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Blitz sanitária reforça segurança da produção agrícola do DF

Como parte das ações rotineiras de fiscalização e defesa agropecuária, a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF) realizou, nesta segunda-feira (29), mais uma etapa da Operação Sentinela Verde. A ação, realizada na Epia, nas proximidades da Ceasa-DF, fiscalizou cargas de produtos vegetais com o objetivo de prevenir a entrada e a disseminação de pragas e doenças que possam causar prejuízos econômicos à produção agrícola ou representar riscos à saúde pública, proteger a produção rural do Distrito Federal e garantir a segurança dos alimentos que chegam à mesa da população. A intensificação das ações ocorre em um momento de atenção para a defesa vegetal, diante da confirmação de focos de greening (HLB), considerada a principal e mais devastadora doença dos citros, em municípios goianos próximos ao Distrito Federal. O cenário reforça a importância do controle da origem e do trânsito de vegetais para impedir a introdução e a disseminação de pragas e doenças que possam comprometer a produção agrícola local, preservando os elevados investimentos realizados pelos produtores rurais do Distrito Federal e a competitividade do setor. Durante a operação foram abordadas 113 cargas, totalizando aproximadamente 300 mil quilos de produtos vegetais inspecionados | Foto: Diviulgação Seagri/DF   Durante a operação foram abordadas 113 cargas, totalizando aproximadamente 300 mil kg de produtos vegetais inspecionados. Cerca de 90% das cargas eram provenientes do Distrito Federal e apresentaram total conformidade com a legislação, incluindo a documentação fitossanitária obrigatória. Os 10% restantes correspondiam a uma carga oriunda de Goiás, que foi apreendida por apresentar uma série de irregularidades, entre elas a ausência da documentação fitossanitária obrigatória, nota fiscal, além da suspeita de contaminação por cancro cítrico. Também foram apreendidos 300 kg de produtos de origem animal, além de 800 ovos considerados clandestinos pela ausência do selo de inspeção exigido. A apreensão reforça a importância das ações rotineiras de fiscalização para impedir a entrada irregular de produtos de origem vegetal e animal e reduzir o risco de introdução de pragas e doenças no Distrito Federal. Monitoramento sanitário A Defesa Agropecuária mantém monitoramento permanente de doenças que podem causar prejuízos à produção rural e representar riscos à saúde pública. Na sanidade vegetal, podemos destacar o cancro cítrico, doença bacteriana que afeta todas as espécies e variedades de citros, como laranja, limão, lima e tangerina. A enfermidade provoca lesões em folhas, ramos e frutos, reduz significativamente a produtividade dos pomares, compromete a qualidade da produção e pode restringir a comercialização para áreas livres da praga. Já no âmbito da saúde animal, podemos destacar o controle da tuberculose bovina, causada pela bactéria Mycobacterium bovis, que pode ser transmitida aos seres humanos, principalmente pelo consumo de leite e derivados produzidos sem inspeção sanitária adequada. Por isso, o controle permanente dos produtos de origem animal e a fiscalização dos estabelecimentos sob inspeção oficial são fundamentais para a proteção da saúde pública e da pecuária. [LEIA_TAMBEM] No transporte de produtos vegetais, um dos principais instrumentos de controle é a Permissão de Trânsito Vegetal (PTV), documento sanitário obrigatório para o trânsito interestadual de frutas, mudas, plantas e outros vegetais. A PTV garante a rastreabilidade da carga e comprova que a mercadoria atende às exigências fitossanitárias do estado de destino, reduzindo o risco de disseminação de pragas e doenças. A emissão do documento é regulamentada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), desde 2007, e atualizada por meio da Instrução Normativa nº 28, de 2016, e pode ser solicitada junto aos órgãos oficiais de defesa agropecuária, conforme os requisitos estabelecidos para cada tipo de produto e origem da carga. A fiscalização também verifica a regularidade dos produtos sujeitos à inspeção sanitária oficial. No DF, o Selo de Inspeção atesta que alimentos de origem animal e determinados produtos de origem vegetal processados foram produzidos em estabelecimentos fiscalizados e atendem às normas de higiene, qualidade e segurança. A certificação é emitida pela Secretaria de Agricultura, Seadri-DF. Para obter o selo, o interessado deve apresentar requerimento e a documentação exigida à Secretaria, por meio de protocolo físico ou eletrônico. Após a análise documental, é realizada uma vistoria técnica nas instalações para verificar o cumprimento dos requisitos sanitários e legais antes da concessão da certificação. Educação sanitária A Seagri-DF mantém um trabalho permanente de educação sanitária voltada a produtores, comerciantes e transportadores, com foco na prevenção de pragas e doenças e na promoção do cumprimento da legislação agropecuária. Somente em 2026, a Secretaria já realizou cerca de 50 ações de orientação em diferentes regiões do Distrito Federal, reforçando a importância da regularização documental e das boas práticas no transporte e na comercialização de produtos agropecuários. Como parte da estratégia regional de prevenção, a SEAGRI-DF iniciou tratativas com a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) para desenvolver ações conjuntas com foco na orientação de produtores rurais goianos e no fortalecimento da vigilância fitossanitária entre as duas unidades da Federação. Dando continuidade a esse trabalho, na próxima quinta-feira (2), às 9h30, a Seagri-DF promoverá mais uma ação de educação sanitária na Associação dos Produtores e Hortifrutigranjeiros do Distrito Federal (Asphor-DF), localizada na Ceasa-DF. O encontro reunirá produtores, comerciantes e transportadores para reforçar as orientações sobre a emissão da Permissão de Trânsito Vegetal (PTV), os procedimentos para o transporte regular de produtos vegetais e de origem animal, bem como medidas de prevenção e controle de pragas e doenças. A iniciativa reforça o compromisso da Secretaria com a educação sanitária, a segurança zoofitossanitária e a proteção da produção agrícola do Distrito Federal. *Com informações da Seagri-DF

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Secretaria de Agricultura inspeciona suínos

A Secretaria de Agricultura (Seagri) iniciou o inquérito de suínos no Distrito Federal. A atividade é prevista no Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos, coordenado pelo Ministério da Agricultura (Mapa), para os estados brasileiros que compõem a zona livre de Peste Suína Clássica (PSC), na qual o DF está situado. Criar suínos em ambiente fechado e não fornecer restos de comida ajuda a evitar doenças | Foto: Divulgação/Seagri O inquérito está sendo realizado pelas equipes de Defesa Agropecuária da Seagri em uma amostragem de propriedades para inspeção clínica e coleta de sangue em porcos em idade adulta (acima de 8 meses). As amostras coletadas serão enviadas ao Instituto Biológico de São Paulo, laboratório credenciado do Ministério da Agricultura. O objetivo é comprovar a ausência de peste suína clássica no rebanho, para manutenção do status livre de PSC no DF. A subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF, Danielle Araújo, destacou a importância da atividade para o controle da doença e o mercado de suínos. “A realização de um inquérito ajuda na detecção precoce de doenças, e no caso particular desse inquérito de PSC, nos ajuda a buscar a manutenção do status de área livre da doença para o DF”, afirmou Danielle Araújo. “Esse título é de suma importância para o comércio de carne suína. Dá mais segurança para os compradores e abre mercados”, complementou a subsecretária da Seagri-DF. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo o diretor de Sanidade Agropecuária e Fiscalização da Seagri-DF, Vinícius Campos, a inspeção clínica dos suínos é muito importante para identificar sinais sugestivos de peste suína clássica ou outras doenças que possam ter impacto na saúde pública ou economia. O diretor da Seagri-DF reforçou ainda o papel do produtor para controle da peste suína e outras doenças. “O primeiro passo é a prevenção. Criar os suínos em ambiente fechado e nunca fornecer restos de comida aos animais ajuda muito a evitar a ocorrência de doenças nos animais”, esclareceu Vinícius Campos. “Outro pilar é a detecção precoce. É fundamental ficar atento a sinais como manchas na pele, vômito, diarreia, conjuntivite, aborto, queda dos membros posteriores, apatia, feridas ou bolhas nas patas, boca ou tetas ou morte de muitos animais do rebanho” destacou o diretor. “Caso identifique alguma dessas situações, o produtor deve informar imediatamente o serviço de Defesa Agropecuária”, complementou Campos. *Com informações da Seagri

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Linha de crédito para aquisição de propriedades rurais

O gerente de Desenvolvimento Econômico da Emater, Frederico Neves, atende produtor rural | Foto: Divulgação/Emater-DF O Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) está sendo reformulado. A modalidade, oferecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) prevê um recurso individual de até R$ 158 mil para aquisição de chácaras ou fazendas destinadas à produção agropecuária. A Emater-DF já se cadastrou para intermediar as operações e se prepara para apresentar mais essa vantagem aos produtores locais. [Olho texto=”“Já nos cadastramos como uma das entidades habilitadas a intermediar os projetos de crédito”” assinatura=”Frederico Neves, gerente de Desenvolvimento Econômico da empresa” esquerda_direita_centro=”esquerda”] De acordo com o gerente de Desenvolvimento Econômico da empresa, Frederico Neves, o Mapa criou uma plataforma virtual — a Terra Brasil — onde toda a operação é realizada. “Já nos cadastramos como uma das entidades habilitadas a intermediar os projetos de crédito”, afirma. Frederico acrescenta ainda que o Mapa vai oferecer uma capacitação on-line para técnicos de todo o país na próxima quinta-feira (18). Em reunião no último sábado (13), o produtor rural Celso Lúcio Ferreira, da região de Brazlândia, apresentou uma proposta de aquisição de uma chácara no município de Cocalzinho (GO). “Avaliamos a documentação e já enviamos ao setor do ministério responsável pela liberação dos recursos. Vai ser uma espécie de projeto piloto”, observa Frederico Neves. A Coordenadoria de Operações (Coper), área técnica da Emater-DF, está definindo as áreas de ação onde o PNCF poderá ser utilizado. A plataforma Terra Brasil pode ser acessada aqui. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A Emater-DF Empresa pública que atua na promoção do desenvolvimento rural sustentável e da segurança alimentar, prestando assistência técnica e extensão rural a mais de 18 mil produtores do DF e Entorno. Por ano, realiza cerca de 150 mil atendimentos, por meio de ações como oficinas, cursos, visitas técnicas, dias de campo e reuniões técnicas. * Com informações da Emater

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DER-DF recebe certificado de ministério para plantio

Viveiro criado em 2012 pelo DER/DF reúne cerca de 500 mudas de diversas espécies | Foto: DER/DF / Divulgação O 5º Distrito Rodoviário do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) recebeu do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em 31 de janeiro, o certificado do Registro Nacional de Produtor de Mudas e Sementes (Renasem), que garante aos credenciados exercer atividades como armazenamento, beneficiamento e produção de sementes e mudas de plantas. O certificado foi concedido em razão do trabalho ambiental que é desenvolvido no viveiro mantido pelo departamento, em uma parceria entre a Diretoria de Meio Ambiente do DER/DF (Dimam) e o 5° DR. Preocupado com a questão ambiental e do reflorestamento, e por ser órgão executor de obras – e, em decorrência disso, muitas vezes precisar retirar árvores para construções de viadutos, pontes e vias –, o DER/DF criou, em 2012, um viveiro que hoje comporta cerca de 500 mudas de diversas espécies. Jatobá, baru, chichá, copaíba e ipês são alguns dos exemplos, mas o foco são as plantas nativas do Cerrado. Há a expectativa de que até o final do primeiro semestre de 2020 seja finalizada a construção de um viveiro maior, com capacidade para receber entre 3 mil e 10 mil mudas por ano. Tais mudas e plantas ficam no viveiro até atingirem o tamanho ideal para serem replantadas nos locais em que é necessária, depois de obras, a compensação ambiental. O diretor-geral do DER/DF, Fauzi Nacfur Júnior, ressalta a importância do trabalho de recuperação ambiental e a responsabilidade de todo cidadão em relação ao meio ambiente. “É uma obrigação de todos nós cuidarmos da fauna e da flora, ainda mais da nossa Brasília, que é tão rica e cheia de diversidade. E o DER/DF, como órgão executor de obras, tem a responsabilidade ainda maior nisso”, disse Nacfur. Manutenção do viveiro A manutenção das plantas é responsabilidade de funcionários terceirizados. Eles contam com o apoio do analista de Gestão e Fiscalização Rodoviária do 5º DR, Wellington Castro, que cataloga as espécies, e do responsável pela colheita das sementes a serem plantadas, Ronald Paiva, da Dimam. As sementes são recolhidas na área de Cerrado próxima ao Parque Rodoviário do DER/DF, localizada em Sobradinho, e também em outros pontos de área verde no DF. Para Ronald Paiva, a ação demonstra, mais uma vez, a preocupação do departamento com a conservação ambiental. “Além de ser um compromisso que o DER assume perante órgãos ambientais em função do licenciamento rodoviário, esta é também uma ação de educação ambiental e sustentabilidade na arborização urbana e rural.” Espécies do Cerrado são protagonistas no viveiro, que se presta à compensação ambiental em decorrência de obras | Foto: DER/DF / Divulgação Já o chefe do 5° Distrito, Geraldo Jacinto, ressalta que o trabalho de preservação do meio ambiente por parte do DER/DF vai além da questão do licenciamento ambiental para execução de obras. Trata-se, também, de questão de consciência para as futuras gerações, enfatiza Geraldo. “Com ações como esta, mostramos para as novas gerações a importância do cuidado e integração com o meio ambiente. Também é importante lembrar que tanto a nossa sede quanto os distritos rodoviários são arborizados e possuem, inclusive, várias espécies de árvores frutíferas.” Obtenção do certificado Para conseguir o certificado Renasem, o DER-DF foi cadastrado no programa do Mapa e, em seguida, fez a solicitação para o reconhecimento como produtor de mudas e sementes. O processo teve a participação da Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Distrito Federal (SFA-DF), que é responsável por cadastramento e fiscalização dos viveiros. O processo requer pagamento de uma taxa R$ 200. A atualização do cadastro, que deve ser feita a cada três anos, custa R$ 75. SERVIÇO: O servidor ou cidadão que tiver interesse em doar sementes ou mudas deve se dirigir à Dimam, que fica no 2º andar da sede do DER/DF, ou ligar para o telefone (61) 3111-5667. Endereço: SAM, Bloco C – Setor Complementar, edifício-sede do DER/DF   * Com informações do DER/DF

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