Inscrições para composição do Ciamp-Rua/DF são prorrogadas até setembro
A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (24) o Edital nº 04/2026, que prorroga por mais 30 dias úteis o prazo de inscrições para o processo seletivo de representantes da sociedade civil e de instituições de ensino superior interessados em compor o Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política para Inclusão Social da População em Situação de Rua do Distrito Federal (Ciamp-Rua/DF) para o mandato 2026-2028. A medida amplia a oportunidade de participação de entidades, movimentos sociais, fóruns, coletivos e instituições acadêmicas que atuam na promoção, defesa e garantia dos direitos da população em situação de rua no Distrito Federal. As inscrições foram abertas em 14 de maio deste ano por meio do Edital de Chamamento Público nº 03/2026. De acordo com o novo edital, as inscrições já realizadas permanecem válidas, não sendo necessária nova submissão de documentos pelos candidatos que efetuaram o cadastro dentro do prazo inicialmente previsto. Barraco de pessoa em situação de rua no DF: seleção para comitê que monitora política de inclusão social dessa população vai escolher sete representantes titulares e sete suplentes | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília O processo seletivo prevê a escolha de sete representantes titulares e sete suplentes da sociedade civil e das instituições de ensino superior. Serão selecionados seis organismos da sociedade civil, com respectivos suplentes, e uma instituição de ensino superior titular e uma suplente que desenvolvam estudos, pesquisas ou ações voltadas à população em situação de rua. O Ciamp-Rua/DF é um espaço permanente de diálogo, articulação e controle social, responsável por acompanhar e monitorar a implementação da Política para Inclusão Social da População em Situação de Rua no Distrito Federal. O colegiado reúne representantes do poder público e da sociedade civil para discutir estratégias, propor ações e fortalecer políticas públicas voltadas à garantia de direitos desse segmento da população. [LEIA_TAMBEM]As organizações interessadas devem comprovar atuação mínima de um ano no Distrito Federal na promoção e defesa dos direitos humanos da população em situação de rua. Já as instituições de ensino superior precisam demonstrar o desenvolvimento de pesquisas, estudos, projetos de extensão ou ações acadêmicas relacionadas ao tema. As inscrições devem ser realizadas presencialmente, mediante entrega da documentação exigida em envelope lacrado, no gabinete da Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial, localizado no SAAN, Quadra 1, Lote C, Edifício Comércio Local Norte, 3º andar, Sala 305, Brasília/DF, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. A seleção ocorrerá em etapas de inscrição, habilitação documental e avaliação das candidaturas, observando critérios como tempo de atuação, experiência na promoção dos direitos humanos da população em situação de rua, participação em espaços de formulação de políticas públicas e desenvolvimento de ações voltadas ao segmento. Criado pelo Decreto nº 33.779, de 2012, e atualizado pelo Decreto nº 43.115, de 2022, o Ciamp-Rua/DF tem papel estratégico na construção e no aprimoramento de políticas públicas intersetoriais destinadas à promoção da cidadania, da inclusão social e da garantia de direitos das pessoas em situação de rua no Distrito Federal. Serviço Inscrições para o Ciamp-Rua/DF – Mandato 2026-2028 ⇒ Período: 30 dias úteis a partir da publicação do Edital nº 04/2026, no dia 24 deste mês ⇒ Local: Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial (Subdhir) – SAAN, Quadra 1, Lote C, Edifício ⇒ Comércio Local Norte, 3º andar, Sala 305 ⇒ Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h ⇒ Público-alvo: organizações, entidades, movimentos, fóruns, coletivos e instituições de ensino superior com atuação voltada à população em situação de rua. *Com informações da Sejus-DF
Ler mais...
Governadora Celina Leão recebe a Cruz do Mérito Empreendedor Juscelino Kubitschek
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, recebeu a Cruz do Mérito Empreendedor Juscelino Kubitschek – Empreendedorismo Cristão, na categoria Liderança Pública e Defesa da Mulher. A honraria foi concedida pela Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito (Abrahm), durante solenidade que, na quarta-feira (17), reuniu autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, representantes do setor empresarial, lideranças religiosas e personalidades de diversas áreas. A secretária da Juventude, Fabiana Lacerda, representou a governadora Celina Leão na cerimônia | Foto: Divulgação/Sejuve-DF “Vamos homenagear uma das mais importantes autoridades da capital federal, a governadora Celina Leão, que recebe a Medalha do Empreendedorismo Cristão em reconhecimento à sua contribuição para a sociedade e aos valores que representa” Regino Barros, comendador O reconhecimento destaca a trajetória pública de Celina Leão, marcada pela defesa dos direitos das mulheres, pelo fortalecimento das famílias e pela construção de políticas públicas voltadas à promoção da dignidade humana, da inclusão social e do desenvolvimento da população do Distrito Federal. O deputado federal Marco Feliciano foi quem entregou a honraria. “Vamos homenagear uma das mais importantes autoridades da capital federal, a governadora Celina Leão, que recebe a medalha do Empreendedorismo Cristão em reconhecimento à sua contribuição para a sociedade e aos valores que representa”, declarou o comendador Regino Barros, que presidiu a cerimônia. Políticas públicas A governadora foi representada pela secretária da Juventude do Distrito Federal, Fabiana Lacerda, que ressaltou a importância da homenagem: “Celina Leão tem conduzido sua vida pública com o propósito de transformar a vida das pessoas. Como ela costuma dizer, a política serve para promover transformação social. Sua luta em defesa das mulheres é incansável e tem gerado resultados concretos para quem mais precisa”. [LEIA_TAMBEM]Durante o discurso, Fabiana Lacerda também falou sobre a dimensão simbólica da homenagem: “Receber uma honraria que carrega o nome de Juscelino Kubitschek é algo extremamente significativo para todos que acreditam no potencial transformador de Brasília. JK sonhou uma capital moderna, inovadora e voltada para o desenvolvimento. Esse legado continua inspirando políticas públicas que geram oportunidades e promovem o crescimento da nossa cidade”. Criada há cerca de 25 anos, a Abrahm é uma instituição privada dedicada ao reconhecimento de personalidades, autoridades, empresários, profissionais liberais e lideranças que se destacam por suas contribuições à sociedade. A entidade promove homenagens e condecorações voltadas à valorização do empreendedorismo, da inovação, da cultura, da responsabilidade social, da diplomacia e do desenvolvimento humano. *Com informações da Secretaria da Juventude
Ler mais...
Apoio técnico fortalece protagonismo feminino no campo no DF
A força feminina está presente no campo do Distrito Federal: 35% dos quase 22,5 mil produtores rurais cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) são mulheres. Além disso, das cerca de 18 mil propriedades rurais cadastradas, 6.543 têm mulheres como proprietárias ou coproprietárias. São elas que cuidam de plantações, semeiam o futuro e transformam a matéria-prima em produtos que ganham o mundo, em programas de compras institucionais, feiras e festivais de agropecuária. Rozelita Urany Camargo, a Rosinha, exibe sobre uma mesa guloseimas que produz na agroindústria familiar, com assistência da Emater-DF | Fotos: Divulgação/Emater-DF O trabalho conta com apoio direto da Emater-DF, com assistência técnica completa, do planejamento à comercialização dos produtos in natura e da agroindústria, cursos sobre empreendedorismo e atividades não agrícolas, além de atividades comunitárias voltadas à inclusão social e cidadania. Nos primeiros seis meses deste ano, foram promovidos 29.929 atendimentos a 3.781 produtoras rurais nas áreas social, ambiental e econômica. “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança” Aécio Prado, extensionista da Emater-DF “Atualmente, grande parte das propriedades são gerenciadas por mulheres, e a Emater-DF atua não só na parte produtiva, ensinando a produzir, na agricultura e na pecuária, mas também de forma social, prezando pelo desenvolvimento sociofamiliar, com a ampliação da nossa oferta de cursos e treinamentos, que vão desde empreendedorismo, panificação, ao cuidado com a saúde”, explica o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “O encontro distrital é o coroamento desse trabalho, em que enfatizamos como acreditamos nessas mulheres e damos espaço para que possam construir relações e trocar experiências.” Com o apoio técnico, a confeiteira Rozelita Urany Camargo, 54 anos, conseguiu expandir a produção e os canais de venda. Filha de produtores rurais, ela aprendeu a mexer com a terra ainda criança, mas encantou-se pela cozinha e hoje produz bolos, pães, tortas e biscoitos. “Os meus pais nos sustentaram com tudo daqui da terra. Plantavam milho, mandioca, faziam farinha e rapadura”, diz. Rosinha, como é chamada por amigos e familiares, começou a ter suporte direto da Emater-DF em 2021, por indicação de uma irmã. “Meus pais tinham essa chácara há muito tempo, eu nasci aqui, e eles já tinham assistência desde aquela época. Depois que minha mãe faleceu, eu estava perdida, até que o Aécio chegou aqui, provou meus biscoitos e falou: 'Onde é que você estava escondida?'. Foi aquela luzinha no final do túnel”, recorda. [LEIA_TAMBEM]Aécio Prado, a quem ela se refere, é o extensionista responsável por prestar assistência a Rosinha e a outras propriedades de Samambaia. “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança”, afirma ele. “Temos profissionais especializados para atuar em todas as etapas da produção, desde a infraestrutura até o produto final”. No caso de agroindústrias familiares como a de Rosinha, o acompanhamento começa ainda na fase de planejamento, incluindo orientação para obtenção de licenças, adequação às normas sanitárias, elaboração de projetos, capacitações e acesso a mercados institucionais. “Se a pessoa não tem estrutura, a gente começa pela planta baixa, acompanha a aprovação do projeto, a construção da agroindústria e todo o processo de regularização”, explica. Atualmente, Rosinha participa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fornecendo bolos para entidades socioassistenciais atendidas pelo governo, e já foi beneficiada pelo Programa de Fomento Rural do Ministério do Desenvolvimento Social, que oferece R$ 4,6 mil em duas parcelas para projetos de inclusão produtiva de famílias rurais em situação de pobreza. “Hoje a Emater-DF é uma família para mim, são meus anjos da guarda”, complementa Rosinha. Produtora rural, Michelly tem acompanhamento no cultivo: a orientação vai desde a escolha das sementes até a comercialização dos alimentos Protagonismo e variedade de culturas Outra frente do suporte da Emater-DF é o acompanhamento do cultivo, com orientação desde a escolha das sementes à comercialização dos alimentos. “Na parte de assistência técnica, trabalhamos com o plantio, irrigação, adubação, todo o trato da cultura, mas também mostrando como participar de programas de compras institucionais”, explica Prado. “Incentivamos o policultivo, em que o produtor trabalha com mais de uma cultura para oferecer variedade e evitar nuances de mercado, ganhando mais segurança financeira”. Foi assim que a produtora rural Michelly Priscilla Campos aumentou a variedade de culturas cultivadas no Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. “Sempre plantamos hortaliças, mas há uns três anos começamos com o açaí e o café, com apoio da Emater-DF. Agora também estamos com o jiló, o maxixe e o quiabo”, explicou ela, acrescentando que a ampliação possibilitará a criação de uma agrofloresta na propriedade, mantida por ela e a família, com apoio de dois funcionários. “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão” Michelly Priscilla Campos, produtora rural Para dar conta da demanda, Michelly começa o dia ainda de madrugada e divide os cuidados entre a própria chácara e as plantações do sogro. “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão”, afirma. “A Emater-DF está sempre aqui com a gente, qualquer dúvida mandamos mensagem e rapidamente nos respondem”. Os resultados das colheitas de Michelly são direcionados ao Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal e à Feira do Produtor de Ceilândia. “A minha vida é a roça. Nos dias de feira, acordo às 3h da manhã, organizo as coisas, dou café da manhã para os trabalhadores e já começamos as vendas. Na segunda e na sexta, é dia de colher, enquanto na terça colocamos adubo em tudo. E assim a gente continua trabalhando e vivendo da terra”, completa. Linha de crédito exclusiva para mulheres A governadora Celina Leão sancionou uma linha de crédito para mulheres do campo, em maio deste ano, com o objetivo de garantir autonomia e condições adequadas de trabalho ao público feminino. A modalidade faz parte do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Desde 2019 até maio deste ano, foram aprovados mais de R$ 67 milhões em crédito rural para 1.262 mil projetos elaborados pela Emater-DF. Com diferentes modalidades de financiamento, os recursos foram destinados ao fortalecimento da agricultura familiar e da produção rural, atendendo produtores individuais, associações e cooperativas, sobretudo aqueles que participam de programas de compras governamentais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF). Dois programas de crédito são mantidos pelo GDF: o Prospera, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), e o FDR, da Seagri-DF. As iniciativas de âmbito nacional englobam o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), e o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), entre outras. Além da assistência técnica, a Emater-DF oferece cursos, oficinas e treinamentos voltados à gestão, liderança, empreendedorismo e processamento de alimentos. As capacitações são realizadas tanto nos escritórios locais quanto no Centro de Capacitação Tecnológica e Desenvolvimento Rural (Cepol). Outra iniciativa é o Encontro Distrital de Mulheres Rurais, que reúne moradoras de diversas regiões administrativas para um dia totalmente voltado à interação e à troca de conhecimento, com realização a cada dois anos.
Ler mais...
Esporte fortalece reintegração de jovens no sistema socioeducativo do DF
Os projetos voltados à reintegração de jovens e adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas no Distrito Federal têm no esporte um dos principais instrumentos de transformação. No sistema socioeducativo da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), o eixo esportivo ocupa papel estratégico na promoção da cidadania, da convivência coletiva e do desenvolvimento integral dos adolescentes. A I Olimpíada Socioeducativa, realizada em maio, ampliou as oportunidades de integração, convivência e valorização dos adolescentes | Fotos: Divulgação Sejus-DF “Por intermédio do esporte, incentivamos valores e resgatamos a confiança e a autoestima dos socioeducandos, congregamos a participação dos servidores e reunimos as unidades para a celebração do trabalho e dos seus resultados” Daniel Fernandes, subsecretário do Sistema Socioeducativo do DF Segundo o subsecretário do Sistema Socioeducativo do DF, Daniel Fernandes, a Sejus-DF vem trabalhando nos últimos seis anos para que o sistema socioeducativo da região avance na concretização e no cumprimento da legislação de regência e na garantia de direitos dos jovens e adolescentes em acompanhamento nas diversas unidades. “Por intermédio do esporte, incentivamos valores e resgatamos a confiança e a autoestima dos socioeducandos, congregamos a participação dos servidores e reunimos as unidades para a celebração do trabalho e dos seus resultados.” Apoio de parceiros externos O Sistema Socioeducativo do DF desenvolve diversos projetos e iniciativas esportivas que contemplam as especificidades de cada unidade e o perfil dos jovens atendidos. Entre as ações estão os torneios de futsal nas unidades de internação, promovidos com apoio de parceiros externos. Nessas atividades, os adolescentes são organizados em equipes que disputam partidas pautadas pelo espírito esportivo, respeito mútuo e trabalho em equipe, fortalecendo experiências positivas de convivência coletiva. O esporte passou a ter papel fundamental no processo socioeducativo dos jovens, que passaram a contar com a orientação de especialistas “O esporte se consolida como uma importante ferramenta de ressocialização, capaz de promover disciplina, respeito às regras, convivência coletiva, cooperação e autocontrole emocional dos adolescentes atendidos pelo sistema socioeducativo” Kauane Mineko, chefe da Unidade de Gestão de Políticas e Atenção à Saúde de Jovens e Adolescentes A chefe da Unidade de Gestão de Políticas e Atenção à Saúde de Jovens e Adolescentes, Kauane Mineko, ressalta que o esporte tem um papel fundamental no processo socioeducativo, pois vai muito além da prática física ou da competição. “Ele se consolida como uma importante ferramenta de ressocialização, capaz de promover disciplina, respeito às regras, convivência coletiva, cooperação e autocontrole emocional dos adolescentes atendidos pelo sistema socioeducativo”, afirma. Kauane acrescenta ainda que, ao participarem dessas atividades, os adolescentes experimentam olhar para si, identificar as potencialidades e as limitações, assim como valorizar o papel do colega e vivenciar a importância do trabalho em equipe. “Além disso, essas ações favorecem a redução de conflitos e incentivam a integração entre as unidades e os socioeducandos”, destaca. Segundo ela, o trabalho é fortalecer ainda mais iniciativas que utilizem o esporte como instrumento de educação, cidadania e inclusão social, para reconstruir trajetórias e desenvolver novos projetos de vida para esses adolescentes. Além do esporte, os jovens passam a contar com a experiência de especialistas de novas áreas, como artes cênicas, música, educação física e artes plásticas, incorporados ao quadro da carreira socioeducativa. A inclusão desses profissionais fortalece a integração entre os diferentes eixos pedagógicos nas atividades e projetos desenvolvidos nas unidades. A atuação integrada desses profissionais amplia significativamente o rol de propostas socioeducativas e favorece práticas interdisciplinares, desenvolvimento de habilidades múltiplas e a construção de estratégias mais humanizadas e participativas. Além disso, a diversidade de áreas contribui para o fortalecimento das interlocuções entre as unidades e medidas socioeducativas, que promovem maior troca de experiências, integração institucional e ampliação das oportunidades formativas ofertadas aos adolescentes e jovens atendidos Os jovens são organizados em equipes que disputam partidas pautadas pelo espírito esportivo, respeito mútuo e trabalho em equipe Propostas socioeducativas A I Olimpíada Socioeducativa, realizada em maio de 2026, ampliou as oportunidades de integração, convivência e valorização dos adolescentes. O evento reuniu modalidades como basquete adaptado, pingfut, frescobol, tênis de mesa, revezamento de 100 metros e arremesso de peso, além de atividades culturais, como a confecção de bandeiras, que incentivaram o trabalho em equipe e o protagonismo juvenil. Com a implantação do campo sintético na Unidade de Internação do Recanto das Emas (Unire), o futebol passou a integrar de forma mais estruturada a programação pedagógica, fortalecendo o esporte como ferramenta educativa e de inclusão social. A tradicional Copa Atlas de Futsal reúne, anualmente, equipes de diferentes unidades de internação e estimula o respeito, a convivência coletiva e o intercâmbio entre os adolescentes. Ao longo do ano letivo, os Jogos Interclasses também promovem disputas em modalidades como futsal, tênis de mesa e futmesa, de acordo com a realidade de cada unidade. Onde o caminho muda o destino [LEIA_TAMBEM]No meio do ano, os Jogos da Semiliberdade mobilizam jovens por meio de medidas socioeducativas, como torneios de golzinho e pingfut. Nas unidades femininas, atividades como alongamento, treinamento funcional e queimada ampliam o acesso a práticas corporais e incentivam o cuidado com a saúde. Além dos eventos, cada unidade desenvolve projetos próprios, como o "Corre – Onde o Caminho Muda o Destino”, da Unidade de Saída Sistemática (Uniss), que prepara adolescentes para corridas internas e externas. O xadrez também se destaca como ferramenta pedagógica, com campeonatos internos e participação em torneios externos. A prática estimula o raciocínio lógico, a concentração e o autocontrole, com resultados positivos no comportamento e na convivência dos adolescentes. Nas medidas em meio aberto, as atividades esportivas ocorrem em parceria com a rede local, incluindo assistência social, escolas e centros olímpicos, o que amplia o acesso às políticas públicas e fortalece vínculos comunitários. Ao promover participação, desenvolvimento humano e novas oportunidades, o eixo esporte reforça o caráter pedagógico e transformador do sistema socioeducativo. Os projetos atendem jovens em cumprimento de medidas, garantindo acesso ao esporte e ao lazer.
Ler mais...
Evento em Ceilândia celebra artes marciais como ferramenta de inclusão social
A Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis) participou, nesta segunda-feira (2), da cerimônia de troca de faixas no judô promovida pelo Instituto Olga Kos DF. O evento reuniu atletas, familiares, professores e membros da comunidade para celebrar o desenvolvimento esportivo e pessoal dos praticantes da modalidade. O projeto do Instituto Olga Kos atende públicos diversos em instituições parceiras do Distrito Federal, utilizando as artes marciais como instrumento de inclusão social, disciplina, convivência em grupo e desenvolvimento físico e cognitivo. Entre os participantes estão crianças, adolescentes, adultos e idosos com deficiência intelectual, além de alunos em situação de vulnerabilidade social. Fabrício Faleiro (centro): "Foi através do judô que aprendi valores que carrego até hoje, como disciplina, respeito às pessoas, perseverança e responsabilidade" | Fotos: Divulgação/Ceiis A cerimônia foi realizada no espaço da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes (Apaed), em Ceilândia. Instituição beneficente fundada em 1982 a partir da iniciativa de um grupo de oito pais de crianças com deficiência, a associação atua no atendimento de pessoas com deficiência intelectual e múltipla, desenvolvendo ações voltadas à inclusão, ao desenvolvimento e à promoção da qualidade de vida de seus usuários e familiares. A programação contou com momentos de grande simbolismo, como a tradicional cerimônia de troca de faixas, que representa a evolução técnica, o comprometimento e a dedicação dos alunos ao esporte. Durante o evento, o primeiro-cavalheiro do DF, Fabrício Faleiro, compartilhou sua experiência pessoal com o judô e destacou a importância do esporte na formação de valores que impactam a vida dentro e fora dos tatames. “Foi através do judô que aprendi valores que carrego até hoje, como disciplina, respeito às pessoas, perseverança e responsabilidade. O esporte transforma vidas e ajuda a formar cidadãos melhores”, afirmou. O primeiro-cavalheiro ressaltou que o esporte é uma importante ferramenta de inclusão social, fortalecimento comunitário e desenvolvimento humano, especialmente para crianças, adolescentes e pessoas em situação de vulnerabilidade. A parceria entre o Instituto Olga Kos e a Apaed oferece oportunidades de desenvolvimento físico, cognitivo e social em um ambiente de acolhimento, respeito e inclusão [LEIA_TAMBEM]A parceria entre o Instituto Olga Kos e a Apaed fortalece o acesso ao esporte como ferramenta de transformação social, oferecendo aos participantes oportunidades de desenvolvimento físico, cognitivo e social em um ambiente de acolhimento, respeito e inclusão. Além de celebrar as conquistas dos atletas, o encontro destacou a importância do incentivo às práticas esportivas como caminho para o desenvolvimento de valores essenciais, fortalecimento dos vínculos familiares e construção de perspectivas positivas para o futuro. Por meio de parcerias como a estabelecida entre o Instituto Olga Kos e a Apaed, o Distrito Federal fortalece ações que unem esporte, inclusão e desenvolvimento humano, criando oportunidades para que cada vez mais pessoas possam alcançar seu potencial e exercer plenamente sua cidadania. *Com informações da Ceiis
Ler mais...
Cinema inclusivo leva estudantes ao Cine Brasília em ação pedagógica
Uma manhã diferente, fora da rotina e cheia de descobertas. Foi assim que estudantes do Centro de Ensino Especial (CEE) 01 do Guará viveram a experiência desta quarta-feira (8), no Cine Brasília. Cerca de 40 estudantes participaram de uma sessão adaptada do projeto Cinema Inclusivo e Especial. Para muitos, mais do que assistir a um filme, foi a oportunidade de ocupar um espaço cultural da cidade e vivenciar algo novo. A atividade integra o projeto Territórios Culturais, que aproxima estudantes da rede pública dos equipamentos culturais do Distrito Federal. A iniciativa é realizada em parceria entre as secretarias de Educação (SEEDF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). No período da tarde, estudantes do CEE 01 de Santa Maria também participaram da programação. Estudantes do CEE 01 do Guará assistiram ao filme ‘Cara de um, focinho de outro’, no Cine Brasília | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF Atentos ao enredo da animação Cara de um, focinho de outro, os pequenos acompanharam a história que traz valores, como a importância de preservar a natureza, a união, a amizade e o trabalho em equipe. “Eu acho uma experiência bem enriquecedora, muitas vezes eles não têm oportunidade de transitar nesses espaços culturais. Eu achei bacana, principalmente por ter uma adaptação, uma acessibilidade. Isso faz parte do desenvolvimento deles, esse acesso à cultura, arte, experiência de socialização, interação”, afirma a coordenadora pedagógica do CEE 01 do Guará, Bruna Ferraz. Territórios Culturais Illane Nogueira: "Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos" O projeto Territórios Culturais tem como objetivo incentivar a conexão entre as unidades escolares e os patrimônios culturais do DF, transformando esses espaços em extensões do processo educativo e fortalecendo o sentimento de pertencimento. “Nós temos um pré-agendamento, por meio das escolas que se inscreveram para o projeto, selecionamos as escolas de todas as coordenações regionais de ensino e o transporte traz os estudantes. Nós enviamos o material pedagógico dos Territórios Culturais para que os professores possam trabalhar os temas do filme a que os meninos vão assistir. Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos”, descreve a responsável pelo projeto, Ilane Nogueira. Coordenada pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, a ação se repete há quatro anos e vem sendo ampliada para atender diferentes perfis de estudantes, sempre com atenção às necessidades de cada grupo. "Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais" Alex Vasconcelos, assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral “Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais. Então, escolhemos o público e vamos adequar a sessão para esse perfil. Hoje, estamos com a sessão à meia-luz, por conta da sensibilidade dos estudantes, som mais baixo, ar-condicionado não muito gelado. Se estamos recebendo deficiente auditivo, por exemplo, a gente busca ter uma janela de libras aberta, se for deficiente visual é necessário a audiodescrição”, destaca o assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, Alex Vasconcelos. Conforme a Portaria nº 265, de 16 de agosto de 2016, são princípios básicos da Educação Patrimonial: memória, identidade, preservação, pluralismo, acessibilidade, valorização, formação e a abordagem inter, multi e transdisciplinar. Para participar do projeto, algumas orientações são importantes: realizar o agendamento prévio, verificar a classificação indicativa dos filmes, preparar os estudantes com atividades sobre cinema e patrimônio, além de orientar sobre roupas confortáveis, hidratação e alimentação. *Com informações da Secretaria de Educação (SEE-DF)
Ler mais...
GDF promove solenidade de boas-vindas ao novo ciclo do Jovem Candango
O Governo do Distrito Federal promove, na segunda-feira (23), a solenidade de boas-vindas ao ciclo 2025/2027 do programa Jovem Candango. O evento será realizado no Salão Branco do Palácio do Buriti e reunirá cerca de 700 jovens participantes, acompanhados de seus familiares em duas recepções, a primeira às 9h e a segunda, às 14h. Voltado à inclusão social e à formação cidadã, programa do GDF oferece oportunidades de desenvolvimento de aptidões | Foto: Divulgação A programação será dividida em dois momentos, com recepção e integração de 350 jovens em cada período. Durante a solenidade de abertura, os jovens receberão os uniformes do programa, que serão entregues após o ato oficial. Participarão os secretários da Família, Rodrigo Delmasso; e da Juventude, André Kubitschek. [LEIA_TAMBEM]O Jovem Candango é uma importante iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) voltada à inclusão social e à formação cidadã de jovens, oferecendo oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. Solenidade: Programa Jovem Candango — Ciclo 2025/2027 → Data: Segunda-feira (23) → Horários: às 9h e às 14h → Local: Salão Branco do Palácio do Buriti. *Com informações da Secretaria da Família (Sefami-DF)
Ler mais...
Festival Desportivo Inclusivo chega à 2ª edição com esporte, diversidade e inclusão em Ceilândia
A Praça dos Direitos da QNN 13, em Ceilândia, recebe neste sábado (7), das 8h às 13h, a 2ª edição do Festival Desportivo Inclusivo, iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com o Instituto Procip e com o Bravus Esporte Clube. O evento reforça o compromisso com a promoção do esporte como ferramenta de inclusão, convivência e transformação social. Pensado para acolher todas as pessoas, o festival dá atenção especial à comunidade LGBT+ e a mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas e pessoas com deficiência. A programação esportiva inclui competições de vôlei misto, futebol de campo masculino e futsal feminino, todas com premiações, estimulando a participação diversa e o respeito dentro e fora das quadras. Futebol de campo é uma das modalidades que serão disputadas no Festival Desportivo Inclusivo | Foto: João Marcos Teixeira/Sejus-DF Além das disputas esportivas, o público poderá acompanhar uma atração especial: a apresentação do Team UnB Cheerleading, equipe oficial de cheerleading da Universidade de Brasília (UnB), formada por estudantes-atletas de diferentes cursos da instituição. Cheerleading em destaque O cheerleading é uma modalidade esportiva que reúne elementos de ginástica, dança, força e acrobacias, exigindo alto nível técnico, disciplina e trabalho coletivo. Referência no esporte universitário, o Team UnB Cheerleading representa a UnB em competições regionais, nacionais e internacionais. Em 2025, a equipe conquistou três medalhas de ouro nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) e se destacou no Cheerfest Internacional, onde foi Grand Champion Universitário na categoria Coed 3 Non Tumbling, consolidando-se como uma das principais equipes universitárias do país. O Team UnB Cheerleading vai se apresentar no evento em Ceilândia | Foto: Divulgação A primeira edição do Festival Desportivo Inclusivo foi realizada em novembro de 2025 e reuniu mais de 500 pessoas, consolidando o evento como um espaço de convivência, lazer e promoção da cidadania por meio do esporte. Ao aliar esporte, diversidade e participação comunitária, o Festival Desportivo Inclusivo reafirma o papel das políticas públicas na construção de espaços de convivência mais justos, acessíveis e acolhedores para toda a população. Para o coordenador de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT da Sejus-DF, Eduardo Fonseca, o festival fortalece o esporte como espaço de pertencimento e respeito. “O Festival Desportivo Inclusivo mostra que o esporte pode e deve ser um ambiente seguro, acolhedor e democrático, onde todas as pessoas são respeitadas em sua diversidade”, destaca. "O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social" Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ressalta o papel da iniciativa na promoção da cidadania e da inclusão: “O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social. Ações como essa aproximam o poder público da comunidade e ajudam a construir uma sociedade mais justa e inclusiva.” *Com informações da Sejus-DF
Ler mais...
Estudante com transtorno do espectro autista lança segundo livro na Biblioteca Nacional de Brasília
“Meu novo livro nasceu das minhas influências”, contou o estudante Nicolas Xavier, do Centro Educacional (CED) Incra 8 de Brazlândia. Aos 18 anos, o jovem publicou o segundo livro, Pequenos Mundos: Barquinhos de Papel, que teve lançamento, na segunda-feira (8), na Biblioteca Nacional de Brasília. A trajetória literária de Nicolas é marcada por resiliência e talento. Diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), ele começou a escrever aos 9 anos, sempre incentivado pela família e pela equipe escolar. Em 2023, ele publicou a primeira obra, Astro Guardiões. Nicolas Xavier: "Cada capítulo carrega algo do que eu gosto de ler e imaginar" | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF “Meu novo livro nasceu também das ideias que fui juntando ao longo dos anos, até transformar tudo em uma história completa. Cada capítulo carrega algo do que eu gosto de ler e imaginar. Minha família esteve comigo em todas as etapas. Sem eles, nada disso teria acontecido”, contou o escritor. A subsecretária de Educação Inclusiva e Integral, Vera Lúcia Barros, destacou a dedicação do estudante, que participou das aulas do Enem Inclusivo e Especial de 2025, projeto da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que oferece aulões preparatórios para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a estudantes com deficiência ou transtornos funcionais. “O Nicolas sempre foi um dos alunos mais assíduos. Ver esse sonho se concretizar, com a presença tão forte da família e da escola, é muito emocionante. Neste espaço que respira cultura, fica evidente que a inclusão que defendemos é qualitativa e Nicolas é um exemplo disso”, afirmou. Família e escola Mãe de Nicolas, Lidiane Xavier: "Ver que o TEA não é um impedimento e que ele pode chegar onde quiser é muito emocionante" A mãe do estudante, Lidiane Xavier, contou que o incentivo escolar foi determinante para despertar o gosto do filho pela leitura e pela escrita. “O Nicolas sempre teve mais facilidade com a área de exatas e enfrentou desafios na alfabetização. O apoio da escola e da família, especialmente do avô materno, que também é escritor, foi essencial para criar nele o hábito da leitura”, lembrou Lidiane. “Ver que o TEA não é um impedimento e que ele pode chegar onde quiser é muito emocionante. A escola esteve conosco desde o lançamento do primeiro livro até este evento, oferecendo suporte que sozinhos não conseguiríamos”, relatou. O incentivo do CED Incra 08 de Brazlândia foi fundamental, como explica a professora Ivonete Vieira, responsável pela biblioteca escolar. Em 2023, Nicolas apresentou Astro Guardiões à comunidade escolar e a obra foi escolhida pelos alunos como livro de estudo e tema da feira cultural daquele ano, com encenações, leituras e criação de personagens inspirados no autor. Nesse período, Ivonete o convidou para atuar como voluntário na biblioteca da escola. Mais tarde, após uma visita à Biblioteca Nacional de Brasília, surgiu a oportunidade de realizar ali o lançamento do novo livro. "A inclusão torna-se real quando a comunidade escolar acredita, apoia e celebra junto" Ivonete Vieira, professora A turma de Nicolas fez questão de acompanhar o lançamento e, em sinal de acolhimento, transferiu a confraternização dos formandos para a Biblioteca Nacional. “O gesto mostra como a inclusão torna-se real quando a comunidade escolar acredita, apoia e celebra junto”, afirmou a professora Ivonete. O vice-diretor da escola, Raul Trindade, também participou do lançamento e revelou a emoção ao descobrir que é um dos personagens do livro. A amizade entre ele e Nicolas começou ainda no 9º ano, quando Raul levava a guitarra para as aulas de história e utilizava música como recurso pedagógico. “Quando soube que o personagem Raul foi inspirado em mim, fiquei muito feliz. O Nicolas ilumina qualquer ambiente. Ele é curioso, dedicado e cheio de imaginação. Acompanhar a sua evolução como autor é uma alegria para toda a escola. Temos certeza de que muitos outros livros virão”, destacou. *Com informações da Secretaria de Educação
Ler mais...
Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019
O Cartão Material Escolar, destinado a estudantes regularmente matriculados na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, já beneficiou aproximadamente 865 mil estudantes desde 2019, segundo a Secretaria de Educação (SEEDF). O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) ultrapassa R$ 267,6 milhões e atende estudantes de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação especial. O programa é executado pela SEEDF em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando, em 2025, um investimento de mais de R$ 50 milhões. "O Cartão Material Escolar é um programa extremamente importante para a rede pública de ensino do DF, pois permite a inclusão social desses alunos. Estudantes, que muitas vezes não têm condições de comprar o material escolar, ganham, com o benefício, a igualdade de escolha dos materiais”, afirma a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Segundo ela, a pasta tem trabalhado pela expansão e melhoria do programa e isso se reflete na queda das queixas recebidas nas ouvidorias. O programa é realizado pelas secretarias de Educação e de Desenvolvimento Social, e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília "Nos dois primeiros meses do ano, conseguimos diminuir em cerca de 86% as manifestações registradas, quando comparamos com o ano passado, o que demonstra o impacto positivo da iniciativa na melhoria do atendimento e da comunicação com a comunidade escolar”, conclui Hélvia Paranaguá. O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e ensino fundamental, e R$ 240 para os do ensino médio. A compra deve ser feita exclusivamente em papelarias credenciadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Abideen Hayford, 42 anos, natural de Gana e moradora de Brasília há cinco anos, é mãe solo de duas crianças de 5 e 7 anos. Ela conta que recebeu o cartão no ano passado e já utilizou duas vezes. “Foi uma ótima experiência. Consegui comprar todos os materiais necessários para a escola com facilidade, como livros, materiais de escrita e a mochila escolar.” Como mãe solteira, ela ressalta o desafio de garantir toda a lista de materiais. “Este ano, por exemplo, eles pediram uma mochila de rodinhas, e só consegui comprar graças ao cartão. O benefício ajuda bastante”, afirma. Confira o número de estudantes beneficiados e o valor investido pelo GDF: 2019 estudantes atendidos: 64.652 valor investido: R$ 19.987.040,00 2020 estudantes atendidos: 101.223 valor investido: R$ 31.729.015,00 2021 estudantes atendidos: 96.405 valor investido: R$ 29.669.040,00 2022 estudantes atendidos: 117.161 valor investido: R$ 36.150.240,00 2023 estudantes atendidos: 142.822 valor investido: R$ 44.365.840,00 2024 estudantes atendidos: 175.623 valor investido: R$ 54.198.800,00 2025 estudantes atendidos: 167.042 valor investido: R$ 51.524.160,00 Total estudantes atendidos: 864.928 valor investido: R$ 267.624.135,00 Autonomia Criado na gestão do governador Ibaneis Rocha, em 2019, o Cartão Material Escolar foi implementado como alternativa à entrega das cestas de material. A proposta levou mais autonomia às famílias, que passaram a ter liberdade para escolher os itens conforme a necessidade dos estudantes. A lista de materiais permitidos varia de acordo com a etapa e modalidade de ensino e também pode ser acessada no site da Secretaria de Educação.
Ler mais...
Projeto de jiu-jítsu do 2º BPM forma nova turma com 50 crianças em Taguatinga
O projeto de jiu-jítsu do 2º Batalhão da Polícia Militar (BPM) do Distrito Federal, referência em inclusão social e aproximação comunitária, realizou nessa sexta-feira (21), a cerimônia de graduação dos atletas no Centro Cultural Taguaparque, localizado ao lado da Administração Regional de Taguatinga. Com mais de 20 anos de atuação, o projeto atende atualmente 50 crianças com idades entre 7 e 12 anos, nos turnos matutino e vespertino. A iniciativa apresenta à comunidade a arte suave, promovendo disciplina, respeito, autoestima, condicionamento físico e convivência saudável — valores fundamentais para o desenvolvimento social e emocional dos alunos. [LEIA_TAMBEM]Ao longo de duas décadas, o projeto tem contribuído significativamente para fortalecer o vínculo entre a Polícia Militar e a comunidade de Taguatinga, oferecendo um espaço seguro de aprendizado, incentivo ao esporte e formação cidadã. A cerimônia de graduação celebra o esforço, a evolução técnica e o comprometimento das crianças que integram o projeto, reafirmando o papel da PMDF na promoção de ações educativas e de prevenção social. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)
Ler mais...
Evento debate inclusão e equidade no atendimento odontológico a pessoas com deficiência
Cirurgiões-dentistas e técnicos em saúde bucal da Secretaria de Saúde (SES-DF) e alunos de odontologia participaram, nesta quarta-feira (29), do 1º Diálogo pela Saúde Bucal da Pessoa com Deficiência no Distrito Federal. O encontro buscou discutir estratégias para aprimorar a assistência odontológica inclusiva na rede pública, promovendo o acesso equitativo e qualificado a esse público. Na abertura, a gerente de Odontologia da SES-DF, Daniela Marques, destacou a relevância da iniciativa para o fortalecimento da política de inclusão. “O atendimento odontológico a pacientes com deficiência busca garantir acolhimento, cuidado integral e encaminhamento adequado em todos os níveis de atenção. É um trabalho contínuo”, afirmou. O encontro buscou discutir estratégias para aprimorar o atendimento odontológico inclusivo na rede pública | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Para o coordenador-geral de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Edson Hilan Gomes, incorporar a isonomia como princípio orientador das ações da rede é essencial. “Essa temática é uma forma concreta de visualizar a importância da equidade no Sistema Único de Saúde [SUS]. A política nacional Brasil Sorridente pretende garantir o cuidado às pessoas que mais necessitam, dando mais a quem precisa mais. Esse espaço é uma oportunidade de fortalecer parcerias e ampliar o apoio às ações desenvolvidas no DF”, observou. Os presentes puderam participar de palestras, conversas e apresentações de experiências bem-sucedidas na área de odontologia a pacientes com necessidades especiais no SUS. Também foi realizada uma oficina interativa voltada à construção de propostas de melhoria dos serviços prestados nas unidades públicas de saúde bucal. Fabiana Montandon: "Queremos apresentar às autoridades as principais dificuldades enfrentadas na rotina do atendimento e propor caminhos para um serviço mais acessível" “Queremos apresentar às autoridades as principais dificuldades enfrentadas na rotina do atendimento e propor caminhos para um serviço mais acessível e acolhedor”, explicou a cirurgiã-dentista da SES-DF e especialista em OPNE, Fabiana Montandon. [LEIA_TAMBEM]A professora da Universidade de Brasília (UnB), Bruna Lavinas, responsável pela disciplina optativa de OPNE, ressaltou o impacto da inclusão inédita do conteúdo na grade curricular da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB. “Quando o estudante compreende, ainda na graduação, as particularidades do cuidado a pessoas com deficiência, ele passa a enxergar o paciente em sua totalidade, com empatia, preparo técnico e sensibilidade social”, avaliou. Atualmente, a capital federal conta com 14 Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs), que ofertam atendimento às pessoas com deficiência, sendo 12 sob gestão da SES-DF. O acesso aos serviços começa pela Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência https://www.saude.df.gov.br/unidades-basicas, onde o paciente é acolhido, avaliado e, quando necessário, direcionado à assistência especializada por meio do Sistema de Regulação. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
Ler mais...
Ampliação do acesso ao ensino técnico no DF é apresentada em evento na capital
Agência Brasília · AMPLIAÇÃO DO ACESSO AO ENSINO TÉCNICO NO DF É APRESENTADA EM EVENTO NA CAPITAL Autoridades, especialistas e representantes de instituições públicas e privadas reuniram-se, nesta terça-feira (9), para discutir alternativas que possam tornar a qualificação profissional mais ágil, eficiente e conectada às demandas atuais do mercado, no encontro CB Fórum Educação Profissional e o Mercado de Trabalho, realizado no auditório do jornal Correio Braziliense. Na abertura do evento, a vice-governadora (na função de governadora em exercício) Celina Leão destacou as entregas recentes da Secretaria de Educação (SEEDF) voltadas à formação técnica. “A SEEDF entregou uma nova escola técnica no Paranoá, e ainda vamos entregar mais duas novas escolas da educação profissional, pensando nessa formação que realmente oferece a capacitação a esses alunos”, afirmou Celina. “Os estudantes saem de lá com uma formação técnica especializada, capacitando esses jovens para o primeiro emprego. Nós temos quase 1,1 milhão empregos formais aqui no DF, um dos melhores índices em muitos anos, para que tenhamos pessoas com a formação adequada para as vagas que o mercado de trabalho exige”, informou a governadora em exercício. Impacto da qualificação Hélvia Paranaguá reforçou que a Educação Profissional e Tecnológica tem desempenhado papel fundamental na transformação da realidade de muitos estudantes da rede pública | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) tem desempenhado papel fundamental na transformação da realidade de muitos estudantes da rede pública. “Fazemos todo um trabalho de identificar as áreas de maior demanda no Distrito Federal e no mundo”, explicou. Hélvia ressaltou que 50 jovens da EPT da rede pública embarcaram na semana passada para o programa de formação Pontes para o Mundo, no Reino Unido. Estudantes do Pontes para o Mundo ficarão três meses no Reino Unido | Foto: Jotta Casttro/SEEDF [LEIA_TAMBEM]A secretária destacou, ainda, que a rede pública de ensino do DF ampliou de forma expressiva a oferta de vagas em educação profissional nos últimos anos. O crescimento, segundo ela, superou 30% graças a parcerias firmadas com instituições formadoras. “As parcerias nos deram fôlego e novas opções de cursos, permitindo ampliar bastante o leque de formação para os nossos estudantes”, comentou. Hélvia comemorou também os números do crescimento da EPT na SEEDF. “Hoje, temos cerca de 82 mil alunos no ensino médio, e a meta é chegar a 30 mil matriculados em educação profissional, o que atende ao Plano Nacional de Educação [PNE] e ao Plano Distrital de Educação [PDE]. Já alcançamos resultados importantes, mas queremos ampliar muito mais”, concluiu a gestora. O debate reforçou a necessidade de aumentar os investimentos em educação profissional como estratégia de desenvolvimento nacional. A defesa da prática como eixo central da formação, aliada ao fortalecimento das políticas públicas de capacitação, apareceu como caminho para garantir não apenas o acesso, mas também a permanência de estudantes em cursos que preparem de fato para o mundo do trabalho. *Com informações da Secretaria de Educação
Ler mais...
Com Centros de Iniciação Desportiva Paralímpicos, GDF amplia inclusão de pessoas com deficiência
Com 13 polos em funcionamento em oito regiões administrativas do Distrito Federal, os Centros de Iniciação Desportiva Paralímpicos (CIDPs) têm se consolidado como referência de inclusão social pelo esporte. A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Educação (SEEDF), já beneficiou mais de 1,3 mil estudantes desde 2019, oferecendo às pessoas com deficiência que estudam nas escolas públicas do DF sete modalidades adaptadas gratuitamente. As atividades são praticadas no contraturno escolar. O projeto vem mudando a vida de crianças e adolescentes, promovendo autoestima, integração e até oportunidades de se tornarem atletas de alto rendimento. As modalidades disponíveis atualmente são: natação paralímpica, futebol de paralisados cerebrais, bocha/bocha paralímpica, judô paralímpico, futsal e futebol, atletismo e parabadminton. Veja a relação completa de unidades e modalidades oferecidas pelo GDF. O professor Létisson Samarone Pereira se orgulha dos alunos do CIDP: "Aqui, eles se descobrem capazes, ganham independência e até representam o DF em competições nacionais e internacionais" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Do bullying às medalhas No CIDP de Taguatinga, referência em parabadminton, o professor Létisson Samarone Pereira conta que muitos alunos chegam retraídos, inseguros e sem perspectiva. “Aqui, eles se descobrem capazes, ganham independência e até representam o DF em competições nacionais e internacionais. O CIDP mostra para a família e para a sociedade que eles são plenamente capazes”, afirma. “Muitos de nossos alunos saem daqui com bolsas, participam de campeonatos fora do DF e até passam a viver do esporte. É uma mudança de vida completa”, acrescenta. A professora Cláudia Dionice Alves destaca o reflexo imediato na escola. “Um aluno que sofria bullying passa a ser admirado depois de conquistar uma medalha. Isso muda tudo: autoestima, disciplina, saúde e até o rendimento escolar. O CIDP abre horizontes que a sala de aula sozinha não consegue dar”, reforça. “O CID mostra que o aluno com deficiência não precisa ser tratado com pena; ele é capaz, competitivo e pode ir muito longe”, ensina. Cláudia também ressalta o apoio do GDF na estrutura: “O parabadminton, por exemplo, exige material caro. Mas os centros contam com raquetes, petecas e espaço adequado graças ao Pdaf [Programa de Descentralização Administrativa e Financeira], o que democratiza o acesso”. Os recursos para manutenção e materiais são repassados pelo Pdaf às regionais de ensino, que gerem cada polo. Histórias que inspiram Miguel Santana: "O esporte é caro, mas aqui é acessível e transformador" Entre os alunos, Miguel Santana é exemplo de como o projeto transforma a vida dos participantes. Há três meses no CIDP, ele já até participou de campeonato. “Aqui não tem exclusão, todo mundo é igual. Quem não conhece precisa vir. O esporte é caro, mas aqui é acessível e transformador”, conta. “Antes eu ficava em casa sem fazer nada. Agora, tenho amigos, treino e me sinto parte de um time”, acrescenta. Já Evelyn Andrade, 16 anos, chegou tímida e insegura. Hoje, é atleta de alto rendimento no parabadminton. “Eu sempre tive vergonha da minha deficiência. No CID, aprendi a me aceitar e a acreditar em outras meninas e quero mostrar que todas podem. Recentemente, fui convocada para o Pan-Americano. Quando entrei, não acreditava que seria capaz de competir. Hoje, meu sonho é ser atleta paralímpica e sei que vou conseguir graças ao projeto”, comemora. Campeões que apontam caminhos Júlio César Godói é bicampeão parapan-americano e atualmente o 10º do ranking mundial de simples no parabadminton O CIDP de Taguatinga também é casa de atletas de ponta, como Júlio César Godói, bicampeão parapan-americano e atualmente o 10º do ranking mundial de simples no parabadminton. Ele treina ao lado de estudantes e lembra que a convivência é uma troca valiosa: “Quando as crianças nos veem, querem seguir o mesmo caminho. Essa inspiração é fundamental: aprendemos com eles e eles aprendem com a gente. É gratificante ver no olhar deles a vontade de crescer. Cada vitória dos alunos é também uma vitória nossa como professores e atletas”, afirma. Ao lado do parceiro Marcelo Alves, o atleta ocupa, ainda, a 4ª posição mundial nas duplas. Como participar [LEIA_TAMBEM]As inscrições são gratuitas e devem ser feitas nas coordenações regionais de ensino. É necessário apresentar atestado médico e documentos do aluno e do responsável. As aulas ocorrem às segundas, quartas e sextas-feiras, nos turnos matutino e vespertino, de acordo com a disponibilidade do estudante. “Queremos quadras lotadas e mais jovens descobrindo suas capacidades. O esporte paralímpico transforma e precisa ser cada vez mais divulgado”, conclui Cláudia Dionice. Os CIDPs dão acesso às práticas esportivas voltadas à iniciação, aperfeiçoamento e participação em competições. As aulas são gratuitas e acontecem no contraturno escolar. Estudantes da rede pública de ensino e entidades conveniadas da SEEDF com comprometimento funcional, auditivo, intelectual e físico. No caso da existência de vagas remanescentes, é ofertado à comunidade. A solicitação deverá ser feita de forma presencial na Coordenação Regional de Ensino.
Ler mais...
Projeto oferece atividades físicas com transporte gratuito para idosas das vilas Telebrasília e Planalto
Agência Brasília · PROJETO OFERECE ATIVIDADES FÍSICAS COM TRANSPORTE GRATUITO PARA IDOSAS DAS VILAS TELEBRASÍLIA E PLANALTO Com foco na inclusão social, na autonomia e no bem-estar de mulheres com 60 anos ou mais, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher do DF (SMDF) lançou, nesta terça-feira (22), o projeto "Mulher 60+ – Ainda Estou Aqui: Escuta Qualificada", a ser realizado de 18 de agosto a 18 de dezembro, na sede do Centro Presbiteriano Idade e Experiência (CPIE), na Asa Sul. A iniciativa é voltada, prioritariamente, às moradoras das comunidades da Vila Telebrasília e da Vila Planalto. Fruto da parceria entre a Secretaria da Mulher e o CPIE, o projeto está alinhado ao Eixo 9 do Plano Distrital de Políticas para as Mulheres (PDPM), que trata do envelhecimento ativo, da equidade de gênero e da valorização do protagonismo feminino em todas as fases da vida. Por meio de uma abordagem que une escuta qualificada, atividades físicas adaptadas e acompanhamento psicossocial, a ação busca valorizar o envelhecimento como uma fase de potência e de novas possibilidades. Com foco prioritário em idosas das vilas Telebrasília e Planalto, projeto da Secretaria da Mulher vai oferecer atividades físicas e acompanhamento psicossocial | Foto: Vinícius de Melo/Arquivo SMDF A vice-governadora do DF, Celina Leão, destaca o papel do projeto na promoção da dignidade e no fortalecimento da autoestima das participantes. “Valorizar a mulher idosa é reconhecer sua história, sua força e o papel essencial que desempenha nas famílias e nas comunidades. O projeto Mulher 60+ é um espaço de acolhimento, de escuta e, principalmente, de promoção da autonomia. O GDF segue firme no compromisso de garantir políticas públicas que respeitem e incluam todas as mulheres, em todas as fases da vida”, afirma Celina. [LEIA_TAMBEM]Entre as atividades gratuitas oferecidas estão hidroginástica, alongamento, pilates e atendimentos com assistente social, sempre com foco no cuidado integral e no convívio comunitário. As participantes também contarão com transporte gratuito em ônibus acessível, com saída da Vila Telebrasília e da Vila Planalto. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressalta a importância da iniciativa no fortalecimento das políticas de gênero voltadas ao envelhecimento. “O projeto Mulher 60+ é uma ação estratégica que une cuidado, inclusão e valorização da trajetória das mulheres idosas do DF. Estamos promovendo não só bem-estar físico e emocional, mas também reconhecimento e pertencimento. É um passo importante para que elas se sintam vistas, ouvidas e respeitadas”, destaca. Como participar As inscrições estão abertas até o dia 8 de agosto, na sede do CPIE (SGAS 906, Conjunto A, Bloco 6/7). Para participar, é necessário apresentar CPF, RG e comprovante de residência, além de passar por uma triagem com entrevista e avaliação física. As atividades ocorrerão de segunda a quinta-feira, nos turnos matutino e vespertino, com organização das participantes em grupos. O projeto é uma oportunidade concreta de construir um DF mais justo, inclusivo e com políticas públicas efetivas para todas as mulheres – em especial, aquelas que tanto contribuíram e ainda contribuem para o desenvolvimento das comunidades e da cidade. *Com informações da Secretaria da Mulher
Ler mais...
Projeto social oferece aulas de jiu-jítsu e boxe no Recanto das Emas
A Polícia Militar do Distrito Federal deu início a um projeto social na sede do 28º Batalhão (28º BPM), no Recanto das Emas. A iniciativa promove a inclusão social, a cidadania e hábitos de vida saudáveis por meio da prática esportiva. O projeto conta com 67 inscritos entre crianças, adolescentes e adultos da comunidade e da própria corporação. A seleção dos participantes foi feita por meio de inscrições abertas via formulário online, sem restrições — um convite à participação de toda a sociedade. As aulas ocorrem nas dependências do 28º BPM e têm como foco oferecer atividades esportivas à população | Foto: Divulgação/PMDF [LEIA_TAMBEM]Os idealizadores do projeto ー o 2º Sargento João Gabriel Ogawa, instrutor de jiu-jítsu, e o funcionário civil Brenno Moura Vieira, instrutor de boxe ー investiram recursos próprios na compra de tatames, luvas e materiais esportivos. Atualmente, são disponibilizados 50 m² de tatame, além de equipamentos para as aulas. Sem apoio institucional até o momento, os organizadores ainda buscam parcerias com o poder público e a iniciativa privada para garantir a ampliação e a continuidade do projeto. As classes ocorrem nas dependências do 28º BPM e têm como foco oferecer alternativas concretas à população em situação de vulnerabilidade, afastando crianças e adolescentes de caminhos negativos como as drogas e a criminalidade. Entre os valores que a iniciativa pretende transmitir aos alunos, destacam-se o respeito, a disciplina, a perseverança e a valorização da família. “O esporte transforma. Ele cria disciplina, fortalece vínculos e dá propósito. Com esse projeto, queremos atrair pessoas para hábitos saudáveis e aproximá-las da Polícia Militar, que é referência de proteção e ordem”, afirmou o Sargento Ogawa. *Com informações da PMDF
Ler mais...
FAPDF apoia publicação científica e participação internacional em congresso sobre diversidade e políticas públicas
O pesquisador João Vitor Rodrigues Gonçalves, doutorando em Administração Pública e Governo pela FGV e em Direitos Humanos e Cidadania pela Universidade de Brasília (UnB), teve recentemente um artigo publicado na revista internacional Development Policy Review. O trabalho foi viabilizado com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, por meio do Edital FAPDF Publica (2023), voltado à divulgação de iniciativas científicas. Professor João Vitor Rodrigues Gonçalves apresenta estudo sobre inclusão social de pessoas trans no Congresso em Portugal, com apoio da FAPDF à mobilidade científica | Foto: Divulgação/FAPDF O artigo de João Vitor, que atua como professor voluntário em cursos de graduação na UnB e como professor assistente no mestrado da FGV-Brasília, analisa o Programa Transcidadania, da Prefeitura de São Paulo, como modelo de reintegração social voltado à população trans em situação de vulnerabilidade. Baseado em entrevistas e análises institucionais, o estudo propõe a replicação do modelo em outros contextos urbanos do Sul Global - conceito que abrange os países que enfrentaram, historicamente, maior desigualdade econômica, colonização ou marginalização geopolítica -, contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas mais inclusivas e eficazes. [LEIA_TAMBEM]O pesquisador destaca a importância de políticas públicas estruturadas para a população trans. “A sociedade brasileira tem uma dívida histórica com essa comunidade. O programa, em atividade há mais de uma década, representa um ponto de partida possível para políticas de reinserção social com base na educação e na independência socioeconômica.” João Vitor também participou, com apoio da FAPDF, do congresso internacional realizado em Lisboa, Portugal, onde apresentou um novo estudo com temática semelhante, ainda inédito, voltado à diversidade e às políticas públicas de inclusão. A viagem foi fomentada por meio da 3ª Chamada do Edital 2024 – FAPDF Participa (Difusão Científica), que incentiva a mobilidade científica e a inserção internacional de pesquisadores do Distrito Federal. Desde a graduação, João Vitor já percebia a ausência de iniciativas voltadas à diversidade sexual e de gênero nas universidades. “Minha indignação acadêmica se transformou em uma agenda de pesquisa que busca reverberar os dilemas da população LGBTQIA+ por meio de instrumentos capazes de promover mudança e alguma equidade social”, afirma. João Vitor também destaca o papel da Fundação na valorização de projetos científicos com impacto social. “A FAPDF tem sido protagonista ao investir em pesquisas de alto impacto e ao apoiar jovens pesquisadores. Sem esse suporte, projetos como o Transcidadania dificilmente teriam a visibilidade e o alcance que alcançaram.” *Com informações da FAPDF
Ler mais...
Programa Ginástica nas Quadras celebra mais de três décadas de saúde e inclusão
Governo do Distrito Federal · PROGRAMA GINÁSTICA NAS QUADRAS CELEBRA MAIS DE TRÊS DÉCADAS DE SAÚDE E INCLUSÃO O Parque da Cidade, em Brasília, foi palco, nesta sexta-feira (30), do 3º Encontro Distrital do Programa Ginástica nas Quadras (PGinq), iniciativa de promoção da saúde, bem-estar e integração social. Com mais de 30 anos de história e 45 polos ativos em diferentes regiões administrativas, o programa atende gratuitamente cerca de 12 mil pessoas por ano, com foco na população da terceira idade. Na última terça-feira (27), foi publicada a Portaria nº 588, que institui a orientação pedagógica para o Programa Escola-Comunidade Ginástica nas Quadras, que fortalece a metodologia do programa, reafirmando o papel como política pública consolidada na rede de ensino. Parque da Cidade recebeu o 3º Encontro Distrital do Programa Ginástica nas Quadras | Foto: Mary Leal/SEEDF Durante a celebração, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressaltou a importância social da iniciativa, que vai além da prática esportiva. “O Ginástica nas Quadras veio para promover a saúde da comunidade aposentada, da melhor idade. Mas não é só isso. Eles socializam, se conectam. É muito importante que a gente alcance o idoso que está sozinho, e esse é um momento de integração e acolhimento”, destacou. A vice-governadora Celina Leão reforçou o compromisso do governo com a promoção da saúde por meio do esporte e da educação. “O 3º Encontro Distrital do Programa Ginástica nas Quadras reforça a marca de um governo que trata o esporte como política pública, priorizando a saúde física e mental da população, com inclusão e dignidade. É uma iniciativa que fortalece os laços entre escola e comunidade e promove qualidade de vida para todos.” Promoção da saúde Mais de 30 anos de história e 45 polos ativos em diferentes regiões administrativas; programa atende cerca de 12 mil pessoas por ano | Foto: Luh Fiuza/VGDF O programa funciona em quadras, parques e bairros do DF, oferecendo atividades como pilates e ginástica funcional, sempre conduzidas por profissionais de educação física da rede pública. O professor Ronaldo Seggiaro atua no projeto há seis anos em Taguatinga, e explica os pilares da iniciativa: “A gente tem alguns pilares, que é a atividade física como meio, mas a gente também tem a parte social, a parte psicológica e a interação das pessoas com a comunidade mesmo.” Maria Luciene Costa, de 65 anos, participante do polo de Vicente Pires, é um exemplo dos benefícios do programa. Antes sedentária e com dificuldades para frequentar academias, ela encontrou nas atividades físicas uma nova perspectiva de vida. O professor Ronaldo Seggiaro ao lado da mãe, Maria Luciene | Foto: Mary Leal/SEEDF “Estou com 65 anos e praticamente não sinto dores, porque a ginástica ajuda demais. Além disso, evita as filas nos hospitais. Espero que o programa cresça cada vez mais e que mais pessoas se conscientizem da importância da atividade física.” [LEIA_TAMBEM]A subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Soares Braga, lembrou que o programa nasceu dentro da rede pública de ensino e que seguirá como um projeto da Educação. “Este é um programa que nasceu na Educação e vai continuar na Educação. Muitos outros órgãos querem levar a Ginástica nas Quadras, mas a secretária Hélvia não abre mão”, afirmou, destacando o empenho da pasta na ampliação da iniciativa. O PGinq representa um modelo bem-sucedido de política pública, que fortalece os vínculos entre escola e comunidade, promovendo uma sociedade mais ativa, saudável e integrada. Com a perspectiva de expansão e o apoio governamental consolidado, o programa mantém-se como referência nacional na promoção da saúde comunitária por meio da educação. *Com informações da Secretaria de Educação
Ler mais...