Resultados da pesquisa

Centro de Atendimento ao Turista (CAT)

Thumbnail

Centros de atendimento ao turista ofereceram opções de diversão para foliões durante o Carnaval

Depois de passar por diversas cidades ao redor do mundo, a bióloga Alessandra Matavel decidiu visitar Brasília pela primeira vez. Moradora de Belo Horizonte, ela escolheu o feriado carnavalesco para explorar os pontos turísticos do Quadradinho e, finalmente, poder dizer que já esteve na capital brasileira. “Conheço várias capitais, mas não conhecia a capital do meu próprio país. Ficava me sentindo um pouco constrangida, então decidi aproveitar o feriado do Carnaval para vir para cá”, contou. Alessandra e o marido, o engenheiro civil Ivan Cardoso, montaram um roteiro extenso, passando pelos principais monumentos da Esplanada dos Ministérios e subindo o Eixo Monumental até a Torre de TV. Foi lá, inclusive, que o casal foi atendido pelo Centro de Atendimento ao Turista (CAT), iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), vinculada à Secretaria de Turismo (Setur), que oferece informações sobre atrações, serviços e programações culturais aos visitantes do Quadradinho. “Tem um mapa bem grande da cidade e uma guia turística disponibilizando informações. É importante ter esse apoio, porque às vezes a gente fica perdido. A guia estava comentando como foi concebido o Plano Piloto. É bem interessante”, afirmou Alessandra. O marido também elogiou a experiência. “Faz diferença ter essas orientações para se locomover e até visitar algo que não estava nos planos. A guia deu explicações sobre a estrutura da cidade, a concepção e as ideias do Oscar Niemeyer. Como engenheiro, acho fantástico”, comentou ele. Durante o feriado de Carnaval, celebrado entre os dias 14 e 17 deste mês, os centros receberam cerca de 120 turistas nacionais e internacionais. Houve visitantes de estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Goiás, Ceará, Alagoas e Piauí, além de outros países, incluindo Alemanha, Chile, Colômbia, Costa Rica, França, Espanha e Estados Unidos. Foram entregues aproximadamente 130 materiais, como mini guias em inglês e espanhol e cartões-postais. O secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, frisou que o DF é um destino estruturado e plural, capaz de atender diferentes perfis de visitantes. “Brasília reafirma sua posição como um destino estruturado e plural, capaz de atender diferentes perfis de visitantes, seja com a programação cultural e os blocos tradicionais, seja com opções de natureza, gastronomia e lazer”, destacou. As características que constroem a identidade brasiliense foram reunidas pela Setur-DF na Coleção Rotas Brasília, disponível para download gratuito no site da pasta e distribuída nos CATs. Durante o feriado de Carnaval, celebrado entre os dias 14 e 17 deste mês, os centros receberam cerca de 120 turistas nacionais e internacionais | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Na folia do Quadradinho, segurança e diversão foram palavras-chaves. Com investimento de R$ 10 milhões, o DF Folia 2026 teve 73 blocos em 18 regiões administrativas, com mais de 2,4 milhões de acessos no transporte público gratuito e reforço do policiamento. “A equipe do Governo do Distrito Federal tem atuado de forma integrada no planejamento e na organização da cidade para garantir segurança, qualidade nos serviços e uma experiência acolhedora, fortalecendo o turismo e movimentando a economia local”, enfatizou Araújo. Atendimento turístico Os CATs estão localizados em pontos estratégicos da cidade: no aeroporto, na rodoviária interestadual, na Casa de Chá, na Torre de TV e, nos finais de semana e feriados, no CAT móvel. Segundo a guia turística Samara dos Santos, cada unidade tem uma função específica. “O CAT móvel, normalmente, atende turistas que já chegaram, se instalaram no hotel e agora estão passeando pela cidade. Já o aeroporto e a rodoviária funcionam como portas de entrada: muitas pessoas ainda não organizaram a hospedagem ou os passeios. Nós ajudamos a buscar os melhores locais e valores”, explicou a guia.   De acordo com Santos, a capital federal tem sido cada vez mais reconhecida como opção turística. “As pessoas estão mais interessadas em Brasília sim. Muitas pessoas têm esse sonho e acho que é importante a gente conhecer a capital do próprio país. Ainda mais uma como a nossa, que tem uma história tão forte”, afirmou. A vinda de turistas movimenta também o aeroporto: até quarta-feira (18), a expectativa é de que cerca de 300 mil passageiros passem pelo terminal, entre embarques, desembarques e conexões. Depois de passar por diversas cidades ao redor do mundo, a bióloga Alessandra Matavel decidiu visitar Brasília pela primeira vez Entre os brasileiros que desembarcaram em Brasília para aproveitar o feriado está a analista de sistemas Renata Guimarães, natural de Recife. “Já tinha vindo algumas vezes, mas meu marido nunca tinha visitado. Aproveitamos para apresentar a cidade a ele e fugir um pouco do agito do Carnaval. Logo de cara, dá pra ver que é uma cidade muito organizada, com ruas largas e uma estrutura planejada. É diferente de tudo que estamos acostumados”, revelou. O casal também aproveitou o ponto de apoio ao turista na Torre de TV para se orientar e aprender mais sobre a capital. “O turista precisa desse apoio. Faz diferença saber para onde ir e o que visitar. Esse mapa grande dá uma visão completa da cidade. A partir dele, conseguimos ter uma noção clara de como Brasília está estruturada”, completou Renata.

Ler mais...

Thumbnail

O tempo em infusão: redescobrindo a Casa de Chá aos 65 anos de Brasília

Em meio às curvas de concreto que deram forma à utopia modernista de Brasília, há um cantinho onde o tempo parece descansar. A Casa de Chá, discreta e elegante como a própria cidade, guarda histórias de encontros, contemplação e silêncios embalados pelo aroma de infusões delicadas – além de um cardápio repleto de referências ao Cerrado, vegetação que cerca e compõe o Quadradinho. Projetada entre 1965 e 1966 pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, a Casa de Chá foi concebida para ser um ponto de encontro e um local para reuniões e descanso na monumental Praça dos Três Poderes. O “restaurante da Praça dos Três Poderes”, como o próprio arquiteto nomeou em seu livro Quase Memórias, reunia os trabalhadores da região que frequentavam o local após o dia de serviço, com rodas de violão e cantorias no lado de fora. O auge da movimentação foi nos anos 1970 e 1980. Reinaugurado em 2024 em formato de café-escola, o espaço busca retomar o propósito de Oscar Niemeyer e tem demonstrado fôlego para reunir tantas pessoas e memórias quanto em décadas passadas. Agora sob gestão do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-DF), o espaço se dedica à gastronomia e à qualificação profissional com a promoção de cursos. A Casa também funciona como Centro de Atendimento ao Turista (CAT), em uma cooperação técnica entre o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Turismo (Setur-DF). Em tempos de cafés apressados e bebidas para viagem, a Casa de Chá resgata o ritual de saborear a bebida com calma em um refúgio especial, mantendo viva a tradição de servir, em xícaras de porcelana, memórias de uma cidade que completa 65 anos. “Há quase um ano anunciamos uma proposta robusta, por meio da Fecomércio, do Senac, que foi a reformulação do espaço. Em 70 dias, reinauguramos a Casa de Chá e entregamos um restaurante-escola de qualidade, um presente para a cidade. Já recebeu mais de 115 mil pessoas em menos de um ano e é exemplo para todo o país. Moradores e visitantes mereciam um espaço para alimentação, descanso e entretenimento no centro da Praça dos Três Poderes”, afirmou o secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo. Projetada entre 1965 e 1966 pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, a Casa de Chá foi concebida para ser um ponto de encontro e um local para reuniões e descanso na monumental Praça dos Três Poderes | Fotos: Divulgação/Setur-DF Essa não foi a primeira intervenção que este GDF fez no local. Em 2019, o espaço foi pintado, teve o mármore do piso polido e as paredes receberam limpeza específica para o mármore bruto. Além disso, o mapa localizado em frente ao CAT, que estava com a imagem apagada devido à ação do tempo, foi trocado. O mobiliário e decoração da unidade foram cedidos por designers da cidade, em parceria com a Associação dos Designers de Produto do Distrito Federal (Adepro-DF). Reconhecimento internacional A Casa de Chá atingiu mais de 115 mil atendimentos desde a reabertura, em julho de 2024. Atualmente, o espaço recebe uma média de 12,5 mil visitantes por mês, firmando sua posição como um dos principais pontos turísticos de Brasília. O reconhecimento não vem só de quem mora ou visita a capital. No ano passado, o local foi citado na lista 150 Tea House You Need to Visit Before You Die (150 casas de chá que você precisa visitar antes de morrer, em tradução livre), da jornalista britânica Léa Teuscher. Para o diretor do Senac-DF, Vitor Corrêa, os números e o reconhecimento refletem o quanto o café-escola tem se consolidado como um espaço de formação, acolhimento e experiências gastronômicas no DF. “Ter esse espaço é um orgulho para o Senac, especialmente ao celebrar os 65 anos de Brasília com chá, café, cerveja, drinks ou vinho — tudo com o DNA de Brasília, respeitando o Cerrado e o saber local. É um ambiente que homenageia os modernistas, construtores e idealizadores da cidade, mas também valoriza as gerações atuais, com designers, artesãos e produtores locais. A Casa de Chá é uma síntese de Brasília — e Brasília, uma síntese do Brasil”, destacou. Reinaugurado em 2024 em formato de café-escola, o espaço busca retomar o propósito de Oscar Niemeyer e tem demonstrado fôlego para reunir tantas pessoas e memórias quanto em décadas passadas Pelos olhos de um Niemeyer O fotógrafo carioca Kadu Niemeyer, 71, neto do símbolo da arquitetura brasileira com reconhecimento mundial, Oscar Niemeyer, tinha apenas 6 anos quando a família se mudou do Rio de Janeiro para viver na recém-capital do país, que completa 65 anos este ano. Acompanhando o trabalho do avô durante 54 anos, ele pôde registrar de perto cada nuance da fundação de Brasília e acumular memórias vivas em diferentes espaços. Entre eles, a Casa de Chá, que visitou em 2 de abril deste ano. À Agência Brasília, ele detalhou que estar no local foi como abrir um álbum de memórias que mistura arquitetura, cultura e convivência. “A relação da nossa família com a Casa de Chá e com todas as obras de meu avô é profundamente emocional e histórica. Meu avô sempre foi apaixonado por criar espaços que unissem beleza, simplicidade e funcionalidade, mas também que proporcionassem encontros e momentos de convivência. A Casa de Chá reflete isso: é um lugar onde arquitetura e vida se misturam de maneira única”, declarou. À frente da administração do escritório de Oscar Niemeyer, Kadu tem como objetivo preservar a imagem e o legado da família. Ele lembra das histórias sobre como o avô idealizou a Casa de Chá como um ponto de encontro e refúgio na Praça dos Três Poderes. “Ele queria que fosse um lugar onde as pessoas pudessem se conectar, refletir e apreciar a beleza de Brasília. Recentemente estive na Casa de Chá e a sensação de olhar pelas janelas, que oferecem uma vista livre do horizonte, é fantástica. É como se o espaço fosse uma extensão da própria cidade, com suas curvas ousadas e a integração harmoniosa com o Cerrado. Também me lembro das conversas sobre como a arquitetura pode transformar um espaço público em um lugar de pertencimento e identidade”, acrescentou. Durante a visita, um item que chamou a atenção de Kadu ao experimentar o cardápio, junto a esposa, foi o requeijão com sabor de pequi. “Os sabores do Cerrado são uma verdadeira celebração da biodiversidade brasileira. E conseguem realçar o sabor com delicadeza, vale a pena experimentar. Inclusive tem uma entrada com o nome de meu avô que é muito saborosa, mistura a simplicidade que ele tinha com a magnitude de ingredientes únicos”, recomendou. Funcionamento Para muitos que não conhecem Brasília – e até para os que muitas vezes passam por ali e não sabem onde fica – a Casa de Chá se situa no subsolo da Praça, com acesso por uma ampla escadaria, frontal ao Pavilhão Nacional. Funciona de quarta-feira a domingo, das 10h30 às 19h30 e, para quem pretende fazer a visita no domingo, pode usufruir do programa Vai de Graça, que garante a gratuidade do transporte público para a população. É possível fazer reservas online, para as quais são separadas 40% das mesas, mas também há atendimento por ordem de chegada. Às segundas, não há atendimento no café, mas, para quem desejar, é possível visitar o espaço e obter informações no CAT.

Ler mais...

Thumbnail

Casa de Chá ultrapassa mais de 100 mil atendimentos desde a reabertura em 2024

Localizada na Praça dos Três Poderes, a Casa de Chá atingiu mais de 100 mil atendimentos desde a reabertura, em julho de 2024. No mesmo período em que alcançou a marca, o espaço foi reconhecido internacionalmente, ao aparecer na lista 150 Tea House You Need to Visit Before You Die (150 casas de chá que você precisa visitar antes de morrer, em tradução livre), da jornalista britânica Léa Teuscher, que será publicada em livro a partir de junho. No ano passado, o local já havia sido considerado referência em gastronomia pelos prêmios Encontro Gastrô 2024 e Top of Mind 2024 | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o espaço funciona como café-escola e Centro de Atendimento ao Turista (CAT) a partir de uma cooperação técnica entre o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Turismo (Setur-DF), e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). “Esse projeto é um presente para Brasília. O espaço representa um marco para o turismo na cidade, unindo gastronomia de qualidade e acolhimento aos visitantes. Agora, turistas e moradores têm à disposição um ambiente que valoriza a cultura local e oferece uma experiência única no coração da capital do país”, destaca o secretário de Turismo do Distrito Federal, Cristiano Araújo. No ano passado, o local já havia sido considerado referência em gastronomia pelos prêmios Encontro Gastrô 2024 na categoria “Novidade do Ano – Lanches e Guloseimas” e Top of Mynd 2024 e pelo selo da plataforma Restaurant Guru, como um dos melhores lugares para experiências gastronômicas na capital brasileira. “Estamos extremamente honrados com esse reconhecimento que reflete o compromisso do Senac-DF em oferecer formação de excelência e em proporcionar experiências que encantam e inspiram. Essas conquistas são fruto do trabalho dedicado de nossos alunos, professores e colaboradores, que diariamente se empenham para oferecer o melhor. É uma prova de que, quando unimos teoria e prática com paixão, os resultados são extraordinários”, avalia o diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa. A Casa de Chá funciona de quarta-feira a domingo, das 10h30 às 19h30 – quem resolver fazer a visita no domingo pode usufruir do programa Vai de Graça, que garante a gratuidade do transporte público para a população. É possível fazer reservas online — para as quais são separadas 40% das mesas —, mas também há atendimento por ordem de chegada. Às segundas, não há atendimento no café, mas, para quem desejar, é possível visitar o espaço e obter informações no CAT.

Ler mais...

Thumbnail

Com mais de 85 mil atendimentos, Casa de Chá se consolida como ponto turístico e gastronômico de Brasília

No coração de Brasília, uma das obras de Oscar Niemeyer chama a atenção de quem passa na Praça dos Três Poderes. Desde sua reabertura, em julho deste ano, a Casa de Chá tem encantado visitantes e moradores da cidade, com cerca de 85 mil atendimentos em 2024. Para fechar o ano, o espaço oferece um cardápio especial natalino até 21 de dezembro. As atividades gastronômicas retornam em 8 de janeiro de 2025, com funcionamento apenas do Centro de Atendimento ao Turista (CAT) durante o recesso. Desde sua reabertura, em julho deste ano, a Casa de Chá fez cerca de 85 mil atendimentos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “A reabertura da Casa de Chá foi um grande presente para a população de Brasília e seus visitantes. Este espaço é perfeito para um descanso após visitas aos principais pontos turísticos da cidade e também para desfrutar da gastronomia oferecida pelo restaurante-modelo do Senac, que utiliza produtos típicos do cerrado”, afirma o secretário de Turismo, Cristiano Araújo. Entre as opções do cardápio natalino estão o salpicão de frango e cuscuz (R$ 37), o sanduíche de copa de lombo (R$ 37), o buche de Natal (R$ 24) e a rabanada francesa (R$ 24). “Buscamos trazer pratos tradicionais da cultura brasileira, infundindo mais brasilidade em cada receita”, explica o chef Santiago Mathiasen, responsável pela criação dos pratos especiais. A Casa de Chá tem vista tanto para o horizonte como para três importantes monumentos do poder – o Supremo Tribunal Federal, o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional Natural da Argentina, Santiago investiga a cultura brasiliense há mais de 10 anos e destaca a diversidade cultural da cidade: “Brasília é uma cidade mágica que reúne um pouco de todo o Brasil em um só lugar”, define. A Casa de Chá também firmou uma parceria com a Vinícola Brasília, oferecendo rótulos que harmonizam com os pratos do cardápio. Os vinhos disponíveis incluem o Sauvignon Blanc Cobogó, o Rosé Pilotis, o Malbec Syrah Croqui e o Syrah Monumental, este último classificado entre os 16 melhores vinhos na avaliação nacional. “Brasília é uma cidade mágica que reúne um pouco de todo o Brasil em um só lugar”, afirma o chef da Casa de Chá, Santiago Mathiasen Retrospectiva Em 2024, a Casa de Chá serviu mais de 1,7 mil litros de café, sendo sábado o dia de maior movimento. Os pratos mais pedidos foram o pão de queijo com carne na panela e o bolo de milho com geleia de goiaba. As mulheres são maioria entre a clientela do espaço, representando 70% do público. O estabelecimento é um café-escola do Senac, onde alunos de gastronomia realizam práticas supervisionadas, acompanhados de docentes e colaboradores. “A população de Brasília tem abraçado a proposta, especialmente a gastronomia voltada para os produtos do Cerrado”, observa Vitor Correa, diretor regional do Senac. “Tudo no local simboliza a cidade, e os visitantes podem contar com uma vista única da capital”. A cada três meses, o Senac seleciona 10 alunos para realizar a prática supervisionada na Casa de Chá, divididos entre as áreas de preparo, bebidas e atendimento no salão. Em parceria com a Associação dos Designers de Produto do Distrito Federal (Adepro-DF), o ambiente é decorado com móveis assinados por profissionais de Brasília e peças modernistas. O espaço também exibe peças produzidas por ceramistas locais, reforçando o conceito autoral do local. Além disso, a Casa abriga o Centro de Atendimento ao Turista (CAT), que fornece informações e orientações aos visitantes. Sabor e beleza Com vista para o horizonte, marca registrada da capital federal, e para importantes monumentos do poder (Supremo Tribunal Federal, Palácio do Planalto e Congresso Nacional), a beleza da Casa de Chá impressiona quem visita o espaço – projetado entre 1965 e 1966 por Oscar Niemeyer e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A pesquisadora Julia Maia, 29, viu no estabelecimento um local agradável e acessível para trabalhar e conduzir reuniões. Natural de Porto Alegre, a gaúcha se desloca uma vez por mês de São Paulo, onde atualmente mora, para Brasília. “Me sugeriram como um espaço mais amplo, perto do centro e de quem circula pela Esplanada”, relata. “Acho o centro de Brasília muito impressionante e a visão daqui traz uma atmosfera muito particular”. A pesquisadora Julia Maia tem usado a Casa de Chá para trabalhar quando está na cidade: “Me sugeriram como um espaço mais amplo, perto do centro e de quem circula pela Esplanada” Para a atriz Raquel Mendes, 29, a Casa de Chá se tornou um local especial para as comemorações de aniversário da família. Na segunda visita ao espaço, a experiência de comemorar mais um ano de vida foi positiva. “É um lugar muito agradável e próximo ao trabalho da minha família, perfeito para reunir todos”, afirma a jovem. Pela primeira vez na Casa do Chá, Magna Patrícia Maia, 36, também saiu satisfeita com o ambiente e com a comida: “Ouvi falar muito bem do local, mas sempre estava muito cheio, então demorei a conseguir uma vaga”, conta. “É muito legal e vale a pena conhecer, principalmente para quem mora aqui em Brasília”. O café-escola funciona de quarta-feira a domingo, das 10h30 às 19h30. Embora o local tenha um sistema de reservas, a maioria das vagas são preenchidas por ordem de chegada. Também há a opção de realizar eventos corporativos com capacidade para até 30 pessoas.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador