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Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

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Festival de cinema leva 34,8 mil pessoas ao Cine Brasília em ano de recorde de filmes inscritos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A 59ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerrou sua programação no sábado (19/9) com a consagração de Se Eu Fosse Vivo... Vivia, de André Novais Oliveira (MG), escolhido pelo júri oficial como melhor longa-metragem da mostra competitiva; e de Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro (SP), vencedor entre os curtas. Ao longo do evento, 34.810 pessoas participaram das atividades do festival, que exibiu 71 filmes selecionados entre quase 2 mil produções inscritas — o maior número já registrado na história. Além dos 71 filmes, a edição contou com uma série de atividades de formação, tendo gerado 360 empregos diretos e 800 indiretos. Além do Troféu Candango de melhor longa, Se Eu Fosse Vivo... Vivia conquistou os prêmios de melhor roteiro e melhor figurino. Os protagonistas Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira receberam menção honrosa por suas interpretações. O filme também levou o Prêmio Like, com R$ 50 mil em apoio de mídia. Foi o quarto longa de André Novais Oliveira a estrear no Festival de Brasília e o segundo do diretor a vencer como melhor filme, depois de Temporada, premiado em 2018. O público prestigiou os filmes exibidos no 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro | Foto: Divulgação/Secec-DF Pequenas Tragédias, de Daniel Nolasco (GO), concentrou o maior número de prêmios técnicos entre os longas, com troféus de melhor direção, melhor montagem, melhor trilha sonora e melhor ator (Guilherme Théo). A produção também recebeu o Prêmio Abraccine de melhor longa-metragem. Na escolha do público, o vencedor entre os longas da mostra competitiva foi Tudo é Tempo, documentário de Marcos Guttmann (RJ). A produção também recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Troféu Saruê, concedido pela equipe do jornal Correio Braziliense, além de R$ 30 mil da Petrobras destinados ao melhor longa escolhido pelo júri popular. Entre os curtas-metragens, Cana conquistou, além do prêmio principal do júri oficial, os troféus de melhor trilha sonora e melhor ator (Gerin Black), além do Prêmio Abraccine de melhor curta-metragem e do Prêmio Canal Brasil. Na Mostra Brasília — 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, que distribuiu R$ 298 mil em prêmios oferecidos pela CLDF, Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça, venceu como melhor longa-metragem tanto pelo júri oficial quanto pelo júri popular. Entre os curtas, Dora, de Murilo Abreu, recebeu o Candango de melhor filme, e Micheli Santini foi premiada como melhor atriz pela mesma obra. O público escolheu Hacker Leonilia como melhor curta. Lista de premiados Mostra competitiva nacional (Troféu Candango) Curta-metragem Melhor curta (júri oficial): Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro Melhor curta (júri popular): Lagoa do Abandono, de Diego Maia Melhor direção: Catapreta (Fundura) Melhor roteiro: Nicolau (Gastronomia do Olho) Melhor atriz: Leviathan (Futuro Decadance) Melhor ator: Gerin Black (Cana) Melhor fotografia: Gabriel Lucena (Gastronomia do Olho) Melhor direção de arte: Catapreta (Fundura) Melhor figurino: Leviathan (Futuro Decadance) Melhor trilha sonora: Daniel Rone e Guilherme Xavier (Cana) Melhor edição de som: Daniel Nunes (Fundura) Melhor montagem: Leviathan (Futuro Decadance) Longa-metragem Melhor longa (júri oficial): Se Eu Fosse Vivo... Vivia, de André Novais Oliveira Melhor longa (júri popular): Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann Melhor direção: Daniel Nolasco (Pequenas Tragédias) Melhor roteiro: André Novais Oliveira (Se Eu Fosse Vivo... Vivia) Melhor atriz: Martha Nowill (Privadas de Suas Vidas) Melhor ator: Guilherme Théo (Pequenas Tragédias) Melhor atriz coadjuvante: Aivan (Pequenas Tragédias) e Olivia Torres (Privadas de Suas Vidas) Melhor ator coadjuvante: Lucas Leto (Todo o Sentimento) Melhor fotografia: Victor de Melo (Sabes de Mim, Agora Esqueça) Melhor direção de arte: Juliana Lobo (Privadas de Suas Vidas) Melhor figurino: Diana Moreira (Se Eu Fosse Vivo... Vivia) Melhor trilha sonora: Daniel Nolasco (Pequenas Tragédias) Melhor edição de som: Lucas Coelho (Sabes de Mim, Agora Esqueça) Melhor montagem: Luciano Carneiro (Pequenas Tragédias) Mostra Brasília – 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal Melhor longa (júri oficial): Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça Melhor longa (júri popular): Onde Moram os Irmãos Melhor curta (júri oficial): Dora, de Murilo Abreu Melhor curta (júri popular): Hacker Leonilia Melhor direção: Rafael Lobo (Mapas) Melhor roteiro: Talita Carvalho (Madre) Melhor atriz: Micheli Santini (Dora) Melhor ator: Lupe Leal (Impostor) Melhor fotografia: Petrônio Neto e Nicolau (Ar-Dor) Melhor direção de arte: Lucas Gehre e Nadine Diel (Mapas) Melhor trilha sonora: João Tomé (Nem Todos Sabem) Melhor edição de som: Bernardo Paixão (Ar-Dor) Melhor montagem: Arthur Gonzaga (A Arte Perdida da Lombada) *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)  

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Festival de Brasília do Cinema Brasileiro abre inscrições para a seleção de filmes da 59ª edição

Mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro abre as inscrições para as mostras competitivas da 59ª edição, a ser realizada de 11 a 19 de setembro, no Cine Brasília. O evento terá exibições paralelas e programações formativas promovidas em outros equipamentos culturais do Distrito Federal. Produtoras e cineastas interessados em concorrer a uma vaga na seleção da Mostra Competitiva Nacional e da Mostra Brasília devem fazer a inscrição pelo site do festival até 24 de maio. No formulário, o proponente deve optar por participar do processo seletivo apenas da Mostra Brasília, apenas da Competitiva Nacional ou de ambas. A 59ª edição do Festival de Brasília terá exibições paralelas e programações formativas e será de 11 a 19 de setembro, no Cine Brasília | Foto: Divulgação/Secec-DF O lançamento do 59º Festival de Brasília foi realizado nesta quarta (25), no foyer do Cine Brasília. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa e presidente do festival, Claudio Abrantes, o evento é um marco histórico de tradição e resistência da cultura nacional. “O Festival de Brasília reafirma o compromisso do Distrito Federal com o fortalecimento do audiovisual brasileiro, ao valorizar a produção nacional e criar oportunidades para realizadores de diferentes regiões. É uma política pública que combina tradição e continuidade, garantindo espaço para novas narrativas e ampliando o acesso da população à cultura”, reafirmou. Esta edição coroa o êxito do edital trianual de produção que garantiu uma continuidade saudável ao Festival de Brasília, assegurando a gestão trianual, via termo de colaboração, com aprovação orçamentária para três edições do evento (2024, 2025 e 2026). O sucesso desta parceria entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e o Instituto Alvorada Brasil fica evidente no crescimento exponencial do público do Cine Brasília ao longo desses três anos. De 59.108 pessoas em 2023, o equipamento recebeu 78.722 pessoas em 2024 e, no ano passado, foram 165.706 espectadores. “Foi um acerto esta parceria, que aumentou a nossa capacidade técnica”, concluiu o secretário. “É uma grande felicidade testemunhar este momento histórico e poder valorizar o festival, mas também os filmes e o público, reposicionando o festival no mês de setembro e ter grandes títulos na programação, como foi a exibição de O Agente Secreto no ano passado”, disse a diretora-geral do Festival de Brasília, Sara Rocha. Os filmes inscritos serão avaliados por três comissões posteriormente divulgadas As inscrições abertas por dois meses (de 25 deste mês a 24 de maio) são mais um avanço contabilizado como resultado deste plano trianual. “Será um tempo maior e mais confortável para os realizadores submeterem as inscrições e também para dar à organização uma capacidade maior de articular ações do festival”, confirmou. Sobre a seleção “O festival tem essa característica de representar um retrato abrangente do que o cinema brasileiro tem produzido de mais relevante para pensar o nosso país e também a nossa arte” Eduardo Valente, diretor artístico do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro Todos os filmes inscritos dentro do prazo serão analisados por três comissões de seleção, constituídas por profissionais convidados, tendo a diversidade como diretriz complementar ao conhecimento notório do cinema brasileiro. A avaliação dos filmes concorrentes para as mostras competitivas seguirá critérios de seleção ligados à qualidade técnica e artística. A composição das comissões será divulgada na ocasião do resultado da seleção. A direção artística do Festival de Brasília espera mais uma vez que a seleção dos filmes desta 59ª edição reflita a diversidade nacional. “O festival tem essa característica de representar um retrato abrangente do que o cinema brasileiro tem produzido de mais relevante para pensar o nosso país e também a nossa arte. Imagino que é isso que veremos projetado na tela do Cine Brasília”, afirma o diretor artístico do festival, Eduardo Valente. O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulgará a lista dos filmes selecionados para as mostras competitivas no site oficial. Todos os filmes escolhidos para a Mostra Competitiva receberão cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil (para longa-metragem) e R$ 15 mil (para curta-metragem). Também haverá cachês de seleção para os filmes exibidos em mostras paralelas e sessões hors concours. *Com informações da Secec-DF  

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'Futuro Futuro' vence o Troféu Candango de melhor longa no 58º Festival de Brasília

O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chegou ao fim na noite deste sábado (20), após nove dias de programação intensa marcada pela celebração dos 60 anos da primeira Semana do Cinema Brasileiro, realizada em 1965. A edição de 2025 reuniu 80 filmes — entre curtas e longas — selecionados a partir de mais de 1,7 mil inscritos. Além do Cine Brasília, as exibições chegaram a Planaltina, Gama e Ceilândia, reafirmando o compromisso com a descentralização cultural e a acessibilidade, com sessões que incluíram audiodescrição, legendagem descritiva e Libras. Após nove dias de programação, acabou na noite deste sábado (20) o 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro | Fotos: Divulgação/Secec-DF O grande vencedor O Troféu Candango de melhor longa-metragem da Mostra Competitiva foi entregue a Futuro Futuro, de Davi Pretto. O filme se passa em um futuro próximo no qual a inteligência artificial e uma nova síndrome neurológica impactam a vida de um homem de 40 anos que perdeu a memória. A narrativa explora como os avanços tecnológicos alteram a percepção da realidade e a vida em sociedade. A produção também conquistou os prêmios de melhor roteiro e de melhor montagem, assinada por Bruno Carboni. A entrega do prêmio foi feita pelo coordenador de Audiovisual da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), Júnior Ribeiro, em nome do secretário Claudio Abrantes. “A entrega do Candango de melhor longa é um momento simbólico, porque representa o reconhecimento da força criativa do cinema brasileiro. O Festival de Brasília continua sendo um espaço de resistência e de projeção nacional e internacional da nossa produção audiovisual”, destacou Abrantes. A edição de 2025 reuniu 80 filmes selecionados a partir de mais de 1,7 mil inscritos Outros destaques A Mostra Competitiva premiou ainda Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia, com Melhor Direção, e Quatro Meninas, de Karen Suzane, que recebeu o Prêmio Especial do Júri. Entre os intérpretes, Murilo Benício foi eleito Melhor Ator por Assalto à Brasileira, enquanto Dhara Lopes venceu como Melhor Atriz por Quatro Meninas. Nos prêmios técnicos, Corpo da Paz, de Torquato Joel, conquistou quatro troféus: edição de som, trilha sonora, direção de arte e fotografia. Na Mostra Brasília – Troféu Câmara Legislativa, o longa Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert, foi o grande vencedor, levando o prêmio do júri oficial e o júri popular, além de categorias técnicas como edição de som. Entre os curtas, Rainha, de Raul de Lima, se destacou com os prêmios de melhor curta (júri oficial), montagem e trilha sonora. Premiações especiais Nas mostras paralelas, Uma Baleia Pode Ser Despedaçada Como uma Escola de Samba, de Marina Meliande e Felipe Bragança, venceu o prêmio da crítica internacional (Fipresci). O Prêmio de Temática Afirmativa foi para Adelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini, enquanto Aqui Não Entra Luz recebeu o Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Longa. O Troféu Saruê, concedido pelo Correio Braziliense ao melhor “momento” do Festival, foi entregue ao cineasta José Eduardo Belmonte. O Prêmio Jean-Claude Bernardet do Júri Jovem UnB da Mostra Caleidoscópio foi para Atravessa Minha Carne, de Marcela Borela. O Prêmio Canal Brasil de Curtas ficou com Couraça, de Susan Kalik e Daniel Arcades. Já Sérgio Mamberti – Memórias do Brasil, de Evaldo Mocarzel, conquistou o Prêmio Marco Antônio Guimarães. Memória e renovação A edição também prestou homenagem a Fernanda Montenegro que, aos 95 anos, recebeu o Troféu Candango pelo conjunto da obra. A atriz, premiada na primeira edição do festival em 1965, enviou um vídeo emocionado de agradecimento. [LEIA_TAMBEM]Para a diretora do Festival, Sara Rocha, esta foi uma edição que conciliou tradição e inovação. “Celebrar os 60 anos do Festival de Brasília foi uma oportunidade de revisitar a nossa história e, ao mesmo tempo, apontar caminhos para o futuro. Tivemos uma programação diversa, com filmes potentes, debates e oficinas que reforçam o papel do festival como vitrine e espaço de formação para o cinema brasileiro”, afirmou. O festival encerrou-se com a exibição do longa A natureza das coisas invisíveis, dirigido por Rafaela Camelo. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Protocolo de combate ao racismo em eventos culturais é lançado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

O Distrito Federal deu um passo histórico no enfrentamento ao racismo. Na noite dessa quinta-feira (18), durante o 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) assinaram o Protocolo de Combate ao Racismo em Eventos Culturais. O ato simbólico, realizado no Cine Brasília, contou com a presença de mais de 600 pessoas e será oficializado nos próximos dias com a publicação do decreto no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). O documento estabelece diretrizes para prevenir, identificar, intervir e responsabilizar casos de racismo em eventos culturais, artísticos e manifestações públicas de qualquer porte, seja em espaços abertos, casas de shows, bares, restaurantes, teatros, estádios ou transmissões virtuais. Entre as medidas previstas estão campanhas educativas permanentes, capacitação de equipes, mensagens de alerta antes de cada evento e protocolos de acolhimento imediato às vítimas, com acionamento das autoridades competentes. O Protocolo de Combate ao Racismo em Eventos Culturais foi assinado nessa quinta (18), entre a Sejus e a Secec, durante o 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro | Fotos: Divulgação/Sejus-DF A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou o caráter pioneiro da iniciativa. “Este é um protocolo construído com diálogo, responsabilidade e compromisso. O DF é pioneiro ao lançar um instrumento normativo como esse, que nasce de uma demanda concreta e urgente da sociedade e se consolida como política pública. A Sejus tem atuado de forma contínua em projetos que combatem o racismo em diferentes espaços, seja no esporte, na educação ou agora na cultura. Nosso compromisso é garantir ambientes seguros, inclusivos e respeitosos, onde a arte possa florescer sem discriminação.” Construção coletiva [LEIA_TAMBEM]O lançamento tem forte simbolismo: em 2024, durante o mesmo festival, um produtor relatou ter sofrido ato racista por parte de outro colega, caso que repercutiu no meio cultural e chegou à Sejus. A partir desse episódio, a pasta iniciou um processo de construção conjunta com produtores culturais e audiovisuais do DF, resultando no texto do protocolo. O subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Juvenal Araújo, relembrou a ocorrência e ressaltou a importância da iniciativa: “No festival do ano passado, um produtor denunciou ter sido vítima de racismo e não havia nenhum protocolo para lidar com a situação. A partir desse caso, começamos a construir coletivamente esse documento, ouvindo os produtores culturais e as entidades da área. O DF se torna agora o primeiro do Brasil a instituir um protocolo específico de combate ao racismo em eventos culturais. É simbólico lançá-lo justamente no Festival de Brasília, onde tudo começou, e mais simbólico ainda transformá-lo em referência nacional”. Representando a Secec, a presidente do Conselho de Cultura do DF, Rosa Carla Monteiro, reforçou a relevância da parceria: “Este protocolo traz não apenas formação e informação, mas caminhos de ação permanentes. Saímos de uma lógica de ações pontuais para a construção de uma política continuada, em parceria entre governo, sociedade civil e o setor cultural. A arte é o espaço mais plural e diverso da sociedade e nada mais justo que seja também um espaço de enfrentamento ao racismo. O Festival de Brasília, que traduz a diversidade cultural do país, é o palco ideal para esse compromisso histórico”. O documento foi assinado em um ato simbólico, no Cine Brasília, com a presença de mais de 600 pessoas e será oficializado nos próximos dias com a publicação no DODF Iniciativas de referência O protocolo se soma a outras ações inovadoras de combate ao racismo desenvolvidas pela Sejus, como a campanha Cartão Vermelho para o Racismo, realizada em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e já aplicada em estádios de todo o Brasil, e o Programa de Letramento Racial, que capacita educadores, servidores e agentes culturais em práticas antirracistas. Também integra esse conjunto de medidas o inédito Protocolo Por Todas Elas, instituído em 2024 para garantir segurança e apoio a mulheres em situação de violência em espaços públicos e privados. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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