GDF renova 53% da frota operacional do Corpo de Bombeiros com 115 novos veículos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta quinta-feira (24/9), a governadora Celina Leão esteve no 25º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), em Águas Claras, para entregar novos veículos à frota da corporação. Ao todo, 115 novas viaturas foram adquiridas, o equivalente a 53% da atual frota: 58 já foram recebidas, enquanto outras 57 têm previsão de entrega ainda em 2026. Durante a visita em que participou da entrega de novas viaturas, a governadora Celina Leão enfatizou: “Quando você tem um equipamento novo, há uma melhora no tempo de espera da pessoa que estava esperando o resgate” | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília De acordo com o CBM, os veículos vão ampliar a disponibilidade operacional, além de fortalecer a prontidão das equipes e reduzir o tempo de resposta às ocorrências. A governadora lembrou que “cuidar de quem cuida” é fundamental para o reconhecimento e valorização dos profissionais. “Quando você tem um equipamento novo, há uma melhora no tempo de espera da pessoa que estava esperando o resgate”, observou Celina Leão. “Isso atinge tanto as vítimas quanto o trabalho operacional do Corpo de Bombeiros. É preciso ter uma estrutura que realmente possa cuidar da corporação e da população.” Há mais de 33 novas unidades móveis de resgate entre os equipamentos entregues Entre os novos veículos, estão 33 novas unidades de resgate (URs) destinadas ao atendimento pré-hospitalar, duas embarcações cabinadas de grande porte, nove caminhonetes, quatro URs para acolhimento e transporte seguro de mulheres vítimas de violência, sete autobombas tanque e salvamento (caminhões, chamados ABTS), 20 motocicletas de 850 cilindradas e 15 motocicletas de 300 cilindradas. Segurança ampliada Segundo o CBM-DF, a modernização da frota proporciona mais segurança aos bombeiros e maior confiabilidade ao atendimento prestado. Além da renovação terrestre, em 2025, foram incorporados o helicóptero Resgate 08 e o avião Resgate 09, equipamentos que ampliaram o alcance e a agilidade em missões de socorro, transporte e apoio operacional no DF e em operações interestaduais. “Veículos novos e mais modernos dão mais conforto às vítimas também”, ressaltou o comandante-geral do CBM-DF, Moisés Alves Barcelos. “Metade das viaturas já chegaram; com isso, a gente pode atender melhor a população do Distrito Federal, de forma mais rápida, com maior número de viaturas, diminuindo o tempo de resposta e o tempo que as pessoas esperam.” A corporação esclareceu, ainda, que os veículos que chegam ao final da vida útil são destinados a leilão, seguindo processos administrativos, e que os recursos obtidos retornam ao CBMDF para novos investimentos.
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Comunidade da Asa Norte apresenta demandas de segurança durante reunião
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Moradores e comerciantes da Asa Norte participaram, nesta sexta-feira (17/7), de uma reunião na Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) para encaminhar demandas. Entre as principais solicitações apresentadas, estão o reforço da segurança para prevenir furtos e roubos a transeuntes, residências, comércios e veículos, a ampliação do policiamento ostensivo e uma maior proximidade das forças de segurança com a população. A reunião contou com a participação do secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury, e dos secretários-executivos da SSP-DF, além de representantes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), do Detran-DF e de órgãos parceiros. Participantes da reunião expuseram suas dúvidas e receberam informações atualizadas sobre as ações de segurança | Foto: Divulgação/SSP-DF Durante o encontro, a PMDF apresentou as ações desenvolvidas na Asa Norte por meio da Operação Kratos, como a utilização de uma base móvel instalada em ônibus da corporação, posicionada em pontos estratégicos, como a região do Centro Universitário de Brasília (Ceub). A iniciativa amplia a presença policial, intensifica o policiamento em áreas com maior incidência criminal e reforça a prevenção de delitos. A corporação também destacou a importância da participação da comunidade por meio da Rede de Vizinhos Protegidos. A iniciativa aproxima moradores de uma mesma região, que passam a receber orientações da PMDF sobre medidas preventivas e organizam grupos restritos de comunicação para compartilhamento de informações e acionamento rápido da polícia em situações suspeitas. A proposta fortalece a cooperação entre vizinhos e amplia a capacidade de prevenção da comunidade. A Polícia Civil ressaltou que a atuação integrada entre as forças de segurança tem produzido resultados positivos na região — entre esses, prisões de autores de furtos em estabelecimentos comerciais, o cumprimento de prisões preventivas e a intensificação das investigações com base na integração de informações entre os órgãos de segurança e o sistema de Justiça. População pode colaborar Durante a reunião, a PCDF também reforçou a importância da colaboração da população por meio dos canais de denúncia. Além do telefone 190, utilizado para situações de emergência atendidas pela Polícia Militar, os moradores podem utilizar o 197, canal da Polícia Civil destinado ao recebimento de denúncias e informações que auxiliem nas investigações. Também podem ser utilizados registros de ocorrência, denúncias anônimas e outros meios oficiais de comunicação, permitindo que todas as informações sejam analisadas e subsidiem o planejamento das ações policiais. 10 mil Número aproximado de câmeras de segurança instaladas em órgãos públicos, empresas e condomínios Durante o encontro, foi explicado aos participantes o funcionamento do DF 360, plataforma que integra imagens de câmeras públicas e privadas para apoiar o monitoramento de áreas de interesse da segurança pública, o atendimento de ocorrências e a investigação de crimes. Um dos principais esclarecimentos foi sobre a preservação da privacidade. Apenas câmeras voltadas para áreas externas, como ruas, calçadas, estacionamentos, entradas de condomínios e fachadas de estabelecimentos, podem ser integradas ao sistema. Equipamentos instalados em ambientes internos de residências, empresas ou condomínios não são conectados à plataforma. Atualmente, o DF 360 reúne quase 10 mil câmeras integradas de órgãos públicos, empresas, condomínios e cidadãos que aderiram voluntariamente ao programa, ampliando o apoio às ações das forças de segurança em todo o Distrito Federal. Como solicitar reforço Moradores, comerciantes, condomínios e empresas interessados em integrar suas câmeras ao DF 360 podem fazer o cadastro gratuitamente pela internet. Após o preenchimento das informações, a equipe técnica da SSP-DF verifica se o equipamento atende aos requisitos necessários para a integração. O cadastro pode ser feito no portal df360.ssp.df.gov.br, na opção “Cadastre sua câmera”, onde também estão disponíveis orientações técnicas, critérios de participação e uma seção de perguntas frequentes sobre o funcionamento da plataforma. A participação é voluntária e destinada exclusivamente a equipamentos que monitoram áreas externas de interesse público, fortalecendo a colaboração entre a comunidade e as forças de segurança sem comprometer a privacidade dos proprietários. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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HRSM utiliza 253 câmeras para ampliar a segurança de pacientes e profissionais
Mais de 71 mil pessoas passaram pela portaria central do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) entre janeiro e abril deste ano. O intenso fluxo de pacientes, acompanhantes, visitantes e profissionais exige uma estrutura permanente de monitoramento para reforçar a segurança na unidade. Desse total, 40.525 acessos foram de acompanhantes, 14.685 de visitantes e 16.433 classificados como trânsito geral, o que representa uma média de quase 600 pessoas por dia passando pelo principal acesso do hospital. Para atender a essa demanda, a unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) conta com uma estrutura de videomonitoramento formada por 253 câmeras, sendo 20 delas equipadas com recursos de inteligência artificial. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos e acompanham a movimentação em áreas de circulação e acessos, auxiliando na prevenção de ocorrências e dando suporte às equipes responsáveis pela proteção do patrimônio e das pessoas. Para ampliar a eficiência desse monitoramento, uma cooperação técnica entre a Superintendência de Operações (Suope) do IgesDF e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) permite o compartilhamento de registros, contribuindo para a análise de situações ocorridas tanto dentro quanto no entorno da unidade. Na prática, os recursos tecnológicos têm se mostrado importantes aliados das equipes de vigilância patrimonial. De acordo com o chefe do Núcleo de Segurança do HRSM, Antônio Araújo, a ferramenta desempenha papel fundamental na apuração de ocorrências. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos e acompanham a movimentação em áreas de circulação e acessos | Foto: Divulgação/IgesDF "Recebemos com frequência relatos de objetos esquecidos e casos de furtos de celulares. Com o apoio das câmeras, conseguimos rastrear movimentações, verificar o que aconteceu e reunir informações que auxiliam na apuração dos fatos", explica. Além do registro de ocorrências, a plataforma utiliza recursos de análise inteligente capazes de identificar movimentações incomuns, invasões de perímetro e aglomerações, ampliando a capacidade de prevenção e de resposta das equipes. Monitoramento em tempo real Para o chefe do Núcleo de Monitoramento Remoto (Numor) do IgesDF, Daniel Rabelo, o videomonitoramento vai além da vigilância e se tornou uma ferramenta estratégica para a gestão hospitalar. "Ter uma visão ampla do que acontece nos diferentes espaços faz a diferença. O acompanhamento em tempo real contribui para que todos se sintam mais seguros durante sua permanência no hospital", afirma. A sensação de segurança também é percebida por quem frequenta a unidade. Entre eles está Regina da Silva, que acompanha a mãe, Rosalina da Silva, internada há duas semanas. "A gente sempre fica atento aos nossos pertences, mas saber que existe uma estrutura acompanhando o ambiente traz mais tranquilidade", relata. Todo o processo é coordenado pela Gerência Operacional do IgesDF e segue protocolos rigorosos de sigilo e está em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), garantindo que o monitoramento ocorra de forma responsável e alinhada às normas vigentes. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Aberta licitação para implantar sistema de monitoramento de tráfego e fiscalização eletrônica
O Detran-DF publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de quinta-feira (11), o aviso de abertura de pregão eletrônico para a contratação de serviços de monitoramento e gestão das informações de tráfego e fiscalização eletrônica nas vias urbanas do Distrito Federal. A sessão pública está marcada para o dia 30 deste mês, às 9h. O investimento estimado é de R$ 75.789.586,80, com vigência contratual de 60 meses. Contratação investe no aprimoramento do sistema de fiscalização das vias do DF | Foto: Divulgação/Detran-DF A contratação contempla a utilização do Registrador Eletrônico de Infrações de Trânsito (Reit III) para fiscalização de avanço de sinal vermelho, com tecnologia intrusiva ou não intrusiva ao pavimento. O objetivo é fortalecer o monitoramento viário, ampliar a capacidade de gestão das informações de trânsito e contribuir para a redução de comportamentos de risco. [LEIA_TAMBEM]“A fiscalização eletrônica é uma importante ferramenta para a preservação de vidas”, reforça o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. “Os serviços contratados deverão fornecer informações qualificadas para apoiar as ações de engenharia, fiscalização e gestão do trânsito, além de garantir maior eficiência no acompanhamento das condições de circulação nas vias urbanas do DF.” O edital e seus anexos podem ser consultados gratuitamente no portal do Detran-DF e no portal de compras do governo federal. *Com informações do Detran-DF
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Dia Nacional do Controle de Infecções Hospitalares ressalta a importância da higienização
Ações simples podem evitar complicações graves, reduzir internações prolongadas e salvar vidas dentro dos hospitais. Nesta sexta-feira (15), quando é celebrado o Dia Nacional do Controle de Infecções Hospitalares, a Secretaria de Saúde (SES-DF) reforça a importância das medidas de prevenção adotadas nas unidades de saúde para proteger pacientes, profissionais e acompanhantes. Vigilância Sanitária recomenda controle e higienização constantes no ambiente hospitalar para evitar infecções | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-Df Embora seja popular o termo infecções hospitalares, a nomenclatura adotada pelos serviços de saúde é infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras). Isso porque essas infecções podem ser adquiridas em diferentes ambientes, como hospitais, clínicas, unidades de pronto atendimento e demais serviços de saúde. “Garantimos que hospitais e demais serviços de saúde sigam protocolos e padrões capazes de reduzir a circulação de microrganismos e ampliar a segurança dos pacientes” Márcia Olivé, diretora da Vigilância Sanitária da SES-DF “O controle adequado reduz complicações, evita o uso excessivo de antibióticos e diminui casos de internações prolongadas e mortes evitáveis”, afirma a gerente de Risco em Serviços de Saúde da Vigilância Sanitária da SES-DF, Juliana Ruas. O infectologista Felipe Freitas, do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), alerta para os riscos: “A ausência de um controle eficiente das infecções relacionadas à assistência à saúde aumenta o risco de surtos, transmissão de doenças e proliferação de bactérias resistentes. Já a adoção de medidas preventivas reduz novas infecções e torna a assistência mais segura para pacientes e profissionais”. Monitoramento contínuo No DF, o monitoramento das Iras é feito dentro das unidades de saúde, por meio das comissões de controle de infecção hospitalar (CCIHs); e pela Vigilância Sanitária, com ações de fiscalização coordenadas pela Gerência de Risco em Serviços de Saúde (GRSS). Entre as ações da GRSS estão inspeções sanitárias, monitoramento das taxas de Iras, investigação de surtos e capacitação de profissionais sobre segurança do paciente e prevenção. “Garantimos que hospitais e demais serviços de saúde sigam protocolos e padrões capazes de reduzir a circulação de microrganismos e ampliar a segurança dos pacientes”, afirma a diretora da Vigilância Sanitária da SES-DF, Márcia Olivé. Casos de infecção em pacientes internados em UTI caíram significativamente no período de 2014 a 2025 Entre 2014 e 2025, a SES-DF registrou queda nos três principais tipos de infecção em pacientes internados em UTIs de adultos no DF. Os casos de pneumonia associada à ventilação mecânica caíram 57%, queda que nas infecções primárias da corrente sanguínea foi de 63% e, nas infecções do trato urinário, de 75%. Além de aumentar a segurança dos pacientes, a redução desses índices também contribui para diminuir custos com tratamentos e internações prolongadas na rede pública de saúde. Em 2025, a GRSS analisou 4.021 notificações de infecções, respondeu a 26 surtos e realizou 75 fiscalizações de alta complexidade. Também promoveu 36 encontros técnicos, capacitando quase mil profissionais. Em 2026, já foram promovidas 50 ações de fiscalização e monitorados seis surtos notificados. Prevenção começa pelas mãos [LEIA_TAMBEM]A SES-DF reforça que a higienização correta das mãos segue como uma das medidas mais eficazes contra infecções. “A limpeza adequada interrompe a transmissão de microrganismos e protege pacientes, profissionais e acompanhantes. É uma ação simples, rápida e extremamente eficiente”, enfatiza Juliana Ruas. Outras medidas incluem uso correto de equipamentos de proteção individual (EPIs), limpeza e desinfecção de ambientes e esterilização adequada de materiais. A orientação para visitantes e acompanhantes é higienizar as mãos antes e depois das visitas, evitar contato com superfícies fora do leito e não visitar pacientes em caso de sintomas gripais ou doenças infecciosas. Veja mais dicas no Instagram da SES-DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Rede pública de saúde oferece exame para diagnóstico precoce de complicações renais
A rede pública de saúde do Distrito Federal conta agora com o exame de relação proteína/creatinina em amostra isolada de urina (RPCU). O exame é utilizado em casos de doenças renais e hipertensão na gestação. Essa incorporação à Secretaria de Saúde (SES-DF) fortalece a linha de cuidado materno-infantil e amplia a capacidade diagnóstica da rede. Com maior índice de precisão, exame RPCU dispensa a coleta urinária prolongada, que é mais sujeita a erros | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A RCPU permite estimar, de forma confiável, a excreção urinária de proteínas ao longo de 24 horas, dispensando a necessidade da coleta urinária prolongada, que é mais complexa e sujeita a erros. O exame é útil na rotina assistencial, especialmente em cenários que exigem tomada ágil de decisões. Um dos casos em que a utilização da RPCU se mostra importante é na avaliação de gestantes com suspeita de pré-eclâmpsia (hipertensão durante a gravidez). A detecção precoce da proteinúria é um componente fundamental do diagnóstico. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o protocolo da Rede Brasileira de Estudos sobre Hipertensão na Gravidez, esse método apresenta alta sensibilidade. A RPCU pode ser utilizada para triagem inicial de proteinúria em gestantes, confirmação diagnóstica de pré-eclâmpsia e monitoramento da evolução clínica. A técnica também é amplamente usada para diagnóstico e acompanhamento de doenças renais crônicas e investigação de síndromes renais. Pode ser empregada ainda para monitoramento de pacientes com diabetes mellitus e hipertensão arterial. A disponibilização do exame de RPCU contribui para a otimização dos recursos assistenciais, ao simplificar o processo de coleta, melhorar a adesão dos pacientes e racionalizar o fluxo laboratorial. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Saúde amplia monitoramento contra viroses gripais
A Secretaria de Saúde (SES-DF) aumentou a vigilância contra os vírus respiratórios. Agora, duas vezes ao dia, o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF) vai liberar resultados de amostras de pacientes com suspeita de adenovírus, metapneumovírus, rinovírus, vírus sincicial respiratório (VSR), influenza e Sars-CoV-2 — este último, causador da covid-19. Análises do Lacen-DF ajudam a definir estratégias para enfrentar período de aumento do número de casos de doenças respiratórias | Foto: Matheus Oliveira/Agência-Saúde DF “A celeridade é necessária, inclusive, para qualificar a assistência dada aos pacientes: dependendo do resultado, pode-se indicar a internação ou, se for o caso, a alta”, explica a diretora do Lacen-DF, Solange Fagundes. De janeiro até março, a unidade registrou 6.866 análises para esses vírus. A expectativa é que a produtividade cresça ainda mais neste ano. “Todos os dias, fazemos o recolhimento das amostras coletadas nas unidades de saúde do DF”, detalha a gestora. “Os exames recolhidos no período da manhã têm seus resultados finais liberados até as 21h do mesmo dia. Agora, ampliamos o recolhimento das amostras com a adoção de mais uma rota: iniciamos às 13h30, com retorno ao Lacen-DF às 17h30, e essas amostras têm seus resultados liberados na manhã do dia seguinte.” [LEIA_TAMBEM]Além de representar agilidade para a assistência aos pacientes, a ampliação tem impacto para a gestão dos serviços, explica a enfermeira Rosana Campos, da Subsecretaria de Vigilância em Saúde. “A ampliação do monitoramento e a liberação rápida de resultados pelo Lacen-DF fortalecem a vigilância epidemiológica e permitem decisões assistenciais mais ágeis e eficazes no manejo das viroses respiratórias”, ressalta. Até o dia 10 deste mês, a SES-DF já confirmou 1.445 casos da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Destacam-se 29 casos por conta da covid-19, 50 pelo vírus influenza, 482 pelo rinovírus, 282 pelo metapneumovírus e 143 por VSR. Os demais foram causados por outros agentes não especificados ou ainda estão em investigação. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Plataforma DF 360 integra câmeras públicas e privadas em sistema único de monitoramento no Distrito Federal
O Programa DF 360 – Segurança Integral, lançado há cerca de um mês pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), passa a utilizar um sistema unificado de monitoramento no Distrito Federal, com a integração de imagens provenientes de câmeras privadas e de órgãos públicos em uma única plataforma tecnológica, em complemento às geradas pelas 1.350 câmeras já instaladas no DF. As informações são processadas em um ambiente único e inteligente, permitindo análise em tempo real e acesso pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A iniciativa permite que as forças de segurança acessem as imagens também por meio das Centrais de Monitoramento Remoto (CMRs). Além daquelas que já operam nas unidades, outras 66 CMRs foram distribuídas a outras unidades. Restam ainda 96 que serão instaladas ao longo dos próximos dois meses. "Além das imagens captadas por equipamentos instalados em áreas públicas pelas 1.350 câmeras da SSP-DF, passamos a incorporar, de forma estratégica, câmeras privadas" Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública “Além das imagens captadas por equipamentos instalados em áreas públicas pelas 1.350 câmeras da SSP-DF, passamos a incorporar, de forma estratégica, câmeras privadas, ampliando o alcance da vigilância e potencializando a capacidade de prevenção e resposta a ocorrências em todo o território do DF”, explica o secretário de Segurança Pública do DF (SSP-DF), Sandro Avelar. Centrais ampliam presença e capacidade de resposta O videomonitoramento urbano é uma ferramenta importante na prevenção de crimes e no monitoramento de áreas vulneráveis, resultando em um aumento significativo na segurança pública. As imagens captadas pelas câmeras são compartilhadas com as forças de segurança, garantindo acesso descentralizado ao sistema e maior agilidade na tomada de decisão. Os servidores que irão operar os sistemas estão sendo capacitados. DF monitorado O monitoramento é realizado de forma integrada entre as forças de segurança e mais de 31 órgãos, instituições e agências dos governos local e federal | Foto: Divulgação/SSP_DF [LEIA_TAMBEM]Com a instalação de câmeras na região administrativa de Água Quente em fevereiro deste ano, todo o Distrito Federal conta com o Programa de Videomonitoramento Urbano e Rural (PVU/PVR) da SSP-DF, consolidando, assim, a presença da tecnologia em todas as regiões administrativas. Criado em 2013, o PVU/PVR é uma das principais estratégias estruturantes da SSP-DF para o fortalecimento da política de segurança integral. O programa tem como foco a construção de ambientes mais seguros, promovendo o exercício das liberdades individuais e coletivas, o controle de desordens e o fortalecimento da coesão social. O monitoramento é realizado de forma integrada entre as forças de segurança e mais de 31 órgãos, instituições e agências dos governos local e federal, com objetivos que vão desde a prevenção de crimes e contravenções penais até o apoio a investigações, controle do tráfego urbano, atendimento a emergências e ações de defesa civil. *Com informações da SSP-DF
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Policlínica do Gama passa a oferecer exame de espirometria infantil
Um novo serviço passou a integrar a rotina assistencial da Policlínica do Gama neste mês: a implantação da espirometria infantil, em atendimento a pedidos de famílias que acompanham crianças com problemas respiratórios. O exame tem como objetivo avaliar a função pulmonar e apoiar o diagnóstico e o monitoramento de doenças como asma e bronquite. Paciente utiliza um tubo bucal e um clipe nasal, fazendo manobras respiratórias orientadas para o exame | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “A chegada da espirometria infantil é um avanço importante, especialmente porque a policlínica já conta com pneumologia e alergologia”, afirma a técnica de enfermagem e espirometria da unidade hospitalar, Durci Leitão. “O paciente realiza o exame no mesmo local onde já é acompanhado pelo profissional, o que torna o cuidado mais integrado e eficiente.” Etapas do exame [LEIA_TAMBEM]A espirometria é um exame simples, indolor e não invasivo, indicado para crianças a partir dos seis anos de idade. Por meio da avaliação, os profissionais conseguem analisar como o ar entra e sai dos pulmões. Esse passo contribui para a identificação de alterações respiratórias e para a definição da conduta clínica. O acesso ao serviço ocorre mediante regulação pela Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do paciente. De acordo com Durci Leitão, a criança não precisa estar em jejum e recebe todas as orientações antes de iniciar o procedimento. Durante o exame, o paciente utiliza um tubo bucal e um clipe nasal, fazendo manobras respiratórias orientadas pelo profissional. Na primeira etapa, o teste é feito sem o uso de remédio. Em seguida, a criança recebe um broncodilatador, que ajuda a abrir as vias respiratórias. Após alguns minutos, o exame é repetido. “Essa comparação mostra como o pulmão reage ao medicamento e ajuda a médica a definir o diagnóstico e o tratamento”, explica a técnica. O exame é essencial para diferenciar doenças, como a asma, de outras condições, como alergias. Pacientes com asma precisam do laudo de espirometria para retirar medicamentos na Farmácia de Alto Custo Esse foi o caso da paciente Maria Júlia, 12, que foi submetida a espirometria pela primeira vez devido a crises alérgicas frequentes. Para a mãe, Claudiane Batista, 36, o exame representa um passo decisivo no cuidado da filha: “Ela já passou por vários tratamentos e ainda não tem um diagnóstico preciso; com esse exame, a expectativa é ter mais clareza sobre o quadro e direcionar ao melhor tratamento”. Requisito para medicação Além do suporte ao diagnóstico e ao acompanhamento clínico, o laudo da espirometria também é exigido para que pacientes com asma possam retirar medicamentos pelo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf), conhecido como Farmácia de Alto Custo. Há quatro vagas diárias para o exame, que é disponibilizado de terça a sexta-feira, no período da manhã. Os resultados costumam ser vistos na mesma semana, com laudos emitidos às quintas-feiras. A meta é ampliar gradualmente o número de vagas, conforme a capacitação de novos profissionais. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Operação Volta às Aulas 2026 reforça o policiamento escolar
Na manhã desta segunda-feira (23), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Batalhão de Policiamento Escolar (BPEsc), deu início à operação Volta às Aulas 2026 na rede pública de ensino do Distrito Federal. O lançamento ocorreu no Cepi Algodão do Cerrado, em Samambaia, onde foi montado um esquema especial de segurança para marcar o retorno das atividades escolares e reforçar a presença da corporação no perímetro escolar. Personagens institucionais da Polícia Militar, como o Leão do Proerd, fizeram parte do lançamento da operação, mobilizando a atenção das crianças | Foto: Divulgação/PMDF Além do policiamento ostensivo, a ação contou com atividades educativas voltadas às crianças, como teatro de fantoches e a participação de personagens institucionais da PMDF, entre eles a Faixa de Pedestre, o Semáforo, o Sargento Valente e o Leão do Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência). De forma lúdica, foram trabalhados temas como prevenção, cidadania e segurança no ambiente escolar. [LEIA_TAMBEM]Durante toda a semana, a PMDF fará ações e operações em unidades de ensino de diversas regiões administrativas do Distrito Federal, com reforço do policiamento nos horários de entrada e saída, além da intensificação das rondas no entorno das escolas. A operação tem como objetivo marcar o início do ano letivo e reafirmar que a PMDF está atenta, presente e comprometida com a segurança de estudantes, professores, familiares e toda a comunidade escolar. Durante a solenidade de lançamento da operação, representantes da corporação ressaltaram a importância da aproximação entre a Polícia Militar, as crianças e toda a comunidade escolar, enfatizando que a PMDF é parceira das 1.647 instituições de ensino do DF. *Com informações da Polícia Militar do DF
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Saúde do trabalhador: painel de Vigilância à Saúde permite monitoramento e acesso à população
A Secretaria de Saúde (SES-DF) deu um novo passo para fortalecer a vigilância e a transparência das informações com a publicação do Painel de Agravos em Saúde do Trabalhador, no Portal InfoSaúde, disponibilizado ao público no último dia 20. Elaborada pela Diretoria de Saúde do Trabalhador (Disat) em parceria com a Subsecretaria de Tecnologia da Informação em Saúde (Setis), a ferramenta permite monitorar, de forma clara e acessível, os principais indicadores de agravos relacionados à saúde da população trabalhadora do Distrito Federal. Ao acessar o InfoSaúde, basta selecionar no menu a opção Sala de Situação, no submenu Vigilância em Saúde e, por último, Doenças e Agravos. Elaine Morelo, diretora de Saúde do Trabalhador da SES-DF: “O objetivo não é apenas coletar dados, mas agir para diminuir efetivamente os agravos, com base em informações precisas e relevantes” | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF “Ao visualizar os dados de forma clara, as pessoas passam a reconhecer os problemas da própria região e podem colaborar com a notificação”, afirma a diretora de Saúde do Trabalhador da SES-DF, Elaine Morelo. “Isso fortalece a vigilância e amplia o impacto das informações que já eram divulgadas em boletins, agora com uma apresentação mais acessível.” Faixa etária, raça, região de notificação e evolução de casos são alguns dos recortes a partir dos quais cada agravo é analisado Alimentado com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, o painel reúne informações sobre agravos relacionados ao trabalho que são de notificação compulsória e monitoramento pela pasta federal, como acidentes de trabalho típicos e de trajeto, intoxicação exógena, exposição a material biológico, perda auditiva (PAIR), pneumoconioses, dermatoses, câncer e transtornos mentais. Cada agravo pode ser analisado a partir de diferentes recortes, como faixa etária, raça e cor, região de notificação e evolução dos casos. Esses filtros permitem observar tendências, comparar períodos e identificar grupos mais expostos aos riscos. “O objetivo não é apenas coletar dados, mas agir para diminuir efetivamente os agravos, com base em informações precisas e relevantes”, ressalta Elaine Morelo. Resultados na prática O fortalecimento da vigilância por meio do painel reforça o trabalho já desenvolvido pela Disat e pelas unidades do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) ao longo de 2025. No período, foram registrados milhares de atendimentos e intervenções voltados à prevenção de doenças e à promoção de ambientes de trabalho mais seguros. [LEIA_TAMBEM]Entre os destaques estão mais de 2 mil registros de busca ativa, com identificação de casos suspeitos de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho em hospitais e bases de dados não notificados oficialmente aos sistemas de informação em saúde, além de mais de mil ações de vigilância da situação de saúde, que permitiram mapear os setores produtivos mais afetados. Também foram feitas mais de mil investigações de óbitos relacionados ao trabalho, contribuindo para a prevenção de novos acidentes no mesmo ambiente laboral. “As visitas técnicas são essenciais para mapear falhas nos processos, propondo soluções para mitigar riscos aos trabalhadores”, aponta a diretora de Saúde do Trabalhador. “Pequenas adequações podem, de fato, contribuir para um ambiente de trabalho mais seguro.” As equipes também atuaram diretamente na eliminação de riscos, com inspeções sanitárias em empresas, avaliação de recomendações, recebimento de denúncias e mapeamento de riscos. Outro eixo importante foi o investimento em informação e qualificação, com ações de educação em saúde para trabalhadores, capacitações permanentes para profissionais da rede e reuniões de controle social com sindicatos e conselhos de saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Aplicativo do Metrô-DF terá espaço para registro de denúncias sobre segurança a partir desta segunda-feira (15)
O aplicativo do Metrô-DF oferecerá uma nova funcionalidade à população a partir desta segunda-feira (15). As pessoas poderão registrar denúncias sobre segurança direto na plataforma, com atendimento em tempo real das 5h30 à 0h30 — período em que há usuários presentes nas estações e trens da companhia. O objetivo é reduzir o tempo de resposta e aplicação das ações necessárias à cada demanda. Para ter acesso ao serviço, é necessário atualizar o aplicativo, disponível para Android e iOS. Aplicativo permite o envio de denúncias sobre diferentes tipos de irregularidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília De acordo com a gerente de Segurança do Metrô-DF, Paula Marinho, será possível fazer denúncias sobre casos de importunação sexual, furtos, roubos, comércio irregular, uso indevido de carro exclusivo e episódios de violência, entre outros. Ou seja, o recurso é destinado, especialmente, a questões de segurança. Problemas relacionados às estações e trens devem ser comunicados à Ouvidoria, por meio da aba Participa DF no app do Metrô-DF ou pelo site do órgão. “O objetivo é ampliar a nossa comunicação com os usuários e diminuir o tempo de resposta” Paula Marinho, gerente de Segurança do Metrô-DF “Fizemos uma visita técnica ao metrô de São Paulo, que é o maior do Brasil, e absorvemos as informações para trazer esse serviço para o DF”, relata Paula Marinho. “O objetivo é ampliar a nossa comunicação com os usuários e diminuir o tempo de resposta.” As denúncias, lembra ela, poderão ser feitas de modo anônimo ou não, conforme a preferência do usuário. Como proceder O recurso “Segurança” foi incluído na aba “Serviços”, junto ao “Achados e Perdidos”. O processo é intuitivo, e as etapas avançam conforme o usuário completa os campos. Primeiro, a pessoa deve informar se prefere o anonimato ou incluir dados pessoais. Depois, há espaço para indicar onde ocorreu o caso: se dentro de uma estação qual estação e em que área (banheiro, plataforma de embarque etc) – ou em um trem. Por fim, vem a parte de detalhamento da situação e o envio da demanda. Centrode Monitoramento de Segurança do Metrô-DF recebe as denúncias e agiliza o atendimento As denúncias são recebidas e tratadas pelo Centro de Monitoramento de Segurança do Metrô-DF. Os empregados da companhia recebem as notificações e, se necessário, podem abrir um bate-papo com o usuário para solicitar mais dados, como o número do trem ou ponto específico da ocorrência. Em seguida, cabe ao responsável pelo atendimento acionar a equipe da estação e, se necessário, as forças de segurança. “Essas informações são importantes para que a gente localize a pessoa no ambiente metroviário; se for na Estação Galeria, dentro do elevador, por exemplo, vamos mandar uma equipe direcionada para esse local”, esclarece Paula. “Quando há necessidade de um recurso adicional, fazemos contato direto com o nosso representante no Ciob [Centro Integrado de Operações de Brasília] para diminuir o tempo de resposta às ocorrências operacionais.” A gerente de Segurança do Metrô-DF, Paula Marinho, explica a vantagem do aplicativo: “Agora a pessoa também poderá utilizar o aplicativo para ter mais agilidade na demanda” A gerente ressalta, ainda, a importância da população evitar o registro de falsas denúncias: “Contamos com a colaboração da população para que utilize isso da melhor maneira, que é um benefício para todos. Poderemos agir de forma mais pontual, mais rápida e adequada, proporcionando um melhor atendimento”. Antes do recurso, as comunicações sobre questões de segurança eram feitas pelo Participa DF ou presencialmente, quando um usuário solicitava socorro da equipe presente na estação. “Esses meios continuam em vigor, mas agora a pessoa também poderá utilizar o aplicativo para ter mais agilidade na demanda”, lembra a gerente de Segurança do Metrô-DF. Dados Neste ano, já foram registrados 516 boletins de ocorrência (BOs) do Metrô-DF sobre crimes de natureza penal como importunação sexual, violência física, furto e roubo. O número é maior que o de 2024, que teve 483 boletins. Os casos também são anotados junto à Polícia Civil. A companhia mapeia ainda as infrações administrativas e problemas operacionais por meio do Relatório de Ocorrência (RC), como uso indevido de carro exclusivo, objetos esquecidos, manipulações fraudulentas no sistema, combate a incêndio, comércio irregular e comportamentos antissociais. Neste ano, já são 225 relatórios, menos do que em 2024, que alcançou 253 documentos. Também ocorreu uma leve queda nos índices de Recolhimento de Mercadoria, relativo ao comércio ilegal dentro dos trens e estações. Neste ano, até o momento, foram 40 casos deste tipo – quase a metade do ocorrido no ano passado, que teve 72 relatórios. Por fim, os casos encaminhados para outros órgãos – formalizados via Guia de Encaminhamento (GE), para situações como crianças perdidas, pessoas em vulnerabilidade social ou necessidade de apoio externo – mantiveram números baixos e estáveis: 44 em 2024 e 41 em 2025. Aplicativo Desenvolvido pela área de Tecnologia da Informação do Metrô-DF, o app foi lançado em 2019 e oferece uma série de funcionalidades aos usuários. Além do novo recurso, voltado para denúncias sobre segurança, a plataforma disponibiliza informações sobre os trens, notícias sobre a companhia e espaço para registro de sugestões, elogios e críticas por meio do Participa DF. [LEIA_TAMBEM]Com o aplicativo, os cidadãos podem programar suas viagens, sabendo o horário de chegada dos trens às estações ou receber alertas em tempo real sobre como está a operação do sistema. São enviadas notificações sobre a prestação do serviço – se está normal, com velocidade reduzida ou paralisada –, e qualquer evento importante que possa impactar a viagem. O usuário também tem acesso ao mapa das imediações das estações, com informações sobre disponibilidade de serviços públicos, bicicletas compartilhadas e caixas eletrônicos. Há, ainda, uma área específica para comunicar a perda de objetos ou documentos. Basta informar a data aproximada e a estação em que pode ter ocorrido a perda, além de uma descrição detalhada do item. Independentemente de a informação estar completamente certa, os colaboradores do Metrô vão procurar no sistema para verificar se há algum objeto cadastrado com características semelhantes. Tão logo a busca seja realizada, o usuário receberá a resposta – o status pode ser atualizado a qualquer momento por notificação pelo aplicativo. Clique aqui para baixar o aplicativo pelo iOS. Mais informações sobre o app estão disponíveis no site do Metrô-DF.
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Eficiência de programas de proteção a mulheres resulta em 38 prisões neste ano, no DF
A atuação integrada da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) na proteção de mulheres em situação de violência doméstica tem alcançado resultados expressivos. Somente em 2025, 38 agressores monitorados pelos programas de proteção da pasta foram presos, sendo três somente no mês de outubro, após violarem as áreas de exclusão determinadas pelo Judiciário. "Os resultados alcançados pelos programas de proteção da SSP-DF em conjunto com as nossas forças de segurança são a prova do nosso compromisso com a proteção e a dignidade das mulheres do Distrito Federal. Cada uma das 38 prisões efetuadas em 2025 representa uma vida protegida e a reafirmação de que a violência doméstica não será tolerada em nossa cidade. Seguiremos investindo na integração e no aprimoramento dessas ações, pois a proteção das nossas mulheres é prioridade para o Governo do Distrito Federal”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. Desde a criação da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas, em 2021, mais de 3.600 pessoas já foram monitoradas e 122 prisões de agressores foram realizadas | Fotos: Divulgação/SSP-DF As prisões resultaram de um trabalho integrado entre a SSP-DF e a Polícia Militar (PMDF), por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Os agressores foram localizados e detidos imediatamente após o descumprimento das medidas protetivas. “Só neste mês foram três prisões efetuadas, e nenhuma mulher atendida pelos nossos programas foi novamente vítima de violência enquanto assistida. Esses dados refletem a eficiência dos mecanismos de acolhimento e segurança, que têm como foco preservar a integridade e a vida dessas mulheres. Esta é uma pauta prioritária para a segurança pública e para o Governo do Distrito Federal”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Monitoramento simultâneo O programa de monitoramento de vítimas e agressores da SSP-DF completará, em 2026, cinco anos de funcionamento. O sistema utiliza tecnologia de georreferenciamento para rastrear simultaneamente vítimas e agressores com Medida Protetiva de Urgência (MPU). [LEIA_TAMBEM]Desde a criação da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), mais de 3.600 pessoas já foram monitoradas e 122 prisões de agressores foram realizadas por descumprimento de medidas judiciais, tanto pelo Viva Flor quanto pelo Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP). Nenhuma das mulheres acompanhadas pelos programas da SSP-DF teve a integridade física violada durante o acompanhamento. “O monitoramento contínuo, sete dias por semana e 24 horas por dia, nos permite antecipar riscos e agir de forma preventiva — impedindo a aproximação do agressor e, quando necessário, efetuando a prisão”, explica o subsecretário de Operações Integradas, Carlos Eduardo Melo. A iniciativa integra o Programa Segurança Integral, eixo estruturante da política pública de segurança do DF, e se conecta diretamente ao Eixo 5 – Mulher Mais Segura, voltado ao enfrentamento da violência de gênero. Tecnologia O sistema de proteção conta com monitoramento em tempo real, realizado por meio de tornozeleiras eletrônicas instaladas nos agressores e dispositivos de alerta entregues às vítimas, que podem ser acionados a qualquer momento em caso de perigo. No Viva Flor, um dispositivo ou aplicativo é disponibilizado para as vítimas nas delegacias. Em 2024, a estrutura operacional foi aprimorada com a inauguração da nova sala de operações da DMPP, ampliando o número de estações de monitoramento e garantindo a presença mínima de nove servidores por plantão. A nova sala de operações da DMPP ampliou o número de estações de monitoramento e garantiu a presença mínima de nove servidores por plantão Outro avanço importante foi a criação de um chat direto entre vítimas e a central de monitoramento, que permite o envio de mensagens, áudios e fotos em tempo real — otimizando o atendimento e a resposta das equipes. “A ampliação da infraestrutura e dos canais de comunicação tem sido fundamental para aumentar a eficiência das nossas ações”, explica a diretora da DMPP, Andrea Boanova. “Mesmo com a medida protetiva em vigor, alguns agressores ainda tentam violá-la. Nosso trabalho é garantir que, quando isso ocorra, a resposta do Estado seja imediata.” Como funciona A proteção é oferecida a mulheres com Medida Protetiva de Urgência em vigor, mediante decisão judicial e aceite da vítima. O monitoramento abrange todo o território do Distrito Federal. O Dispositivo de Proteção à Pessoa é indicado pelo juiz. Nesse caso, a vítima recebe um dispositivo, enquanto uma tornozeleira é colocada no agressor. O sistema identifica automaticamente aproximações indevidas e aciona as forças de segurança para uma resposta rápida. Mulheres monitoradas pelo DPP recebem um dispositivo, enquanto uma tornozeleira é colocada no agressor; em caso de aproximação indevida, as forças de segurança são acionadas Já o Viva Flor permite acionar a central caso a mulher perceba qualquer ameaça. Inicialmente, funcionava como um aplicativo instalado no celular da vítima; em 2021, passou a ser disponibilizado também por meio de um dispositivo similar a um celular. Atualmente, os dois formatos são oferecidos às mulheres com MPU concedida pelo Judiciário. A base do Viva Flor é a tecnologia: com o aplicativo instalado ou com o dispositivo eletrônico, a mulher assistida pode acionar a PMDF com apenas um toque. O alerta chega diretamente ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) ou ao Copom, que presta atendimento imediato, inclusive com a atuação do Copom Mulher, instituído no ano passado. Desde sua criação, em 2018, o Viva Flor foi expandido para Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. O projeto já funcionava em caráter piloto nas delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam) localizadas na Asa Sul e em Ceilândia, além da indicação pelo Judiciário. O Viva Flor permite acionar a PMDF com apenas um toque, seja por meio de um aplicativo, seja com a ajuda de um dispositivo entregue à vítima A entrega do dispositivo em delegacias ocorre sem prejuízo do requerimento das medidas protetivas e do encaminhamento para apreciação do Judiciário, em casos específicos como tentativas de feminicídio, descumprimento de medidas protetivas ou, excepcionalmente, quando houver indicação de risco à vítima. Ao ser acionado, o atendimento ganha prioridade e uma viatura é enviada de imediato, garantindo a proteção da vítima. “Se o celular não for compatível para a instalação do aplicativo, a secretaria fornece um dispositivo móvel, que garante prioridade máxima de atendimento pela Polícia Militar. Essa descentralização é fundamental”, detalhou a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)
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Monitoramento de segurança no DF é reforçado com drones de alta tecnologia
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) tem investido continuamente em inovação tecnológica para ampliar a eficiência das operações integradas. Além do monitoramento feito pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne 31 instituições, organizações e agências (IOAs), além de órgãos convidados em situações específicas, a pasta tem recorrido cada vez mais ao uso de drones. Esses equipamentos se consolidaram como ferramentas estratégicas para vigilância, prevenção e resposta em grandes eventos, operações especiais e ocorrências emergenciais. Neste ano, foram adquiridos nove novos drones, equipados com câmeras de alta resolução, zoom de até 200 vezes, sensores térmicos e inteligência artificial embarcada. Com autonomia de 45 minutos de voo e capacidade de transmissão em tempo real, eles permitem identificar pessoas, veículos e até embarcações em locais de difícil acesso ou com baixa iluminação. A Secretaria de Segurança Pública adquiriu nove novos drones, equipados com câmeras de alta resolução, zoom, sensores térmicos e inteligência artificial | Fotos: Breno Fortes/SSP-DF Além de reforçar a consciência situacional, os drones podem ser utilizados em resgates e no acompanhamento de incêndios estruturais e florestais, bem como em missões de patrulhamento preventivo. O monitoramento aéreo complementa o trabalho das equipes em solo, oferecendo informações estratégicas que tornam o direcionamento do efetivo mais ágil e preciso. As imagens captadas são enviadas ao vivo ao Ciob e aos centros de comando e controle das corporações em grandes eventos, como o Carnaval e o Réveillon. “A segurança da população é nossa prioridade e, para isso, precisamos utilizar o que há de melhor em tecnologia disponível. Os drones ampliam nossa capacidade de vigilância e resposta, garantindo um trabalho mais integrado e eficiente das forças de segurança. Trata-se de um recurso que fortalece nossa capacidade operacional. Com os drones, conseguimos cobrir áreas extensas, identificar riscos de maneira antecipada e dar suporte às equipes em solo de forma imediata e estratégica”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. [LEIA_TAMBEM]O monitoramento aéreo com drones está previsto no Protocolo de Operações Integradas (POI), elaborado em reuniões de alinhamento. A ferramenta permite visualizar toda a operação em uma única tela, favorecendo a interação entre as equipes. “Ampliamos a capacidade de monitoramento de multidões e áreas de difícil acesso, o que nos permite identificar comportamentos suspeitos e dar resposta rápida em situações de emergência. Essa tecnologia reforça a integração das forças e garante mais segurança para a população”, completa o chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos da SSP-DF, Marcio Lobo. Além de grandes eventos, as aeronaves não tripuladas já são empregadas pela SSP-DF em operações especiais, missões de salvamento, ocorrências de incêndio e manifestações públicas, consolidando-se como recurso essencial para a segurança do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)
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DF ganha mais recursos tecnológicos para monitoramento territorial e ambiental
A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) oficializou sua adesão à RedeMAIS, programa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que disponibiliza imagens de satélite para monitoramento territorial e ambiental. A assinatura do termo ocorreu no Palácio da Justiça, na última semana, com a presença do presidente da Terracap, Izidio Santos Junior, e do secretário-executivo do MJSP, Manoel Carlos de Almeida Neto, e garante à empresa acesso a uma das maiores plataformas de geomonitoramento do país. A utilização das imagens e informações disponibilizadas pelo programa permitirá à Terracap intensificar o ordenamento da ocupação do solo, proteger o patrimônio fundiário e atuar na preservação ambiental da capital federal. Em contrapartida, a Terracap também fornecerá ao MJSP dados relevantes de sua área de atuação. Assinatura do termo ocorreu no Palácio da Justiça, na última semana | Foto: Divulgação/MJSP Por meio da Plataforma Web, a empresa pública poderá acessar imagens diárias da constelação PlanetScope — formada por cerca de 130 satélites, com resolução espacial de 3,5m. A iniciativa integra o Programa Brasil M.A.I.S., que hoje reúne milhares de usuários públicos em todo o país. [LEIA_TAMBEM]A adesão representa um salto tecnológico para a companhia, que já utiliza diversos recursos de geoprocessamento em sua rotina. Atualmente, a Terracap conta com drones equipados com câmeras e sensores, acesso à Plataforma MGP Pro (Maxar), além de imagens de catálogos abertos, como as fornecidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Com o reforço da RedeMAIS, a Agência passa a complementar esse portfólio, ampliando sua capacidade de acompanhar obras, fiscalizar áreas, planejar parcelamentos urbanos e desenvolver projetos estratégicos. Segundo o engenheiro e chefe do Núcleo de Geoprocessamento e Topografia (Nuget) da Terracap, Vitor Hugo Santos, a novidade vai tornar o trabalho e sistemas da agência mais ágeis e eficientes: “Além das imagens, a RedeMAIS fornece alertas de detecção de mudanças, como desmatamento, queimadas e construções irregulares. Esses sinais podem ser integrados aos fluxos de trabalho da empresa, orientando ações preventivas e permitindo o uso mais assertivo dos recursos disponíveis pela Terracap”, destacou. O programa é financiado pelo governo federal, por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública — gerido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) — e da Polícia Federal. *Com informações da Terracap
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GDF utiliza tecnologia de ponta para impedir e mitigar ocupações irregulares na capital
Promover o crescimento ordenado da cidade dentro da legalidade é uma das prioridades deste Governo do Distrito Federal (GDF). Esse trabalho está a cargo da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal). A pasta tem entre suas principais funções coibir e mitigar as invasões de áreas públicas e parcelamentos irregulares. A atuação da DF Legal em fiscalizações envolve diversas etapas que vão desde a identificação das áreas sob risco até a demolição de ocupações ilegais. Com as invasões de terras públicas cada vez mais ágeis, a pasta tem investido no monitoramento do território de forma a assegurar a reação rápida a novos condomínios irregulares, antes mesmo do início da construção de edificações. Monitoramento permite atuação rápida da DF Legal no combate a ocupações ilegais e parcelamentos irregulares | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília De acordo com o Código de Obras e Edificações, nenhuma obra no Distrito Federal pode ser iniciada sem o devido licenciamento – se ocorrer em área pública, cabe ação de demolição imediata. “Muitas vezes as imagens de drone são fundamentais, porque as imagens de satélite podem ter um ou dois meses, tempo suficiente para uma ocupação irregular evoluir. Então podemos comparar as imagens recentes captadas pelo drone com as imagens do satélite para determinar a temporalidade da ocupação" Gisele Formiga, chefe da Unidade de Geoprocessamento e Monitoramento da DF Legal Segundo o subsecretário de Operações da DF Legal, Alexandre Sena, a secretaria conta com vários instrumentos para identificar novos parcelamentos irregulares. “Através de imagens de satélite, a gente faz uma pré-caracterização do parcelamento, que é encaminhada à unidade de geoprocessamento, onde as informações são refinadas. A área é caracterizada, ou seja, apuramos se é uma área pertencente à Terracap ou se é uma área particular, por exemplo. Além disso, verificamos outras informações necessárias, se está dentro de uma área de proteção ambiental, se é apta à regularização, entre outras. Mesmo sendo apta não se pode iniciar uma ocupação sem que a área esteja devidamente regularizada”, alerta. A partir desse refinamento, o caso é encaminhado à subsecretária de Operações, onde é elaborado o relatório pré-operacional e programada a operação. “A intenção de realizar operações em parcelamentos iniciais é amenizar o desgaste tanto para o Estado como para a população em geral. A nossa intenção não é atingir a pessoa que está comprando, embora seja irregular. Nosso objetivo é coibir antes que se iniciem as obras”, explica Alexandre Sena. Ele frisa que o combate à ocupação irregular do solo é um trabalho fundamental para a qualidade de vida da população do Distrito Federal. “Em um parcelamento irregular, não existe um projeto urbanístico, não existe um ordenamento. Isso dificulta a implantação da infraestrutura necessária para a população que ali reside. Então, é importantíssimo o combate às ocupações irregulares, principalmente na fase inicial”, afirma. "A nossa intenção não é atingir a pessoa que está comprando, embora seja irregular. Nosso objetivo é coibir antes que se iniciem as obras", afirma o subsecretário de Operações da DF Legal, Alexandre Sena Exemplo disso foi a ação que ocorreu no último dia 1º de agosto no Núcleo Rural Cabeceira do Valo. Equipes da DF Legal estiveram em dois pontos onde o parcelamento ainda não tinha tomado forma e atuou para remover piquetes, cercamento, muros e ligações clandestinas de água e luz, antes que fossem construídas casas irregularmente no local. Na área, já era possível ver a numeração de lotes, prontos para a venda. O posteamento e arruamento eram recentes e buscavam delimitar lotes de condomínio, que não possui qualquer autorização do poder público para existir. De acordo com a DF Legal, a área, na verdade, é pública, e está muito próxima ao córrego da Cabeceira do Valo, fazendo fronteira com a Floresta Nacional de Brasília, importante área de proteção ambiental do Distrito Federal. Relatório de caracterização Nenhuma obra no Distrito Federal pode ser iniciada sem o devido licenciamento. Se a obra ocorrer em área pública, cabe ação de demolição imediata Antes de uma operação, é produzido o relatório de caracterização de área de fiscalização. Trata-se de um documento que reúne uma série de informações sobre a área onde constam endereço, situação fundiária (se o imóvel é particular ou área pública), situação urbanística (se o imóvel é rural ou não), situação ambiental (se é uma área de proteção ambiental), e imagens de satélite feitas em diferentes períodos onde se pode ver a evolução das irregularidades. Quem pretende adquirir um imóvel deve consultar o GeoPortal-DF, um portal público que indica onde existem lotes registrados Segundo Gisele Formiga, chefe da Unidade de Geoprocessamento e Monitoramento da DF Legal, além do monitoramento remoto feito por imagens de satélites, existe o trabalho presencial e, até mesmo, com o uso de drones sobre a área para identificar possíveis irregularidades. “Muitas vezes as imagens de drone são fundamentais, porque as imagens de satélite podem ter um ou dois meses, tempo suficiente para uma ocupação irregular evoluir. Então podemos comparar as imagens recentes captadas pelo drone com as imagens do satélite para determinar a temporalidade da ocupação: cercamento, abertura de vias, etc”, explica. A secretaria conta também com uma equipe terceirizada, os assistentes operacionais. Essa equipe auxilia o monitoramento presencial sistemático do território. “É o que a gente chama de campanhas, estudos e auditorias urbanísticas”, afirma Gisele. “Feitos esses levantamentos, nós passamos as informações para outras subsecretarias, como a de obras e a de inteligência. Eles vão tentar identificar os infratores para fazer as ações fiscais. Muitas vezes, podem ser intimações demolitórias, pode ser notificação e até chegar a esse ápice que é a operação”, explica. [LEIA_TAMBEM]Cada órgão envolvido cumpre uma função específica durante uma operação. Caesb e Neoenergia auxiliam com as ligações de água e luz, respectivamente. A Polícia Militar zela pela segurança das pessoas envolvidas, tanto os fiscais da DF Legal, quanto das pessoas que eventualmente estejam no local. A Polícia Civil investiga a autoria das ilegalidades cometidas na invasão ou parcelamento irregular. O Corpo de Bombeiros fica a postos para socorrer caso alguém seja ferido durante a operação, seja por resistência dos invasores seja por algum acidente que possa ocorrer. Já os agentes da Sedes atuam junto aos moradores da invasão dando assistência e apoio. Denúncia e consulta Segundo o subsecretário Alexandre Sena, a população pode colaborar denunciando ocupações irregulares e deve se informar sobre a regularidade de um imóvel. “É importante que a população exerça a cidadania, denuncie e procure os canais oficiais para ter certeza de que o imóvel que está adquirindo seja regular”, aconselha. Aqueles que pretendem adquirir um imóvel devem consultar o GeoPortal-DF, um portal público que indica onde existem lotes registrados. “O cidadão também pode procurar os órgãos como a DF Legal para saber se existe um histórico em relação à área em questão. Pode-se procurar também a Terracap, que é a responsável pelas terras públicas do Distrito Federal, e, claro, as administrações regionais”, explica.
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Agosto Lilás reforça prevenção à violência doméstica
Neste mês de agosto, em que é realizada a campanha Agosto Lilás, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) evidencia a importância das denúncias nos casos de violência doméstica para interromper o ciclo da violência e garantir a atuação do Estado. O movimento marca o enfrentamento da violência doméstica e familiar no mês de criação da Lei Maria da Penha, que na próxima quinta-feira (7) completa 19 anos. A campanha nacional chama atenção para todos os tipos de violência – física, psicológica, sexual, patrimonial e moral – e para a responsabilidade coletiva no combate a esse crime. A SSP-DF reafirma que, mesmo quando a vítima não tem condições de denunciar, amigos, vizinhos e familiares podem e devem acionar os canais de atendimento. Levantamentos feitos pela pasta mostram que em 68,7% dos crimes de feminicídio consumados no Distrito Federal desde a criação da lei, as mulheres não tinham feito denúncia anteriormente. Monitoramento e trabalho integrado de vários órgãos aumentam a segurança de mulheres em situação de violência | Foto: Divulgação/SSP-DF “O enfrentamento à violência contra a mulher é uma pauta prioritária da Secretaria de Segurança Pública e do Governo do Distrito Federal. Um feminicídio não acontece do dia para a noite. Na maior parte das vezes, ele é precedido por outros tipos de agressão. Por isso, é fundamental que toda a sociedade esteja atenta e denuncie”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “As políticas de proteção à mulher que desenvolvemos no Distrito Federal são resultado da integração entre os diversos órgãos de segurança, Justiça, sociedade civil e imprensa. Cada ação só é efetiva porque existe uma rede articulada, que compartilha informações e atua de forma coordenada”, completa o secretário. A atuação conjunta entre os órgãos do GDF é ressaltada pela secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “A articulação entre as secretarias de Segurança Pública e da Mulher é um exemplo de como o poder público pode e deve atuar de forma coordenada para salvar vidas. No Agosto Lilás, intensificamos essa união com ações de prevenção, escuta qualificada e garantia de direitos”. Eixo de proteção O Viva Flor oferece a mulheres em situação de risco um dispositivo de alerta que aciona imediatamente as forças de segurança em caso de emergência No âmbito da política de segurança do DF, o programa Segurança Integral, foi criado o eixo Mulher Mais Segura, que concentra ações preventivas, tecnológicas e de apoio direto às vítimas. A pasta dispõe de duas formas de acompanhamento e proteção para as mulheres: o Viva Flor, em que a vítima recebe um dispositivo ou instala um aplicativo em seu telefone celular, e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), em que a vítima é acompanhada e o agressor, monitorado. O Viva Flor representa a união entre tecnologia e acolhimento humanizado. A iniciativa oferece às mulheres em situação de risco um dispositivo de alerta que aciona imediatamente as forças de segurança em caso de emergência, fortalecendo a rede de proteção. Atualmente, 1.222 mulheres fazem parte do programa e 10 agressores foram presos somente neste ano por descumprirem medidas protetivas. Desde o início do projeto, em 2018, nenhuma das 2.044 mulheres monitoradas foi vítima de feminicídio, demonstrando a eficácia do modelo. “O Viva Flor salva vidas todos os dias, ao garantir resposta rápida e confiança, numa parceria fundamental com a Polícia Militar do DF”, ressalta a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. Tornozeleiras eletrônicas em agressores permitem o monitoramento 24 horas por dia A Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP) operacionaliza os dois serviços - DPP e Viva Flor. Por meio de tornozeleiras eletrônicas instaladas nos agressores e dispositivos de alerta fornecidos às vítimas, o sistema realiza o monitoramento simultâneo e em tempo real, 24 horas por dia, com tecnologia de georreferenciamento. Atualmente, 208 pessoas - entre vítimas e agressores - fazem parte do programa. “O monitoramento contínuo nos permite agir de forma preventiva e impedir que o agressor se aproxime da vítima, preservando vidas e interrompendo ciclos de violência”, destaca a diretora de Monitoramento de Proteção de Pessoas, Andrea Boanova. As duas iniciativas já receberam premiações em âmbito nacional devido à eficácia dos resultados. Política baseada em evidência O Painel Interativo de Feminicídios tornou-se uma ferramenta essencial para o planejamento e a implementação de políticas públicas no Distrito Federal. Ao reunir e disponibilizar dados detalhados e atualizados sobre todos os feminicídios registrados desde 2015, o painel permite que gestores públicos, sistema de justiça, pesquisadores e sociedade civil desenvolvam ações de enfrentamento mais eficazes e fundamentadas. Com tecnologia de Business Intelligence (BI), a ferramenta oferece análises dinâmicas e interativas que subsidiam estratégias preventivas e de combate à violência de gênero. “Políticas públicas só são eficazes quando construídas com base em dados confiáveis. O painel possibilita uma compreensão profunda do cenário da violência contra a mulher e orienta decisões que salvam vidas”, destaca o coordenador da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios da SSP-DF, Marcelo Zago. Atuação integrada Por meio do Provid, a PMDF acompanha a vítima e, caso haja necessidade, faz os encaminhamentos para as áreas judiciária ou de assistência social | Foto: Vinícius de Melo/Arquivo SMDF A rede de enfrentamento à violência do DF conta com iniciativas das forças de segurança, como o Programa Provid, da Polícia Militar, que contabilizou, em 2025, a abertura de 708 processos e acompanhou 1.388 mulheres em situação de vulnerabilidade, das quais 240 são idosas com mais de 60 anos. Os dados apontam que a maioria das vítimas de violência atendidas está na faixa etária de 30 a 59 anos (56,7%), seguida por mulheres de 18 a 29 anos (29,8%). Mulheres idosas representam 3,1% dos casos, enquanto menores de 18 anos correspondem a 0,6%. Em 77,5% das situações, as vítimas não registraram ocorrência formal, o que reforça a importância de abordagens preventivas e ações proativas de identificação de casos. [LEIA_TAMBEM]“Neste Agosto Lilás, reafirmamos o compromisso da Polícia Militar do DF com a proteção das mulheres. Com o Provid atuando no acompanhamento e monitoramento das mulheres em situação de risco extremo de novas violências e feminicídio, e o Copom Mulher na linha de frente do 190, mostramos que é possível integrar prevenção, acolhimento e resposta qualificada. Nossa missão é salvar vidas e fortalecer o direito das mulheres a viverem sem violência”, ressalta a chefe do Centro de Políticas de Segurança Pública, a tenente-coronel Renata Cardoso. Delegacias especializadas O Distrito Federal dispõe de duas delegacias específicas para a temática, as delegacias especiais de Atendimento à Mulher I e II, com sede na Asa Sul e Ceilândia, respectivamente. A corporação também conta com Núcleos Integrados de Atendimento à Mulher (Nuiam), da Polícia Civil, que ampliam o apoio às vítimas em parceria com outras instituições. No primeiro semestre deste ano foram contabilizados um total de 988 atendimentos nas seis unidades dos Nuiams, que funcionam na Deam I, II e na 6ª, 11ª, 29ª, 38ª DPs. “O número de atendimentos quase igual ao de todo o ano anterior, só no primeiro semestre, não deixa dúvidas: quando somamos forças com instituições sérias e comprometidas, quem ganha é a vítima. Esse crescimento reflete o impacto direto de parcerias que ampliam nossa capacidade de oferecer acolhimento jurídico, psicológico e agora também social. É a prova de que a escuta qualificada e o atendimento humanizado têm sido fortalecidos por mãos que realmente querem ajudar", explica a diretora da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher, Karen Langkammer. Denuncie As denúncias podem ser feitas de forma presencial ou digital, pelo Maria da Penha Online, e também pelos canais abaixo: • 197 (opção 0): Polícia Civil; • WhatsApp: (61) 98626-1197; • E-mail: denuncia197@pcdf.df.gov.br; • 190: Emergência da Polícia Militar. “Denunciar salva vidas. A denúncia permite que o Estado atue de forma preventiva e proteja mulheres em situação de risco, oferecendo mecanismos concretos de proteção e apoio”, reforça Sandro Avelar. *Com informações da SSP-DF
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DF amplia combate a incêndios florestais utilizando inteligência artificial
Agência Brasília · DF AMPLIA COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS UTILIZANDO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL O Distrito Federal está prestes a dar um salto tecnológico na proteção do Cerrado. A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) selecionou a Associação GigaCandanga para executar a segunda fase do projeto SemFogo-DF, uma iniciativa que promete transformar a forma como a capital federal combate os incêndios florestais. Projeto SemFogo-DF II vai criar uma rede inteligente de monitoramento para detectar focos de incêndio em tempo real | Foto: Divulgação/Sema-DF Com investimento de mais de R$ 2 milhões e duração de 36 meses, o SemFogo-DF II representa a evolução natural do projeto-piloto implementado em 2023. A proposta é ambiciosa: criar uma rede inteligente de monitoramento que detecta focos de incêndio em tempo real, utilizando câmeras de alta precisão e algoritmos de inteligência artificial. Olhos eletrônicos “Com o SemFogo-DF II, unimos inovação e compromisso com o futuro”, pontua o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “Monitorar incêndios em tempo real significa agir com rapidez, proteger vidas e preservar a biodiversidade do nosso bioma.” A nova fase do projeto prevê a instalação de três pontos estratégicos de monitoramento: a Estação Ecológica Águas Emendadas, o Jardim Botânico de Brasília e a Torre do Shopping JK. A Torre de TV Digital, em Sobradinho, que já opera desde o projeto-piloto, continuará funcionando como sentinela eletrônica. As câmeras instaladas nesses locais não são equipamentos comuns. Com zoom óptico de 30 vezes e alta resolução, elas captam imagens que são transmitidas pela Redecomep GigaCandanga, uma rede óptica acadêmica de alta velocidade. Os dados chegam a centrais de processamento, onde algoritmos treinados especificamente para essa função identificam automaticamente focos de fumaça e calor com precisão superior a 90%. “Temos trabalhado com todas as ferramentas disponíveis para prevenir incêndios em nosso Cerrado”, enfatiza a vice-governadora Celina Leão. “A tecnologia é uma aliada essencial para identificarmos e combatermos rapidamente focos de incêndio, principalmente em áreas sensíveis de preservação ambiental.” Rapidez O diferencial do sistema está na velocidade da resposta. Enquanto métodos tradicionais dependem de avistamentos humanos ou satélites que podem demorar horas para processar informações, o SemFogo-DF II promete alertas imediatos. Os dados são integrados automaticamente ao Sistema Distrital de Informações Ambientais (Sisdia), com georreferenciamento preciso em áreas de 30 m x 30 m. [LEIA_TAMBEM]O subsecretário de Gestão Ambiental e Territorial, Renato Santana, reforça o aspecto inovador da iniciativa: “Este projeto representa um marco na gestão territorial do DF. A integração entre inteligência artificial e monitoramento ambiental nos permite uma resposta muito mais eficiente e precisa. Estamos criando um modelo que pode ser replicado em outras regiões do país”. Tecnologia compartilhada O projeto vai além da simples instalação de equipamentos. Está prevista a criação de um painel de controle multiusuário que permitirá a diferentes órgãos do GDF acessar as informações simultaneamente. Servidores da Sema-DF, do Corpo de Bombeiros (CBMDF) e outros parceiros do Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Ppcif) receberão treinamentos técnicos e participarão de workshops anuais. A Associação GigaCandanga contribuirá com contrapartida de R$ 403 mil, equivalente a 20% do valor total, cobrindo custos com infraestrutura laboratorial, energia, manutenção de equipamentos e acesso à rede óptica. Referência nacional O SemFogo-DF II está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente àqueles relacionados à ação climática, cidades resilientes e proteção da biodiversidade. O projeto posiciona Brasília como referência nacional em soluções tecnológicas para proteção ambiental. Com o Cerrado enfrentando pressões crescentes devido às mudanças climáticas e ao desenvolvimento urbano, iniciativas como essa representam um modelo de como ciência, inovação e gestão pública podem trabalhar juntas na proteção de um dos biomas mais ameaçados do país. A expectativa é que o sistema entre em operação ainda este ano, criando um escudo tecnológico sobre algumas das áreas mais sensíveis do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente
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Quatro unidades de rede de supermercado são autuadas por descartar lixo em unidade de conservação
A Secretaria DF Legal identificou e autuou, nesta terça-feira (15), quatro unidades de uma rede de supermercados que descartaram diversos tipos de resíduos na unidade de conservação do Refúgio de Vida Silvestre Gatumé, em Samambaia. Cada um dos estabelecimentos foi autuado no valor de R$ 31.566,28. O descarte ocorreu em uma entrada para o parque entre a QN 427 e a QN 429, próximo à UBS 3 da Região Administrativa. O local é um ponto constante de descarte irregular e a DF Legal tem monitorado a área diariamente. No Refúgio de Vida Silvestre Gatumé entre a noite dessa segunda (14) e a tarde desta terça (15), um caminhão foi flagrado duas vezes transportando resíduos sólidos de maneira irregular | Foto: Divulgação/DF Legal No caso dos supermercados, o lixo já tinha sido despejado quando a fiscalização chegou, mas graças a diversas notas fiscais e demais identificações que foram descartadas junto a restos de alimentos e resíduos recicláveis, a pasta pôde qualificar os responsáveis e emitir a multa. Cada unidade da rede de supermercados recebeu um auto de infração de R$ 31.566,28 pelo descumprimento do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). Se tivesse seguido a lei, o estabelecimento deveria entregar o lixo a um caminhão compactador e todo o resíduo seria destinado a um aterro sanitário. [LEIA_TAMBEM]Além dessa multa, os mercados foram notificados a recolher o lixo no prazo de 24 horas sob pena de nova autuação no dobro do valor aplicado nesta terça. Outro caso ocorrido no Refúgio de Vida Silvestre Gatumé entre a noite dessa segunda (14) e a tarde desta terça (15) foi a apreensão de um caminhão que foi flagrado duas vezes transportando resíduos sólidos de maneira irregular. No primeiro caso, o responsável foi flagrado às 23h jogando lixo na unidade de conservação e se preparando para atear fogo no que despejou para não deixar rastros que pudessem identificá-lo. A multa foi de R$ 29.352,72. Já na segunda ocorrência, ele foi flagrado transportando lixo entre as ruas de Samambaia e, ao ser parado, não apresentou documentação que comprovasse que faria o descarte correto. Os auditores da DF Legal aplicaram multa de cerca de R$ 30 mil pelo transporte irregular, além de mais uma de R$ 6.401,08 por falta do documento. O caminhão foi apreendido e levado ao depósito da pasta. *Com informações da DF Legal
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Programa nacional seleciona projeto do DF sobre monitoramento de leitos em saúde mental
A Subsecretaria de Saúde Mental (Susam), da Secretaria de Saúde (SES-DF) teve o projeto de inovação InovaSAM selecionado para o CoLabs 2025, programa nacional de aceleração e mentoria em inovação promovido pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap) em parceria com a Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aecid). O resultado foi divulgado no dia 8 deste mês. Keyla Almeida coordena o projeto: “O objetivo é utilizar mecanismos de inteligência artificial e big data como ferramenta de apoio para o desenvolvimento desse sistema” | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde A proposta da SES-DF está entre as 20 selecionadas em todo o país, dentre as mais de 50 inscritas por instituições dos três Poderes e das esferas federal, estadual e municipal. As equipes selecionadas passarão por uma jornada de 12 meses com mentoria e apoio técnico do Laboratório de Inovação em Governo (Gnova Lab) da Enap para desenvolverem o seu projeto. Como funciona O InovaSAM propõe um sistema inteligente de monitoramento do tempo de permanência de pacientes com sofrimento ou transtornos mentais – inclusive aqueles com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas – nas unidades habilitadas para atenção em saúde mental no DF. O projeto de inovação é coordenado pela especialista em saúde Keyla Almeida com apoio da subsecretária de Saúde Mental, Fernanda Falcomer. “Esse é um projeto de vanguarda, que visa a utilizar tecnologias modernas e estimular a inovação a favor do cuidado em saúde mental da população, contribuindo para uma gestão pública eficiente, pautada em evidências no Distrito Federal”, detalha a titular da Susam. Keyla Almeida explica que o sistema InovaSAM permitirá a obtenção de informações mais precisas sobre o número de leitos disponíveis para saúde mental na rede distrital: “O objetivo é utilizar mecanismos de inteligência artificial e big data como ferramenta de apoio para o desenvolvimento desse sistema. A ideia é coletar todas as informações disponíveis nas nossas bases de dados públicas – por exemplo, da Secretaria de Saúde e do Ministério da Saúde –, extrair desses dados informações úteis e, a partir daí, conseguir uma resposta em tempo real sobre a taxa de ocupação de leitos. Isso vem aprimorar o fluxo da assistência do paciente de saúde mental”. CoLabs O CoLabs consiste em um programa de aceleração e mentoria de equipes para o desenvolvimento de competências e capacidades de inovação no enfrentamento de problemas públicos complexos. As equipes selecionadas receberão apoio metodológico do Gnova Lab durante uma jornada de aproximadamente 12 meses. *Com informações da Secretaria de Saúde
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