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Centro Olímpico e Paralímpico (COP)

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Defesa dos direitos da pessoa idosa é tema de ação em Samambaia

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Samambaia, em parceria com órgãos locais de defesa de direitos, promoveu, nesta sexta-feira (12), o evento Respeitar é cuidar: Pela defesa dos direitos da pessoa idosa, no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da região. A iniciativa faz parte do Junho Violeta, campanha anual dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a população idosa. Com participação de aproximadamente 55 idosos, o evento foi realizado na quadra do centro esportivo. A programação incluiu conversas com profissionais da secretarias de Saúde (SES-DF), da Mulher (SMDF), além da Polícia Militar (PMDF), para conscientizar os participantes sobre questões envolvendo direitos e violência contra a pessoa idosa. O evento também contou com a apresentação da quadrilha junina Si Bobear a gente pimba. "Nosso objetivo é garantir a proteção social das famílias com dignidade, respeito e conscientização sobre seus direitos" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social “Atuamos com diversos públicos, desde o nascimento até a velhice. Nosso objetivo é garantir a proteção social das famílias com dignidade, respeito e conscientização sobre seus direitos”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A gestora afirma que muitos idosos não reconhecem que estão sofrendo algum tipo de violência, especialmente as mulheres, as maiores vítimas. “Essa violência pode se manifestar de várias formas, como a psicológica, a patrimonial e, a mais conhecida, a agressão física. Portanto, a conscientização é indispensável, assim como a promoção de momentos de bem-estar para nossos idosos”, frisa. A aposentada Salete Alves Fernandes, moradora de Samambaia, considera importante receber orientações sobre tipos de violência, canais de denúncia e informações sobre cuidados da saúde da pessoa idosa. “Achei fantástica a realização dessa ação aqui para nós. Foi muito bom mesmo. Eu não conhecia a campanha Junho Violeta, mas agora conheço e já estou mais consciente sobre a importância desse tema”, destacou a idosa. O Junho Violeta é uma campanha anual dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a pessoa idosa. O dia 15 marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra o Idoso, instituído pela ONU em 2006. A quadrilha junina Si Bobear, a Gente Pimba animou o evento | Foto: Divulgação/Sedes-DF Atendimento especializado Diferentemente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que trabalha com prevenção, o Creas atua quando as pessoas ou famílias já tiveram seus direitos violados. O objetivo é auxiliá-las a superar os danos causados pela violação de direitos, como violências, maus-tratos ou negligência familiar de adultos, crianças e idosos, por exemplo. [LEIA_TAMBEM]A unidade oferece acompanhamento especializado com profissionais por meio de escuta qualificada, atendimento emergencial e continuado. Ali são realizados encaminhamentos para serviços de saúde, educação, segurança, moradia, entre outros, além de incluir famílias em programas e benefícios sociais. O atendimento ocorre direto na unidade, onde, primeiramente, é avaliada a situação de risco social do usuário, ou por encaminhamento de outros órgãos. Dependendo da situação, as famílias são agendadas para acompanhamento periódico com especialistas. O Distrito Federal possui 14 Creas organizados por territórios, incluindo o Creas da Diversidade, voltado especificamente para atender situações de discriminação por orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade. *Com informações da Sedes-DF  

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Chamamento Público seleciona OSCs que atuarão nos centros olímpicos e paralímpicos do DF

A Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (19), o Edital de Chamamento Público nº 05/2025, destinado à seleção de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) interessadas em firmar parceria com o Governo do Distrito Federal para atuar nos centros olímpicos e paralímpicos (COPs). O edital prevê a escolha de OSCs sediadas no Distrito Federal para executar ações de gestão pedagógica, metodológica, acompanhamento técnico e apoio à implementação do projeto esportivo e educacional desenvolvido nos COPs. As atividades contemplam o desporto educacional, de participação e de rendimento, sem caracterizar terceirização de serviços ou delegação de funções típicas do Estado. As atividades executadas pela OSC contemplam o desporto educacional, de participação e de rendimento | Foto: Divulgação/SEL-DF A seleção está organizada por dois lotes. O lote 1 abrange Brazlândia, Estrutural e Recanto das Emas; e o lote 2 atende ao Setor O, Sobradinho e Parque da Vaquejada. [LEIA_TAMBEM]Para o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, o chamamento fortalece a política pública esportiva do DF e amplia a qualidade do atendimento oferecido à população. “Os Centros Olímpicos e Paralímpicos são uma referência nacional em inclusão e formação esportiva. Com esse chamamento, reforçamos o compromisso de garantir gestão qualificada, metodologia atualizada e acompanhamento técnico contínuo para milhares de alunos atendidos em todas as regiões”, afirmou. O edital e todos os seus anexos já estão disponíveis no site oficial da SEL, garantindo transparência ao processo e amplo acesso às entidades interessadas. O chamamento segue as diretrizes do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) e estabelece regras para apresentação de propostas, critérios de julgamento, habilitação das entidades e formalização das parcerias. As OSCs interessadas devem observar os prazos, requisitos e etapas descritos no edital para participação no processo. *Com informações da SEL-DF  

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GDF finaliza primeira etapa das obras do Centro Olímpico do Paranoá

Quem passa pela via entre o Paranoá e o Paranoá Parque já percebeu: o novo Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da região começa a ganhar forma. As obras da primeira etapa entraram na fase de finalização. Será o 13º equipamento do tipo no Distrito Federal. “Estamos na fase de construção de alvenaria do prédio administrativo. Concretamos a laje do pórtico e os pilares circulares, e já encerramos também a primeira parte do campo sintético. Agora falta alambrado, cercamento, calçamento e estacionamento. Vamos passar para a finalização. A parte estrutural já foi”, detalhou Carlos Roberto Damião, um dos engenheiros responsáveis pela obra. A parte estrutural do novo Centro Olímpico e Paralímpico (COP) do Paranoá já está finalizada | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O investimento total nesta primeira etapa é de R$ 2,5 milhões, com geração de 40 empregos. Quando estiver pronto, o local terá pista de atletismo, quadras de tênis, quadra poliesportiva e de areia, piscinas semiolímpicas e vestiários, além do prédio administrativo com salas de aula e do campo sintético, que já estão estruturalmente prontos. A licitação para a segunda etapa das obras está prevista para ocorrer ainda neste ano. O COP do Paranoá terá capacidade para atender 5 mil pessoas, entre crianças, jovens e adultos, em diversas modalidades. Hoje, os outros 12 centros recebem 16.557 alunos em 32 modalidades. Desses locais saíram atletas que têm se destacado pelo mundo, como o velocista Vinícius Galeno, medalhista no Pan-Americano Júnior deste ano, e Daniele Souza, que representou o Brasil na disputa de parabadminton dos Jogos Paralímpicos de Paris, no ano passado. O sucesso desses esportistas, porém, é apenas um dos resultados dos Centros Olímpicos e Paralímpicos. “A formação de atletas é algo que a gente encara, enquanto governo, como uma consequência. Mas a gente sabe que, sobretudo, o mais importante é a formação da cidadania dessas crianças e adolescentes, que, dentro de um espaço como esse, saem de serem cooptados pela criminalidade, pelo submundo das drogas... Eles estão em um lugar saudável, gerando qualidade de vida, com professores qualificados, que falam para eles sobre os princípios, os valores que o esporte possibilita e que podem ser lavados para qualquer área, para qualquer profissão”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. “Aqui no Paranoá, o COP vai trazer a população para dentro desse espaço, para fazer, realmente, uma transformação social na vida dessas pessoas”. Além do Paranoá, o novo COP também vai beneficiar moradores de regiões vizinhas, como o Itapoã, incluindo o Itapoã Parque, onde, desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) entregou mais de 6,9 mil unidades habitacionais. “Não adianta a gente só fazer a entrega da moradia, você tem que dar a infraestrutura ao redor. Então, nós estamos fazendo a entrega de paradas de ônibus, teremos a primeira creche pública aqui no Paranoá e também está em fase final de licitação a Feira Permanente. E tudo que é esporte é demanda da população. Os moradores clamam por esses espaços, essas praças de esporte”, arrematou o administrador regional do Paranoá, Horácio Duarte.

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Atleta do Centro Olímpico de São Sebastião se prepara para disputar mundial de futebol social na Noruega

Do Paranoá à Noruega, graças aos treinamentos no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) de São Sebastião. Essa é a trajetória de Mychael Machado, 21 anos, atleta de futebol social, que, no próximo dia 11, embarca para o país nórdico, a fim de representar o Brasil na Homeless World Cup, copa do mundo da modalidade. "É surreal. A ficha só vai cair totalmente quando eu estiver no aeroporto", diz o rapaz, que nunca viajou para o exterior. A relação com o futebol, ele lembra, veio de berço: "Minha família veio toda do esporte. Meu pai foi goleiro, minha mãe joga futsal e meu avô tem uma escolinha de futebol amador. E eu vim seguindo os exemplos deles. Se estou aqui hoje, onde cheguei, tudo o que vivenciei e estou vivenciando, é por conta deles e de outras pessoas também". Mychael Machado, 21 anos, atleta de futebol social, que, no próximo dia 11, embarca para a Noruega | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Aos 18 anos, chegou ao COP de São Sebastião, onde mergulhou de vez no mundo do futebol social. A modalidade, que tem algumas regras diferentes do futebol tradicional — em especial, no número de jogadores —, nasceu com o propósito de dar oportunidade a jovens em situação de vulnerabilidade ou de comunidades que não costumam ganhar o devido espaço. "Como vários atletas, eu também moro em uma área periférica. A gente já vem sofrendo desde pequeno. Então, a nossa saída é o esporte ou os estudos. E o esporte vem me ajudando bastante. Por meio dele eu consegui essas portas abertas", pontua Mychael. Foi com o apoio de professores do Centro Olímpico e Paralímpico que o jovem conquistou a convocação para representar o Brasil na Homeless World Cup, a ser disputada em Oslo, na Noruega. "É fruto de um trabalho muito bom que a professora Gleysiane Fernandes desenvolve aqui. Então, é só orgulho", celebra o coordenador pedagógico do COP São Sebastião, Gilvan Carvalho. Gilvan Carvalho é coordenador pedagógico do Centro Olímpico e Paralímpico de São Sebastião Quando retornar ao Brasil, Mychael, que já disputou o Candangão Sub-20 e a Copa Brasília pela equipe do Capital, planeja seguir a carreira como jogador profissional. "Não é só um sonho meu, como da minha família também", aponta. Com tudo o que já conquistou, o rapaz também sabe que servirá de referência para que outros jovens, como ele, possam apostar nesse sonho. "Tem várias pessoas que me mandam mensagem, dizendo que eu sou inspiração, pessoas que falam que se inspiram muito em mim, porque eu sou dedicado, sou muito esforçado. E eu fico feliz por isso", relata. Para essas pessoas, Mychael tem um recado: "Vou representar todos vocês e a hora de vocês também vai chegar".

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