Obras das calçadas e ciclovia da M2 entram na fase de concretagem em Ceilândia
As obras de implantação das novas calçadas e da ciclovia da M2 seguem em ritmo acelerado em Ceilândia. Após a retomada dos serviços nas últimas semanas, os trabalhos já alcançaram uma nova etapa, com a fase de concretagem sendo executada em diversos trechos da via. A intervenção faz parte do conjunto de investimentos realizados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para ampliar a acessibilidade, garantir mais segurança aos pedestres e incentivar a mobilidade sustentável na cidade. Equipes da empresa responsável pela obra atuam simultaneamente em diferentes pontos, promovendo a execução das bases, instalação de meios-fios e aplicação do concreto nas áreas destinadas à circulação de pedestres. Além de melhorar o deslocamento diário da população, a obra contempla infraestrutura adequada para ciclistas, fortalecendo o uso da bicicleta como alternativa de transporte e lazer. A iniciativa beneficia diretamente moradores, comerciantes e usuários que circulam pela região, oferecendo mais conforto, acessibilidade e segurança. Para quem acompanha de perto as mudanças, os benefícios já são motivo de expectativa. As novas calçadas seguem os padrões de acessibilidade, incluindo espaços adequados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Além de trazer mais segurança para quem pedala, a ciclovia vai deixar a região mais organizada e melhorar a circulação de moradores e trabalhadores que passam pelo local diariamente. Além de melhorar o deslocamento diário da população, a obra contempla infraestrutura adequada para ciclistas, fortalecendo o uso da bicicleta como alternativa de transporte e lazer | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Com os serviços em andamento e a concretagem já visível em alguns trechos, a população começa a acompanhar de perto a transformação de uma área que por muito tempo aguardava por melhorias. "Estamos acompanhando de perto a execução dos serviços para garantir que a população receba uma infraestrutura de qualidade. Essa obra representa mais segurança, acessibilidade e qualidade de vida para quem vive e circula em Ceilândia", destacou o administrador regional de Ceilândia, Renato Santana. A expectativa é que, com as próximas etapas, a cidade passe a contar com um corredor mais seguro, acessível e adequado às necessidades de pedestres e ciclistas, reforçando o compromisso do GDF com a mobilidade urbana. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Avenida Recanto das Emas terá obras com foco em acessibilidade, mobilidade e convivência
A Avenida Recanto das Emas, um dos principais eixos de circulação da região administrativa de mesmo nome, começa a ganhar novos contornos. Com a aprovação do projeto de requalificação viária pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), o espaço passa a ser pensado não apenas como via de passagem, mas como parte do cotidiano de quem vive e circula pela cidade. Objetivo da proposta é reorganizar o espaço urbano a partir de investimento na acessibilidade | Imagem: Divulgação/Seduh A proposta, que abrange o trecho entre as quadras 101/201 e 104/206, vai além de ajustes técnicos: reorganiza o espaço urbano com foco na acessibilidade, na segurança e na qualidade de vida. A portaria que oficializa o projeto de sistema viário foi publicada nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Prioridade é a população Entre as principais mudanças está a criação de rotas acessíveis e a adequação de calçadas, garantindo o deslocamento seguro de pedestres, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A proposta segue princípios do desenho universal e dialoga com políticas públicas voltadas para a inclusão e para a mobilidade urbana. “A criação de praças e espaços de permanência reforça esse novo olhar: a avenida deixa de ser apenas um eixo de circulação e passa a incorporar áreas de convivência e uso coletivo” Marcelo Vaz, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação Além disso, o projeto prevê a reforma de pontos de parada de transporte coletivo, melhoria nas travessias e implantação de medidas de moderação de tráfego, como plataformas elevadas nas esquinas, que contribuem para reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança viária. Mais verde e menos concreto A intervenção também propõe uma mudança importante na paisagem urbana. Áreas hoje impermeabilizadas darão lugar a espaços mais verdes, com a implantação de canteiros, jardineiras e o plantio de 93 novas árvores ao longo da avenida. “A criação de praças e espaços de permanência reforça esse novo olhar: a avenida deixa de ser apenas um eixo de circulação e passa a incorporar áreas de convivência e uso coletivo”, reforça o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Marcelo Vaz. O projeto compreende cerca de 22,8 mil metros quadrados de área urbanizada, com mais de 12 mil metros quadrados destinados a espaços acessíveis e cerca de 3 mil metros quadrados de áreas verdes. Organização e mobilidade A proposta também reorganiza trechos de estacionamento, com previsão de vagas específicas para pessoas com deficiência (PcDs), idosos e motocicletas, além de melhorias na circulação local. As intervenções foram planejadas de forma a não interferir nas redes subterrâneas existentes, mantendo a viabilidade técnica do projeto. [LEIA_TAMBEM]Outro ponto importante é que a reforma atualiza e complementa um projeto urbanístico anterior, de 1993, alinhando a avenida às normas mais recentes de mobilidade, acessibilidade e planejamento urbano. “A aprovação do projeto representa mais um passo no processo de qualificação dos espaços públicos do Distrito Federal”, enfatiza o subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura, Vitor Recondo. “No Recanto das Emas, a intervenção reconhece a importância da avenida no dia a dia da população e propõe um redesenho que acompanha essa dinâmica.” A reforma aponta para uma cidade que se adapta, se reorganiza e se aproxima das pessoas, criando caminhos mais seguros, espaços mais acolhedores e uma relação mais equilibrada entre mobilidade e convivência urbana. Após a aprovação do sistema viário, o processo será encaminhado à Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) para a elaboração dos projetos complementares e do orçamento. A portaria também determina que os documentos urbanísticos sejam disponibilizados no Sistema de Documentação Urbanística e Cartográfica no prazo de até sete dias após a publicação. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF)
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População participa da elaboração do projeto de lei sobre a mobilidade urbana do DF
Com mais de 6.120 propostas já consolidadas, chegou a fase final do trabalho de atualização do Plano Diretor de Transporte Urbano do Distrito Federal (PDTU-DF) e a criação do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do Distrito Federal (PMUS-DF). No próximo sábado (28), será realizada a audiência pública presencial para apresentação do relatório final e debate sobre o projeto de lei que vai instituir o novo plano. Quem quiser se antecipar e participar da elaboração do projeto de lei pela internet, pode inserir as sugestões diretamente no site do PDTU. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) publicou a versão preliminar do texto, que ficará disponível para leitura e manifestações escritas até sexta-feira, dia anterior à audiência pública. “Estamos na reta final de um projeto que percorreu as 35 regiões administrativas em duas etapas de oficinas de debate com a população, além de três audiências públicas e reuniões virtuais com órgãos públicos e a sociedade organizada. É muito importante que a população participe da quarta audiência pública, onde vamos debater os últimos ajustes para aprimorar o plano de mobilidade urbana do DF e o texto que vai transformar as propostas em lei”, destacou o titular da Semob-DF, Zeno Gonçalves. No próximo sábado (28), será realizada a audiência pública presencial para apresentação do relatório final e debate sobre o projeto de lei (PL) que vai instituir o novo plano | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O relatório final do PDTU/PMUS foi produzido pela equipe técnica da Semob e do LabTrans da Universidade Federal de Santa Catarina. O documento elenca as ações e obras que o GDF precisa realizar para melhorar a mobilidade urbana do DF nos próximos dez anos. De acordo com a minuta do projeto de lei, os dois planos serão unificados em um só planejamento estratégico, e passarão a ser chamados de Plano Diretor de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (PDTM-DF). Como participar pela internet Para se manifestar sobre a minuta do projeto de lei, basta acessar o site da Semob e clicar em PDTU (à direita do menu principal) ou diretamente no endereço do site do PDTU. Ao abrir a página, abaixo da foto principal, estão publicados um link para que a pessoa leia e opine sobre a minuta do projeto de lei do PDTU/Pmus, e outro sobre a convocação para a 4ª Audiência Pública — ambos com o botão clique aqui. Clicando para acessar a minuta do projeto de lei, o cidadão terá opções de incluir novo artigo no projeto de lei, manter o artigo como está ou sugerir alteração. Ao clicar para digitar a manifestação, será necessário fazer um breve cadastro com CPF para pessoa física ou CNPJ para pessoa jurídica, registrando também uma senha para o caso de desejar acessar o documento outras vezes. Audiência presencial A audiência pública presencial sobre o relatório final e o projeto de lei do PDTU será realizada no dia 28 de março, a partir das 9 horas, no auditório térreo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Na recepção, o público terá de assinar lista de presença, podendo se inscrever para intervenções orais e encaminhamento de propostas. A sessão será transmitida em tempo real pela internet com link de acesso disponível no site do PDTU. Serviço 4ª Audiência Pública do PDTU/Pmus Local: Auditório térreo do Dnit Endereço: Setor de Autarquias Norte Quadra 03 Lote A, Ed. Núcleo dos Transportes Recepção/inscrições: das 8h30 às 9h Duração: das 9h às 12h Transmissão online: link ficará disponível no site do PDTU *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF)
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Governador recebe livro institucional da TCB e destaca avanços no transporte público do DF
O governador Ibaneis Rocha recebeu, nesta quarta-feira (25), o livro institucional da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), entregue pela diretora-presidente da empresa, Maria Cecília Martins Lafetá. A publicação reúne a história dos 65 anos da companhia e destaca as transformações no transporte público do Distrito Federal nos últimos anos. A diretora-presidente da TCB, Maria Cecília Lafetá, com o governador Ibaneis: “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes” Governador Ibaneis Rocha Durante a reunião, foram apresentadas ao chefe do Executivo as publicações que resgatam a trajetória da TCB desde a criação, além de registrar os avanços recentes promovidos no sistema de transporte coletivo. A TCB é uma das principais operadoras do sistema de transporte coletivo da capital e tem papel estratégico na execução de políticas públicas voltadas à mobilidade urbana. Ao receber o material, o governador Ibaneis Rocha reforçou o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) em continuar investindo na melhoria da mobilidade urbana, com foco na qualidade do serviço prestado aos usuários. [LEIA_TAMBEM]“Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes”, afirmou. “Hoje também atendemos pessoas com deficiência, com transporte porta a porta. Isso mostra que vale a pena investir em uma empresa pública e fazer uma boa gestão.” A publicação reconhece, ainda, as mudanças implementadas ao longo da atual gestão, com foco na ampliação e modernização dos serviços oferecidos à população. “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas”, ressaltou a diretora-presidente da TCB. “Hoje, a nossa empresa não opera somente linhas, mas também realiza o transporte escolar de todas as crianças do Distrito Federal, além de oferecer serviços como o DF Acessível e, em breve, o transporte para pacientes em hemodiálise.” * Colaboraram Karol Ribeiro e Carlos Eduardo Bafutto
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Pesquisa mostra como as pessoas se deslocam do Entorno para o DF
Elaborada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A) de 2024 traz recortes que apresentam dados sobre como as pessoas que moram na Periferia Metropolitana de Brasília (PMB) fazem o deslocamento para o Distrito Federal para trabalhar e estudar. Maioria das pessoas que vêm do Entorno para trabalhar no DF utiliza ônibus | Foto: Arquieo/Agência Brasília Aproximadamente 200 mil pessoas vêm para a capital a trabalho. Desse total, cerca de 122 mil trabalhadores utilizam ônibus no deslocamento. Quanto ao município de origem, a maioria dos trabalhadores é originária dos municípios goianos de Águas Lindas de Goiás (mais de 55 mil pessoas), Valparaíso de Goiás (mais de 42 mil pessoas), Novo Gama e Luziânia, com mais de 24 mil trabalhadores, cada um. “Ao divulgar esses resultados, o IPEDF fornece a base técnica indispensável para que gestores planejem soluções que reduzam o tempo de deslocamento e melhorem a qualidade de vida da população” Manoel Clementino, diretor-presidente do IPEDF Os moradores dos municípios goianos que se deslocam para o DF para estudar totalizam 44 mil pessoas, das quais aproximadamente 18 mil utilizam ônibus ou transporte escolar público. A média de 9 mil estudantes vêm do Novo Gama é seguida de Águas Lindas de Goiás (cerca de 8.300 estudantes) e de Valparaíso e Planaltina, com quase 8 mil estudantes, cada. “Esses dados evidenciam a forte integração da PMB com o DF”, avalia o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino. “Ao divulgar esses resultados, o IPEDF fornece a base técnica indispensável para que gestores planejem soluções que reduzam o tempo de deslocamento e melhorem a qualidade de vida da população. Produzir dados confiáveis é o primeiro passo para uma mobilidade urbana mais justa e conectada.” 1.272.908 Total de moradores dos 12 municípios do Entorno De acordo com os dados da pesquisa, a Periferia Metropolitana de Brasília, que engloba os 12 municípios do Entorno, reúne 1.272.908 moradores e 571.635 domicílios na área urbana da PMB. O secretário do Entorno do GDF, Cristian Viana, reforça: “A pesquisa do IPEDF é um divisor de águas para entendermos a realidade da mobilidade no Entorno. Vamos utilizar esses números para fortalecer as parcerias do GDF com o estado de Goiás e a União, priorizando um transporte público eficiente e acessível. Precisamos transformar o Entorno em um polo de desenvolvimento integrado”. [LEIA_TAMBEM]Sobre o deslocamento diário de mais de 200 mil trabalhadores da região do Entorno para o DF, o diretor de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais do IPEDF pontua: “Esse fluxo massivo de profissionais e trabalhadores demonstra a importância da investigação e estudo sobre a mobilidade dos moradores, uma vez que subsidia políticas e ações voltadas especialmente aos acessos, modos de se deslocar e melhorias das infraestruturas de transportes, considerando que o deslocamento cotidiano impacta diretamente a vida e a saúde da população”. Confira o relatório da pesquisa. *Com informações do IPEDF
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SIA amplia calçadas acessíveis e implanta ciclovias para melhorar mobilidade urbana
A Administração Regional do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) vem registrando avanços expressivos na execução de projetos de arquitetura e urbanismo voltados à qualificação da mobilidade urbana. As iniciativas têm como eixo central a implantação de calçadas acessíveis e seguras, plenamente alinhadas às normas técnicas de acessibilidade, reafirmando o compromisso com o direito de ir e vir, a inclusão social e a valorização dos espaços públicos. O SIA tem melhorado a mobilidade urbana da região com a implantação de calçadas acessíveis e ciclovias | Foto: Divulgação/Administração do SIA As intervenções abrangem trechos estratégicos do SIA, definidos a partir de critérios técnicos e da intensa circulação de trabalhadores, usuários do transporte público e pedestres em geral. Somados, os projetos já implantados e em fase de planejamento correspondem a aproximadamente sete quilômetros de calçadas, com destaque para os trechos 2 e 17 do SIA, além de áreas relevantes do Setor de Abastecimento e Armazenamento Norte (Saan), como as quadras 3 e 4, e do Setor Regimento de Cavalaria de Guardas (RCG). A esse conjunto soma-se ainda a execução de 1,2 quilômetro de novas calçadas no Setor de Oficinas Norte (SOF Norte), ampliando de forma significativa a malha de circulação segura para pedestres. No Trecho 17 do SIA, especialmente na Rua 3, localizada nos fundos do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), foram desenvolvidos projetos de calçadas acessíveis ao longo de toda a via, incluindo a conexão com o Trecho 4. A região concentra elevado fluxo diário de pedestres, impulsionado pela presença de pontos de ônibus e de atividades produtivas, e a inexistência de infraestrutura adequada representava riscos constantes à segurança, sobretudo para pessoas com mobilidade reduzida. A implantação das calçadas assegura deslocamentos contínuos, seguros e acessíveis, promovendo mais dignidade, conforto e qualidade de vida aos usuários. [LEIA_TAMBEM]Paralelamente, o Setor de Oficinas Norte (SOF Norte) vem passando por um processo de requalificação urbana, com intervenções coordenadas pela Administração Regional do SIA, em parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), a Novacap e o programa RenovaDF, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). As ações têm como foco a melhoria da mobilidade, da acessibilidade e das condições de circulação para moradores, trabalhadores e frequentadores da região. No eixo da mobilidade ativa, a Administração Regional do SIA também tem investido no fortalecimento da integração entre os diferentes modais de transporte. Entre as ações de destaque está a implantação de ciclovia e a duplicação das vias do RCG, que passam a integrar um percurso de aproximadamente 8 quilômetros, conectando o Saan ao RCG e seguindo em direção ao Cruzeiro. A iniciativa amplia as alternativas de deslocamento sustentável, incentiva o uso da bicicleta como meio de transporte e promove conexões mais seguras e eficientes entre áreas industriais, comerciais e logísticas. “A atuação do DER na implantação da ciclovia no SIA, Saan, SOF Norte e RCG tem como objetivo oferecer uma infraestrutura adequada para a mobilidade ativa, promovendo conexões seguras", esclareceu o presidente do departamento, Fauzi Nacfur Júnior. De acordo com Bruno Oliveira, administrador do SIA, os projetos em andamento na região buscam tornar a mobilidade urbana mais humana, segura e inclusiva: "Estamos priorizando a implantação de calçadas acessíveis, a integração dos modais de transporte e a implantação de ciclovias, garantindo o direito de ir e vir de pedestres, ciclistas e de todos que circulam diariamente pela região". *Com informações da Administração Regional do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA)
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Mobilidade do DF avança em 2025 com tecnologia, novos ônibus, expansão de zebrinhas e patinetes
A mobilidade urbana do Distrito Federal avançou, em 2025, com a expansão dos zebrinhas e dos patinetes para diferentes regiões administrativas e a ampliação da frota de ônibus. Além disso, o GDF instituiu o programa Vai de Graça, que garante gratuidade no transporte público aos domingos e feriados. “O Vai de Graça é mais um programa de transferência de renda para a população que precisa utilizar ônibus e metrô”, afirmou o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves. Segundo o gestor, a iniciativa deve encerrar o ano com mais de 30 milhões de viagens gratuitas. A tecnologia também facilitou a vida dos usuários do transporte coletivo, que passaram a contar com o aplicativo DF no Ponto e com um sistema acessível por meio de QR Codes fixados nas paradas de ônibus. Com os recursos, o cidadão acompanha os coletivos em tempo real e planeja rotas e horários, reduzindo o tempo de espera. Expansão dos zebrinhas e dos patinetes para diferentes regiões administrativas e ampliação da frota de ônibus marcaram a mobilidade urbana do DF em 2025 | Fotos: Agência Brasília Rodoviárias A concessão da Rodoviária do Plano Piloto representa um marco na mobilidade urbana do DF, com previsão de investimento de R$ 120 milhões para a modernização do espaço. Nos primeiros meses, o espaço recebeu certificação internacional, teve escadas e elevadores recuperados e passou a contar com fraldário, além de salas de amamentação e de monitoramento. A Rodoviária do Gama, que recebe cerca de 30 mil pessoas por dia, foi modernizada, com cobertura ventilada e acessibilidade universal. A obra custou R$ 9,1 milhões. Já o Terminal da Asa Sul, que atende 90 linhas de ônibus e o metrô, foi reformado com a recuperação de pavimentos e coberturas, além da substituição de bloquetes por concreto rígido nas vias de acesso. O GDF iniciou ainda a construção da Rodoviária da Estrutural, com investimento de R$ 3,9 milhões, que vai beneficiar mais de 38 mil moradores da região. Além disso, foi aberta licitação para a estação do Jardim Botânico, no valor de R$ 6,1 milhões. A Rodoviária do Gama, que recebe cerca de 30 mil pessoas por dia, foi modernizada, com cobertura ventilada e acessibilidade universal Mais ônibus O DF recebeu 343 novos ônibus em 2025, sendo 254 para renovação da frota, 87 para ampliação e dois para substituição, chegando a um total de 3.063 veículos em circulação. Trata-se da maior frota do país com tecnologia Euro 6, menos poluente, com idade média de 3,6 anos. No mesmo período, foram criadas 37 novas linhas. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) também ampliou a oferta de zebrinhas, alcançando 27 linhas em 15 regiões administrativas. Ao todo, são 65 veículos em operação, incluindo o primeiro zebrinha elétrico. O Distrito Federal tem 65 zebrinhas operando em 15 regiões administrativas, incluindo a primeira versão totalmente elétrica Abrigos Foram implantados 654 novos abrigos em paradas de ônibus de 17 regiões administrativas, além da realização de 200 manutenções em estruturas já existentes. Outros 2 mil abrigos de concreto serão implantados em todo o DF a partir de janeiro de 2026. Vai de Bike e patinetes [LEIA_TAMBEM]O programa Vai de Bike construiu 27 km de ciclovias e instalou novos paraciclos. O DF encerra o ano com 737 km de ciclovias e 660 paraciclos instalados em rodoviárias e locais públicos de diversas regiões administrativas. O serviço de patinetes elétricos também foi ampliado e opera com 2.700 veículos em dez regiões do DF, com a expectativa de encerrar o ano com mais de 1,1 milhão de viagens realizadas. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF)
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GDF investe mais de R$ 1,7 bilhão na recuperação de vias desde 2019
Contar com um asfalto de qualidade representa mais do que apenas trafegar em uma pista com boas condições. Significa, por exemplo, que pais e mães terão mais segurança de que seus filhos chegarão bem na escola. Ou que um trabalhador terá mais tempo em casa, com a família, sem precisar gastar minutos preciosos desviando de buracos. Por falar em gastar, também significa menos dinheiro saindo de uma compra de mercado para arcar com a manutenção do carro ou da moto. Desde 2019, o GDF investiu mais de R$ 1,7 bilhão na recuperação de vias do Distrito Federal | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF) entende essa importância. E é por isso que, desde 2019, investiu mais de R$ 1,7 bilhão na recuperação de vias do DF — desde as enormes, como o Eixo Rodoviário, até as menores, que passam na porta da casa dos brasilienses de todas as regiões administrativas. “Uma das prioridades do nosso governo é levar mais qualidade de vida para a população. Temos investido desde o início da gestão em substituir o asfalto das principais vias do Distrito Federal. Muitas delas precisavam desse cuidado até pela idade da nossa cidade, que completou 65 anos. Esse esforço significa mais conforto e segurança no deslocamento dos nossos cidadãos”, destacou o governador Ibaneis Rocha. "Quando a gente previne e cuida antes, a gente evita muitos transtornos depois e melhora a vida das pessoas" Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER-DF "Uma das questões fundamentais de Brasília é que ela é uma cidade recentemente inaugurada — 65 anos é uma cidade muito nova ainda. Mas o asfalto, principalmente nas regiões mais antigas, estava muito deteriorado. O governo começou trabalhando na recuperação do Eixão. A primeira ação do governo Ibaneis, em 2019, foi logo recuperar o centro da cidade, porque o Eixão Sul e o Eixão Norte atravessam a nossa cidade. Depois, viemos para a W3, recuperando o asfalto, fazendo aquela faixa de ônibus que hoje é de concreto", recordou o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. "E, junto com isso, a gente foi olhando as outras regiões, o que precisava ser feito. Foi feito um levantamento em todas as RAs das necessidades de melhoria do asfalto, e o DER [Departamento de Estradas de Rodagem] começou a atuar nas vias que competem a ele, e a Novacap [Companhia Urbanizadora da Nova Capital] naquilo que são as vias que competem a ela", acrescentou o titular da Segov-DF. Em suas pistas, a Novacap investiu R$ 1.161.600.000, usados para recuperação e manutenção de 968 quilômetros pelo DF. "Desde 2019, a atual gestão buscou mapear as demandas mais emergenciais e atuar de forma imediata e intensa nesses locais, mas sempre trabalhando paralelamente em diversos locais para resolver o problema no máximo de regiões ao mesmo tempo", apontou o presidente da companhia, Fernando Leite. "Para ter uma ideia, entre janeiro e julho deste ano, foram executados 90 mil m² de serviços, número que equivale a mais de 12 campos de futebol", destacou Leite, ressaltando que volume é quase o dobro do registrado no mesmo período de 2024, quando a companhia executou 58 mil m². José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo: "O governo começou trabalhando na recuperação do Eixão. Depois, viemos para a W3, recuperando o asfalto, fazendo aquela faixa de ônibus que hoje é de concreto" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Mudanças estruturais Em maio deste ano, o Governo do Distrito Federal lançou o programa GDF nas Ruas, dedicado principalmente à recuperação de asfaltos. A ação envolve a Secretaria de Governo (Segov-DF), as administrações regionais, a Novacap e o DER-DF. A justificativa para as intervenções é de que, em muitos pontos da cidade, o nível de degradação do asfalto já não permite mais apenas operações tapa-buraco, sendo necessário um trabalho mais aprofundado, com a restauração completa do pavimento. [LEIA_TAMBEM]"O GDF nas Ruas está recuperando, fazendo um trabalho de recapeamento, mas não é um recapeamento comum. Tem vias que nós tivemos que fazer uma verdadeira reestruturação, como foi o caso da pista de acesso ao Sesi, em Taguatinga. Foi preciso abrir toda a via, porque a base era muito ruim. E um asfalto só se concretiza como uma boa obra se tiver uma base muito boa, senão ele não funciona. E esse é um ponto importante nessa recuperação asfáltica que está sendo feita. Ela está sendo feita com qualidade", enfatizou o secretário de Governo. Esse trabalho aprofundado ajuda a evitar os gastos com ações mais pontuais — popularmente conhecidas como tapa-buraco. E é nessas mudanças preventivas que o DER-DF tem apostado mais. De 2019 ao fim de 2026, a autarquia terá investido, ao todo, R$ 542.895.902,76 em serviços de conservação de vias, sendo R$ 174.674.746,95 no período de 2019 a 2022 e R$ 368.221.155,81 de 2023 a 2026. "Quando você faz uma manutenção preventiva, você economiza no futuro em operações tapa-buraco. Hoje você tem muito menos operações assim. Estamos agora já no mês de novembro, que é um período chuvoso, e você anda nas principais vias do DF sem buracos. Por quê? Porque foi feito um trabalho preventivo", pontuou o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior. "Quando a gente previne e cuida antes, a gente evita muitos transtornos depois e melhora a vida das pessoas, obviamente, porque você não está nem causando transtornos com operações nas vias e nem com buracos quebrando os veículos e causando acidentes", completou. A recuperação asfáltica feita pelo GDF nas Ruas não se limita ao recapeamento comum; muitas vias são reconstruídas, melhorando a qualidade da base e garantindo a durabilidade da nova pavimentação | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Futuro Além da recuperação de vias, o GDF tem investido em outras obras para melhorar o tráfego em pistas muito movimentadas. “Temos duas importantes que aumentam o fluxo na saída norte e na saída sul. Na saída sul, temos o alargamento da BR-040, com a construção de uma via marginal, que inclusive já foi entregue e inaugurada. E, na saída norte, estamos ampliando o fluxo BR-020 com a construção da terceira entre Sobradinho e Planaltina. Alguns trechos foram liberados e outros estão em concretização, mas isso já aumentou o fluxo da rodovia”, elencou o chefe da Assessoria de Acompanhamento de Projetos Estratégicos da Segov, Vilton Gonzaga. E o trabalho vai continuar no próximo ano. “O governador determinou que, em 2026, vamos priorizar essa recuperação asfáltica, que já está acontecendo em todas as cidades, além da reforma e da manutenção de calçadas, ciclovias e ambientes públicos, que são as pracinhas, os parques... Porque as grandes obras já estão feitas ou estão em fase de acabamento. Como a nossa meta é renovar a cidade, nós estamos caminhando nessa direção de ter Brasília totalmente renovada”, arrematou José Humberto.
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Vigas da nova ponte erguida entre Guará e Núcleo Bandeirante são içadas
As vigas que vão sustentar a nova ponte erguida na pista de ligação Guará–Núcleo Bandeirante começaram a ser içadas nesta segunda-feira (1º). A construção da travessia faz parte da obra de duplicação do trecho, executada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF), com investimento de mais de R$ 12,5 milhões, incluindo aditivo. A estrutura passará por cima do Córrego Vicente Pires e será composta por dez vigas de concreto armado, totalizando 40 metros de extensão. “O içamento das vigas marca um avanço decisivo nesta obra, que vai transformar a mobilidade entre o Guará e o Bandeirante”, enfatiza o titular da pasta, Valter Casimiro. “Estamos superando um dos momentos mais complexos da construção com total segurança e precisão técnica. A cada etapa concluída, reafirmamos o compromisso do Governo do Distrito Federal em entregar uma infraestrutura moderna, eficiente e preparada para atender à demanda crescente da população.” As vigas da ponte erguida na pista de ligação Guará–Núcleo Bandeirante começaram a ser içadas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A nova ponte vai receber o fluxo de veículos no sentido Guará–Núcleo Bandeirante, enquanto a estrutura existente será responsável pelo tráfego no sentido oposto. Segundo o engenheiro da SODF e executor do contrato, Luiz Antônio Mundim, a liberação da passagem vai desafogar mais um ponto de engarrafamento na região, gerando conforto aos motoristas e fluidez ao trânsito. “Há um ano abrimos a via duplicada provisoriamente e o resultado foi positivo, deu uma desafogada muito boa no trânsito tanto de manhã como no final da tarde. Com a ponte liberada, vamos ter outro aumento no conforto. Eu mesmo, que moro em Samambaia, passo por aqui duas, três vezes por semana, e vejo que melhorou muito, ficou outra coisa”, afirma Mundim. Após a instalação das vigas, haverá a construção do tabuleiro da ponte, por onde os carros passarão, também em concreto armado, seguida da pavimentação. [LEIA_TAMBEM]Em funcionamento desde o ano passado, a pista duplicada tem 1,2 km de extensão e está localizada entre a Avenida Contorno, no Guará II, e a interseção com a DF-079, a Estrada Parque Vicente Pires (EPVP), na altura da Quadra 03 do Park Way. O trajeto atende quem acessa a DF-079, rumo à EPVP e à Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), além de outras quadras do Guará, Águas Claras, Núcleo Bandeirante, Setor Habitacional Bernardo Sayão, Arniqueiras e Park Way. Quem utiliza o trecho diariamente nota os benefícios gerados pela duplicação da via. “Ajudou bastante. Antigamente era só uma via e, com o aumento da população que passa aqui, tinha muito engarrafamento. Agora com a ponte, vai ser ainda melhor, mais qualidade de vida, porque tudo que a gente quer depois do trabalho é chegar em casa mais rápido”, afirma o motorista Israel Gonçalves, 41 anos, morador do Polo de Modas. O motorista Israel Gonçalves é um dos beneficiados pela duplicação da pista: "Ajudou bastante. Agora com a ponte, vai ser ainda melhor, mais qualidade de vida, porque tudo que a gente quer depois do trabalho é chegar em casa mais rápido" A analista de sistemas Wendy Fernandes, 48, também utiliza a duplicação para chegar em casa, em Águas Claras, com maior agilidade. Ela conta que, mesmo em horário de pico, os engarrafamentos diminuíram e os motoristas ganharam tempo na rotina. “Passo aqui toda semana. Antes demorava 40 minutos do fim do Guará até em casa, agora está bem mais rápido”, comenta. O projeto também engloba a construção de 2,5 km de calçadas e 3,5 km de ciclovias, além de serviços de drenagem, com abertura de novas bocas de lobo, instalação de manilhas de concreto e construção de bacias de detenção. Além disso, foram instaladas 82 luminárias de LED no trecho da duplicação, com investimento de R$ 422.598,81 por parte da Companhia Energética de Brasília (CEB).
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Liberação do viaduto entre Epig e ESPM inicia operação do corredor de ônibus a partir desta quarta-feira (26)
O trânsito no Setor Policial Sul passa a operar com uma nova dinâmica após a liberação total do novo viaduto construído na ligação entre a Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) e Estrada Setor Policial Militar (ESPM). A partir de agora, os ônibus com porta dos dois lados passam pela parte de baixo do viaduto. O trajeto vale tanto para os coletivos que seguem em direção ao Setor Policial Sul, eixinhos, L2 e L4 Sul e Terminal Asa Sul, quanto para aqueles que vêm no sentido contrário e precisam acessar a EPTG. A liberação permite o funcionamento completo do corredor de ônibus da ESPM, garantindo deslocamentos mais rápidos, contínuos e organizados até o Terminal Asa Sul. Os demais veículos — carros, motos, caminhões e ônibus com porta em apenas um dos lados — seguem circulando pela parte superior do viaduto, como já ocorre atualmente. Com a reconfiguração da via, o Setor Policial Sul passa a contar com três faixas para o tráfego geral, o que deve reduzir engarrafamentos e melhorar a fluidez da região | Foto: Divulgação/SODF As melhorias incluem também a ampliação da passarela de pedestres da Octogonal, permitindo o acesso seguro ao canteiro central, onde já estão instaladas as novas estações de embarque e desembarque. Com a reconfiguração da via, o Setor Policial Sul passa a contar com três faixas para o tráfego geral, o que deve reduzir engarrafamentos e melhorar a fluidez da região. O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, destaca que a liberação marca um avanço importante para quem utiliza o transporte coletivo diariamente: “Dar funcionalidade ao corredor de ônibus da ESPM é fundamental para reduzir o tempo de deslocamento dos passageiros. Os ônibus ganham um trajeto mais rápido e seguro, livre do trânsito comum. Isso melhora a qualidade do serviço e traz mais eficiência para toda a mobilidade do DF.” O secretário de Mobilidade, Zeno Gonçalves, reforça a importância da prioridade ao transporte público: “Os corredores exclusivos trazem velocidade, previsibilidade e conforto para o usuário. Quando o ônibus tem prioridade, toda a cidade ganha: o sistema fica mais eficiente e o trânsito fica mais organizado para todos.” *Com informações da SODF
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Gama passa a contar com serviço de patinetes compartilhados
A partir deste sábado (8), a população do Gama passa a contar com o serviço de patinetes elétricos compartilhados. O sistema começou a funcionar na cidade com 350 estações virtuais e 200 patinetes, que a população poderá utilizar em seus deslocamentos. Com o Gama, agora são dez regiões administrativas que contam com o sistema de micromobilidade individual. A expansão do serviço de patinetes no DF começou em julho, após o credenciamento oficial da empresa JET para operar o sistema. Até então, o serviço era oferecido em fase experimental no Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste e Águas Claras. Na sequência, o setor Noroeste passou a contar com 180 patinetes elétricos, ampliando o atendimento na área central de Brasília. Subsecretário Valdemar Medeiros e Joseane Feitosa, administradora regional do Gama | Fotos: Divulgação/Semob O titular da Semob, Zeno Gonçalves, disse que a expansão do sistema demonstra a importância desses veículos individuais para a mobilidade no DF. “O patinete é um modal importantíssimo para a mobilidade urbana, favorecendo os deslocamentos das pessoas na chamada última milha, integrando o uso do equipamento para completar o trajeto até o trabalho, nas áreas comerciais ou mesmo para chegar em casa após o uso do transporte público coletivo”, explicou o secretário. Com o programa de expansão, o serviço de patinetes foi implantado em outras cinco regiões administrativas. No Guará foram criadas 260 estações virtuais com 258 patinetes em operação. Em Taguatinga operam 71 patinetes com possibilidade de 192 locais para retirada e devolução dos equipamentos. O Park Way conta com 18 patinetes e 12 espaços para estacionamento. A Candangolândia dispõe de 22 estações com 22 patinetes, e o Núcleo Bandeirante utiliza 48 veículos com 75 estações virtuais. Até o final de outubro, o sistema de patinetes registrou mais de 949 mil viagens, acumuladas desde a fase experimental. A movimentação dos equipamentos é maior no Parque da Cidade, onde ocorrem média de 1.900 viagens por mês. Ao todo, o Plano Piloto realiza uma média de 8 mil viagens por mês. As outras RAs com maior movimentação são Águas Claras, com mais de 3 mil acessos mensais, principalmente na região das estações do metrô; o Sudoeste, com média de 900 viagens/mês; e o Guará, com mais de 770 viagens mensais. Integração com ônibus e BRT O lançamento do serviço de patinetes do Gama, na manhã deste sábado (8), aconteceu na estação virtual que foi instalada ao lado do Terminal do BRT, demonstrando a possibilidade de integração da micromobilidade individual com o transporte público coletivo. Segundo a administradora do Gama, Joseane Feitosa, o serviço será oferecido pelos principais pontos da cidade. Lançamento do serviço de patinetes do Gama, na manhã deste sábado (8), ocorreu na estação virtual que foi instalada ao lado do Terminal do BRT “Os patinetes ficarão disponíveis em pontos estratégicos, facilitando que as pessoas possam se deslocar pelo centro da cidade e também fazer conexão com o transporte público coletivo. É mais uma opção de mobilidade para o Gama”, disse a administradora.[LEIA_TAMBEM] O subsecretário de Terminais da Semob, Valdemar Medeiros, destacou que o Gama conta com 36 quilômetros de ciclovias e uma ampla rede de transporte coletivo. “Os patinetes serão importantes para a mobilidade das pessoas, integrados com esses modais de transporte”, afirmou. Logo após o lançamento do serviço, o militar da Força Nacional, André Luiz Melo, foi o primeiro a utilizar um patinete no Gama. “Achamos uma iniciativa espetacular. Eu sou do Rio de Janeiro, minha esposa é do Piauí, e a gente sempre se perguntou por que o Gama não tinha esse serviço de patinetes, que é tão importante para a população”, comentou o militar. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade
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Mais de 100 km de calçadas foram construídos no DF no primeiro semestre de 2025
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) construiu 103 quilômetros de novas calçadas em todo o Distrito Federal ao longo do primeiro semestre deste ano. Com essa marca, já são 783 quilômetros de calçamento entregues desde 2019. Desde 2019, a Novacap já construiu 783 quilômetros de calçadas em todas as regiões do Distrito Federal | Fotos: Divulgação/Novacap Segundo o presidente da Novacap, Fernando Leite, a execução das obras é uma das prioridades da gestão. “Nós estamos caminhando para os 800 quilômetros de calçadas novas ou renovadas, o que equivale mais ou menos à distância de Brasília a Belo Horizonte (MG) em passeios”, destaca. O investimento, superior a R$ 180 milhões, contempla acessibilidade, criação de rotas inclusivas, recuperação e construção de calçadas. “Estamos trabalhando de forma igual em todo o DF. Samambaia recebeu muita calçada, Santa Maria, Cruzeiro, Plano Piloto, Guará, todas as cidades. São 18 empresas contratadas para a execução desse trabalho”, reforça Fernando Leite. [LEIA_TAMBEM]Em julho deste ano, o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, assinou novas ordens de serviço para a construção de passeios, reforma de estacionamentos e recuperação de áreas verdes em trecho da W3 Norte e na Quadra 6 do Setor Comercial Sul, com investimento de R$ 4,2 milhões. As obras das quadras 713 a 716, na W3 Norte, incluem a implantação de 30 mil metros de calçadas acessíveis, recuperação de 11 mil metros de áreas verdes, plantio de 226 árvores e reorganização de estacionamentos (com 1.368 vagas para carros, 229 para motos e 135 para bicicletas), além da criação de passeios sombreados que conectam de forma segura as paradas de ônibus. O projeto também prevê a instalação de travessias elevadas, priorizando pedestres e ciclistas. A construção de calçamento valoriza o espaço público e melhora a qualidade de vida, especialmente para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida “A construção de calçadas acessíveis é uma prioridade do nosso trabalho em todo o Distrito Federal. Esse tipo de intervenção garante mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para quem circula a pé ou de bicicleta. Na W3 Norte, estamos avançando com a execução de novas calçadas que conectam comércios, áreas verdes e paradas de ônibus. Já no Setor Comercial Sul, as obras seguem o mesmo propósito: recuperar os espaços públicos e devolver à população áreas mais modernas, acessíveis e inclusivas”, enfatiza o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. As demandas por novas calçadas e reformas são apresentadas e priorizadas pelas administrações regionais, o que garante que os investimentos atendam diretamente às necessidades de cada comunidade. “Trata-se de uma obra que valoriza o espaço público e melhora a qualidade de vida, especialmente para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida”, ressalta Fernando Leite. *Com informações da Novacap
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Alterações no trânsito da Epig começam a valer; saiba o que muda e como estão as obras
Motoristas e passageiros que trafegaram pela Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) na manhã desta sexta-feira (29) já perceberam que o trânsito no local foi alterado, em razão das obras na via. A partir de agora, quem vem da Estrada Parque Taguatinga (EPTG) sentido Plano Piloto deve, obrigatoriamente, passar por cima dos novos viadutos situados nas proximidades da passarela da Octogonal e da sede da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). “É mais uma fase da obra. A gente libera o viaduto para quem está no sentido Taguatinga-Eixo Monumental. Ainda estamos fazendo a ligação do BRT de quem vai passar por baixo desse viaduto. Então, é uma liberação que já mostra como será o funcionamento definitivo. Essa configuração mostra como o usuário vai se comportar quando a gente entregar a obra por completo”, destacou o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. A partir desta sexta (29). quem vem da EPTG no sentido Plano Piloto deve passar por cima dos novos viadutos situados nas proximidades da passarela da Octogonal e da sede da Polícia Civil | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília As obras na pista fazem parte do conjunto de serviços deste Governo do Distrito Federal (GDF) para implementar o Corredor Eixo Oeste, que prevê 38,7 km de pistas exclusivas para o deslocamento de ônibus, interligando vias de Sol Nascente, Ceilândia e Taguatinga à região central do DF, passando por pistas como a Hélio Prates, EPTG, Epig e ESPM, e chegando ao Terminal Rodoviário da Asa Sul. “O destaque é o corredor exclusivo de ônibus. A gente vem lá do Sol Nascente com duas opções: uma para chegar ao Eixo Monumental e uma para chegar ao Terminal da Asa Sul. Os corredores exclusivos trazem mais tranquilidade para quem usa o transporte público, porque você vai ter uma pista livre e desimpedida para que não tenha o conflito do veículo de passeio com o transporte coletivo. Então, é menos tempo no trânsito para quem usa o transporte coletivo”, enfatizou o secretário. Além da liberação no fluxo por cima dos viadutos, a novidade inclui a reabertura do novo acesso ao Parque da Cidade pela Epig e a liberação da ciclovia que liga a EPTG ao Terminal Asa Sul, passando pelo Setor Policial Sul, já para uso dos ciclistas. Para facilitar o tráfego dos pedestres, também haverá a instalação de semáforos e serão pintadas faixas provisórias em pontos estratégicos. Os passageiros já sentiram a mudança no tráfego com a alteração iniciada nesta sexta. “Deu uma melhorada, fluindo mais, e vai melhorar mais ainda”, apontou a pedagoga Geovana Oliveira. Para ela, menos tempo no trânsito melhora “até a autoestima”: “A gente chega cansada não é nem só do trabalho, mas de ficar muito tempo no trânsito engarrafado, fica um estresse total, tanto de motorista quanto de passageiro”. Já o empacotador Cauã Luca Guimarães, que todos os dias sai de Brazlândia para trabalhar na Asa Sul, espera reduzir seu tempo de deslocamento em até 30 minutos quando as obras estiverem concluídas. “Com certeza vai ficar melhor não só para mim, mas para todo mundo que vem trabalhar neste horário.” A pedagoga Geovana Oliveira já sentiu a mudança no trânsito: “Deu uma melhorada, fluindo mais, e vai melhorar mais ainda” Confira as mudanças ponto a ponto: Liberação de tráfego sobre três novos viadutos ⇒ Veículos que seguem em direção ao Eixo Monumental devem passar obrigatoriamente por cima dos novos viadutos situados nas proximidades da passarela da Octogonal e da sede da Polícia Civil do Distrito Federal. Acesso ao Setor Policial ⇒ Para entrar no Setor Policial, os motoristas devem utilizar a nova alça de acesso. Interrupção do trânsito sob o viaduto [LEIA_TAMBEM]⇒ O tráfego por baixo do viaduto está interrompido para execução do encaixe das faixas de rolamento. Mudanças na faixa reversa ⇒ O início e o término da faixa reversa atualmente em operação foram alterados. Apenas um pequeno trecho, na entrada do Setor de Indústrias Gráficas (SIG), continua funcionando como faixa reversa no sentido Eixo Monumental. Essa rota deve ser adotada pelos motoristas que desejam acessar a Câmara Legislativa. Acesso ao Parque da Cidade ⇒ O acesso ao Parque da Cidade pela via Epig, interditado desde junho, já está liberado para o trânsito. Acesso ao Setor de Indústrias Gráficas ⇒ Novo acesso às vias que passam por trás do SIG está liberado até o Eixo Monumental. Essa rota deve ser utilizada pelos motoristas que querem acessar os edifícios comerciais, os estacionamentos e a sede do MPDFT Sentido Taguatinga ⇒ Os motoristas que seguem em direção à EPTG devem utilizar novo desvio à esquerda, na altura do Sudoeste. Já o acesso para o Terraço Shopping e a Octogonal não terá alteração. Ciclovia liberada ⇒ A ciclovia que liga a EPTG ao Terminal Asa Sul, passando pelo Setor Policial Sul, está liberada para uso pelos ciclistas. O empacotador Cauã Luca Guimarães espera reduzir seu tempo de deslocamento em até 30 minutos quando as obras estiverem prontas: “Com certeza vai ficar melhor não só para mim, mas para todo mundo que vem trabalhar neste horário” Entenda as obras As obras na Epig são divididas em seis trechos (confira a visão geral da obra aqui). O trecho 3, que é o viaduto do Sudoeste, foi o primeiro a ficar pronto. Os trechos 1 (que vai para o Setor Policial) e 2 (que passa em frente à sede da PCDF) também estão próximos da conclusão. “No trecho 6, que é o que chega no Eixo Monumental, passando por trás do Setor de Indústrias Gráficas, a gente está criando estacionamentos, algumas vagas e o [fazendo o] pavimento com duas faixas de rolamento em cada sentido. O trecho 5, que é o trecho em frente ao Setor de Indústrias Gráficas, a gente também já está com ele bem adiantado: já estamos com a faixa de rolamento do pavimento rígido praticamente pronta, chegando já no Eixo, restando a faixa de rolamento do pavimento flexível, por onde vão passar os carros”, detalhou Bruno Almeida, engenheiro da Secretaria de Obras. “O trecho 4 é o que a gente tem mais intervenções do ponto de vista de engenharia. A gente tem um retorno grande, que é um retorno que vai passar por baixo da rodovia, e também temos as passagens de pedestre inferiores. A gente vai fazer a escavação invertida, ou seja, o trânsito vai passar por cima. Ele vai continuar passando enquanto a gente vai estar fazendo a escavação por baixo da obra”, arrematou Almeida.
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GDF entrega passagem subterrânea da 102 Sul totalmente reformada
Com o objetivo de oferecer mais conforto e segurança à população, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) concluiu, nesta quinta-feira (28), a reforma da passagem subterrânea da Quadra 102 da Asa Sul. Essa foi a primeira ação do projeto de revitalização das travessias, que recebem investimentos de R$ 4 milhões e incluem serviços de pintura, recomposição do piso, substituição de grelhas danificadas e manutenção completa da iluminação, em parceria com a Companhia Energética de Brasília (CEB). “Estamos falando de trajetos muito utilizados pela população, inclusive à noite. Acreditamos que essa ação vai aumentar a sensação de segurança, acessibilidade e conforto para todos”, afirma o presidente da Novacap, Fernando Leite. A preservação das passagens subterrâneas do Plano Piloto depende não somente da ação do poder público, mas também da participação ativa dos moradores. Apesar dos investimentos realizados pelo Governo do Distrito Federal (GDF), a depredação frequente, como pichações, furtos de grades e destruição de luminárias, compromete rapidamente a segurança e a mobilidade de quem utiliza esses espaços. “Muitos trabalhadores e estudantes ficavam com medo de passar por aqui devido à sensação de insegurança que passava. Sem falar do mal cheiro. Agora a melhoria veio. Foi feito um excelente trabalho", comemorou Samuel Lopes, há 18 anos usuário do percurso. Projeto de revitalização teve início pela quadra 102 da Asa Sul | Foto: Thiago Henrique/Novacap A próxima obra já começa imediatamente. A passagem da quadra 104 da Asa Sul ficará fechada para manutenção, com previsão de 30 dias para conclusão. A última reforma significativa nesses locais ocorreu há mais de uma década, e a ação atual pretende recuperar todas as travessias do Plano Piloto ao longo dos próximos meses. Um dos principais desafios enfrentados pela Novacap é justamente o vandalismo. Em passagens como a localizada nas proximidades da Quadra 211 da Asa Sul, há relatos de furto das grades de escoamento de água, resultando em valas expostas e risco de acidentes para pedestres e ciclistas. Pichações e depredações comprometem a conservação e aumentam os custos de manutenção. “A nossa intenção é implantar um sistema de monitoramento 24 horas. Vamos contratar uma empresa terceirizada para fazer rondas frequentes e substituir imediatamente o que for danificado, isso evita que a população fique exposta a riscos”, explica o diretor das Cidades da Novacap, Raimundo Silva. “Nosso objetivo é deixar as passagens renovadas e prontas para uso", afirma.[LEIA_TAMBEM] Além das melhorias físicas, a colaboração da comunidade é essencial. Denunciar atos de vandalismo, não descartar lixo de forma irregular e zelar pelo espaço público são atitudes que ajudam a garantir a durabilidade dos investimentos. A Polícia Militar reforça a importância de acionar o telefone 190 diante de situações suspeitas, permite assim ações preventivas e garante a segurança dos usuários. *Com informações da Novacap
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Governador visita fábrica e conhece novos ônibus que vão integrar frota do DF
Agência Brasília · (10) 26-06-2025 - GOVERNADOR VISITA FÁBRICA E CONHECE NOVOS ÔNIBUS QUE VÃO INTEGRAR FROTA DO DF O governador Ibaneis Rocha visitou, na manhã desta quinta-feira (26), as instalações da fábrica da Marcopolo em São Mateus (ES), de onde vão sair os 444 novos ônibus Torino Euro 6, que vão integrar a frota do transporte público do Distrito Federal. Ao todo, 207 unidades serão entregues ainda em 2025, e outras 237 estão previstas para o próximo ano, todas pertencentes à Viação Pioneira. Nesta quinta-feira (26), o governador Ibaneis Rocha visitou a fábrica da Marcopolo em São Mateus (ES), responsável pela produção de 444 novos ônibus que vão integrar a frota do DF | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O tour pela fábrica foi acompanhado pelos secretários de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, e de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. A comitiva conheceu a estrutura industrial da unidade da Marcopolo. Maior fabricante de carrocerias de ônibus do Brasil e uma das líderes mundiais no setor, a empresa tem sede em Caxias do Sul (RS) e mantém em São Mateus uma planta estratégica, que abastece mais de 140 países. “Fico feliz com a oportunidade de acompanhar a produção desses 444 novos ônibus que integrarão a frota do Distrito Federal. Não só substituindo os ônibus mais usados, mas também ampliando o transporte para população do DF, que vem crescendo cada vez mais e a gente tem que ampliar a quantidade de linhas em desenvolvimento”, destacou Ibaneis Rocha. “Foi bastante produtivo saber como é feita essa montagem, com tantas pessoas na linha de produção”, acrescentou. A Viação Pioneira é a operadora responsável pelo transporte coletivo na Bacia 2 do DF, abrange as regiões do Gama, Santa Maria, São Sebastião, Candangolândia, Lago Sul, Jardim Botânico, Itapoã e Paranoá, totalizando cerca de 350 mil passageiros. Com a renovação, a empresa chegará a 729 novos ônibus. “A primeira remessa chega em julho para reforçar a operação no Itapoã, no Paranoá e em São Sebastião. A empresa está renovando com dois anos de antecedência. É bom para o Distrito Federal e não significa aumento na tarifa. Quem ganha é o usuário, que vai ter a oferta de ônibus com mais horários e mais linhas, conseguindo resolver esses problemas que temos em função da demanda”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves. A meta do GDF é renovar 3 mil ônibus até o fim deste ano, dos quais mais de 2.800 veículos já foram substituídos Os coletivos estão equipados com chassi Mercedes‑Benz Euro 6 e integrados com recursos tecnológicos como faróis Full LED, portas com acionamento elétrico (sistema doorbrake), conexão bluetooth, elevador para acessibilidade, entre outros itens, garantindo mais conforto e segurança. Além disso, conforme destacou o governador, os veículos garantem a eliminação de até 80% de gases poluentes, contribuindo, assim, para a sustentabilidade ambiental. Frota mais nova do país De acordo com a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), a meta do governo é renovar 3 mil ônibus até o fim de 2025, dos quais 2.831 veículos já foram substituídos. Esse esforço garante que o DF tenha a frota mais nova em todo o país. Esse trabalho vem sendo feito desde 2019. A renovação contínua é para garantir que os veículos não ultrapassem o prazo de sete anos de circulação (ou 10 anos para articulados e padrons). [LEIA_TAMBEM]“Nós tínhamos uma situação muito difícil no transporte do Distrito Federal. Quando assumimos, o transporte era o terceiro maior problema da cidade. Hoje nós já temos mais de 90% da frota com menos de dois anos de uso no DF e fizemos uma concessão para a operação da Rodoviária do Plano Piloto com uma empresa privada que vai investir R$ 120 milhões”, reforçou o governador. Segundo o Instituto MDT, do Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte, a idade média da frota do DF tem apenas 2,16 anos, a mais nova do país. A efeito comparativo, os ônibus de São Paulo são de 4,6 a 5,7 anos e os de Fortaleza têm 7,49 anos. Usuário bem-cuidado Além da renovação da frota, este GDF trabalha para levar conforto aos usuários do Sistema de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal (STPC/DF). Desde 2019, o Governo do Distrito Federal investiu na melhoria viária e construiu ou reformou sete rodoviárias em diferentes regiões administrativas, com investimentos que somam mais de R$ 45 milhões. Foram entregues as estações de Sobradinho (2020), Santa Maria (2021), Sol Nascente/Pôr do Sol (2023), Varjão (2024), Itapoã (2024), Gama (2025) e a reforma histórica da rodoviária de Brazlândia (2022), a primeira desde sua inauguração, há mais de cinco décadas. Juntas, essas obras beneficiam mais de 570 mil pessoas. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) prepara a licitação para construir a estação da Estrutural e já lançou o edital para a ampliação do BRT Sul em Santa Maria, reforçando o compromisso do GDF com a mobilidade urbana. O GDF também vai instalar três mil novos abrigos de ônibus em todas as regiões administrativas até 2026, com investimento previsto de R$ 108 milhões. Atualmente, o DF tem 6.515 pontos de parada, dos quais 5.193 já contam com abrigos. Nos últimos seis anos e meio, foram construídas 1.613 novas estruturas, sendo 1.234 de concreto e 379 de metal e vidro, além da substituição de 110 paradas apenas em 2024 e manutenção em outras 139. Além disso, desde 2020, o governo mantém o preço das passagens de ônibus sem reajuste para o usuário e, este ano, foi lançado o programa Vai de Graça, que permite que a população utilize o transporte público de forma gratuita aos domingos e feriados.
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Na DF-010, rota alternativa entre a Epia e a Cidade Estrutural vai desafogar trânsito
O Governo do Distrito Federal (GDF) deu início a mais uma importante obra de mobilidade. A construção de uma nova ligação entre a Cidade Estrutural e a DF-010 beneficiará diretamente cerca de 20 mil motoristas por dia e, quando pronta, vai aliviar o tráfego nas vias centrais da capital, como a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) e a Via Estrutural. O investimento é de R$ 28,8 milhões. Equipe do DER-DF trabalham na construção de uma nova ligação entre a Cidade Estrutural e a DF-010 | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A nova rota alternativa parte da Cidade do Automóvel, entre o Complexo de Reciclagem e o Instituto Federal de Brasília (IFB), passa por uma área do Exército e segue pela Estrada Parque Abastecimento e Armazenagem (DF-010), até as imediações do Setor de Garagens Oficiais (SGO), próximo ao Palácio do Buriti. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) executa os serviços, que incluem 4,8 km de implantação de nova pista e mais 2,3 km de duplicação da DF-010, totalizando 7,1 km de obra. A execução contempla terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical, além de obras complementares. Arte: Agência Brasília Segundo o superintendente de Obras do DER, Cristiano Cavalcante, a intervenção vai oferecer uma alternativa para quem trafega da região norte do DF em direção a cidades como Taguatinga, Ceilândia e Samambaia. “Essa obra tem uma importância muito grande porque alivia o fluxo da Epia e da Estrutural. Parte daquele movimento que vem de Planaltina, Sobradinho e outras regiões poderá acessar a faixa oeste do DF por essa nova via”, explica. As frentes de trabalho atuam simultaneamente tanto na implantação da nova pista quanto na duplicação da DF-010. Atualmente, a obra está na fase de terraplenagem, com cerca de 150 empregos diretos e indiretos gerados.
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Saiba o que é PDTU e como a população pode transformar o transporte e a mobilidade urbana do DF
Tudo que o GDF precisa fazer ou construir para que as pessoas possam se deslocar com facilidade, segurança e conforto no Distrito Federal faz parte de um plano que está sendo elaborado com sugestões da população. O diagnóstico dos problemas já levantados será debatido na segunda audiência pública do projeto, marcada para o próximo dia 5 de julho. Ao participar dos debates, a população ajuda a atualizar o Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) e elaborar o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do DF (PMUS). As decisões são transformadas em lei, que serve de planejamento para os investimentos do governo em infraestrutura de transporte, acessibilidade e mobilidade das pessoas. No PDTU são incluídas as obras, as ações e as regiões que serão beneficiadas. É um instrumento fundamental para o GDF organizar e aprimorar o sistema de transporte e a mobilidade. O plano que está em vigor foi elaborado em 2011 e precisa ser atualizado para se adequar à nova realidade de Brasília e Entorno, que desde então passaram por transformações significativas. O número de automóveis particulares no DF, por exemplo, saltou de 1,1 milhão em 2014 para mais de 1,4 milhão em 2024, um aumento de 30,45% em apenas uma década, enquanto a população cresceu cerca de 5% no mesmo período. Ao participar dos debates, a população ajuda a atualizar o Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) e elaborar o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do DF (PMUS) | Foto: Divulgação/Semob-DF A expansão regional e a centralização de empregos no Plano Piloto sobrecarregam os eixos de transporte, gerando longos deslocamentos, congestionamentos e desigualdades. As novas tecnologias e mudanças de comportamento pós-pandemia também impactaram a forma como as pessoas se movem, exigindo um plano que reflita a realidade atual e futura da capital federal. Durante a audiência pública, será apresentado o diagnóstico que foi elaborado com base nas sugestões que a Semob recebeu nas oficinas que foram realizadas em todas as regiões administrativas nos meses de março e abril. Além das contribuições dos moradores, a equipe técnica realizou pesquisas de campo, estudando a demanda de passageiros e as rotas mais utilizadas, para compreender de forma detalhada os deslocamentos diários dentro das regiões administrativas e entre as RA’s. Todo esse material será apresentado na audiência para fomentar o debate e colher novas contribuições para aprimorar o projeto. [LEIA_TAMBEM]“Este é mais um momento da população fazer sua voz ser ouvida, e contribuir para a melhoria da mobilidade urbana no DF”, disse o titular da Semob, Zeno Gonçalves. Segundo ele, “o diagnóstico que será debatido revela um retrato fiel da situação do sistema de transporte público do DF e ajuda a repensar a operação das linhas de ônibus, para que sejam planejadas conforme as reais necessidades dos passageiros. Por isso, é de grande importância da presença dos cidadãos na audiência”, afirmou o gestor. Como participar da audiência O evento começa às 9h do sábado (5/7), no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), no Setor de Autarquias Norte (início da L2 Norte – Quadra 03, Lote A). Com duração de três horas, a audiência será transmitida ao vivo pela internet. A participação é aberta a todos: pessoas físicas, empresas e entidades. A reunião será consultiva, reunindo e compartilhando os resultados alcançados até agora, com o objetivo de reforçar a democratização do processo e tornar real a participação da população, especialmente dos usuários do transporte coletivo e defensores da mobilidade ativa. Durante o evento, os interessados poderão apresentar suas sugestões por escrito em um formulário próprio, distribuído no local, identificando-se como participantes. Todas as informações sobre os canais de transmissão e as instruções de acesso online estarão disponíveis no site sistemas.df.gov.br/PDTU e permanecerão acessíveis até o encerramento da audiência. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF)
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Entendendo o Pdot: Conheça as estratégias para melhorar a mobilidade
Com a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) em andamento, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) inicia a série Entendendo o Pdot, que vai explicar as principais estratégias propostas para enfrentar os desafios do Distrito Federal. O primeiro tema é mobilidade, com foco em formas mais eficientes e sustentáveis de deslocamento. A proposta é tornar o Distrito Federal mais acessível e com mobilidade sustentável, incentivando os deslocamentos a pé, de bicicleta e por transporte público, reduzindo a dependência de carros. Para isso, foi feito um diagnóstico dos principais problemas e oportunidades. O estudo mostrou que o DF tem uma ocupação espalhada e longas distâncias entre regiões administrativas (RAs). Isso favorece o uso do carro e torna o transporte coletivo menos atrativo. A partir desse panorama, o Pdot definiu estratégias para promover a mobilidade sustentável e criar uma cidade mais humana, como explica o diretor de Planejamento Territorial e Urbano da Seduh, Antônio Martins: “Ao combinar o desenvolvimento urbano com o transporte público em grande escala e qualificar os espaços públicos em menor escala, o Pdot busca reduzir distâncias e tempo de viagem, incentivar o transporte coletivo e os meios não motorizados, e diminuir a dependência do carro em todas as partes do DF”. Foram definidas duas estratégias integradas: uma voltada ao DF como um todo, focada em deslocamentos mais longos; e outra voltada aos núcleos urbanos e bairros, focada nos percursos locais e na melhoria dos espaços públicos. A série 'Entendendo o Pdot' vai explicar as principais estratégias propostas para enfrentar os desafios do Distrito Federal, como a mobilidade | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Estratégia I – Rede Estrutural de Transporte Coletivo e Desenvolvimento Orientado Essa estratégia prevê o crescimento da cidade alinhado à rede de transporte coletivo, como metrô e BRT (sigla em inglês para bus rapid transit). A ideia é aproximar moradia, trabalho e transporte público, reduzindo a necessidade do carro. O conceito por trás é o de Desenvolvimento Orientado ao Transporte Coletivo (DOT), que promove uma cidade mais compacta, conectada e funcional. Entre os desafios estão: [LEIA_TAMBEM]⇾ Promover o uso misto em áreas urbanizadas, especialmente próximas às estações; ⇾ Fortalecer centralidades ligadas por transporte público; ⇾ Valorizar a gestão social da terra e aproveitar melhor a infraestrutura existente. As diretrizes incluem: ⇾ Implantar novas estações em áreas com grande fluxo de pessoas; ⇾ Reservar espaço para infraestrutura exclusiva de transporte coletivo; ⇾ Incentivar o uso misto e qualificar os espaços públicos no entorno das estações; ⇾ Integrar novas áreas habitacionais à rede de transporte. Estratégia II – Cidade Integrada e Acessível A segunda estratégia foca nos deslocamentos curtos, com ações para tornar ruas mais seguras e agradáveis para pedestres e ciclistas, além de qualificar os espaços públicos. O diagnóstico do Pdot apontou dificuldades para mobilidade ativa (a pé ou de bicicleta) e insegurança viária. Em muitos casos, rodovias cortam bairros sem oferecer travessias adequadas, e até mesmo deslocamentos curtos são feitos de carro. A proposta se baseia na pirâmide invertida da mobilidade, que prioriza os meios não motorizados, depois o transporte público, e só por último o carro particular. Arte: Seduh-DF Integração com o PDTU As estratégias do Pdot precisam estar alinhadas ao Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU), em atualização no DF. O PDTU define políticas e ações específicas para a gestão dos transportes e o planejamento da mobilidade urbana. “O Pdot apresenta o diagnóstico e as diretrizes em larga escala. Já o PDTU detalha as soluções específicas de mobilidade”, explica Antônio Martins. “Se o Pdot aponta a necessidade de desenvolver uma região e melhorar sua mobilidade, o PDTU vai planejar, por exemplo, novas estações de metrô ou outras infraestruturas de transporte, com base nas prioridades indicadas.” *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF)
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Governador Ibaneis Rocha exalta democratização do transporte público e investimentos em mobilidade urbana no DF
Agência Brasília · GOVERNADOR IBANEIS ROCHA EXALTA DEMOCRATIZAÇÃO DO TRANSPORTE PÚBLICO E INVESTIMENTOS EM MOBILIDADE O governador Ibaneis Rocha participou, na noite desta terça-feira (27), da apresentação da nova diretoria da Associação Nacional de Empresas de Transporte Urbano (NTU), em evento no Setor de Clubes Esportivos Sul. Na cerimônia, o chefe do Executivo exaltou a democratização do transporte público e os investimentos feitos na mobilidade urbana do Distrito Federal. O governador Ibaneis Rocha (à direita) compareceu, na noite desta terça (27), à posse da nova diretoria da NTU, que tem Edmundo Pinheiro (centro) como presidente do Conselho Diretor | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Brasília tem se mostrado um grande exemplo do transporte público democrático, a gente aqui tem transporte público gratuito para estudantes, para pessoas com deficiência e agora também o Vai de Graça, que as pessoas podem utilizar o sistema de transporte público, tanto de ônibus quanto do metrô, gratuitamente aos domingos e aos feriados, democratizando todos os espaços da cidade”, elencou o governador. “Isso tem um custo para o Estado, sem dúvida nenhuma, mas o que mais importa é a qualidade. E nós temos hoje, graças ao trabalho do Distrito Federal, do governo com as empresas, a maior frota de ônibus novos do Brasil. Temos a melhor frota atendendo, vamos modernizar, acho que temos muito a avançar nessa questão do transporte público, mas Brasília hoje está na vanguarda e a gente espera que isso continue”, acrescentou. O Governo do Distrito Federal (GDF) tem investido na renovação da frota de ônibus, no retorno dos zebrinhas e na expansão do metrô, entre outras ações, junto a obras que facilitam o trânsito de todos, como rodoviárias, passarelas e viadutos. Além da gratuidade aos domingos e feriados, a capital federal também teve as tarifas do transporte público congeladas em 2020 — e seguirão assim até o fim de 2026. "Brasília tem dado um exemplo importante pelo fato de ter uma política tarifária em que o subsídio garante a remuneração das empresas, ao mesmo tempo que possibilita uma tarifa módica", destacou o diretor executivo da NTU, Francisco Christovam No campo da mobilidade, o Distrito Federal caminha para ter uma frota de 90 ônibus elétricos, mais silenciosos e menos poluentes. O incentivo ao uso de veículos elétricos e híbridos também inclui isenção de IPVA e a instalação de 130 eletropostos em locais estratégicos da capital. Outra frente importante é a parceria entre o GDF e a Neoenergia para implantação de um posto de abastecimento de Hidrogênio Verde, consolidando Brasília como polo emergente em soluções energéticas sustentáveis. Diretoria A nova diretoria da NTU foi eleita para o biênio 2025/2027. O Conselho Diretor tem Edmundo Pinheiro como presidente e Mauro Artur Herszwicz como vice. Francisco Christovam e Marcos Bicalho, atuais diretor executivo (CEO) e diretor de gestão, respectivamente, foram reconduzidos aos cargos. Já o posto de diretor técnico será ocupado por Matteus Freitas, antes coordenador do Núcleo de Transporte da NTU. [LEIA_TAMBEM]“É um momento importante que o nosso setor passa. O transporte público, desde a pandemia, perdeu participação para o transporte individual e a gente viu reflexos disso nas cidades, com o trânsito cada vez mais complicado exatamente porque mais pessoas migraram para o carro. E Brasília é um exemplo para o Brasil, de como isso pode mudar. Brasília é a única cidade no Brasil em que a demanda de passageiros hoje é maior do que era antes da pandemia. Temos aqui hoje a frota mais nova, graças a uma política pública de promoção, de incentivo, de valorização do transporte público coletivo, e é isso que a gente quer levar para todo o Brasil”, ressaltou Edmundo Pinheiro. Fundada em 1987, a NTU é uma entidade de classe nacional, cujo objetivo é representar as operadoras de ônibus urbanos e metropolitanos junto ao poder público e à sociedade civil. “Eu costumo dizer que o transporte é o serviço público que viabiliza os demais serviços públicos. Sem o transporte, o doente não chega ao hospital, o estudante não chega à escola, o trabalhador não chega ao serviço e a própria população não pode usufruir do lazer, por exemplo, que a cidade oferece nos finais de semana. Então, o nosso serviço é um serviço essencial, ele é estratégico, não só porque está escrito na Constituição, mas porque, de fato, é um serviço que a população mais se identifica quando precisa realizar o seu deslocamento”, enfatizou Francisco Christovam. “E Brasília tem dado um exemplo importante pelo fato de ter uma política tarifária em que o subsídio garante a remuneração das empresas, ao mesmo tempo que possibilita uma tarifa módica. Quer dizer, a população paga um valor menor do que o valor do custo do serviço e isso é muito significativo”, arrematou o CEO.
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Das grandes obras ao Vai de Graça, Brasília reinventa a mobilidade com foco em segurança e agilidade
Presidente que concretizou a construção de Brasília, Juscelino Kubitschek também foi um dos propulsores do aumento da indústria automobilística no país. Por essa razão, era natural que a capital federal, pensada para abrigar, no máximo, 500 mil habitantes, fosse desenhada para carros, repleta de vias expressas e com poucos cruzamentos e semáforos. Brasília caminha para o futuro com valorização do transporte coletivo – programa Vai de Graça, renovação dos ônibus e expansão do metrô são exemplos do avanço | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O tempo mudou e Brasília também. Hoje, o pedestre e o transporte coletivo são os protagonistas da mobilidade brasiliense. Com 2,8 milhões de habitantes – cinco vezes mais que o planejado inicialmente –, a cidade projeta o futuro sem esquecer o passado, com a renovação da frota de ônibus, o retorno dos zebrinhas e a expansão do metrô, entre outras ações, junto a obras que facilitam o trânsito de todos, como rodoviárias, passarelas e viadutos. “São ações importantes para melhorar a qualidade de vida da população. Todas as vezes em que terminamos uma obra viária, estamos devolvendo vida para as pessoas. O tempo que levariam parados no trânsito é o tempo que é acrescentado ao dia a dia”, assinala o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves. Uma das maiores novidades implementadas por este Governo do Distrito Federal (GDF) é o programa Vai de Graça, válido para ônibus e metrô aos domingos e feriados. A gratuidade, além de dar uma folga para o bolso dos cidadãos, também estimula a circulação nos espaços públicos e comércios, democratizando a oferta de lazer e desporto disponível no Quadradinho. Para reinventar a mobilidade brasiliense, este GDF também investe na construção e reforma das rodoviárias, com o objetivo de proporcionar acessibilidade, conforto e segurança tanto para os passageiros como para os motoristas “O primeiro grande objetivo é a inclusão social. Existem muitas famílias em situação de vulnerabilidade econômica que sentem o impacto do custo de deslocamento para lazer, turismo, cultura e até mesmo para atividades relacionadas à geração de renda. Ao disponibilizar transporte gratuito, sem limitação de acesso, oferecemos a oportunidade para que essas famílias conheçam Brasília e otimizamos a frota disponível, com mais pessoas usando os ônibus e o metrô”, destaca o secretário. Segundo Zeno Gonçalves, houve um aumento de 60% no número de passageiros aos domingos. Nos demais dias da semana, com destaque para os sábados, o acréscimo foi de 11%. “As pessoas estão conhecendo mais o transporte público. Muitas começaram a utilizá-lo porque é gratuito no domingo e nos outros dias perceberam que o sistema funciona – isso gera um efeito muito positivo e provoca o desafio de melhorar o sistema e aumentar a oferta, o que é muito bom, pois o papel do governo é prover um serviço de qualidade para todos”. “Tivemos aumento de apenas 3% na frota aos domingos, demonstrando que o impacto no custo é pequeno diante dos grandes resultados alcançados: aumento da satisfação, crescimento da demanda e, a médio e longo prazo, redução no custo do sistema”, observa. “Com mais usuários utilizando o sistema e a mesma frota, o valor da tarifa técnica diminui, pois o custo total permanece o mesmo. Ao aumentar a quantidade de passageiros, aumentamos a arrecadação e reduzimos o valor por viagem pago às empresas. A economia também já começa a sentir esse impacto. O comércio, por exemplo, está sendo dinamizado aos domingos, e isso atrai ainda mais usuários para o transporte público.” Uma das maiores novidades implementadas por este Governo do Distrito Federal (GDF) é o programa Vai de Graça, válido para ônibus e metrô aos domingos e feriados | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Incentivo à ocupação das cidades São inúmeros os depoimentos de cidadãos que aproveitaram a gratuidade dos coletivos e do metrô para visitar amigos e familiares, comparecer a compromissos ou curtir a programação dos equipamentos públicos. “Foi muito legal passear no Eixão do Lazer com minha filha, sem pagar passagem. É um dinheirinho que pode parecer pouco, mas no final do dia faz diferença – podemos usar para comprar uma comida, uma bebida, ajudando o comércio, inclusive”, conta a auxiliar de loja Patrícia Canguçu, 27 anos. Moradora de Samambaia, ela observa a importância da medida para quem deixaria de circular na cidade por conta do valor da tarifa. “Realmente, aumenta o acesso das pessoas aos lugares. E também tem pessoas como eu que trabalham aos domingos e podem economizar. É um dinheiro que fica no vale-transporte, mas que eu posso usar em outro dia”, avalia Patrícia. “Já estou me planejando para ir ao Parque Ana Lídia e à Torre de TV com a minha filha na próxima vez que estiver de folga no domingo”. A gratuidade também mudou a programação dos finais de semana da professora Eliana Fernandes Nunes, 46. “Tenho ido ao mercado, a feiras mais distantes de casa e à casa da minha mãe, em Ceilândia. Como eu moro no Paranoá Parque, não é sempre que conseguia ir lá por conta do preço da gasolina e do tanto que eu gastaria com passagem, já que vamos eu, meu marido e meus três filhos”, relata. Com o Vai de Graça, as visitas aumentaram. “Quando é domingo, já acordo cedo, animada para andar de ônibus sem pagar nada. É maravilhoso, muito bom mesmo. Era um gasto de R$ 55, ida e volta, que hoje fica para compras para casa e até para a gente aproveitar na rua”, revela Eliana. “É um programa muito importante: serve para inclusão social, estimula o comércio e reduz o uso de carros – eu mesma deixo o meu em casa para economizar –, e ainda por cima fortalece o convívio em comunidade e incentiva a cultura e o lazer”. Lançado no final de fevereiro, o Vai de Graça impulsionou a circulação das pessoas durante o Carnaval, com mais de 2,5 milhões de acessos nos ônibus e metrô em quatro dias de folia, e foi implementado na data da final do Candangão 2025. A gratuidade também estará em vigor no aniversário de Brasília, do dia 17 ao 21. Além disso, enquanto sete capitais brasileiras iniciaram o ano de 2025 com reajustes nas tarifas de ônibus, o Distrito Federal optou por manter os valores atuais das passagens até o final de 2026. O último reajuste foi feito no início de 2020, de 10%, inferior ao aplicado em outras gestões, quando os valores chegaram a subir até 50%. O Vai de Graça mudou os finais de semana da professora Eliana Fernandes, que tem feito mais programas com o marido e seus três filhos: “Tenho ido ao mercado, a feiras mais distantes de casa e à casa da minha mãe, em Ceilândia” | Foto: Arquivo pessoal Agilidade e segurança Para reinventar a mobilidade brasiliense, este GDF também investe na construção e reforma das rodoviárias, com o objetivo de proporcionar acessibilidade, conforto e segurança tanto para os passageiros como para os motoristas, cobradores e comerciantes que atuam nos locais. Desde 2019, foram entregues as unidades de Sobradinho, Santa Maria, Sol Nascente, Itapoã, Varjão e Gama, inaugurada em fevereiro deste ano. O espaço da Brazlândia também passou por uma reforma completa. Os circulares que rodam em Sobradinho são os principais meios de locomoção da diarista Sara Soares, 50, que frequenta a rodoviária da cidade semanalmente. Ela recorda como era a estrutura antes da reforma, inaugurada em maio de 2020 com investimento de mais de R$ 6,3 milhões. Por lá, são 22 linhas que registram uma média de 18 mil embarques diários, conectando os moradores a destinos dentro e fora do DF. “Era um ambiente precário, sem nenhuma organização; e agora está muito melhor, mais ajeitado, com mais segurança”, diz. Sara observa que as ações voltadas para mobilidade, de fato, melhoram o dia a dia da população. Ela também já utilizou a gratuidade dos coletivos aos domingos e feriados para ir trabalhar, em Vicente Pires. “Daqui até lá, quando estou sem o Cartão Mobilidade, gasto R$ 22. No domingo que tive que ir, foi de graça. Fiquei muito feliz quando vi o R$ 0 ao passar o cartão de débito. É muito importante, principalmente para as pessoas com baixa renda”, celebra. A diarista Sara Soares elogia a reforma feita da Rodoviária de Sobradinho, reinaugurada em maio de 2020: “Era um ambiente precário, sem nenhuma organização; e agora está muito melhor, mais ajeitado, com mais segurança” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Assim como a nova rodoviária, o Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci também levou mais segurança para a população de Sobradinho, entre pedestres e motoristas. O feirante Josivaldo Santos, 49 anos, passa por lá todos os dias e conta que o engarrafamento diminuiu drasticamente após a construção, minimizando o risco de acidentes e colisões. “Melhorou demais a nossa vida. Aumentou o espaço para os carros e organizou para os pedestres”, diz. Mais um benefício foi a redução do tempo parado no trânsito, perceptível tanto para veículos individuais como coletivos. “Antes eu levava de 1h10 a 1h20 para ir de Formosa, onde eu moro, até a Feira de Sobradinho, meu trabalho. Agora são 50 minutos. É um tempo a mais com a família, para descansar, fazer uma caminhada”, disserta Josivaldo sobre o complexo inaugurado em 2023 com investimento superior a R$ 33,2 milhões, que beneficia mais de 100 mil motoristas diariamente. O Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci reduziu o tempo de deslocamento do feirante Josivaldo Santos: “Antes eu levava de 1h10 a 1h20 para ir de Formosa, onde eu moro, até a Feira de Sobradinho, meu trabalho. Agora são 50 minutos” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Outras ações O retorno dos zebrinhas e a ampliação do serviço para mais regiões administrativas também são um marco para a mobilidade do DF. O Transporte de Vizinhança atende Águas Claras, Arniqueira, Ceilândia, Cruzeiro, Lago Sul, Paranoá, Plano Piloto, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol, Sudoeste/Octogonal, Taguatinga, Vicente Pires e Park Way. A frota conta com 55 veículos, distribuídos em 23 linhas, que registram um total de 481 viagens por dia útil, 156 aos sábados e 54 aos domingos, ultrapassando 690 viagens durante a semana. A concessão da Rodoviária do Plano Piloto, a renovação da frota de ônibus, a construção e manutenção de mais de 500 abrigos para passageiros e a digitalização do sistema de passagens foram outras realizações deste GDF. Todas as linhas urbanas deixaram de receber pagamento em dinheiro, resultando em maior segurança nos ônibus, embarques ágeis e viagens mais rápidas. Destacam-se, ainda, a autorização da expansão do metrô para Samambaia, com investimento de mais de R$ 319 milhões para construção de duas novas estações. Além do lançamento do programa Vai de Bike, que prevê a construção de 325 km de ciclovias. Com isso, a malha cicloviária do DF, que fechou 2024 com 710 km de vias, deve ultrapassar 1.000 km nos próximos anos, posicionando Brasília como a capital com mais ciclovias do país. Estas e outras ações contribuem para o título de capital com melhor qualidade de vida do país, mostrando que o benefício da população é a principal prioridade deste GDF.
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