Resultados da pesquisa

Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF)

Thumbnail

Primeira oficina de capacitação certifica 60 conselheiros de saúde do DF

O Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Núcleo de Educação Popular, Cuidado e Participação em Saúde da Escola de Governo da Fiocruz Brasília promoveram a primeira Oficina de Capacitação de Conselheiros de Saúde do DF. A solenidade foi realizada nesta segunda (13) e terça-feira (14), no auditório da Fiocruz, certificou 60 conselheiros. “Esperamos que esse primeiro ciclo possa se multiplicar com muitos outros, porque é essencial que o Conselho atue não só em processo de cobrança, mas também de conteúdo. Que ele demonstre como um todo um processo de capacitação, de conhecimento técnico” Ab-Diel Nunes, chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social A oficina abordou temas como o papel do Conselho e dos Conselheiros de Saúde, a relevância do controle e da participação social do SUS para o estado democrático de direito e na garantia do direito humano à vida e à saúde. Também foi discutida a aplicação dos mecanismos de monitoramento, avaliação e controle social no SUS pelas pessoas conselheiras de saúde, além do regimento interno do órgão e do código de ética e conduta do controle social do DF. A representante do Núcleo de Educação Popular Fiocruz do DF, Rozângela Camapum, destacou que os Conselhos de Saúde são fundamentais para a construção da cidadania e da democracia, na medida em que viabilizam a participação de cidadãs e cidadãos nas decisões políticas de saúde da gestão pública. “A formação para o controle social no SUS é ação necessária, sobretudo para quem já está no exercício da função de conselheiro de saúde. O principal objetivo é capacitá-los para exercerem o mandato, que vai de 2023 a 2027”, destacou. O chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social da SES-DF, Ab-Diel Nunes, reforçou que o Conselho deve atuar também na promoção de conteúdo | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A capacitação deve abordar a estrutura da rede da Secretaria de Saúde e, até agosto, ocorrerão outras oficinas para as sete Regiões de Saúde do DF, encampando todos os Conselhos Regionais vigentes. A previsão é de que, até o final do ano, sejam capacitados 540 conselheiros. O chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social da SES-DF, Ab-Diel Nunes, reforçou a importância da oficina. “Esperamos que esse primeiro ciclo possa se multiplicar com muitos outros, porque é essencial que o Conselho atue não só em processo de cobrança, mas também de conteúdo. Que ele demonstre como um todo um processo de capacitação, de conhecimento técnico”, destacou. Conselho de Saúde do DF O Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF) foi instituído por meio da Lei Orgânica do DF e é vinculado à SES-DF. O órgão atua como instância máxima de deliberação do SUS e tem caráter permanente e deliberativo. São competências do órgão aprovar o orçamento da Saúde no DF, acompanhar a execução orçamentária e aprovar, a cada quatro anos, o Plano de Saúde do DF. Além disso, é o conselho que coordena as conferências distritais de saúde – o mais importante espaço de diálogo entre governo e sociedade para a formulação das políticas públicas de saúde. A composição do Conselho inclui representantes de entidades e movimentos representativos de usuários do DF, entidades representativas de trabalhadores da área da saúde do DF, governo e prestadores de serviços de saúde do DF. A presidência é eleita entre os membros. *Com informações da SES-DF

Ler mais...

Thumbnail

IgesDF presta contas em audiência pública 

A diretoria do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) apresentou, nesta quinta-feira (2), os números de seus indicadores e metas à Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle (CFGTC) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Além do diretor-presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, compuseram a mesa a presidente da comissão, deputada Paula Belmonte, a deputada Dayse Amarilio e o presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF), Domingos Brito Filho.  O diretor-presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda Júnior (C), acompanhou todas as apresentações de dados das equipes de cada área do instituto| Foto: Davidyson Damasceno/IgesDF A prestação de contas teve como foco os números e realizações da atual gestão, especificamente nos dados alcançados no segundo e no terceiro quadrimestres de 2023. Os representantes legislativos ouviram as explanações sobre os cumprimentos de metas e os números de atendimentos relativos ao Hospital de Base (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e 13 UPAs do DF. O presidente do IgesDF respondeu a todos os questionamentos dos deputados e apresentou, com a ajuda dos superintendentes de cada área, os dados que mostram o crescimento dos indicadores do instituto em comparação com os de anos anteriores. Foram apresentados índices de qualidade e segurança do paciente, dados financeiros e informações sobre as realizações na área de administração e logística, recursos humanos, inovação, ensino e pesquisa e tecnologia da informação. Painéis de informação  “Essa ferramenta é fundamental para o monitoramento e controle de doenças, contribuindo para a promoção da saúde e o bem-estar da população atendida pelo IgesDF” Deilton Silva, superintendente de Tecnologia da Informação e Conectividade em saúde, sobre os painéis apresentados no evento Ao final da sessão, foram apresentados os painéis de BI (Business Information) desenvolvidos pela Superintendência de Tecnologia da Informação e Conectividade em Saúde. O superintendente da área, Deilton Silva, exibiu os painéis da fila de atendimento da UPAs, onde serão disponibilizados dados em tempo real da situação de cada unidade, número de pessoas que estão aguardando atendimento, os que já estão sendo atendidos e o tempo médio de espera para cada um, separados por classificação de risco.  A ideia dos painéis surgiu da necessidade de fornecer uma visão abrangente e atualizada dos dados relacionados à saúde, especialmente durante crises como a pandemia de covid-19. Com a ferramenta, é possível gerir dados mais precisos, como gênero, tipo de atendimento, entender de onde veio aquele paciente e até identificar um aumento na incidência de algumas doenças durante um certo período, além de propor aos agentes públicos que tomem medidas para sanar o problema de forma preventiva. Primeiramente, o painel permite uma visualização clara e em tempo real dos dados epidemiológicos, o que é essencial para a tomada de decisões informadas em saúde pública. Além disso, pode auxiliar na identificação de tendências e padrões, facilitando a implementação de medidas preventivas e estratégias de intervenção mais eficazes. O painel também promove a transparência e a comunicação efetiva com o público, fornecendo informações precisas e atualizadas sobre a situação epidemiológica em determinada região. “Em resumo, essa ferramenta é fundamental para o monitoramento e controle de doenças, contribuindo para a promoção da saúde e o bem-estar da população atendida pelo IgesDF”, explica Deilton Silva. Atendimentos  O relatório dos indicadores mostrou um aumento de 26% nos procedimentos realizados no Hospital de Base. Em sua apresentação, o superintendente do hospital, Guilherme Porfírio, destacou que o objetivo em relação a internações cirúrgicas foi superado em 9,6% no segundo quadrimestre e em 12,7% além da meta para o terceiro quadrimestre. Ele ainda ressaltou que o HBDF precisa se ater ao atendimento de alta complexidade e pediu que seja realizada uma campanha de conscientização da população para que procure as unidades básicas de saúde (UBSs) antes. Já a apresentação da superintendente do HRSM, Eliane Abreu, foi marcada pela informação de que mais de 40% de todos os atendimentos da unidade são de pessoas que vivem fora do DF. Ela também destacou o aumento de 17% dos procedimentos realizados no hospital e os números de partos. Foram superadas metas em 11 itens, como internações cirúrgicas e cirurgia obstétrica. O superintendente das UPAs, Francivaldo Soares, apresentou dados relativos ao desempenho das unidades. Foram mais de 1,338 milhões de atendimentos prestados em 2023, o que representa 31% de aumento em relação ao ano de 2022. Ele ressaltou ainda que as UPAs oferecem muitos atendimentos de classificação de risco verde, que deveriam estar sendo processados pelas UBSs. “É um volume muito grande que a gente atende, e poderíamos dedicar melhor nosso cuidado, atenção e recursos para atender aqueles que realmente deveriam estar nas Upas”, disse. Ao final da sessão, a presidente da comissão, deputada Paula Belmonte, declarou: “A entrega desse painel, apesar de ainda achar que está aquém para o que precisamos de transparência, já é um grande passo. Quero que esses painéis melhorem, pois é um grande passo para a saúde pública do DF; e, se Deus quiser, poderemos implementar em outras áreas”. *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Atendimento pediátrico, dengue e oncologia são temas da 522ª reunião do Conselho de Saúde

Atendimento pediátrico na época da sazonalidade de doenças respiratórias, tendas de acolhimento a casos de dengue e serviços de oncologia da rede de Saúde foram pontos debatidos na 522ª reunião do Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF). A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, reforçou as medidas tomadas para otimizar e ampliar a assistência em todos os casos. O encontro, que contou com a participação da secretária Lucilene Florêncio, também abordou temas como o absentismo entre os pacientes oncológicos, quando os usuários não comparecem aos agendamentos e às consultas | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Em relação à pediatria, a gestora explicou que a pasta tem colocado em prática estratégias como a “rota rápida”, instalada, especialmente, na região Oeste – área que compreende Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. A medida estabelece que crianças classificadas com fichas verde ou azul nos hospitais devem ser encaminhadas às unidades básicas de saúde (UBSs) de referência. As de ficha amarela, às policlínicas, e as que têm fichas vermelhas são atendidas no local. Além disso, a Secretaria de Saúde (SES-DF) elaborou um plano de enfrentamento de doenças respiratórias da infância para a capital federal. “Esses espaços possuem todo o suporte para atenderem pessoas com sintomas da doença. Há lugares para assistência e hidratação” Lucilene Florêncio, secretária de Saúde Os avanços nas instalações das novas tendas de acolhimento a pacientes com dengue também foram destacadas durante a reunião. “Esses espaços possuem todo o suporte para atender pessoas com sintomas da doença. Há lugares para assistência e hidratação”, pontuou a secretária. A população irá contar, no total, com a assistência de 20 tendas espalhadas pelo DF, em regiões como Vicente Pires, Varjão, Gama, Taguatinga, Guará, Plano Piloto, Paranoá, Planaltina, Águas Claras, Ceilândia e Samambaia. Além das nove já em funcionamento desde janeiro deste ano, mais novos 11 espaços estão em fase de montagem. Desses, três irão funcionar em regime de 24 horas. Em adição, a SES-DF disponibiliza 60 UBSs com horário estendido, sendo dez abertas todos os dias, das 7h às 19h; 49 em funcionamento aos sábados, das 7h às 12h; e 11 de segunda a sexta-feira, até as 22h. Oncologia O encontro abarcou ainda pontos que envolvem os serviços de oncologia da rede pública. Como forma de enfrentar a fila de espera, por exemplo, a SES-DF realizou um esforço conjunto para atendimento de pacientes oncológicos. Entre os obstáculos a serem analisados, contudo, está o absentismo, isto é, usuários que não comparecem aos agendamentos e às consultas. Por isso, estão em elaboração planos que incluem chamamento de cirurgiões oncológicos e análise dos motivos das ausências. *Com informações da SES-DF

Ler mais...

Thumbnail

Transparência e eficiência são destaques em encontro do Conselho de Saúde do DF

Uma gestão mais eficiente de recursos, pautada na descentralização financeira e em instrumentos de transparência para acompanhamento e controle. Foi essa a tônica das apresentações da Secretaria de Saúde (SES-DF) durante a reunião do Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF), realizada nesta terça-feira (2). O principal tema abordado no encontro foi o Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (PDPAS), instituído em 2010 e modernizado em 2023 | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF “O controle social faz parte do Sistema Único de Saúde (SUS). É uma explicação à sociedade”, afirmou a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. O presidente do CSDF, Domingos de Brito Filho, destacou a importância dos debates a respeito da descentralização de recursos. “Neste mandato, estamos focando muito nos Conselhos Regionais para que sejam atuantes.” O principal tema abordado no encontro foi o Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (PDPAS), instituído em 2010 e modernizado em 2023. Trata-se de uma iniciativa para disponibilizar recursos diretamente às sete superintendências regionais de saúde e às unidades de referência distrital. Somente no ano passado, foram R$ 46,3 milhões executados por meio do PDPAS no DF. “Hoje usamos muito mais o PDPAS. O programa cresceu porque a população aumentou, as demandas elevaram e os insumos são diferentes nas unidades”, explicou a subsecretária de Administração Geral da SES-DF, Gláucia Menezes da Silveira. Ela apresentou aos conselheiros como ocorre o uso dos recursos e detalhou novidades, como verbas específicas à Atenção Primária à Saúde, por exemplo. O subsecretário de logística da SES-DF, Maurício Fiorenza, lembrou que, além do PDPAS, a Administração Central da pasta também tem avançado para garantir os insumos necessários às diversas demandas das unidades de saúde. “Neste ano, por exemplo, conseguimos licitar todos os tamanhos de fraldas, que já chegam a partir de abril”, lembrou. A descentralização, porém, permanece fundamental para agilizar as necessidades urgentes. “O PDPAS está aí para dar rapidez aos procedimentos de compra. É um mecanismo suplementar”, acrescentou. O encontro foi marcado ainda por uma apresentação do Plano Distrital de Saúde para o quadriênio 2024-2027. Elaborado a partir do diálogo com gestores locais e baseado em diversos cenários à saúde pública no DF, o Plano traça ações estratégicas a serem executadas, bem como os compromissos e as prioridades da Saúde. Ao CSDF foram detalhadas as diretrizes, as metas e os indicadores do documento. *Com informações da SES-DF

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador