Comemorado no sábado, Dia do Gari não tem coleta de lixo: é a sua vez de manter a cidade limpa
Neste sábado, 16 de maio, não haverá coleta de resíduos no Distrito Federal devido ao ponto facultativo do Dia do Gari. Os serviços de catação e varrição também serão suspensos. Por esse motivo, desde 2023, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promove o Dia sem Lixo – data em que a população deve ter atenção redobrada e manter os resíduos dentro de casa. A programação normal será retomada no dia seguinte. Sob um pôr do Sol de tirar o fôlego, garis fazem varrição e coleta de lixo em um dos cartões-postais da cidade: a Ponte JK | Fotos: Divulgação / SLU-DF De acordo com o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, o Dia sem Lixo prioriza a valorização do trabalho dos garis e a importância da limpeza urbana. “Mais do que um dia de suspensão da coleta, o Dia sem Lixo é um convite para a população refletir sobre a importância do trabalho dos garis e colaborar com a limpeza urbana no Distrito Federal. A participação de cada morador é fundamental para mantermos a cidade limpa e valorizarmos esses profissionais que atuam diariamente em benefício de toda a sociedade", ressalta. Os 28 papa-entulhos estarão em funcionamento para o descarte de restos da construção civil, podas, móveis velhos e materiais recicláveis. Os endereços estão disponíveis no site do SLU, em www.slu.df.gov.br/papa-entulho. Arte: Divulgação / SLU-DF [LEIA_TAMBEM]Vai ter festa no Parque da Cidade O Dia do Gari foi instituído como ponto facultativo em 2022, exclusivamente para os trabalhadores da limpeza urbana. A festa deste ano será no Pavilhão do Parque da Cidade, das 8h às 14h. A programação terá café da manhã, música ao vivo, sorteio de prêmios, show de talentos dos garis com premiação, almoço, serviços de saúde e defensoria pública, entre outros atrativos. *Com informações do SLU-DF
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Fábrica no Gama é multada por fazer descarte irregular de lixo às margens de rodovia
A Secretaria DF Legal autuou, nesta segunda-feira (11), uma fábrica de materiais de limpeza do Gama por descarte irregular de resíduos às margens da DF-290. A multa foi de R$ 30.580,00 e a empresa foi obrigada a fazer o recolhimento do lixo. O caso foi identificado por auditores da DF Legal durante fiscalização de rotina na região de Ponte Alta, área já conhecida pelo alto índice de descartes clandestinos. A equipe da secretaria encontrou uma grande quantidade de sacos contendo adesivos de rótulos de diversos produtos da empresa, além de restos de caixas e barricas utilizados na produção. Com a identificação dos responsáveis, os auditores da Unidade de Fiscalização e Operações Especiais (Ufope) foram à sede da fábrica e conseguiram confirmar a origem dos produtos. A multa de R$ 30.580,00 foi calculada com base na quantidade de resíduos encontrados. Descarte irregular de lixo foi identificado por auditores da DF Legal durante fiscalização de rotina | Fotos: Divulgação / DF Legal Durante a fiscalização, a empresa também foi notificada a providenciar um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). Esse é um documento obrigatório que qualifica, quantifica e indica a destinação de cada tipo de resíduo gerado. Ainda ficou determinado que a própria fábrica deve realizar a limpeza do local sob pena de receber nova sanção. Autuações Nos primeiros quatro meses deste ano, a DF Legal aplicou 89 multas por descarte irregular de resíduos sólidos e da construção civil no Distrito Federal. Um aumento de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. [LEIA_TAMBEM] O crescimento é resultado da continuidade de ações, como a que resultou na multa desta segunda, com vistorias in loco para autuar em flagrante ou procurar meios para identificar os responsáveis, aliada à parceria com administrações regionais para que enviem casos flagrados. Os administradores têm utilizado tanto o processo SEI quanto um grupo de troca de mensagens para enviar fotos, vídeos e outras informações indispensáveis para a lavratura das multas, que variam de R$ 3.057,95 a R$ 305.803,16. A população também pode colaborar com a fiscalização enviando reclamações pelos canais de Ouvidoria (telefone 162 ou site ParticipaDF). O relato de dias e horários, juntamente da localização e vídeos anexados, levam a DF Legal a um trabalho objetivo que responsabiliza os infratores. *Com informações da DF Legal
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Servidores do GDF participam de capacitação em gestão de lixo
Servidores do Instituto Brasília Ambiental participaram, nesta sexta-feira (8), de uma visita técnica à Usina de Tratamento de Resíduos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), localizada no Setor P Sul, da Região Administrativa de Ceilândia. A atividade integra o cronograma de capacitação continuada promovido pela Comissão Gestora da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto. Durante a ação, que teve o objetivo de trabalhar a temática de boas práticas na gestão do lixo, servidores do SLU apresentaram as instalações do complexo, inaugurado em 1986, que faz o tratamento mecânico-biológico dos detritos. “Esse tipo de ação é incentivado no Instituto. Incentivamos e apoiamos porque proporciona a troca de conhecimentos e de vivências e estreita ainda mais a parceria entre os órgãos que compõem o governo do Distrito Federal”, disse o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Visitantes conheceram todas as instalações da usina, que produz anualmente 20 mil toneladas de composto orgânico, destinado a produtores do DF | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental Os visitantes puderam conferir toda a infraestrutura que compõe a usina, que conta com esteiras, peneiras, os serviços de separação manual por cooperados e de compostagem orgânica. E os números gerados por essa unidade impressionam: são produzidas 20 mil toneladas de composto orgânico, anualmente, destinadas a produtores do DF. Outro dado a se destacar é que a unidade da Ceilândia efetua, em média, a coleta domiciliar de 16 mil toneladas mensais, entre rejeitos orgânicos e secos. [LEIA_TAMBEM]“O que eu vou levar dessa experiência, tanto para o Brasília Ambiental quanto para a minha vida, é a necessidade de separação correta de resíduos. E de que, quanto maior o consumismo, maior a produção de resíduos. Então, é necessário reduzir o consumo para diminuir a produção de lixo e pensar na reutilização de produtos e na reciclagem desses resíduos”, refletiu a auditora fiscal do Instituto, Vanessa Barboza, participante da visita. Já a estagiária da Assessoria de Projetos de Engenharia (Aspeng) do Instituto, Maria Isabel, que também participou da iniciativa, considera que a visita forneceu instrumentos para uma reflexão muito importante: repensar a forma como descartamos lixo hoje. “Vimos que tinham muitos resíduos orgânicos misturados aos recicláveis. O que, às vezes, inviabiliza a reciclagem. Temos que rever nossa forma de descarte”, avaliou. O DF conta, também, com uma segunda usina de tratamento do SLU, localizada na Asa Sul, que desempenha os trabalhos de coletas seletivas e domiciliares. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Área pública em Ceilândia Norte passa por limpeza para coibir descarte irregular
Uma área pública que vinha sendo utilizada irregularmente como lixão a céu aberto, próxima à UBS 05 da QNM 08, em Ceilândia Norte, passou por uma ampla ação de recuperação promovida pela Administração Regional de Ceilândia, com apoio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e do programa GDF Presente. A operação incluiu limpeza completa do terreno, retirada de resíduos descartados irregularmente e implantação de medidas físicas para impedir novas invasões e despejo de lixo no local. Foram instaladas placas alertando sobre a proibição do descarte irregular e colocadas barreiras de concreto para impedir a entrada de veículos, carroças e caminhonetes utilizados para jogar entulho e resíduos na área. Para a instalação das estruturas de proteção, foi utilizado um guindaste, responsável pelo posicionamento das barreiras de concreto que agora restringem o acesso ao terreno. A ação também contemplou a recuperação de uma erosão próxima à calçada, contribuindo para melhorar a segurança e preservar a infraestrutura urbana da região. Segundo a administração regional, o espaço já havia sido cercado anteriormente com arame para impedir o acesso irregular. No entanto, o material foi furtado, comprometendo a proteção da área e facilitando o retorno do descarte clandestino. Fim dos lixões irregulares tem como objetivo proteger espaços públicos e conscientizar a população sobre os impactos do descarte irregular | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Animais peçonhentos Durante a limpeza, foram retirados diversos tipos de resíduos, incluindo entulho, lixo doméstico, pneus, embalagens, móveis inutilizados e outros materiais descartados de forma irregular. Além de mosquitos da dengue, o acúmulo desses resíduos favorece a proliferação de animais peçonhentos, como ratos, escorpiões e baratas, transmissores de outras doenças. Na semana passada, outra área crítica localizada ao lado do Centro de Ensino Médio 02, na QNM 16, em Ceilândia Norte, também recebeu a mesma operação, com limpeza, instalação de muretas e reforço nas medidas para impedir novos descartes irregulares. Para o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza, as ações têm como objetivo proteger os espaços públicos e conscientizar a população sobre os impactos do descarte irregular. “Estamos intensificando esse trabalho em diversos pontos da cidade, especialmente em terrenos públicos que acabam sendo utilizados de forma indevida. Além da limpeza, estamos implantando barreiras físicas para impedir o acesso de veículos e evitar que essas áreas voltem a se transformar em lixões a céu aberto. É uma ação permanente de cuidado com a cidade e proteção à saúde da população”, afirmou. O descarte irregular de resíduos é passível de multa aplicada pelos órgãos de fiscalização do DF Legal. A população também pode colaborar denunciando práticas ilegais por meio do Participa DF, além do envio de fotos e registros pelos canais oficiais do Governo do Distrito Federal. A administração regional reforça que a destinação correta de resíduos deve ser feita nos papa-entulhos e pontos adequados de descarte, contribuindo para manter a cidade limpa, organizada e livre de riscos ambientais e sanitários. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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