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DF terá espaço especializado para estudantes com TEA e altas habilidades em Samambaia 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) dará mais um importante passo na ampliação do atendimento educacional especializado aos estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação. Nesta sexta-feira (23/10), a medida foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) por meio do Decreto nº 49.608, de 22 de outubro de 2026. O documento estabelece a transferência da carga patrimonial do imóvel localizado em Samambaia, anteriormente vinculado à Secretaria de Saúde (SES-DF), para a Secretaria de Educação (SEEDF). Localizado na QR 301, Conjunto 4, Lote 1, em Samambaia, o espaço passará por uma reforma para receber uma estrutura voltada ao desenvolvimento das potencialidades dos estudantes, com ambientes adequados às diferentes necessidades educacionais. A proposta prevê a implantação de um centro especializado no atendimento a estudantes com TEA e de outro voltado aos estudantes com altas habilidades/superdotação. A iniciativa representa uma importante ampliação da oferta de atendimento educacional especializado na rede pública, fortalecendo as políticas de inclusão e valorização das diferentes formas de aprendizagem.  Iniciativa amplia a oferta de atendimento educacional especializado na rede pública e fortalece as políticas de inclusão e valorização das diferentes formas de aprendizagem | Foto: Divulgação  Com a transferência do imóvel, a Secretaria de Educação já adota as providências necessárias para a reforma, a implantação e o funcionamento do novo espaço. Desenvolvimento das potencialidades  Conforme estabelece o decreto, a nova instituição terá caráter exclusivamente pedagógico, com atividades voltadas à promoção da aprendizagem, ao desenvolvimento das potencialidades e à participação dos estudantes no processo educacional. Entre as ações previstas estão o atendimento educacional especializado, o enriquecimento e o aprofundamento curricular, além de outras práticas pedagógicas compatíveis com as necessidades dos estudantes atendidos. O decreto estabelece ainda que a nova unidade será destinada exclusivamente a atividades educacionais, não abrangendo a prestação de serviços clínicos, terapêuticos ou médico-assistenciais. *Com informações da SEEDF

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Abertas inscrições para estágio supervisionado obrigatório do Zoológico de Brasília

Estudantes de medicina veterinária, biologia e zootecnia interessados em adquirir experiência prática nas mais diversas áreas de atuação do Zoológico de Brasília já podem se inscrever no Programa de Estágio Supervisionado Obrigatório da Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB). As inscrições permanecem abertas até 28 de agosto ou até o preenchimento das 18 vagas disponíveis para o semestre, o que ocorrer primeiro. Estágio proporciona a participantes a oportunidade de acompanhar as rotinas do zoo | Foto: Divulgação/FJZB “É uma forma de aproximar as instituições de ensino superior das ações desenvolvidas diariamente pelo Zoológico de Brasília”  Wallison Couto, diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília A iniciativa tem o objetivo de proporcionar a oportunidade de complementar a formação acadêmica por meio da vivência profissional em um dos principais centros de conservação da fauna silvestre do país, promovendo a integração entre a teoria e a prática. Durante o estágio, os participantes poderão acompanhar rotinas técnicas e administrativas, contribuindo para o desenvolvimento de conhecimentos e habilidades relacionados às suas áreas de formação. “Nosso programa de estágio é uma oportunidade para que estudantes possam conhecer na prática os desafios e as responsabilidades de uma instituição comprometida com a conservação da biodiversidade, a pesquisa, a educação ambiental e o bem-estar animal”, enfatiza o diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília, Wallison Couto. “É também uma forma de aproximar as instituições de ensino superior das ações desenvolvidas diariamente pelo Zoológico de Brasília.” Atividades [LEIA_TAMBEM]Após o período de inscrições, os currículos serão analisados pelas coordenações das áreas técnicas, considerando a disponibilidade de vagas e a compatibilidade entre a formação acadêmica do candidato e as atividades desenvolvidas na instituição. Os estudantes com perfil compatível poderão ser convocados para entrevista. Durante o estágio, os estudantes deverão apresentar relatórios semestrais ou relatório final descrevendo as atividades desenvolvidas. Além disso, conforme avaliação da supervisão responsável, poderão ser propostas atividades complementares, como apresentações de artigos científicos para os colaboradores da instituição e o desenvolvimento de pesquisas relacionadas à área de atuação do estágio. Também é possível saber mais sobre o programa neste link, pelo e-mail estagioobrigatorio@zoo.df.gov.br ou pelos telefones (61) 3445-7039 e (61) 3445-7041.  As inscrições estão disponíveis neste link. O preenchimento do formulário não garante a vaga de estágio. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília

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Escola Classe 502 do Itapoã Parque celebra cultura da paz com famílias de alunos

A Escola Classe (EC) 502, localizada no Itapoã Parque, abriu as portas na manhã deste sábado (16) para celebrar a cultura da paz e a participação familiar na vida escolar. A Festa da Família reuniu famílias, crianças e todo o corpo da escola e contou com apresentações dos meninos e meninas, além de uma feira empreendedora feminina, com as mães da comunidade escolar.  Celina Leão enfatizou o diferencial da EC 502 do Itapoã Parque: “Esta é uma escola referência, uma escola criada no nosso governo, que atende a inclusão, uma escola toda preparada” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A gente quer melhorar, porque a gente sabe que pode melhorar; a gente pode ter o que é de melhor naquilo que é público”  Governadora Celina Leão A governadora Celina Leão também participou da festa e ressaltou que a qualidade deve ser a marca do serviço público. “Esta é uma escola referência, uma escola criada no nosso governo, que atende a inclusão, uma escola toda preparada”, declarou. “São quatro refeições feitas aqui, espaço para alunos com altas habilidades”, prosseguiu. “Temos também alunos com TEA [transtorno do espectro autista] acolhidos por essa escola. Eu acredito que todos os pais aqui conhecem a qualidade desta escola, dos professores. E a gente quer melhorar, porque a gente sabe que pode melhorar; a gente pode ter o que é de melhor naquilo que é público. Quero entregar o melhor para as pessoas. Não é porque é público que tem de ser de qualquer jeito.”    A chefe do Executivo local aproveitou a ocasião para anunciar melhorias na saúde e infraestrutura locais, como a construção de uma unidade básica de saúde (UBS) do tipo 2 e a entrega de uma unidade provisória em 15 dias para garantir que a população não fique sem atendimento na porta de casa. Além disso, Celina destacou o programa GDF na Sua Porta e outros equipamentos públicos levados ao Itapoã Parque por este GDF, como quadras de campo sintético, parquinhos, faixas de pedestre, reforma de paradas de ônibus e o futuro projeto de uma vila olímpica. Paula Augusto, diretora da EC 502:  “Quando eu trago a família para a escola, eu trago tudo que eles têm de melhor e a gente cultiva aqui o melhor. A gente não cultiva aqui as dificuldades” A celebração da cultura da paz ocorre durante todo o ano letivo. O foco é combater a violência e promover a integração entre alunos, professores e responsáveis. A Escola Classe 502 atende mais de 800 alunos e é um polo de inclusão, contando com cerca de 70 crianças com laudos especiais. Acolhimento e empreendedorismo materno Laene Paiva, mãe de um aluno: “A escola nos abraça, a gente tem o ambiente para expor nossos produtos, além de ser uma maneira de estar com nossos filhos” A diretora da escola, Paula Augusto, explicou que levar a família ao ambiente escolar transforma a realidade dos estudantes: “Quando eu trago a família para a escola, eu trago tudo que eles têm de melhor e a gente cultiva aqui o melhor. A gente não cultiva aqui as dificuldades. O GDF vem nos ajudando há oito anos. Tivemos um avanço muito grande tanto na merenda, na estrutura física da escola, quanto no nosso laboratório de informática”. [LEIA_TAMBEM]Um dos grandes diferenciais do evento foi o espaço dedicado às mães empreendedoras da própria escola, que puderam expor e vender os produtos. Para a empresária Laene Paiva, mãe de um aluno do segundo período da alfabetização, a iniciativa é fundamental para mulheres que precisam conciliar o trabalho com a maternidade. “A escola nos abraça, a gente tem o ambiente para expor nossos produtos, além de ser uma maneira de estar com nossos filhos”, relatou. Para a moradora do Itapoã Parque, a integração enche as crianças de orgulho. “O meu filho fica superempolgado. Ele fica falando para os coleguinhas: ‘mamãe vende pijama, mamãe é empresária’.” Pais presentes Pai de dois filhos gêmeos que estudam na escola, Maycon Pereira ressaltou:  “A importância hoje da família é ajudar os professores, estar sempre aqui juntamente com os professores para contribuir para a melhoria das crianças” A participação ativa não se restringe às mães. Maycon Pereira, porteiro e pai de alunos gêmeos de 8 anos, faz questão de acompanhar a rotina escolar de perto e atuar como um parceiro da gestão. “A importância hoje da família é ajudar os professores, estar sempre aqui juntamente com os professores para contribuir para a melhoria das crianças”, refletiu. Satisfeito com o aprendizado e a evolução dos filhos, ele deixou um conselho para os demais responsáveis da comunidade: “Pais, estejam sempre presentes com seus filhos. Ensinem a seus filhos o caminho onde devem andar corretamente: estudar, para que mais na frente eles colham o fruto do ensino”.  

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Prevenção contra incêndios florestais é tema de ação educativa

Em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) da Polícia Militar do DF promoveu uma ação educativa nesta sexta-feira (15), entre as 9h e as 13h, no Riacho Fundo II. O foco foi a prevenção contra incêndios florestais e a conscientização da população. Personagem temático Lobo Guará foi destaque nas abordagens, conscientizando sobre a importância da preservação ambiental | Foto: Divulgação/PMDF [LEIA_TAMBEM]A iniciativa faz parte do Plano de Ação de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Ppcif). Com apoio do personagem temático Lobo Guará, as equipes abordaram motoristas e estudantes e conversaram sobre os riscos e impactos ambientais provocados durante o período de estiagem, reforçando a importância da preservação ambiental e da prevenção a queimadas. Ao todo, aproximadamente 500 pessoas, entre motoristas e alunos do Centro de Ensino Fundamental Lobo Guará, foram atendidas durante a atividade, fortalecendo a integração entre segurança pública, educação ambiental e cidadania.   *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal

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CIL do Gama orienta estudantes sobre seleção do Pontes para o Mundo 2026

Na noite desta segunda-feira (7), o Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Gama promoveu uma apresentação sobre a edição deste ano do programa Pontes para o Mundo com o objetivo de incentivar a participação dos estudantes elegíveis e esclarecer dúvidas sobre o processo. Iêdes Braga, secretária de Educação interina: “A gente cria os filhos para o mundo, e o programa Pontes para o Mundo contribui justamente para essa travessia, ampliando os horizontes de cada estudante” | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF “Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio” David Nogueira, coordenador do Pontes para o Mundo O coordenador do programa, David Nogueira, conduziu um passo a passo detalhado para a inscrição e explicou as etapas do processo seletivo. Ele também abordou os critérios de participação e apresentou a estrutura completa do programa, trazendo mais segurança para estudantes, pais e responsáveis. “Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio”, reforçou. Ele lembrou que o Pontes para o Mundo oferece uma experiência de mobilidade acadêmica integral, permitindo que o estudante dê continuidade aos estudos em um sistema educacional internacional.  [LEIA_TAMBEM]David também destacou as estratégias adotadas para assegurar o desempenho acadêmico dos participantes. Entre elas, está a disponibilização de uma plataforma de estudos voltada ao Programa de Avaliação Seriada (PAS), além de acompanhamento contínuo e apoio psicológico para lidar com desafios como o choque cultural e a saudade de casa.  Autonomia Participantes do encontro, ex-intercambistas do Cemi Gama compartilharam experiências e orientações práticas sobre a prova de proficiência e a rotina no exterior. Eles destacaram que, além do aprendizado da língua, o principal ganho é o desenvolvimento da autonomia. “A gente cria os filhos para o mundo, e o programa Pontes para o Mundo contribui justamente para essa travessia, ampliando os horizontes de cada estudante”, afirmou a secretária de Educação interina, Iêdes Braga, que acompanhou a apresentação. O sonho perto da realidade Bianca Domiciano, alunos do CED 08 do Gama, já começou a se preparar: “Minha preferência é Londres, porque os estudantes da minha escola compartilharam experiências muito positivas” Para alguns estudantes, o intercâmbio começa a se concretizar como uma possibilidade real. É o caso de Bianca Domiciano, aluna do Centro Educacional (CED) 08 do Gama, que já começou a se preparar para o processo seletivo. “Minha preferência é Londres, porque os estudantes da minha escola compartilharam experiências muito positivas”, relatou. “Eles falaram sobre o acolhimento nas escolas e pelas famílias. A ansiedade existe, mas estou confiante.” Sua mãe, que também acompanhou a apresentação, pontuou: “O coração fica apertado, mas ela precisa voar. É uma chance única de crescimento, e eu vou apoiar”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)    

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Projeto leva educação financeira às escolas públicas do DF e transforma hábitos de consumo de estudantes

“O projeto Mochila Financeira tem sido muito importante para mim, porque mudou a forma como tomo decisões de consumo. Antes, eu agia por impulso, motivada pela vontade imediata de comprar. Agora, reflito antes de qualquer compra para evitar gastos desnecessários”, conta a estudante Nathiely Oliveira dos Santos, de 15 anos, aluna do Centro Educacional Miguel Arcanjo, em São Sebastião, uma das oito escolas da rede pública que participaram da iniciativa de educação financeira ao longo de 11 meses. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), Rafael Vitorino, destaca que o sucesso do projeto demonstra como a tecnologia e a gamificação podem ser aliadas poderosas na transformação da educação pública. “Ao alcançarmos mais de 1,3 mil alunos com ferramentas inovadoras, como o KedMobile e a moeda virtual Dinx, não estamos apenas ensinando matemática financeira, mas democratizando o acesso à qualificação tecnológica”, afirma. A iniciativa contemplou escolas públicas, especialmente nas regiões administrativas de São Sebastião, Gama, Paranoá, Planaltina, Lago Sul e Samambaia, além do Planetário de Brasília, com investimento superior a R$ 1,8 milhão e meta inicial de alcançar entre 800 e mil alunos. Entre as unidades atendidas estão o CEF São Bartolomeu e o CEF Miguel Arcanjo, em São Sebastião; o CEF 15 e o CED GT, no Gama; o CED PAD-DF e o CEF Buriti Vermelho, no Paranoá; o CEF 312, de Samambaia; e o CEF 04, no Plano Piloto. Ao longo do projeto, no entanto, foram registrados mais de dois mil acessos de membros da comunidade externa, o que ampliou o alcance do conteúdo também às famílias. “Iniciativas como esta são fundamentais para preparar nossos jovens para os desafios da economia moderna, garantindo que o conhecimento técnico e a consciência financeira caminhem juntos no desenvolvimento de um DF mais inovador e inclusivo”, conclui Rafael Vitorino. A grande inovação metodológica do Mochila Financeira foi o uso da gamificação por meio do aplicativo KedMobile App | Foto: Divulgação/Secti-DF Aprendizado As atividades desenvolvidas nas unidades de ensino integraram teoria e prática para consolidar o aprendizado em educação financeira. O cronograma incluiu palestras e aulas expositivas sobre conceitos fundamentais, como planejamento de custos, orçamento e a distinção entre necessidade e desejo no consumo consciente. Aliado ao ensino em sala, o projeto ofereceu monitorias para sanar dúvidas individuais, oficinas práticas para a simulação de organização de gastos e a elaboração de planos financeiros pessoais, nos quais os estudantes aprendiam a definir metas de curto, médio e longo prazo. A grande inovação metodológica do Mochila Financeira foi o uso da gamificação por meio do aplicativo KedMobile App. A plataforma disponibilizou 128 vídeos educativos e trilhas de aprendizagem divididas por níveis e séries, como o eixo de Empreendedorismo para o 8º ano. Na prática, os alunos utilizavam uma carteira digital para gerenciar a "Dinx", uma moeda virtual recebida para simular o cotidiano financeiro. O ápice dessa dinâmica ocorreu na Loja Educativa, um ambiente de comércio simulado onde os jovens aplicavam os conhecimentos em negociação, avaliação de preços e controle de recursos para adquirir produtos escolares ou itens virtuais. O ciclo de aprendizagem foi encerrado com a entrega de certificados, que reconhecem o desenvolvimento de competências essenciais para a gestão consciente de recursos das famílias atendidas.

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Mais de 448 mil estudantes da rede pública estreiam ano letivo em fevereiro

Desde dezembro de 2025, a Secretaria de Educação (SEEDF) vem intensificando os preparativos para o início deste ano letivo, quando 448.103 estudantes matriculados na rede pública de ensino voltam às aulas. A mobilização envolve equipes de diferentes áreas da pasta, que atuam de forma integrada para garantir infraestrutura adequada, organização pedagógica, alocação de profissionais e a continuidade do ensino com qualidade, eficiência e segurança nas unidades escolares. Com novas nomeações, quadro de professores da rede pública de ensino do DF reforça o ano letivo | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Para 2026, 3 mil professores nomeados para a carreira de magistério público já entrarão em exercício. Os novos servidores são candidatos aprovados no concurso público regido pelo Edital Normativo nº 31/2022. Nesse certame, a SEEDF já chamou, além dos 3 mil, 5.239 novos servidores.  “As nomeações são fundamentais para garantir o pleno funcionamento da rede pública e para enfrentar a crescente demanda das escolas, sobretudo diante do número expressivo de aposentadorias previstas para os próximos anos”, lembra a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Distribuição de professores  A SEEDF tem atuado de forma articulada para garantir a adequada distribuição dos novos professores nas coordenações regionais de ensino (CREs). O trabalho envolve estudos técnicos, análise da demanda de cada unidade escolar, considerando número de matrículas e especificidades pedagógicas, além da reorganização do quadro docente, com o objetivo de assegurar que todas as escolas iniciem o ano letivo com profissionais suficientes para atender os estudantes. As convocações dos novos docentes efetivos contemplam as disciplinas de Atividades (918 professores), Educação Física (535), Língua Portuguesa (404) e Artes (240). Também foram nomeados docentes para Língua Inglesa (140), Biologia (78), Geografia (82), História (71), Filosofia (76), Física (65), Química (79) e Ciências Naturais (79).  “Nosso foco é garantir que cada aluno da rede pública tenha um professor na sala de aula desde o primeiro dia” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação Outras áreas atendidas incluem Língua Espanhola (79), Sociologia (46), Informática (30), Enfermagem (27), Letras/Libras (12), Língua Francesa (10), Arquitetura (6), Administração (7) e Língua Japonesa (4), além de campos específicos como Construção Civil, Contabilidade, Direito, Matemática, Música/Clarineta, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Radiologia.  Programa Carência Zero A rede pública do DF apresenta uma demanda constante por novos professores devido às aposentadorias e ampliação da oferta. A recomposição é feita de duas formas: por meio das nomeações de servidores efetivos e pelas contratações de professores substitutos, para caso de licenças e afastamento legal dos efetivos.  Para garantir que o ano letivo comece sem intercorrências de pessoal, a SEEDF implementou o programa Carência Zero, para padronizar e tornar mais eficiente o suprimento de carências de regência de classe. A meta é uniformizar critérios, prazos e práticas nas 14 CREs, permitindo que as escolas estejam organizadas para o início do ano letivo com 100% de suas turmas estabelecidas e professores em sala de aula. Para este ano, o período de entrega da documentação dos professores substitutos já está aberto. Até o dia 28 deste mês, os docentes poderão enviar toda a documentação por meio do Sistema de Peticionamento Eletrônico (Sispe), que confere mais comodidade ao profissional.  Essa etapa é conduzida pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), em parceria com as CREs e as unidades escolares.   [LEIA_TAMBEM]Também é possível conferir a lista de documentos necessários e as convocações por área de formação para cada CRE no site da SEEDF. O atendimento dos professores substitutos que se encontrarem em estabilidade provisória será prestado no dia 29 deste mês, e a convocação para a escolha de carência ocorrerá a partir de 3 de fevereiro, conforme cronograma previamente publicado no site oficial da SEEDF.  A secretaria lembra que o candidato que recusar ou bloquear a carência dentre as ofertadas será reposicionado para o final da lista de convocação do banco de reserva da CRE. De 2019 a 2024, mais de 12,3 mil nomeados  Em 2024, 4.433 profissionais da educação foram nomeados, incluindo 4.022 da carreira de magistério público (professores e orientadores) e 411 da carreira de políticas públicas e gestão educacional (PPGE). A marca histórica zerou todo o cadastro reserva previsto em edital.  Em 2023, esse número alcançou um total de 4.538 nomeações. Já em 2022, foram 515; em 2021,  1.158; em 2020, 1.105; e em 2019, 589 nomeações. “Nosso foco é garantir que cada aluno da rede pública tenha um professor na sala de aula desde o primeiro dia”, enfatiza a secretária de Educação. “Essa iniciativa demonstra nosso zelo com a organização e a qualidade do ensino oferecido às famílias do Distrito Federal”. Se você é docente, siga o passo a passo para o peticionamento da documentação. *Com informações da Secretaria de Educação    

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Entrega do Cartão Uniforme Escolar começa no dia 22 

A Secretaria de Educação do (SEEDF) inicia, na próxima segunda-feira (22), a entrega do Cartão Uniforme Escolar aos estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino em 2025. O cartão, que poderá ser retirado até 21 de janeiro,  garante apoio financeiro, no valor de R$ 282,99 por aluno, para a compra do uniforme escolar. Para as famílias com mais de um filho matriculado, será emitido apenas um cartão por responsável familiar, com o valor total correspondente à soma dos créditos de cada estudante. A concessão do crédito será automática, desde que os dados cadastrais do aluno e do responsável estejam corretos e atualizados na unidade escolar. Entre as informações necessárias estão nome completo, CPF e data de nascimento do estudante, além dos dados do responsável legal. A subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Mateus, orienta sobre o início da entrega do cartão e reforça a importância de acompanhar as informações oficiais divulgadas pela Secretaria de Educação: “Cada regional de ensino já está divulgando amplamente quais serão os seus locais de entrega, e é fundamental que as famílias acompanhem essas orientações”. Fernanda lembra que o acesso ao benefício exige atenção ao cronograma, que informa data, horário e local para a retirada do cartão, além do uso correto do recurso. “Para obter o cartão, os pais e responsáveis devem acessar os canais de atendimento pelo link do BRB, utilizando o CPF, para verificar o dia e o horário em que deverão comparecer”, orienta. Para ter acesso ao benefício, é importante manter atenção às datas e locais de retirada divulgados pela Secretaria de Educação | Foto: André Luiz/Ascom SEEDF A partir de 26 de janeiro, o valor do benefício estará disponível para a compra do kit de uniforme escolar, composto por sete peças, nas malharias credenciadas indicadas na página da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Entrega do primeiro lote O primeiro lote de cartões será disponibilizado por meio do site do BRB. Os locais de retirada podem ser consultados no site da Secretaria de Educação e em todos os canais oficiais de comunicação da pasta.  [LEIA_TAMBEM]No momento da retirada do cartão, o responsável deverá apresentar documento oficial com foto e CPF. O Cartão Uniforme Escolar poderá ser utilizado exclusivamente em lojas credenciadas para a venda de uniformes escolares. A lista de estabelecimentos autorizados será divulgada nos canais oficiais da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Mudança de escola Estudantes que mudarem de unidade escolar — até por causa da definição de vaga para o ano letivo de 2026 — também terão direito ao Cartão Uniforme Escolar, desde que a matrícula seja confirmada e os dados estejam atualizados no sistema da Secretaria de Educação. As informações oficiais sobre o programa, incluindo o cronograma de entrega, os locais de retirada e as orientações gerais, serão divulgadas e atualizadas continuamente nos canais oficiais da Secretaria de Educação e do BRB. Confira aqui locais e datas para a retirada do cartão.  *Com informações da Secretaria de Educação    

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Formatura do Proerd reúne mais de 1,4 mil estudantes em escola pública no Cruzeiro

A manhã desta quinta-feira (4) marcou a formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) deste ano, no Ginásio do Cruzeiro Novo, com a participação de 1.433 estudantes de diferentes coordenações regionais de ensino (CREs) da Secretaria de Educação (SEEDF). A cerimônia celebrou o encerramento das atividades do programa ao longo do ano letivo, envolvendo turmas das séries iniciais do ensino fundamental (5º ano, 7º ano) e ensino médio. Recém-formados fazem parte de um programa que é fruto de parceria da Secretaria de Educação com a Polícia Militar | Fotos: Jota Castro/SEEDF “Ninguém faz educação sozinho, precisamos de toda a sociedade e das forças de segurança para nos apoiar” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação Durante a cerimônia, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, lembrou a importância da integração entre as instituições para fortalecer o cuidado com os estudantes e ampliar o alcance das ações preventivas. Ninguém faz educação sozinho, precisamos de toda a sociedade e das forças de segurança para nos apoiar”,  declarou, citando depois o apoio do trabalho conjunto com os batalhões de Policiamento Escolar e de Policiamento de Trânsito. A gestora também ressaltou a importância do Proerd: “Tenho grande amor por esse programa, porque ele é um programa que salva vidas. É essencial que os estudantes compreendam desde cedo que o bacana é ser saudável e ter uma vida livre de qualquer entorpecente”. A comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), coronel Ana Paula Habka, enfatizou que a parceria fortalece a proteção social dos estudantes e amplia o alcance das ações preventivas. “Quando trabalhamos com a educação, sabemos que teremos um futuro muito mais seguro, e esses jovens estão dizendo sim à vida desde já”, disse. “A Polícia Militar faz esse trabalho com muito carinho e tem uma gratidão enorme pela confiança da Secretaria de Educação e pela dedicação dos instrutores e de todos os envolvidos nesse projeto de dizer não às drogas”. Participação das escolas Participaram da formatura 15 escolas públicas e cinco privadas, totalizando 20 unidades de ensino. As escolas públicas reuniram 1.296 estudantes, enquanto as instituições privadas somaram 137 alunos. Todas essas unidades foram atendidas por instrutores do Batalhão de Policiamento Escolar durante este ano, reforçando o caráter preventivo e educativo do programa. A comandante do Batalhão de Policiamento Escolar, tenente-coronel Selani, também enalteceu o impacto do Proerd na vida dos estudantes. “[O programa] é muito importante porque, além de ensinar as crianças a ficarem longe das drogas e da violência, trabalha a importância de fazer escolhas saudáveis, já que essas decisões têm impacto direto no futuro”, afirmou.  O programa Presente no Distrito Federal desde 1998, o Proerd já formou mais de 763 mil estudantes. O programa amplia competências socioemocionais, estimula boas escolhas, promove uma cultura de paz e também atua na prevenção ao bullying e ao cyberbullying, com foco no desenvolvimento integral e na segurança das crianças e jovens das redes pública e privada. Sorteada com uma bicicleta, a estudante Camila Ferreira falou sobre o programa: “É muito bom para as pessoas terem a consciência de que as drogas fazem mal e se afastarem de algo tão ruim” A cerimônia contou com atrações educativas e culturais, incluindo apresentações do personagem Lobo-Guará e dos Guardiões do Trânsito, demonstração do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), entrada dos instrutores do Proerd e participação da mascote do programa, Leão Daren. A Banda do Colégio Cívico Militar 01 do Itapoã executou o Hino Nacional Brasileiro, e os estudantes fizeram o tradicional juramento do programa e participaram de sorteios de brindes, incluindo mochilas, um drone e três bicicletas. [LEIA_TAMBEM]Camila Ferreira, de 11 anos, aluna do 5º ano da Escola Classe 203 do Recanto das Emas, foi uma das ganhadoras das bicicletas e relatou que participar do Proerd a ajudou a entender, na prática, como agir diante de situações de risco. “É muito bom para as pessoas terem a consciência de que as drogas fazem mal e se afastarem de algo tão ruim”, frisou.  Camila explicou que, durante o curso, as turmas participaram de jogos, dinâmicas e até uma apresentação teatral. “Simulamos uma pessoa oferecendo droga e a outra não aceitando, e explicando por que isso é errado”, exemplificou. Para ela, o aprendizado reforça a importância de procurar um professor ou alguém da direção sempre que notar algo suspeito. *Com informações da Secretaria de Educação

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Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019

O Cartão Material Escolar, destinado a estudantes regularmente matriculados na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, já beneficiou aproximadamente 865 mil estudantes desde 2019, segundo a Secretaria de Educação (SEEDF). O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) ultrapassa R$ 267,6 milhões e atende estudantes de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação especial. O programa é executado pela SEEDF em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando, em 2025, um investimento de mais de R$ 50 milhões. "O Cartão Material Escolar é um programa extremamente importante para a rede pública de ensino do DF, pois permite a inclusão social desses alunos. Estudantes, que muitas vezes não têm condições de comprar o material escolar, ganham, com o benefício, a igualdade de escolha dos materiais”, afirma a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Segundo ela, a pasta tem trabalhado pela expansão e melhoria do programa e isso se reflete na queda das queixas recebidas nas ouvidorias.  O programa é realizado pelas secretarias de Educação e de Desenvolvimento Social, e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília "Nos dois primeiros meses do ano, conseguimos diminuir em cerca de 86% as manifestações registradas, quando comparamos com o ano passado, o que demonstra o impacto positivo da iniciativa na melhoria do atendimento e da comunicação com a comunidade escolar”, conclui Hélvia Paranaguá. O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e ensino fundamental, e R$ 240 para os do ensino médio. A compra deve ser feita exclusivamente em papelarias credenciadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Abideen Hayford, 42 anos, natural de Gana e moradora de Brasília há cinco anos, é mãe solo de duas crianças de 5 e 7 anos. Ela conta que recebeu o cartão no ano passado e já utilizou duas vezes. “Foi uma ótima experiência. Consegui comprar todos os materiais necessários para a escola com facilidade, como livros, materiais de escrita e a mochila escolar.” Como mãe solteira, ela ressalta o desafio de garantir toda a lista de materiais. “Este ano, por exemplo, eles pediram uma mochila de rodinhas, e só consegui comprar graças ao cartão. O benefício ajuda bastante”, afirma. Confira o número de estudantes beneficiados e o valor investido pelo GDF: 2019 estudantes atendidos: 64.652 valor investido: R$ 19.987.040,00 2020 estudantes atendidos: 101.223 valor investido: R$ 31.729.015,00 2021 estudantes atendidos: 96.405 valor investido: R$ 29.669.040,00 2022 estudantes atendidos: 117.161 valor investido: R$ 36.150.240,00 2023 estudantes atendidos: 142.822 valor investido: R$ 44.365.840,00 2024 estudantes atendidos: 175.623 valor investido: R$ 54.198.800,00 2025 estudantes atendidos: 167.042 valor investido: R$ 51.524.160,00 Total estudantes atendidos: 864.928 valor investido: R$ 267.624.135,00 Autonomia Criado na gestão do governador Ibaneis Rocha, em 2019, o Cartão Material Escolar foi implementado como alternativa à entrega das cestas de material. A proposta levou mais autonomia às famílias, que passaram a ter liberdade para escolher os itens conforme a necessidade dos estudantes. A lista de materiais permitidos varia de acordo com a etapa e modalidade de ensino e também pode ser acessada no site da Secretaria de Educação.

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Ensino público do DF é destaque regional na Olimpíada de Matemática

Marcada pela emoção dos medalhistas e pelo orgulho estampado no rosto dos familiares, a cerimônia regional de premiação da 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) reuniu estudantes, professores e representantes das escolas para a entrega de medalhas e prêmios nacionais. O evento ocorreu na quarta-feira (24), no Auditório da Academia de Bombeiros Militares, no Setor Policial Sul, em Brasília. Uma das gestoras da Subsecretaria de Educação Básica da Secretaria de Educação, Claudimary Pires, ressaltou que a participação na OBMEP amplia as possibilidades de aprendizagem. “As olimpíadas ajudam a trazer o conhecimento para a prática social, tornando o aprendizado mais significativo. Os estudantes percebem como podem aplicar a matemática no dia a dia”, afirmou Claudimary. Claudimary Pires ressaltou que a participação na competição amplia as possibilidades de aprendizagem | Fotos: Bruno Grossi/SEEDF Além dos estudantes, a OBMEP premia professores e escolas que se destacam no incentivo ao aprendizado da matemática. No DF, 18 professores e 17 escolas públicas foram homenageados. As conquistas reforçam o impacto do projeto na valorização da prática docente e no fortalecimento das unidades escolares. Participação dos estudantes e familiares Em 2024, o DF foi destaque nacional na OBMEP, com 22 medalhas de ouro, 80 de prata e 171 de bronze, além de 864 menções honrosas. A competição é destinada a alunos do ensino fundamental e médio, divididos em três níveis, e avalia os participantes em provas objetivas e discursivas. Ex-aluna do Centro de Ensino Fundamental Athos Bulcão (Cefab), do Cruzeiro Novo, Juliana Dantas, de 15 anos, contou que a trajetória dela na OBMEP foi marcada por desafios e superação. “Quando comecei, não sabia muita coisa de matemática. Hoje, ao receber a medalha de prata nacional, sinto que evoluí muito e que posso chegar ainda mais longe”, afirmou a adolescente, que planeja cursar engenharia no ensino superior. A trajetória da medalhista Juliana Dantas na OBMEP deixou a mãe dela, Tatiana Oliveira, orgulhosa A mãe de Juliana, Tatiana Oliveira, destacou a satisfação em acompanhar a trajetória da filha na matemática e nas olimpíadas. “É um orgulho muito grande ver uma adolescente se dedicar aos estudos, conquistar medalhas e seguir focada. É supergratificante. Tenho certeza de que tudo isso está pavimentando um futuro brilhante, um aprendizado que ela vai levar para a vida inteira”, afirmou Tatiana. Bolsas de estudo O coordenador do Programa de Iniciação Científica (PIC) e professor da Universidade de Brasília (UnB), Luis Lucinger, destacou que a OBMEP abre caminhos já na educação básica. “O medalhista nacional conquista o direito de participar do PIC na UnB, em que os estudantes aprofundam os temas. Os alunos de escolas públicas ainda recebem uma bolsa mensal no valor de R$ 300, durante 12 meses”, explicou. Amanda Liride, entre o coordenador do PIC, Luis Lucinger, e o representante da SBM, Vinicius Rispoli: “O mais importante é que não se trata de decorar fórmulas, mas de criar raciocínios e até desenvolver nossas próprias formas de resolver problemas” Estudante do 9º ano do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 07 de Brasília, Amanda Líride, 15, destacou como o PIC da OBMEP transformou a relação dela com a matemática. “No PIC, a gente aprofunda conteúdos que nunca vimos na sala de aula, como geometria euclidiana, divisibilidade e probabilidade. O mais importante é que não se trata de decorar fórmulas, mas de criar raciocínios e até desenvolver nossas próprias formas de resolver problemas”, contou a medalhista. Encontros e viagens Luis Lucinger também ressaltou que os alunos de destaque no PIC podem participar do Encontro do Hotel de Hilbert, que reúne anualmente cerca de 150 a 200 medalhistas de todo o país. “É uma viagem para uma semana de atividades matemáticas intensas, a cada ano em uma cidade diferente do Brasil, com todos os custos de hospedagem, alimentação e transporte pagos”, afirmou Lucinger. Outro ponto de destaque é que a premiação na OBMEP pode abrir portas para o ensino superior. “Algumas instituições já oferecem ingresso facilitado para medalhistas de olimpíadas científicas, como a Unicamp, a USP, a Unesp e o Impa/RJ. Outras universidades federais já aderiram, e acredito que a UnB terá esse mesmo mecanismo em breve”, completou.  [LEIA_TAMBEM]Parceria institucional Criada em 2005, a OBMEP é organizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). O projeto tem como objetivo identificar novos talentos, estimular o estudo da matemática e promover a inclusão social por meio do conhecimento. O coordenador da OBMEP no Distrito Federal e professor na UnB, Matheus Bernardini, contou que a cerimônia deste ano teve recorde de engajamento: “Foi uma das edições com a maior participação dos últimos anos”. Ele também destacou que o sucesso da olimpíada no DF só é possível graças à parceria com a Secretaria de Educação, que garante o bom andamento de todas as etapas. *Com informações da Secretaria de Educação

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Inscrições para o II Fórum de Experiências Exitosas do Programa Saúde na Escola vão até 10/9

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), por meio da Diretoria de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante (Diase), convida todos os servidores para participarem do II Fórum de Experiências Exitosas do Programa Saúde na Escola (PSE). O evento será realizado no dia 11 de setembro (quinta-feira), das 13h às 17h, no auditório da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), na 907 Sul. As inscrições para o fórum estarão abertas até o dia 10 de setembro. Os servidores que já se inscreveram para a edição do evento realizada em 5 de junho deverão efetuar nova inscrição para garantir a participação. Inscreva-se aqui.  O fórum tem como objetivo valorizar e compartilhar ações e práticas bem-sucedidas desenvolvidas no âmbito do PSE, fortalecendo a integração entre educação e saúde e ampliando o impacto das iniciativas realizadas junto às comunidades escolares do Distrito Federal. Esse é um espaço de reconhecimento e também de inspiração. A troca de experiências entre profissionais é fundamental para consolidar e expandir as ações do PSE, garantindo que cada vez mais estudantes tenham acesso a um ambiente escolar saudável e acolhedor. Fórum tem por objetivo valorizar e compartilhar ações e práticas bem-sucedidas desenvolvidas no âmbito do PSE, fortalecendo a integração entre educação e saúde | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência saúde Saúde mental em foco Nesta edição, o eixo de saúde mental assume posição de destaque, evidenciando a importância de avançar em ações de prevenção e promoção do bem-estar emocional nas escolas. A articulação entre as áreas de saúde e educação tem se mostrado fundamental para a construção de estratégias de acolhimento aos estudantes e para a consolidação de uma cultura de cuidado no ambiente escolar.  "O eixo de saúde mental tornou-se eixo prioritário a partir desse biênio, então há uma expectativa importante de que tenhamos projetos exitosos nessa temática. A educação tem assumido um papel muito participativo nas ações do PSE nesse eixo, principalmente por se tratar de prevenção e promoção à saúde mental, atividade desenvolvida não só pelos psicólogos da Secretaria de Saúde, mas também pelos psicólogos da Secretaria de Educação do DF", afirmou Larisse Cavalcante, diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante e coordenadora do PSE na SEE-DF. Nesta edição do evento, já estão confirmadas as presenças de Ana Valéria Dantas, coordenadora do PSE no Ministério da Educação (MEC), e de Kátia Souto, coordenadora do PSE no Ministério da Saúde (MS), o que reforça a relevância nacional do encontro. *Com informações da Secretaria de Educação

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Volta às aulas: GDF faz campanha em escolas públicas para orientar pais e alunos sobre segurança no trânsito

Com o retorno das férias de mais de 459 mil estudantes em 710 escolas públicas, o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou, nesta segunda-feira (4), a campanha Volta às Aulas, que promove ações educativas nas vias de acesso a centros de ensino da capital. O primeiro colégio a receber a campanha foi o Elefante Branco, na Asa Sul. A ação, coordenada pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), visa orientar pais e alunos sobre os cuidados para que o trajeto de casa para o colégio, e vice-versa, seja feito com segurança. A campanha ocorrerá pelos próximos 15 dias, durante os períodos de entrada e de saída de diversas escolas do DF. O Detran-DF promoveu ação educativa da campanha Volta às Aulas no colégio Elefante Branco, nesta segunda (4) | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os alunos recebem cartilhas com atividades pedagógicas, além de ganharem um panfleto no formato da mão do mascote do Detran-DF, Segurito, para se lembrarem da importância do sinal de vida e de atravessar a rua com segurança. As orientações abrangem também cuidados com ciclistas, pedestres, passageiros e também aos motoristas. Nas abordagens, os pais recebem material educativo com orientações sobre os cuidados com os pedestres e ciclistas no trânsito, a importância do uso do cinto de segurança e cadeirinha, os riscos de parar em fila dupla, a forma correta de fazer embarque e desembarque de passageiros e os cuidados ao contratar o transporte escolar.  Estudantes recebem material informativo e orientações, como não usar celular ao atravessar a faixa de pedestre Segundo Ana Maria Moreira, diretora de Educação de Trânsito do Detran, a ação de volta às aulas é um momento importante para a conscientização do pedestre, do motorista, do ciclista e do motociclista. “Nosso objetivo aqui é fazer com que o aluno tenha uma travessia tranquila. A gente sabe que nesse momento de volta às aulas, o fluxo de carros aumenta bastante e o trânsito fica mais intenso, o que gera algum desconforto”, comenta. “Uma coisa que acontece muito são os pais que vão deixar os alunos na escola pararem em fila dupla. Esse é outro alerta que a gente dá. Não pare em fila dupla, você pode colocar seu filho em risco”, alerta. Distrações causadas pelo celular Ana afirma que o uso do celular também tem sido motivo de preocupação. “Em relação ao uso do celular, a gente sabe que, principalmente o adolescente, costuma atravessar a faixa de pedestre com o celular na mão, com fone de ouvido. Então a gente também orienta que durante a travessia o cidadão deixe o celular um pouquinho de lado”, aconselha. “Muitos alunos colocam em risco a própria vida ao atravessar a rua sem atenção", comentou a estudante Isabela Souza Abreu, que elogiou a ação educativa O analista em atividades de trânsito Marcelo Vilela Moraes confirma. “Hoje em dia o celular se tornou o fator de maior distração, tanto para o motorista quanto para pedestres”, afirma. Segundo Moraes, muitos jovens andam distraídos pelos celulares, até na hora de atravessar a rua. “Ao atravessar na faixa de pedestres, além de esperar os carros pararem, é importante parar de olhar o celular e prestar atenção na hora da travessia”, afirma. Ele conta que a campanha está sendo bem-recebida pelos estudantes. “A gente percebe que os alunos têm sido bem receptivos. Inclusive, dependendo de onde a gente está, eles vêm em nossa direção para interagir e pegar o material. A receptividade deles tem sido muito boa”, avalia. Para ele, a dica principal é atravessar sempre na faixa de pedestre. “Quando a faixa de pedestre não for semaforizada, deve-se fazer o sinal de vida, aguardar que os carros parem para poder fazer a travessia segura”, aconselha. “Ao atravessar na faixa de pedestres, além de esperar os carros pararem, é importante parar de olhar o celular e prestar atenção na hora da travessia”, destacou o analista em atividades de trânsito Marcelo Vilela Moraes A estudante Isabela Souza Abreu cursa o 3º ano do ensino médio no Elefante Branco. Para ela, a campanha de conscientização é muito importante. “Muitos alunos colocam em risco a própria vida ao atravessar a rua sem atenção. Então eu acho uma coisa muito importante tanto para os alunos, quanto para os motoristas”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Maria Clara Venâncio também é aluna do 3º ano do centro educacional. Ela conta que já soube de um caso de aluno atropelado em frente à escola. “Eu acho importante a campanha educativa, porque tem risco de acidente com alunos antes de entrar na escola”, avalia. A diretora de Educação de Trânsito lembra ainda que a segurança no trânsito é responsabilidade de todos. “Eu gostaria de dizer principalmente para os pais não se esquecerem que a gente está transportando o nosso bem maior, que são os nossos filhos. A gente tem uma responsabilidade maior com o trânsito. O trânsito seguro é responsabilidade de todos. E que todo mundo leve a sério aquela frase: Desacelere, seu bem maior é a vida”, conclui Ana. Veja abaixo onde a campanha Volta às Aulas do Detran estará nesta semana: - Terça-feira (5) – 11h às 13h - Colégio Ideal Manacá – Rua Manacá 2, Bloco 2 – Águas Claras; - Quarta-feira (6) – 11h às 13h - Colégio Único – SGAS II 606 – Asa Sul; - Quinta-feira (7) – 11h às 13h - Colégio Digital Jardins – Jardins Mangueiral – Lote 4; - Sexta-feira (8) – 11h às 13h - Jardim de Infância 305 Sul – SQS 305 Sul – Área Especial.

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Lançada plataforma digital que reunirá currículos de interessados a concorrer a até 797 vagas de estágio

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), por meio da Escola de Assistência Jurídica (Easjur/DPDF), lançou a plataforma digital Banco de Talentos nesta terça-feira (17). A iniciativa tem o objetivo de reunir e organizar, em ambiente único e institucional, os currículos de estudantes interessados em concorrer às 797 oportunidades de estágio oferecidas pela instituição. Atualmente, a DPDF dispõe de vagas de estágio para nível médio, graduação e pós-graduação. Na graduação, a maior parte das vagas é voltada para estudantes de direito. As demais vagas estão distribuídas entre áreas como tecnologia da informação, jornalismo, psicologia, marketing, publicidade e propaganda, além de setores administrativos como gestão de pessoas, contabilidade e administração. Já no nível de pós-graduação, todas as vagas são destinadas exclusivamente a estudantes da área de direito. O lançamento do Banco de Talentos é estratégico para qualificar o processo de recrutamento da DPDF, segundo o defensor público-geral, Celestino Chupel | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O Banco de Talentos será uma ferramenta estratégica voltada para auxiliar chefes de setores e coordenadores na identificação de perfis qualificados para suprir vagas de estágio disponíveis na instituição. Com base nas informações dos candidatos cadastrados, será possível selecionar estagiários com habilidades e interesses alinhados às necessidades específicas de cada área, otimizando o processo de recrutamento e promovendo uma alocação mais eficiente e assertiva dos talentos. O Banco de Talentos passa a integrar o Programa de Interação Acadêmica da DPDF, contribuindo para a democratização do acesso às oportunidades de estágio e a consolidação de uma política de incentivo à formação prática supervisionada e profissional. A ferramenta está disponível no portal de eventos da Easjur/DPDF e permite o cadastramento simplificado de estudantes regularmente matriculados no ensino médio, em cursos de graduação ou em programas de pós-graduação. [LEIA_TAMBEM]Ao preencher o formulário eletrônico, os estudantes inserem os dados pessoais e as áreas de interesse, experiências e habilidades, compondo um banco de dados institucional dinâmico acessível aos coordenadores de núcleo e gestores das unidades administrativas da DPDF. A ferramenta visa conferir mais agilidade, precisão e autonomia ao processo de recrutamento interno ao substituir procedimentos dispersos por um único mecanismo, seguro, funcional e alinhado às necessidades práticas da instituição. A Defensoria Pública-Geral oficiará todas as instituições de ensino do Distrito Federal, a fim de que os alunos tenham a oportunidade de conhecer e estagiar na instituição. Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, o lançamento do Banco de Talentos é estratégico para qualificar o processo de recrutamento da DPDF. “Com a nova ferramenta, ampliamos a inserção da instituição nos ambientes educacionais do Distrito Federal e reafirmamos o nosso compromisso com a equidade, a eficiência administrativa e a transformação social por meio da educação”, defendeu. O defensor público e diretor da Easjur/DPDF, Evenin Ávila, explica que a adoção do Banco de Talentos representa um avanço na forma como a Defensoria Pública do DF identifica e valoriza novos talentos, promovendo inclusão e excelência. “A iniciativa reforça o papel da Easjur/DPDF como espaço estratégico de integração entre teoria e prática no serviço público. Essa é mais uma interface que tem por objetivo apresentar a Defensoria em todas as suas áreas de atuação, inclusive as de gestão. Assim, todos os estudantes, do nível médio à pós-graduação, poderão acessar as centenas de oportunidades de que a DPDF dispõe”, finalizou. *Com informações da DPDF  

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Edital lançado pela UnDF incentiva soluções tecnológicas para prevenção de incêndios

Buscar soluções tecnológicas com foco na prevenção, no monitoramento e na mitigação dos incêndios florestais. Este é o mais novo desafio lançado aos estudantes da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) interessados em participar do Hackathon EcoTech 2025. O edital, coordenado pela Comissão Organizadora do Seminário EcoTech em Rede: Sustentabilidade, Tecnologia e Responsabilidade Social, foi publicado nesta segunda-feira (16) e premiará os três melhores projetos acadêmicos desenvolvidos sob o tema "Incêndios florestais: prevenção e controle”. As inscrições devem ser feitas até o dia 25 deste mês.  Estudantes da UnDF serão premiados pelos melhores trabalhos com soluções tecnológicas para a prevenção, o monitoramento e a mitigação de incêndios florestais | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília A cerimônia de premiação será realizada durante o seminário EcoTech em Rede no dia 4 de julho, no Campus Norte da instituição. Ao todo, serão distribuídos cerca de R$ 3 mil para as equipes que tiverem os melhores trabalhos  avaliados. Os três primeiros colocados receberão prêmios de R$ 1.500, R$ 1 mil e R$ 700. O incentivo financeiro está previsto na Política de Assistência Estudantil da UnDF (PAE), que prevê, ainda, a concessão de bolsas e auxílios estudantis, que contribuem para a permanência do estudante no ensino superior. Antonio Augusto Martins Pereira Junior, professor da UnDF e membro da comissão organizadora do evento, destaca que o objetivo do Hackathon Ecotech é fomentar o desenvolvimento de soluções inovadoras nas áreas de sustentabilidade e tecnologia, estimulando o protagonismo do estudante, o trabalho em equipe e a articulação entre ensino, pesquisa e extensão.   [LEIA_TAMBEM]“A atividade visa mobilizar a comunidade acadêmica da UnDF e participantes externos da Ride-DF, fortalecendo o papel da universidade como agente de transformação social e desenvolvimento regional sustentável”, explica o docente. Como participar As equipes participantes, compostas por três a cinco estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da UnDF, deverão propor soluções alinhadas ao tema proposto, considerando o contexto socioambiental da região Centro-Oeste, em especial no Distrito Federal e na Ride-DF, e o potencial de aplicação prática das propostas desenvolvidas.  Os projetos deverão possuir caráter tecnológico, que envolvam o uso, desenvolvimento ou aplicação de tecnologias digitais, sistemas computacionais, interfaces, modelagens ou representações práticas (protótipos) de uma solução inovadora. As apresentações das propostas para a banca avaliadora e comunidade acadêmica ocorrerão durante o seminário EcoTech em Rede: Sustentabilidade, Tecnologia e Responsabilidade Social, que será realizado no dia 4 de julho, no Campus Norte da UnDF. Serviço Edital Hackathon EcoTech → Público-alvo: Estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da UnDF → Prazo de inscrição: de 16 a 25 de junho  → Acesse neste link o formulário de inscrição.  *Com informações da UnDF

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Atletas do CID Paralímpico de São Sebastião se destacam nos Jogos Escolares do DF

Pela primeira vez, estudantes com deficiência participaram das modalidades regulares dos Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF), que chegaram à 65ª edição em 2025. E o resultado já veio com medalha: o estudante Vitor Hugo Soares, de 15 anos, conquistou o bronze nos 200 metros medley da natação. Os alunos da rede pública Vitor Hugo e Juliana com os técnicos Alexandre e Lucimar – incentivo dos técnicos foi fundamental para a conquista da Bolsa A​tleta pelos esportistas | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Aluno do CED São Bartolomeu, em São Sebastião, Vitor superou nadadores de escolas particulares com tradição na modalidade. A conquista tem um peso simbólico, segundo o técnico Alexandre Fachetti: “É uma vitória para a rede pública e para os estudantes com deficiência, que raramente têm a mesma visibilidade que os atletas das categorias regulares”. [LEIA_TAMBEM]Professor de natação e atletismo para jovens de 7 a 17 anos, Fachetti acompanha a evolução dos alunos do Centro de Iniciação Desportiva Paralímpico (CIDP) de São Sebastião e os incentiva a competir em torneios nacionais e internacionais. Neste ano, o CIDP decidiu inscrever os atletas em situação escolar nas modalidades regulares dos JEDF, buscando ampliar a visibilidade dos paratletas — que, em geral, enfrentam baixo número de competidores e pouca cobertura midiática. Histórias de superação Com deficiência intelectual, Vitor encontrou no esporte um espaço de acolhimento e superação, com apoio essencial da família e dos professores do CID. Começou no atletismo em 2021, mas se apaixonou pela natação, na qual já coleciona várias medalhas. “Foi muito treinamento e apoio. Fiquei muito feliz de subir ao pódio”, contou o atleta, que aprendeu a nadar no Centro Olímpico de São Sebastião. Mais velho de cinco irmãos, Vitor também conquistou a Bolsa Atleta, com recursos para participar de competições dentro e fora do DF. “O incentivo da minha mãe foi fundamental para eu não desistir”, afirma. Vitor Hugo, 15 anos, exibe sua medalha de bronze nos 200 metros medley; estudante soma dezenas de vitórias esportivas A professora de educação física e técnica de atletismo, Lucimar Neves, atuante no Centro Olímpico de São Sebastião desde 2012, fala da satisfação em ver os atletas PCDs trilharem o caminho esportivo: "É um orgulho para nós. Eles iniciaram a vida esportiva no CID, não tinham experiência em competição. E já participaram de várias competições de nível nacional". Quem também trilha esse caminho de superação é Juliana Gomes, de 17 anos. Com deficiência intelectual, a jovem vai representar o CEM 01 de São Sebastião na prova de atletismo neste fim de semana (14 e 15). Ela começou a treinar em 2021, após a perda do pai durante a pandemia. “No começo, só dava meia-volta na pista e queria parar. Mas a Tia Lu e o Tio Xande acreditaram em mim. Hoje tenho 50 medalhas”, comemora. Filha única, Juliana também recebe apoio incondicional da mãe, Antonieta Gomes: “Às vezes me cobro muito, mas ela me ajuda a manter a calma”. A jovem sonha em cursar Educação Física e inspirar outras meninas a seguirem no esporte. Além de conquistar medalhas, a atleta Juliana Gomes espera ser um exemplo para mais meninas no esporte Mais que medalhas O CID Paralímpico também trabalha valores como responsabilidade e disciplina. O bom desempenho escolar é parte do compromisso dos alunos, que são incentivados a manter os estudos em dia e a seguir carreira esportiva com o apoio de outras instituições do DF. O centro também prepara os jovens para grandes torneios, como o meeting para as Paralimpíadas Escolares, previsto para agosto, além de competições estaduais e nacionais. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Profissionais de saúde são capacitados para manejo de crises convulsivas

Na manhã desta quinta-feira (22), profissionais da saúde participaram de um treinamento teórico sobre o manejo de crises convulsivas, promovido pelo Núcleo de Educação Permanente (Nudep) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A capacitação ocorreu no auditório da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) e reuniu médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e estudantes da área. Profissionais da área de saúde e estudantes participaram de capacitação sobre atendimento em crises convulsivas | Foto: Divulgação/IgesDF Conduzido pelo enfermeiro Gustavo Rios, o curso abordou desde os tipos de crises convulsivas até o passo a passo do atendimento inicial, com foco na diferenciação entre crise convulsiva e epilepsia, manejo farmacológico e condutas de segurança para pacientes em situação de emergência. [LEIA_TAMBEM] “A crise convulsiva é um evento que pode gerar muita apreensão entre os profissionais de saúde, por isso é fundamental discutir os procedimentos adequados para reduzir riscos e evitar complicações secundárias, como traumas e obstrução das vias aéreas”, explicou Gustavo. Os participantes puderam trocar experiências e discutir casos clínicos. Um dos objetivos é preparar os profissionais para atuar com mais segurança tanto no ambiente hospitalar quanto em situações do cotidiano, como ocorrências em transporte público ou espaços públicos. Além do aspecto técnico, o treinamento também reforça a função dos profissionais de saúde como multiplicadores de conhecimento. “A ideia é que quem participa do curso esteja capacitado a orientar familiares e pessoas próximas sobre os primeiros cuidados básicos em casos de crise convulsiva, como proteger a cabeça da vítima, afastar objetos perigosos, lateralizar o corpo e acionar o socorro”, acrescentou o enfermeiro. *Com informações do IgesDF  

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Brasília recebe 1,5 mil gestores e especialistas em orçamento público de todo o país nesta terça (6)

Começa nesta terça (6) e segue até quinta (8), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o I Congresso do Conselho Nacional de Secretários Estaduais do Planejamento (Conseplan). As inscrições terminam nesta segunda-feira (5). Inscrições ainda podem ser feitas nesta segunda-feira (5) | Foto: Divulgação/Seec-DF Realizado em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Ministério do Planejamento e Orçamento, o evento contará com conferências e painéis de duas ministras de Estado e de especialistas de instituições internacionais, como o Banco Mundial. A conferência de abertura, que tem como tema “Reconstrução do Planejamento Nacional”, será proferida pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. A de encerramento terá como condutora a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.  A expectativa de público é de 1,5 mil pessoas, entre gestores públicos municipais, estaduais e federais, pesquisadores e estudantes. A programação completa e as formas de acesso estão detalhadas neste site. O congresso contará ainda com painéis temáticos e salas de discussão. Nessas salas, haverá a apresentação dos 200 trabalhos técnico-científicos selecionados sobre as 12 áreas temáticas definidas, entre elas planejamento de médio e longo prazo, análises referentes ao Plano Plurianual (PPA), à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e à Lei Orçamentária Anual (LOA), além de tecnologia e estratégias de desenvolvimento territorial.  [LEIA_TAMBEM]Os melhores trabalhos serão premiados e poderão ser publicados na próxima edição da revista Planejamento e Futuro, do Conseplan. “O Congresso do Conseplan chega para se firmar como o maior e mais importante evento sobre planejamento e orçamento público do país”, afirma o presidente do Conseplan e secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional de Pernambuco, Fabrício Marques. “As boas práticas dos estados e a produção acadêmica se somarão em um ambiente de reconhecimento da atividade científica e estímulo à inovação.” I Congresso do Conseplan ⇒ Data: de terça (6) a quinta-feira (8), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães ⇒ Inscrições somente até esta segunda (5), neste site  ⇒ Valores: R$ 50 (estudantes de graduação e pós-graduação) e R$ 150 (público geral). *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)

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Psicólogos da SEEDF participam de formação sobre altas habilidades

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, nesta terça-feira (24), o primeiro de uma série de três encontros formativos voltados para o aprimoramento das práticas pedagógicas direcionadas a estudantes com altas habilidades/superdotação. A ação reuniu 60 psicólogos e itinerantes das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs), criando um espaço de troca de experiências e atualização de conhecimentos. A iniciativa reforça o compromisso da SEEDF com uma educação mais inclusiva e de qualidade para alunos com potencial elevado. Encontro reforçou a importância dos psicólogos no suporte a estudantes com altas habilidades | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF Durante a manhã, os participantes acompanharam palestras e debates sobre estratégias de ensino e acolhimento desses estudantes. Para a subsecretária de Educação Inclusiva e Integral (Subin), Vera Lúcia Barros, a ação busca fortalecer a formação continuada dos psicólogos, capacitando-os a identificar e atender às necessidades específicas desses estudantes. “Esse encontro é uma oportunidade valiosa para discutir as melhores práticas e reforçar a importância de uma avaliação com foco exclusivamente pedagógico. É um espaço de troca de experiências que contribui para que esses alunos desenvolvam todo o seu potencial”, destaca Vera Lúcia. [LEIA_TAMBEM] A titular da Gerência de Atendimentos Educacionais Especializados da SEEDF, Lucilene Barbosa Gomes, destacou a importância do investimento na formação dos docentes para promover uma educação mais inclusiva. “O trabalho do psicólogo é extremamente importante, pois nossa avaliação é de natureza pedagógica. Ele integra a equipe, junto com o professor itinerante e o docente da sala de recursos, e em conjunto conduzem todo o processo de avaliação do estudante para identificar altas habilidades e superdotação”, explica Lucilene Alves.  Atenção especializada A importância do olhar afetivo também foi destaque no encontro de formação, desmistificando os preconceitos relacionados à superdotação e altas habilidades, com a  proposta pedagógica de acolhimento. “É fundamental promover a inclusão social desses estudantes. Muitos enfrentam o isolamento justamente por serem vistos apenas por sua capacidade cognitiva, e não por sua totalidade como indivíduos”, reforçou a chefe da Unidade de Educação Inclusiva e em Tempo Integral (UNITI), Dulcinete Castro, uma das organizadoras do evento. O psicólogo Luan Henrique Alves atua na CRE Santa Maria e ressaltou a importância do apoio emocional aos estudantes. “A psicologia atua não apenas nas questões relacionadas às altas habilidades, mas também em temas como ansiedade e outras excepcionalidades. Esse acolhimento é essencial não só para os alunos, mas também para professores, pais e toda a comunidade escolar”, afirmou. O psicólogo Luan Henrique Alves, da CRE de Santa Maria, destacou o acolhimento emocional dos alunos com altas habilidades O encontro reforça a importância de ações formativas específicas para professores que atuam com alunos de altas habilidades, promovendo uma educação mais inclusiva, desafiadora e estimulante. Com o apoio de gestores e profissionais dedicados, a expectativa é de que esses estudantes recebam o suporte necessário para desenvolver todo o seu potencial, contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária. Os próximos encontros estão previstos para maio e junho. *Com informações da SEEDF  

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UnDF amplia bolsas de iniciação científica para estudantes de graduação

A 2ª edição dos Programas Institucionais de Iniciação Científica (PIC) e de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIDTI) da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) oferece 60 bolsas de iniciação científica aos estudantes de graduação da UnDF e de suas escolas vinculadas. O edital de 2025 foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira, 9 de abril. “Estamos muito felizes com a publicação deste segundo edital de Iniciação Científica. A primeira edição ocorreu em 2024, por meio da qual ofertamos 30 bolsas e foram selecionados 30 projetos dos quais atuaram alunos bolsistas e voluntários no desenvolvimento de suas pesquisas científicas. Neste ano estamos dobrando o número de bolsas, serão selecionados 60 bolsistas e até 60 projetos. Além disso, este edital traz abordagens mais precisas que devem ampliar significativamente a submissão de projetos voltados às Ações Afirmativas do Distrito Federal”, afirma a pró-reitora de pesquisa e pós-graduação da UnDF, Fabiana França. A UnDF oferece 60 bolsas de iniciação científica aos estudantes de graduação da própria universidade e de suas escolas vinculadas | Foto: Divulgação/UnDF Serão oferecidas 60 bolsas mensais de R$ 700 com duração de 12 meses. Os bolsistas devem dedicar no mínimo 10 horas semanais à pesquisa, conforme previsto em edital. As inscrições para os programas PIC e PIDTI serão realizadas de maneira online, pelos docentes responsáveis pelos projetos, do dia 28 de abril a 12 de maio, por meio do site da instituição. Cada docente poderá inscrever até dois estudantes: um bolsista (candidato 1) e um voluntário (candidato 2). Acompanhe as publicações. Etapas para participação dos programas Aos docentes orientadores: – Elaborar o projeto com o estudante. – Realizar inscrição e indicar equipe que participará. – Acompanhar cronograma e atentar-se aos prazos. – Dedicar horas semanais para orientação dos trabalhos. – Enviar relatórios previstos em edital. – Participar da SemIC/UnDF e demais eventos. Aos discentes participantes: – Elaborar o projeto e plano de trabalho com o orientador. – Cumprir cronograma e plano de trabalho apresentado. – Ter frequência mínima de 75% nas disciplinas. – Assinar o Termo de Compromisso e entrega de documentação necessária. – Participar da SemIC/UnDF e demais eventos vinculados. Iniciação científica Em 2023, a UnDF publicou a Resolução nº 15 criando o Programa Institucional de Iniciação Científica (PIC) e o Programa Institucional de Desenvolvimento Tecnológico e de Inovação (PIDTI). A norma detalha o funcionamento dos programas voltados para a iniciação à pesquisa e para o desenvolvimento da produção e do pensamento científico de graduandos da UnDF e de estudantes – regularmente matriculados – de escolas do Ensino Médio do Distrito Federal. Segundo a norma, o PIC contemplará a pesquisa básica ou aplicada e o PIDTI envolverá o desenvolvimento, o aperfeiçoamento e o estudo de viabilização de produtos, protótipos, processos, serviços, sistemas ou modelos de negócios, sempre sob a supervisão de um professor orientador da UnDF ou de suas Escolas vinculadas. *Com informações da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF)

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