ano, quando duas mineradoras foram desativadas, com prejuízo estimado em R$ 400 mil e consumo equivalente ao de cerca de 3 mil residências por mês. Já na segunda fase, no fim de fevereiro, a operação fechou três unidades, com perdas estimadas em R$ 5 milhões e consumo comparável ao de aproximadamente 34 mil unidades residenciais mensais. Segurança O furto de energia, conhecido como “gato”, coloca em risco a vida de quem o pratica e da população. Além de ser perigoso, compromete o fornecimento de energia da região, podendo causar sobrecarga na rede, danos aos equipamentos e interrupções no abastecimento. Furtar energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena de até oito anos de reclusão. O apoio da comunidade é fundamental para combater esse tipo de prática. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais da Neoenergia: telefone 116 ou presencialmente em nossas lojas de atendimento.   *Com informações da Neoenergia

Ler mais...

Thumbnail

Operação CriptoGato desativa três mineradoras clandestinas e evita prejuízo superior a R$ 5 milhões no DF

Fruto de parceria entre a Neoenergia e a 30ª Delegacia de Polícia da Polícia Civil do Distrito Federal, a segunda fase da operação CriptoGato identificou e desativou três mineradoras de criptomoedas que funcionavam de forma clandestina em São Sebastião (DF), com desvio direto de energia. A ação ocorreu na segunda-feira (23). Após a interdição dos estabelecimentos irregulares, seus responsáveis foram detidos e encaminhados à delegacia | Foto: Divulgação/Neoenergia “A mineração de criptomoedas demanda elevada carga elétrica e estrutura dedicada” Wilson Matias, supervisor de Recuperação de Energia da Neoenergia Durante a fiscalização, foram apreendidas 384 máquinas de mineração que operavam ininterruptamente, 24 horas por dia. Os estabelecimentos foram interditados, tendo sido os responsáveis detidos e encaminhados à delegacia. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar possíveis crimes associados à atividade. O esquema provocava instabilidade no fornecimento da região, afetando residências, comércios e produtores rurais. A estimativa é de um impacto financeiro superior a R$ 5 milhões, além de um consumo irregular equivalente ao atendimento de cerca de 34 mil moradias por mês. Prejuízos “A mineração de criptomoedas demanda elevada carga elétrica e estrutura dedicada”, explica Wilson Matias, supervisor de Recuperação de Energia da Neoenergia. “Nos imóveis vistoriados, os equipamentos estavam conectados de maneira irregular, sem medição, o que sobrecarregava o sistema e aumentava o risco de falhas e danos.” [LEIA_TAMBEM]Após o trabalho técnico da distribuidora, foram emitidos termos de ocorrência de irregularidade (TOIs) para cobrança da energia desviada, e as ligações clandestinas foram regularizadas. A primeira etapa da operação CriptoGato ocorreu em janeiro deste ano, quando duas mineradoras foram desativadas. Na ocasião, o prejuízo estimado foi de R$ 400 mil, com volume de consumo comparável ao de aproximadamente 3 mil unidades residenciais mensais. Segurança O furto de energia, conhecido como “gato”, coloca em risco a vida de quem o pratica e da população. Além de ser perigoso, compromete o fornecimento de energia da região, podendo causar sobrecarga na rede, danos aos equipamentos e interrupções no abastecimento. Furtar energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena de até oito anos de reclusão. O apoio da comunidade é fundamental para combater esse tipo de prática. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais da Neoenergia: telefone 116 ou presencialmente, nas lojas de atendimento. *Com informações da Neoenergia  

Ler mais...

Thumbnail

Ferramenta do DF no Ponto vai incentivar denúncias de violência sexual no transporte público

Foi publicada nesta terça-feira (3) a Portaria nº 17/2026, que institui o grupo de trabalho responsável pela elaboração de uma portaria conjunta entre a Secretaria da Mulher (SMDF), a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF). Ferramenta incorporada no aplicativo DF no Ponto aprimora as formas de denunciar abusos contra mulheres | Foto: Divulgação/SMDF “A denúncia é fundamental no combate à violência, pois é o passo que permite às autoridades e à rede de apoio tomarem conhecimento da situação, garantindo segurança e acolhimento à vítima, além da responsabilização criminal do agressor” Giselle Ferreira, secretária da Mulher A iniciativa tem como objetivo propor, estruturar e acompanhar a implementação de uma ferramenta de comunicação direta a ser incorporada ao aplicativo DF no Ponto, com foco no incentivo às denúncias de violência sexual contra mulheres no transporte público do Distrito Federal. O grupo de trabalho será responsável por definir o funcionamento da ferramenta, que pretende ampliar o acesso da população aos canais de denúncia, fortalecer ações de prevenção e criar mais um caminho seguro para pedidos de orientação e apoio às vítimas. Enfrentamento A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, lembra que a iniciativa busca encorajar mulheres que sofrem ou presenciam situações de violência a denunciar. “A denúncia é fundamental no combate à violência, pois é o passo que permite às autoridades e à rede de apoio tomarem conhecimento da situação, garantindo segurança e acolhimento à vítima, além da responsabilização criminal do agressor”, enfatiza. O DF no Ponto é o sistema e aplicativo oficial da Semob-DF que oferece monitoramento em tempo real do transporte público no Distrito Federal. Disponível para celulares e também por meio de QR Codes nas paradas, a ferramenta permite o planejamento de rotas, a consulta de horários de ônibus e metrô e a visualização da localização exata dos veículos, promovendo mais agilidade e transparência aos usuários. [LEIA_TAMBEM]Para o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, a integração da nova funcionalidade amplia o papel do aplicativo como canal de comunicação com a população. “O DF no Ponto já é um elo importante entre os usuários do transporte público coletivo e o Centro de Supervisão Operacional da Semob”, aponta. “Com essa ação conjunta com a Secretaria da Mulher e a Secretaria de Segurança Pública, a ferramenta passa a ser também um canal direto com vítimas de violência sexual, tornando-se mais um instrumento de combate ao crime e de apoio às mulheres”. Na avaliação do secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, a tecnologia é uma aliada estratégica na proteção das mulheres.  “A integração ao DF no Ponto amplia o acesso da população, fortalece a prevenção e cria mais um caminho seguro para pedidos de orientação e apoio”, resume. Canais de denúncia O telefone 180 é o canal nacional de atendimento às mulheres vítimas de violência, funcionando 24 horas por dia. Em situações de violência em andamento ou de urgência, a Polícia Militar do DF (PMDF) deve ser acionada pelo 190. Já as denúncias anônimas podem ser feitas à Polícia Civil do DF (PCDF) pelo 197. *Com informações da Secretaria a Mulher

Ler mais...

Thumbnail

Aplicativo do Metrô-DF terá espaço para registro de denúncias sobre segurança a partir desta segunda-feira (15)

O aplicativo do Metrô-DF oferecerá uma nova funcionalidade à população a partir desta segunda-feira (15). As pessoas poderão registrar denúncias sobre segurança direto na plataforma, com atendimento em tempo real das 5h30 à 0h30 — período em que há usuários presentes nas estações e trens da companhia. O objetivo é reduzir o tempo de resposta e aplicação das ações necessárias à cada demanda. Para ter acesso ao serviço, é necessário atualizar o aplicativo, disponível para Android e iOS. Aplicativo permite o envio de denúncias sobre diferentes tipos de irregularidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília De acordo com a gerente de Segurança do Metrô-DF, Paula Marinho, será possível fazer denúncias sobre casos de importunação sexual, furtos, roubos, comércio irregular, uso indevido de carro exclusivo e episódios de violência, entre outros. Ou seja, o recurso é destinado, especialmente, a questões de segurança. Problemas relacionados às estações e trens devem ser comunicados à Ouvidoria, por meio da aba Participa DF no app do Metrô-DF ou pelo site do órgão. “O objetivo é ampliar a nossa comunicação com os usuários e diminuir o tempo de resposta” Paula Marinho, gerente de Segurança do Metrô-DF “Fizemos uma visita técnica ao metrô de São Paulo, que é o maior do Brasil, e absorvemos as informações para trazer esse serviço para o DF”, relata Paula Marinho. “O objetivo é ampliar a nossa comunicação com os usuários e diminuir o tempo de resposta.” As denúncias, lembra ela, poderão ser feitas de modo anônimo ou não, conforme a preferência do usuário. Como proceder O recurso “Segurança” foi incluído na aba “Serviços”, junto ao “Achados e Perdidos”. O processo é intuitivo, e as etapas avançam conforme o usuário completa os campos. Primeiro, a pessoa deve informar se prefere o anonimato ou incluir dados pessoais. Depois, há espaço para indicar onde ocorreu o caso: se dentro de uma estação  qual estação e em que área (banheiro, plataforma de embarque etc) – ou em um trem. Por fim, vem a parte de detalhamento da situação e o envio da demanda. Centrode Monitoramento de Segurança do Metrô-DF recebe as denúncias e agiliza o atendimento  As denúncias são recebidas e tratadas pelo Centro de Monitoramento de Segurança do Metrô-DF. Os empregados da companhia recebem as notificações e, se necessário, podem abrir um bate-papo com o usuário para solicitar mais dados, como o número do trem ou ponto específico da ocorrência. Em seguida, cabe ao responsável pelo atendimento acionar a equipe da estação e, se necessário, as forças de segurança. “Essas informações são importantes para que a gente localize a pessoa no ambiente metroviário; se for na Estação Galeria, dentro do elevador, por exemplo, vamos mandar uma equipe direcionada para esse local”, esclarece Paula. “Quando há necessidade de um recurso adicional, fazemos contato direto com o nosso representante no Ciob [Centro Integrado de Operações de Brasília] para diminuir o tempo de resposta às ocorrências operacionais.” A gerente de Segurança do Metrô-DF, Paula Marinho, explica a vantagem do aplicativo:  “Agora a pessoa também poderá utilizar o aplicativo para ter mais agilidade na demanda” A gerente ressalta, ainda, a importância da população evitar o registro de falsas denúncias: “Contamos com a colaboração da população para que utilize isso da melhor maneira, que é um benefício para todos. Poderemos agir de forma mais pontual, mais rápida e adequada, proporcionando um melhor atendimento”. Antes do recurso, as comunicações sobre questões de segurança eram feitas pelo Participa DF ou presencialmente, quando um usuário solicitava socorro da equipe presente na estação. “Esses meios continuam em vigor, mas agora a pessoa também poderá utilizar o aplicativo para ter mais agilidade na demanda”, lembra a gerente de Segurança do Metrô-DF. Dados Neste ano, já foram registrados 516 boletins de ocorrência (BOs) do Metrô-DF sobre crimes de natureza penal como importunação sexual, violência física, furto e roubo. O número é maior que o de 2024, que teve 483 boletins. Os casos também são anotados junto à Polícia Civil. A companhia mapeia ainda as infrações administrativas e problemas operacionais por meio do Relatório de Ocorrência (RC), como uso indevido de carro exclusivo, objetos esquecidos, manipulações fraudulentas no sistema, combate a incêndio, comércio irregular e comportamentos antissociais. Neste ano, já são 225 relatórios, menos do que em 2024, que alcançou 253 documentos. Também ocorreu uma leve queda nos índices de Recolhimento de Mercadoria, relativo ao comércio ilegal dentro dos trens e estações. Neste ano, até o momento, foram 40 casos deste tipo – quase a metade do ocorrido no ano passado, que teve 72 relatórios. Por fim, os casos encaminhados para outros órgãos – formalizados via Guia de Encaminhamento (GE), para situações como crianças perdidas, pessoas em vulnerabilidade social ou necessidade de apoio externo – mantiveram números baixos e estáveis: 44 em 2024 e 41 em 2025. Aplicativo Desenvolvido pela área de Tecnologia da Informação do Metrô-DF, o app foi lançado em 2019 e oferece uma série de funcionalidades aos usuários. Além do novo recurso, voltado para denúncias sobre segurança, a plataforma disponibiliza informações sobre os trens, notícias sobre a companhia e espaço para registro de sugestões, elogios e críticas por meio do Participa DF. [LEIA_TAMBEM]Com o aplicativo, os cidadãos podem programar suas viagens, sabendo o horário de chegada dos trens às estações ou receber alertas em tempo real sobre como está a operação do sistema. São enviadas notificações sobre a prestação do serviço – se está normal, com velocidade reduzida ou paralisada –, e qualquer evento importante que possa impactar a viagem. O usuário também tem acesso ao mapa das imediações das estações, com informações sobre disponibilidade de serviços públicos, bicicletas compartilhadas e caixas eletrônicos. Há, ainda, uma área específica para comunicar a perda de objetos ou documentos. Basta informar a data aproximada e a estação em que pode ter ocorrido a perda, além de uma descrição detalhada do item. Independentemente de a informação estar completamente certa, os colaboradores do Metrô vão procurar no sistema para verificar se há algum objeto cadastrado com características semelhantes. Tão logo a busca seja realizada, o usuário receberá a resposta – o status pode ser atualizado a qualquer momento por notificação pelo aplicativo. Clique aqui para baixar o aplicativo pelo iOS. Mais informações sobre o app estão disponíveis no site do Metrô-DF.

Ler mais...

Thumbnail

Cavalo ferido é resgatado após ação rápida em Ceilândia

Na noite deste domingo (26), moradores de Ceilândia se mobilizaram ao encontrarem um cavalo ferido e abandonado próximo ao Parque da Vaquejada, no Setor P Norte. Sensibilizados com a situação, eles entraram em contato com a administração local, que acionou a equipe da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), responsável pela apreensão e cuidado de animais de grande porte. Após a denúncia, animal foi resgatado e encaminhado para tratamento | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia O cavalo foi resgatado, recebeu atendimento veterinário e foi encaminhado para tratamento e recuperação. De acordo com o chefe de gabinete da Administração Regional de Ceilândia, João Marcelo de Souza, a ação reforça o compromisso conjunto entre governo e comunidade. “Quando a população participa e comunica casos como esse, conseguimos agir de forma rápida e eficaz”, avalia o chefe de gabinete da Administração Regional de Ceilândia, João Marcelo de Souza. “Esse resgate é um exemplo de que o cuidado com os animais e a segurança nas vias públicas são responsabilidades de todos”. Riscos O secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno, reforça que o trabalho de resgate é essencial para garantir o bem-estar dos animais e a segurança da população: “A retirada desses animais das ruas tem como objetivo diminuir o risco para pedestres e motoristas, além de prevenir a transmissão de doenças e manter a cidade mais ordeira e limpa — tudo isso assegurando o bom tratamento a esses animais, que muitas vezes são abandonados e deixados à própria sorte”. Entre 2023 e 2024, o número de apreensões de animais de grande porte no Distrito Federal aumentou cerca de 70%; e, até outubro de 2025, já foram resgatados 357 animais soltos em vias públicas. Este ano, a Seagri-DF criou uma estrutura específica para lidar com esses casos: a Subsecretaria de Proteção aos Animais de Produção (Suproa), que é responsável pelo resgate e acolhimento de equinos e bovinos soltos em áreas urbanas ou atropelados em vias públicas, além de desenvolver políticas públicas e ações preventivas voltadas ao tema. [LEIA_TAMBEM]A Administração de Ceilândia reforça a importância da colaboração dos moradores na denúncia de situações de abandono ou maus-tratos. Além de garantir o bem-estar dos animais, essas ações contribuem para evitar acidentes e promover uma cidade mais segura e humanizada. Segundo a Lei Federal nº 9.605/1998, artigo 32, é crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A pena é detenção de três meses a um ano, além de multa. Denúncias  ► (61) 98199-2459 – Atendimento 24h/ WhatsApp da Apreensão de Animais da Seagri-DF *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

Ler mais...

Thumbnail

Após novo ato de vandalismo, passagem subterrânea na Quadra Lúcio Costa é recuperada

A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) finaliza, nesta semana, a recuperação da passagem subterrânea que liga a Quadra Lúcio Costa ao Guará I. O local, que permite a travessia segura de pedestres sob a EPTG, ficou totalmente às escuras após ter sido alvo de vandalismo. Local já foi alvo de furto e vandalismo, situação que pode ser denunciada pela população | Foto: Divulgação/CEB IPes Criminosos destruíram luminárias, arrancaram cabos e danificaram postes de iluminação. O prejuízo estimado pela companhia é de aproximadamente R$ 15 mil. Não é a primeira vez que a região sofre com esse tipo de ataque. [LEIA_TAMBEM]Para restabelecer a iluminação, a CEB precisou fazer manutenção em postes e instalar luminárias antifurto. Também foram executados serviços de reposição de cabos e dutos, garantindo o pleno funcionamento da iluminação no local. A companhia orienta a população: em caso de flagrante ou movimentação suspeita, a denúncia deve ser feita imediatamente à Polícia Militar, pelo telefone 190. *Com informações da CEB IPes

Ler mais...

Thumbnail

Operação DF Livre de Carcaças já retirou mais de 5 mil veículos abandonados das ruas da capital

Com o objetivo de reforçar a segurança nas cidades, eliminar focos de proliferação de doenças e zelar pela ordem urbana, o Governo do Distrito Federal (GDF) já recolheu mais de 5 mil veículos abandonados em vias públicas por meio da operação DF Livre de Carcaças. Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), por meio da Subsecretaria de Integração e Políticas de Segurança Pública, a iniciativa vem apresentando crescimento contínuo nos resultados. Quase 630 veículos já foram recolhidos de janeiro a abril deste ano | Foto: Divulgação/SSP-DF Somente em 2024, foram retirados das ruas mais de 2,8 mil veículos em estado de abandono – número que ultrapassa a metade do total recolhido desde o início da operação, em fevereiro de 2020. De janeiro a abril deste ano, outros 628 veículos foram removidos, o que equivale a mais de 12% do total. “Para a população, há uma visível melhoria da ordem pública, com impactos diretos na sensação de segurança, já que esses veículos podem ser usados como esconderijos para práticas criminosas”,  destaca a chefe do Núcleo de Integração para Monitoramento e Tratamento de Desordens  da SSP-DF, Letízia Fernandes de Lourenço. A operação também integra o conjunto de ações do GDF no enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Além do recolhimento dos veículos, as equipes da subsecretaria desenvolvem ações educativas junto aos proprietários, moradores e comerciantes para conscientizar sobre os riscos e orientar a remoção voluntária dos veículos e carcaças. “Estamos em fase de aprimoramento da operação, com foco em ampliar os recolhimentos e buscar uma destinação definitiva para esses veículos”, pontua Letízia. Identificação dos veículos Denúncias sobre carros abandonados podem ser feitas por telefone, e-mail ou pelos conselhos comunitários de segurança (Consegs) | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília A maior parte dos veículos é localizada a partir de denúncias feitas pela população, principalmente por meio da Ouvidoria do GDF. A SSP-DF verifica para confirmar o estado de abandono, levando em conta critérios como carro aberto, vidros quebrados, pneus murchos,  sinais de deterioração e o acúmulo de sujeira dentro e fora dos veículos. [LEIA_TAMBEM]As denúncias podem ser feitas pelo telefone 162, pelos conselhos comunitários de segurança (Consegs), administrações regionais ou pelo e-mail dflivredecarcacas@ssp.df.gov.br. A operação DF Livre de Carcaças está alinhada ao eixo Cidade Mais Segura do programa DF Mais Seguro – Segurança Integral. A retirada dos veículos abandonados ajuda a reorganizar os espaços urbanos, contribui para a prevenção da criminalidade e fortalece ações de saúde pública. A ação é executada de forma integrada, com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), administrações regionais, Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF).      

Ler mais...

Thumbnail

PCDF lança chatbot para ampliar canal de denúncias anônimas

A Polícia Civil do DF (PCDF) criou mais uma plataforma de comunicação: o chatbot  da Divisão de Controle de Denúncias (Dicoe), que funciona tanto para acesso por computador quanto por celulares. Já em funcionamento, a nova ferramenta visa a garantir a continuidade e disponibilidade dos serviços prestados à população. Novo canal agiliza o combate à criminalidade, garantindo o sigilo de cidadãos que encaminharem denúncia | Arte: Divulgação/PCDF Nesse canal oficial, o cidadão poderá comunicar fatos e fazer denúncias sem precisar se identificar. A iniciativa busca incentivar a participação da comunidade no combate à criminalidade, garantindo o anonimato dos denunciantes. A expectativa é que o chatbot contribua para o aumento do número de denúncias.  “Os chatbots são soluções que conduzem conversas com os usuários, simulando interações humanas que permitem interpretar e responder às solicitações”, explica o diretor da Dicoe, Josafá Leite Ribeiro. “A possibilidade de anexar arquivos de áudio, fotos, vídeos, documentos e coordenadas geográficas facilita sobremaneira as investigações criminais, possibilitando uma resposta rápida da PCDF no controle da criminalidade.” A evolução na forma de interação impôs um novo desafio à PCDF, que aprimorou a comunicação digital ao disponibilizar um novo canal  como um serviço inteligente e inovador para os denunciantes. A denúncia pode ser feita pelo computador  ou pelo celular.  Veja, abaixo, os outros canais de denúncia anônima da PCDF. ⇒ Disque 197 ⇒ e-mail: denuncia197@pcdf.df.gov.br ⇒ WhatsApp: (61) 98626-1197 ⇒ site da PCDF. *Com informações da Polícia Civil

Ler mais...

Thumbnail

Definido novo fluxo para tratamento de denúncias de violações de direitos humanos

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) publicou a portaria nº 209, que estabelece o fluxo interno para o tratamento de denúncias de violações de direitos humanos recebidas pelo Disque 100, serviço do governo federal destinado ao registro e encaminhamento desses casos. A medida busca otimizar os procedimentos internos da secretaria, garantindo mais eficiência, transparência e agilidade no atendimento às demandas da população. A norma foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (11). Portaria da Sejus define prazos específicos para a tramitação das denúncias de violações de direitos humanos; os casos deverão receber uma resposta preliminar em até dez dias e uma resposta conclusiva no mesmo tempo | Foto: Divulgação/Sejus-DF Com a nova regulamentação, as denúncias encaminhadas pelo Disque 100 serão registradas no sistema da Sejus-DF e passarão por uma triagem inicial para acionamento dos órgãos e unidades competentes, de modo a garantir a adoção de providências necessárias para apuração e prestação de serviços adequados em cada situação, garantindo sempre a comunicação ao denunciante sobre o encaminhamento do caso. Para garantir um atendimento ágil e eficaz, a portaria define prazos específicos para a tramitação das denúncias. Os casos deverão receber uma resposta preliminar no prazo de até dez dias e uma resposta conclusiva também em até dez dias, após o recebimento de subsídios pelos órgãos externos, assegurando que todas as demandas sejam tratadas de maneira organizada e dentro do prazo estabelecido. Além disso, a Sejus-DF elaborará relatórios periódicos sobre as denúncias recebidas e as providências adotadas, reforçando seu compromisso com a transparência e o aprimoramento contínuo dos processos. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a importância da regulamentação desse fluxo para a proteção dos direitos humanos no DF: “A organização e o estabelecimento de prazos para o tratamento das denúncias são fundamentais para garantir um atendimento eficaz e humanizado. O objetivo é dar respostas rápidas e assertivas, protegendo os direitos da população e fortalecendo a rede de proteção no Distrito Federal”. *Com informações da Sejus-DF  

Ler mais...

Thumbnail

Iniciativa do GDF percorre as 35 regiões administrativas e marca presença nos principais blocos de Carnaval

Desde 17 de fevereiro, as equipes da Secretaria da Mulher (SMDF) percorreram mais de 550 estabelecimentos comerciais, de lazer e entretenimento para divulgar a ação “Na Folia, Não Queime a Largada, Respeite a Sinalização: Não é Não”. Cerca de 2 mil cartazes e adesivos foram fixados nos pontos de grande circulação com os principais canais de denúncia e a conscientização sobre respeito às mulheres e combate ao assédio e à importunação sexual no Carnaval de 2025. Representantes da Secretaria da Mulher acompanharam de perto a folia | Fotos: Divulgação/SMDF “A cada ano temos um evento mais seguro que o anterior – por isso a necessidade de, cada vez mais, expandir as ações educativas. A informação encoraja a mulher e inibe o agressor” Giselle Ferreira, secretária da Mulher Seguindo o estabelecido na lei n° 7.241/23, que institui o protocolo Por Todas Elas – para prevenção e atuação imediata de apoio a vítimas de violência, assédio ou importunação de cunho sexual em estabelecimentos de lazer e entretenimento -, a SMDF empreende ações carnavalescas desde 2023 e, a cada ano, expande a atuação no combate ao assédio a mulheres. “Não paramos de trabalhar para a proteção das nossas mulheres, mas durante o Carnaval intensificamos a conscientização e a informação de onde procurar ajuda”, ressalta a vice-governadora Celina Leão.   Parceria Neste ano, ano a inovação foi a parceria com a Liga dos Blocos Tradicionais de Brasília, que transmitiu para mais de 400 mil foliões mensagens de combate ao assédio a mulheres e divulgação dos números dos canais de denúncia, durante todos os dias de festa, acompanhando os desfiles dos blocos Raparigueiros, Pacotão, Menino de Ceilândia, Mamãe Taguá, Asé Dudu, Galinho de Brasília, Bloco da Baratona e Baratinha. “A cada ano temos um evento mais seguro que o anterior  – por isso a necessidade de, cada vez mais, expandir as ações educativas. A informação encoraja a mulher e inibe o agressor.” Outros carnavais Em 2024, a SMDF promoveu a ação “Mulher, Você Não Está Sozinha”, com participação de cerca de 30 servidores. As equipes fixaram mil cartazes em 21 cidades. Em 2023, cerca de 200 materiais com o mesmo slogan foram instalados nos principais pontos de maior concentração do Plano Piloto, como a Rodoviária, o Setor Comercial Sul e a Praça dos Prazeres, contemplando cerca de 80 estabelecimentos.

Ler mais...

Thumbnail

Segurança reforçada garante tranquilidade no primeiro dia de Carnaval no DF

O primeiro dia de Carnaval no Distrito Federal transcorreu de forma tranquila, com uma expressiva redução no número de ocorrências em relação ao ano passado. Entre a tarde de sábado (1º) e a madrugada deste domingo (2), houve um total de 35 ocorrências relacionadas aos eventos carnavalescos. A maioria dos casos foi registrada na área central, mas ocorrências caíram pela metade, em relação ao ano passado | Fotos: Divulgação/PMDF A área central da cidade concentrou 68% dos casos. A maior parte dos registros (48%) foi de furtos – 17, sendo 14 só de celulares. Em comparação ao ano passado, quando a média diária de registros foi de 72,8, o número de ocorrências caiu pela metade no primeiro dia de folia. Entre 9 e 13 de fevereiro de 2024, houve um total de 364 ocorrências registradas. Facas, tesouras, canivetes, facas, soco-inglês, ⁠porções de maconha e de cocaína e ⁠comprimidos de ecstasy estavam entre os itens apreendidos Além dos registros feitos nas delegacias e no canal de denúncias online da Polícia Civil (PCDF), foram ainda lavrados dez termos circunstanciados pela Polícia Militar (PMDF) devido à apreensão de armas brancas e drogas. Entre os objetos apreendidos constam tesouras, canivetes, facas, soco-inglês, ⁠porções de maconha, cocaína e ⁠comprimidos de ecstasy, entre outros. As ações preventivas também resultaram na recaptura de um foragido da Justiça que tentou acessar um evento carnavalesco na área central da cidade. Ação integrada Centro Integrado de Operações de Brasília monitora toda a folia, operando em conjunto com 31 órgãos A redução no número de ocorrências é resultado do planejamento estratégico coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), que intensificou a presença das forças de segurança em conjunto com outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e organizadores dos eventos. As ações são monitoradas a partir do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) e por meio dos centros de comando e controle das corporações, alocados na Cidade da Segurança Pública, montada no estacionamento da Torre de TV. O Ciob opera com 31 órgãos, instituições e agências voltadas para segurança, mobilidade, saúde, prestação de serviço público e fiscalização. Atuação no trânsito “O policiamento de trânsito da PMDF recomenda que a população utilize o transporte público, como ônibus e metrô, que estão gratuitos durante o Carnaval” Coronel Edvã Sousa, comandante de Policiamento de Trânsito da PMDF A Polícia Militar também contribuiu nas ações de trânsito, em conjunto com o Detran-DF. Entre as abordagens feitas em 1.128 veículos que transitavam nas proximidades dos eventos, 750 resultaram em autos de infração, dos quais 83 envolveram condução de veículos sob a influência de álcool. Foram 17 veículos conduzidos ao depósito. O Detran-DF empreendeu uma série de ações voltadas à conscientização no trânsito. A programação incluiu intervenções artísticas com mímicos e bonecos, palestras educativas e apresentações teatrais. As atividades alcançaram aproximadamente 5 mil pessoas. Na madrugada deste domingo, o Detran-DF, com apoio da PMDF, atuou na Operação Carnaval Seguro, intensificando as ações no Riacho Fundo. A ação teve como objetivo fiscalizar condutores e coibir infrações, especialmente aquelas relacionadas a embriaguez ao volante. Ao todo, foram feitas 350 abordagens, abrangendo casos de alcoolemia, de condutores inabilitados e de documentação vencida, entre outras infrações. Foram removidos onze veículos ao depósito. “O policiamento de trânsito da PMDF recomenda que a população utilize o transporte público, como ônibus e metrô, que estão gratuitos durante o Carnaval”, lembra o comandante de Policiamento de Trânsito da PMDF, coronel Edvã Sousa. “Isso contribui para a fluidez do trânsito e reduz o risco de acidentes”,  prossegue o gestor. “Além disso, os estacionamentos são limitados e não comportam a grande demanda de foliões. Também reforçamos o alerta para que ninguém dirija alcoolizado, priorizando sempre a segurança. Esse tipo de irresponsabilidade não será tolerado. Seguiremos atuando de forma intensa para garantir a segurança e a proteção de todos.” Cuidados no consumo de bebidas O consumo excessivo de álcool, que contribui para o aumento de ocorrências policiais e acidentes de trânsito, também preocupa bombeiros militares e agentes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal). Dos 32 atendimentos prestados pelo Corpo de Bombeiros (CBMDF) nos postos médicos dos eventos, 19 estavam relacionados a casos de intoxicação alcoólica. Além disso, os bombeiros prestaram assistência a casos envolvendo uso de drogas, ferimentos, fraturas e entorses, entre outros. No total, a corporação atendeu 441 ocorrências em todo o DF durante o primeiro dia de folia.  No sábado de Carnaval, auditores da DF Legal  apreenderam 42 garrafas de bebidas alcoólicas e 28 maços de cigarro comercializados irregularmente por ambulantes não autorizados. A comercialização de objetos perfurocortantes, como garrafas de vidro e espetinhos, é proibida, e apenas ambulantes devidamente licenciados podem atuar nos eventos. A fiscalização tem monitorado o cumprimento das licenças de funcionamento, os horários de início e encerramento e a estimativa de público. No primeiro dia, a DF Legal fiscalizou 28 eventos e interditou quatro que funcionavam sem o devido licenciamento do poder público. Respeito à mulher O combate à violência contra a mulher é uma das prioridades do Segurança Integral, programa da SSP-DF que envolve a participação da sociedade civil e de diversos órgãos, com o objetivo de reduzir a criminalidade e a violência, aumentar a sensação de segurança e melhorar as condições sociais, promovendo os direitos humanos. O incentivo à denúncia como meio de interromper o ciclo de violência é uma das principais iniciativas do eixo Mulher Mais Segura do programa. “Não é porque a mulher está se divertindo, dançando no Carnaval, por exemplo, que ela está previamente autorizando ser tocada” Karina Duarte, delegada-chefe adjunta da Deam I Em uma ação educativa para reforçar a importância do respeito às mulheres durante o Carnaval, a Polícia Civil divulgou materiais informativos na Estação Rodoviária de Brasília. A iniciativa, que segue neste domingo, contou com a participação de equipes da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin) e das delegacias especiais de atendimento à mulher (Deam I e II). “Nosso objetivo é conscientizar a população sobre a importância do respeito e da segurança das mulheres durante as festividades”, ressalta a delegada-chefe da Decrin, Ângela Maria dos Santos. “Qualquer tipo de importunação ou violência deve ser denunciada”. Estão sendo distribuídos cerca de três mil panfletos apresentando informações sobre o combate à violência contra a mulher e os canais de denúncia disponíveis. O material orienta a população sobre como buscar ajuda e denunciar situações de violência ou discriminação. Durante o primeiro dia de Carnaval não foram registrados crimes de violência sexual. No entanto, houve três denúncias relacionadas a crimes de violência doméstica contra a mulher nas administrações regionais do Cruzeiro, Estrutural e Sol Nascente. “Não é porque a mulher está se divertindo, dançando no Carnaval, por exemplo, que ela está previamente autorizando ser tocada”, pontua a delegada-chefe adjunta da Deam I, Karina Duarte. “Qualquer aproximação, especialmente física, precisa ser realmente consentida pela mulher”. Em caso de violência contra as mulheres, é fundamental o registro das denúncias para investigação e punição dos agressores. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 190. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

Ler mais...

Thumbnail

Operação conjunta do GDF resgata cerca de 100 cães em condições insalubres em residência na Candangolândia

Com objetivo de combater maus-tratos a animais em uma residência na Candangolândia, o Governo do Distrito Federal (GDF) resgatou cerca de 100 cães que estavam em más condições na casa de uma acumuladora, na manhã desta terça-feira (14). A operação, nomeada Êxodo 6:6, foi conduzida pela Polícia Civil (PCDF), por intermédio da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra os Animais (DRCA), com apoio do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e das secretarias de Agricultura (Seagri-DF) e Extraordinária de Proteção Animal (Sepan). Cão é resgatado durante operação motivada por denúncia: maltratar animais configura crime | Foto: Divulgação/Administração da Candangolândia Os animais encontrados estavam em condições insalubres, em um ambiente repleto de fezes, urina, carcaças e infestação por pulgas, carrapatos e sarna. Muitos dos cães apresentavam magreza exacerbada, defecavam sangue e tinham feridas espalhadas pelos corpos. Além disso, alguns apresentavam suspeitas de zoonoses. Na casa também foram encontradas crianças vivendo em condições igualmente precárias, dividindo espaço com os cães em um cenário de extrema degradação. Elas foram encaminhadas pelo Conselho Tutelar da região. “A investigação teve início com o recebimento pela PCDF de inúmeras denúncias de ataques de cães a moradores da região, bem como a outros animais”, relatou o delegado-chefe da DRCA, Jônatas Silva. Durante as apurações, a PCDF constatou que os animais eram mantidos em uma única residência, na QR 2 da Candangolândia.  A tutora dos animais foi presa em flagrante e indiciada por maus-tratos, crime cuja pena pode variar de dois a cinco anos de reclusão. “A maior vitória é poder devolver dignidade e tranquilidade para os moradores da região, como também para as crianças e os animais que se encontravam em uma situação insalubre” Marcos Paulo Alves da Silva, administrador da Candangolândia De acordo com o administrador da Candangolândia, Marcos Paulo Alves da Silva, antes da apreensão, foram realizadas várias tentativas para resolução do caso. “A administração recebeu diversos registros de pessoas que foram atacadas pelos cachorros da tutora, então nós entramos em contato com ela, ano passado, várias vezes, buscando diferentes soluções, entre elas [a de] que os animais fossem castrados e levados para adoção, mas ela era resistente”, revelou. “A maior vitória é poder devolver dignidade e tranquilidade para os moradores da região, como também para as crianças e os animais que se encontravam em uma situação insalubre”. A operação também contou com a ajuda de protetoras independentes de animais, que auxiliaram no resgate e encaminhamento dos cães. Os bichos resgatados receberam atendimento médico veterinário no Hospital Veterinário Público de Brasília (Hvep) e, posteriormente, foram encaminhados ao Centro de Controle de Zoonoses para os cuidados necessários. O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do DF também foi acionado para ajudar na limpeza do local. Denúncia A operação Êxodo 6:6 reforça o compromisso da PCDF em combater crimes de maus-tratos a animais e garantir a segurança da população. Denúncias tratos podem ser feitas pelos canais oficiais da Polícia Civil, pelo telefone 197, opção 0, pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br e pelo WhatsApp (61) 98626-1197.

Ler mais...

Thumbnail

Proteção à mulher: DF registra um agressor preso a cada duas horas

Levantamento da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) mostra que a cada duas horas, em média, um agressor foi preso em flagrante no Distrito Federal pela prática de violência doméstica, totalizando 3.225 prisões entre os meses de janeiro e setembro deste ano. O estudo, desenvolvido pela Subsecretaria de Gestão da Informação, mostra, ainda, detalhes da prática da violência, como dias de maior ocorrência do crime, idades das vítimas e reincidência dos agressores. Secretaria de Segurança Pública orienta que denúncias precisam ser feitas: “Esta é uma luta de todos nós, por isso é muito importante que a população esteja engajada e denuncie”, afirma o titular da pasta, Sandro Avelar | Foto: Divulgação/SSP-DF “Com as ações e programas desenvolvidos neste GDF, nós buscamos fazer da nossa cidade o lugar mais seguro para meninas e mulheres viverem. Entre a muitas iniciativas para garantir a proteção das nossas mulheres, estamos conhecendo o perfil de vítimas e agressores para dar ainda mais efetividade às iniciativas que garantam os direitos delas viverem em paz, sem violência e se desenvolverem sem serem agredidas e mortas por serem mulheres” Celina Leão, vice-governadora “Com as ações e programas desenvolvidos neste GDF, nós buscamos fazer da nossa cidade o lugar mais seguro para meninas e mulheres viverem. Entre a muitas iniciativas para garantir a proteção das nossas mulheres, estamos conhecendo o perfil de vítimas e agressores para dar ainda mais efetividade às iniciativas que garantam os direitos delas viverem em paz, sem violência e se desenvolverem sem serem agredidas e mortas por serem mulheres”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “Estamos aprofundando os estudos sobre a violência contra mulher, buscando detalhes da prática deste crime, cujo enfrentamento é prioridade de todo o governo”, afirma o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Nossa atuação se baseia na integralidade das ações e visa tanto à redução dos casos quanto à proteção das vítimas. Portanto, estudos como esse são essenciais para o direcionamento de nossas ações.” A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressalta a importância do enfrentamento do crime:  “A atuação constante do GDF na proteção e promoção dos direitos das mulheres reforça o compromisso com uma sociedade mais justa e segura. Com iniciativas abrangentes e programas de acolhimento, estamos empenhados  em garantir apoio, capacitação e segurança para as mulheres em todas as regiões do DF. Essa presença ativa reflete uma gestão comprometida em transformar vidas e promover um futuro com mais oportunidades e igualdade”. Crimes Os fins de semana são os dias que concentram maior incidência da prática delituosa. Ao todo, 36% dos crimes ocorreram aos sábados e domingos, principalmente no período noturno. 15.107 Total de ocorrências envolvendo agressões a mulheres no DF, de janeiro a setembro deste ano A lei nº 11.340/2006, a chamada Lei Maria da Penha, define violência doméstica ou familiar como toda ação ou omissão, baseada no gênero, que cause morte, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial, no âmbito da unidade doméstica, da família e em qualquer relação íntima de afeto, em que o agressor conviva ou tenha convivido com a agredida. Na maior parte das ocorrências, os diferentes tipos de violência acontecem de modo conjunto, ou seja, um registro pode incidir violência psicológica, física e patrimonial. Em 34,2% das 15.107 ocorrências no período de janeiro a setembro deste ano, houve incidência de crimes de violência física. Em 85% desse total, também foi registrada violência moral e psicológica.   A violência afeta todas as idades, mas a maioria das vítimas está na faixa etária de 18 a 39 anos, concentrando 59,2% dos casos. Já em 26,4% das ocorrências, as vítimas tinham entre 30 e 39 anos. A maioria dos autores, por sua vez, encontra-se na faixa etária de 18 a 39 anos, com participação de 60,4% do total. A reincidência é outra informação obtida durante a análise: 1.440 autores, ou seja, 12% do total de autores masculinos durante o período de janeiro a setembro, são reincidentes. Outro dado é que os crimes ocorrem principalmente no interior de residências, em 82,5% dos casos. Registro da ocorrência A denúncia é o principal mecanismo para combater e coibir as diferentes violências contra a mulher. Além das delegacias circunscricionais e das duas delegacias especiais de atendimento à mulher (Deam I e Deam II), as ocorrências do crime podem ser registradas,  por meio da Maria da Penha Online, em que a vítima pode solicitar, inclusive, Medida Protetiva de Urgência (MPU). “Esta é uma luta de todos nós, por isso é muito importante que a população esteja engajada e denuncie”, reforça o titular da SSP-DF. Para denunciar, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) disponibiliza quatro meios: denúncia online, e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br, telefone 197/opção zero e WhatsApp (61) 98626-1197. Para emergências, a Polícia Militar (PMDF) deverá ser acionada, por meio do telefone 190. Proteção à mulher A atuação da Secretaria da Mulher (SMDF) é ampla e integrada, atendendo o público feminino em todas as suas necessidades. Essa rede de apoio inclui a Casa da Mulher Brasileira, os espaços Acolher, que oferecem suporte para mulheres e autores de violência, e o Centro Especializado de Atendimento e Proteção à Mulher, com unidades em várias regiões. Além disso, os comitês de proteção à mulher, distribuídos pelo DF, reforçam a segurança e assistência local. A SMDF também oferece auxílios financeiros, como o Aluguel Social para vítimas de violência, e o programa Acolher Eles e Elas, que destina um salário mínimo mensal aos órfãos de feminicídio. Os endereços das unidades e telefones para contato estão disponíveis neste link.  *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

Ler mais...

Thumbnail

Saiba quais são os canais para denunciar incêndios florestais no DF

Com o aumento dos incêndios florestais na capital – só na quarta-feira (18) foram 120 ocorrências atendidas e 2.493.327 metros quadrados de área queimada –, o Governo do Distrito Federal (GDF) convoca a população a denunciar os focos que, em sua maioria, acontecem em razão da ação humana e que se alastram devido às condições climáticas do período. Relatar às autoridades os casos de incêndio auxilia tanto no combate ao fogo protegendo o meio ambiente e a sociedade, quanto ajuda na investigação e elucidação dos fatos e da autoria do crime ambiental. O GDF convoca a população a denunciar os focos de incêndios florestais | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “O sucesso no combate aos incêndios florestais depende não apenas da atuação rápida e eficaz de nossas equipes, mas também da colaboração da população. O CBMDF está à disposição 24 horas por dia para proteger a vida, o meio ambiente e o patrimônio do Distrito Federal”, afirma o comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, coronel Sandro Gomes. Como denunciar Por isso, ao avistar um incêndio florestal, os cidadãos devem entrar em contato imediatamente com o número 193, o canal de emergência do CBMDF. Durante a ligação, será necessário passar informações como a localização exata do fato e as proporções das chamas e, se possível, relatos sobre as condições de acesso ao local e sobre a presença de suspeitos de autoria do crime. De acordo com o art. 41 da Lei 9.605/98, provocar incêndio em mata ou floresta é tipificado como crime ambiental. Caso o solicitante tenha informações sobre a autoria do incêndio, serão pedidos detalhes como características físicas dos suspeitos, trajes, veículos usados, e qualquer outro relato pertinente que possa auxiliar as autoridades na identificação Caso o solicitante tenha informações sobre a autoria do incêndio, serão pedidos detalhes como características físicas dos suspeitos, trajes, veículos usados, e qualquer outro relato pertinente que possa auxiliar as autoridades na identificação. Essas informações são imediatamente repassadas às forças policiais para que sejam tomadas as providências cabíveis. A própria população também pode fazer a denúncia sobre a autoria diretamente pelos canais 190, da Polícia Militar (PMDF), e 197, da Polícia Civil (PCDF). No caso da PMDF, recomenda-se que a ligação seja feita quando há possibilidade de intervenção imediata. Já nos casos em que o crime já foi cometido, a orientação é o contato com PCDF para que seja feita a investigação. Além do 197, o relato pode ser feito pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br, pelo WhatsApp (61) 98626-1197 ou pelo site www.pcdf.df.gov.br/servicos/197. As denúncias podem ser anônimas. “Quando as pessoas presenciam uma queimada, a prioridade é inibir o avanço do incêndio. Então, nesse ponto, é mais rápido e eficiente entrar em contato com o órgão competente para debelar as chamas, que é o Corpo de Bombeiros, pelo 193. Mas, como o incêndio florestal está previsto em lei como um crime, é conveniente também avisar às autoridades, o que pode ser feito no 190, no caso da PMDF, quando há possibilidade de uma eventual prisão em flagrante”, explica o chefe do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), tenente-coronel Zairo Silva. “Mas é bom lembrar que trabalhamos de forma integrada e que as centrais se comunicam”, complementa. Unidades de conservação No caso de queimadas dentro das unidades de conservação do Distrito Federal, a orientação é acionar o Instituto Brasília Ambiental, que é responsável pela administração dos espaços. “A nossa brigada está equipada com automóveis e telefones para agir de imediato aos acionamentos. Criamos um canal de comunicação para acelerar o atendimento dentro das nossas unidades de conservação”, revela o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. Desde julho, o órgão conta com um número exclusivo de denúncias de focos de incêndio, que é atendido pela central da Diretoria de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (DPCIF) pelo (61) 9224-7202. O telefone também é WhatsApp. Por ele, a população pode enviar mensagens e a localização do fogo. Denuncie Combate a incêndios florestais: → 193 (Corpo de Bombeiros) → (61) 9224-7202 (Instituto Brasília Ambiental) Denúncia sobre autores de incêndios florestais → 190 (Polícia Militar) → 197 (Polícia Civil).

Ler mais...

Thumbnail

GDF atua para combater crime de maus-tratos contra os animais; veja como denunciar

Quem decide criar algum animal tem uma série de responsabilidades a cumprir para garantir o bem-estar e a integridade do bicho, caso contrário é passível de responder administrativa e criminalmente. O GDF tem forte atuação nesse sentido. Foi pioneiro ao criar a Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais (DRCA), em agosto do ano passado, além de outros órgãos que trabalham para proteger os animais. A população pode e deve ajudar os órgãos responsáveis. Abusos e maus-tratos contra qualquer tipo de animal devem ser denunciados aos órgãos do GDF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “A criação da nossa delegacia reflete o compromisso da Polícia Civil do Distrito Federal [PCDF] em promover a proteção dos animais e garantir que quem cometa crimes contra eles seja responsabilizado efetivamente” Jônatas Silva, titular da Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais Apenas neste ano, a Polícia Civil do DF (PCDF) registrou 99 crimes de crueldade e maus-tratos; em 2023, foram 591 casos. Os brasilienses também contam com uma legislação específica para a proteção dos animais –  a lei nº 4.060, de 18/12/2007, que define sanções a serem aplicadas pela prática de maus-tratos. Além de atos de abuso ou crueldade contra qualquer animal, incluído o abandono, também são atitudes passíveis de punição manter os bichos em lugares sem higiene ou que impeçam a sua respiração, o movimento ou o descanso, ou deixá-los em locais sem ventilação ou luz. Animais também não podem ser presos por correntes ou similares que os impeçam de se movimentar. O delegado-chefe da DRCA, Jônatas Silva, explica que as pessoas precisam se conscientizar sobre as condutas que são tipificadas como maus-tratos. “A DRCA foi criada em agosto de 2023 como resposta à crescente preocupação com o bem-estar animal e a necessidade de uma ação mais efetiva no combate aos maus tratos e outras violências contra os animais”, afirma. “A criação da nossa delegacia reflete o compromisso da Polícia Civil do Distrito Federal [PCDF] em promover a proteção dos animais e garantir que quem cometa crimes contra eles seja responsabilizado efetivamente”. Conscientização e fiscalização Outro importante órgão que atua para garantir o bem-estar animal no DF é o Instituto Brasília Ambiental, que verifica casos de maus-tratos tanto de animais silvestres quanto domésticos. A superintendente de fiscalização do instituto, Simone Moura, explica que todas as denúncias são verificadas. A depender de cada caso, pode ser dada advertência ao tutor. Após o prazo estabelecido, o Brasília Ambiental volta ao local para verificar se as determinações foram cumpridas. Quando há risco iminente para o animal, ele precisa ser retirado imediatamente do local. Animais de grande porte, como cavalos, são encaminhados para a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF (Seagri). Pets podem ser encaminhados para organizações não governamentais (ONGs) cadastradas no Brasília Ambiental. Já os animais silvestres seguem para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Registros Somente este ano, foram 80 casos apurados pelo Brasília Ambiental. Em 2023, foram 165. As investigações podem ocorrer paralelamente a ações de outros órgãos, como a própria PCDF. “Sempre que necessário, vamos aos locais verificar a situação e sempre damos feedback sobre o que precisa ser resolvido”, explica Simone Moura. “Mesmo havendo infração, os auditores sempre explicam o que levou àquela autuação, com o intuito de conscientizar.” As punições para quem comete crimes contra os animais variam do pagamento de um a 40 salários mínimos. Se houver reincidência, a multa é dobrada. Caso se trate de algum estabelecimento, a punição varia de multa à perda da licença para comércio de animais até a interdição do local. Quem souber de algum caso de maus-tratos aos animais pode denunciar na Ouvidoria do GDF, pelo site ou pelo telefone 162. A denúncia pode ser feita diretamente à PCDF, no telefone 197, pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br ou pelo Whatsapp 98626-1197. O Batalhão Ambiental da Polícia Militar também está à disposição e atende 24 horas, pelo telefone 3190-5190 ou pelo WhatsApp (61) 99351-5736.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador