Justiça climática e igualdade de gênero são tema de debate com participação do GDF
Representantes da Secretaria da Mulher (SMDF) participaram, nesta quarta (17), da plenária Mulheres e Juventudes nos Biomas Pós-COP30 – Etapa Cerrado, no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB). O encontro reuniu mulheres, jovens e profissionais de diferentes setores para debater estratégias e ações voltadas à justiça climática, à igualdade de gênero e à participação social nos territórios do Cerrado. O encontro teve como foco a importância da participação feminina nos debates sobre desenvolvimento sustentável | Foto: Divulgação/SMDF “Ao discutirmos o futuro dos nossos territórios, a sustentabilidade e os caminhos para uma sociedade mais equilibrada, vemos que não há futuro possível sem a participação efetiva das mulheres” Jackeline Aguiar, secretária da Mulher interina A iniciativa é fruto de parceria do Ministério das Mulheres em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, por meio da Secretaria Nacional de Juventude, com apoio do Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa), do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) e da Jovem Campeã Climática da Presidência da COP30 (PYCC). A atividade encerrou o ciclo de plenárias promovidas nos seis biomas brasileiros e integrou uma agenda de diálogo sobre os impactos das mudanças climáticas e a construção de políticas públicas mais inclusivas. Durante o encontro, a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, falou sobre a importância da participação feminina nos debates sobre desenvolvimento sustentável e apresentou reflexões sobre os desafios e as demandas das mulheres que vivem e atuam no Cerrado. Conquistas [LEIA_TAMBEM]“Ao discutirmos o futuro dos nossos territórios, a sustentabilidade e os caminhos para uma sociedade mais equilibrada, vemos que não há futuro possível sem a participação efetiva das mulheres”, enfatizou a secretária. “Esse movimento não representa apenas uma conquista das mulheres, representa um avanço da própria sociedade.” Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a participação da sociedade e do governo é fundamental para o avanço das pautas ambientais e sociais. “É essencial o Ministério das Mulheres estar neste plano, porque aqui temos os diretos e os sonhos das pessoas”, afirmou. “Não existe vida sem entender como funciona a natureza, pois as mulheres estão em todos os lugares e em todas as políticas públicas. Elas são as mais impactadas com os desafios ambientais”. A programação contou com espaços de diálogo entre representantes locais e nacionais, com foco no fortalecimento da participação social nos debates sobre clima e desenvolvimento sustentável. As discussões priorizaram a escuta, a articulação e a construção coletiva de propostas para políticas públicas ambientais e sociais. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Contas de energia elétrica divulgam canal 180 para mais de 1 milhão de lares do DF e reforçam combate à violência contra a mulher
A Neoenergia Brasília, em parceria com o Ministério das Mulheres e com apoio da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), inicia neste mês uma ação estratégica para fortalecer a rede de proteção feminina. A partir de março, as faturas de energia elétrica de mais de 1,1 milhão de clientes passam a exibir, de forma destacada no verso, o número 180, canal da Central de Atendimento à Mulher. A iniciativa integra o cronograma especial de ações da distribuidora em celebração ao Mês da Mulher e busca transformar um documento cotidiano em ferramenta de utilidade pública e salvamento. A vice-governadora do DF, Celina Leão, destaca a importância da união entre poder público e iniciativa privada: “O enfrentamento à violência contra a mulher é uma responsabilidade coletiva. Parcerias como essa mostram que é possível transformar ferramentas do dia a dia em instrumentos de proteção e salvar vidas. Cada número divulgado pode representar uma mulher acolhida e uma história reescrita com dignidade e segurança”. Para Solange Ribeiro, vice-presidente da Neoenergia, a capilaridade da empresa garante que a informação sobre acolhimento e denúncia esteja ao alcance de mais mulheres. “A violência contra a mulher muitas vezes acontece dentro de casa, e precisamos chegar justamente a esses espaços. Reconhecemos o papel das empresas no enfrentamento às desigualdades de gênero e assumimos a responsabilidade, por meio desta e de outras ações, de promover equidade, acolhimento e proteção às mulheres, tanto nas regiões onde atuamos quanto dentro da própria empresa”, explica Solange Ribeiro, vice-presidente da Neoenergia. “É uma forma concreta de dizer que elas não estão sozinhas”. Contas de energia passam a divulgar o número 180, da Central de Atendimento à Mulher | Foto: Divulgação/Neoenergia Segundo a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a informação salva vidas. “Quando uma empresa com a capilaridade da Neoenergia incorpora o 180 em mais de um milhão de faturas, estamos transformando um serviço essencial em instrumento de proteção às mulheres”, afirma. “Essa parceria amplia o alcance do Ligue 180 e fortalece a rede de enfrentamento à violência no Distrito Federal, garantindo que o pedido de ajuda esteja mais próximo de quem precisa”, completa a ministra, lembrando que o número do Ligue 180 no WhatsApp é (61) 9610-0180. "Muitas mulheres ainda não sabem onde buscar ajuda ou enfrentam barreiras para denunciar. Quando a informação chega de forma direta, clara e permanente, aumentamos as chances de romper o ciclo da violência" Giselle Ferreira, secretária da Mulher do DF O serviço 180 é gratuito, confidencial e funciona 24 horas por dia. Além de registrar denúncias de violência, o canal oferece orientações sobre direitos, informações sobre legislação e encaminhamento para a rede de atendimento especializado, com garantia de anonimato, além de comunicação às autoridades competentes. Ao incluir o número nas contas de luz, a empresa amplia o alcance da informação e fortalece a rede de apoio, especialmente em contextos nos quais a vítima pode estar isolada ou com acesso restrito a meios de denúncia. Só no DF, por exemplo, mais de 25.650 mulheres usaram o serviço ao longo de 2025. A medida ganha ainda mais relevância diante do cenário local. Somente em 2025, o Distrito Federal registrou mais de 11 mil ocorrências de violência doméstica, além de aumento de 27% nos casos de feminicídio. Ao utilizar sua capilaridade para disseminar o contato do canal de denúncia, a Neoenergia contribui para que a orientação chegue de forma direta aos lares e ajude a interromper ciclos de agressão antes que evoluam para situações mais graves. Para a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, a iniciativa representa um avanço significativo na ampliação do acesso à informação e na prevenção da violência. “Levar o 180 para dentro dos lares por meio da conta de luz é uma estratégia inteligente e necessária. Muitas mulheres ainda não sabem onde buscar ajuda ou enfrentam barreiras para denunciar. Quando a informação chega de forma direta, clara e permanente, aumentamos as chances de romper o ciclo da violência”, aponta. A secretária também destacou a importância da união entre poder público e iniciativa privada. “O enfrentamento à violência contra a mulher é uma responsabilidade coletiva. Parcerias como essa mostram que é possível transformar ferramentas do dia a dia em instrumentos de proteção e salvar vidas. Cada número divulgado pode representar uma mulher acolhida e uma história reescrita com dignidade e segurança”, ressalta. [LEIA_TAMBEM]Outras iniciativas Comprometida com a promoção da igualdade de gênero e com o desenvolvimento sustentável, a Neoenergia mantém uma agenda contínua de cooperação com a SMDF. Entre as ações estão conversas promovidas pela secretaria com colaboradores da empresa, além da divulgação, junto à equipe da pasta, de informações sobre canais de atendimento, eficiência energética e a importância do cadastro na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). A companhia também compartilha com a pasta projetos do Instituto Neoenergia voltados ao fortalecimento feminino, como o Prêmio Inspirar, o programa Jogando Juntas e novas turmas da Escola de Eletricistas. Cabe à SMDF apoiar a disseminação dessas iniciativas junto ao público atendido pelas políticas da Secretaria. * Com informações da Neoenergia Brasília
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Caravana do Empreendedorismo Feminino oferece 16 cursos gratuitos no Recanto das Emas
Entre esta segunda-feira (2) e o dia 27, o Recanto das Emas recebe a Caravana do Empreendedorismo Feminino, projeto que oferece qualificação profissional gratuita a mulheres a partir de 16 anos. As atividades serão realizadas na administração regional local, com expectativa de atender centenas de participantes interessadas em aprender uma nova profissão ou ampliar a renda. Maquiagem, corte de cabelos e serviços de beleza também fazem parte das atividades desenvolvidas pelo projeto | Foto: Arquivo/Agência Brasília A iniciativa, realizada pelo Instituto Omni com apoio da Administração Regional do Recanto das Emas e fomento do Ministério das Mulheres, percorre o Distrito Federal e cidades do Entorno com o objetivo de incentivar o empreendedorismo, fortalecer a autonomia financeira e ampliar as oportunidades de inserção no mercado de trabalho. Em sua primeira edição, o projeto já passou por Ceilândia, Águas Lindas e Taguatinga. Ao todo, serão oferecidos 16 cursos de curta duração, distribuídos em dois turnos diários, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Os cursos têm duração média de cinco dias e contemplam diferentes áreas. Nesta semana, serão oferecidas capacitações em barbearia, panificação, cabeleireiro e confeitaria. Entre os dias 9 e 13, as opções incluem design de sobrancelhas, pizzaiolo, extensão de cílios e marmitaria. [LEIA_TAMBEM]Para o período de 16 a 20, haverá turmas de limpeza de pele, sorveteria, maquiagem e vendas. Já do dia 23 ao dia 27, serão ofertados cursos de microagulhamento, construção civil, unhas em gel e informática. As inscrições e o cronograma completo estão disponíveis neste site. Responsável pela execução do projeto, a presidente do Instituto Omni, Elisângela Araújo, falou sobre o impacto social da iniciativa: “Cada capacitação oferecida amplia as chances de geração de renda, fortalece a independência financeira e contribui para elevar a autoestima. São oportunidades efetivas para que essas mulheres se tornem protagonistas de suas trajetórias e conquistem mais espaço dentro da própria comunidade”. O administrador regional do Recanto das Emas, Carlos Dalvan, reforçou a importância da ação para a cidade: “Investir na qualificação das mulheres é investir na nossa cidade. Fazendo unhas, pizzas ou dominando grandes empresas, o que importa é que elas saiam daqui donas de suas próprias histórias. O Recanto das Emas acredita na força feminina, e esse projeto é a prova de que, com apoio, nossas moradoras podem chegar onde quiserem”.
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GDF assina contrato para construção da Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto
O Governo do Distrito Federal (GDF) assinou o contrato para a construção e equipagem da Casa da Mulher Brasileira (CMB) – Tipo I, no Plano Piloto, consolidando um marco histórico no fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento à violência contra as mulheres. O equipamento será implantado na Quadra 903 da Asa Sul, e vai oferecer atendimento humanizado, integrado e contínuo às mulheres em situação de violência em todo o DF. Modelo da Casa da Mulher Brasileira é referência em acolhimento | Foto: Divulgação/SMDF O contrato foi firmado entre a Secretaria da Mulher (SMDF) e a União, por intermédio do Ministério das Mulheres, com a Caixa Econômica Federal como agente financeiro. A Casa da Mulher Brasileira revoluciona o modelo de enfrentamento, pois integra, amplia e articula os equipamentos públicos voltados às mulheres em situação de violência, garantindo que elas não precisem mais peregrinar por diferentes órgãos para buscar ajuda. “A Casa da Mulher Brasileira é um símbolo de cuidado, proteção e respeito”, enfatiza a vice-governadora Celina Leão. “Estamos falando de um espaço onde a mulher não será revitimizada, mas acolhida com dignidade, escuta qualificada e acesso imediato aos seus direitos. Esse é um avanço fundamental na política de enfrentamento à violência no Distrito Federal.” Investimento e execução garantida “A Casa da Mulher Brasileira garante atendimento integrado, humanizado e próximo da realidade das mulheres, reafirmando o compromisso do Estado com a prevenção da violência, a proteção e a promoção da autonomia feminina” Giselle Ferreira, secretária da Mulher O investimento total é de R$ 19.191.919,19, sendo R$ 19 milhões de repasse da União e R$ 191.919,19 de contrapartida do GDF. Os recursos serão destinados à elaboração dos projetos técnicos, à construção da unidade e à sua completa equipagem. A unidade será erguida em um terreno de 20.370 metros quadrados, com 3.600 metros quadrados de área construída, e contará com uma estrutura completa, idealizada para acompanhar as diferentes etapas enfrentadas pelas mulheres em situação de violência. “Esse equipamento fortalece toda a política pública de enfrentamento à violência de gênero”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “A Casa da Mulher Brasileira garante atendimento integrado, humanizado e próximo da realidade das mulheres, reafirmando o compromisso do Estado com a prevenção da violência, a proteção e a promoção da autonomia feminina.” [LEIA_TAMBEM] Atendimento integrado A Casa da Mulher Brasileira vai oferecer acolhimento humanizado, escuta qualificada e privacidade durante o atendimento, orientação sobre direitos, acesso à justiça, inserção em programas sociais das três esferas de governo, incentivo à capacitação profissional e ao empoderamento feminino, além de abrigo temporário e transporte até os serviços da rede de atendimento. As obras terão prazo de execução de 12 meses, a partir da assinatura da Ordem de Serviço. Com a construção da Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto, o GDF amplia a cobertura territorial, fortalece a rede de proteção e reafirma que o enfrentamento à violência contra as mulheres é prioridade absoluta da gestão pública. *Com informações da Secretaria da Mulher
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