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Economia do Distrito Federal mostra estabilidade no 3º trimestre de 2025

O cenário econômico do Distrito Federal no terceiro trimestre de 2025 mostra sinais de resiliência, conforme revelam os dados do Boletim de Conjuntura Econômica do Distrito Federal, que destaca a expansão no volume de serviços e a redução da taxa de desocupação da população no mercado de trabalho. No âmbito nacional, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou um crescimento de 1,8% em relação ao terceiro trimestre de 2024, impulsionado principalmente pela agropecuária (10,1%), reforçando o bom desempenho da safra de grãos em 2025, seguido pela indústria (1,7%) e serviços (1,3%). No acumulado nos últimos quatro trimestres, a economia brasileira acumula crescimento de 2,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A economia local apresentou sinais claros de dinamismo. O volume de serviços no DF cresceu 5,7% em relação ao segundo trimestre de 2025, e 6,4% em relação ao mesmo período de 2024. Os setores de Serviços profissionais, administrativos e complementares foram os principais motores dessa alta. No comércio varejista ampliado, o crescimento trimestral foi de 2,5%, revertendo desempenhos mais fracos observados em períodos anteriores. O volume de vendas no segmento de materiais de escritório e informática seguem como destaques positivos na categoria, enquanto outros setores são penalizados pela dinâmica de juros, refletia também no aumento da taxa de inadimplência das famílias (3,89%). A economia local apresentou sinais claros de dinamismo | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Um dos destaques positivos do período foi a queda da taxa de desocupação no DF para 8,0%, atingindo o menor nível dos últimos anos. O mercado formal também seguiu gerando oportunidades, com a criação líquida de 8.705 postos de trabalho. O setor de serviços liderou as contratações formais (8.597 vagas), enquanto a construção civil registrou um saldo negativo de 1.604 postos. A inflação na capital federal, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu 0,53% no trimestre, acumulando alta de 5,09% nos últimos 12 meses encerrados em setembro de 2025. Os principais responsáveis pela pressão nos preços foram despesas pessoais (destaque para recreação) e habitação, este último influenciado pelo aumento da conta de energia elétrica residencial devido à bandeira tarifária vermelha patamar 2. Por outro lado, os transportes ajudaram a segurar o índice, com quedas nos preços de gasolina e automóveis novos. No setor externo, o terceiro trimestre marcou o crescimento de 23,2% nas exportações e de 1,5% nas importações do DF, que somaram US$ 98,5 milhões e US$ 579,1 milhões, respectivamente. Na pauta exportadora, o DF acompanhou o bom desempenho da safra de grãos e teve sua pauta trimestral liderada pela soja (US$36 milhões), representando 36,5% das exportações do período. *Com informações do IPEDF

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Nova versão do InfoDF amplia acesso a dados do Distrito Federal

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) apresenta a nova versão do InfoDF, o Sistema de Informações Estatísticas do Distrito Federal. A plataforma foi desenvolvida para modernizar a forma como cidadãos, gestores públicos, pesquisadores e estudantes acessam dados e pesquisas oficiais sobre o Distrito Federal. Com layout mais moderno, interface intuitiva e versão adaptada para dispositivos móveis, o sistema permite que o usuário encontre, em poucos cliques, informações atualizadas sobre população, educação, cultura, saúde, trabalho, segurança e políticas voltadas à mulher, além de indicadores econômicos, ambientais e urbanos do DF. Arte: IPEDF O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino Barros Neto, destaca que “essa nova versão do InfoDF representa um ganho em segurança da informação e governança. O sistema oferece um ambiente mais profissional e dinâmico para consulta de dados, organizando e disponibilizando informações estatísticas de forma clara para que gestores públicos, pesquisadores e a sociedade possam utilizá-las com mais facilidade”. “O InfoDF é uma ferramenta estratégica para a gestão pública. A nova versão está mais organizada, os dados foram disponibilizados de forma mais dinâmica, o que facilita análises e a transparência pública. O site é um grande apoio no trabalho dos gestores e fortalece o planejamento de políticas públicas baseadas em informação qualificada”, ressalta o secretário de Economia do DF, Daniel Izaias de Carvalho. "O site é um grande apoio no trabalho dos gestores e fortalece o planejamento de políticas públicas baseadas em informação qualificada" Daniel Izaias de Carvalho, secretário de Economia do DF Segundo o chefe da Unidade de Ciência de Dados, Tecnologia da Informação e Serviços Compartilhados do IPEDF, Leandro Henrique Antunes de Carvalho, a entrega da nova plataforma é fruto do trabalho em equipe: “O novo InfoDF é resultado do trabalho dos profissionais de tecnologia da informação do IPEDF, em parceria com as áreas finalísticas do instituto, responsáveis pelas pesquisas e pelos dados que alimentam o sistema. Nesta primeira etapa, já disponibilizamos indicadores e painéis interativos que facilitam o acesso às informações sobre o Distrito Federal”. O portal organiza de forma estruturada os dados estatísticos produzidos pelo próprio IPEDF no âmbito do Sistema de Informações Estatísticas do Distrito Federal, regulamentado pelo Decreto nº 39.993/2019. A iniciativa dá continuidade ao trabalho anteriormente desenvolvido pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), agora sob coordenação do IPEDF, com recursos tecnológicos atualizados e foco na experiência do usuário. Inteligência de dados A nova plataforma apresenta dois módulos inéditos. · Indicadores: dedicado à disponibilização de indicadores produzidos pelo IPEDF, com dados atualizados e apresentados de forma acessível, fortalecendo a transparência e ampliando o acesso da população às informações do instituto. · Painéis: voltado à disponibilização de painéis interativos que apresentam resultados e pesquisas produzidas pelo instituto de maneira visual, moderna e de fácil compreensão. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o InfoDF reúne outras aplicações desenvolvidas pelo IPEDF, entre as quais se destacam: · Catálogo de Mapas: plataforma de divulgação de dados geográficos e mapas produzidos pelo IPEDF, permitindo o uso pela população; · Brasília Metropolitana: panorama das regiões administrativas do DF e dos municípios que integram a Área Metropolitana de Brasília, com dados populacionais e de infraestrutura urbana; · Anuário Digital: plataforma de disponibilização dos dados do Anuário Estatístico do Distrito Federal em formato digital; · GeoCode: ferramenta interativa e georreferenciada que permite localizar endereços e consultar informações espaciais. *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)

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Resultados do Produto Interno Bruto da Ride-DF apontam crescimento da economia da região

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) apresenta, nesta sexta-feira (19), os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride-DF). A análise aponta que o PIB da Ride-DF passou de R$ 378,1 bilhões, em 2022, para R$ 416,6 bilhões em 2023. O Distrito Federal segue mantendo o maior PIB per capita entre as unidades da federação. PIB da Ride-DF passou de R$ 378,1 bilhões, em 2022, para R$ 416,6 bilhões em 2023 | Foto: Divulgação/IPEDF O cálculo do PIB deriva de um projeto conjunto entre o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e órgãos estaduais de estatística, inclusive o IPEDF, que representa o Distrito Federal. Atualmente, os órgãos trabalham na atualização do Sistema de Contas Nacionais, com a mudança do ano-base para 2021. Em função desse processo de transição metodológica, a divulgação do PIB municipal referente ao ano de 2022 não foi realizada. A Ride-DF é composta pelo Distrito Federal e por 33 municípios, dos quais 29 pertencem ao estado de Goiás e quatro a Minas Gerais. Em termos de composição do PIB da RIDE-DF, o Distrito Federal aumentou sua participação na região, passando de 87% para 87,8% do PIB total entre 2022 e 2023. Em contrapartida, a participação dos municípios goianos recuou de 11,2% para 10,4%, enquanto os municípios mineiros mantiveram participação de 1,9%. [LEIA_TAMBEM]No ranking das maiores economias da região, excluindo a capital federal, destacam-se os municípios de Luziânia (GO), Cristalina (GO), Unaí (MG), Formosa (GO), Valparaíso de Goiás (GO) e Águas Lindas de Goiás (GO). No extremo oposto, foram identificados os municípios de Mimoso de Goiás, Vila Boa, Alvorada do Norte, Simolândia e Flores de Goiás. O Distrito Federal mantém o maior PIB per capita entre as unidades da federação, atingindo a marca de R$ 129.790,44 em 2023. Quando o peso econômico de Brasília é incluído no cálculo regional, o PIB per capita da Ride-DF foi de R$ 84.333,06, em 2022, e de R$ 92.906,71, em 2023. Excluindo o Distrito Federal da análise, o PIB per capita da Ride subiu de R$ 29.578,56 para R$ 30.559,97 no mesmo período analisado. Considerando a variação real do PIB entre os anos de 2022 e 2023, os municípios que apresentaram maior crescimento foram Arinos (46,3%), Cabeceira Grande (37,0%) e Alexânia (26,7%). Em contrapartida, os municípios de Mimoso de Goiás, Barro Alto e Água Fria de Goiás registraram taxas de variação negativas no período. *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)

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Pesquisa vai traçar panorama da violência contra a mulher no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) inicia, nesta segunda-feira (3), a pesquisa inédita Panorama da Violência contra a Mulher no Distrito Federal, que vai mapear o perfil sociodemográfico das vítimas de violência doméstica na capital. O objetivo é subsidiar ações e políticas públicas voltadas à proteção da vida e à segurança das mulheres. A coleta de dados será realizada até 11 de novembro. O levantamento é conduzido pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em parceria com a Vice-Governadoria e com a Secretaria da Mulher (SMDF). A pesquisa vai ouvir cinco mil pessoas — homens e mulheres — presencialmente, em todas as 35 regiões administrativas do DF. Além de traçar o perfil das mulheres vítimas de violência doméstica, o estudo vai investigar o contexto em que essas situações ocorrem: a presença de testemunhas, a autonomia financeira, as vulnerabilidades relacionadas às condições de trabalho, à rede de apoio e à presença de filhos. Também será analisado o grau de concordância da população com políticas públicas voltadas à proteção das vítimas e à promoção da equidade de gênero de forma mais ampla. Levantamento vai traçar o perfil sociodemográfico das vítimas de violência doméstica no Distrito Federal | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “Essa pesquisa representa um avanço importante no enfrentamento à violência de gênero em nossa capital. Ao detalhar o perfil sociodemográfico das vítimas, estabelecemos um alicerce sólido para a formulação de políticas públicas mais eficazes, visando assegurar a vida e a segurança das mulheres no Distrito Federal. Nosso compromisso é transformar nossa cidade no melhor lugar para nascer menina e crescer mulher”, afirma a vice-governadora, Celina Leão. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destaca que “compreender as múltiplas faces da violência é fundamental para enfrentá-la de forma eficaz. Esse estudo vai nos permitir enxergar a realidade das mulheres do Distrito Federal com mais profundidade, entender suas necessidades e fortalecer as políticas públicas que salvam vidas. A pesquisa é mais um passo do GDF no compromisso de proteger, acolher e garantir direitos às mulheres”. [LEIA_TAMBEM]O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino Barros Neto, reforça o papel estratégico do instituto: “Ao colocar esta pesquisa em campo, o IPEDF reafirma seu compromisso em fornecer inteligência de dados para orientar decisões públicas estratégicas. Com um diagnóstico sólido da violência contra a mulher no DF, o governo fortalece sua capacidade de responder com agilidade e responsabilidade, transformando conhecimento em ação concreta para proteger vidas”. Para a diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF (Dipos), Marcela Machado, “ao ouvir mulheres e homens em todas as regiões do DF, buscamos compreender as múltiplas dimensões que atravessam a violência de gênero, desde a autonomia econômica até a rede de apoio disponível. Produzir dados de qualidade é garantir que nenhuma decisão sobre políticas para as mulheres seja baseada em suposições, mas em evidências concretas que respeitam a vida e a realidade de quem enfrenta a violência no cotidiano”. *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)

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