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Hospital Regional de Sobradinho (HRS)

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Hospital Regional de Sobradinho ganha UTI reformada e equipamentos de ponta

Após receber uma ampla reforma, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Sobradinho (HRS) volta a operar com uma estrutura totalmente modernizada, novos equipamentos e maior capacidade de monitoramento dos pacientes. O investimento de R$ 1,5 milhão fortalece a rede pública de saúde do Distrito Federal ao qualificar o atendimento de alta complexidade, aumentar a segurança assistencial, oferecer melhores condições de cuidado para pacientes em estado crítico e melhorar as condições de trabalho das equipes multiprofissionais. A governadora Celina Leão entregou a unidade nesta terça-feira (16). “Estão acontecendo várias reformas de centros de UTI na nossa rede pública de saúde. Obras assim chegam a emocionar. Entregar um espaço adequado como esse, para nossa equipe de saúde, é dar uma condição de trabalho e melhorar o atendimento aos pacientes. É uma estrutura com todos os níveis de suportes. Toda semana nós estamos inaugurando espaços novos, 100% reformados e é com o que tem de mais moderno. Hoje nós não perdemos para nenhuma UTI particular. E é com monitoramento central e todos os leitos aqui também vão ter suporte de hemodiálise, para a gente não ficar transferindo o paciente com hemodiálise”, destacou a governadora. Governadora Celina Leão: "Entregar um espaço adequado como esse para nossa equipe de saúde é dar uma condição de trabalho e melhorar o atendimento aos pacientes. É uma estrutura com todos os níveis de suportes" | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília   Um dos grandes destaques da nova UTI é a atualização tecnológica. A unidade foi equipada com um sistema de monitoramento global de leitos, permitindo que a equipe acompanhe os sinais vitais dos pacientes em tempo real. Além disso, o setor, agora, conta com equipamento portátil de hemodiálise, o que possibilita a realização de terapias contínuas ou agudas diretamente à beira do leito. Essa infraestrutura foi planejada para garantir o controle de infecções, promover maior privacidade e otimizar os fluxos de atendimento.   Para o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, as melhorias impactam diretamente a segurança do paciente crítico e a redução de eventos adversos, consolidando a humanização do cuidado. “Nós sabemos que, com o envelhecimento da população, temos uma demanda cada vez maior por esse tipo de leito, que é um leito nobre. E aqui nós revitalizamos 10 leitos de UTI. Antes, nem todos tinham pontos de diálise. Agora, temos 10 pontos de diálise na UTI. E também estão com isolamento e telemetria, ou seja, no posto de enfermagem, nós conseguimos acompanhar como estão os dados vitais do paciente. Isso é fundamental para trazer segurança aos nossos pacientes”, afirmou. “Nós sabemos que, com o envelhecimento da população, temos uma demanda cada vez maior por esse tipo de leito, que é um leito nobre. E aqui nós revitalizamos 10 leitos de UTI. Antes, nem todos tinham pontos de diálise. Agora, temos 10 pontos de diálise na UTI" Juracy Lacerda, secretário de Saúde A governadora Celina Leão aproveitou para reforçar a estratégia de inserir novos aparelhos de exames. “Aqui também já começou a reforma para chegar o tomógrafo. Nós estamos determinando que os hospitais tenham um tomógrafo, para a gente não transportar mais pacientes para fazer exames. Estamos fazendo um estudo também para ressonância, que é um pouco mais caro, mas a gente quer também em todos os nossos hospitais, para diminuir esse transporte de passageiros”, acrescentou. O diretor do HRS, Bruno Guedes, destaca que as obras simbolizam um salto importante para o hospital. “Essa reforma representa um sonho. Quando a gente vê a alegria dos servidores… O pessoal brinca que agora a gente tem o HRS Star, por conta do nível , qualidade e de toda a tecnologia, que é o que o nosso usuário merece. O paciente do SUS merece o melhor. Com a ampliação, são dois leitos a mais, o que representa 140 pacientes a mais atendidos em um ano. Hoje nós temos dois leitos com isolamento e 10 leitos com hemodiálise, e isso é um diferencial. O usuário vai encontrar uma estrutura bonita, funcional e limpa, mas vai encontrar também uma equipe muito bem treinada para fazer o acolhimento, para fazer gestão com indicadores. Hoje, o protocolo de segurança do paciente é fundamental, e agora está completamente instalado dentro da UTI. Então, a estrutura junto com a mudança do processo de trabalho, não vai ter UTI melhor”, comemorou. O investimento de R$ 1,5 milhão fortalece a rede pública de saúde do Distrito Federal ao qualificar o atendimento de alta complexidade Investimentos contínuos A reforma do HRS integra o processo contínuo do Governo do Distrito Federal (GDF) de fortalecimento da rede hospitalar, garantindo maior resolutividade e eficiência na assistência de alta complexidade. As obras, iniciadas no segundo semestre de 2025, englobaram uma reestruturação completa da unidade. As intervenções incluíram desde a renovação das instalações elétricas e hidráulicas e a modernização do sistema de climatização, até a readequação integral aos padrões técnicos e normas sanitárias vigentes. A nova estrutura física passa a contar com oito leitos de terapia intensiva e dois leitos destinados ao isolamento. Nessa segunda-feira (15), a governadora Celina Leão entregou as obras de modernização do pronto-socorro do Hospital Regional de Planaltina (HRPl) e um novo aparelho de tomografia para a unidade de saúde. As medidas, que tiveram investimento inicial de R$ 1 milhão em contratos de manutenção, adequaram a unidade para atender uma população estimada em quase 219 mil habitantes, além de moradores de municípios goianos do Entorno, como Água Fria e Formosa. As ações ocorreram durante a passagem do programa GDF na Sua Porta pela cidade. [LEIA_TAMBEM] Mais vagas para exames de imagem Segundo a Secretaria de Saúde, o DF tem 13 hospitais estruturados, mas nem todos terão tomógrafos, devido a limitações de espaço físico ou perfil assistencial. Os hospitais de Planaltina e Gama já receberam novos equipamentos, enquanto a substituição de tomógrafos está em andamento nos hospitais de Sobradinho, Ceilândia e Materno Infantil de Brasília. As próximas unidades contempladas serão Samambaia e Taguatinga. No total, serão sete tomógrafos. A distribuição dos aparelhos deve ocorrer da seguinte maneira: - Um em Planaltina, já entregue e instalado. - Seis para substituições: Hospital Regional do Gama já entregue e instalado; Hospital Regional de Ceilândia, em fase final de instalação; Hospital Regional de Sobradinho, em fase de entrega; Hospital Materno Infantil, em fase de entrega; Hospital Regional de Samambaia, em preparação para receber; e Hospital Regional de Taguatinga aguarda empenho para receber. A oferta de ressonância já está ampliada, e a fila, zerada. Hoje, há um equipamento no IgesDF de ressonância, com previsão de aquisição de mais quatro equipamentos para reforçar a rede.

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Hospital Regional de Sobradinho abre vagas para voluntários em diversas áreas

O Hospital Regional de Sobradinho (HRS) abriu vagas para voluntários profissionais. Serão recebidos candidatos de diversas áreas de atuação, incluindo oportunidades para nível médio e superior. As inscrições são presenciais e iniciam em 2 de março, das 8h às 12h e das 14h às 17h, no auditório da unidade. Ressalta-se que as vagas são voluntárias, isto é, sem remuneração. A previsão de início das atividades é 30 de março. Para mais informações, basta entrar em contato por meio do endereço eletrônico cvolhrs@gmail.com ou pelo telefone 3449-5546. Veja as áreas e vagas disponíveis: Biomedicina - 8 vagas; Enfermagem - 50 vagas; Ensino médio - 100 vagas; Farmácia - 30 vagas; Fisioterapia - 5 vagas; Odontologia - 2 vagas; THD - 5 vagas; Serviço social - 3 vagas; Técnico de análises clínicas - 15 vagas; Técnico de enfermagem - 70 vagas; Técnico de radiologia - 10 vagas; Administrador - 3 vagas. Os interessados deverão comparecer na data informada com cópias legíveis dos documentos abaixo relacionados. A ausência de qualquer documento inviabilizará a inscrição: Documento oficial de identidade (civil ou militar); Declaração de CPF regular (emitida no site da Receita Federal); Comprovante de residência em nome do candidato ou comprovante acompanhado de declaração em modelo próprio da SES-DF assinada pelo proprietário do imóvel; Diploma de conclusão do curso correspondente ao cargo pretendido; Carteira do conselho de classe e certidão negativa ética e financeira referente ao ano de 2025; Certidão criminal negativa do TRF da 1ª Região; Certidão negativa criminal do TJDFT; Cartão de vacina atualizado. A previsão de início das atividades é 30 de março | Foto: Divulgação/SES-DF Para candidatos com apenas ensino médio interessados em atuar na área administrativa (assistente), não será exigida carteira nem certidão negativa do conselho de classe. Estando a documentação em conformidade e atendidos os requisitos, será aberto processo junto à Gerência de Voluntariado (Gevol) da Secretaria de Saúde (SES-DF) para a solicitação de matrícula.  Funcionamento Aqueles voluntários que atuarem em regime de plantão (manhã e tarde) terão direito ao almoço no refeitório institucional, juntamente com os servidores. A carga horária mínima é de 6 horas semanais e a máxima de 40 horas, conforme disponibilidade do voluntário.  A folha de ponto será assinada e recolhida mensalmente. Ao solicitar desligamento, o voluntário poderá requerer certificado contendo a carga horária cumprida e a descrição das atividades desenvolvidas. Durante o período de atuação, também poderá solicitar declaração de experiência junto à Coordenação de Voluntariado.   *Com informações da SES-DF

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Método Canguru regula funções vitais e promove o desenvolvimento de bebês

Criado para oferecer cuidado integral ao recém-nascido em risco, o Método Canguru promove o contato pele a pele entre o bebê e os pais, favorecendo o vínculo e fortalecendo a saúde dos pequenos desde os primeiros dias de vida. No Hospital Regional de Sobradinho (HRS), uma das unidades do DF que aplicam a técnica, mais de mil atendimentos foram registrados nos últimos três meses. Angelina Lacerda, nascida com 32 semanas e 3 dias, é um dos bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do HRS. A mãe dela, Fabiana Lacerda, 32, vive a experiência do método pela segunda vez. “Quando peguei minha filha no colo pela primeira vez, mesmo com todos os aparelhos, chorei muito. A gente canta, conversa, ora com eles no colo. Isso nos fortalece e ajuda muito os nossos bebês a melhorarem”, conta. Fabiana Lacerda: "A gente canta, conversa, ora com eles no colo. Isso nos fortalece e ajuda muito os nossos bebês a melhorarem" | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A neonatologista da unidade, Tatiane Barcelos, explica que os benefícios da prática são comprovados. “O método auxilia na regulação da temperatura, melhora o ganho de peso, reduz o estresse do bebê, favorece o aleitamento materno e contribui para o desenvolvimento neurológico. Também diminui o tempo de internação e fortalece o vínculo familiar”, detalha.   Além do toque Supervisora de Enfermagem da UTI Neonatal da unidade, Valquiria Vicente afirma que o Método Canguru vai além do simples contato físico, envolvendo logística e fluxo de trabalho organizado. “A técnica envolve uma rede multidisciplinar composta por profissionais de enfermagem, medicina, fisioterapia, fonoaudiologia, farmácia clínica, psicologia e terapia ocupacional. É uma estrutura que oportuniza vários benefícios ao recém-nascido e à família”, afirma. No Método Canguru, o bebê fica protegido da luz, do barulho e sente o coração dos pais, o que o deixa muito mais tranquilo e saudável A enfermeira do HRS Kelly Saboia reforça que o foco do Canguru é proteger o cérebro dos recém-nascidos: “Nesse contato direto com a mãe, o bebê fica quentinho, protegido da luz, do ruído, sente o coração dela bater, igual ele sentia dentro da barriga". Para tornar o ambiente hospitalar ainda mais acolhedor, os profissionais fazem passeios com mães e bebês até o heliponto da unidade. A iniciativa traz momentos ao ar livre, sol e troca de experiências. “Muitas mães ficam no hospital por semanas e precisam respirar um pouco, se fortalecer. Isso também é cuidado”, ressalta a também enfermeira do HRS Margareth Knupp. Elizabeth Alves elogia o método: "A gente toma sol, respira ar puro e, no contato pele a pele, sente o amor e o afeto que ajudam no desenvolvimento dos nossos filhos" Elizabeth Alves, mãe do pequeno Theo, de 1 mês e 13 dias, internado na Unidade de Cuidado Intermediário Canguru (Ucinca), participa dos passeios com entusiasmo. “É maravilhoso. A gente toma sol, respira ar puro e, no contato pele a pele, sente o amor e o afeto que ajudam no desenvolvimento dos nossos filhos. É bom demais”, diz. Como é feito O Método Canguru é uma política pública que começa na UTI Neonatal, onde o bebê é colocado em posição vertical, pele a pele, contra o peito da mãe ou do pai, durante horas. Os irmãos também podem realizar o contato na unidade e em casa, promovendo a interação familiar com o recém-nascido. O Ministério da Saúde lançou, em 2009, o Programa de Fortalecimento do Método Canguru em todo o país. Desde então, a Secretaria de Saúde (SES-DF) mantém um grupo especializado de tutores capacitados para orientar e implementar a técnica nas unidades públicas do DF. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Hospital Regional de Sobradinho realiza primeira trombólise para tratamento de AVC isquêmico

O Hospital Regional de Sobradinho (HRS) realizou, pela primeira vez, o procedimento de trombólise endovenosa para tratamento do Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCi). Até então, a prática era feita pela Secretaria de Saúde (SES-DF) exclusivamente no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). “O que foi feito no HRS, no dia 16 de junho, representa o início da descentralização da trombólise no DF”, avalia a referência técnica distrital (RTD) em Neurologia da SES-DF, Letícia Costa Rebello. Iniciativa integra o projeto AVC no Quadrado, da SES-DF, que visa ampliar o acesso ao tratamento e reduzir a incidência da doença. Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A trombólise é um procedimento que visa dissolver coágulos sanguíneos (trombos), causadores da obstrução do fluxo do sangue no cérebro, resultando em um AVC isquêmico.  Ampliação do serviço A expansão da trombólise para outras unidades indica um avanço significativo no atendimento a vítimas de AVC na rede da SES-DF, segundo a RTD. A iniciativa integra o projeto AVC no Quadrado, lançado no final de maio. O objetivo é ampliar o acesso ao tratamento e reduzir o número de óbitos e a incidência da doença. "O que foi feito no HRS representa o início da descentralização da trombólise no DF", avalia a RTD de Neurologia da SES-DF, Letícia Costa (ao centro) | Foto: Arquivo pessoal Tanto no HRS quanto no HRG, o suporte técnico é feito por neurologistas do HBDF por meio da telemedicina. Os especialistas do HBDF avaliam as tomografias feitas em Sobradinho ou no Gama e orientam, à distância, a realização do tratamento. [LEIA_TAMBEM]Secretária-adjunta de Assistência à Saúde da SES-DF e ponto focal do projeto AVC no Quadrado, Edna Maria Marques destaca que a descentralização do exame permite atendimentos mais rápidos, decisórios em casos de acidentes vasculares.  "Cada minuto é importante quando se trata de AVC, sendo que o melhor tratamento é aquele estabelecido no menor espaço de tempo, proporcionando ao paciente a técnica específica (trombolítica) logo na primeira assistência médica", avalia Marques.  *Com informações da SES-DF

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