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Segurança pública terá operação integrada no primeiro turno das eleições no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A segurança durante o primeiro turno das eleições no Distrito Federal contará com atuação integrada dos órgãos locais e federais no domingo (4/10). Coordenado pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) e as instituições envolvidas, o planejamento abrange o período anterior à abertura das seções, todo o horário de votação e as etapas posteriores ao encerramento do pleito. A votação será realizada das 8h às 17h. Antes da abertura das seções, as equipes acompanharão as condições de acesso a esses pontos. Durante o dia, haverá policiamento nas áreas externas e nos acessos, atuação em locais de maior circulação de eleitores e equipes disponíveis para o atendimento de ocorrências. A operação terá, ainda, Célula de Inteligência Integrada, em funcionamento desde 5 de agosto, com representantes de 22 órgãos.  Plataforma da SSP-DF que será utilizada na operação permite o monitoramento dos 614 locais de votação, incluindo áreas rurais, vias de acesso e pontos sensíveis para as eleições | Fotos: Divulgação/SSP-DF A distribuição do efetivo poderá ser ajustada de acordo com as demandas identificadas ao longo da operação. Após o encerramento da votação, as equipes permanecerão mobilizadas para o atendimento de ocorrências e para o apoio às etapas seguintes da operação eleitoral, conforme as atribuições de cada instituição e as demandas encaminhadas pela Justiça Eleitoral. A atuação policial no interior dos locais de votação seguirá as normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Atuação integrada A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) ficará responsável pelo policiamento ostensivo, enquanto a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) atuará no atendimento das ocorrências de sua atribuição. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) estará mobilizado para ações de prevenção e resposta a emergências. A Polícia Federal ficará responsável pelos procedimentos de polícia judiciária relacionados aos crimes eleitorais.  Durante a operação, a PM ficará responsável pelo policiamento ostensivo, a Polícia Civil fará o atendimento das ocorrências de sua atribuição, e o Corpo de Bombeiros atuará em ações de prevenção e emergências A operação contará ainda com uma Célula de Inteligência Integrada, com representantes de 22 órgãos, para acompanhamento das informações relacionadas ao pleito e apoio à tomada de decisões durante a operação.  O planejamento também prevê atuação das forças de segurança diante de possíveis ocorrências como boca de urna, compra de votos, coação de eleitores e situações relacionadas à propaganda eleitoral irregular. No dia da votação, é permitida a manifestação individual e silenciosa da preferência política do eleitor, observadas as regras estabelecidas pela legislação eleitoral. São vedadas, entre outras condutas, manifestações coletivas destinadas à promoção de candidaturas e a abordagem ou arregimentação de eleitores. Monitoramento O Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) acompanhará a operação e atuará de forma articulada com o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), instalado em Brasília.  O DF 360, plataforma da SSP-DF, será utilizado no monitoramento dos 614 locais de votação, das vias de acesso e de pontos sensíveis que possam impactar o funcionamento das eleições. O sistema integra câmeras, radares, sensores e outras fontes de informação.  A estrutura contará ainda com drones, leitura de placas, identificação facial e informações sobre ocorrências registradas pelas forças de segurança. Integração entre as forças de segurança permitirá o compartilhamento de informações e o alinhamento das ações durante o pleito no Distrito Federal  A integração permitirá o compartilhamento de dados e informações entre as instituições envolvidas e o alinhamento das ações desenvolvidas no Distrito Federal com a coordenação nacional da segurança das eleições. O acompanhamento integrado também permitirá a avaliação das demandas registradas durante o período de votação e o acionamento dos órgãos responsáveis, conforme a natureza de cada ocorrência. Trânsito Não há previsão de fechamento de vias no Distrito Federal em razão da operação de segurança para o primeiro turno. As condições de acesso aos locais de votação serão acompanhadas ao longo do domingo, inclusive nas regiões rurais, e eventuais necessidades identificadas durante a operação serão tratadas pelos órgãos responsáveis, de acordo com suas atribuições. A orientação é para que os eleitores verifiquem com antecedência o endereço de votação e programem o deslocamento. O TRE-DF disponibiliza a consulta aos locais de votação em seus canais oficiais e no aplicativo e-Título. (Justiça Eleitoral). Crimes eleitorais  Ocorrências de crimes eleitorais de menor potencial ofensivo que permitam a lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) poderão ser encaminhadas aos pontos de atendimento instalados nos fóruns do Paranoá, de Santa Maria, de Planaltina, de Samambaia, de Águas Claras e de Ceilândia. Nos casos que demandem a lavratura de Auto de Prisão em Flagrante (APF), o encaminhamento será feito à Delegacia de Defesa Institucional (Delinst), na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal, para adoção dos procedimentos cabíveis. A Superintendência Regional da Polícia Federal fica no SAIS, Quadra 7, Lote 23, Setor Policial Sul, Brasília. O telefone do plantão é (61) 2024-7503. A operação integrada tem como foco a segurança dos eleitores e dos profissionais que atuam no processo eleitoral, a preservação do livre exercício do voto e o apoio ao funcionamento regular das eleições no Distrito Federal. *Com informações da SSP-DF  

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Governadora Celina Leão participa da formatura de 1.213 novos policiais militares

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A governadora Celina Leão participou, nesta quarta-feira (23/9), da solenidade de formatura do Curso de Formação de Praças XII da Polícia Militar do Distrito Federal. A cerimônia ocorreu na Arena Mané Garrincha e marcou a formação de 1.213 novos soldados da corporação, 280 mulheres e 933 homens. “Hoje, vocês estão preparados oficialmente para enfrentar o crime, para salvar mulheres vítimas de violência e para entrar em locais onde vão colocar a vida de vocês em risco. Esta turma quebrou uma barreira da participação das mulheres na Polícia Militar. Hoje, nós temos várias delas que se fazem presentes aqui”, comemorou a chefe do Executivo. Celina Leão: "Esta turma quebrou uma barreira da participação das mulheres na Polícia Militar. Hoje, nós temos várias delas que se fazem presentes aqui" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os novos soldados cumpriram 1.200 horas de formação. O curso começou em dezembro de 2025 e teve 150 dias letivos. A preparação incluiu aulas teóricas e práticas. Os alunos estudaram Direito, Direitos Humanos, Abordagem Policial, Armamento, Munição e Tiro, Defesa Pessoal, Técnicas e Táticas Policiais e Atendimento Pré-Hospitalar, entre outras disciplinas. Durante a solenidade, o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury, destacou o papel dos novos soldados. “Os formandos fazem parte agora da melhor Polícia Militar do Brasil. Somos a capital menos letal e a mais segura do país. É por conta dos senhores que conseguimos andar em Brasília com os vidros abertos, falar ao celular e andar de bicicleta nos parques”, disse. "Somos a capital menos letal e a mais segura do país. É por conta dos senhores que conseguimos andar em Brasília com os vidros abertos, falar ao celular e andar de bicicleta nos parques" Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública A formação também incluiu conteúdos voltados ao atendimento de ocorrências de violência doméstica. Além de estágios supervisionados, atividades de policiamento ostensivo de controle de massas, a Jornada de Instrução Policial Militar (JIPOM) e visitas técnicas a unidades especializadas da PMDF. A preparação, segundo o comandante-geral da PMDF, coronel Rômulo Palhares, marca o início da trajetória dos novos policiais na corporação. “Hoje, os senhores e as senhoras começam a escrever a sua história na bicentenária Polícia Militar do DF. Celebramos a formatura de homens e mulheres do mais elevado valor, forjados no propósito de servir e proteger a nossa sociedade”, destacou. Compromisso com a população Filho de um coronel da PMDF, Marcos Batista, de 29 anos, morador de Ponte Alta, cresceu tendo o pai como referência. “Foi um processo longo de estudo e dedicação, sempre com o apoio da minha família. Meus pais, meus irmãos e meus avós sempre me apoiaram, principalmente meu pai, que seguiu a carreira militar. Ele sempre foi um exemplo para mim”, contou.  Luiza Chagas, de 32 anos, também sempre teve o sonho de ser policial. A moradora de Vicente Pires ressaltou a importância do curso. “A profissão que vamos exercer é muito séria. Precisamos estar preparados para proteger a sociedade. Quero realmente servir, proteger, ser útil, ser uma mão amiga e um braço estendido para quem necessita”, disse.  Luiza Chagas: "A profissão que vamos exercer é muito séria. Precisamos estar preparados para proteger a sociedade" Manoel Ribeiro Saraiva, de 33 anos, lembra as dificuldades que enfrentou para chegar à corporação. O morador do Novo Gama, veio do interior de Minas Gerais e, durante mais de dez anos, trabalhou como entregador de aplicativo para sustentar a família. “Desde o ensino fundamental, eu tinha o sonho de entrar para a polícia. Depois que terminei o ensino médio, vim para Brasília e comecei a estudar. Quando saiu o concurso da PMDF, eu já estava com 30 anos e pensei: ‘Agora ou nunca’. Graças a Deus, consegui a aprovação e hoje estou aqui”, comemorou.

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GDF lança endereçamento digital para 20 mil propriedades rurais

Nesta terça-feira (23), o Governo do Distrito Federal lançou o Programa de Endereçamento Rural Digital do Distrito Federal, ferramenta que irá beneficiar cerca de 20 mil propriedades rurais espalhadas pelo DF com a criação do chamado “CEP Rural”. O sistema de localização será totalmente gratuito para os agricultores cadastrados.   A governadora Celina Leão (C) lança o Programa de Endereçamento Rural Digital do DF: ferramenta beneficiará cerca de 20 mil propriedades rurais | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília "A gente não quer só que as pessoas se mantenham no campo. Queremos que as pessoas se mantenham com dignidade. Essa dignidade passa por muitas coisas e o endereçamento é uma delas” Governadora Celina Leão  A iniciativa, que conta com investimento previsto de R$ 375,7 mil, é uma parceria do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF), com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e com o Instituto de Economia Agrícola de São Paulo (IEA-SP). Para a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, iniciativas como essa vão transformar a área rural do DF: “Hoje a manutenção do homem do campo depende muito das ações do governo. A gente não quer só que as pessoas se mantenham no campo. Queremos que as pessoas se mantenham com dignidade. Essa dignidade passa por muitas coisas e o endereçamento é uma delas”. O secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno, afirmou que esse é um anseio antigo do produtor rural e que a plataforma criará endereços eletrônicos que poderão ser usados, por exemplo, em plataformas de e-commerce para recebimento de encomendas. A ferramenta também será disponibilizada aos órgãos de segurança pública e saúde, de modo a tornar a assistência e o atendimento mais céleres em áreas rurais.  Ao discursar, durante o evento, Celina Leão enfatizou a importância do programa:  "Iniciativas como essa vão transformar a área rural do DF" “Vamos ganhar em dignidade a partir da localização exata e precisão desse sistema” Rafael Bueno, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural  “Vamos também trabalhar o mapeamento das estradas rurais. À medida em que nós inserirmos os códigos de endereço eletrônico nas propriedades, vamos mapear locais que hoje o GDF não tem mapeado. Vamos ganhar em dignidade a partir da localização exata e precisão desse sistema”, explicou o chefe da pasta.  Endereço digital único Na prática, o programa criará para cada imóvel rural um endereço digital único, reconhecido por plataformas de navegação. A ferramenta permitirá localizar propriedades com precisão, reduzindo dificuldades históricas de acesso ao campo e facilitando desde entregas de encomendas até atendimentos emergenciais. Para o diretor-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, Leonardo Reisman, o georreferenciamento adequado das propriedades vai criar “uma verdadeira revolução tecnológica por meio da inclusão”, permitindo a inserção dos produtores em marketplaces, cadeias digitais de fornecimento e em políticas públicas. “Sabemos que o Distrito Federal tem produtos incríveis descobertos nos últimos anos, como mirtilo, baunilha, frutas vermelhas, com tantas cadeias interessantes. Imagine poder encontrar tesouros escondidos nessas propriedades que a gente não conhece, tornando-os visíveis para as mesas do Distrito Federal. Então essa é uma perspectiva muito importante da integração econômica e da política pública do estado chegando na ponta”, concluiu Reisman.  Para Leonardo Reisman, diretor da FAPDF, iniciativa vai criar uma verdadeira revolução tecnológica por meio da inclusão Como funcionará na prática  A iniciativa começou a ser estruturada em 2024, com o lançamento do protótipo do sistema e o cadastro inicial de 4.736 pontos georreferenciados, a partir de registros de regularização de ocupação de glebas públicas rurais. Em 2025, o programa avançou para 6.369 propriedades cadastradas, consolidando a metodologia de endereçamento digital rural. Para 2026, a meta estratégica do Executivo local é alcançar 20 mil propriedades rurais georreferenciadas e garantir integração total com plataformas globais de navegação digital, tornando 100% das propriedades contempladas reconhecidas em aplicativos como Waze e Google Maps. O programa utiliza a tecnologia de geolocalização por Plus Codes, sistema que cria um código digital único para cada propriedade rural, funcionando como uma espécie de CEP eletrônico. Na prática, esse código permitirá localizar com precisão os imóveis em plataformas como Google Maps, Waze e Bing Maps. Com isso, produtores e moradores das áreas rurais poderão compartilhar sua localização de forma simples e oficial com familiares, clientes, fornecedores, prestadores de serviço e órgãos públicos, reduzindo dificuldades históricas de acesso a propriedades em regiões mais afastadas.   Além de facilitar a localização, o sistema será totalmente gratuito para os produtores rurais. A proposta é que a adesão ocorra por meio de uma plataforma digital amigável, com apoio de equipes da Seagri-DF e da Emater-DF para capacitação e orientação dos usuários.   Segurança e atendimento emergencial Um dos principais impactos esperados está no atendimento emergencial. Com o endereço digital, equipes do Samu, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar e Defesa Civil poderão localizar propriedades com mais rapidez em situações críticas. A expectativa é reduzir significativamente o tempo de deslocamento em ocorrências médicas, acidentes, incêndios e demais emergências, ampliando a eficiência operacional dos serviços públicos no campo. O sistema também dará suporte ao monitoramento da malha viária rural, permitindo ao GDF planejar com mais precisão a manutenção de estradas, organizar rotas e aprimorar a gestão territorial. Desenvolvimento econômico Além da segurança, o endereçamento digital deve gerar impactos positivos na economia rural. A identificação precisa das propriedades tende a facilitar entregas, melhorar a logística de transporte e otimizar o escoamento da produção agrícola. A ferramenta também amplia o acesso dos produtores ao comércio eletrônico, permitindo a integração a marketplaces, serviços de entrega e plataformas digitais de venda, fortalecendo a comercialização de produtos do campo.  

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Roubos em ônibus caem 52% no Distrito Federal em 2025

Os roubos em transporte coletivo no Distrito Federal caíram 52% em 2025. Ao longo do ano, foram registradas 111 ocorrências, contra 230 em 2024. Além disso, 15 regiões administrativas não tiveram nenhum caso, segundo o 2º Anuário de Segurança Pública do DF. Os dados evidenciam avanços na segurança pública, resultado de ações integradas entre as forças de segurança e melhorias na gestão do transporte, com impactos que vão além dos usuários e alcançam toda a população. Segundo o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, o uso de tecnologia e o trabalho de inteligência têm sido fundamentais para reduzir os crimes no transporte coletivo. “Buscamos identificar quadrilhas que antes atuavam em furtos e roubos dentro dos ônibus. O objetivo é evitar principalmente furtos e roubos de celulares, muitas vezes praticados por grupos organizados, inclusive com uso de armas brancas, que entram, cometem o crime e saem rapidamente”, explicou. Em comparação a 2024, os roubos em transporte coletivo no Distrito Federal caíram 52% no ano de 2025 | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Ainda de acordo com o secretário, a queda é resultado de um conjunto de medidas. “A redução chega a 96% entre 2016 e 2025. Há também a contribuição de mudanças no sistema de pagamento e o avanço de tecnologias, como a identificação facial. Estamos trabalhando para que, ao identificar um suspeito com mandado de prisão em aberto dentro do ônibus, possamos agir de forma mais rápida e eficiente”, afirmou. Uma iniciativa estratégica do Governo do Distrito Federal (GDF), implementada a partir de 2024, foi a extinção do pagamento da tarifa em dinheiro, medida que reduziu significativamente a atratividade desse tipo de crime ao eliminar a circulação de valores em espécie nos transportes coletivos. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) explica que, antes da implantação do sistema 100% digital, cerca de 29% das passagens eram pagas em dinheiro. Agora, as tarifas são pagas exclusivamente por meio de cartões de transporte ou cartões bancários em todo o Sistema de Transporte Público Coletivo. Os demais acessos ocorrem por meio de cartões de gratuidade (PLE, PCD, idoso etc.). Além disso, a Semob-DF atua em cooperação técnica com a SSP-DF no combate e na prevenção de crimes no transporte público coletivo do Distrito Federal. A pasta esclarece que todos os ônibus e terminais rodoviários são monitorados por câmeras, e as imagens são utilizadas na apuração de crimes. [LEIA_TAMBEM]No ano passado, a Semob-DF e a SSP-DF ampliaram a cooperação, que agora inclui imagens e informações sobre rotas e localização de veículos, motoristas e passageiros, inclusive de táxis e carros de aplicativo. A integração de dados é importante para que os órgãos de segurança pública possam identificar situações de risco, coibir práticas criminosas dentro dos terminais e veículos, além de garantir respostas mais ágeis para a população. Em relação às regiões que não registraram ocorrências, Alexandre Patury reforçou que o trabalho continua para reduzir ainda mais os índices. “Sabemos do medo da população de perder o celular, de ter seus bens roubados, seja ao sair cedo para o trabalho ou ao voltar para casa à noite. Precisamos diminuir essa sensação de insegurança, e é por isso que estamos investindo fortemente em inteligência e na ampliação do monitoramento por câmeras”, afirmou. O secretário interino da SSP-DF também destacou a importância da participação da população. “Fazemos um pedido para que as pessoas integrem suas câmeras ao sistema do DF 360. Isso pode ser feito pelo site [DF 360 — Segurança Integral]. Quanto mais câmeras tivermos, maior será a capacidade de identificar criminosos e retirá-los de circulação”, completou. Para o motorista Wemerson Guimarães, a redução dos assaltos a ônibus é fruto de várias mudanças importantes no sistema de transporte coletivo Impacto Atualmente, o Distrito Federal conta com mais de 5,9 mil motoristas que circulam diariamente. Wemerson Guimarães, que atua na área há 14 anos, relembrou situações de risco enfrentadas na profissão: “Eu já fui assaltado com emprego de arma de fogo. Na maioria das vezes, são situações muito violentas. Eles ameaçam, humilham, usam palavras de baixo calão… E a gente precisa manter a calma, não só por nós, mas também pelos usuários. É uma situação muito complicada. A empresa oferece suporte psicológico, e isso ajuda bastante no dia a dia, porque é algo que mexe com a gente, altera a rotina e acaba deixando a gente mais fragilizado”. Sobre a redução dos assaltos no transporte coletivo, ele destacou mudanças importantes no sistema. “Primeiro, a questão da segurança. A retirada do dinheiro a bordo dos veículos trouxe uma sensação maior de segurança e ajudou a diminuir os índices de assaltos. Outro ponto é a agilidade no embarque, que traz mais conforto para o usuário, já que não precisa esperar troco ou o cobrador finalizar o atendimento. E, para a gente que trabalha no sistema, tem também a questão da informatização: antes era preciso fazer arrecadação manual; hoje, o sistema já registra e envia tudo automaticamente. Esses são, na minha visão, os principais fatores que contribuíram para melhorar a rotina no dia a dia”, apontou. Rosa de Sousa, diarista: "Esse negócio do cartão foi muito bom, muito útil na vida da gente. Moro aqui há 30 anos e, hoje, não vejo mais assaltos dentro dos ônibus Quem depende do transporte público diariamente já percebe as mudanças na prática. É o caso da diarista Rosa de Sousa, de 51 anos, moradora de Água Quente. “Esse negócio do cartão foi muito bom, muito útil na vida da gente. Eu mesma uso e só tenho a agradecer. Moro aqui há 30 anos e, hoje, não vejo mais assaltos dentro dos ônibus. Nem ouço comentários sobre isso”, relatou. A sensação de segurança também mudou. “Com certeza, hoje é mais tranquilo. A gente não fica mais com aquele medo de alguém entrar no ônibus para assaltar. Eu ando tranquila”, completa. O aposentado Edson dos Santos, de 65 anos, morador do Areal há três anos, também destacou a melhora: “Durante esse tempo, nunca presenciei nada dentro dos ônibus. É tranquilo rodar pelo DF”.

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Quatro passarelas subterrâneas do Plano Piloto passam a operar com videomonitoramento integrado

O projeto-piloto de videomonitoramento em passarelas subterrâneas do Plano Piloto já se encontra em operação: as quatro passagens contempladas nesta primeira fase — uma na Asa Norte e três na Asa Sul — estão com as câmeras em pleno funcionamento. A iniciativa, conduzida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a Companhia Energética de Brasília (CEB), reforça o uso estratégico da tecnologia para prevenção criminal e qualificação da segurança urbana. Cada uma das passarelas — nas quadras 103/203 Norte e, na Asa Sul, nas quadras 101/201, 103/203 e 105/205 — conta com quatro câmeras posicionadas de forma estratégica, proporcionando cobertura dos principais fluxos. Com a operação dos equipamentos, as imagens passam a ser acompanhadas em tempo real pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Isso amplia a capacidade de resposta das forças de segurança e reforça a vigilância em pontos de grande circulação de pedestres. Foto: Divulgação/SSP-DF O avanço do projeto demonstra o compromisso com políticas públicas baseadas em evidências e integração institucional, como afirma o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury. “A ativação das câmeras nas quatro passarelas representa mais um passo na consolidação de uma estratégia que une tecnologia e gestão urbana para prevenir crimes e proteger o cidadão. Ao ampliar a capacidade de monitoramento em áreas estratégicas, promovemos intervenções que impactam diretamente a segurança e a qualidade de vida da população. Ou seja, essa implementação contribui para inibir práticas delituosas e fortalecer a sensação de segurança da população que utiliza diariamente esses espaços”, destaca. A medida integra um conjunto de ações do GDF voltadas à ocupação qualificada dos espaços públicos, aliando tecnologia, urbanismo e gestão integrada. O projeto também dialoga diretamente com a política de Prevenção Criminal pelo Desenho do Ambiente (Cpted), que orienta intervenções estruturais com base em evidências, reduz vulnerabilidades e promove ambientes mais seguros e organizados. [LEIA_TAMBEM]Além do monitoramento, as passarelas vêm passando por melhorias estruturais, como reforço na iluminação, manutenção e reforma dos espaços, em uma atuação coordenada. A expectativa é que, a partir dos resultados desta fase inicial, o modelo seja gradualmente expandido para outras passagens subterrâneas do Plano Piloto, consolidando o Distrito Federal como referência nacional na aplicação de soluções inovadoras e integradas na segurança pública. “O monitoramento das quatro passarelas consolida a integração desses ativos ao sistema de videomonitoramento da SSP-DF, com transmissão contínua de imagens para o Ciob e demais centros de comando. Os equipamentos foram posicionados com base em critérios técnicos de cobertura e fluxo, permitindo apoio à análise situacional e o acionamento mais ágil das equipes em campo”, conclui o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarrago. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Feira do Guará terá monitoramento eletrônico com uso de inteligência artificial

A Feira do Guará ganhará, nas próximas semanas, um moderno sistema de monitoramento eletrônico com o uso de inteligência artificial. O projeto foi o principal encaminhamento da reunião realizada nesta segunda-feira (6), durante a visita institucional do novo comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), major Felipe Noronha, à Administração Regional do Guará. O encontro reuniu ainda o coronel Everaldo Aragão, responsável pelo 2º Comando de Policiamento Regional (2º CPR); o major Pacheco e o sargento da reserva Giovanni Sousa, coordenador do programa Prevenindo com Arte. A iniciativa prevê a instalação de câmeras inteligentes, com capacidade de monitoramento em tempo real e uso de reconhecimento facial, ampliando a segurança de feirantes, comerciantes e frequentadores. Cartão-postal da cidade e referência gastronômica no Distrito Federal, a Feira do Guará concentra grande fluxo de pessoas nos fins de semana, o que reforça a necessidade de investimentos em tecnologia e prevenção. O encontro reuniu ainda o coronel Everaldo Aragão, responsável pelo 2º Comando de Policiamento Regional (2º CPR); o major Pacheco e o sargento da reserva Giovanni Sousa, coordenador do programa Prevenindo com Arte | Foto: Divulgação/Administração Regional do Guará “O objetivo é trazer mais segurança para quem trabalha e frequenta a feira, utilizando tecnologia de ponta. Essa é uma demanda antiga da comunidade e que agora começa a sair do papel”, destacou o administrador do Guará, Artur Nogueira. Para o novo comandante do 4º BPM, a integração entre poder público e forças de segurança é fundamental para a efetividade das ações. “A Polícia Militar está à disposição para atuar de forma integrada, utilizando inteligência e inovação para fortalecer a segurança na região”, afirmou o major Felipe Noronha. A proposta faz parte de um conjunto de ações voltadas ao reforço da segurança pública no Guará, com foco na prevenção e no uso estratégico da tecnologia. *Com informações da Administração Regional do Guará

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Planejamento integrado garante segurança na Via Sacra do Morro da Capelinha

A atuação integrada das forças de segurança e de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) garantiu a realização segura da Via Sacra 2026, no Morro da Capelinha, em Planaltina. Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a operação seguiu o planejamento estabelecido no Protocolo de Operações Integradas (POI), com participação da Polícia Militar (PMDF), do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), da Polícia Civil (PCDF), do Departamento de Trânsito (Detran-DF), do Samu, da Defesa Civil, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), da Caesb, da Neoenergia, da DF Legal e da Administração Regional de Planaltina. “O êxito da operação demonstra a importância do planejamento antecipado, da atuação integrada e do emprego estratégico dos recursos disponíveis. Trabalhamos de forma coordenada para garantir que a população pudesse vivenciar esse momento de fé com segurança, organização e tranquilidade”, destacou o secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury. Integração entre forças de segurança e órgãos do GDF garantiu a realização segura da Via Sacra 2026, no Morro da Capelinha, em Planaltina | Fotos: Divulgação/SSP-DF Atuação estratégica A ação mobilizou policiais militares em diferentes modalidades de policiamento — a pé, motorizado, aéreo, montado, velado e especializado. O efetivo foi distribuído de forma estratégica em áreas previamente definidas, garantindo presença ostensiva e pronta resposta em toda a região. Também houve apoio de unidades especializadas da PMDF, como o Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran), o Comando de Missões Especiais (CPME) e o Comando de Policiamento Especializado (Cpesp), além da atuação integrada com o Detran-DF e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) para garantir a fluidez do trânsito. Prevenção A Sala Lilás Itinerante, por meio do programa Provid, realizou atendimentos especializados e ações educativas voltadas ao enfrentamento da violência doméstica, com orientação individualizada e distribuição de material informativo. A Sala Lilás Itinerante atuou no enfrentamento à violência doméstica Outro destaque foi a ação de identificação de crianças, que resultou em cerca de 1,5 mil menores identificados entre 14h e 18h, reforçando a segurança das famílias. Durante o evento, duas crianças foram momentaneamente separadas dos responsáveis, sendo rapidamente localizadas, sem intercorrências. De acordo com a tenente-coronel Daniela Natália Teixeira Schermerhorn, comandante do 14º Batalhão, a operação transcorreu de forma tranquila desde as primeiras horas da manhã, com presença policial já a partir das 6h para recepcionar os fiéis, romeiros e participantes da celebração. “Ao longo de todo o dia, foram empregados policiais militares em diferentes modalidades de policiamento, garantindo a segurança do público. Destacamos também a atuação da Sala Lilás Itinerante, com grande procura por informações e orientações sobre prevenção à violência doméstica, além da ação de identificação infantil, que teve ampla adesão das famílias e contribuiu para ampliar a segurança das crianças no evento. Encerramos a operação sem ocorrências graves, apenas registros pontuais de menor potencial ofensivo, o que demonstra a efetividade das ações preventivas. Foi um evento que transcorreu e foi concluído de forma pacífica e segura”, ressaltou a tenente-coronel. Também houve atuação conjunta com a DF Legal na fiscalização de ambulantes, com foco na organização do espaço público. Resultados Foram registradas cinco apreensões de entorpecentes, totalizando cerca de 20 gramas de substância análoga à maconha. [LEIA_TAMBEM]Houve ainda uma ocorrência de importunação sexual e ameaça, com o autor conduzido à 16ª Delegacia de Polícia. Durante os procedimentos de revista, materiais potencialmente perigosos foram retirados de circulação, como tesouras, faca, isqueiros e outros objetos. A atuação coordenada, aliada ao planejamento prévio e à distribuição do efetivo, foi determinante para o alcance dos objetivos da operação. “O resultado alcançado reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com uma segurança pública baseada em planejamento, integração e prevenção. Grandes eventos exigem organização e responsabilidade, e é isso que entregamos à população”, concluiu Patury. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Investimentos de R$ 78,1 milhões modernizam delegacias do DF e ampliam segurança e atendimento à população

Quem procura as delegacias do Distrito Federal já percebe mudanças que vão além da estrutura física. Hoje, ao chegar a uma unidade da Polícia Civil, a população encontra instalações modernas, atendimento reservado e mais segurança — medidas que, segundo o delegado-geral adjunto Saulo Lopes, fazem diferença no acolhimento à comunidade. “As novas delegacias separam as áreas de atendimento, custódia e trabalho interno. Contam com espaços específicos para a Polícia Militar e têm ambientes voltados ao acolhimento de mulheres e crianças vítimas de violência, com salas reservadas e estrutura adequada para um atendimento mais sensível”, explica o delegado-geral. Essas melhorias são resultado de um conjunto de investimentos que, entre 2019 e 2025, somaram R$ 78,1 milhões. Segundo Saulo Lopes, a principal obra foi a construção do novo Instituto Médico Legal (IML), no Plano Piloto, com investimento de cerca de R$ 47,4 milhões. Entre 2019 e 2025, o GDF investiu R$ 78,1 milhões nas delegacias do Distrito Federal, resultando em instalações modernas e atendimento mais reservado | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Além da estrutura moderna, o principal ganho foi a humanização do atendimento. Antes, havia uma única entrada para vítimas, autores de crimes e familiares. Hoje, os acessos são separados, garantindo mais segurança e respeito às pessoas”, afirma. Atendimento ampliado No período, também foi construída a 35ª Delegacia de Polícia, em Sobradinho II, erguida do zero com investimento de R$ 10,5 milhões. Outras seis delegacias passaram por reforma: a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam I), na Asa Sul; a 17ª DP, em Taguatinga Norte; a 9ª DP, no Lago Norte; a 10ª DP, no Lago Sul; o posto policial do aeroporto; e a Divisão de Operações Aéreas (DOA/Depate). “A Polícia Civil tem hoje 31 delegacias espalhadas pelo DF, além de unidades especializadas, que ampliam a capacidade de atendimento e aproximam a polícia da comunidade”, aponta o delegado-geral. O montante investido também possibilitou a criação da Deam II e do IML em Ceilândia, ambos ao lado da 15ª DP Os investimentos também resultaram na criação de três Núcleos de Atendimento à Mulher (Nuiam) — na 29ª DP, no Riacho Fundo; na 38ª DP, em Vicente Pires; e na 11ª DP, no Núcleo Bandeirante —, além da requalificação do Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA). “Outro avanço importante é a delegacia eletrônica, que permite o registro de ocorrências pela internet. O DF foi pioneiro no registro de casos de violência doméstica online, com a solicitação de medidas protetivas, sem que a vítima precise sair de casa”, ressalta. [LEIA_TAMBEM]Saulo Lopes também destaca as melhorias no Complexo Regional da Ceilândia, com a criação da Deam II e do IML na região, ambos ao lado da 15ª DP: “A descentralização dos serviços facilitou o acesso da população, que antes precisava se deslocar até a área central de Brasília. Isso representa um avanço importante, especialmente para regiões com grande número de moradores”. Segundo o delegado-geral, há ainda obras em andamento para este ano. “Já foi assinada a ordem de serviço, pelo governador Ibaneis Rocha, para a construção da nova sede da 12ª DP, em Taguatinga, com investimento superior a R$ 15 milhões. Também estamos em fase de contratação de uma nova sede para a Divisão de Operações Especiais, com valor semelhante, e de uma nova policlínica, com investimento estimado em R$ 34 milhões, no Complexo da Polícia Civil, na Asa Sul”, detalha. Além dos investimentos em estrutura, desde 2019 o DF voltou a contar com delegacias que funcionam 24 horas por dia, o que contribuiu para que Brasília fosse eleita, em 2024, a segunda capital mais segura do país, segundo o Atlas da Violência.

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Planejamento integrado para garantir segurança e mobilidade na Via Sacra de Planaltina é finalizado

Está pronto o Protocolo de Operações Integradas (POI) que irá orientar a atuação das forças de segurança e de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) durante a encenação da Paixão de Cristo, na próxima sexta-feira (3), no Morro da Capelinha, em Planaltina. Coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), o planejamento foi consolidado após uma série de reuniões técnicas e operacionais, com foco na segurança dos participantes e na fluidez do trânsito em uma das maiores manifestações religiosas do DF. O documento reúne diretrizes estratégicas e operacionais construídas de forma integrada com diversos órgãos, entre eles a Administração Regional de Planaltina, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), as secretarias de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e de Saúde (SES-DF), a Novacap, a CEB, o Conselho Tutelar, a DF Legal, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), além das forças de segurança pública do DF. “O planejamento antecipado e a integração entre os órgãos são fundamentais para garantir a segurança e o bem-estar da população em eventos de grande porte como a Via Sacra de Planaltina. Trabalhamos de forma coordenada, com reuniões prévias e definição clara de responsabilidades, para que todos possam participar com tranquilidade dessa celebração tão importante para a cultura, a fé e a economia da região”, destaca o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. Protocolo de Operações Integradas (POI) irá orientar a atuação das forças de segurança e de órgãos do GDF durante a encenação da Paixão de Cristo, na próxima sexta (3) | Fotos: Divulgação/SSP-DF Estrutura integrada Como parte da estratégia operacional, será instalada a Cidade da Segurança Pública, estrutura que funcionará como base integrada para as equipes envolvidas. O espaço concentrará viaturas, equipamentos e efetivo, além de abrigar centros de comando e monitoramento. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) atuará com reforço operacional a partir das 6h, com apoio de unidades especializadas, como os batalhões de Trânsito, Cavalaria, Aviação, Rural, BPCães e BPChoque. Haverá dois comandos móveis —, um na Cidade da Segurança Pública e outro no alto do morro — ambos equipados com sistemas de rádio e monitoramento por imagens, incluindo o uso de drones institucionais. Serão realizadas revistas pessoais em diferentes pontos do evento, com o objetivo de garantir a segurança dos participantes. Não será permitido o acesso ao espaço da encenação com objetos perfurocortantes ou que comprometam a segurança. "Pedimos a colaboração de todos durante os procedimentos de revista, que são essenciais para manter a tranquilidade no local" Tenente-coronel Daniela Natalia Teixeira, comandante do 14º batalhão A PMDF fará, ainda, a identificação infantil. Uma van com policiais militares estará nas imediações para cadastro das crianças. Sala Lilás Como parte do planejamento operacional, a PMDF implementará a Sala Lilás Itinerante, espaço de atendimento especializado e humanizado voltado ao acolhimento de mulheres que eventualmente sejam vítimas de violência de gênero durante as festividades. Integrada à operação, a iniciativa garante escuta qualificada, orientação e encaminhamento adequado, reafirmando o compromisso da corporação com a proteção das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero em grandes eventos. A Sala Lilás contará com equipes especializadas do Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), formadas por policiais capacitados para o atendimento técnico e humanizado. O espaço funcionará em articulação com outros órgãos do GDF, fortalecendo a rede de proteção, além de promover ações preventivas, estímulo à denúncia e acompanhamento das vítimas. “A Polícia Militar já vem atuando de forma preventiva em toda a programação da Via Sacra, acompanhando os ensaios e demais celebrações, como o Domingo de Ramos e outras atividades religiosas. No dia da encenação, estaremos com presença reforçada, garantindo a segurança do público em todas as áreas do evento. Pedimos a colaboração de todos durante os procedimentos de revista, que são essenciais para manter a tranquilidade no local. Nossa expectativa é de mais uma edição pacífica, como tem sido ao longo dos anos, e a população pode contar com a Polícia Militar, que está empenhada em proteger e servir a todos”, ressalta a comandante do 14º batalhão, tenente-coronel Daniela Natalia Teixeira. Por questões de segurança, não será permitido o uso de drones particulares durante a celebração. Atendimento à população Para apoiar o evento, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) mobilizará 215 bombeiros militares e 25 viaturas (prevenção e serviço), com recursos voltados para atendimento pré-hospitalar, salvamento e combate a incêndio. A atuação será integrada à SES-DF, com postos de atendimento pré-hospitalar na Cidade da Segurança Pública e em pontos estratégicos ao longo do trajeto, garantindo resposta rápida e encaminhamento aos postos médicos quando necessário. [LEIA_TAMBEM]Devido à topografia íngreme do local, haverá também recursos de salvamento em altura, além de viaturas de combate a incêndio para pronta resposta a ocorrências, inclusive relacionadas à vegetação e ao uso de velas. Em caso de sol forte e temperaturas elevadas, recomenda-se o uso de roupas leves, protetor solar, bonés ou chapéus e hidratação constante. Evite carregar volumes desnecessários, respeite as orientações das equipes de segurança e procure um posto de atendimento ao primeiro sinal de mal-estar. A atenção com crianças e idosos deve ser redobrada durante todo o percurso. Em situações de emergência, o acionamento pode ser feito diretamente com as equipes em serviço ou pelo 193. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) reforçará o atendimento nas delegacias de Planaltina e Sobradinho, ampliando a capacidade de resposta em eventuais ocorrências. O CBMDF mobilizará 215 bombeiros militares e 25 viaturas, com recursos voltados para atendimento pré-hospitalar, salvamento e combate a incêndio Trânsito Para assegurar a mobilidade e a segurança viária, os órgãos de trânsito atuarão de forma coordenada, com intervenções planejadas e sinalização a partir das 6h. A DF-230, principal via de acesso ao Morro da Capelinha, terá sentido único a partir das 12h no trecho entre a DF-128 e a DF-130. Ao término do evento, previsto para as 21h, o fluxo será reorganizado, com sentido único no retorno do morro e duplo sentido na DF-128/BR-020. A PMDF atuará na DF-230 em conjunto com o DER-DF, enquanto a PRF será responsável pela BR-020, em razão do grande fluxo de veículos e da proximidade com a rodovia federal. O acesso ao Morro da Capelinha será organizado em pontos distintos. O primeiro será destinado a pedestres e veículos credenciados. No segundo, haverá controle para entrada de ônibus e veículos, com direcionamento para áreas específicas de estacionamento — incluindo espaços reservados para pessoas com mobilidade reduzida e idosos, mediante apresentação de credencial. “O Detran fará a sinalização e o controle de veículos e pedestres nas quatro vias internas de acesso ao morro. Uma delas será exclusiva para pedestres. As demais serão destinadas ao trânsito de veículos, atendimento a situações de emergência e apoio à produção do evento. Além disso, painéis de mensagens variáveis (PMVs) estarão distribuídos nas principais vias de acesso para orientar os condutores com informações em tempo real sobre circulação, rotas e recomendações de segurança. É importante que os motoristas observem a sinalização e fiquem atentos à presença de pedestres nas vias para evitar riscos de sinistros de trânsito”, ressalta o diretor de Policiamento e Fiscalização do Detran-DF, Danilo Lino. Os órgãos de trânsito recomendam que os motoristas cheguem com antecedência, observem a sinalização, as mensagens exibidas nos PMVs e o direcionamento dos agentes, além de estacionarem em locais permitidos, para não comprometer o fluxo de pedestres e, principalmente, de veículos de emergência. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Com recordes de queda na criminalidade, DF investe em inteligência para enfrentar sensação de insegurança

Mesmo com sucessivas quedas nos índices criminais e resultados históricos — como o mês de fevereiro de 2026, que registrou o menor número de homicídios desde o início da série histórica, em 1977 —, o Distrito Federal ainda convive com um desafio que vai além dos números: a sensação de insegurança da população. Para enfrentar esse cenário com inteligência, dados e planejamento, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) recebeu, na última semana, os relatórios finais do projeto Cidade + Segura. A entrega marca o encerramento de um ciclo robusto de pesquisa aplicada, desenvolvido em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) e a Universidade de Brasília (UnB), no âmbito do Programa Desafio DF. Mais do que um ato formal, a finalização dos relatórios simboliza um avanço estratégico, com uso de evidências, escuta ativa da população e análise qualificada de dados para a implementação de ações. Na última semana, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) recebeu os relatórios finais do projeto Cidade + Segura | Fotos: Divulgação/SSP-DF O projeto teve como foco compreender um fenômeno central para a segurança pública contemporânea: o medo do crime. Ao longo de dois anos, foram realizados diagnósticos, pesquisas de campo, grupos focais e desenvolvimento de soluções tecnológicas, o que permitiu uma leitura aprofundada sobre como e por que a população se sente insegura — mesmo diante da redução consistente dos indicadores criminais. “O Distrito Federal tem alcançado resultados históricos na redução da criminalidade, como demonstram os dados mais recentes. Mas segurança pública não se mede apenas por números. É fundamental que a população se sinta segura no seu dia a dia. Esse projeto nos permite compreender melhor essa percepção e agir de forma mais precisa, com políticas públicas orientadas por evidências e focadas na realidade das pessoas”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. No Setor Comercial Sul, por exemplo, o estudo oferece subsídios técnicos para ações já em andamento, como a ampliação do videomonitoramento, a instalação de tecnologias inteligentes e a implantação da Unidade Integrada de Segurança Pública (Uisp) Ao todo, foram entregues quatro relatórios estruturantes que compõem o projeto Cidade + Segura: o diagnóstico distrital sobre o medo do crime, o planejamento estratégico, além de estudos específicos sobre o Setor Comercial Sul (SCS) e o sistema de transporte coletivo. “A FAPDF acredita na ciência como ferramenta concreta de transformação social. Os resultados deste projeto mostram como o conhecimento produzido pela academia pode orientar decisões mais eficientes e contribuir diretamente para a melhoria da segurança pública no Distrito Federal. Quando investimos em pesquisa aplicada, estamos investindo em soluções concretas para problemas complexos da sociedade”, destaca o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. De acordo com Isângelo Senna, integrante da Comissão Técnica da SSP-DF responsável pelo acompanhamento do projeto, que é mestre e doutor com trajetória acadêmica dedicada aos estudos sobre Crime Prevention Through Environmental Design (CPTED) — em português: Prevenção do Crime por Meio do Design Ambiental — e medo do crime, a percepção de segurança é um fenômeno complexo, que envolve experiência subjetiva, sinais ambientais e confiança institucional. “Por isso, enfrentar esse desafio exige mais do que policiamento e estatística criminal: exige diagnóstico qualificado, escuta da população e intervenções baseadas em evidências sobre os fatores que moldam a percepção de segurança. Nesse contexto, a CPTED oferece uma contribuição importante ao demonstrar como o ambiente urbano pode ser planejado, manejado e qualificado para reduzir vulnerabilidades e fortalecer a sensação de segurança em uma perspectiva de segurança integral”, explicou o especialista. Responsável pela pesquisa, o professor Arthur Trindade Maranhão Costa evidencia a importância do material produzido para a segurança pública do Distrito Federal: “Diminuir a sensação de insegurança é um dos principais desafios do Distrito Federal. A pesquisa que realizamos, a pedido da SSP-DF, buscou levantar informações e dados que subsidiam políticas públicas voltadas para o tema”. O estudo, realizado ao longo de dois anos, visa compreender um fenômeno central para a segurança pública contemporânea: o medo do crime Os documentos revelam fatores que influenciam diretamente a percepção de insegurança, como desordens urbanas, iluminação precária, infraestrutura inadequada, presença institucional e experiências vividas pelos cidadãos em seus deslocamentos diários. A partir desses achados, foram formuladas recomendações concretas para orientar intervenções mais eficazes e integradas. No Setor Comercial Sul, por exemplo, o estudo oferece subsídios técnicos para ações já em andamento, como a ampliação do videomonitoramento, a instalação de tecnologias inteligentes e a implantação da Unidade Integrada de Segurança Pública (Uisp). Já no transporte coletivo, o levantamento aponta caminhos para fortalecer a segurança nos trajetos, com melhorias em iluminação, vigilância, canais de denúncia e prevenção ao assédio. [LEIA_TAMBEM]Outro destaque do projeto é o desenvolvimento de uma solução tecnológica baseada no conceito de CPTED, que permitirá à SSP-DF identificar e atuar de forma mais ágil em problemas urbanos que impactam diretamente a sensação de segurança, como falhas de iluminação, acúmulo de lixo e degradação de espaços públicos. Coordenado pelo Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança da UnB (Nevis), sob liderança do professor Arthur Trindade, o projeto mobilizou pesquisadores, especialistas e diversas áreas da própria SSP-DF, além de forças de segurança e outros órgãos do Governo do Distrito Federal, em um esforço integrado e multidisciplinar. A iniciativa também estabelece uma base inédita para a avaliação contínua das políticas públicas. Com a previsão de novas coletas de dados no segundo semestre de 2026, será possível comparar cenários antes e depois das intervenções — especialmente em áreas estratégicas como o SCS e o sistema de transporte —, mensurando com precisão os impactos das ações implementadas. Pesquisa A pesquisa que fundamenta o projeto Cidade + Segura contou com o apoio da FAPDF e representa um avanço na aplicação da ciência para o enfrentamento dos desafios da segurança pública. A iniciativa integrou produção acadêmica, análise de dados e desenvolvimento de soluções práticas, gerando diagnósticos qualificados sobre o medo do crime e a percepção de insegurança no DF. O estudo reforça o papel estratégico da pesquisa científica na formulação de políticas públicas mais eficientes, orientadas por evidências e voltadas à melhoria da qualidade de vida da população.

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GDF amplia plataforma DF 360 com reconhecimento facial, drones e modernização das centrais 190 e 193

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), apresentou nesta sexta-feira (27) a ampliação da plataforma DF 360, que passa a contar com drones, câmeras com reconhecimento facial e placas, além da modernização dos sistemas de atendimento 190 (Polícia Militar) e 193 (Corpo de Bombeiros). A medida reforça o monitoramento integrado e consolida a transição para uma atuação mais proativa na segurança pública do Distrito Federal. Durante a apresentação, a vice-governadora Celina Leão apontou que a iniciativa tem o objetivo de incorporar o que há de mais moderno em sistemas de monitoramento. “Eu tenho certeza que isso vai ampliar a atuação da nossa segurança pública, trazendo mais efetividade e rapidez no atendimento, além de fortalecer a cooperação com os Conselhos Comunitários de Segurança, com as administrações regionais e com o trabalho de planejamento estratégico”, destacou. Celina Leão: “Eu tenho certeza que isso vai ampliar a atuação da nossa segurança pública, trazendo mais efetividade e rapidez no atendimento, além de fortalecer a cooperação com os Conselhos Comunitários de Segurança, com as administrações regionais e com o trabalho de planejamento estratégico” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Agora, em parceria com a Secretaria de Educação e a Secretaria de Saúde, pastas que precisam de uma atenção reforçada, vamos garantir que, na ponta, haja um sistema capaz de identificar, inclusive por meio de inteligência artificial (IA), ações de violência e de crimes. É isso que estamos apresentando hoje: um programa de integração com tecnologia embarcada voltado para a segurança pública e para dar mais agilidade aos atendimentos”, acrescentou. Atualmente, a SSP-DF dispõe de 1.350 câmeras próprias, distribuídas nas 35 regiões administrativas. A secretaria também conta com 50 licenças de software de inteligência artificial, que podem ser aplicadas a qualquer equipamento, a partir de comandos específicos e estratégicos que auxiliam na identificação de situações suspeitas e no apoio à tomada de decisão. Está prevista, ainda, a instalação de mais mil câmeras em diferentes pontos do DF. “Agora, em parceria com a Secretaria de Educação e a Secretaria de Saúde, pastas que precisam de uma atenção reforçada, vamos garantir que, na ponta, haja um sistema capaz de identificar, inclusive por meio de inteligência artificial, ações de violência e de crime" Celina Leão, vice-governadora do DF A rede é reforçada por mais de 250 câmeras parceiras que permitem o compartilhamento de imagens de estações do metrô, terminais rodoviários, unidades de saúde e áreas residenciais e comerciais. O monitoramento ocorre 24 horas por dia no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), com o apoio de centrais instaladas em batalhões da PMDF, grupamentos do Corpo de Bombeiros e delegacias da Polícia Civil. O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, afirmou que as câmeras que passarão a operar com tecnologia de reconhecimento facial por meio de inteligência artificial se somam a um acordo firmado com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que permitirá acesso direto ao banco de dados de mandados de prisão em aberto. “No DF, além de não permitirmos a formação de novos criminosos, não vamos permitir que foragidos se escondam”, enfatizou. De acordo com o secretário, o sistema possibilita monitoramento em todas as regiões administrativas, tanto para prevenir crimes quanto para identificar autores após a ocorrência. Ele explicou que, no último ano, a pasta operou com apenas oito licenças de inteligência artificial em caráter experimental. Mesmo assim, o recurso contribuiu para mais de 30 prisões, feitas, segundo ele, com cautela para evitar equívocos. Com a ampliação para 50 licenças, a tecnologia poderá ser aplicada às 1.350 câmeras próprias da SSP-DF, além dos mais de 250 equipamentos de órgãos públicos parceiros e, futuramente, de entidades privadas que aderirem ao sistema. “Se com oito licenças conseguimos mais de 30 prisões em um ano, com 50 poderemos avançar ainda mais”, reforçou.   Sobre os chamados prompts — comandos específicos usados para acionar a inteligência artificial —, o secretário ressaltou que a ferramenta permite direcionar o monitoramento para situações estratégicas, como identificação de pessoas com mandado de prisão em aberto, detecção de comportamentos suspeitos em áreas sensíveis ou busca por características específicas previamente cadastradas no sistema. Segundo ele, é essa capacidade de direcionamento que torna a tecnologia um diferencial na política de segurança pública do DF. Sandro Avelar explica que, no último ano, a pasta operou com apenas oito licenças de inteligência artificial em caráter experimental. Ainda assim, o recurso contribuiu para mais de 30 prisões, feitas, segundo ele, com cautela para evitar equívocos Em relação ao atendimento ao cidadão, os canais 190 e 193 passam a utilizar geolocalização de altíssima precisão via celular e encaminham automaticamente o protocolo de atendimento pelo WhatsApp. A rede integra sistemas como o Sinesp-CAD, aplicativos como Uber e RapidSOS, que permitem o recebimento automático da localização do veículo e dados do motorista e passageiro em situações de emergência, além de atender prioritariamente mulheres amparadas por medidas protetivas por meio do Projeto Viva-Flor. Nas ruas, os agentes contam com um módulo de consulta integrada que reúne dados de diversas bases em uma única interface, com checagem instantânea de veículos, antecedentes e identificação biométrica facial. “No DF, além de não permitirmos a formação de novos criminosos, não vamos permitir que foragidos se escondam” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do DF Segurança  Todo o processo segue as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709/2018) e as normas específicas aplicáveis ao poder público. O tratamento das informações ocorre com base em finalidade legítima, voltada à segurança pública e ao cumprimento de dever legal, com acesso restrito a servidores autorizados e devidamente capacitados. As imagens captadas pelas câmeras próprias da SSP-DF permanecem armazenadas por até 30 dias. Já as imagens provenientes de câmeras parceiras ficam disponíveis por até 72 horas, conforme os termos de cooperação firmados. Os parceiros não têm acesso às imagens de outros integrantes da rede nem ao sistema integrado da secretaria, o que garante a segregação das informações e o controle rigoroso sobre quem pode visualizar cada conteúdo. Entenda A iniciativa busca contribuir para a construção de ambientes mais seguros, promover o exercício das liberdades individuais e coletivas, o controle de desordens e o fortalecimento da coesão social. O monitoramento é realizado de forma integrada entre as forças de segurança e mais de 30 órgãos, instituições e agências do governo local e federal, voltado para os seguintes objetivos: - Prevenir crimes e contravenções penais; - Fortalecer os mecanismos de investigação criminal; - Otimizar ações de manutenção da ordem pública e da incolumidade das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente; - Aperfeiçoar o controle do tráfego urbano; - Auxiliar os serviços de emergência; - Ampliar a vigilância ambiental; - Apoiar ações de fiscalização dos órgãos e entidades vinculados ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob); - Apoiar ações da Defesa Civil. O sistema é estruturado em módulos integrados e complementares, concebidos para oferecer uma solução completa de segurança pública, que abrange desde o atendimento às demandas do cidadão até a atuação policial proativa Para orientar a expansão e a definição dos pontos de instalação, o programa utiliza como critério central os relatórios de análise produzidos pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), que identificam as chamadas "manchas criminais". Além disso, considera variáveis como relevância estratégica dos locais, viabilidade técnica e sugestões das autoridades policiais das respectivas áreas (Polícia Militar e Polícia Civil), que participam da validação dos pontos propostos. A participação popular e as demandas de outros órgãos públicos também são incorporadas ao processo, para garantir um planejamento integrado e alinhado às necessidades reais da comunidade. Como funciona O sistema é estruturado em módulos integrados e complementares, concebidos para oferecer uma solução completa de segurança pública que abrange desde o atendimento às demandas do cidadão até a atuação policial proativa. [LEIA_TAMBEM]O módulo de Parcerias amplia a capacidade de vigilância ao integrar câmeras já existentes, administradas por órgãos públicos e instituições privadas, ao sistema da Segurança Pública, o que permite o compartilhamento de imagens para prevenção e repressão à criminalidade. Já o módulo de Leitura de Placas utiliza cerca de 100 câmeras com tecnologia OCR para identificar veículos em circulação e cruzar, em tempo real, as informações com a plataforma Cortex, do Ministério da Justiça. Quando há correspondência com registros de roubo, furto ou outras ocorrências, o sistema emite alerta imediato com dados e localização do veículo, o que viabiliza a ação policial. O módulo de Reconhecimento Facial integra câmeras estrategicamente posicionadas ao Banco Nacional de Mandados de Prisão e emite alertas ao identificar foragidos, com envio de dados e localização para despacho de viaturas. O atendimento de emergências (190 e 193) conta com geolocalização precisa via GPS do celular, preenchimento automático de endereço, interface unificada e formulários inteligentes, além de notificações ao cidadão por WhatsApp em etapas do atendimento, exceto em casos sensíveis. A plataforma também se conecta a sistemas como Sinesp-CAD, Uber e RapidSOS, o que garante troca de informações em tempo real, mais agilidade nas respostas, uso estratégico do efetivo e reforço à segurança da população. Entre esses componentes, destaca-se o módulo mais inovador da solução, voltado à identificação de ameaças em tempo real. Esse módulo realiza o monitoramento inteligente do ambiente, processa dados de forma contínua e gera alertas automáticos e qualificados, o que possibilita resposta policial imediata, inclusive antes mesmo do registro de um chamado ao 190.  

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Com instalação de câmeras em Água Quente, todas as regiões administrativas do DF passam a ser monitoradas

A Região Administrativa de Água Quente é a 35ª a receber o Programa de Videomonitoramento Urbano e Rural (PVU/PVR), da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), consolidando, assim, a presença da tecnologia em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. Com a instalação das novas câmeras, o sistema passa a contar com 1.350 equipamentos distribuídos estrategicamente em todo o território do DF, fortalecendo o monitoramento integrado e ampliando a capacidade de prevenção e resposta das forças de segurança. A região recebeu a placa de monitoramento nesta sexta-feira (13). Criado em 2013, o PVU/PVR é uma das principais estratégias estruturantes da SSP-DF para o fortalecimento da política de Segurança Integral. O programa tem como foco a construção de ambientes mais seguros, promovendo o exercício das liberdades individuais e coletivas, o controle de desordens e o fortalecimento da coesão social. O monitoramento é realizado de forma integrada entre as forças de segurança e mais 31 órgãos, instituições e agências do governo local e federal, com objetivos que vão desde a prevenção de crimes e contravenções penais até o apoio a investigações, controle do tráfego urbano, atendimento a emergências e ações de defesa civil. O monitoramento é realizado de forma integrada entre as forças de segurança e mais 31 órgãos, instituições e agências do governo local e federal | Foto: Divulgação/SSP-DF Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a extensão do sistema representa um avanço histórico na política de segurança do DF. “Com Água Quente integrada ao sistema, alcançamos um marco importante: todas as regiões administrativas do Distrito Federal passam a contar com videomonitoramento. O uso estratégico das imagens contribui para o encurtamento do tempo de investigação, para a responsabilização mais célere dos infratores e para um policiamento cada vez mais inteligente, preventivo e efetivo. É motivo de muito orgulho termos dobrado no número dessas câmeras em nossa gestão”, destaca. A administradora de Água Quente, Lúcia Gomes, agradeceu a instalação dos equipamentos na região. “Quero agradecer ao Governo do Distrito Federal pelo compromisso com uma Água Quente mais segura. A instalação dessas câmeras representa um avanço significativo para o monitoramento e para a proteção da nossa população”. A definição dos pontos de instalação segue critérios técnicos rigorosos. O principal parâmetro são os relatórios de análise produzidos pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), que identificam as chamadas “manchas criminais” — locais, dias e horários com maior incidência de ocorrências. Também são consideradas a relevância estratégica das áreas, a viabilidade técnica e as contribuições das autoridades policiais, como comandantes da Polícia Militar e delegados da Polícia Civil, além de demandas apresentadas pela comunidade, por meio dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs). “Quero agradecer ao Governo do Distrito Federal pelo compromisso com uma Água Quente mais segura. A instalação dessas câmeras representa um avanço significativo para o monitoramento e para a proteção da nossa população” Lúcia Gomes, administradora de Água Quente Segundo o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarragô, a expansão do sistema reforça o compromisso com a inovação aplicada à segurança pública. “Este é um programa estruturado com base em inteligência de dados e integração tecnológica. As câmeras, de alta resolução e com transmissão em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília, permitem atuação mais rápida das forças de segurança, melhor direcionamento de recursos e apoio qualificado às investigações e aos serviços de emergência”, afirma. As imagens captadas são transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) e distribuídas às centrais de monitoramento remoto instaladas em unidades da Polícia Militar. O sistema também auxilia a Polícia Civil e os órgãos do Judiciário na produção de provas e na elucidação de crimes, contribuindo para maior efetividade nas investigações. Por questões de segurança, os pontos exatos de instalação não são divulgados. A ampliação do programa segue em andamento, com previsão de novas expansões, incluindo o reforço de áreas já monitoradas e a instalação de novos equipamentos. “Com a cobertura das 35 regiões administrativas, o Distrito Federal consolida um modelo de segurança pública baseado em tecnologia, integração institucional e planejamento orientado por dados, reafirmando o compromisso do Governo do Distrito Federal com a proteção da população e a modernização permanente das políticas de prevenção e enfrentamento à criminalidade”, conclui Avelar. *Com informações da SSP-DF

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Definida a atuação integrada das forças de segurança no Carnaval do DF

O planejamento operacional integrado que será aplicado durante o Carnaval, com ações específicas voltadas à segurança da população, à organização dos eventos e à preservação da ordem urbana, está definido. As medidas estão consolidadas no Protocolo de Operações Integradas (POI), construído de forma conjunta com as forças de segurança, órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), representantes dos blocos carnavalescos e com acompanhamento do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Encontros reunindo organizadores dos blocos e os órgãos envolvidos na segurança pública do DF ajudaram a criar o planejamento operacional integrado que será aplicado durante o Carnaval | Fotos: Divulgação/SSP-DF O planejamento é resultado de um trabalho iniciado em outubro do ano passado. Desde então, têm sido realizadas reuniões técnicas e operacionais sob a coordenação da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Os encontros reuniram organizadores dos blocos e os órgãos envolvidos, com foco na redução de conflitos, na organização dos espaços públicos e na diminuição dos impactos em áreas residenciais. “As reuniões começaram com bastante antecedência, ainda em 2025, justamente para que o Carnaval fosse planejado de forma responsável. Reavaliamos estratégias, ajustamos locais e horários e construímos um modelo que garante segurança aos foliões, tranquilidade aos moradores e eficiência na atuação integrada do Estado”, afirma o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. Eventos próximos a áreas residenciais não poderão ultrapassar as 23h. Em áreas não residenciais, os blocos de rua poderão funcionar até a 1h da manhã No total, 183 blocos foram cadastrados para o período de Carnaval, com eventos distribuídos pelas regiões administrativas do Distrito Federal. A Esplanada dos Ministérios concentrará parte significativa da programação. Eventos próximos a áreas residenciais não poderão ultrapassar as 23h. Em áreas não residenciais, os blocos de rua poderão funcionar até a 1h da manhã, sempre com encerramento rigorosamente acompanhado pelas equipes de segurança e fiscalização. Não há autorização para folia em áreas estritamente residenciais, conforme recomendação do MPDFT, priorizando espaços amplos e previamente planejados. Interdições e mobilidade urbana Os principais pontos de concentração de público serão as vias N1 e S1, na Esplanada dos Ministérios, especialmente nas proximidades do Teatro Nacional e do Museu da República; e o Setor Carnavalesco Sul, no Setor Comercial Sul e na Avenida S2, além de eventos programados no Parque da Cidade. Durante todo o período de Carnaval, as vias N1 e S1, entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Museu da República, na Esplanada dos Ministérios, permanecerão interditadas ao tráfego de veículos. A via S2 também terá trechos fechados, assim como o entorno da Galeria dos Estados, para eliminar a circulação de veículos em áreas de grande concentração de pessoas e reduzir o risco de acidentes. Como novidade neste ano, haverá o fechamento de uma via próxima ao Hotel Nacional, direcionando o fluxo para rotas alternativas. Eixão, Eixinhos e demais paralelas permanecerão liberadas, com exceção do Eixão no domingo, quando já ocorre o tradicional fechamento para lazer. A orientação da SSP-DF é que o público evite o uso de veículos particulares e dê preferência ao transporte público ou por aplicativos. O transporte coletivo contará com reforço de linhas e horários, e a fiscalização de trânsito será intensificada. A PMDF manterá o emprego diário de policiamento nos eventos do Plano Piloto e demais regiões administrativas durante o Carnaval 2026 Monitoramento e Cidade da Segurança Toda a operação será monitorada, 24 horas por dia, pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne 31 órgãos e instituições do GDF voltados à segurança, mobilidade, saúde, fiscalização e prestação de serviços públicos. O monitoramento contará com uso de câmeras de reconhecimento facial, drones e sistemas integrados de vigilância. “Esse reforço amplia nossa capacidade de acompanhamento em tempo real, permitindo respostas mais rápidas e assertivas a qualquer situação”, ressalta Sandro Avelar. Como base operacional central, será instalada a Cidade da Segurança Pública, no estacionamento norte da Torre de TV. O espaço funcionará como ponto de apoio às forças de segurança, atendimento ao público e coordenação integrada das ações. "É importante ressaltar que a Operação Carnaval é um evento à parte e não compromete o policiamento de rotina" Coronel Wesley Santos, chefe do Departamento de Operações da PMDF Atuação das forças de segurança A PMDF manterá o emprego diário de policiamento nos eventos do Plano Piloto e demais regiões administrativas durante o Carnaval 2026. O policiamento será reforçado em múltiplas camadas de segurança nas áreas de maior concentração de foliões. Durante o período carnavalesco, policiais militares serão empregados diariamente em todo o Distrito Federal, com policiamento a pé, motorizado e especializado, incluindo efetivos do Patamo, Rotam, Policiamento Montado e do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), especialmente nas linhas de revista, com o objetivo de retirar objetos que possam comprometer a segurança, como armas brancas, drogas, armas de fogo e munições. “É importante ressaltar que a Operação Carnaval é um evento à parte e não compromete o policiamento de rotina”, explica o chefe do Departamento de Operações da corporação, coronel Wesley Santos. “As linhas de revista são essenciais para garantir a segurança dos foliões, e a colaboração do público é fundamental para termos um Carnaval seguro, especialmente nas áreas centrais.” Haverá vários pontos de abordagem e revista em diferentes territórios carnavalescos, com o intuito de prevenir a prática de ilícitos. O policiamento também será reforçado em estações do metrô e na Rodoviária do Plano Piloto, em parceria com órgãos de mobilidade urbana, locais que concentram grande fluxo de pessoas, sobretudo na dispersão dos eventos. Policiais militares serão empregados diariamente em todo o Distrito Federal, com policiamento a pé, motorizado e especializado, incluindo efetivos do Patamo, Rotam, Policiamento Montado e do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) Sala Lilás Como parte do planejamento operacional, a PMDF implementará a Sala Lilás Itinerante, espaço de atendimento especializado e humanizado voltado ao acolhimento de mulheres que eventualmente sejam vítimas de violência de gênero durante as festividades. Integrada à operação, a iniciativa garante escuta qualificada, orientação e encaminhamento adequado, reafirmando o compromisso da corporação com a proteção das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero em grandes eventos. A Sala Lilás contará com equipes especializadas do Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), formadas por policiais capacitados para o atendimento técnico e humanizado. O espaço funcionará em articulação com outros órgãos do GDF, fortalecendo a rede de proteção, além de promover ações preventivas, estímulo à denúncia e acompanhamento das vítimas, contribuindo para um Carnaval mais seguro, inclusivo e respeitoso para o público feminino. [LEIA_TAMBEM]Tecnologia A Operação Carnaval 2026 contará ainda com emprego ampliado de tecnologia, em que a corporação utilizará drones equipados com câmeras termais e transmissão em tempo real para o comando da operação, além de sistemas integrados de identificação de pessoas com mandados de prisão em aberto, em parceria com a SSP-DF. Por meio do sistema próprio da corporação e da lógica de alertas do Sentinela Candanga, equipes poderão agir com rapidez na identificação e captura de foragidos da Justiça, especialmente nas áreas centrais de Brasília e em centros das regiões administrativas. “Estamos mobilizando um grande esforço operacional, com efetivo ampliado, uso intensivo de tecnologia e planejamento antecipado orientado por dados, para que toda a população do Distrito Federal possa aproveitar o Carnaval com tranquilidade, segurança e respeito”, concluiu o coronel Wesley Santos. A Delegacia Móvel da PCDF vai funcionar na Cidade da Segurança Pública, onde será possível registrar ocorrências policiais e o bloqueio de celulares roubados ou furtados. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) também estará no local com os institutos de Identificação (II) — que servirá para identificação de pessoas, em casos da não apresentação de documentação pessoal em abordagens — e de Criminalística (IC), que realizará exames toxicológicos. As equipes trabalharão por meio da Unidade Técnica de Atendimento Móvel (Utam). Haverá reforço do efetivo nas delegacias da região central — 1ª e 5ª DPs, Delegacia da Criança e do Adolescente 1 (DCA I) e Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam I) —, assim como nas delegacias das demais regiões com festas previstas. A Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin), juntamente com a Deam, fará ações de conscientização para prevenção de crimes contra a mulher, na Rodoviária do Plano Piloto, sábado e domingo. Durante o Carnaval, o Detran-DF fará blitzes educativas, intervenções em blocos e shows, controle de tráfego, sinalização especial e uso de painéis informativos Detran-DF O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) lançou a Operação Carnaval Seguro 2026 para reforçar a segurança viária durante o pré-carnaval e o período oficial da festa. A iniciativa prioriza ações educativas e preventivas contra a combinação de álcool e direção, além de 190 operações de fiscalização e policiamento em vias, bares, shoppings e eventos. Também haverá blitzes educativas, intervenções em blocos e shows, controle de tráfego, sinalização especial e painéis informativos. A operação contará com 180 agentes, 50 viaturas, 15 motos, uma aeronave e oito guinchos, com apoio de outras forças de segurança. “Esse período é marcado por alegria, e é natural que as pessoas queiram aproveitar cada momento. No entanto, é fundamental que todos ajam com responsabilidade para preservar vidas no trânsito. Nossas ações não têm o objetivo de coibir a diversão, mas de garantir vias mais seguras, com circulação ordenada e sem sinistros. Para isso, a colaboração de todos é indispensável”, destaca o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. Por medida de segurança, está proibida a venda e o uso de objetos que possam causar ferimentos, como garrafas e copos de vidro, espetos e objetos perfurocortantes, além do porte de armas brancas O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atuará de forma preventiva, com equipes especializadas em atendimento pré-hospitalar, vistorias técnicas e posicionamento estratégico em locais de grande concentração. A corporação também contará com plataforma elevada de observação para monitoramento do público. Haverá efetivo específico para o período de Carnaval. Grupamentos dos bombeiros localizados nas regiões administrativas, assim como os especializados, permanecem com os serviços ordinários, ficando de prontidão para reforçar os atendimentos relativos ao Carnaval, caso necessário. Para os dias de folia, a corporação pede atenção especial com crianças e idosos e orienta o público a alimentar-se de forma adequada, ingerir bastante água e fechar o registro de água e gás ao sair de casa para evitar inundações e incêndio. Outra recomendação é que, em ambientes fechados, seja observada a presença de brigadistas, preventivos e saídas de emergência. Em caso de emergência, a orientação é acionar o 193. Em casos de crianças perdidas ou situações envolvendo menores, haverá acolhimento imediato, com acionamento do Conselho Tutelar e da Vara da Infância e da Juventude Proteção Por medida de segurança, estão proibidos a venda e o uso de objetos que possam causar ferimentos, como garrafas e copos de vidro, espetos e objetos perfurocortantes, além do porte de armas brancas. A proteção de crianças e adolescentes é prioridade. Em casos de crianças perdidas ou situações envolvendo menores, haverá acolhimento imediato, com acionamento do Conselho Tutelar e da Vara da Infância e da Juventude, por meio do Ciob, pelo telefone 125. Campanhas e conscientização A SSP-DF também lançou uma campanha de conscientização voltada ao Carnaval, com cards e vídeos sobre respeito à diversidade, combate à violência de gênero, segurança no trânsito e cuidados com a saúde durante a folia. O respeito à mulher e a divulgação dos canais de denúncia são eixos centrais da campanha, que seguirá ativa até o fim do Carnaval. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Unidade integrada reforça segurança do Setor Comercial Sul

Em apenas duas semanas de funcionamento, a Unidade Integrada de Segurança Pública (Uisp) do Setor Comercial Sul (SCS) já apresenta resultados significativos no reforço da segurança da região. As ações coordenadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) resultaram na apreensão de 53 armas brancas, prisão em flagrante e prisão de um foragido do sistema prisional do DF. A prisão foi deflagrada pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Grupo Tático Operacional 21 (Gtop 21). O indivíduo estava foragido desde 26 de dezembro de 2015, após não retornar do benefício conhecido como “saidão de Natal”. Ainda dentro desse mesmo período inicial de funcionamento, policiais militares realizaram prisão em flagrante de autor de roubo de materiais de uma clínica odontológica, equipamentos de alto valor comercial que teriam causado prejuízo potencial às vítimas caso não houvesse a intervenção policial. Presença da Uisp aumentou a sensação de segurança da população que circula pelo Setor Comercial Sul | Fotos: Divulgação/SSP-DF Com a implantação da Uisp, as abordagens policiais foram intensificadas no Setor Comercial Sul. O objetivo é reduzir a criminalidade e aumentar a sensação de segurança de trabalhadores, comerciantes, moradores e pessoas que circulam diariamente pela região. “A atuação das forças de segurança em áreas como o Setor Comercial Sul envolve desafios adicionais, sobretudo diante da legislação vigente, que exige uma abordagem equilibrada e cuidadosa em situações de vulnerabilidade social. Ainda assim, a intensificação das ações integradas tem permitido coibir práticas ilícitas, proteger trabalhadores e comerciantes e ampliar a sensação de segurança da população”, afirmou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “A intensificação das ações integradas tem permitido coibir práticas ilícitas, proteger trabalhadores e comerciantes e ampliar a sensação de segurança da população” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do DF A utilização do videomonitoramento também tem contribuído para os resultados. A tecnologia auxilia na identificação de suspeitos de práticas ilícitas, permitindo respostas mais rápidas e ações mais direcionadas das forças de segurança. Os números refletem a produtividade policial alcançada a partir das ações da PMDF no âmbito da Uisp. A Secretaria de Segurança Pública ressalta que as demais forças de segurança que integram a unidade atuam de forma conjunta, contribuindo para a melhoria dos indicadores e para o fortalecimento da presença do Estado. Abordagens resultaram em 53 apreensões de armas brancas e prisões em flagrante: ações coordenadas entre as forças de segurança A Uisp reúne, em um mesmo espaço, órgãos como a PMDF, a Polícia Civil do DF (PCDF), o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), promovendo integração institucional, compartilhamento de informações e planejamento conjunto. A SSP-DF segue acompanhando os resultados da unidade e avalia a ampliação do modelo para outras regiões administrativas, com foco na prevenção, na integração das forças de segurança e na melhoria da qualidade de vida da população. * Com informações da SSP-DF

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DF sedia reunião extraordinária de secretários de segurança do país

O Distrito Federal sediou, nesta terça-feira (9), a Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), realizada no Salão Nobre do Palácio do Buriti. O encontro reuniu titulares da área de segurança de todos os estados brasileiros. Os secretários foram recepcionados pelo governador Ibaneis Rocha, que destacou o papel da segurança pública e do aprimoramento das polícias de segurança no país. “A área de segurança é muito capacitada. A gente tem trabalhado muito pela evolução da legislação”, declarou. O governador falou, ainda, sobre o projeto de lei antifacção que foi apresentado: “Acredito que agora, com essa proposta que foi apresentada na Câmara, a gente tenha como sufocar o crime organizado, que tanto amedronta a população brasileira como um todo. Tomara que a lei seja aprovada o mais rápido possível no Senado Federal, para que a gente tenha instrumentos, realmente, no Brasil todo, de combater esse crime que se tornou uma das maiores preocupações de todos os governadores”. Ibaneis Rocha: “A área de segurança é muito capacitada. A gente tem trabalhado muito pela evolução da legislação” | Fotos: Divulgação/SSP-DF O secretário de Segurança Pública do DF e presidente do colegiado pelos dois últimos anos, Sandro Avelar, destacou o protagonismo do Fórum de Governadores e do Consesp na construção de soluções efetivas para o país: “A segurança pública se tornou pauta central na agenda dos estados, independentemente de alinhamentos partidários. O Fórum de Governadores endossou, sob a coordenação do governador Ibaneis, uma proposta técnica fundamental para o país, abraçada por governadores de diferentes correntes ideológicas. Isso demonstra a força do Consesp e a maturidade do debate nacional”. O colegiado, criado em 2003, tem a finalidade de promover alinhamento técnico entre os estados, subsidiar diretrizes nacionais, propor melhorias legislativas e compartilhar modelos de gestão bem-sucedidos, com foco na redução da criminalidade e no fortalecimento das forças de segurança. Durante a reunião, foi apresentado também o modelo de gestão adotado em Santa Catarina, referência em integração tecnológica. Também foi realizada a eleição da nova presidência do Consesp. A reunião contou ainda com a presença de representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que apresentaram perspectivas de financiamento e iniciativas regionais voltadas ao fortalecimento institucional e tecnológico. Durante a fala, a representante da instituição no país, Annet Killmer, destacou o compromisso do banco com políticas de segurança baseadas em evidências e orientadas por resultados concretos. Os secretários foram recepcionados pelo governador Ibaneis Rocha, que destacou o papel da segurança pública e do aprimoramento das polícias de segurança no país “A liderança dos senhores é essencial para a construção de soluções para os desafios que o Brasil e outros países da região enfrentam. O BID é o único banco multilateral com uma divisão especializada em segurança cidadã, e isso reflete nosso compromisso técnico e institucional com o tema. Trabalhamos com conhecimento, financiamento e ferramentas capazes de apoiar projetos efetivos medidos e comprovados. Acreditamos que cooperação e diálogo são o coração desse esforço, e estamos honrados em colaborar com os estados brasileiros”, afirmou a representante do BID.[LEIA_TAMBEM] O encontro também abriu espaço para apresentação de projetos federativos, propostas de modernização da gestão de segurança pública e discussões estratégicas sobre financiamento, integração interinstitucional e políticas de enfrentamento ao crime organizado. Eleição Durante a reunião, foi realizada a eleição da nova presidência do Consesp. O vice-presidente e secretário de Segurança da Paraíba, Jean Francisco Bezerra, passa a ser o presidente, a partir de janeiro de 2026. O secretário de Segurança Pública do Acre, José Américo, passa a ser o vice-presidente. Avelar permanece no conselho como representante do Centro-Oeste.   *Com informações da SSP-DF

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Programas de Segurança Pública fortalecem a inteligência e a atuação integrada no DF

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), por meio da Subsecretaria de Inteligência, concluiu mapeamento e análise de infraestruturas críticas no território do Distrito Federal. O projeto, desenvolvido ao longo de 14 meses, contou com a participação ativa de órgãos públicos e privados, nas esferas federal e distrital. O mapeamento adota metodologia alinhada ao Decreto Federal nº 9.573/2018, que institui a Política Nacional de Segurança de Infraestruturas Críticas. O relatório técnico produzido subsidiará ações de proteção e monitoramento, podendo complementar iniciativas já existentes. O trabalho envolveu 25 reuniões técnicas com representantes de setores estratégicos essenciais ao funcionamento da capital federal. A iniciativa ganhou relevância especial diante do cenário nacional em que há a intensificação das ações de organizações criminosas, que têm empregado táticas cada vez mais sofisticadas, incluindo o fenômeno conhecido como “domínio de cidades”. O trabalho envolveu 25 reuniões técnicas com representantes de setores estratégicos essenciais ao funcionamento da capital federal | Foto: Divulgação/SSP-DF A presença da Penitenciária Federal de Brasília (PFBRA) na capital federal, que abriga lideranças de organizações criminosas de alcance nacional, tornou o Distrito Federal um ponto de atenção estratégica. Episódios recentes em outros estados demonstraram que infraestruturas críticas podem ser alvo de ações coordenadas, incluindo tentativas de arrebatamento de presos de alta periculosidade. As inteligências das principais forças de segurança do DF participaram ativamente: Polícia Civil (PCDF), Polícia Militar (PMDF), Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF), além da própria SSP. Órgãos federais e concessionárias de serviços públicos também contribuíram com informações técnicas essenciais. *Com informações da SSP-DF  

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Segurança Pública do DF é finalista do Prêmio Espírito Público 2025

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) é finalista do Prêmio Espírito Público 2025, uma das mais importantes iniciativas de valorização de servidores e projetos de impacto no país. Entre 854 propostas inscritas em todo o país, a pasta foi selecionada na categoria Segurança Pública com a 1ª Conferência Distrital de Segurança Pública (Confedisp) e o Projeto de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas. O resultado final será divulgado em novembro deste ano. A Confedisp colocou a SSP-DF entre os quatro melhores projetos nacionais do setor, reafirmando a importância do Distrito Federal na construção de políticas públicas inovadoras, baseadas no diálogo, na integração e na proteção da vida. Já o projeto dos desaparecidos figurou entre os 10 primeiros do Brasil. Indicações reafirmam a importância do Distrito Federal na construção de políticas públicas | Foto: Divulgação/SSPDF O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, ressaltou a importância da classificação. “A indicação representa não apenas um reconhecimento institucional, mas também a validação de um trabalho coletivo que une sociedade civil, gestores e forças de segurança em torno de políticas públicas inovadoras e humanizadas. “Estar entre os finalistas do Prêmio Espírito Público é um reconhecimento que vai além da gestão. É o reflexo de um esforço coletivo de todas as forças de segurança, gestores e sociedade civil que acreditam em uma política pública mais humana, integrada e participativa. A Confedisp e o projeto de atenção aos desaparecimentos mostram que é possível inovar sem perder de vista a proteção da vida e os direitos fundamentais. Esse resultado reforça que estamos no caminho certo”. Pioneirismo  Realizada pela primeira vez em 2024, a Confedisp consolidou-se como espaço democrático de construção coletiva, reunindo representantes da sociedade civil, do poder público e de especialistas para debater estratégias de prevenção e integração em segurança cidadã. Para o subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública da SSP-DF, Jasiel Fernandes, o reconhecimento nacional mostra a importância do evento. “A Confedisp é um marco histórico. Pela primeira vez no Brasil, conseguimos reunir milhares de pessoas para discutir de forma democrática as prioridades da segurança pública. O fato de estarmos entre os finalistas do Prêmio Espírito Público comprova que o caminho da participação social é o mais legítimo para construir políticas duradouras. Esse reconhecimento é também um convite para seguirmos ampliando o diálogo e fortalecendo a confiança da população nas instituições de segurança”. “A indicação representa não apenas um reconhecimento institucional, mas também a validação de um trabalho coletivo que une sociedade civil, gestores e forças de segurança em torno de políticas públicas inovadoras e humanizadas". Sandro Avelar, secretário de segurança pública Já o Projeto de Atenção Humanizada aos Desaparecimentos de Pessoas simboliza o pioneirismo do Distrito Federal, ao estruturar protocolos, capacitar profissionais e integrar uma rede de atendimento voltada para familiares e vítimas. Nessa terça-feira (2), foi publicada a Política Nacional de Desaparecidos. A iniciativa é pioneira no país. Para a chefe da Assessoria de Políticas Públicas e Segurança Cidadã, Daniele Alcântara, o prêmio valoriza um trabalho que nasceu da escuta ativa das famílias e do esforço coletivo das instituições. “Este projeto nasceu da dor das famílias que convivem com o desaparecimento de um ente querido e da necessidade de oferecer respostas rápidas, acolhedoras e eficazes. Ser finalista em uma premiação nacional mostra que o Distrito Federal não se limitou a tratar o desaparecimento como um dado estatístico, mas como um drama humano que exige empatia e integração entre órgãos públicos. Esse reconhecimento nos motiva a continuar ampliando a rede de atendimento, garantindo dignidade e esperança para milhares de pessoas”. Para o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica e Projetos, Ivan Martins, este é um reconhecimento pelo trabalho realizado antes e durante a Conferência. "Fizemos um esforço muito grande. Organizamos mesas e salas para conciliar as origens institucionais dos debatedores com os temas, equilibrando demandas concorridas. Isso foi muito desafiador, mas garantiu que cada participante contribuísse onde tinha mais experiência e ser selecionado neste prêmio é um reconhecimento por esse trabalho".  Reconhecimento nacional O Prêmio Espírito Público é promovido pela República.org e instituições parceiras, e está em sua 7ª edição. A premiação destaca projetos que impactam positivamente a sociedade brasileira, reconhecendo servidores e equipes que inspiram, inovam e entregam resultados de excelência. Com duas iniciativas finalistas, a SSP-DF reafirma seu compromisso com a inovação e a humanização da segurança pública, evidenciando o papel do Distrito Federal como referência no cenário nacional.[LEIA_TAMBEM]    *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do DF  

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Monitoramento de segurança no DF é reforçado com drones de alta tecnologia

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) tem investido continuamente em inovação tecnológica para ampliar a eficiência das operações integradas. Além do monitoramento feito pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne 31 instituições, organizações e agências (IOAs), além de órgãos convidados em situações específicas, a pasta tem recorrido cada vez mais ao uso de drones. Esses equipamentos se consolidaram como ferramentas estratégicas para vigilância, prevenção e resposta em grandes eventos, operações especiais e ocorrências emergenciais. Neste ano, foram adquiridos nove novos drones, equipados com câmeras de alta resolução, zoom de até 200 vezes, sensores térmicos e inteligência artificial embarcada. Com autonomia de 45 minutos de voo e capacidade de transmissão em tempo real, eles permitem identificar pessoas, veículos e até embarcações em locais de difícil acesso ou com baixa iluminação. A Secretaria de Segurança Pública adquiriu nove novos drones, equipados com câmeras de alta resolução, zoom, sensores térmicos e inteligência artificial | Fotos: Breno Fortes/SSP-DF Além de reforçar a consciência situacional, os drones podem ser utilizados em resgates e no acompanhamento de incêndios estruturais e florestais, bem como em missões de patrulhamento preventivo. O monitoramento aéreo complementa o trabalho das equipes em solo, oferecendo informações estratégicas que tornam o direcionamento do efetivo mais ágil e preciso. As imagens captadas são enviadas ao vivo ao Ciob e aos centros de comando e controle das corporações em grandes eventos, como o Carnaval e o Réveillon. “A segurança da população é nossa prioridade e, para isso, precisamos utilizar o que há de melhor em tecnologia disponível. Os drones ampliam nossa capacidade de vigilância e resposta, garantindo um trabalho mais integrado e eficiente das forças de segurança. Trata-se de um recurso que fortalece nossa capacidade operacional. Com os drones, conseguimos cobrir áreas extensas, identificar riscos de maneira antecipada e dar suporte às equipes em solo de forma imediata e estratégica”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. [LEIA_TAMBEM]O monitoramento aéreo com drones está previsto no Protocolo de Operações Integradas (POI), elaborado em reuniões de alinhamento. A ferramenta permite visualizar toda a operação em uma única tela, favorecendo a interação entre as equipes. “Ampliamos a capacidade de monitoramento de multidões e áreas de difícil acesso, o que nos permite identificar comportamentos suspeitos e dar resposta rápida em situações de emergência. Essa tecnologia reforça a integração das forças e garante mais segurança para a população”, completa o chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos da SSP-DF, Marcio Lobo. Além de grandes eventos, as aeronaves não tripuladas já são empregadas pela SSP-DF em operações especiais, missões de salvamento, ocorrências de incêndio e manifestações públicas, consolidando-se como recurso essencial para a segurança do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Agosto Lilás reforça prevenção à violência doméstica

Neste mês de agosto, em que é realizada a campanha Agosto Lilás, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) evidencia a importância das denúncias nos casos de violência doméstica para interromper o ciclo da violência e garantir a atuação do Estado. O movimento marca o enfrentamento da violência doméstica e familiar no mês de criação da Lei Maria da Penha, que na próxima quinta-feira (7) completa 19 anos. A campanha nacional chama atenção para todos os tipos de violência – física, psicológica, sexual, patrimonial e moral – e para a responsabilidade coletiva no combate a esse crime. A SSP-DF reafirma que, mesmo quando a vítima não tem condições de denunciar, amigos, vizinhos e familiares podem e devem acionar os canais de atendimento. Levantamentos feitos pela pasta mostram que em 68,7% dos crimes de feminicídio consumados no Distrito Federal desde a criação da lei, as mulheres não tinham feito denúncia anteriormente. Monitoramento e trabalho integrado de vários órgãos aumentam a segurança de mulheres em situação de violência | Foto: Divulgação/SSP-DF “O enfrentamento à violência contra a mulher é uma pauta prioritária da Secretaria de Segurança Pública e do Governo do Distrito Federal. Um feminicídio não acontece do dia para a noite. Na maior parte das vezes, ele é precedido por outros tipos de agressão. Por isso, é fundamental que toda a sociedade esteja atenta e denuncie”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “As políticas de proteção à mulher que desenvolvemos no Distrito Federal são resultado da integração entre os diversos órgãos de segurança, Justiça, sociedade civil e imprensa. Cada ação só é efetiva porque existe uma rede articulada, que compartilha informações e atua de forma coordenada”, completa o secretário. A atuação conjunta entre os órgãos do GDF é ressaltada pela secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “A articulação entre as secretarias de Segurança Pública e da Mulher é um exemplo de como o poder público pode e deve atuar de forma coordenada para salvar vidas. No Agosto Lilás, intensificamos essa união com ações de prevenção, escuta qualificada e garantia de direitos”. Eixo de proteção O Viva Flor oferece a mulheres em situação de risco um dispositivo de alerta que aciona imediatamente as forças de segurança em caso de emergência No âmbito da política de segurança do DF, o programa Segurança Integral, foi criado o eixo Mulher Mais Segura, que concentra ações preventivas, tecnológicas e de apoio direto às vítimas. A pasta dispõe de duas formas de acompanhamento e proteção para as mulheres: o Viva Flor, em que a vítima recebe um dispositivo ou instala um aplicativo em seu telefone celular, e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), em que a vítima é acompanhada e o agressor, monitorado. O Viva Flor representa a união entre tecnologia e acolhimento humanizado. A iniciativa oferece às mulheres em situação de risco um dispositivo de alerta que aciona imediatamente as forças de segurança em caso de emergência, fortalecendo a rede de proteção. Atualmente, 1.222 mulheres fazem parte do programa e 10 agressores foram presos somente neste ano por descumprirem medidas protetivas. Desde o início do projeto, em 2018, nenhuma das 2.044 mulheres monitoradas foi vítima de feminicídio, demonstrando a eficácia do modelo. “O Viva Flor salva vidas todos os dias, ao garantir resposta rápida e confiança, numa parceria fundamental com a Polícia Militar do DF”, ressalta a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. Tornozeleiras eletrônicas em agressores permitem o monitoramento 24 horas por dia A Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP) operacionaliza os dois serviços - DPP e Viva Flor. Por meio de tornozeleiras eletrônicas instaladas nos agressores e dispositivos de alerta fornecidos às vítimas, o sistema realiza o monitoramento simultâneo e em tempo real, 24 horas por dia, com tecnologia de georreferenciamento. Atualmente, 208 pessoas - entre vítimas e agressores - fazem parte do programa. “O monitoramento contínuo nos permite agir de forma preventiva e impedir que o agressor se aproxime da vítima, preservando vidas e interrompendo ciclos de violência”, destaca a diretora de Monitoramento de Proteção de Pessoas, Andrea Boanova. As duas iniciativas já receberam premiações em âmbito nacional devido à eficácia dos resultados. Política baseada em evidência O Painel Interativo de Feminicídios tornou-se uma ferramenta essencial para o planejamento e a implementação de políticas públicas no Distrito Federal. Ao reunir e disponibilizar dados detalhados e atualizados sobre todos os feminicídios registrados desde 2015, o painel permite que gestores públicos, sistema de justiça, pesquisadores e sociedade civil desenvolvam ações de enfrentamento mais eficazes e fundamentadas. Com tecnologia de Business Intelligence (BI), a ferramenta oferece análises dinâmicas e interativas que subsidiam estratégias preventivas e de combate à violência de gênero. “Políticas públicas só são eficazes quando construídas com base em dados confiáveis. O painel possibilita uma compreensão profunda do cenário da violência contra a mulher e orienta decisões que salvam vidas”, destaca o coordenador da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios da SSP-DF, Marcelo Zago. Atuação integrada Por meio do Provid, a PMDF acompanha a vítima e, caso haja necessidade, faz os encaminhamentos para as áreas judiciária ou de assistência social | Foto: Vinícius de Melo/Arquivo SMDF A rede de enfrentamento à violência do DF conta com iniciativas das forças de segurança, como o Programa Provid, da Polícia Militar, que contabilizou, em 2025, a abertura de 708 processos e acompanhou 1.388 mulheres em situação de vulnerabilidade, das quais 240 são idosas com mais de 60 anos. Os dados apontam que a maioria das vítimas de violência atendidas está na faixa etária de 30 a 59 anos (56,7%), seguida por mulheres de 18 a 29 anos (29,8%). Mulheres idosas representam 3,1% dos casos, enquanto menores de 18 anos correspondem a 0,6%. Em 77,5% das situações, as vítimas não registraram ocorrência formal, o que reforça a importância de abordagens preventivas e ações proativas de identificação de casos. [LEIA_TAMBEM]“Neste Agosto Lilás, reafirmamos o compromisso da Polícia Militar do DF com a proteção das mulheres. Com o Provid atuando no acompanhamento e monitoramento das mulheres em situação de risco extremo de novas violências e feminicídio, e o Copom Mulher na linha de frente do 190, mostramos que é possível integrar prevenção, acolhimento e resposta qualificada. Nossa missão é salvar vidas e fortalecer o direito das mulheres a viverem sem violência”, ressalta a chefe do Centro de Políticas de Segurança Pública, a tenente-coronel Renata Cardoso. Delegacias especializadas O Distrito Federal dispõe de duas delegacias específicas para a temática, as delegacias especiais de Atendimento à Mulher I e II, com sede na Asa Sul e Ceilândia, respectivamente. A corporação também conta com Núcleos Integrados de Atendimento à Mulher (Nuiam), da Polícia Civil, que ampliam o apoio às vítimas em parceria com outras instituições. No primeiro semestre deste ano foram contabilizados um total de 988 atendimentos nas seis unidades dos Nuiams, que funcionam na Deam I, II e na 6ª, 11ª, 29ª, 38ª DPs. “O número de atendimentos quase igual ao de todo o ano anterior, só no primeiro semestre, não deixa dúvidas: quando somamos forças com instituições sérias e comprometidas, quem ganha é a vítima. Esse crescimento reflete o impacto direto de parcerias que ampliam nossa capacidade de oferecer acolhimento jurídico, psicológico e agora também social. É a prova de que a escuta qualificada e o atendimento humanizado têm sido fortalecidos por mãos que realmente querem ajudar", explica a diretora da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher, Karen Langkammer. Denuncie As denúncias podem ser feitas de forma presencial ou digital, pelo Maria da Penha Online, e também pelos canais abaixo: • 197 (opção 0): Polícia Civil; • WhatsApp: (61) 98626-1197; • E-mail: denuncia197@pcdf.df.gov.br; • 190: Emergência da Polícia Militar. “Denunciar salva vidas. A denúncia permite que o Estado atue de forma preventiva e proteja mulheres em situação de risco, oferecendo mecanismos concretos de proteção e apoio”, reforça Sandro Avelar. *Com informações da SSP-DF

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Saiba como proceder em casos de desaparecimento de pessoas

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) reforça à população a importância de agir corretamente e com rapidez diante do desaparecimento de uma pessoa. A adoção imediata de medidas e o fornecimento de informações completas às autoridades são fatores fundamentais e decisivos nas primeiras horas, que são essenciais para o sucesso das buscas. Não é necessário esperar 24 horas para comunicar um desaparecimento. A orientação correta é que, ao perceber a quebra repentina da rotina de uma pessoa — independentemente da idade —, o familiar ou responsável acione a Polícia Militar pelo número 190 ou procure a delegacia mais próxima para registrar o boletim de ocorrência (BO). “A forma como a família age nas primeiras horas pode definir o desfecho do caso. Por isso, reforçamos que o registro seja feito imediatamente e da maneira mais completa possível”, orienta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. As ações coordenadas da SSP-DF têm colocado o Distrito Federal em posição de destaque no enfrentamento a casos de desaparecimento de pessoas | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília No registro, é fundamental apresentar o máximo de informações possível: foto recente, características físicas, sinais particulares, roupas usadas, condições médicas ou emocionais, último local onde a pessoa foi vista, além de dados sobre celular, redes sociais e contexto do desaparecimento. Quanto mais detalhado for o relato, maiores as chances de localização rápida. “O registro pode ser feito em qualquer delegacia e também pela Delegacia Eletrônica”, informa o porta-voz da Polícia Civil do DF, Lúcio Valente. A Secretaria também alerta sobre os riscos da exposição indevida de informações nas redes sociais. A divulgação de fotos da pessoa desaparecida pode ser útil, desde que feita com responsabilidade. Dessa forma, as fotos divulgadas no perfil são aquelas enviadas pelas delegacias em que os registros foram feitos. Acesse aqui o canal oficial de desaparecidos no Distrito Federal. Alerta Não se deve compartilhar números de telefone da vítima ou de familiares, para evitar golpes e preservar a segurança. O ideal é sempre orientar que qualquer informação seja levada diretamente à delegacia responsável. “É fundamental que a família e amigos divulguem informações em conformidade com as autoridades policiais, para que eles não acabem sendo vítimas de golpes, chantagens e extorsões”, completa Avelar. [LEIA_TAMBEM]Reencontro Outro ponto importante é a comunicação do reencontro. Quando a pessoa é localizada — seja por contato direto com a família ou por ação das forças de segurança — é necessário informar à autoridade policial para que o boletim seja atualizado. Isso evita duplicidade de esforços, encerra formalmente a ocorrência e contribui para a produção de dados precisos sobre os casos de desaparecimento. “Estamos promovendo uma política pública humanizada e integrada, que inclui desde ações preventivas até o apoio jurídico e psicológico às famílias. Mas essa atuação só é efetiva quando a população compreende a importância do registro imediato e da colaboração com os órgãos oficiais”, destaca o subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública, Jasiel Fernandes. DF tem alto índice de 98% de localização de pessoas desaparecidas As ações coordenadas da SSP-DF têm colocado o Distrito Federal em posição de destaque no enfrentamento a esse tipo de ocorrência. De acordo com o primeiro Anuário de Segurança Pública do DF, lançado pelo GDF em julho, o DF atingiu a marca de 98% de localização de pessoas desaparecidas — um dos índices mais altos do país. Além disso, o tempo médio para registro da ocorrência caiu de 148 horas, em 2023, para 122 horas em 2024, o que representa uma redução de 18% e reforça a eficiência do modelo adotado. Entre os principais avanços, estão a criação da Rede de Atenção Humanizada de Pessoas Desaparecidas, o protocolo Sinal de Busca Imediata — que compartilha a imagem da pessoa com mais de 30 órgãos assim que o BO é registrado — e o cadastro distrital de desaparecidos no Instagram, fruto de parceria com a empresa Meta, que amplia o alcance da divulgação em um raio de até 160 km. *Com informações da SSP-DF

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