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Minha Casa Minha Vida

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Sol Nascente terá UPA com mais de 60 leitos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Uma nova unidade de pronto atendimento (UPA), com 65 leitos, e três residenciais que somam 556 apartamentos estão em construção no Sol Nascente. A unidade de saúde terá atendimento para adultos e crianças, enquanto as moradias integram a Faixa 1 do programa Minha Casa, Minha Vida. A governadora Celina Leão visitou as obras nesta segunda-feira (17). Celina afirmou que a nova UPA deve reduzir a procura pelas duas unidades de Ceilândia. “Essa população do Sol Nascente e do Pôr do Sol, que hoje recorre a outra unidade de saúde, vai poder ter atendimento mais próximo de casa”, disse. Celina Leão: “Essa população do Sol Nascente e do Pôr do Sol, que hoje recorre a outra unidade de saúde, vai poder ter atendimento mais próximo de casa” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Atendimento de adultos e crianças Com investimento estimado em R$ 16,9 milhões, a UPA do Sol Nascente é construída com recursos do Distrito Federal. O valor foi viabilizado por meio de um termo aditivo ao contrato de gestão firmado entre a Secretaria de Saúde (SES-DF) e o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O projeto prevê 2.632 metros quadrados de área construída e 65 leitos — 33 para adultos e 32 para crianças. A unidade segue o padrão de porte III, a classificação mais alta estabelecida pelo Ministério da Saúde para esse tipo de serviço. A estrutura terá consultórios médicos, salas de estabilização, laboratório, farmácia, setor de diagnóstico por imagem, brinquedoteca e refeitório. A obra está na fase de concretagem das lajes e execução das instalações internas e externas. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, relacionou a expansão das UPAs à organização do atendimento na rede pública. “Com a chegada dessas novas UPAs, a gente vai conseguir reduzir a concentração de pacientes nas emergências dos hospitais e deixá-los mais voltados às cirurgias, que hoje representam uma demanda gigantesca”, afirmou.   A presidente do IgesDF, Eliane Abreu, apontou o efeito esperado sobre outras unidades da região. “É uma unidade estratégica, sobretudo para fortalecer a rede de urgência e emergência. Isso desafoga um pouco a porta dos hospitais de Taguatinga e Ceilândia e as próprias UPAs de Ceilândia”, explicou. Desde 2019, sete unidades de pronto atendimento foram abertas no Distrito Federal. Atualmente, seis estão em construção: Águas Claras, Guará, Água Quente, Sol Nascente, Estrutural e Taguatinga. A UPA do Arapoanga, que completa o conjunto de sete unidades previstas na expansão, está em fase preparatória, com o terreno em processo de transferência para a Secretaria de Saúde e a contratação da obra em atualização. O investimento estimado nesses sete projetos é de R$ 118,78 milhões. “Com a chegada dessas novas UPAs, a gente vai conseguir reduzir a concentração de pacientes nas emergências dos hospitais e deixá-los mais voltados às cirurgias, que hoje representam uma demanda gigantesca”, destacou Juracy Lacerda, secretário de Saúde Apartamentos Os residenciais Sol Nascente 1, 2 e 3 ficam na Quadra 105 do Trecho II. O investimento nos três empreendimentos é de R$ 94,52 milhões, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), no âmbito do Minha Casa, Minha Vida. O Residencial Sol Nascente 1, com 176 apartamentos, atingiu 97,35% de execução. O Sol Nascente 2 tem 192 unidades e chegou a 91,54%. Já o Sol Nascente 3 reúne 188 moradias e alcançou 79,18%. As obras começaram em outubro de 2024. Durante a visita a um dos residenciais, a chefe do Executivo destacou o perfil social dos empreendimentos. “A gente tem essa preocupação de cuidar das pessoas que estão em alta vulnerabilidade”, afirmou. Os apartamentos têm 51,04 metros quadrados, dois quartos, banheiro, sala, cozinha integrada à área de serviço e varanda. Os edifícios são formados pelo pavimento térreo e três andares.   Segundo Julio Peres, responsável pela obra e representante da JC Peres Engenharia, cada unidade terá gás encanado, medidores individuais de gás e água e infraestrutura preparada para a instalação de ar-condicionado. “Também temos a parte comum, com biblioteca, que será entregue equipada com livros, mesas e estantes, além de bicicletário e sala do síndico”, detalhou. Os demais espaços comuns incluem guarita, praça de leitura, área coberta de convivência, espaço para exercícios e local coberto para a coleta de resíduos.

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GDF vai construir e doar 384 moradias a famílias em vulnerabilidade social

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai construir e doar 384 unidades habitacionais destinadas a famílias em vulnerabilidade social. Os empreendimentos serão erguidos na Quadra 117, em Samambaia, e divididos em dois residenciais: Regina Célia e Joaquim Roriz, cada um com 192 unidades. As moradias serão destinadas ao público-alvo da Faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida, que engloba famílias em situação de vulnerabilidade social. O investimento total nos dois residenciais será de R$ 65,2 milhões. O GDF segue avançando em seu compromisso de atender à demanda por moradias populares, oferecendo condições melhores de vida para as famílias do Distrito Federal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Sabemos que uma das principais demandas da população é por moradia. Toda família sonha em ter o seu próprio lar para criar os filhos ou deixar de herança. Temos concentrado esforços nessa pauta e esses residenciais são muito especiais por homenagearem o ex-governador Joaquim Roriz e a Regininha”, destacou Ibaneis Rocha. Os residenciais farão parte de um projeto maior, denominado “100 Ímpares”, que contará com um total de 5,7 mil unidades habitacionais. O projeto é fruto de um trabalho da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) e associações habitacionais, com o apoio do Ministério das Cidades. Segundo a Codhab, a Caixa Econômica Federal aprovou o projeto e a contratação do financiamento foi liberada pelo Ministério das Cidades. O presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, destacou a importância da iniciativa para a população de Samambaia e para o GDF. “Em um projeto de parceria entre Codhab e Entidades Habitacionais, com o apoio do Ministério das Cidades, serão construídas 384 unidades para a Faixa 1, ou seja, unidades que serão doadas à vulnerabilidade sem custo algum. Mais uma vez, a Codhab, por meio do Governo do Distrito Federal, está atendendo a quem mais precisa”, afirmou Fagundes. Com a preparação dos canteiros de obras já concluída, as obras têm início previsto para até 30 dias. O GDF segue avançando em seu compromisso de atender à demanda por moradias populares, oferecendo condições melhores de vida para as famílias do Distrito Federal. Desde 2019, este GDF entregou 9.939 unidades habitacionais, o equivalente à moradia para mais de 39 mil pessoas. Elas estão distribuídas da seguinte forma: Itapoã Parque – 6.024 São Sebastião – 1.904 Sol Nascente – 798 Samambaia – 751 Recanto das Emas – 202 Riacho Fundo II – 164 Sobradinho – 96

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Cerca de 250 famílias do DF beneficiadas em etapa do Minha Casa, Minha Vida

O governo federal anunciou, nesta quarta-feira (10), o resultado das seleções das modalidades Entidade e Rural, do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. De acordo com a Casa Civil e o Ministério das Cidades, o Distrito Federal será contemplado com 250 unidades habitacionais destinadas a entidades. Na capital federal, serão mil pessoas beneficiadas exclusivamente na modalidade entidades | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Ao todo, a presente etapa do programa federal contempla a construção de 112 mil novas moradias em todo país e no DF. Deste total, 75 mil unidades são destinadas à modalidade rural e outras 37 mil às entidades. Na capital federal, serão mil pessoas beneficiadas exclusivamente na modalidade entidades. Neste caso, é feita uma concessão de financiamento subsidiado a famílias organizadas de forma associativa, por meio de entidades privadas sem fins lucrativos para a produção de unidades habitacionais urbanas, utilizando recursos do Fundo de Desenvolvimento Social. As entidades organizadas de movimentos sociais enviaram propostas que foram analisadas e selecionadas de acordo com os critérios estabelecidos pelo governo federal. No DF, as vencedoras foram as associações Esperança de um Novo Milênio, Moradores da Quadra 605 do Recanto das Emas, Pró-moradia dos Trabalhadores dos Correios e o Conselho de Mulheres Missão Resgate. O Distrito Federal será contemplado com 250 unidades habitacionais destinadas a entidades O presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), Marcelo Fagundes, comemorou a inclusão do DF na etapa. “É uma alegria saber que, com o apoio do governo federal, o Distrito Federal foi contemplado com mais 250 unidades do Faixa 1, a serem construídas em terrenos doados pela Codhab, destinados à população vulnerável. Somadas as que estão em andamento, serão cerca de 2.350 unidades, nas quais atenderão cerca de 10 mil pessoas que terão a sua casa própria”, disse. Novo prazo O lançamento do resultado da seleção marca a abertura do prazo para que os governos estaduais e do DF apresentem os projetos para o Ministério das Cidades selecionar quem receberá os recursos. Outra novidade anunciada pelo governo federal durante a cerimônia foi a prorrogação do prazo, de 22 de abril para 22 de setembro, para que as construtoras e as unidades da federação possam finalizar contratos da Faixa 1 do programa, destinada a pessoas com renda de até dois salários mínimos (R$ 2.640). As moradias destinadas ao DF se somam às 7.225 unidades habitacionais já entregues pela política habitacional do Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019 O anúncio da primeira seleção de propostas do programa foi feito pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; do ministro das Cidades, Jader Filho; e de outras autoridades, parlamentares e governadores. Política habitacional As moradias destinadas ao DF se somam às 7.225 unidades habitacionais já entregues pela política habitacional do Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019, proporcionando habitações acessíveis e de qualidade a 28,9 mil brasilienses. Do total de entregas, 2.143 chaves ocorreram ao longo de 2023 em empreendimentos como o Itapoã Parque; Residencial Horizonte, no Sol Nascente; Residencial Maria Clara e Residencial Gercina Leopoldina, no Riacho Fundo II; Residencial IBVS, em Samambaia; e Remas 117/118, no Recanto das Emas. A Codhab prevê que o DF tenha, até 2026, pelo menos mais 60 mil moradias entre lançamentos e entregas e ao menos 20 mil imóveis regularizados. Somados os empreendimentos entregues e em construção, o investimento no DF ultrapassa os R$ 2 bilhões para garantir o sonho da casa própria a 65 mil pessoas. Mais do que isso, as obras geram 5,1 mil empregos, aquecendo o mercado de trabalho e a economia. Na capital, cerca de 100 mil pessoas estão inscritas nos programas da companhia. Confira os programas habitacionais próprios do GDF: → Morar Bem: é o principal programa habitacional, com entrega de moradias populares em áreas de interesse social, a exemplo dos empreendimentos Itapoã Parque (Itapoã), Residencial Horizonte (Sol Nascente), Alto Mangueiral (Jardins Mangueiral), Reserva do Parque (Recanto das Emas) e outros; → Melhorias Habitacionais: destina projetos e obras de reformas residenciais a famílias de baixa renda; → Regulariza DF: cuida da regularização fundiária urbana nas áreas de interesse social, não apenas com a elaboração dos projetos de urbanismo e de infraestrutura, mas também com a incorporação das ocupações informais à cidade, assegurando o direito à moradia digna à população do DF, com a titulação dos ocupantes dos imóveis; → Nenhuma Casa Sem Banheiro: lançado em dezembro de 2021, o programa executa melhorias sanitárias em domicílios em áreas de vulnerabilidade social.

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GDF e Caixa Econômica consolidam parceria no setor imobiliário e grandes projetos 

O Governo do Distrito Federal (GDF) trabalha para lançar 35 mil moradias este ano, o que representa um novo lar para aproximadamente 140 mil pessoas. Nesses e em outros grandes projetos, a Caixa Econômica Federal (CEF) tem atuado como parceira, financiando os empreendimentos.  O presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Rodrigues, entre o governador Ibaneis Rocha e a vice-governadora Celina Leão | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O trabalho conjunto foi destacado nesta terça-feira (19) durante o almoço-debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) com a palestra do presidente do banco público, Carlos Antônio Vieira Fernandes.  “A Caixa Econômica é parceira do DF em diversas obras, em especial nos projetos imobiliários” Governador Ibaneis Rocha Durante o evento, o governador Ibaneis Rocha reforçou que a parceria com a Caixa vai além do setor imobiliário. Ele lembrou da obra de expansão do metrô em Samambaia e também disse contar com o apoio do banco público para resolver o imbróglio do Centro Administrativo (Centrad). Ibaneis pontuou que, para ocupar o Centrad, serão necessárias obras viárias e de infraestrutura, como viadutos.  “Nós temos na habitação o primeiro grande empreendimento de parceria pública e privada no crédito imobiliário, que é o Jardins Mangueiral; é dessa forma, em interação com o GDF, que a gente quer que a Caixa se posicione cada vez mais junto ao segmento da população” Carlos Vieira, presidente da CEF “A Caixa Econômica é parceira do DF em diversas obras, em especial nos projetos imobiliários”, disse o governador. “Nós temos dois de grande repercussão – o bairro Mangueiral, que está em andamento, e o Itapoã Parque, onde teremos 12 mil residências. O projeto do Itapoã Parque é completo. Ele vem com toda a infraestrutura, diferentemente do modelo construído em outros bairros, como foi na primeira etapa do Mangueiral, onde não havia nenhum tipo de infraestrutura. Assim também foi feito no Paranoá Parque, sem infraestrutura nenhuma de serviço à comunidade. Agora, nós estamos avançando nesses dois bairros com as obras de infraestrutura, construção de escolas, creches e unidades básicas de saúde, para dar conforto a esses moradores.” PPP inédita  Essa união tem proporcionado feitos inéditos no país, como a parceria público-privada (PPP) para construção da nova etapa do Jardins Mangueiral, com cerca de oito mil unidades habitacionais.  “Nós temos na habitação o primeiro grande empreendimento de parceria pública e privada no crédito imobiliário, que é o Jardins Mangueiral; é dessa forma, em interação com o GDF, que a gente quer que a Caixa se posicione cada vez mais junto ao segmento da população”, comemorou o presidente da CEF, Carlos Vieira.  Segundo o gestor, a expectativa para 2024 é investir R$ 180 bilhões somando todos os mecanismos voltados ao financiamento do crédito imobiliário. “Nós geramos, a cada R$ 1 bilhão que se coloca no mercado, 150 mil empregos diretos”, reforçou. “Isso é muito importante para que todo o mercado perceba e sinta no crédito imobiliário uma grande oportunidade de ampliar todo esse conjunto de medidas voltadas para o crescimento do país”.  Com o apoio do banco público, o GDF tem tirado do papel projetos de moradia, como as do Itapoã Parque e de cidades como o Sol Nascente/Pôr do Sol e Samambaia.  Oferta vantajosa R$ 3,3 bilhões Montante em operações de crédito do DF contratadas junto à Caixa Econômica entre 2005 e 2023 “A previsão é que nós soltemos aproximadamente 35 mil novas unidades”, anunciou o presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), Marcelo Fagundes. “Se você totalizar colocando quatro pessoas por unidade, então estaríamos atendendo cerca de 140 mil pessoas. E a Caixa Econômica é um parceiro fundamental no projeto de habitação social, primeiramente pelos subsídios do Minha Casa Minha Vida; e, em segundo lugar, pelo subsídio que ela oferece diretamente ao beneficiário. São imóveis ofertados à cidade e ao mercado com um valor de venda muito aquém do praticado pelo mercado.”  Empresário no ramo imobiliário e presidente do Lide no DF, Paulo Octávio frisou: “A indústria da habitação é fundamental. Quando você imagina Brasília, uma cidade com 64 anos, já com 3 milhões de habitantes, você vê que o papel da Caixa Econômica Federal foi importantíssimo. Hoje, nós temos aqui mais de 1 milhão de residências, muitas delas financiadas pela Caixa. É inconcebível, num país com tanta terra, com todos os insumos, com todas as condições, ainda haver tantas pessoas sem moradia. Entendo que o nosso papel é justamente alavancar a economia e ir criando moradias e condições de habitação para todas as classes sociais”.  O Distrito Federal tem R$ 3,3 bilhões em operações de crédito contratadas junto à Caixa Econômica entre 2005 e 2023. O contrato mais recente é de R$ 49 milhões, pelo Programa Nacional de Apoio à Modernização Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros (PNAFM).  Contratos e convênios Desde 2019, a Caixa Econômica Federal assinou 164 convênios e contratos de repasses com o GDF. A extensa lista de assinaturas com o parceiro financeiro inclui, entre outras realizações, a construção de novas unidades da Casa da Mulher Brasileira; a pavimentação do Pistão Sul, em Taguatinga, e também de acesso às escolas rurais; a aquisição de patrulhas agrícolas e recuperação do canal principal do Rodeador, em Brazlândia, e a construção de unidades de saúde e de batalhões das forças de segurança, entre outras. Esses contratos são de repasses em execução, concluídos e aguardando a prestação de contas.  Também são executadas sob o selo do banco público obras como o Túnel de Taguatinga e todo o Corredor Eixo Oeste e a construção do Itapoã Parque, bairro para 50 mil pessoas.  Fundado no Brasil em 2003 e presidido pelo empresário Paulo Octávio, o Lide é uma organização que reúne diversos setores com o objetivo de fortalecer a livre iniciativa do desenvolvimento econômico e social.

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