Ação educativa reforça prevenção de incêndios florestais no Park Way
Quem passar pela feirinha da Quadra 14 do Park Way entre as 8h e as 12h desta sexta-feira (24) terá uma oportunidade de refletir sobre os riscos da queima de lixo e de restos de poda. Em iniciativa da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), haverá uma ação educativa de prevenção a incêndios florestais, durante a qual os veículos serão abordados por equipes do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Representantes de diferentes órgãos do GDF participam da mobilização | Foto: Divulgação/Sema-DF A iniciativa faz parte do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Ppcif) da secretaria, com apoio de órgãos como o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Caesb, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Fazenda Água Limpa, da Universidade de Brasília (UnB). [LEIA_TAMBEM]A mobilização busca reduzir os focos de incêndio e as áreas queimadas no Park Way, com atenção especial à Área de Proteção Ambiental (APA) do Gama e Cabeça de Veado, uma das regiões ambientalmente sensíveis do Distrito Federal. Também vão participar 30 estudantes do 5º ano do ensino fundamental do Centro Educacional de Vargem Bonita. Além de contribuir para a conscientização dos motoristas, os alunos atuam como multiplicadores de informação ambiental em suas comunidades, especialmente em áreas rurais onde muitos residem. O Ppcif reúne mais de 20 instituições, incluindo Instituto Brasília Ambiental, Defesa Civil, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Novacap, Marinha, Aeronáutica, Emater, Secretaria de Agricultura (Seagri-DF), Jardim Botânico de Brasília e Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente
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Produtoras rurais têm dia de imersão em estudos da Fazenda Água Limpa
Agência Brasília · PRODUTORAS RURAIS TÊM DIA DE IMERSÃO EM ESTUDOS DA FAZENDA ÁGUA LIMPA O Instituto Movimento, em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), realizou nesta sexta-feira (19), a 4ª Visita Técnica do projeto Agropecuária Sustentável: Mulheres Transformando o Campo. A ação levou mulheres para um dia de imersão nas práticas sustentáveis da Fazenda Água Limpa (FAL), da Universidade de Brasília (UnB). Durante a visita, as participantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto os projetos de pesquisa da UnB em diversas áreas, como fruticultura com manejo de pomares; produção de hortaliças; técnicas de piscicultura; criação sustentável de ruminantes; e uso de maquinário agrícola. Os temas foram abordados com foco no controle ecológico de pragas e em técnicas sustentáveis que podem ser implementadas nas propriedades. "As mulheres aprendem na prática sobre o preparo do solo, criação de gado, corte, leite, ovinos e manuseio de máquinas" Celina Leão, vice-governadora A vice-governadora do DF, Celina Leão, afirmou que a iniciativa visa fomentar a participação feminina no agronegócio sustentável. “Temos minicursos e também visitas técnicas até a Fazenda Água Limpa. As mulheres aprendem na prática sobre o preparo do solo, criação de gado, corte, leite, ovinos e manuseio de máquinas. O nosso compromisso é oferecer ferramentas para que cada vez mais mulheres possam liderar e prosperar, transformando o setor rural do DF." A Secretária da Mulher, Giselle Ferreira, explicou que o projeto abre muitas possibilidades para as mulheres que já trabalham com a agricultura ou que desejam ingressar na área. “As alunas contam com transporte, lanche e toda a estrutura necessária para a realização do curso. A ação traz inclusão e geração de renda para as produtoras rurais. Elas aprendem novas tecnologias e se qualificam ainda mais para o mercado de trabalho”, relatou. Maria Auxiliadora Fernandes: "Eu amo estar em contato com a natureza e com os animais. Isso é bom para o corpo e a mente, além de melhorar a nossa qualidade de vida e saúde" | Foto: Divulgação/SMDF A produtora rural Maria Auxiliadora Fernandes trabalha no campo há 15 anos e falou sobre a importância do programa. “Essa visita é muito importante para se qualificar e aprender mais sobre o campo. As mulheres têm capacidade de ser agricultoras. Aqui eu aprendo coisas novas. Eu amo estar em contato com a natureza e com os animais. Isso é bom para o corpo e a mente, além de melhorar a nossa qualidade de vida e saúde”. A programação inclui informações sobre a história da Fazenda Água Limpa e a contribuição da UnB para o avanço da agropecuária de base sustentável no país. A visita foi guiada por um engenheiro agrônomo, com o suporte de professores da universidade, assegurando um alto nível técnico e educativo. Ao final do evento, todas participantes recebem um certificado de participação por e-mail. Ao longo de sua execução, o projeto já alcançou um público de mais de 400 pessoas, somando participantes de palestras em escolas, minicursos e visitas técnicas. Sobre o projeto [LEIA_TAMBEM]O Agropecuária Sustentável: Mulheres Transformando o Campo tem como objetivo capacitar mulheres de áreas rurais do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), promovendo a adoção de práticas agrícolas sustentáveis. A iniciativa é uma parceria do Instituto Movimento Brasil com a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) e tem apoio do Grupo de Estudos em Horticultura da Faculdade de Agronomia e Veterinária da Universidade de Brasília (FAV UnB), que visa fortalecer o protagonismo feminino no setor agropecuário, ao oferecer capacitação técnica e prática por meio de minicursos, visitas técnicas e palestras. *Com informações da SMDF
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Protagonismo feminino no campo é destaque na IV Feira do Produtor Rural
Com apoio da Secretaria da Mulher (SMDF), a Universidade de Brasília (UnB) promove, em 3 e 4 de julho, a IV Feira do Produtor Rural, evento que este ano chega com o tema “Valorizando as Mulheres do Campo”. Com uma programação intensa e gratuita, a feira ocorrerá na Fazenda Água Limpa, campo experimental da universidade, e contará com exposições, minicursos, mesas-redondas, palestras e mostras de produtos agropecuários do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride). Feira terá exposição de produtos artesanais elaborados por representantes da agropecuária local | Fotos: Vinicius de Melo/SMDF O evento reforça o papel das mulheres na produção rural e na construção do conhecimento, e contará com 16 minicursos e 30 expositores, além de produtos frescos e de qualidade que estarão disponíveis para venda direta ao consumidor. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destaca a importância da iniciativa: “A valorização da mulher do campo é essencial para construirmos um DF mais justo e com igualdade de oportunidades. A Feira da UnB é um espaço de protagonismo, de fortalecimento das produtoras rurais e de reconhecimento do seu papel estratégico na nossa economia e sociedade”. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, eventos como esse ajudam a promover a autonomia e o empoderamento feminino. “Nosso apoio à feira reafirma o compromisso do GDF com políticas públicas voltadas para as mulheres”, afirma. “As produtoras rurais são agentes de transformação, e essa feira mostra como o conhecimento, aliado à prática e à inovação, pode impulsionar a força feminina no campo”. Conexão [LEIA_TAMBEM]Organizada por três grupos de pesquisa da universidade – Gehorti (Grupo de Estudos em Horticultura), Gepec (Grupo de Estudos em Pecuária) e Lamagri (Laboratório de Mecanização Agrícola) –, com a colaboração do Instituto 360, a feira tem como objetivo conectar produtores, estudantes, pesquisadores, empresas e a comunidade em geral. Coordenadora a Georthi e uma das idealizadoras da feira, a professora Michelle Vilela vê o evento como um espaço essencial para o diálogo e o aprendizado: “É um momento para a troca de ideias e experiências entre produtores rurais, acadêmicos, pesquisadores, professores, estudantes e o público em geral. Esperamos que esse evento seja catalisador para a expansão de horizontes e o fortalecimento dos laços da universidade com a comunidade”. Veja, abaixo, a programação da feira. Quarta-feira (3/7), das 9h às 19h ♦ Exposição de produtores rurais e empresas agropecuárias ♦ Exposição de animais e máquinas agrícolas ♦ Mesa-redonda e dia de campo ♦ Visitas de alunos de escolas públicas ♦ Show cultural de encerramento Quinta-feira (4/7), das 9h às 19h ♦ Minicursos e capacitações ♦ Dia de campo com práticas e demonstrações técnicas ♦ Troca de experiências e networking. A participação é gratuita e aberta ao público. A Fazenda Água Limpa da UnB fica no Setor de Chácaras da Vargem Bonita, no Núcleo Bandeirante. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Mulheres do campo participam de curso sobre o cultivo de uvas na Fazenda Água Limpa
Como parte das celebrações pelo Dia Internacional da Mulher, cerca de 60 produtoras rurais participaram, nesta quinta-feira (6), do minicurso do Governo do Distrito Federal (GDF) sobre viticultura no cerrado. Promovido pela Secretaria da Mulher, a capacitação terá dois dias de duração e faz parte do projeto “Agropecuária Sustentável: Mulheres Transformando o Campo”. A iniciativa visa fomentar a participação feminina no agronegócio sustentável. Ao longo do ano, a pasta organiza diversas ações para capacitar e apoiar as mulheres do campo. “No total, são seis minicursos e temos também visitas técnicas até a Fazenda Água Limpa. Elas aprendem sobre criação de gado, corte, leite, ovinos e manuseios de máquinas. Hoje em específico, as mulheres vão ver sobre a produção da uva e a viticultura no geral”, afirmou a subsecretária de Ações Temáticas da Secretaria da Mulher, Dayanne Timóteo. A iniciativa visa fomentar a participação feminina no agronegócio sustentável | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Viabilizada por emenda parlamentar da deputada Jaqueline Silva no valor de R$ 330 mil, a formação é conduzida em parceria com a Universidade de Brasília e aborda desde a introdução à viticultura até o planejamento e estruturação de vinhedos, além da seleção de variedades adaptadas ao bioma Cerrado. “Esse projeto é um mix de entendimentos e possibilidades para as mulheres que já trabalham com a agricultura ou que desejam ingressar na área. As alunas contam com transporte, lanche e toda a estrutura necessária para a realização do curso”, explicou Dayanne. Para Anália Pereira, a capacitação vai servir para colocar em prática em casa: “Eu cresci em lavoura, trabalhei muito tempo na roça com meus pais e hoje tenho algumas plantações em casa, inclusive um pé de uva. Estou aqui para aprender como melhorar o cultivo. Amo mexer com a terra e sou muito grata por essa oportunidade” Entre as alunas, Messias Teodora da Rocha, de 73 anos, estava empolgada para poder colocar em prática o aprendizado. “Eu amo a natureza e sempre estou em chácaras. Cultivo rosa do deserto em casa, então eu gosto muito de mexer com isso. Para mim, é uma grande oportunidade para aprender mais sobre agricultura e, quem sabe, expandir meu cultivo”, relatou. O mesmo foi compartilhado pela aluna Anália Pereira, 73. Para ela, a capacitação vai servir para colocar em prática em casa: “Eu cresci em lavoura, trabalhei muito tempo na roça com meus pais e hoje tenho algumas plantações em casa, inclusive um pé de uva. Estou aqui para aprender como melhorar o cultivo. Amo mexer com a terra e sou muito grata por essa oportunidade”. Os próximos cursos são de prevenção a incêndio em áreas agrícolas; práticas rotineiras de produção agrícola para mulheres; formulação manual de ração para vacas em lactação; e mecanização agrícola para mulheres. As inscrições serão feitas no site do Instituto Movimento.
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